Enfermeiro do Samu faz parto de emergência na Ilha São Miguel, em Santarém

Essa não é a primeira vez que Itamar Aguiar ajuda grávidas do interior do município na hora do parto. Ele já recebeu até homenagem com nome de bebê.

O enfermeiro Itamar Aguiar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez mais um parto de emergência bem-sucedido na zona rural de Santarém, oeste do Pará. Desta vez, o enfermeiro ajudou trazer ao mundo uma menina, filha de uma adolescente de 16 anos, moradora da comunidade Ilha São Miguel.

Devido a vazante dos rios, em algumas comunidades as embarcações não chegam mais. Por isso, o enfermeiro precisou descer na comunidade Costa do Aritapera, de onde caminhou até chegar a um local onde o canal permite a navegação de bajara (pequena embarcação motorizada).

Na chegada à Ilha São Miguel, o enfermeiro era aguardado por Josivane Soares Galúcio, irmã grávida. “O rio está muito seco. Não foi fácil chegar até a casa da parturiente. Mas deu tudo certo, a criança nasceu muito bem, chorou ao nascer”, contou o enfermeiro.

De acordo com o enfermeiro, que já está retornando para Santarém, a menina recebeu o nome de Alice.

Em maio desse ano, Itamar foi enviado com uma equipe do Samu à comunidade São Pedro, no Rio Arapiuns, onde realizou o parto da jovem Sabrina Macêdo Souza, deu à luz um menino. O parto foi feito em uma maca do posto de saúde na comunidade, que fica distante aproximadamente 9h de barco da zona urbana de Santarém. Sabrina ficou tão agradecida que deu ao bebê o nome do enfermeiro.

No mês de junho, o enfermeiro fez outro parto ao atender um chamado de um barco que seguia para Santarém trazendo uma grávida em trabalho de parto. “Fomos acionados e fui examinar a paciente. No exame de toque eu vi que estava coroado, completo o colo. Então resolvi fazer na embarcação mesmo o parto porque se eu transportasse para a lancha ficaria mais complicado fazer os procedimentos”, contou o enfermeiro Itamar Aguiar.

A jovem Denise dos Santos, de 23 anos, deu à luz o primeiro filho dentro de uma embarcação em pleno Rio Arapiuns, ajudada pelo enfermeiro Itamar.

Fonte: G1 Santarém.
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PF faz operação contra roubo de madeira de terra indígena do Pará

Madeira ilegal era exportada para os EUA, Europa e Ásia. Dano ambiental é estimado em aproximadamente R$ 900 milhões.

A Polícia Federal no Pará deflagrou na manhã desta quarta-feira (4) a Operação Anhangá Arara, de combate à extração ilegal de madeira nobre na Terra Indígena (TI) Cachoeira Seca. Foram expedidos pela Justiça Federal de Altamira, no sudoeste do Pará, 10 mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor, 11 mandados de sequestro de bens e valores e 6 mandados de busca e apreensão em empresas e casas dos investigados, além da suspensão das atividades das empresas envolvidas no esquema.

Cerca de 40 policiais federais participam da operação nas cidades de Uruará, Placas, Rurópolis, Santarém, Castelo dos Sonhos e Altamira, no Pará; em Porto União (SC), Curitiba (PR) e União da Vitória (PR).

De acordo com a PF, a investigação começou após relatório da Operação Cachoeira Seca, realizada pelo Ibama, que apontou que a TI Cachoeira Seca estava sendo alvo de exploração ilegal de madeira. Durante as averiguações foi identificado um grupo empresarial composto por familiares, cujo o patriarca era o responsável pela coordenação da extração ilegal de madeira em áreas protegidas e por escoar a madeira para as empresas do grupo familiar.

Para burlar a fiscalização e dar teor legal à madeira, o grupo fraudava créditos florestais por meio de inserção de dados falsos no Sisflora, além de utilizar Planos de Manejo Florestal de fachada. Depois a madeira era transmitida entre empresas do grupo até ser exportada por meio de portos de Belém e do Sul do Brasil.

O destino da madeira abrange os continentes Americano (EUA, Panamá, Argentina), Europa (França, Reino Unido, Alemanha) e Ásia (Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul). Segundo laudo pericial da Polícia Federal, estima-se o dano ambiental em um valor aproximado de R$ 574.912.424,78, referente exclusivamente às atividades de extração ilegal de madeira do interior da Terra Indígena Cachoeira Seca e R$ 322.145.395,69 referentes aos produtos florestais extraídos ou destruídos quando da abertura das áreas classificadas como “corte raso”, totalizando um valor de R$ 897.057.820,47.

Fonte: G1 PA.
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Relatório aponta Brasil como quarto país em número de usuários de internet

Um relatório sobre economia digital divulgado hoje (3) pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês) colocou o Brasil em quarto lugar no ranking mundial de usuários de internet. Com 120 milhões de pessoas conectadas, o Brasil fica atrás apenas dos Estados Unidos (242 milhões), Índia (333 milhões) e China (705 milhões). Depois do Brasil, aparecem Japão (118 milhões), Rússia (104 milhões), Nigéria (87 milhões), Alemanha (72 milhões), México (72 milhões) e Reino Unido (59 milhões).

No entanto, apesar do grande número de brasileiros conectados, se for considerado o total de usuários em relação à população, o desmpenho do Brasil é inferior. Segundo dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT), o país tem 59% de usuários conectados, percentual inferior ao do Reino Unido (94%), Japão (92%), Alemanha (90%), Estados Unidos (76%) e Rússia (76%). O México possui o mesmo índice do Brasil. China e Índia, países com mais de 1 bilhão de habitantes, ficam atrás juntamente com a Nigéria.

O relatório da UNCTAD avaliou também o ritmo de crescimento do acesso à internet nos últimos anos, considerando o período de 2012 a 2015. Segundo o estudo, o crescimento médio do país no período foi de 3,5%, atrás de Índia (4,5%), Japão (4,6%), Nigéria (4,9%) e México (5,9%). Países mais ricos – como Estados Unidos, China, Alemanha e Reino Unidos – apresentaram um ritmo ainda mais lento do que o Brasil. Contudo, essas nações já possuem taxas de penetração maiores, segundo apontam os dados da União Internacional de Telecomunicações.

Desigualdade

Mesmo com um grande contigente de brasileiros conectados, dados da pesquisa TIC Domicílios, do Núcleo de Informação e Comunicação do Comitê Gestor da Internet (CGI-Br), apontam que ainda há desigualdade no acesso à internet. De acordo com o levantamento, divulgado em setembro, o percentual de lares conectados é de 59% nos centros urbanos, contra 26% nas áreas rurais. No recorte regional, o índice é de 40% no Nordeste, contra 64% no Sudeste.

A disparidade também aparece quando observada a situação econômica. De acordo com a pesquisa do CGI-Br, a internet está em 29% das casas com famílias com renda de até um salário mínimo, contra um índice de 97% naquelas que ganham até 10 salários mínimos. Enquanto na classe A a penetração é de 98%, nas classes D e E ela fica em 23%.

Qualidade

Na avaliação da advogada Flávia Lefévre, representante do Instituto Proteste e integrante do Comitê Gestor da Internet, embora o Brasil tenha muitas pessoas conectadas, a velocidade ainda é ruim e o acesso muito baseado em telefones celulares, com planos pré-pagos e franquias baixas, que muitas vezes não duram até o fim do mês. “A gente tem muitas pessoas conectadas, mas a qualidade do acesso ainda é ruim. A velocidade de provimento é menor do que a média mundial. Muitas pessoas ainda dependem de franquias ou de usar o [rede] wi-fi. Apesar de sermos a nona economia do mundo, temos no geral uma internet de baixa qualidade, especialmente para os mais pobres”, destaca.

A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério das Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para comentar o resultado das pesquisa, no entando não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Fonte: MSN.
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Senado aprova PEC que veda coligações e cria cláusula de desempenho

O plenário do Senado aprovou nesta terça (3), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a coligação de partidos para eleições proporcionais e estabelece a cláusula de desempenho, que gradativamente impede a propaganda de rádio e TV e o repasse de dinheiro do fundo partidário a partidos pequenos.

Aprovada na semana passada pela Câmara, a emenda constitucional será promulgada pelo Congresso Nacional nos próximos dias para que possa valer nas eleições de 2018. No caso das coligações partidárias, a proibição valerá a partir de 2020.

Com aprovação unânime, as discussões entre os senadores foram rápidas, já que o projeto é originário do próprio Senado. Na Câmara, após várias semanas de debates, os deputados aprovaram a PEC 282/2016 (convertida no Senado em PEC 33/2017) mas, como a proposta foi alterada, precisou ser votada novamente no Senado. Até o momento, esta é a única proposição sobre a reforma política que valerá para o próximo pleito.
Desempenho

A emenda cria uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

A partir de 2030, somente os partidos que obtiverem no mínimo 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço dos estados, terão direito aos recursos do Fundo Partidário. Para ter acesso ao benefício, os partidos também deverão ter elegido pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos um terço dos estados.

O mesmo critério será adotado para definir o acesso dos partidos à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A mudança, no entanto, será gradual, começando pelo piso de 1,5% dos votos válidos e nove deputados federais eleitos nas eleições de 2018; chegando a 2% e 11 deputados eleitos, em 2022; a 2,5% e 13 eleitos em 2026, até alcançar o índice permanente de 3% e 15 eleitos em 2030.
Dois turnos

No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 62 votos favoráveis e nenhum contrário. Com a quebra de interstício, que previa um intervalo mínimo de sessões para que a proposição fosse analisada novamente, os senadores confirmaram por 58 votos a 0 a aprovação da matéria.

“Nós, hoje, acabamos com essa coisa esdrúxula chamada coligações partidárias proporcionais. Também criamos a cláusula de desempenho, que vai moralizar a vida pública brasileira, diminuindo essa quantidade enorme de partidos”, disse o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Segundo ele, a nova emenda será promulgada até a próxima quinta-feira (5).

Fonte: MSN.
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Instituto Edson Royer – IER recebe título de utilidade pública estadual

TAY_7268O Projeto de Lei de autoria do Deputado Dr. Jaques Neves que DECLARA E RECONHECE COMO DE UTILIDADE PÚBLICA PARA O ESTADO DO PARÁ, O INSTITUTO EDSON ROYER, foi aprovado pela ALEPA –  Assembleia Legislativa do Pará no dia 21/06/2017. E, no dia 23 de agosto de 2017, sancionada a Lei Nº 8.522 pelo Governador do Estado, Simão Jatene.

A entrega simbólica do Título aconteceu na sede da instituição, pelo Deputado Dr. Jaques Neves, no último dia 15 de setembro. O evento foi honrado com a presença de alunos, pais, amigos parceiros da instituição, representante do Banco da Amazônia, autoridades municipais e a Meritíssima Juíza de Direito, Dra. Rafaela de Jesus Mendes Morais.

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O presente documento é um marco para o Instituto Edson Royer, que poderá viabilizar projetos, programas e ações diretamente com o estado.

O Instituto Edson Royer, através de sua coordenação, agradece a todos os envolvidos e, em especial, a APIM – Associação dos Profissionais da Imprensa de Novo Progresso.

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Fonte/Fotos: I.E.R




PF deflagra operação contra fraudes no setor madeireiro no Pará e no Mato Grosso

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (03), em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama),  a Operação Floresta Virtual, que investiga fraudes dos sistemas Flora e Documento de Origem Florestal (DOF), utilizados no monitoramento da venda e do transporte de produtos florestais. Segundo cálculo inicial, o valor dos danos ambientais causados pela prática da rede criminosa, que atuava nos estados do Pará e de Mato Grosso, chega a R$ 1 bilhão.

De acordo com a corporação, após montar madeireiras de fachada, com eventual uso de “laranjas”, engenheiros florestais e empresários manipulavam os dois sistemas para vender produtos extraídos de áreas protegidas, como áreas de preservação permanente, unidades de conservação e terras indígenas.

A estratégia do grupo de burlar os sistemas consistia em gerar créditos dos produtos e transferi-los a empresas localizadas em regiões de maior potencial madeireiro, a fim de maquiar sua ilegalidade.

A operação cumpre mandados de busca e apreensão nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Itaúba, Nova Monte Verde, Santa Carmem e Sinop.

Os investigados responderão por diversos crimes contra a flora, por furto e receptação de madeira, lavagem de capitais e falsidade ideológica.

Fonte: DOL.
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‘É inaceitável’, diz OAB sobre injúria racial sofrida por universitário paraense

A Comissão de Direitos Humanos e a Comissão da Igualdade Racial e Direitos dos Quilombolas da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Pará, divulgou uma nota de repudio contra os atos de injuria racial praticados na Universidade Federal de Santa Catarina contra o acadêmico paraense João Francisco, na semana passada.

O episódio ocorreu durante uma aula onde houve atos depreciativos ao cabelo estilo Black Power do estudante. O uso do Black Power remete aos Estados Unidos no decênio de 60 quando os negros daquele país lutavam por direito civis. O movimento lutava, além de outros direitos, pela proteção do direito à autonomia, autoconfiança e afirmação da identidade negra, com o resgate da herança africana.

O cabelo Black Power é hoje símbolo de inúmeras lutas sociais travada pelo movimento negro. “É inconcebível que no meio acadêmico, que possui entre outras finalidades a de combater as desigualdades, ainda exista este tipo de atitude que desrespeita toda uma história e fomenta o preconceito baseado na cor da pele”, diz a OAB-PA em nota.

“O racismo, em pleno século XXI, é inaceitável e deve ser firmemente combatido. Esperamos que da Universidade Federal de Santa Catarina, envide todo o esforço para repreender atos desta natureza, bem como estimule o reconhecimento à diversidade, para que outros fatos, como este, ali não mais se repitam”, conclui.

Fonte: DOL
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Assaltantes ‘investiram’ R$ 4 milhões em túnel para roubar Banco do Brasil

A Polícia Civil prendeu, na madrugada da última segunda-feira (02), 16 pessoas suspeitas de terem cavado um túnel que ligava um imóvel na Zona Sul de São Paulo ao cofre da base de distribuição do Banco do Brasil. O grupo era investigado há três meses pela Delegacia de Roubos a Bancos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). A polícia afirma que os bandidos pretendiam roubar R$ 1 bilhão do banco.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Fábio Pinheiro Lopes, o investimento da quadrilha foi na faixa de R$ 4 milhões. “Cada um dos participantes calçou R$ 200 mil e a estimativa deles era levar R$ 1 bilhão. Seria o maior assalto do mundo”, disse  em entrevista ao “Jornal Nacional”.

O grupo foi preso em um galpão na Zona Norte da capital paulista, onde eram fabricadas as ferramentas utilizadas na escavação. Com cerca de 500 metros, o túnel possui uma estrutura de madeiras e ferro. Lopes afirmou que a operação desta segunda-feira foi agilizada pelo fim das obras, que terminaram na última quarta-feira. “Por isso resolvemos fazer a operação e prender quase todo mundo. Prendemos os líderes, se escapou algum (integrante) foi mão-de-obra”, afirmou.

Fonte: DOL.
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Assaltantes ‘investiram’ R$ 4 milhões em túnel para roubar Banco do Brasil

A Polícia Civil prendeu, na madrugada da última segunda-feira (02), 16 pessoas suspeitas de terem cavado um túnel que ligava um imóvel na Zona Sul de São Paulo ao cofre da base de distribuição do Banco do Brasil. O grupo era investigado há três meses pela Delegacia de Roubos a Bancos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). A polícia afirma que os bandidos pretendiam roubar R$ 1 bilhão do banco.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Fábio Pinheiro Lopes, o investimento da quadrilha foi na faixa de R$ 4 milhões. “Cada um dos participantes calçou R$ 200 mil e a estimativa deles era levar R$ 1 bilhão. Seria o maior assalto do mundo”, disse em entrevista ao “Jornal Nacional”.

O grupo foi preso em um galpão na Zona Norte da capital paulista, onde eram fabricadas as ferramentas utilizadas na escavação. Com cerca de 500 metros, o túnel possui uma estrutura de madeiras e ferro. Lopes afirmou que a operação desta segunda-feira foi agilizada pelo fim das obras, que terminaram na última quarta-feira. “Por isso resolvemos fazer a operação e prender quase todo mundo. Prendemos os líderes, se escapou algum (integrante) foi mão-de-obra”, afirmou.

Fonte: DOL.
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Padre Fábio de Melo publica ‘provérbio religioso’ sobre o açaí. Quem concorda?

O padre Fábio de Melo usou as redes sociais, nesta terça-feira (03), para falar sobre algumas comidas típicas paraenses. Em forma de “provérbio religioso” ele citou açaí, farinha, peixe frito, charque, além de brincar sobre a mistura de pessoas de fora do Pará costumam fazer com o açaí.

Na legenda ele escreveu: “Para nossa reflexão”.

https://www.instagram.com/p/BZyoSyIFRsW/

Vale lembrar que o Padre Fábio costumar vir a Belém com frequência, principalmente na época do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

Os internautas comentaram a publicação. “O açaí é muito bom… Com pirarucu feito fica excelente!”, “Padre, o senhor bem podia aceitar meu convite para tomar esse açaí e comer esse peixe frito com minha família”, “Orgulho de ser paraense. Nada de misturar o açaí com leite e granola”, entre outros comentários.

Fonte: DOL.
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Caso MAM: quem divulgou vídeo de menina no museu pode ser punido

A nova onda de fúria dos grupos conservadores em torno do registro de uma performance no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), em que uma criança da plateia, acompanhada da mãe, tocou o tornozelo de um homem nu, pode ter um desfecho mais complexo que a condenação da mostra desejada pelos críticos que reproduziram as imagens massivamente nas redes sociais nos últimos dias. Segundo o Ministério Público de São Paulo, que abriu inquérito para apurar o caso que ocorreu na semana passada, a pessoa que tornou as imagens públicas será investigada, assim como a conduta do museu em relação à classificação indicativa da exposição. “A pessoa que gravou [as cenas] pode ser responsabilizada pela propagação”, afirmou, nesta segunda-feira, o promotor Eduardo Dias, da Promotoria de Interesses Difusos e Coletivos da Infância e Juventude. E quem está divulgando a imagem, sem borrar o rosto da criança, também pode ser punido.

Segundo o promotor, as imagens “expõem a dignidade” da criança. E por isso, o MP já pediu ao Google e ao Facebook que tirassem do ar, imediatamente, o vídeo, que circulou pelas redes sociais e WhatsApp desde o final da última semana. Procurada, a assessoria de imprensa do Facebook não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta reportagem. Já o Google afirmou, por meio da sua assessoria, que “não vai comentar casos específicos”. O autor do vídeo ainda não foi encontrado, segundo o MP.

“Quem foi para lá [para a performance], talvez estivesse preparado para entender do que estava exposto”, diz o promotor. “As pessoas que viram o vídeo talvez não estivessem”. Por isso, o promotor ressaltou a importância de avisos sobre a restrição de produzir imagens no local. A assessoria de imprensa do MAM não soube informar se havia algum aviso proibindo ou restringindo fotos e vídeos

O inquérito foi aberto na sexta-feira, após uma série de reclamações chegarem ao MP por meio da ouvidoria. Grupos conservadores como os Ativistas Independentes e Nas Ruas, ambos a favor, por exemplo, da volta do voto em papel, e o Movimento Brasil Livre encabeçaram uma campanha nas redes sociais condenando o museu e a performance, acusando-os de pedofilia. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), gravou, no sábado, um vídeo se manifestando contrário à performance. “É preciso respeitar a família, respeitar os direitos, respeitar as religiões, respeitar a liberdade alheia”, disse o tucano. No mesmo dia, um pequeno grupo foi até o Museu protestar e, segundo a assessoria de imprensa do MAM, ameaçou e a agrediu fisicamente e verbalmente os funcionários do local. Dois boletins de ocorrência foram registrados pelo Museu no sábado.

Além da questão da imagem, o MP também vai apurar a classificação indicativa da performance, que foi realizada na abertura da 35ª Panorama da Arte Brasileira – 2017 na última terça-feira, pelo artista Wagner Schwartz. Intitulada La Bête, a performance era uma homenagem à artista carioca Lygia Clark, que morreu em 1988. A artista era autora de uma peça de metal chamada Bicho, e o público podia manipular a obra durante as exposições. No caso de La Bête, o bicho era o próprio artista, nu. Por isso, para o promotor, a classificação etária é importante neste caso. “Temos que saber como foi feita a classificação indicativa, como ela evoluiu”, disse. De acordo com o MAM, havia três placas alertando para as cenas de nudez na performance: duas na entrada do Museu, e uma na entrada da mostra. Segundo o promotor, indicativo de nudez não é o ideal. “O mais adequado é quando [o aviso] vem com a idade [classificatória]”.

Ainda assim, Eduardo Dias lembra que os familiares da garota – ela estava acompanhada da mãe – têm o poder de autorizar que a criança participe deste tipo de evento, mesmo que houvesse uma classificação etária não condizente com a idade dela. “Isso não os desobriga, porém, de tutelar pela integridade física e moral da criança”, afirmou.

O inquérito do MP não tem prazo para ser finalizado. Pode ser arquivado, ou terminar em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) – em que o museu deve se comprometer a ajustar alguns procedimentos – ou em uma ação civil pública, devido à exposição da criança.
Onda Queermuseu

O caso do MAM é mais um de uma série de exposições e manifestações artísticas que viraram alvo de grupos conservadores no último mês. Começou pela exposição Queermuseu, que foi suspensa do Santander Cultural, em Porto Alegre, no último dia 10, após uma série de protestos nas redes sociais. A maioria se queixava de que algumas obras promoviam blasfêmia contra símbolos religiosos e apologia à zoofilia e à pedofilia. Depois disso, outras mostras em Brasília, Jundiaí e Campo Grande também sofreram pressões.

No domingo, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB) publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que a exposição Queermuseu não irá para o Rio. “Só se for para o fundo do mar”, disse, em tom jocoso, fazendo uma piada com o nome do museu que poderia acolher as obras, o Museu de Arte do Rio (MAR).

Fonte: MSN.
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