A fome é jogada para debaixo do tapete na Coreia do Norte

A forte censura dos meios de comunicação no país faz com que a população que vive na capital ignore a escassez de alimentos que, segundo a ONU, afeta o país

Pyongyang — A Coreia do Norte enfrenta sua pior seca desde 2001. Ela traz fome e mortes em massa. Mas quem mora em Pyongyang desconhece essa realidade. Todos os norte-coreanos só podem acessar uma rede de intranet, um canal de televisão, um jornal diário, uma rádio e uma revista mensal, tudo editado pelos censores da dinastia Kim. Tais veículos nunca trouxeram uma informação sobre esse quadro, muito menos imagem.

Os 2,8 milhões de habitantes da capital têm acesso a telefone celular, mas só conseguem se comunicar com quem vive na metrópole e nos seus arredores. Não há sinal no interior. Para ir de uma cidade a outra, o cidadão precisa de uma licença especial, concedida em casos raros (todos de interesse do governo) e às pessoas mais fiéis ao regime. Há postos de vigilância em todas as estradas, com militares armados de metralhadora. Eles param todos os veículos e pedestres para conferir documentos.

Em meus 10 dias na Coreia do Norte, só me deixaram pisar em uma fazenda cooperativa-modelo, a cerca de 20km de Pyongyang, onde estava hospedado. Agentes do governo me apresentaram uma vila construída para os camponeses, onde todos moram em casas de dois quartos, com banheiro, geladeira, fogão e televisão. A energia vem de painéis solares.

Nessa comunidade, bebês e crianças frequentam uma creche limpa e bem equipada. Para as crianças maiores e os adolescentes há outras instituição de ensino. Tudo em meio a dezenas de estufas, onde são cultivadas frutas, verduras e legumes. Vi e provei algumas, entregues por sorridentes camponeses. Todos posaram para fotos, totalmente liberadas no local, algo raro em minha visita ao país. Encontrei uma dezena deles roçando uma área de plantio em frente à vila. Estavam todos com roupas novas e bem passadas — calças e camisas de mangas compridas —, calçados novos e bem lustrados. Havia duas mulheres. Ambas maquiadas e muito limpas. No mesmo momento, seis integrantes da cúpula do Partido Comunista norte-coreano, em três Volkswagen Polo brancos (também novos) faziam uma “inspeção” na fazenda, segundo o meu intérprete, escalado pelo governo para me acompanhar todos os dias, com um motorista e um guia.

Colheitas dizimadas

A notícia da seca e da fome partiu da Organização das Nações Unidas (ONU). Em julho, o organismo internacional divulgou um alerta sobre a escassez severa de alimentos, que deixou a Coreia do Norte dependente de importações de alimentos em caráter emergencial. Os mais vulneráveis à fome são as crianças e os idosos, por correrem um risco maior de desnutrição e morte. Quadro agravado pela redução drástica da ajuda humanitária nos últimos anos, em parte por causa das sanções impostas aos país em retaliação a seu programa armamentista.

Tudo começou entre abril e junho de 2017. A escassez de chuvas dizimou colheitas de primeira necessidade, como arroz, milho, batatas e soja, indispensáveis à sobrevivência de grande parte da população durante a entressafra, que vai de maio a setembro. Após meses de seca, as chuvas voltaram a cair em julho, tarde demais para garantir o plantio dos alimentos que precisariam ser colhidos entre outubro e novembro.
O braço da ONU para agricultura (FAO, na sigla em inglês) estima que as colheitas norte-coreanas iniciais de 2017 caíram mais de 30% em relação às do ano passado. A FAO afirma que o país vai precisar importar alimentos por ao menos três meses para garantir o suprimento adequado, o que já está sendo feito, por meio da China, mas sem qualquer informação oficial.
O quadro atual lembra a maior crise de escassez de alimentos da história recente do país, iniciada em 1996. Dois anos depois, o Programa Mundial de Alimentos da ONU montou sua maior operação, com o objetivo de ajudar um terço da população norte-coreana — ou 7,5 milhões de pessoas.

Na época, pesquisas identificaram crianças de 1 e 2 anos com desnutrição aguda e famílias que se alimentavam de galhos para sobreviver. Estima-se que entre 340 mil e 3,5 milhões de norte-coreanos morreram por conta de uma escassez alimentar de grandes proporções. Os números variam de acordo com as fontes. O mais baixo parte de órgãos da dinastia Kim, que credita a catástrofe ao embargo liderado pelos Estados Unidos.

Desertores fogem para o sul

A imprensa sul-coreana destaca novos casos de desertores que atravessam fronteira entre os dois países desde o início de 2017. A ameaça de fome generalizada seria um dos motivos, ao lado do endurecimento do regime ditatorial e da pressão dos Estados Unidos. Em média, um desertor norte-coreano se arrisca a enfrentar as minas terrestres e os guardas fortemente armados da zona desmilitarizada das duas Coreias. Tudo começou entre abril e junho de 2017. A escassez de chuvas dizimou colheitas de primeira necessidade, como arroz, milho, batatas e soja, indispensáveis à sobrevivência de grande parte da população durante a entressafra, que vai de maio a setembro. Após meses de seca, as chuvas voltaram a cair em julho, tarde demais para garantir o plantio dos alimentos que precisariam ser colhidos entre outubro e novembro.

O braço da ONU para agricultura (FAO, na sigla em inglês) estima que as colheitas norte-coreanas iniciais de 2017 caíram mais de 30% em relação às do ano passado. A FAO afirma que o país vai precisar importar alimentos por ao menos três meses para garantir o suprimento adequado, o que já está sendo feito, por meio da China, mas sem qualquer informação oficial.
O quadro atual lembra a maior crise de escassez de alimentos da história recente do país, iniciada em 1996. Dois anos depois, o Programa Mundial de Alimentos da ONU montou sua maior operação, com o objetivo de ajudar um terço da população norte-coreana — ou 7,5 milhões de pessoas.

Na época, pesquisas identificaram crianças de 1 e 2 anos com desnutrição aguda e famílias que se alimentavam de galhos para sobreviver. Estima-se que entre 340 mil e 3,5 milhões de norte-coreanos morreram por conta de uma escassez alimentar de grandes proporções. Os números variam de acordo com as fontes. O mais baixo parte de órgãos da dinastia Kim, que credita a catástrofe ao embargo liderado pelos Estados Unidos.

Desertores fogem para o sul

A imprensa sul-coreana destaca novos casos de desertores que atravessam fronteira entre os dois países desde o início de 2017. A ameaça de fome generalizada seria um dos motivos, ao lado do endurecimento do regime ditatorial e da pressão dos Estados Unidos. Em média, um desertor norte-coreano se arrisca a enfrentar as minas terrestres e os guardas fortemente armados da zona desmilitarizada das duas Coreias.

Os perigos são grandes e não há estatísticas disponíveis sobre o número de pessoas mortas na tentativa de fuga. Da mesma forma, desertores recorrem a pequenos barcos em ambas as costas, leste e oeste, da península, e viram a proa rumo às luzes brilhantes da Coreia do Sul. Também nesse caso, não há números sobre quantos são recapturados pelos guardas de fronteira norte-coreanos ou que morrem no mar. Em junho de 2017, no entanto, três soldados norte-coreanos da zona desmilitarizada se entregaram aos sul-coreanos, enquanto a Marinha da Coreia do Sul resgatou sete civis de barcos frágeis, após uma perigosa travessia em direção ao país inimigo do Norte. A mídia sul-coreana informou que um dos desertores não era um integrante da elite do regime.

Já em 1º de julho, um navio da guarda costeira sul-coreana interceptou um barco de pesca ao largo da costa leste da península. Ele transportava cinco pessoas, incluindo um graduado do Instituto Pyongyang de Ciência, da Coreia do Norte, seu filho, a namorada de seu filho e dois integrantes da família de seu irmão. O filho e a namorada também foram graduados na mesma universidade e, como são considerados da elite da sociedade norte-coreana, eram autorizados a morar em Pyongyang, a vitrine do regime.

Fonte: VEJA.
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Tumulto em estação de trem na Índia deixa mais de 20 mortos

Confusão foi gerada por um boato de desabamento em Mumbai

Um tumulto em uma estação de trem em Mumbai, na Índia, provocou a morte de mais de 20 pessoas nesta sexta-feira (29).  Até o momento, as autoridades confirmaram a morte de 22 passageiros, além de duas dezenas de feridos.

A confusão começou enquanto as pessoas tentavam se abrigar da chuva em uma passarela para pedestres que dá acesso à estação Elphinstone, que liga duas principais linhas da cidade.

Um boato de que a passarela estava cedendo gerou pânico na multidão. O caso evidencia ainda mais a crise no sistema de transportes da Índia, que sofre com falta de infraestrutura e instalações precárias. Acidentes em estações são comuns no país, habitado por 1,3 bilhão de pessoas.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Adolescente foragido da Fasepa é morto em troca de tiros com a polícia em Santarém

Segundo a polícia, dupla estava realizando assaltos na cidade. Um dos suspeitos estava atingido por arma de fogo, o menor trocou tiros com policiais e morreu.

Um adolescente morreu em uma troca de tiros com a polícia na noite de quinta-feira (28) em Santarém, oeste do Pará. O menor que morreu estava foragido da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa).

Segundo informações da polícia, dois jovens estavam realizando assaltos próximo ao Mercadão 2000. Os policiais do Grupo Tático Operacional (GTO) fizeram buscas aos suspeitos, até que uma informação indicava que os mesmos estavam na avenida Rui Barbosa, bairro Liberdade.

Ao chegarem no local, um dos homens estava atingido por arma de fogo e o menor estava em um terreno na mesma rua. A polícia foi recebida com tiros pelo adolescente e uma troca de tiros iniciou até que o menor foi atingido e morreu.

A vítima que foi assaltada pela dupla esteve no local e os reconheceu. O caso foi registrado na 16ª Seccional de Polícia Civil.

Fonte: G1 Santarém.
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Iniciativa prevê a recuperação 30 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia até 2023

Uma iniciativa para a recuperação de áreas degradadas na Amazônia brasileira prevê a recuperação, nos próximos seis anos, de uma área de quase 30 mil hectares, o que corresponde a um número estimado de 73 milhões de árvores.

A ação é resultado de parceria entre Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundo Global do Meio Ambiente (GEF – Global Environment Facility), Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Conservação Internacional (CI-Brasil), Instituto Socioambiental (ISA) e Amazonia Live, iniciativa socioambiental do festival Rock in Rio.

Uma iniciativa para a recuperação de áreas degradadas na Amazônia brasileira prevê a recuperação, nos próximos seis anos, de uma área de quase 30 mil hectares, o que corresponde a um número estimado de 73 milhões de árvores.

A ação é resultado de parceria entre Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundo Global do Meio Ambiente (GEF – Global Environment Facility), Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Conservação Internacional (CI-Brasil), Instituto Socioambiental (ISA) e Amazonia Live, iniciativa socioambiental do festival Rock in Rio.

Do universo de 73 milhões de árvores, 3 milhões já estavam previamente asseguradas em 1,2 mil hectares de floresta amazônica por meio da contribuição inicial do próprio Rock in Rio e da CI-Brasil, combinada à doação espontânea do público e pelo apoio de patrocinadores e parceiros do festival.

Os 70 milhões adicionais fazem parte das metas do projeto “Paisagens Sustentáveis da Amazônia no Brasil”, um esforço conjunto de MMA, GEF, Banco Mundial, Funbio e CI-Brasil para aumentar a área florestal sob recuperação, promover o uso sustentável dos recursos naturais e fortalecer a rede de Unidades de Conservação da Amazônia brasileira.

No projeto “Paisagens Sustentáveis da Amazônia”, está prevista a recuperação de 28 mil hectares de áreas degradas até 2023, mediante a utilização de várias técnicas, tais como enriquecimento de áreas de florestas secundárias já existentes, semeadura de espécies nativas selecionadas, condução e/ou favorecimento da regeneração natural, e, quando necessário, o plantio direto de espécies nativas. As áreas prioritárias escolhidas para as ações de recuperação do projeto são o sul do Amazonas, Rondônia, Acre e Pará.

O Amazonia Live nasceu em 2016 com o compromisso do Rock in Rio de plantar 1 milhão de árvores na Amazônia, em parceria com o Funbio e o ISA, e de divulgar a importância da preservação da Amazônia para o equilíbrio do planeta. A plataforma cresceu rápido com a entrada da CI-Brasil como parceiro estratégico, o que fez com que o número chegasse a 2 milhões de árvores na cabeceira do rio Xingu, e com a entrada do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), que apoiou a produção de 1 milhão de mudas de espécies nativas para recuperar áreas degradadas dentro de Unidades de Conservação do estado do Amazonas.

Fonte: ONU.
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‘Se vocês estão insatisfeitos, vão para a rua se manifestar. São vocês, somos nós que temos de decidir qual o País que queremos’; veja vídeo

 O comandante militar do Sul, general Edson Leal Pujol, recomendou à população que esteja insatisfeita com a situação política do País que vá para as ruas se manifestar “ordeiramente”, mas demonstrando sua indignação. “Se vocês estão insatisfeitos, vão para a rua se manifestar, mostrar, ordeiramente. Mas não é para incendiar o País, não é isso”, depois de reconhecer que ele não pode ir para as ruas se manifestar. “São vocês, somos nós que temos de decidir qual o País que queremos.”

“Há uma insatisfação geral da Nação e eu também não estou satisfeito”, disse em evento da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA). “Se os nossos representantes não estão correspondendo às nossas expectativas, vamos mudar.”

O general Pujol questionou quais daquelas pessoas ali presentes na palestra estavam insatisfeitas com a situação do País. Diante das manifestações, perguntou quem foi para rua expressar essa insatisfação. “Se nós ficarmos somente reclamando, insatisfeitos e inconformados, não vamos mudar as coisas”, afirmou.

O militar acrescentou ainda que “existe uma série de maneiras” de tentar mudanças. Ressalvou, no entanto, que “o papel da Forças Armadas é seguir a legislação”.

“Não adianta nós só usarmos as mídias sociais”, disse ao pregar manifestações nas ruas. Ele citou que não tinha notícias de, nos últimos três meses, terem sido realizados protestos significativos no Rio de Janeiro, em Brasília, São Paulo ou Porto Alegre. “Não estamos gostando, mas estamos passivos.”

Em seguida, o general lembrou a postura do povo da Venezuela, que está nas ruas contra o governo. “Com o regime que eles estão, lá tem gente morrendo na rua”, afirmou, reiterando que a população deve servir de “termômetro” dos poderes.

https://youtu.be/iqEFO-IUpE4?list=PLnJLdL-he_KieHWBcfIn8hR-6Cura5YTz

O general Pujol se queixou ainda do que está sendo ensinado nas escolas e questionou se as pessoas têm ido às Secretarias de Educação ou ao Ministério da Educação perguntar sobre o que está sendo ensinado. “Vocês concordam com o que está sendo ensinado para os seus filhos, sobrinhos, netos?”, disse, sem querer “classificar” o conteúdo.

Fonte: Correio do Poder.
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5 ministros votam por aplicar Ficha Limpa a casos anteriores a 2010

Outros 3 foram contra. Faltam votar Marco Aurélio, Celso de Mello e Cármen Lúcia

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou nesta quinta-feira (28) a conclusão do julgamento sobre a aplicação da regra da Lei da Ficha Limpa a políticos condenados por abuso de poder político e econômico na campanha antes de 2010, quando a lei passou a vigorar.

No momento em que a presidente do STF, Cármen Lúcia, encerrou a sessão desta quinta, o placar estava 5 a 3 pela aplicação da lei antes de 2010. Faltam os votos dos ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia.
O julgamento será retomado na próxima quarta-feira (4). A decisão depende da maioria de 6 votos entre os 11 ministros e deverá ser aplicada por todos os tribunais do país.

Os ministros votaram na análise de uma ação que discute por qual prazo deve ficar inelegível um político condenado antes da vigência da lei. A Ficha Limpa, de 2010, determina que a condenação impede o político de se candidatar por oito anos; a lei anterior prevê prazo de apenas três anos. O julgamento começou em 2015, com dois votos contrários à aplicação do prazo de oito anos da Ficha Limpa para condenações anteriores a 2010.

Naquela época, os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram pela inelegibilidade por três anos, sob o argumento de que a Ficha Limpa não podia retroagir. Na ação, um candidato a vereador de Nova Soure (BA) nas eleições de 2012 recorreu contra decisão da Justiça Eleitoral que rejeitou seu registro de candidatura com base na Ficha Limpa.

Ele foi condenado por abuso de poder econômico e compra de votos em 2004 e cumpriu o prazo de três anos de inegibilidade. Em 2008, o candidato concorreu novamente ao cargo, foi eleito e exerceu o mandato, mas em 2012, teve a candidatura negada com base no novo prazo de oito anos de inelegibilidade da Ficha Limpa.  A defesa do político argumenta que o novo prazo da Lei da Ficha Limpa só se aplica a partir da vigência da lei e não pode retroagir.

Os votos dos ministros
Veja como argumentaram os ministros, por ordem de votação:

Ricardo Lewandowski – Quando votou na ação, em 2015, o relator, Ricardo Lewandowski, ressaltou que, antes da Ficha Limpa, nas condenações por abuso de poder político ou econômico em campanha, a lei eleitoral já definia que a inelegibilidade era uma sanção, cujo prazo era de três anos. “A aplicação do novo regime jurídico de inelegibilidade encontra um óbice insuperável de estatura maior, qual seja, o direito constitucional de preservação da coisa julgada, em face de lei superveniente”, disse Lewandowski à época.

Gilmar Mendes – Ao votar em 2015, Gilmar Mendes também disse que era preciso fazer uma ressalva na aplicação da lei, para não alcançar condenações anteriores. “Como vem a ideia de aplicação de uma penalidade, sanção ou restrição de direito, a segurança jurídica recomendaria que houvesse essa ressalva”, disse à época. “Uma coisa é mudar os prazos de inegibilidade. Agora, outra é a questão que se tem uma sentença que diz que a inelegibilidade é de tantos anos”, afirmou Mendes nesta quinta.

Luiz Fux – Na retomada do julgamento nesta quinta, o ministro Luiz Fux abriu a divergência. Ele foi favorável à aplicação do prazo de oito anos também para políticos condenados antes de 2010. Assim, aqueles condenados antes da sanção da lei naquele ano, numa das hipóteses de inegibilidade, também ficariam impedidos de concorrer na disputa de 2018. Para o ministro, o prazo de inelegibilidade não é uma punição para o político condenado, mas uma “condição de moralidade”.

Alexandre de Moraes – Depois de Fux, o ministro Alexandre de Moraes votou contra a aplicação a casos anteriores. Disse que isso significaria retroagir uma punição e comprometeria a segurança jurídica. “Afeta diretamente a segurança jurídica e é um desrespeito à coisa julgada”, afirmou.

Edson Fachin – O ministro votou pela aplicação da lei a casos anteriores. Disse que a própria Constituição prevê a análise da vida pregressa no momento de a Justiça Eleitoral aprovar uma candidatura. “Trata-se de fato do passado que se projeta para o presente. Preencher condições para se admitir candidatura não é sanção. Quem se candidata a um cargo, a um emprego, precisa preencher o conjunto dos requisitos. Como a Constituição se refere à vida pregressa, isso significa que fatos anteriores ao momento da inscrição da candidatura podem ser levados em conta. Se o passado não condena, pelo menos não se apaga”, afirmou.

Luís Roberto Barroso – O ministro também votou pela aplicação da Ficha Limpa a condenações anteriores. “Essa lei precisa ser interpretada de forma consentânea com essa percepção de que é preciso mudar a realidade tal como ela vem sendo exercida no Brasil. Lei que quer criar tempo em que não seja normal nomear dirigentes de estatais para desviar dinheiro para políticos e seus partidos”, afirmou.

Rosa Weber – A ministra também seguiu Fux, argumentando que o político deve preencher os requisitos da lei em vigor na época do registro de candidatura. “O foco é a coletividade, buscando-se a soberania popular, e a concretização do estado democrático de direito. Presentes essas balizas, eu tenho que a aplicação das inelegibilidades, que hoje se encontram fatos pretéritos, não se configura direito adquirido ou coisa julgado”, afirmou.

Dias Toffoli – Em seu voto, Dias Toffoli também votou por aplicar a Ficha Limpa em condenações anteriores. “O momento de aferição da inelegibilidade é no registro da candidatura. Então pouco importa o que foi lá atrás, não se está apontando coisa julgada”, disse.

Fonte: ORMNews.
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Motorista é preso por estuprar criança de 11 anos em Altamira

Homem fazia o transporte escolar na zona rural do município. Ele abusou da criança em dois dias seguidos

O motorista de transporte escolar Paulo de Araújo, de 48 anos, foi preso na tarde desta quinta-feira (28) acusado de estuprar uma menina de 11 anos na comunidade rural de Capembas, em Altamira, sudoeste paraense. O homem teria abusado sexualmente da criança dentro do coletivo por dois dias seguidos, fato comprovado após realização de exames médicos.

De acordo com Lucenilda Lima, coordenadora do Conselho Tutelar de Altamira, os abusos sexuais foram denunciados por telefone para o órgão, que passou a investigar o caso. Paulo fazia o transporte das crianças da região há algum tempo, atendendo várias localidades da zona rural do município. Na quarta-feira (20) da semana passada, ele teria aliciado a menina de 11 anos e, não satisfeito, repetiu a violência sexual no dia seguinte, dentro do ônibus, chegando a ameaçar a criança de morte caso ela não permitisse ou falasse sobre os abusos para alguém. “A menina, não aguentando mais, falou o que aconteceu para uma amiguinha. A outra criança então contou para a mãe dela, que gravou tudo e entrou em contato com o Conselho Tutelar, denunciando o caso”, disse Lucenilda Lima.

O caso foi encaminhado para a Divisão Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Altamira, que deu início às investigações. Após entrar em contato com a mãe da vítima e realizar os exames sexológicos na criança, os abusos foram confirmados. Os resultados dos exames então foram encaminhados à Justiça, que autorizou a prisão do motorista Paulo Araújo. No final da tarde de hoje, por volta das 17h, o homem foi localizado pela equipe coordenada pela delegada Lena Salgado Uchoa e encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Altamira.

Ainda segundo Lucenilda Lima, o motorista tem histórico de aliciamento de crianças e adolescentes durante seu tempo de serviço na zona rural de Altamira, mas dessa vez, o caso foi denunciado ao Conselho tutelar. A conselheira ressalta a importância da denúncia pelo disque 100. “Não importa a forma, é muito importante que esse tipo de caso chegue ao conhecimento das autoridades. Não podemos deixar nossas crianças passar por esse risco de morte. É preciso haver mais informação dentro da sala de aula, para que as próprias crianças saibam se proteger desse tipo de pessoas. Não é porque é em zona rural que não deve ter palestras sobre abuso sexual, pois esse crime acontece em qualquer lugar”, ressalta.

A menina vítima do abuso e sua família já estão recebendo apoio social e psicológico. O motorista segue em prisão preventiva na delegacia do município, à disposição da justiça, até o final das investigações.

Fonte: ORMnews.
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Vídeo: Piracema começa domingo e pesca fica proibida nos rios das 3 bacias hidrográficas de MT

https://youtu.be/WxVwl117U9A

Fonte: Só Notícias.
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Geisy Arruda mostra o bumbum e diz: ‘Quero gravidez independente’

Solteira, Geisy Arruda já não pensa em compromisso sério. “Já tive muitas desilusões, já fui traída, enganada, e me frustrei muito nos meus relacionamentos. Me acostumei a ficar sozinha, antes só do que mal acompanhada”, disse em bastidores de ensaio sexy para marca de lingerie.
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A jovem acrescentou que planeja seguir os passos de Karina Bacchi e se tornar mãe em “produção independente”. “Sinto vontade de ser mãe, penso futuramente em uma gravidez independente, por isso estou tentando agora ter uma estabilidade financeira”, explicou ao ser clicada em motel pelo fotógrafo Cauê Garcia.

Fonte: DOL.
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China- Faixa de pedestre em 3D é a nova aposta para diminuir acidentes

Uma iniciativa no trânsito tenta reduzir os acidentes envolvendo pedestres. Pinturas de faixa de pedestre em três dimensões pelo mundo tentam chamar atenção para a importância desta sinalização para a redução de atropelamentos. Países como China, Índia, Geórgia e mais recentemente a Islândia aderiram a ilusão de ótica. As informações são do G1.

Conforme informou a agência de notícias chinesa Xinhua, em Chengdu, pedestres perceberam que os veículos passam com menor velocidade nas faixas com pintura em 3D. A eficácia destas faixas, no entanto, ainda não foi comprovada por estudos.

Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) dizem que um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer caso seja atropelado por um automóvel a menos de 50km/h. No entanto, este pedestre, se atropelado por um carro a 80 km/h, passa a ter aproximadamente 60% de probabilidade de não resistir.

A mesma organização ainda indicou que 22% das mortes do trânsito são envolvendo pedestres, o que ainda não é um dado que assegure que as faixas em 3D possam gerar mudanças definitivas nesse contexto, já que os motoristas podem se acostumar com a inovação e deixarem de reduzir a velocidade diante da sinalização.

Fonte: DOL, Com informações de China News.
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