Juiz libera detido por ejacular em passageira de ônibus na ZL

Após uma audiência de custódia, a Justiça liberou o homem detido por violência sexual dentro de ônibus na Zona Leste. Evandro Quessada da Silva, de 26 anos, foi preso em flagrante depois de ejacular na perna de uma passageira. Ele não tinha passagens pela polícia.

O coletivo da linha municipal 4311 (Parque São Pedro/São Mateus) passava pela Rua Melo Freire, no Tatuapé, quando a mulher e passageiros perceberam o abuso, por volta das 11 da manhã desta quarta (27). De acordo com a Polícia Militar, o homem chegou a ser agredido por outras pessoas que estavam no coletivo.

A decisão do juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo aponta que a conduta do agressor é “bastante grave e repugnante, atos como esse violam a dignidade sexual das mulheres”, mas que, como não houve tentativa de forçar ou enganar a vítima, “infelizmente, penalmente, configuram apenas contravenção”. Esse tipo de crime é punido pelo Código Penal com multa.

Também nesta quarta, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou dois projetos que querem definir o ato de “constrangimento ofensivo ao pudor em transporte público”. A pena prevista em ambos é de 2 a 4 anos de prisão, podendo chegar a 6 em caso de violência ou grave ameaça.

A polêmica sobre a falta de punição a agressões sexuais cometidas em transporte público ganhou notoriedade após o ajudante de serviços gerais Diego Ferreira de Novais ser liberado por um juiz. Ele havia sido preso na véspera depois de ejacular em uma passageira dentro de um ônibus na Avenida Paulista.

Caso não haja discordância de nenhum parlamentar, o texto segue direto para aprovação do Senado.

Fonte: MSN , com Estadão Conteúdo
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Comando diz que militar que usou máscara de caveira na Rocinha será advertido

O Comando Militar do Leste, no Rio, informou que é indevido o uso de máscaras com desenhos de caveira, por militares das Forças Armadas, nas operações diárias na cidade. Os militares informam que a prática está sendo coibida e os soldados que utilizaram o acessório serão advertidos. Nesta semana, circularam imagens e fotos com soldados que participam da operação na Rocinha usando máscaras com desenhos de caveira.

Exército apura uso de lenços com desenhos de caveira na Rocinha: Militar armado usa balaclava com desenho de uma caveira durante patrulhamento na Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro © Fernando Frazão/Agência Brasil Militar armado usa balaclava com desenho de uma caveira durante patrulhamento na Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro

De acordo com o porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Roberto Itamar, essas peças se chamam balaclavas, espécies de toucas, e estão previstas no regulamento do uso de uniformes das Forças Armadas, nas cores preta e azul, mas lisas, sem qualquer inscrição ou desenho.

O coronel disse que por ser algo simples, os envolvidos não devem sofrer sanção, mas apenas uma advertência pelo uso do equipamento, nas cores diferentes das previstas no regulamento militar.

Itamar também criticou a repercussão provocada pelo uso da máscara e afirmou que apenas um cabo do Exército utilizou o acessório e foi fotografado várias vezes.

“Foi apenas um cabo do Exército que utilizou aquela máscara, dá para ver pelo uniforme dele. É o mesmo militar em todas as fotos. Ele foi fotografado antes do seu comandante te-lo mandado tirar. A máscara era dele, ele trouxe de casa. Ele pensou que não haveria problemas”, disse o coronel ao Estado.

“O uso indevido de uma peça do uniforme já está sendo corrigido e vai ser chamada a atenção de quem a usou. A própria chamada de atenção já resolve o problema”, disse o porta-voz do CML.

“Tem tantas coisas acontecendo que são mais graves e importantes e com as quais devemos estar preocupados. No processo, ele tem todo direito de defesa, tem que preencher documentação. Há todo um processo, previsto pela Constituição, para que ele seja punido”, afirmou ainda.

As balaclavas, como são chamadas as máscaras, têm a finalidade de proteger os soldados de situações do clima e do meio ambiente, como o sol, vento e frio, entre outras. /

Fonte: MSN.
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Como uma medida de Trump pode afetar 4,5 milhões de toneladas de exportações brasileiras

Uma força-tarefa de produtores brasileiros de aço veio nesta semana à capital dos Estados Unidos para tentar dissuadir o presidente Donald Trump e seus assistentes de incluir o Brasil em uma revisão nas exportações americanas de aço – o que pode trazer consequências dramáticas para a economia nacional.

Maior fornecedora de aço semi-acabado – matéria-prima para produtos laminados – para os EUA, a indústria brasileira faturou US$ 1,7 bilhões, ou R$ 5,4 bilhões, nas vendas totais de 4,5 milhões de toneladas de aço para os americanos em 2016.

Mas uma investigação ordenada por Trump colocou a saúde deste mercado em risco. Sob a justificativa de “segurança nacional”, o governo americano estuda restrições ou sobretaxas que poderiam chegar a 25% nas compras de aço produzido em países como o Brasil.

Em abril, o presidente americano disse que a indústria do aço dos EUA teria sido “sitiada” durante décadas por concorrentes estrangeiros “que ganharam a vida tirando proveito” de leis de comércio desfavoráveis aos americanos.

Segundo o presidente, a concorrência teria gerado demissões em massa e inundado os EUA com “aço barato”.

Para reverter o cenário, Trump acionou a chamada seção 232, um dispositivo criado nos anos 1960 por John F. Kennedy para permitir ao presidente investigar se importações de alguns setores podem ameaçar a segurança nacional – seja pelo risco de desabastecimento ou pelo impacto econômico de uma concorrência desleal.

Em 54 anos, segundo dados oficiais, a seção 232 foi utilizada 26 vezes – e apenas cinco delas resultaram em alguma resolução presidencial (a última foi em 2001, com George W. Bush, e não teve efeitos práticos).

O resultado da apuração pode ser divulgado pela administração de Trump até 14 de janeiro do ano que vem, mas indústria e governo brasileiros já se mobilizam para evitar um eventual baque.

Após a bateria de reuniões entre empresários, políticos e lobistas de ambos os lados nesta semana, o ministro Marcos Pereira ( Desenvolvimento, Indústria e Comércio) encontrará o secretário americano de comércio, Wilbur Ross, no próximo dia 19 de outubro, em Washington, para discutir as exportações brasileiras.

“O Brasil é parte da solução, não do problema”, afirmou nesta terça-feira Marco Polo de Mello Lopes, presidente do Instituto Aço Brasil, argumentando que o Brasil tem balança comercial negativa com os EUA há mais de 10 anos e que o aço brasileiro aumenta a competitividade americana em setores como agronegócio e infraestrutura.

“Nós não destruímos empregos, nós criamos”, argumentou o colega Alexandre de Campos Lyra, também porta-voz da indústria, classificando a investigação americana como “protecionismo”.

Procurado pela BBC Brasil, o departamento de Comércio dos EUA não quis comentar a medida.

Em notas oficiais, entretanto, o governo americano afirmou que iniciou a investigação por conta de “subsídios e outras práticas injustas” de governos estrangeiros – em referência indireta à China, que enfrenta 176 processos internacionais sobre disputa desleal no mercado. O Brasil enfrenta 16.

Os EUA alegam que tentaram negociar com os produtores para a redução de subsídios.

“Até hoje, estes esforços tiveram resultados práticos mínimos”, alega o governo.

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China
A raiz do imbróglio que pode afetar o Brasil, segundo os empresários, estaria na gigantesca indústria do aço na China, que, graças a estímulos do governo, tornou a capacidade de produção muito maior do que a procura pelo aço.

“A produção anual de aço no Brasil é equivalente a 14 dias de produção na China”, afirmou Mello Lopes.

“O grande problema da indústria siderúrgica americana, ou europeia, ou brasileira, é o excesso de capacidade instalada, que hoje está concentrado na China. O Brasil é um aliado dos EUA neste sentido. Tanto a indústria siderúrgica brasileira quanto a americana são impactadas por preços e pela produção vinda principalmente da Ásia.”

Para se diferenciar dos chineses, os brasileiros argumentam que a indústria brasileira compra produtos americanos produzidos a partir do aço exportado pelo Brasil, como carros, maquinário pesado e locomotivas, fazendo o dinheiro circular.

Além disso, boa parte do carvão utilizado para a produção do aço brasileiro também é importado dos EUA.

Questionados sobre uma eventual retaliação sobre estas compras de carvão, caso as importações de aço brasileiro sejam barradas, os empresários desconversaram.

“Este não é o espírito”, afirmaram. Lobistas do setor, entretanto, segundo a BBC Brasil apurou, já citam esta possibilidade.
Uma fábrica de aço: EUA não têm capacidade para produzir todo o aço que consomem © Reuters EUA não têm capacidade para produzir todo o aço que consomem
Qual é o risco para os EUA?

Em 2016, segundo a agência Bloomberg, o valor das ações dos dois maiores produtores de aço dos EUA tiveram o maior crescimento em uma década, como resultado de sanções internacionais aplicadas sobre produtos exportados pela China.

“Não é só o preço, não é só o emprego, também tem a ver com a segurança nacional do nosso país”, alegou o presidente americano sobre estes resultados.

Para analistas, a investigação pode ser apenas um blefe de Trump para a renegociação de contratos – especialmente com chineses.

Mas também pode ser uma forma de garantir uma base mais heterogênea de países fornecedores – evitando que uma eventual crise política ou econômica, como a enfrentada pelo Brasil, contamine a produção e o abastecimento americanos.

Como os Estados Unidos não têm capacidade para produzir todo o aço que consome, a seção 232 poderia resultar em uma classificação de fornecedores em categorias como inofensivos, parcialmente ofensivos e fortemente ofensivos para a segurança interna americana.

Nesse caso, especula-se que Brasil e México poderiam ser encaixados na segunda categoria, enquanto a primeira poderia ser ocupada por Canadá e União Europeia e a última, pela China.

Fonte: MSN.
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Madeira ilegal é apreendida em operação no Rio Moju

Aproximadamente 2.000 metros cúbicos de madeira em situação irregular foram encontrados em balsas e rebocadores

Três balsas e dois rebocadores foram detidos, no Rio Moju, em operação conjunta realizada pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e Secretaria da Fazenda (Sefa), nesta sexta-feira (26). Aproximadamente 2.000 metros cúbicos de madeira em situação irregular foram apreendidos. As informações foram divulgadas hoje (28).

O técnico da Semas, Everton Barros, explica a ação. “As balsas e os rebocadores estavam sem documentação obrigatória e as madeiras não possuíam a nota fiscal e guia florestal”, enfatizou. Após o trâmite administrativo, a destinação da madeira ilegal e dos bens apreendidos aguardam o rito, que pode ser de três formas: alienação por meio de leilão, doação ou destruição. Já os responsáveis pela transportação da madeira ilegal serão autuados por infração de transporte irregular.

Fonte: ORMNews.
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Segunda fase da Operação Perfuga é deflagrada pela Polícia Civil em Santarém

Ações desta fase iniciaram na manhã desta quinta-feira (28) com cumprimento de mandados de busca e apreensão, além de uma vistoria para averiguar o quadro de funcionários da Casa Legislativa.

A Polícia Civil em Santarém, no oeste do Pará, deflagrou na manhã desta quinta-feira (28) a Operação “O Legado”, segunda fase da “Operação Perfuga”, que investiga funcionários públicos que firmaram o compromisso de bem servir a sociedade, porém abandonaram sua atividade, passando a agir em interesse particular. A ação é em conjunto com o Ministério Público, e conta com o apoio Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Esta fase tem a denominação “legado” em virtude de que condutas criminosas praticadas pela administração da Casa Legislativa no Biênio 2015/2016, terem se estendido à atual gestão. Mandados de busca e a apreensão de documentos estão sendo cumpridos.

De acordo com a Polícia Civil, uma servidora pública lotada na Câmara Municipal, vinculada ao gabinete da presidência, cumpria expediente no escritório do PMDB, no bairro Santa Clara. Com o andamento da primeira fase da Perfuga, tal servidora passou a frequentar e cumprir o expediente na Casa Legislativa, com lotação na estrutura administrativa/gabinete da presidência.

Desta forma, as investigações apontam que a servidora cometeu o crime de peculato, uma vez que se encontrava prestando serviços em outras atividades ao interesse público, com salário pago pelo governo municipal.

Vistoria técnica

Um vistoria técnica para verificação das lotações de todos os servidores câmara iniciou nesta manhã. Segundo as investigações, deve ter outros casos semelhantes ao da servidora porque evidências apontam que o número de servidores lotados na casa seria incompatível com a estrutura física do prédio.

a vistoria técnica visa impedir a manipulação e adulteração de informações relativas à lotação de servidores, considerando que, outrora ocorreu informação de lotação que não condizia com a realidade.

Operação Perfuga

A Operação Perfuga foi deflagrada do dia 7 de agosto pela Polícia Civil com apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MP). O vereador Reginaldo Campos, que foi presidente da Câmara de Vereadores até 2016, foi preso no mesmo dia, sendo investigado por crimes de peculato, falsificação de documento público, corrupção e associação criminosa.

ENTENDA O ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DE REGINALDO CAMPOS E SERVIDORA DA SESPA
Gráfico mostra capitulação dos crimes dos quais estão sendo acusados os indiciados (Foto: Divulgação/MPPA) Gráfico mostra capitulação dos crimes dos quais estão sendo acusados os indiciados (Foto: Divulgação/MPPA)

Gráfico mostra capitulação dos crimes dos quais estão sendo acusados os indiciados (Foto: Divulgação/MPPA)

São investigados políticos, servidores da Sespa, da Câmara de Vereadores, advogados, líderes religiosos e lideranças de bairros, além de outras pessoas ligadas ao grupo, conforme a Polícia Civil.
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O MP denunciou o vereador Reginaldo Campos e outras 27 pessoas por irregularidades na Câmara de Vereadores. Todos são investigados na Operação Perfuga. Segundo o órgão ministerial, um dos indiciados foi excluído e outro nome que não constou do relatório final do inquérito acabou sendo incluído no rol dos denunciados.

Os investigados

REGINALDO DA ROCHA CAMPOS (PRESO PREVENTIVO)
SARAH CAMPINAS DOS SANTOS DE OLIVEIRA (PRESO PREVENTIVO)
PATRICIA NORMA SILVA COSTA
LEONARDO OLIVEIRA DE AGUIAR
MARY GLAUCY BRITO CHIANCA NEVES
MARA CRISTIANY RODRIGUES SPINOLA
ANDREZA CRISTINA RIBEIRO DIAS
IANA SOCORRO BENZAQUEM GUILHERME
ISMAEL DA ROCHA SILVA
ROSEANE FRANCISCA MACIEL FERREIRA
ESEQUIEL AQUINO DE AZEVEDO
WILSON LUIZ GONCALVES LISBOA
RAQUEL DA COSTA PINTO
MARIA DO SOCORRO SOUZA DE MOURA
SAMUEL DA CONCEICAO FERNANDES
ANDREW OLIVEIRA DA SILVA
ARDILENE CUNHA LISBOA
JAQUELINE PEDROSO DE ALMEIDA
JOAO GONZAGA PINTO DE ALMEIDA
PEDRO VALDINEI SANTOS DA CUNHA
MARIO FRANCISCO FIALHO CABRAL
VANIA LUCIA FIALHO CABRAL
ESTER VINENTE SILVA
ELI DA CRUZ SILVA
ELAINE VITOR DO AMARAL
JOSE CARLOS LIMA LOPES
ALCIMAR REIS GOMES
ALEXANDRE NASCIMENTO LOPES

Fonte: G1 Santarém.
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Carreta carregada de algodão tomba e pega fogo em Mato Grosso

O acidente foi hoje de manhã, na serra São Vicente, no município de Santo Antônio do Leverger, (34 quilômetros  de Cuiabá). Uma carreta carregada de algodão tombou e pegou fogo. O motorista teve apenas escoriações.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Cuiabá controlou as chamas. A pista precisou ser interditada, mas já foi liberada. Não há informações do que possa ter provocado o acidente. O valor do prejuízo ainda será calculado.

Ainda não foi informado em qual cidade ele carregou e para onde iria.

Fonte: Só Notícias.
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Situação na Rocinha está sendo normalizada, diz CML

As Forças Armadas podem sair da Rocinha a qualquer momento

O porta-voz do Comando Militar do Leste (CML), no Rio, coronel Roberto Itamar, disse nesta quinta-feira, 28, que as Forças Armadas podem sair a qualquer momento da favela da Rocinha, na zona sul da cidade. Segundo o coronel, essa possibilidade está sendo avaliada todos os dias, “na medida em que a situação na Rocinha já está sendo normalizada”.

De acordo com o coronel, as conversas sobre a saída ocorrem diariamente no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). Elas envolvem representantes de todas as forças envolvidas na operação integrada.

“Avaliamos ontem, avaliamos hoje. Podemos sair a qualquer momento, a partir de quando chegarmos à conclusão de que a situação na Rocinha está normalizada, os mandados de prisão foram cumpridos, e não tem mais razão para as Forças Armas continuarem lá. O papel das Forças Armadas é ajudar na normalidade, a partir daí, as forças de segurança reassumem no dia-a-dia, como acontece, segue a vida. Se tiver algum problema, a gente volta”, disse.

Itamar afirmou que a saída das forças da Rocinha não depende da prisão do chefe do tráfico local, Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, que está foragido. “A prisão do Rogério é uma coisa que pode acontecer em qualquer ponto do Rio, e a sua prisão é função das forças de segurança pública. Nós, Forças Armadas, estamos fazendo o cerco”, ressaltou.

Itamar também explicou o que as Forças Armadas consideram condições de normalidade na Rocinha. “É um estudo que depende, por exemplo, de as escolas voltarem a funcionar, do transporte público estar operando, se não tem mais tiroteio entre as facções. Se avaliarmos que voltou ao normal, não têm mais motivos para ter o cerco”, afirmou.

Nessa quarta-feira, 27, quase todas as escolas da Rocinha voltaram a reabrir – apenas duas permaneceram fechadas. A comunidade também não tem registrado tiroteios nos últimos dias.

Operação

Em busca de Rogério 157, os Batalhões de Ações com Cães (BACs), de Operações Especiais e de Choque da Polícia Militar vasculham as comunidades do Parque União e Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte do Rio.

No Parque União, o Batalhão de Choque apreendeu uma pistola, um radiotransmissor, materiais para embalar drogas e deteve um suspeito. Depois de um confronto com criminosos, policiais localizaram uma fábrica clandestinas de bebidas alcoólicas. Na Nova Holanda, policiais do BAC, com a ajuda de cães farejadores, apreenderam meia tonelada de drogas e dois fuzis. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Afastamento de Aécio une Temer, PT e ministros do STF contra decisão

O partido do ex-presidente Lula, o presidente da República, Gilmar Mender e Marco Aurélio Mello defendem que o caso seja levado ao Senado

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado do mandato por determinação da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), conseguiu unir pelos menos dois ministros da Corte, o PT – adversário histórico do PSDB -, e o presidente Michel Temer em torno de sua defesa.

O partido do ex-presidente Lula, que chegou a ser consultado e autorizou o texto pró-Aécio, divulgou nota, nessa quarta-feira (27), em que defende uma posição do Senado contrária à decisão do Supremo.

“Não existe a figura do afastamento do mandato por determinação judicial. A decisão de ontem é mais um sintoma da hipertrofia do Judiciário, que vem se estabelecendo como um Poder acima dos demais e, em alguns casos, até mesmo acima da constituição. O Senado Federal precisa repelir essa violação de sua autonomia, sob pena de fragilizar ainda mais as instituições oriundas do voto popular”, afirma a nota.

Embora tenha feito duras críticas ao senador, além de ter sugerido que ele seja levado ao Conselho de Ética do Senado, “por ter desonrado o mandato”, o texto afirma que “a resposta da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal a este anseio de Justiça foi uma condenação esdrúxula, sem previsão constitucional, que não pode ser aceita por um poder soberano como é o Senado Federal”.

Em nenhum momento, no entanto, a nota do PT menciona os réus do partido, inclusive o próprio Lula.

Já Michel Temer tratou de acionar o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), para tentar manter o mandato do tucano. Aécio é o principal aliado do presidente no PSDB e tem defendido que o partido permaneça na base do governo, apesar das denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o peemedebista, e do desgaste causado por elas. Temer já foi acusado de corrupção passiva e, agora, aguarda votação na Câmara por obstrução de justiça e organização criminosa.

Já os ministros do Supremo Marco Aurélio Mello, que foi relator e voto vencido na Primeira Turma sobre o afastamento de Aécio, e Gilmar Mendes, de acordo com O Globo, também criticaram a decisão. Eles consideram que o recolhimento noturno equivale à prisão.

“Eu tenho a impressão de que a Primeira Turma decidiu pela prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso”, disse Gilmar. “Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupante”, acrescentou.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Vereadores reprovam concessão de título de Cidadão de Belém a Jair Bolsonaro

Vereadores da Câmara Municipal de Belém (CMB) impediram nesta quinta-feira (28) que Jair Bolsonaro (PSC) recebesse o título de Cidadão de Belém, o mais importante da cidade.

O vereador Fernando Carneiro foi um dos que votaram contra a honraria. O parlamentar usou as redes sociais para se pronunciar contra o título.

“Exigimos que a votação fosse feita em separado e de forma nominal. Apesar de rejeitada, a honraria ainda recebeu 10 votos favoráveis com as mais absurdas defesas”, criticou.

O vereador Fernando Carneiro também já havia se manifestado contra a Medalha Condecorativa Brasão D’Armas, uma das mais importantes homenagens concedidas pelo Poder Legislativo da cidade, entregue ao prefeito de São Paulo, João Dória. Ele foi escolhido pelos vereadores após sessão da última terça-feira (11). Três parlamentares votaram contra.

Fonte: DOL
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Tragédia Anunciada: Motociclistas empinam moto e fazem racha em frente as escolas em Novo Progresso

Moradores e comerciantes dos bairros onde ficam as escolas João Carlos, Tancredo Neves e Valdemar Lindemayer, em Novo Progresso, denunciam a prática de racha em torno de uma escola pública da região.

Imagens gravadas pela nossa reportagem mostram uma dessas ocasiões, quando vários motociclistas fazem manobras arriscadas em meio aos estudantes na saída da aula. Um deles, acena para o cenegrafista, outro, ao perceber que está sendo gravado pela reportagem, chega a empinar a moto na porta da escola.

Segundo testemunhas, alguns alunos demonstram apoio à ação perigosa e ilegal dos motociclistas, mas a maioria teme acidentes. Na região, das escolas, duas delas de educação infantil, de acordo com uma vendedora, que não quis ser identificada, as manobras desses motoqueiros é quase diária. Ela conta que os rachas são mais frequentes nos horários de entrada e saída dos alunos e somente um policiamento nesses momentos poderia coibir esses absurdos. Acidentes também já foram presenciados pela vendedora. “Já atropelou uma senhora com uma criança”, relata.
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Agentes do Ditranp disseram que na maioria dos casos, os motociclistas são menores de idade, mas ainda não tem como fazer a patrulha escolar efetiva e eficazmente por falta de viatura, mas que estão aguardando as condições e devem agir. A PM faz patrulha a cada turno policial no entorno dos colégios, mas não tem sido capaz de suprir a demanda e coibir os rachas e manobras.
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Fonte: Redação Band Progresso – Canal 15 – Reportagem R1 Matos
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