Revelado predador marinho pré-histórico antecessor de crocodilos

O animal habitou nosso planeta há 163 milhões de anos

O “monstro de Melksham” era um réptil e distante predecessor de crocodilos. Paleontólogos da Universidade de Edimburgo identificaram uma nova espécie de répteis pré-históricos. O descobrimento foi possível através da análise de fóssil que se encontrava no Museu de História Natural de Londres desde 1875.

O réptil foi batizado como Ieldraan melkshamensis e apelidado de Monstro de Melksham em homenagem à cidade, onde foi encontrado.

O animal habitou nosso planeta há 163 milhões de anos. Ele tinha cerca de três metros de comprimento e vivia em mares quentes e pouco profundos, onde atualmente está localizado território europeu.
Tinha grandes mandíbulas e dentes cruzados, fazendo com que cientistas concluíssem que o monstro caçava calamares pré-históricos.

O estudo científico revelou que a subfamília dos Geosaurini — grupo extinto de crocodilos pré-históricos a que pertence esse animal- teria começado a evoluir milhões anos antes do que os cientistas pensavam. Com informações do Sputnik News.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Secretaria de Assistência Social entrega lençóis para o hospital Municipal

Na manhã desta terça-feira dia 03 aconteceu nas dependências da Secretaria de Assistência Social a entrega de lençóis produzido pelas aprendizes da oficina de corte e costura do CRAS ao  Hospital Municipal. O Prefeito Macarrão e a Secretária de Assistência Social Michelly Meuchi fizeram a entrega à Secretária de Saúde Giliane de Oliveira. Esse tipo de atividade tem como objetivo ensinar um ofício para as participantes do projeto lhes dando assim uma nova possibilidade de renda e contribui também para que o hospital esteja sempre com a roupa de cama nova.

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Fonte:  Assessoria de imprensa da prefeitura de Novo Progresso.
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Médico é afastado após xingar de ‘imbecil’ morador que pedia ajuda

Uma troca de xingamentos entre um médico e um homem que ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em Mogi Mirim, interior de São Paulo, para pedir atendimento a uma vítima de acidente de moto terminou no afastamento do profissional da área de saúde da função. Ao fazer questionamentos, o médico xinga o rapaz de “filho da p. e imbecil”.

Segundo informações, obtidas com a gravação, o homem questiona algumas perguntas feitas pelo médico. “Ela está machucada”, pergunta o médico. O morador responder que a vítima está desacordada. “Tá bom, estou enviando a ambulância […] Então, é isso que eu queria ouvir, mas a sua ignorância é tanta que você não consegue responder”, afirmou o médico.

https://youtu.be/z4NVmsfv6Oc

Durante a conversa, o morador reclama da demora da ambulância. “E a demora de vocês é tanta também, pelo amor de Deus”, diz. O médico, por sua vez, reage: “Que demora? Não faz um minuto que você está falando comigo, imbecil. Filho de uma p. idiota”.

Por meio de nota, a Prefeitura de Mogi Mirim informou que pediu a abertura de uma sindicância ao consórcio responsável pelo serviço e que o médico foi afastado da função. A apuração tem prazo de conclusão de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30.

Fonte: DOL.
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Mais Médicos vai enviar 62 profissionais ao Pará

Número de médicos brasileiro no programa aumenta 44% em um ano

O Pará vai contar com mais 62 profissionais brasileiros formados no exterior que aderiram ao último edital do Programa Mais Médicos. No geral, 1.375 intercambistas brasileiros entram em exercício na próxima segunda-feira, ampliando a participação nacional no programa. Eles foram recebidos ontem pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em Brasília, que anunciou o aumento de 44% do número de médicos brasileiros que participam do Mais Médicos em menos de um ano.

Segundo o Ministério, com esse reforço, somando também aqueles com diplomas do país, já são 8.316 brasileiros no programa, o que representa 45,6% do total. A prioridade do Ministério da Saúde é ampliar a participação de profissionais brasileiros, tornando a iniciativa mais independente e garantindo atendimento médico à população. “Este momento é importante para o Brasil e para os brasileiros. Estamos avançando e tenho certeza que vamos oferecer mais qualidade na saúde e na atenção básica com a participação desses novos profissionais no programa Mais Médicos”, ressaltou Ricardo Barros.

Esses novos profissionais iniciam as atividades em Unidades Básicas de Saúde a partir da próxima segunda-feira em cerca de 800 municípios de 25 estados e Distrito Federal, além de oito Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). Juntos, eles devem cobrir região com 4,8 milhões de pessoas. Ao todo, foram 1.985 inscritos, mais de um candidato por vaga. Entre as regiões, o Sudeste foi o que recebeu o maior número de profissionais, com 565 médicos para reposição. O Sul e o Nordeste vêm logo em seguida, com 329 e 296 intercambistas, respectivamente.

“Com esses novos profissionais, vamos garantir o cuidado personalizado e humanizado perto de casa, por um médico e uma equipe que se vincula ao paciente e sua família resolvendo problemas de saúde e evitando que as pessoas precisem de atendimento nas emergências, hospitais e consultas com especialistas”, destacou o secretário de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, Rogério Abdalla.

Essa é a segunda fase do edital. A primeira foi voltada exclusivamente aos médicos brasileiros formados no país. Desde novembro de 2016, o Ministério da Saúde está abrindo oportunidades para a substituição de médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Foi feito um levantamento para ver quais cidades atendidas por profissionais cubanos poderiam atrair brasileiros. A expectativa é realizar quatro mil substituições em três anos, tornando a iniciativa mais autossuficiente. Até o momento, mais de 1.000 postos foram substituídos por brasileiros.

Durante o mês de setembro, os novos médicos passaram pelo módulo de acolhimento realizado em Brasília (DF). Os profissionais participaram de oficinas educacionais sobre temas diversos, como legislação referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), protocolos clínicos de atendimento do SUS, língua portuguesa e código de ética médica. Por fim, os intercambistas realizaram uma avaliação de conhecimento, necessária para a aprovação do profissional participante.

“A meta do Ministério da Saúde é fazer mais com o mesmo, mas melhor. E o melhor está nas mãos desses novos profissionais para termos melhores indicadores de saúde, diminuirmos a mortalidade materna e infantil, melhor pré-natal e acompanhamento do parto, melhor acompanhamento nas doenças transmissíveis, entre outros indicadores. Assim vamos mostrar que os profissionais estão aptos a fazerem da atenção básica a porta de entrada do SUS e de fazer a atenção básica brasileira ter a resolutividade de até 80% dos problemas”, afirmou o secretário Executivo do Ministério da Saúde, Antônio Nardi.

Fonte: ORMNews.
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PF investiga esquema criminoso que causou R$ 897 milhões em danos ambientais

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (4), em cinco cidades do Pará e em outros dois Estados, a Operação Anhangá Arará, que visa desarticular uma quadrilha responsável pela extração ilegal de madeira na Terra Indígena Cachoeira Seca, no oeste paraense. A estivativa é que o esquema criminoso tenha causado cerca de R$ 897 milhões em danos ambientais.

A operação foi realizada nos municípios de Uruará, Placas, Rurópolis, Santarém e no distrito de Castelo dos Sonhos, em Altarmia, todos no oeste paraense, além Porto União, em Santa Catarina, e Curitiba e União da Vitória, no Paraná, onde cerca de 40 policiais federais foram cumpri 10 Mandados de ConduçãoCoercitiva, 11 Mandados de Sequestro de Bens e Valores, 06 Mandados de Busca e Apreensão emempresas e casas pertencentes aos investigados e a suspensão das atividades empresariais dasempresas envolvidas no esquema criminoso.

A investigação começou após relatório da Operação Cachoeira Seca, realizada peloIBAMA, onde apontou que o local estava sendo alvo de exploração ilegal de madeirapor madeireiras clandestinas. Durante a apuração do caso, foi identificado um grupo empresarial de uma família, cujo o patriarca era o responsável pela coordenação da extração ilegal demadeira em áreas protegidas e por escoar a madeira para as empresas do grupo familiar.

O grupo fraudava créditos florestais, além de utilizar Planos de Manejo Florestal de “fachada”. Após isso, a madeira era transmitida entre empresas do grupo até ser exportada por meio de portos de Belém e do Sul do Brasil, como os constantes na cidade de Itajaí e Paranaguá. O destino da madeira abrange os continentes Americano (EUA, Panamá, Argentina), Europa (França, Reino Unido, Alemanha) e Ásia (Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul).

O nome Anhangá Arara significa proteção à morada dos índios, afetada pelas ações dosinvestigados. Anhangá é o espírito protetor da natureza, figura pertencente ao folclore indígena,enquanto Arara são os povos indígenas que habitam a Terra Indígena Cachoeira Seca,encontrando nela uma nova morada após quase serem extintos no Séc.XX.

Fonte: DOL, com informações da PF.
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Pesquisa aponta que paraenses devem gastar mais no Círio

Pelo menos 86% afirmaram que costumam pagar as compras em dinheiro

Os impactos do Círio de Nazaré na economia do Pará tende a ser positivo para todos os setores. Pesquisa concluída há uma semana pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae-PA) indica que a maioria dos consumidores da Região Metropolitana de Belém que participam do Círio, principalmente os de Belém (79,64%), disseram que devem aumentar o consumo em razão do evento. Além disso, 86% afirmaram que costumam pagar as compras em dinheiro. Outros 11% fazem o pagamento pelo cartão de crédito.

O estudo apontou ainda que os itens da culinária paraense estão em primeiro lugar no ranking de produtos mais procurados, seguido por itens de vestuário, como camisas, além de lembranças e acessórios religiosos. Com esses e outros produtos, cerca de 58% dos consumidores devem gastar entre R$ 100,00 e R$ 500,00 nesse período do Círio sendo que 85% tendem comprar os produtos em dinheiro.

O período de compras na semana e antes do evento ficou em 54,22%, na véspera 30,12% e no mês antes do evento 15,66%.  O Sebrae-PA mostrou outro indicador no seu estudo. O turista costuma comprar gêneros alimentícios (comidas típicas) com 51,61%, camisas 33,64%, lembranças (fitas) 6,91%.

Segundo estimativa dos empresários, as vendas, este ano, devem aumentar entre 10% a 30% em relação ao ano de 2016. Nas lojas de produtos semi-artesanais da pequena empresária Patrícia Queiros, em setembro deste ano o aumento nas vendas foi de 18% em relação ao mesmo mês do ano passado.

“Estamos em pontos estratégicos, como aeroporto, shopping, Feira do Círio e no São José Liberto, e contamos com boa movimentação nas vendas, principalmente de camisas do Círio, desde o final do último mês. Os preços dos produtos não aumentaram em relação a 2016. Esta é a semana mais importante e a movimentação deve ocorrer até uma semana depois do Círio. Com aumento nas vendas, a equipe fica motivada, compartilhamos muito esse período, porque é uma festa que nos contagia e empreendemos bastante”, disse a empresária. Além de camisas, as lojas vendem diversos objetos do Círio, como canecas, azulejo decorativo, imã, nécessaire e outros.

“O resultado da pesquisa nos surpreendeu, porque observamos que o consumidor está responsável com o consumo dentro do poder aquisitivo que ele tem, pesquisa mais os preços e busca alternativas”, afirma o superintendente do Sebrae-PA, Fabrízio Guaglianone.” Então, para a sociedade isso é bom porque há mais produtos, serviços de qualidade e preços acessíveis”, completou.

Fonte: ORMNews.
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Dnit diz que 64% das rodovias do Pará são boas

Mais de 1,6 mil quilômetros de rodovias foram inspecionadas

Levantamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) feito este ano constatou que 64% das rodovias federais do Pará apresentam bom estado de manutenção. O Dnit, que administra as estradas, inspecionou mais de 1,6 mil quilômetros das rodovias federais pavimentadas no Estado por meio do Índice de Condição da Manutenção – ICM.

Desenvolvido pela equipe técnica do Dnit, o ICM é um importante indicador para gestão da malha federal que utiliza os mesmos critérios considerados nos projetos da autarquia, responsável pelas obras de implantação, pavimentação, duplicação e manutenção das chamadas BRs. De acordo com o ICM, 20% das rodovias federais do Pará estão em estado regular, 9% estão em estado ruim e 7% estão em estado péssimo.

Em todo o País, a cobertura classificada como boa atinge 67,5% das rodovias federais pavimentadas, 20,6% estão em estado regular, 6,9% estão em estado ruim e 5,0% estão em estado péssimo. Este retrato das rodovias está sendo atualizado a partir de nova campanha de levantamento de dados, que será concluída pelo DNIT até o final do ano. A partir de 2018, o ICM deverá ser atualizado mensalmente. O ICM de 2017 já está disponível no site da autarquia (www.dnit.gov.br). Neste índice não são incluídas as rodovias federais sob concessão.

Pela metodologia utilizada no Índice de Condição da Manutenção, os levantamentos são realizados quilômetro por quilômetro.  A equipe do Dnit percorre a rodovia a uma velocidade de 60 km/h e, com o equipamento estabelecendo o georreferenciamento da pista por satélite, preenche os dados de cada segmento usando um aplicativo criado pelos engenheiros da autarquia. As rodovias em pista simples são avaliadas somente em um sentido, considerando as duas faixas. As rodovias em pista dupla são avaliadas de forma independente para cada sentido de tráfego.

Critérios

Os critérios para avaliação do pavimento levam em consideração a ocorrência e frequência de defeitos no pavimento. Já, os critérios para avaliação da conservação, levam em consideração a situação da roçada (altura da vegetação), da drenagem (dispositivos superficiais) e da sinalização (elementos verticais e horizontais). O ICM é obtido a partir da soma do índice do pavimento, que tem maior peso (70%), com o índice da conservação.

Se o ICM é menor do que 30, a rodovia apresenta bom estado de manutenção e requer apenas serviços de conservação rotineiros. Se o valor do ICM  estiver entre 30 e 50, a rodovia apresenta situação regular e requer serviços de conservação leves. Se o ICM estiver entre 50 e 70, a rodovia está em estado ruim de manutenção e requer serviços de conservação pesados – nível 1. Se o ICM for maior que 70, a rodovia é considerada em estado péssimo, o que requer serviços de conservação pesados nível 2 (mais profunda). Nos mapas, os trechos das rodovias em bom estado recebem a cor azul; os trechos que estão em estado regular recebem a cor amarela; os trechos das rodovias em estado ruim estão na cor laranja; os que estão, em estado péssimo,  recebem a cor vermelha.

Fonte: ORMNews.
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Mais de 20 mil famílias são afetadas por conflitos de terras no Pará

Luta pela terra resultou em 47 assassinatos este ano na Amazônia

O Pará tem mais de 20 mil famílias afetadas por conflitos de terra. É o que aponta o Atlas de Conflitos da Amazônia, levantamento inédito produzido pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e divulgado na última semana em meio ao polêmico debate sobre a exploração de terras no Norte. De acordo com o Atlas, 20.498 famílias paraenses estão sendo afetadas, o maior número dentre todos os nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Na sequência surge Rondônia, com 17.099 famílias; Maranhão, com 16.252; Mato Grosso, com 14.502; e Amazonas, com 11.806. No total, 93.830 famílias na Amazônia Legal são afetadas pelos conflitos de terra.

O levantamento aponta também que a Amazônia possui hoje 977 áreas com conflitos de terra, sendo a maior parte no Maranhão (197), Rondônia (191), Pará (172), Tocantins (135) e Mato Grosso (97). Somente em 2017, esses conflitos teriam resultado em 47 assassinatos até 23 de agosto – apenas um a menos que o total de 2016, quando foram 48 homicídios.

“Observamos nos dias atuais a Amazônia como um espaço em que se realiza um saque modernizado e em muitos casos eficiente dos bens naturais para a acumulação das grandes corporações capitalistas, que carregam em grandes quantidades a preços aviltantes deixando um prejuízo ecológico gigantesco, além de um rastro de violência contra os seus habitantes. A sociedade amazônica sempre fica à margem das riquezas que este processo gera”, diz o estudo, citando a reforma agrária como solução para os conflitos.

De acordo com o Atlas, o município de Anapu, local em que a missionária Dorothy Stang foi assassinada em 2005, é o que hoje possui o maior número de conflitos por terra no Pará: 20 ao todo. Em 2015, houve uma série de mortes na cidade, que elevaram ainda mais a tensão no local. No geral, o estudo aponta todos os conflitos deflagrados deste 1985 no Estado, inclusive o mais recente, no município de Pau D’Arco, no sudeste paraense.

Massacre

No dia 24 de maio de 2017, dez trabalhadores rurais sem terra, nove homens e uma mulher, foram mortos em uma ação da Polícia Militar e Polícia Civil do Estado do Pará, supostamente organizada para cumprir mandados de prisão contra ocupantes da Fazenda Santa Lúcia/Acamp. Nova Vida. A operação foi conduzida pela Delegacia de Conflitos Agrários (Deca), com apoio de contingente policial de Redenção, Conceição do Araguaia e Xinguara. Chegaram a ser presos temporariamente 11 policiais militares e dois policiais civis, mas foram soltos no dia 8 de agosto de 2017, por decisão do juiz substituto Jun Kubota.

Para a CPT, não há falta de terras na região. “Deve-se ressaltar que na Amazônia Legal, as terras devolutas somam o montante de 114.897.607 hectares, o equivalente a 13,5% das terras brasileiras”, diz o documento. Terras devolutas são aquelas sem destinação pública e que não são patrimônio particular – mesmo que alguém esteja irregularmente em posse. Em alguns casos, por exemplo, há terras que foram destinadas a empreendimentos (especialmente na ditadura militar), mas que não tiveram destinação correta e foram retomadas ou devolvidas ao Estado – daí vem o termo.

“Tal constatação indica o agravamento dos conflitos pela terra na Amazônia Legal e permite interpretá-los a partir da disputa travada pelo campesinato, quilombos e os povos indígenas pela conquista da terra e seus territórios contra o avanço do perverso agrobanditismo”, avalia a CPT.

Segundo a coordenadora das CPTs da Amazônia, Darlene Braga, esse é um dos piores momentos vividos pelos povos da Amazônia. “As comunidades estão sendo massacradas, violentadas, oprimidas. Os projetos de crédito de carbono e pagamentos de serviços ambientais agora também estão expropriando as populações tradicionais. As comunidades são expropriadas de seus territórios, proibidas de caçar, de pescar, de construir suas casas e canoas. Eles perdem a soberania sobre seus territórios”, lamenta.

Fonte: ORMNews.
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Acusados de roubo de gado vão continuar presos

A Seção de Direito Penal negou ainda o pedido de liberdade provisória a Carlos Magno Gomes Macedo, José Ribamar Gomes Macedo e a Wellison Santos Silva, indiciados pela Polícia Civil como envolvidos em crimes de roubo de gados em propriedades rurais localizadas na região Sudeste do Pará. A relatoria foi da juíza convocada Rosi Maria de Farias, com voto vista da desembargadora Nazaré Gouveia.

A defesa dos indiciados alegou a ocorrência de constrangimento ilegal por excesso de prazo, uma vez que estão presos há cerca de 10 meses. No entanto, a Seção considerou não haver constrangimento, uma vez que o Juízo vem dando sequência na ação para a devida instrução legal.

De acordo com o processo, após o registro de um boletim de ocorrência em Tucuruí, a Polícia passou a investigar a denúncia de crimes de roubo de gado, deflagrando uma operação nesse sentido, com vistas a desarticulação de uma suposta associação criminosa. Sete pessoas, dentre os três investigados, foram presas em novembro de 2016, sendo apreendidos com os mesmos cartuchos, tablets, celulares, porta-cédulas e outros objetos supostamente roubados.

Fonte: Portal Pará News.
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Santarém- Tribunal nega liberdade para ex presidente da câmara

O ex-vereador do Município de Santarém, Reginaldo da Rocha Campos, vai permanecer preso durante a instrução processual da ação penal movida pelo Ministério Público contra o acusado e outras 27 pessoas. A decisão é da Seção de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará, em apreciação ao habeas corpus liberatório impetrado pela defesa do ex-vereador, em reunião realizada nesta segunda-feira, 2, sob a presidência do desembargador Milton Nobre. A relatoria do HC foi do de embargador Ronaldo Valle.

Reginaldo foi denunciado pelo Ministério Público por, supostamente, liderar organizações criminosas com participação de agentes públicos em crimes praticados na Secretaria de Estado de Saúde (no setor de Regulação) e na Câmara de Vereadores de Santarém entre o período de 2015 a 2016.  A defesa de Reginaldo alegou a falta de fundamentação para a manutenção da prisão preventiva, porém, os desembargadores julgadores entenderam que estão presentes os requisitos para a prisão, fundamentada na garantia da instrução criminal e da ordem pública.

Conforme a denúncia, foram vários os crimes praticados relativos ao desvio dos recursos públicos na contratação de “servidores fantasmas” na Câmara Municipal, e crimes consequentes, falsidade ideológica e associação criminosa. O MP também denunciou os supostos crimes cometidos no Setor de Regulação da SESPA, relativos à marcação de consultas/exames, em burla à fila de espera, e em benefício de pessoas determinadas. O parlamentar, com a cooperação de servidores, favoreceu terceiros em troca de suporte político-partidário, burlando a ordem cronológica da fila, consequentemente passando à frente de outros pacientes. As prisões dos agentes públicos ocorreram na Operação Perfuga, realizada pelo MP.

Fonte: Portal Pará News.
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