‘O Gilmar começou a ajudar a gente’, diz diretor da J&F

Um dos diretores do grupo J&F, Ricardo Saud, comemorou a ajuda indireta do ministro do STF Gilmar Mendes em relação às delações premiadas da empresa. A fala foi feita durante uma conversa com Frederico Pacheco, primo de Aécio Neves, que foi gravada e teve o áudio divulgado nesta quinta-feira (5), pela revista Veja.

Na gravação foi feita em 3 de maio deste ano, quando Saud entregava uma das quatro parcelas de R$ 500 mil que a empresa entregou à Aécio através de Frederico. Durante o ato, os dois conversavam sobre a decisão do STF de soltar o ex-ministro José Dirceu, ocorrida no dia anterior.

“Ninguém vai fazer delação mais”, afirma Frederico. “O Palocci vai, porque ele vai entregar o Lula”, responde Saud, que em seguida, comemora. “Acho que o Gilmar agora começou a ajudar a gente”.

Saud ainda afiram no diálogo que ligou para Joesley Batista logo após saber da decisão do STF, e que entedeu o caso como uma mensagem do STF de que também iria soltar o Palocci, para evitar comprometer outros ministros em caso de delação.

“O Palocci não ia fazer delação?”, diz Saud. “Você acha que ele não ia entregar o Judiciário não? Quantos caras daquele que tá ali que o Palocci ajudou? Ele, José Eduardo, acolá? O que eles fizeram? Correram, soltaram o Zé Dirceu… Falou: ‘Fala nada para ninguém não que nós vamos soltar vocês’. Ficou bom, ué. Ficou bom, mas bom mesmo”, diz Saud.

Fonte: DOL, Com informações do Exame.
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Entenda o novo fundo público para campanhas eleitorais aprovado na Câmara

Correndo contra o relógio para garantir verbas para o financiamento de campanhas eleitorais ainda em 2018, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, projeto originado no Senado que cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Estima-se que, no ano que vem, o fundo chegue ao valor de R$ 1,7 bilhão.

O texto deve ser sancionado pelo presidente Michel Temer, uma vez que foi objeto de articulações entre o Congresso e o governo. Mas, nos próximos passos da tramitação, a proposta deve ser mais detalhada, ganhando especificações e regulamentações. A aprovação foi por votação simbólica (em que não há registro individual de votos) – o que gerou protestos de deputados no plenário.

Ainda que diversas propostas de reforma política não tenham avançado no Congresso, outras foram definidas nesta semana. Na terça-feira, o Senado aprovou a instituição da cláusula de barreira para 2018 e a proibição das coligações partidárias a partir de 2020. Nesta quarta-feira, antes de aprovar o fundo, a Câmara aprovou um projeto, do deputado Vicente Candido, que regulamenta pontos como a propaganda na internet e o limite de gastos para campanhas por cargo.

Em meio a tantas propostas, porém, o fundo ganhou especial atenção da classe política e da opinião pública nos últimos meses. Entenda o que esteve em jogo até aqui e o que muda para a democracia brasileira.

Como chegamos aqui?

Nos últimos 20 anos, o país assistiu ao encarecimento contínuo das campanhas eleitorais.

O maior abastecedor dos partidos e seus candidatos eram empresas privadas brasileiras, donas de interesses e negócios dentro do Estado.

Nos últimos anos, a Operação Lava-Jato acabou demonstrando a promiscuidade da relação entre empresas e políticos. Grosso modo, dinheiro público acabava desviado para irrigar campanhas.

A repercussão das investigações desaguou na proibição de doação de empresas, determinada pelo Supremo Tribunal Federal, em setembro de 2015.

Desde então, só a eleição municipal de 2016 foi realizada sem doação empresarial.

O impacto foi enorme: a arrecadação caiu pela metade em relação às eleições municipais de 2012, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. E os partidos acharam que era necessário voltar a encher o caixa eleitoral.

De onde virá e para onde vai esse dinheiro?

Na prática, a proposta aprovada no Congresso faz com que o Estado brasileiro cubra boa parte do vácuo deixado pela proibição de doações de empresas nas campanhas. Nas eleições de 2014, por exemplo, elas doaram R$ 3 bilhões (considerando a inflação, o correspondente a R$ 3,6 bilhões em valores atuais aproximados).

A proposta recém-aprovada no Congresso prevê a transferência para o fundo de 30% das emendas de bancadas de deputados e senadores (propostas de investimentos que os parlamentares fazem no orçamento público) – no ano eleitoral. Contribuirá para o fundo também a compensação fiscal que antes era paga às emissoras de rádio e TV pela propaganda partidária (fora do período eleitoral) – que será extinta.

Segundo o projeto aprovado pelos deputados, o fundo será distribuído da seguinte forma: 2% divididos igualitariamente entre todos os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); 49% divididos entre os partidos de acordo com a proporção de votos obtidos na última eleição para a Câmara; 34% divididos entre os partidos na proporção de representantes na Câmara; e 15% divididos entre os partidos na proporção de representantes no Senado.

Como funciona o financiamento em outros países?

Em alguns países europeus, o financiamento público é responsável por mais de 70% do custeio dos partidos. É o caso da Finlândia, Itália, Portugal, Espanha, de acordo com o relatório “Financing Democracy”, da OCDE, de 2016 .

Já no Reino Unido e na Holanda, dinheiro público financia 35% dos gastos políticos.

O volume de recursos, porém, é mais baixo do que os do novo fundo brasileiro.

Na França, por exemplo, o financiamento eleitoral foi de cerca de R$ 314 milhões na disputa de 2012 – bem menor do que o montante previsto para o Brasil.

O financiamento francês também é concedido de forma diferente. Os candidatos não recebem o dinheiro de antemão. Podem solicitar reembolso apenas de parte dos gastos de campanha – até 47% – se obtiverem pelo menos 5% dos votos.

Fonte: MSN.
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Japonesa morre depois de fazer mais de 159 horas extras em um mês

No Japão, 22,7% das empresas admitiram que funcionários faziam mais de 80 horas extras por mês

Uma mulher japonesa morreu por insuficiência cardíaca após trabalhar 159 horas extras em um mês – ela tirou apenas dois dias de folga neste período. O caso aconteceu em julho de 2013, mas a empresa só reconheceu que a causa da morte foi excesso de trabalho nesta semana, a pedido da família da vítima.

Miwa Sado, 31, trabalhava como repórter de política na maior emissora pública do Japão, a NHK. No mês de sua morte, ela cobriu as eleições da Assembleia Metropolitana de Tóquio e da Alta Câmara Nacional do Japão.

De acordo com um alto funcionário do departamento de notícias da NHK, Masahiko Yamauchi, a empresa demorou três anos para divulgar a morte de Miwa em respeito à família da jornalista. Yamauchi afirmou que a morte dela é um “problema para a a organização como um todo, incluindo o sistema trabalhista e como as eleições são cobertas”.

A família de Miwa publicou uma mensagem sobre  a morte dela: “Ainda hoje, quatro anos depois, não podemos aceitar a morte de nossa filha como uma realidade. Esperamos que a tristeza de uma família enlutada não seja desperdiçada “.

O caso de Miwa reabre a discussão sobre como os japoneses equilibram a vida pessoal e o trabalho. Mais de 2.000 japoneses se mataram por problemas relacionados ao trabalho em março de 2016, segundo um relatório divulgado pelo governo – o documento não leva em consideração as mortes por ataques cardíacos, derrames e outras doenças que podem ser engatilhadas por excesso de tempo no trabalho.

No Japão, 22,7% das empresas admitiram que funcionários faziam mais de 80 horas extras por mês. O levantamento do governo considerou os meses de dezembro de 2015 a janeiro de 2016.

Em abril de 2015, Matsuri Takahashi, 24, tirou a própria vida por stress causado pelas longas jornadas de trabalho. No mês anterior à sua morte, ela chegou a fazer mais de 100 horas extras.

Com a repercussão do caso de Matsuri, o governo propôs que os funcionários pudessem fazer no máximo 100 horas adicionais por mês e também sanções as empresas que permitissem que o limite fosse excedido.

Fonte: VEJA.
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Concurso dos Correios tem 88 vagas de níveis médio e superior; Iades é a organizadora

Salários vão de R$ 1,8 mil a R$ 4,9 mil. Prova será no dia 26 de novembro.

Os Correios divulgaram nesta quinta-feira (5) edital de concurso público para 88 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis médio/ técnico e superior. Os salários vão de R$ 1.876,43 a R$ 4.903,05. O Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) é a organizadora responsável pela seleção.

Os cargos de nível superior são para enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho júnior.

As vagas de nível médio são para auxiliar de enfermagem do trabalho e técnico de segurança do trabalho.

Do total das oportunidades, 10% são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para negros.

As inscrições devem ser feitas de 9 a 20 de outubro pelo site www.iades.com.br. A taxa é de R$ 50 para nível médio e R$ 70 para nível superior.

As oportunidades são para Brasília, Rio Branco, Maceió, Manaus, Macapá, Salvador, Fortaleza, Vitória, Goiânia, São Luís, Belo Horizonte, Campo Grande, Belém, João Pessoa, Recife, Teresina, Curitiba, Rio de Janeiro, Natal, Porto Velho, Boa Vista, Porto Alegre, São José (SC), Aracaju, Bauru (SP), São Paulo e Palmas. Não há vagas para o estado do Mato Grosso.

A prova está prevista para o dia 26 de novembro, no turno da tarde, e terão duração de quatro horas.

Segundo os Correios, a seleção tem como objetivo repor o quadro de profissionais técnico-especializados, em cumprimento às exigências de norma regulamentadora do Ministério do Trabalho. Essa norma estabelece, dentre outros critérios, a exigência legal mínima de um quantitativo de cargos para compor o SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho) da empresa.

Greve

Os Correios estão em greve desde o dia 20 de setembro. Na quarta-feira (4), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) apresentou proposta de acordo coletivo para os funcionários. Os Correios informaram que aceitaram a proposta e que aguardam a decisão dos trabalhadores sobre o assunto.

As federações que representam os trabalhadores dos Correios terão 48 horas para decidir se aceitam ou não a proposta. Veja os principais termos:

reajuste de 2,07% (INPC) nos salários e benefícios retroativo ao mês de agosto deste ano
compensação de 64 horas e desconto dos demais dias de ausência
manutenção de cláusulas sociais no acordo

Fonte: G1.
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Nuzman é preso por suspeita de fraude na escolha da Rio 2016

Braço-direito do presidente do COB, Leonardo Gryner também foi preso

Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal prenderam Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, e Leonardo Gryner, diretor de marketing do comitê Rio 2016 e braço-direito de Nuzman, na manhã desta quinta-feira (5), na Zona Sul do Rio.

Nuzman é suspeito de intermediar a compra de votos de integrantes do Comitê Olímpíco Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016. Ele foi preso em casa, no Leblon, por volta das 6h. Nuzman é presidente do COB há 22 anos. O pedido de prisão foi decretada pelo juiz Marcelo bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

O pedido de prisão foi decretado porque houve uma tentativa de ocultação de bens no último mês, após a polícia ter cumprido um mandado de busca na casa de Nuzman no mês passado. O esquema de corrupção, segundo os investigadores, tem a participação do ex-governador Sérgio Cabral. O dinheiro teria vindo do empresário Arthur Cesar Soares de Menezes Filho, conhecido como Rei Arthur, que também teve mandado de prisão decretado, mas está foragido da justiça.

A ação é um desdobramento da Unfair Play, uma menção a jogo sujo e que é mais uma etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Em março, o jornal francês “Le Monde” havia denunciado que, três dias antes da escolha da cidade, houve pagamento de propina a dirigentes do Comitê Olímpico Internacional.

No mês passado, o Ministério Público Federal (MPF) pediu o bloqueio de até R$ 1 bilhão do patrimônio de Carlos Arthur Nuzman, do empresário Arthur Cesar Soares de Menezes Filho, o “Rei Arthur”, e de Eliane Pereira Cavalcante, ex-sócia do empresário. O objetivo, segundo procuradores, era reparar os danos causados pelo trio devido às proporções mundiais da acusação.

Organização criminosa internacional

De acordo com o Ministério Público, as fronteiras internacionais não limitaram a atuação da organização criminosa do ex-governador Sérgio Cabral. Para os procuradores, “trata-se de um esquema altamente sofisticado, que agia internacionalmente com desenvoltura e uma engenhosa e complexa relação corrupta”. Prova disso é que, para alcançar o atual estágio da investigação, o MPF teve que realizar pedidos de cooperação jurídica internacional com nada menos que quatro países diferentes: Antígua e Barbuda, França, Estados Unidos e Reino Unido.

Durante as investigações, o Ministério Público Francês colheu substancioso material para demonstrar que houve compra de votos para escolha da sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Um dos votos foi comprado de Lamine Diack, então presidente da Federação Internacional de Atletismo e então membro do Comitê Olímpico Internacional, por meio de seu filho, Papa Massata Diack.

Fonte: ORMNews.
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Porteiro ateia fogo em creche e 4 crianças morrem queimadas

Várias crianças foram queimadas por chamas provocadas intencionalmente em uma creche no município de Janaúba, no norte de Minas Gerais, na manhã desta quinta-feira, 5. O Corpo de Bombeiros da cidade vizinha de Montes Claros confirma que ao menos quatro crianças morreram e há dezenas de feridos sendo resgatados.

O porteiro da escola, que teria problemas mentais, é o principal suspeito de ter ateado fogo nas crianças, disseram os bombeiros. Cerca de 50 alunos estavam no recreio no Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente, no bairro Rio Novo.

O número de feridos ainda não foi divulgado, mas, segundo a assessoria do Hospital Regional de Janaúba, cerca de 40 pessoas, entre crianças e adultos, deram entrada na unidade de Saúde. Alguns com ferimentos graves.

https://twitter.com/_/status/915939373799149568

Fonte: DOL .
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Homem vence luta com cobra gigante na Indonésia

Píton de 7,8 metros de comprimento foi morta após atacar indonésio

Uma píton gigante, com 7,8 metros de comprimento, foi morta após atacar um homem na Indonésia. As imagens foram registradas pela polícia de Batang Gansal, na ilha de Sumatra, e divulgadas nesta quarta-feira (4).

De acordo com a agência AFP, os moradores mataram a cobra após o feito do “lutador” e exibiram a cabeça. O cadáver do réptil foi cortado, frito e depois comido pela comunidade. Ainda segundo a agência, o animal quase cortou o braço do homem. O caso ocorreu no último sábado, 30 de setembro.

Fonte: ORMnews.
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Publicação 122/2017- Eletrônica Palu

 editalEletrônica Palu- inscrita no CNPJ 14.788-337/0001 , localizada na Avenida Isaias Pinheiro, nº 1658, torna público que REQUEREU da SEMMA-NP a LAS para a atividade de SERVIÇO DE MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO ELÉTRICA DE VEÍCULOS AUTOMOTORES no processo nº 664/2017 em Novo Progresso-PA.

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Publicação:121/2017- COOPERATIVA DOS GARIMPEIROS E MINERADORES DO BRASIL

     editalCOOPERATIVA DOS GARIMPEIROS E MINERADORES DO BRASILCOOGAMIBRA, CNPJ 18.336.502/0001-53, torna público que solicitou junto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMA/NP, o pedido de Licença de Operação (LO), protocolo nº 187/2017 para extração e beneficiamento de minério de ouro para o processo DNPM – 850.976/2016.

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TRE marca para novembro novas eleições para prefeito em dois municípios de Mato Grosso

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso publicou, hoje, no Diário da Justiça Eletrônico, as resoluções que definem os calendários das eleições em Primavera do Leste e  Mirassol D´Oeste, no próximo dia 19 de novembro quando os eleitores de  voltarão às urnas para eleger os prefeitos e vice-prefeitos, já que os eleitos nas eleições em outubro do ano passado tiveram seus diplomas cassados pela Justiça Eleitoral.

As convenções para definir os candidatos a prefeito e vice devem ser realizadas a partir desta sexta-feira (6) até o domingo, lavrando a respectiva ata em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral, encaminhando-a ao cartório eleitoral. Os partidos políticos e as coligações poderão requerer em cartório eleitoral o registro de seus candidatos, improrrogavelmente, até às 19 horas do dia 11 de outubro. No mesmo dia, sob pena de responsabilidade, o chefe do cartório eleitoral publicará, no Diário da Justiça Eletrônico, o edital contendo os pedidos de registro de candidaturas apresentados para ciência dos interessados, passando a correr da publicação o prazo de cinco dias para os legitimados (partidos políticos, candidatos ou Ministério Público) apresentarem impugnação, em petição fundamentada. Na hipótese de o partido ou a coligação não requerer o registro de seus candidatos, estes poderão fazê-lo, individualmente, até às 19 horas do dia 12 de outubro, por meio do formulário Requerimento de Registro de Candidatura Individual.

Os eleitores aptos a votar serão os regularmente inscritos até 21 de junho deste ano. Poderão participar os partidos políticos que, até o dia 19 de novembro do ano passado, tenham registrado seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral e tenham, até a data da convenção, órgão de direção constituído na circunscrição do pleito, devidamente anotado no Tribunal Regional Eleitoral, de acordo com o respectivo estatuto.

Nos casos de necessária desincompatibilização, dada a excepcionalidade do caso, o pretenso candidato deverá afastar-se do cargo gerador da respectiva inelegibilidade nas 24 horas seguintes à sua escolha pela convenção partidária, devendo a regra ser igualmente observada nos casos de substituição.

Fonte: Só Notícias.
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