Dinamarquesa foragida no Pará retorna à Europa com os filhos

Justiça Federal determinou o retorno imediato das crianças ao convívio dos pais na Dinamarca. Cumprimento da ordem foi coordenado pela Polícia Federal do Pará, com apoio da Polícia Federal do Ceará e de Pernambuco.

A Polícia Federal no Pará garantiu na noite de sexta-feira (6) o embarque da dinamarquesa Angelina Maalue Avalon Mathiesen e seus dois filhos menores de idade em voo internacional com destino à Dinamarca, na Europa. Angelina teria saído ilegalmente do país com as crianças em 2016 e se escondido em Belém.

O embarque foi determinado pela Justiça Federal e faz parte da medida de busca e apreensão das crianças, com finalidade de propiciar retorno imediato ao convívio de seus pais na Dinamarca.

A decisão da Justiça Federal se fundamentou na Convenção de Haia de 1980, que tem por objetivo assegurar o retorno imediato de crianças ilicitamente transferidas para qualquer estado contratante ou nele retidas indevidamente e fazer respeitar de maneira efetiva os direitos de guarda e de visita existentes em um país.

O cumprimento da decisão judicial foi coordenado pela Polícia Federal do Pará, com participação da Polícia Federal do Ceará e de Pernambuco.

A Interpol suspeita que Angelina estivesse no Brasil desde março de 2016. Angelina é acusada de ter sequestrado os filhos após ter perdido a guarda das crianças de 6 e 3 anos para os seus respectivos pais. Além do mandado de prisão brasileiro, a Justiça da Dinamarca já havia expedido um mandado de prisão contra a suspeita, pedindo também sua extradição.

Segundo a advogada de Angelina, Luana Tomaz, a dinamarquesa fugiu por se sentir desamparada pela lei da Dinamarca. Angelina é mãe de Aia Sofia com Peter Alexander Lawaetz, e também de Leonardo, cujo pai é Vladimir Valiant Todorovski. Após acusar Peter de agressão, e Vladimir de ter abusado sexualmente da enteada, a justiça da Dinamarca decidiu que as crianças deveriam ficar com seus pais enquanto o processo tramitasse na justiça.

Fonte: G1 PA.
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Ala onde menino dormiu em presídio no Piauí tinha 7 estupradores

O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (SINPOLJUSPI), José Roberto Pereira, afirmou nesta sexta-feira, 6, que no mesmo setor em que um menino de 13 anos foi encontrado dormindo dentro da Colônia Agrícola Penal Major César Oliveira, em Altos, no Piauí, havia sete detentos presos por crimes de estupro.

Pereira disse que a ala em que a criança foi encontrada não fica dentro da carceragem da Major César, mas, sim, em uma área externa. “Lá é uma casa, que serviu de moradia para vários diretores, mas que de uns tempos pra cá a Secretaria de Justiça começou a colocar detentos – os motivos nós não sabemos”, afirmou.

“Como é uma área externa, nós agentes não temos como fiscalizar tudo o que acontece ali. Hoje, fizemos o levantamento e descobrimos que, dos 24 detentos que ficam neste local, sete respondem por crimes de estupro, ou seja, a criança ficou à mercê de diversos estupradores, incluído o José de Ribamar, que fica em um quarto sozinho, dentro desta casa”, contou Pereira

O delegado do 14º Distrito Policial de Altos, Jarbas Lima, reafirmou nesta quinta-feira, 5, que o exame de corpo de delito feito no menor confirmou que não houve estupro, assim como em seu depoimento na delegacia o garoto negou que qualquer ato sexual tenha ocorrido entre ele e Ribamar Pereira.

+++ Pai de menino encontrado em cela no PI também cumpriu pena por estupro

A Secretaria Estadual de Justiça do Piauí (Sejus) disse ao Estado que foi informada que o local onde o menor foi encontrado fica na horta, próximo à entrada da unidade, mas externa à carceragem da Colônia Agrícola Penal Major César Oliveira e que a Secretaria está “providenciando uma solução, para reforçar a segurança naquela área”.

‘Sistema paralelo’

O presidente do sindicato afirmou ainda que o caso do garoto é apenas um registro de um problema bem maior no sistema prisional do Piauí.

“Há um sistema penitenciário paralelo funcionando hoje no Piauí, em que presos ditos especiais ficam deslocados dos demais, em áreas fora da competência dos agentes. Estes presos se autogovernam e somente respondem à direção do presídio e à cúpula da Secretaria de Justiça”, diz.

O presidente afirmou que esta diferenciação existe na Colônia Agrícola Penal Major César Oliveira, em Altos, na Casa de Custódia, em Teresina, e também nos municípios de Picos, Bom Jesus, Parnaíba, Floriano e Esperantina. Questionada sobre as declarações do sindicalistas, a Secretaria de Justiça não quis se manifestar.

Fonte: MSN.
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Novos áudios da JBS mostram indícios de propina a ministro e caixa 2 de Aécio

Escuta tem inclusive troca de informações acerca de uma suposta conta bancária

Novos áudios entregues por delatores da JBS ao Ministério Público Federal mostram indícios de que os empresários pagaram propina de R$ 6 milhões ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcos Pereira. Outra gravação traz ainda conversas sobre suposto pagamento de R$ 12,3 milhões ao marqueteiro do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Paulo Vasconcelos, de forma ilegal. Os áudios foram obtidos pela revista “Veja”.

Um dos áudios revela Joesley negociando diretamente o repasse do dinheiro com o ministro do governo de Michel Temer. Na conversa, Pereira diz que está muito feliz no governo quando o empresário começa a falar dos pagamentos.

‘Eu não lembro mais a conta’, diz Joesley.

‘Meia cinco zero’, responde o ministro.

Na sequência, Joesley começa a fazer contas em voz alta e pede para o interlocutor somar o pagamento daquele dia:

‘Então, anota aí… Mais seiscentos e vinte.’

‘Seis, é isso aí… É isso aí’, concorda o ministro.

Em outro áudio também obtido pela revista, o executivo da JBS Ricardo Saud conversa com Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, sobre as preocupações do grupo empresarial com pagamentos de caixa dois eleitoral feitos ao marqueteiro Paulo Vasconcelos, que comandou a campanha do senador tucano à Presidência da República em 2014. Segundo Saud, a JBS, uma das empresas do grupo J&F, pagou R$ 12,3 milhões ao marqueteiro. Apesar de Vasconcelos ter emitido notas fiscais em favor da JBS, nenhum serviço teria sido prestado em contrapartida para a empresa. Isso preocupava Saud.

‘Tem uma coisa que está me preocupando demais. O Paulo Vasconcelos vai sair chamuscado, você sabe, né? Eu paguei R$ 12,3 milhões para ele de nota. Eu não tenho nenhum serviço desse cara. Não tem nada, zero’, disse o executivo ao primo de Aécio, que foi um dos coordenadores de campanha do tucano. ‘Isso é grave. Tem que resolver isso’, respondeu Frederico Medeiros.

O executivo estava preocupado com a possibilidade de a Polícia Federal apreender blocos de notas fiscais frias emitidas por Paulo Vasconcelos. ‘Se derem uma batida lá e forem no talão de nota, vão pegar R$ 12,3 milhões da JBS na data da campanha do Aécio sem nenhum serviço pra nós. O que você acha que vai ser? Sem nenhum serviço pra nós’, disse Saud.

Na sequência, o executivo sugere uma manobra para forjar a prestação de serviços do marqueteiro para a JBS, para tentar validar as notas. ‘Se ele quiser, eu dou pronto pra ele um vídeo ou um catálogo, produção interna nossa, e ele assina, faz de conta que ele fez’, sugeriu Saud, completando: ‘Por que ele não faz um contrato comigo? Vai ter que fazer retroativo dentro desse mês. Tem que resolver dentro desse mês. Pode deixar’, concordou Medeiros.

Em nota, Aécio citou outro áudio de conversa entre Andrea Neves e Joesley, em que os dois tratam da venda de um apartamento da mãe dela para o empresário.

‘A gente recebeu o recado que você poderia vir, né. Aí marcamos, seria até bom para você ver o apartamento, sabe. Ter a oportunidade de estar com a minha mãe e ver o apartamento e, como eu estou aqui, no Rio, e ele também, a gente imaginou que poderia ser oportuno, sabe’, disse Andrea.

Procurada, a assessoria do ministro do Desenvolvimento, Marcos Pereira, informou em nota que ele não iria comentar a reportagem. De acordo com o texto, o ministro vai esclarecer a sua relação com o empresário Joesley Batista “perante autoridade interessada na verdade”. A nota menciona ainda que os advogados do ministro já manifestaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) o interesse em dar explicações e que portanto, ele está aguardando essa oportunidade para se “defender e mostrar sua inocência”.

‘O ministro da Indústria Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, não comentará informe advindo da colaboração processual em referência, nem muito menos fará comentários sobre as pretensas gravações ilícitas’, diz a nota.

Já a nota divulgada pelo senador Aécio Neves não mencionou o áudio sobre os supostos pagamentos ao marqueteiro.

‘Novas gravações que haviam sido escondidas pelos delatores comprovam que Andrea Neves procurou o Sr. Joesley Batista exclusivamente para tratar da venda de um apartamento da família. Isso comprova que os delatores, mais uma vez, mentiram e que as outras gravações que apresentaram à Justiça foram induzidas e manipuladas com o objetivo de produzir aparências de provas que justificassem seus acordos de delação premiada, suspensos exatamente pela falta de credibilidade do que disseram’, diz a nota do senador.

Fonte: ORMNews.
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Menino de 4 anos é resgatado após subir cerca de 30 metros em torre, em Goiatuba

Criança escalou estrutura sozinha e avô tentou pegá-la, mas se sentiu mal e não conseguiu mais descer. Bombeiros fizeram retirada de ambos, que saíram ilesos.

Um menino de 4 anos e o avô dele, cuja idade não foi revelada, foram resgatados de uma torre de telecomunicações no início da tarde desta sexta-feira (6), em Goiatuba, no sul do estado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a criança escalou a estrutura metálica e parou a uma altura de cerca de 30 metros. O homem subiu para tentar pegá-lo, mas se sentiu mal e não conseguiu descer. Ambos foram retirados sem ferimentos.

O caso ocorreu por volta do meio-dia. Segundo o Tenente Vinícius Gratão, especialista em salvamento em altura, a torre, que no total tem cerca de 45 metros, fica instalada no quintal da casa da família.

“O avô percebeu que o neto estava lá em cima, mais ou menos a uns 40 metros de altura. Aí chamou o menino, que desceu até a uma altura de 30 metros. Foi quando o homem subiu para tentar resgatar a criança, mas, como tem labirintite, sentiu tontura e não conseguiu mais descer”, contou o bombeiro.

A corporação foi acionada e, com a ajuda do capitão Vanderly Alves Soares e do cabo Wesley Francisco Pereira Sales, Gratão conseguiu retirar avô e neto ilesos.

“Foi uma ocorrência atípica, pois o menino falava a todo tempo que tinha coragem de pular. Então, era um risco enorme, sem contar que, quanto mais no topo, a torre fica mais estreita e balança bastante. Felizmente deu tudo certo e o avô recebeu atendimento no local”, ressaltou.

O bombeiro diz que a família revelou que essa foi a terceira vez que o menino escalou a estrutura. “Das outras vezes ele subiu um pouco menos e conseguiu descer, então, alertamos a eles sobre os perigos e orientamos a procurarem a empresa responsável pela torre para construírem uma proteção melhor para evitar que o menino tenha acesso ao local”.

A torre é de responsabilidade da empresa New Master Telecom, que oferece serviços de provedor de internet. De acordo com o supervisor local da companhia, Thiago Donizete Mendes, a estrutura está instalada no imóvel há mais ou menos 7 anos e é feita a locação do espaço.

“Antigamente tinha um alambrado lá, uma proteção, mas ela foi retirada ao longo do tempo. Como ela fica em uma área do lote que era cercada por muros, não tinha riscos. Mas agora, depois disso que aconteceu hoje, vamos reforçar a segurança no local”, destacou ao G1.

Mendes explicou que os bombeiros fizeram uma notificação verbal a respeito dos riscos. “Eles nos ligaram e explicaram que precisamos fazer adequações no local. Vamos fazer isso, instalar um alambrado para que apenas os funcionários da empresa tenham acesso”, garantiu.

Fonte: G1.
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Justiça Federal manda soltar ativista italiano Cesare Battisti

Italiano foi preso nesta semana em Corumbá, Mato Grosso do Sul por lavagem de dinheiro

A Justiça Federal mandou soltar o ativista italiano Cesare Battisti, preso nesta semana em Corumbá, Mato Grosso do Sul, após ter sido indiciado pela Polícia Federal (PF) pelos crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Ele foi detido quando tentava atravessar a fronteira com a Bolívia. A decisão foi proferida pelo desembargador José Lunardelli, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, sediado em São Paulo. O despacho ainda não foi divulgado.

Mais cedo, a defesa de Battisti pediu ao Supremo que impedisse eventual decisão do governo brasileiro de extraditá-lo para Itália. O pedido de extradição ainda não foi confirmado oficialmente pelo governo brasileiro, mas autoridades italianas já afirmaram que mantêm conversas com o Brasil para garantir a devolução de Battisti, que obteve visto de permanência após decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o manteve no país.

A prisão de Cesare Battisti ocorreu no momento em que a Itália busca sua extradição junto ao governo brasileiro. Na quarta-feira (4), após o anúncio da prisão, o ministro das Relações Exteriores da Itália, Angelino Alfano, disse, por meio de uma rede social, que está trabalhando com as autoridades brasileiras para garantir a extradição. Os contatos não são confirmados oficialmente pelo Brasil.

Battisti foi condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. Ele chegou ao Brasil em 2004, onde foi preso três anos depois. O governo italiano pediu a extradição de Battisti, aceita pelo Supremo. Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil e o ato foi confirmado pelo STF.

A Corte entendeu que a última palavra no caso deveria ser do presidente, porque se tratava de um tema de soberania nacional. Battisti foi solto da Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011, onde estava desde 2007. Em agosto daquele ano, o italiano obteve o visto de permanência do Conselho Nacional de Imigração.

Fonte: ORMNews.
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Modelo catarinense será primeira surda na capa da ‘Playboy’

A modelo catarinense Ariana Martins irã fazer história, neste mês de outubro, e será a primeira surda a estampar a capa da revista “Playboy”. Ela é a estrela da edição de colecionador da revista — Juju Salimeni estampa a capa da que será vendida nas bancas.

Ariana, de 31 anos e quase 1,79m de altura, já fez diversos trabalhos fora do país. No início da carreira, Ariana chegou a ser recusada em uma agência por causa de sua deficiência.

Veja fotos de Ariana.
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Fonte: DOL.
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Nenhum familiar comparece a enterro de vigia que ateou fogo em creche

A cidade de Janaúba, em Minas Gerais, teve dois momentos bem distintos na tarde desta sexta-feira (6), após a tragédia em que uma creche e crianças foram incendiadas por um vigilante ontem: enquanto  uma multidão acompanhava o velório da professora Heley de Abreu Silva Batista, de 43 anos, Damião Soares dos Santos, o homem de 50 anos, responsável pela tragédia, foi enterrado sem preces e sem familiares, na presença de apenas cinco pessoas.

No cemitério São Lucas, os poucos presentes no enterro do vigilante relataram, à reportagem do portal “O Tempo”, que os parentes ficaram com medo de retaliações e preferiram não comparecer ao cemitério.

Com a ajuda de um desconhecido, o funcionário da funerária carregou o caixão.

Dois moradores que conheciam Damião lamentaram a situação. “Esse moço morou perto da casa da minha mãe por um ano. Ele morava sozinho, mas era um homem alegre. Não tinha dia de mau-humor”, contou o foguista Milton Rodrigues dos Santos, de 50 anos.

Para a aposentada Maria Martins, de 67 anos, ao menos alguém da prefeitura poderia ter acompanhado a cerimônia. “Ninguém sabe o que aconteceu com ele, e se ele estava doente. Todo mundo merece uma prece”, disse a idosa.

Enterro de “heroína” teve multidão

Em outro ponto da cidade, milhares de pessoas compareceram ao velório da professora Heley de Abreu: ela lutou com o vigia para tentar evitar a tragédia e, com o próprio corpo em chamas, a professora tentava abafar o fogo ao mesmo tempo em que tirava os alunos pela janela

Segundo o portal “O Tempo”, cerca de 500 pessoas participaram do velório. O padre que celebrava a missa fúnebre  pediu especialmente que todos abençoassem com as mãos estendidas a família de Heley para que o bebê dela, de 1 ano, pudesse crescer bem sem a mãe.

Fonte: DOL.
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Justiça libera 1.059 detentos para a saída temporária da Círio

A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) informa que 1059 detentos foram beneficiados pela Justiça com a saída temporária para o Círio em 2017. Desse total, 863 são da Região Metropolitana de Belém e 196 do interior do Estado. Em 2016, 1.014 detentos receberam o benefício. O percentual de não retorno foi de 8%.

A Susipe informa que a saída temporária é um benefício concedido pela Justiça a presos que cumprem pena no regime semiaberto, apresentam bom comportamento e que já tenham cumprido, pelo menos, um sexto da pena. Os detentos devem retornar às unidades prisionais do Estado ao final de sete dias. A

Caso o preso não retorne no prazo estabelecido pela Justiça, passa a ser considerado foragido e pode regredir de regime.

Fonte: DOL.
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WhatsApp Business está chegando; conheça a nova versão corporativa do mensageiro

O Facebook vem buscando novas formas de tornar seus aplicativos lucrativos, e o WhatsApp Business é a próxima carta a ser jogada na mesa. A versão do mensageiro focada no mundo corporativo traz soluções profissionais, e será usada somente por contas verificadas. Com o novo app, empresas podem se comunicar com mais facilidade, enviando textos, imagens, links e outros arquivos em uma única mensagem.

Ainda, o serviço fornecerá um recurso de tradução simultânea, facilitando conversas entre pessoas que falem idiomas diferentes. O projeto piloto do aplicativo está em andamento, e, quando chegar a todos, será gratuito para pequenas empresas. Já para as maiores, será cobrada uma assinatura, cujas condições e valores ainda não foram divulgados.

O app aparecerá na Play Store, e outra novidade é o suporte técnico telefônico, para que as empresas forneçam este número a seus clientes e fornecedores, sem precisarem divulgar seus números particulares. O usuário do WhatsApp Business pode continuar usando seu WhatsApp pessoal à vontade, mantendo os dois aplicativos instalados no dispositivo.

Seu visual é bastante parecido com o do mensageiro tradicional – tudo para garantir o uso intuitivo. Ícones para a câmera, conversas, status e ligações permanecem na versão corporativa, que traz algumas mudanças em suas Configurações. O novo app fornece estatísticas para que as empresas consigam monitorar a quantidade de mensagens trocadas entre seus colaboradores, e novas análises devem ser incorporadas em breve.

Ainda, é possível escolher uma “away message”, que serve como uma resposta automática para quando você não estiver disponível naquele momento. Quem tentar entrar em contato, receberá a resposta personalizada que você configurar.

O WhatsApp Business já está disponível em uma versão beta na loja de aplicativos do Android, mas somente aparecerá aos inscritos no programa de testes do mensageiro. Quem desejar começar a testar, basta se inscrever neste link.

Fonte: Android Police
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Falta um ano para as eleições; o que mudou em 4 anos?

A partir deste sábado (7), o Brasil começará a contagem regressiva de um ano para aquela que pode ser uma das mais emblemáticas eleições presidenciais da história e que irá apontar quem será o responsável por tentar devolver alguma estabilidade política a um país marcado por sobressaltos dos mais variados, que deixaram em frangalhos a classe política.

Em 2013, faltando o mesmo um ano para a eleição presidencial de 2014, o país acabava de sair da sacudida provocada pelas gigantescas manifestações que tomaram conta das ruas em junho, mas havia um cenário econômico razoável, o país vivia a expectativa de sediar dois dos maiores eventos do mundo – Copa e Olimpíada – e as principais lideranças políticas não tinham sido tragadas pelo furacão da Operação Lava Jato, que nem existia.

Foram quatro anos que abalaram politicamente o país, com as investigações sobre corrupção e financiamento eleitoral atingindo em cheio os maiores partidos – PT, PSDB e PMDB – e algumas de suas principais lideranças (o petista Luiz Inácio Lula da Silva e o tucano Aécio Neves à frente), além do afastamento traumático de Dilma Rousseff (PT) para substituí-la por Michel Temer (PMDB), que rapidamente se tornou o primeiro presidente investigado por crime comum no cargo e o detentor da mais baixa popularidade na história – 5%, segundo o último Datafolha, se animam a elogiar o governo do peemedebista.

Veja algumas das mudanças provocadas pelos vertiginosos quatro anos decorridos desde 2013:

LAVA JATO

2013

Não existia. O principal escândalo de corrupção do país ainda era o Mensalão, revelado em 2005. Em novembro daquele ano, aliás, o Supremo Tribunal Federal (STF) mandaria prender os primeiros condenados, entre eles o ex-ministro José Dirceu, o presidente do PT, José Genoíno, o tesoureiro do partido, Delúbio Soares, o mentor do esquema, Marcos Valério, e o homem que trouxe toda a lama à tona, Roberto Jefferson

2017

A operação se tornou a maior investigação sobre corrupção da história do Brasil, colocou na berlinda os principais partidos políticos do país e se tornou o tema número 1 da política nacional. Só em Curitiba, foram 213 prisões e 107 condenados pela operação, incluindo outrora poderosos, como Lula e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

DILMA ROUSSEFF

2013

Apesar dos protestos que tomaram as ruas do país em junho de 2013, a então presidente tinha, segundo a última pesquisa Datafolha (agosto daquele ano), 36% de ótimo/bom, 42% de regular e apenas 22% de ruim/péssimo. Era a favorita entre os pré-candidatos à Presidência, tanto que seria reeleita um ano depois.

2017

Deveria ainda estar no cargo – seu mandato só terminaria em dezembro de 2018 –, mas foi cassada em agosto de 2016, já com o país em meio a uma grave crise política e econômica. A última pesquisa Datafolha com ela no cargo mostrava o derretimento do apoio popular: apenas 13% de ótimo/bom, 24% de regular e 63% de ruim/péssimo.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

2013

Passou ileso pelo Mensalão, apesar de muita gente do PT estar envolvida até o pescoço, inclusive o seu chefe da Casa Civil, José Dirceu, e não tinha nenhum inquérito ou ação judicial contra ele. Mesmo fora do cargo, gozava de alta popularidade – um ano antes, como fizera com Dilma, havia tirado Fernando Haddad da cartola e o levado à Prefeitura de São Paulo. Alguns setores do partido, da sociedade e do mercado, inclusive, defendiam sua candidatura a presidente em 2014, no lugar da então presidente.

2017

Está enrolado com a Justiça até o pescoço. Tem três inquéritos e seis ações penais contra ele, todas com acusações de corrupção durante os seus dois mandatos, envolvendo, principalmente, relacionamentos suspeitos com empreiteiras como Odebrecht e OAS. Já foi condenado em um processo, o do tríplex do Guarujá, a nove anos e meio de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Recorreu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, mas, caso seja novamente condenado, pode ser impedido de ser candidato em 2018, apesar de já estar em campanha nas ruas.

MICHEL TEMER

2013

Embora tivesse alguma influência no PMDB– partido do qual era presidente licenciado – e, com isso, tenha conseguido manter a vaga de na chapa de Dilma Rousseff em 2014, era apenas um “vice decorativo”, como ele mesmo chegou a se definir em carta endereçada à presidente em dezembro de 2015,  prenúncio do rompimento que viria.

2017

Tomou o cargo de Dilma – segundo ela, tramando a queda nos bastidores com o apoio de Eduardo Cunha –, mas vive o pior momento de seu governo, denunciado por corrupção passiva, formação de quadrilha e obstrução de Justiça – é o primeiro presidente denunciado no cargo – e com a maior reprovação de um governo federal desde o fim da ditadura militar, em 1985: 73% o consideram ruim/péssimo contra 5% que o avaliam como ótimo/bom.

SÉRGIO CABRAL

2013

Era o governador do Rio de Janeiro – havia sido reeleito com 66% dos votos, recorde da história do estado –, surfava na onda da escolha da cidade do Rio para sediar os Jogos Olímpicos de 2016, mas já via a sua popularidade cair no embalo dos protestos de junho de 2013, do qual foi um dos principais alvos. Renunciou em abril do ano seguinte, supostamente para disputar algum cargo na eleição, mas acabou desistindo e não se candidatou a nada.

2014

Está preso desde novembro de 2016 em razão de várias acusações de corrupção levantadas pela Operação Lava Jato. Já foi condenado em dois processos a 59 anos de prisão, mas ainda é réu em outras 12 ações. É o campeão de processos da operação em todo o país, e a perspectiva de deixar a cadeia é cada vez menor. De quebra, vê o estado do Rio desmoronando sob as asas do PMDB – agora com seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB) –, nos aspectos político, econômico e social.

EDUARDO CUNHA

2013

Deputado que até pouco transitava apenas no baixo clero, começava a galgar postos. Tinha acabado de ser eleito líder do PMDB na Câmara, mas estava longe do poder que conseguiria ao chegar à Presidência da Casa, apenas em fevereiro de 2015. Naquele ano, abriria e conduziria, com um inegável sentimento de vingança, o processo que levaria ao impeachment de Dilma.

2017

Alcançado pela Operação Lava Jato, foi obrigado a renunciar ao cargo de presidente da Câmara e acabou sendo abandonado pelos seus pares e cassado em 2016. Foi preso em setembro daquele ano – segue na cadeia, em Curitiba, até hoje – e condenado em uma ação a 15 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Chegou a acenar com uma delação que poderia abalar a República – inclusive o ex-aliado Michel Temer, mas nem isso tem mais no horizonte.

JAIR BOLSONARO

2013

Era só um deputado folclórico, tratado mais como piada do que como um interlocutor necessário, mas que ganhava algum espaço na mídia aqui e ali ao defender abertamente temas polêmicos como a tortura, a ditadura militar e a castração química de estupradores, além de criticar fortemente os gays. Em 2014, já era o deputado federal mais votado do Rio.

2017

Continua politicamente incorreto até a medula – foi condenado nesta semana, por exemplo, por ofender quilombolas -, mas a piada perdeu a graça: segundo o último Datafolha, é o segundo colocado em todos os cenários para a eleição presidencial de 2018, atrás apenas de Lula, com percentuais que vão de 15% a 19%, em torno do dobro dos candidatos do PSDB, por exemplo.

JOÃO DORIA

2013

Tinha sido apresentador do reality show O Aprendiz, da TV Record, que ancorou entre 2010 e 2011, e apresentava em 2013 o programa Show Business, talk show que perambulou por emissoras como Manchete, TV Ômega e Rede TV! até chegar à TV Bandeirantes, onde não conseguia audiência muito acima do traço. Era mais visto em colunas sociais, ao lado de celebridades, do que nas páginas de TV – e nunca, nunca, aparecia no noticiário político.

2017

É o prefeito de São Paulo, a maior cidade do país, eleito de forma surpreendente no primeiro turno, em 2016, com mais de 3 milhões de votos, batendo figuras conhecidas da política, como Fernando Haddad (PT), Luiza Erundina (PSOL) e Marta Suplicy (PMDB). Ganhou projeção nacional e já é abertamente pré-candidato a presidente da República, mesmo estando há apenas nove meses no cargo – e mesmo tendo de enfrentar seu padrinho político, Geraldo Alckmin (PSDB). No Datafolha de setembro, tem entre 7% e 10% das intenções de voto.

Fonte: MSN.
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