Em teste, WhatsApp Business permite que empresas façam cadastro com telefone fixo

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp disponibilizou para download sua versão para negócios anunciada em setembro. Em fase de testes, o serviço está sendo usado por algumas empresas selecionadas por meio de um pré-cadastro no site da empresa.

Com o WhatsApp Business, as companhias podem registrar suas contas com telefones fixos e configurar um perfil público, com verificação semelhante à que já é usada nas redes sociais e informações mais detalhadas do que as previstas hoje no serviço tradicional, como endereço, descrição e site do negócio.

Também é possível estabelecer horários específicos em que o Whatsapp estará ativo e definir uma resposta automática para os clientes.

A ideia é separar os perfis pessoais dos corporativos, que hoje funcionam de maneira “bastante rudimentar”, como definiu a empresa quando comunicou sobre o lançamento do novo serviço.

Para as grandes companhias, segundo a mesma nota, o WhatsApp quer fazer do aplicativo uma solução para operar em escala – para fornecer notificações sobre horários de voo, no caso das companhias aéreas, por exemplo, confirmações de entrega e outras atualizações.

Em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal logo após o anúncio do novo serviço, o chefe de operações do WhatsApp Matt Idema confirmou que há intenção de cobrar das empresas pelo serviço futuramente, sem dar mais detalhes sobre como isso funcionaria ou quanto custaria. Executivos da companhia já haviam afirmado que o lançamento de um serviço para empresas fazia parte da estratégia para monetizar o aplicativo.

No Brasil, estão testando o WhatsApp Business companhias como o banco Itaú, que integrou o aplicativo à sua plataforma de atendimento aos clientes do serviço Personalitté Digital, e a companhia aérea holandesa KLM, que disponibilizou o serviço para aqueles que, no momento da reserva ou do check-in feito no site da empresa, selecionarem a opção para receber informações via WhatsApp.

Em julho, o aplicativo, lançado em 2009 e adquirido por US$ 19 milhões pelo Facebook em 2014, comemorou a marca de um bilhão de usuários ativos por dia. Pouco mais de 10% desse total, 120 milhões, estão no Brasil.

Fonte: BBC Brasil.
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Denúncia contra Temer terá parecer hoje; saiba o que acontece agora

O deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) deve apresentar nesta terça-feira seu parecer sobre a segunda denúncia contra o presidente da República, Michel Temer. Os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) também foram denunciados pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

A peça da PGR é fruto do inquérito sobre o “quadrilhão” do PMDB, aberto ainda em 2015. Para Janot, Temer liderava uma organização criminosa que desviou dinheiro da Petrobras, da Caixa Econômica e de Furnas, entre outras. O valor movimentado chegaria a R$ 587 milhões.

Favorável ou contrário, o parecer de Bonifácio terá de ser votado pelos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O objetivo do governo é obter na CCJ um placar melhor do que o conseguido na votação da primeira denúncia, quando o parecer favorável a Temer foi aprovado por 41 votos a 24. O rito da tramitação da segunda denúncia contra Temer é o mesmo adotado na primeira acusação.

É bem provável que os integrantes da CCJ peçam vista do projeto. Como o prazo é de duas sessões do Plenário da Câmara, a discussão só deve ser retomada na próxima terça-feira (17 de outubro).

A denúncia será votada pelo plenário da Câmara independentemente do resultado na CCJ: todos os 513 deputados terão oportunidade de se manifestar, mesmo que o peemedebista ganhe na comissão. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) já disse que pretende levar o tema a plenário antes do fim do mês, possivelmente na semana de 22 a 28 de outubro.

A eventual vitória na Câmara não livra Temer e os ministros da investigação: se os deputados rejeitarem a denúncia, Temer terá de responder pelas acusações quando deixar o cargo de presidente da República. Se a denúncia for aceita, o presidente é afastado do cargo por até 180 dias, enquanto ocorrem as investigações.

Por que Bonifácio de Andrada?

Segundo governistas, Bonifácio de Andrada foi escolhido para relatar a segunda denúncia contra Temer por sua formação jurídica: é advogado (pela PUC-RJ) e doutor em direito público (pela UFMG), e já lecionou em várias faculdades de direito. Assim, estaria em condições de apresentar um parecer técnico sobre o caso.

Além disso, Andrada votou a favor de Michel Temer quando a Câmara analisou a primeira denúncia contra o peemedebista. A escolha foi feita pelo presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG).
Image caption Segundo governistas, formação jurídica favoreceu a escolha de Bonifácio de Andrada como relator de segunda denúncia contra Temer | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Na primeira denúncia contra Temer, Pacheco já havia escolhido um tucano mineiro: Paulo Abi-Ackel foi o autor do relatório favorável ao presidente, e o texto dele acabou vitorioso na CCJ. Por isso, tucanos que fazem oposição ao governo dizem que Pacheco estaria tentando angariar o apoio do PSDB mineiro com o objetivo de viabilizar-se como candidato a um cargo majoritário (de senador ou governador) nas eleições do ano que vem.

A BBC Brasil tentou contato com Pacheco, que não respondeu. Ao anunciar a escolha, o presidente da CCJ disse à imprensa que atendeu a critérios “técnicos” e não partidários. E que o tucano era “o mais experiente para relatar a denúncia”. Bonifácio está no décimo mandato como deputado.

O que é certo é que a escolha de Andrada criou mais um atrito entre o PSDB e o governo Temer. O líder da bancada do PSDB, Ricardo Tripoli (SP) pediu oficialmente a Pacheco que não escolhesse um tucano para relator. Na semana passada, os tucanos chegaram a tirar a vaga de Pacheco como titular da CCJ, o que inviabilizaria o relatório dele. O PSC, partido aliado ao governo federal, cedeu a vaga de Marco Feliciano (PSC-SP) para que Andrada pudesse permanecer na CCJ.

Planalto quer ampliar margem

“Quem votou contra (a primeira denúncia) não tem nenhum incentivo para votar a favor agora. E quem votou a favor idem. Portanto, se não surgir nenhum fato novo, a tendência é que o quadro continue o mesmo”, diz o líder da bancada do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB).

Para políticos mais próximos ao governo, a tendência é que o Planalto amplie o placar da primeira votação, quando a denúncia foi rejeitada por 263 votos a 227. É o que acredita o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais defensores de Temer no Congresso. “Estamos fazendo o corpo-a-corpo, conversando um a um. Achamos que será possível ampliar o resultado”, diz Mansur.

Governistas citam o caso do PP: a bancada deu sinais de descontentamento com o governo em agosto e setembro, mas agora já estaria “pacificada”. De fato, o presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) disse ontem à agência Reuters que a segunda denúncia contra o presidente é “muito fraca” e “difícil de ser comprovada”.

Pesam ainda a favor de Temer as liberações de cargos e de projetos de interesse dos deputados nas últimas semanas. As nomeações teriam sido para cargos de segundo escalão no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no INSS e no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entre outros.

Uma das últimas iniciativas de Temer nesta área é um projeto que visa substituir o antigo imposto sindical, extinto durante a reforma trabalhista. A nova contribuição – cujos detalhes ainda não são conhecidos – seria criada por meio de um projeto de lei com urgência, a ser enviado pelo Executivo ao Congresso nos próximos dias. A informação foi confirmada à BBC Brasil pelo secretário-geral da central Força Sindical João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Fonte: BBC Brasil.
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Tigres-brancos atacam e matam cuidador em parque nacional da Índia

Um cuidador de animais foi atacado e morto por dois raros jovens tigres-brancos no parque nacional no sul da Índia, informaram as autoridades locais.

O cuidador, de 40 anos, foi atacado e morto quando tentava levar os tigres para suas jaulas na noite deste sábado no Bannerghatta Biological Park.

Um funcionário do parque disse que os tigres avançaram sobre o cuidador porque um dos quatro portões da jaula não estava devidamente fechado.

O cuidador tinha começado a trabalhar no parque nacional há pouco mais de uma semana.

Irritada, sua família fez um protesto do lado de fora do parque neste domingo. Os familiares da vítima acusa a administração do local de negligência e pedem que uma indenização financeira pela morte do cuidador.

Outro cuidador do parque localizado perto de Bangalore relatou ter sido ferido por leões há dois anos.

Os tigres-brancos são uma espécie em extinção encontrada no sul e leste da Ásia. Sua cor deriva de um gene recessivo.

Fonte: Revista Pará.
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Relatório nacional mostra a falência da educação no Pará

Menor percentual de professores do Ensino Médio com diploma de Ensino Superior, maior taxa de alunos que abandonam o Ensino Médio nos primeiros anos, menor pontuação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Onde houver uma lista informando “Estados com pior desempenho”, muito provavelmente haverá uma citação ao Pará. É possível resumir assim a participação do Estado no segundo relatório da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente sobre “A Criança e o Adolescente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, divulgado ontem.

Dessa vez, o documento produzido para contribuir com a discussão das metas nacionais e monitorar os progressos do País na implementação da Agenda 2030 tem foco nos ODS 4 (Educação de Qualidade: assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos) e ODS 8 (Trabalho Digno e Crescimento Econômico, cuja meta 8.7 estabelece o prazo de 2025 para a erradicação do trabalho infantil).

O Pará alarma, de um modo geral, principalmente em dois pontos: nos dados que mostram que no Ensino Médio metade dos adolescentes tem distorção Série x Idade (Pará com 49,9% contra 27,4% na média nacional) e que a taxa de abandono do Ensino Médio no Pará é 2,5 vezes maior que a média brasileira (Pará com 16,8% contra 6,8% na média nacional).

“A maior preocupação recai sobre as condições de vulnerabilidade de alguns Estados brasileiros, com indicadores bastante discrepantes da média nacional”, explica Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq.

Integrante da Comissão de Educação (Cedu) da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Francisco Melo (PMDB) não se diz surpreso com o relatório, e embora lamente os resultados, afirma que o documento nada mais faz do que refletir uma realidade que a gestão estadual insiste em negar. “Há três, quatro anos, o Governo do Estado pediu a autorização para um grande empréstimo ao Poder Legislativo sob a justificativa de melhorar as condições das escolas para alunos e professores. Um relatório como esse mostra que, se esse dinheiro foi investido, foi para outro lugar”, disparou o parlamentar.

Em 2013, o governador do Estado, Simão Jatene, criou o programa “Pacto pela Educação no Pará”, que tem como objetivo principal a elevação de 30% do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) até o fim de 2017, nas escolas públicas estaduais e municipais, do Ensino Fundamental e Médio. Porém, o efeito prático desta iniciativa não se refletiu em melhoras efetivas no ensino praticado nas escolas, muito menos nas melhorias dos equipamentos. Sem falar que, atualmente, os servidores da educação estão em greve, protestando contra a defasagem salarial, o não pagamento do piso nacional e o movimento tem ainda o apoio dos estudantes, que estão indo às ruas quase diariamente, na Grande Belém, para pedir reformas urgentes em suas escolas.

“São 20 anos de gestão e 20 anos acumulando os piores índices. Basta ir a qualquer escola e confirmar o que a Abrinq está dizendo”, Francisco Melo, deputado estadual e integrante do Cedu. (Foto: Ricardo Amanajás/Diário do Pará)

SAIBA MAIS SOBRE OS ÍNDICES PREOCUPANTES DIVULGADOS PELO RELATÓRIO DA ABRINQ

Os Estados que possuem as proporções mais altas de abandono no Ensino Médio são em sua maioria da região Nordeste; contudo, o que registra a mais alta taxa do País é o Pará (16,8%), na região Norte. A média nacional é de 6,8% e da região é de 13,2%. Também ficamos com o índice mais alto em todo o País de abandono no Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano: 2,8%.

Dentre os Estados com pior Ideb para o Ensino Médio, empatam Pará, Alagoas e Bahia, com o menor índice de 3,1%.

Na taxa de distorção idade x série, o Pará (49,9%) é o único a apresentar taxa de distorção consideravelmente acima da média – o Amazonas fica atrás com 43,5% – dentre os cinco piores desempenhos, indicando que cerca de metade dos matriculados no Ensino Médio encontra-se em situação de atraso escolar por pelo menos dois anos, conforme calcula este indicador.
Seguindo a tendência da região Norte, que tem cinco Estados na lista dos piores quando o assunto é taxa de cobertura em creche, o Pará e seus apenas 10,3% corroboram a necessidade de expansão de vagas. A média regional é de 11,1% e a nacional, de 30,4%.

Na taxa de distorção idade x série, o Pará (49,9%) é o único a apresentar taxa de distorção consideravelmente acima da média – o Amazonas fica atrás com 43,5% – dentre os cinco piores desempenhos, indicando que cerca de metade dos matriculados no Ensino Médio encontra-se em situação de atraso escolar por pelo menos dois anos, conforme calcula este indicador.

Assusta ainda o péssimo desempenho do Pará na lista dos piores quando o assunto é total e percentual da população entre cinco e 17 anos não alfabetizada: com seus 18% (373.205 mil), só ganha do Maranhão, com 18,7%. Mais uma vez acima da média regional (15,6%) e nacional (11,4%).

Fonte: Ministério da Educação (MEC)/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)/Diretoria de Estatísticas Educacionais (Deed). Elaboração: Fundação Abrinq.

Fonte: DOL.
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Parlamentares cobram de Temer conclusão da duplicação da BR-163 em Mato Grosso

Os parlamentares da bancada mato-grossense se reuniram, nesta segunda-feira, com o presidente Michel Temer (PMDB) para cobrar avanços na duplicação da BR-163 em Mato Grosso. O senador José Medeiros (Podemos), que requereu a audiência, afirmou, ao Só Notícias, que saiu “esperançoso” do encontro. “Todos os parlamentares falaram sobre as dificuldades para Mato Grosso. O presidente pediu para o Moreira Franco (ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República) acelerar as coisas. Estamos esperançosos, pois o Temer quer que saia (a duplicação)”.

Durante o encontro, os parlamentares também cobraram a retomada da pavimentação da BR-242. “Houve reclamação contra a presidente do Ibama (Suely Araújo), pois, a impressão que dá é que estão ‘caçando pelo em ovo’. Tem o dinheiro, mas a obra não sai. Toda hora tem algum problema. Então, o presidente também se comprometeu a pedir prioridade para esta obra e se comprometeu a chamar o ministro do Meio Ambiente (Sarney Filho) para resolver estes gargalos”.

A cobrança é para pavimentar o trecho da rodovia do Distrito de Santiago do Norte ao município de Querência – faltam ser asfaltados 286 km. De Nova Ubiratã (Nortão) a Santiago foram pavimentados 156 km. O projeto prevê construção de oito pontes na BR-242, no trecho entre Nova Ubiratã a Querência.

Vencedora do leilão de concessão da BR-163, a subsidiária da Odebrecht se comprometeu em investir R$ 6,8 bilhões. Deste total, R$ 3,9 bilhões foram confirmados para os 5 anos iniciais do contrato, ou seja, até novembro de 2018. A concessionária informou que desembolsou mais de R$ 1,7 bilhão desde que assumiu a BR-163, em março de 2014. A cifra equivale a 43% do que foi estabelecido para o 1º quinquênio do contrato, com vigência de 30 anos.

Até agora, a empresa fez a duplicação de 117 quilômetros da BR-163, entre a divisa com Mato Grosso do Sul até Rondonópolis. O trecho corresponde a 26% da extensão prevista no contrato, já que até novembro do próximo ano 453,6 quilômetros deveriam receber a duplicação. Esse tipo de intervenção incluiria ainda a Rodovia dos Imigrantes (antiga MT 407, federalizada como BR-070 e que atravessa o perímetro urbano de Cuiabá e Várzea Grande) e o trecho entre Posto Gil a Sinop. O custo estimado pelo Ministério dos Transportes na época do leilão para duplicação desses trechos é de R$ 1,263 bilhão.

Medeiros ainda adiantou que aproveitou a audiência para pedir a regulamentação, por decreto, de uma lei que determina o pagamento de indenização para servidores em regiões de fronteira. “Mato Grosso está com dificuldade de fixar servidores federais. Tem esta lei que contempla nosso Estado. Precisamos de regulamentação e, por isso, pedi a assinatura ao presidente”.

Outra demanda apresentada pelos parlamentares foi a destinaçao de recursos para construção de um centro de eventos do agronegócio em Cuiabá. “Será um local para capacitação de mão-de-obra do agronegócio e exposição de palestras e de máquinas. Será nos moldes da Agrishow em São Paulo. Mato Grosso não tem um local a altura do que representa para o agronegócio brasileiro. O presidente pediu para encaminhar esta demanda a vários ministérios para buscar dinheiro para construção”.

Da bancada mato-grossense, apenas o deputado federal Ságuas Moraes (PT) e o senador Wellington Fagundes (PR) não participaram da audiência, que ocorreu no Palácio do Planalto.

Fonte: Só Notícias .
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Pinça é descoberta dentro de paciente após 15 anos de cirurgia

Operário de 41 anos passou por radiografia após ser internado por suspeita de apendicite

A suspeita de uma inflação no apêndice levou um morador de Juiz de Fora a descobrir que estava com uma pinça cirúrgica dentro do abdômen. O objeto teria sido esquecido há 15 anos, quando o operário de 41 anos passou por uma cirurgia na barriga. A radiografia feita há menos de uma semana no Hospital de Pronto Socorro (HPS) da cidade mostrou que o objeto, com aproximadamente 16 centímetros de comprimento, estava apontado para o coração do paciente.

Em entrevista ao MGTV nesta segunda-feira (9), Ivanildo de Oliveira contou que nunca sentiu qualquer incômodo que indicasse a existência de um objeto estranho em seu corpo. Em 2002, ele foi internado no Hospital Municipal Silveira Ramos, após ser esfaqueado durante um assalto. A unidade de saúde não existe mais e a equipe do MGTV tentou contato com a administração que estava à frente da prefeitura na época, mas não obteve retorno até esta publicação.

“Na época, passei por uma cirurgia e, como a facada não perfurou nenhum órgão, fui medicado e liberado. Nunca senti nenhuma dor, então nem imaginava que uma pinça poderia ter sido esquecida dentro de mim”, relatou Oliveira.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o operário deu entrada no Hospital de Pronto Socorro (HPS) na última quarta-feira (4) com dor abdominal. Depois de passar por avaliação, exames identificaram a pinça no abdômen. O instrumento foi retirado no mesmo dia e Oliveira recebeu alta neste domingo (8).

A Secretaria de Saúde informou que aguarda a manifestação do paciente para iniciar a apuração em torno do caso. Já de alta do hospital, Oliveira resolveu guardar o instrumento como recordação e diz que espera que justiça seja feita.

Fonte: ORMNews.
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Brasil deve reduzir desigualdades na educação para cumprir metas

Estudo da Fundação Abrinq também analisou a situação do trabalho infantil no Brasil

A redução das desigualdades entre as regiões brasileiras no acesso e na qualidade da educação é um dos principais desafios do país para o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030. A análise é de um estudo da Fundação Abrinq, lançado hoje (10), que analisa os objetivos relacionados à educação e ao trabalho.

“As desigualdades regionais aparecem muito fortemente em todos os indicadores. É preciso uma política de redução de desigualdades urgente, e isso tem que ter tanto ações com foco regional, quanto ações para priorizar as classes sociais de mais baixa renda”, diz a administradora executiva da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira.

O estudo compõe uma série de quatro relatórios que serão publicados para analisar os principais indicadores nacionais associados a crianças e adolescentes para o monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Ao analisar o acesso à educação, o principal desafio está na educação infantil. Enquanto a média brasileira de crianças de 4 e 5 anos matriculadas na pré-escola é de 91,6%, em estados como o Acre, Amapá e Amazonas o índice fica entre 71% e 75%. Os cinco estados com mais baixa oferta de pré-escola estão na Região Norte. Segundo o Plano Nacional de Educação (PNE), todas as crianças nessa faixa etária deveriam estar matriculadas até 2016.

O estudo também revela que a cobertura de creches nos estados da Região Norte é bem menor do que a média brasileira (30,4%), ficando em patamares como 6,5% no Amapá e 8,3% no Amazonas. “Os dados mostram que, se mantido o atual ritmo de ampliação das vagas, em especial o ritmo mais lento em regiões como o Norte e Nordeste, não atingiremos a meta do PNE para todas as regiões e grupos sociais”, diz o estudo. A meta é de atendimento de 50% das crianças de até 3 anos em creches até 2024.

Na avaliação sobre a qualidade do ensino, o estudo aponta desigualdades na taxa de aprendizagem para o 3º ano do ensino fundamental. Na matemática, por exemplo, enquanto a média de crianças com aprendizagem adequada é de 42,9%, em estados como o Maranhão o índice é de 16,3%. Na escrita, a média brasileira é de 65,5% e no Pará, de 34,3%.

Também há desigualdades nas taxas de analfabetismo da população entre 10 e 17 anos, que no Norte e Nordeste chegam a 5,4% nessa faixa etária, quase o dobro da média nacional (2,9%) e superior às demais regiões: Centro-Oeste (1,4%), Sudeste (1,3%) e Sul (1%).

De acordo com a administradora da Fundação Abrinq, as desigualdades entre os estados detectadas no estudo podem comprometer o alcance dos resultados estabelecidos pelo pacto da ONU. “Se nada for feito, pode sim comprometer o alcance das metas. Não quer dizer que vai comprometer, porque eventualmente pode se ter uma política e um planejamento que resolvam esses problemas e façam com que a gente avance nesses desafios”, diz Heloisa.

O compromisso para implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foi assinado há dois anos por 193 países, incluindo o Brasil. Os ODS deverão orientar as políticas nacionais e as atividades de cooperação internacional nos próximos 15 anos, sucedendo e atualizando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Trabalho Infantil

O estudo da Fundação Abrinq também analisou a situação do trabalho infantil no Brasil. A média nacional de ocupados entre 5 e 17 anos é de 5%, mas em estados como o Piauí (7,5%), Sergipe (7,2%) e o Rio Grande do Sul (6,9%), o percentual é maior.

Quatro das cinco regiões brasileiras concentram mais indivíduos de 5 a 17 anos ocupados do que a proporção do país nesse indicador. Na Região Sul, 6,2% das crianças e adolescentes nessa faixa etária desempenham alguma atividade, remunerada ou não.

Procurados pela Agência Brasil, os ministérios da Educação e do Trabalho não se manifestaram sobre o estudo da Fundação Abrinq.

Fonte: ORMNews.
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Grupo é preso pela PRF com animais silvestres abatidos e armas na BR-163 em Santarém

Quatro homens foram abordados durante fiscalização. Eles podem responder por crime ambiental e porte ilegal de arma.

Durante uma fiscalização na rodovia federal BR-163 em Santarém, no oeste do Pará, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou em uma caminhonete oito animais silvestres abatidos acondicionados em isopor e caixa térmica, e um quelônio vivo, armas sem registros, munições e pólvora. Quatro pessoas estavam no veículo. O caso aconteceu na noite de segunda-feira (9).

De acordo com a PRF, após o motorista parar na barreira de fiscalização, os agentes verificaram a documentação da caminhonete e fizeram vistoria no carro. Eles encontraram as espingardas no chão e os homens informaram que eram donos das armas e que estavam caçando em uma fazenda no KM 805 da rodovia.

Com essas informações, a equipe de fiscalização fez a verificação da carroceria do veículo e encontrou acondicionados um veado mateiro, dois tatus, uma cutia, quatro pássaros (dois nambu e dois mutum), além de um jabuti vivo. Também foram achados nas mochilas dos ocupantes 44 munições e 10 estojos de pólvora.

Os três passageiros e o motorista do veículo foram encaminhados à unidade da PRF para os agentes registrarem Boletim de Ocorrência (B.O) e depois para a 16ª Seccional de Polícia Civil onde foram autuados por porte ilegal de arma de fogo e matar, perseguir, caçar, apanhar, vender espécimes da fauna silvestre. Segundo a polícia, após pagamento de fiança os homens foram liberados.

Fonte: G1 Santarém.
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Homem é preso por receptação de roubo em Ipixuna do Pará

Agentes da PRF fizeram a prisão durante fiscalização na rodovia Belém-Brasília no último sábado, 7.

A Polícia Civil divulgou nesta segunda-feira (9) a prisão de um homem por receptação de roubo em Ipixuna do Pará, no nordeste do estado. A prisão ocorreu no último sábado (7), quando o acusado foi abordado por Policiais Rodoviários Federais na rodovia Belém-Brasília.

De acordo com a Polícia, o homem preso foi flagrado com a posse de uma moto roubada. Segundo o delegado Raphael Souza, o preso é de Acará e ele foi autuado em flagrante pelo crime de receptação e está preso à disposição da Justiça. O proprietário do veículo está sendo localizado para resgatar o veículo.

Fonte: G1 PA.
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Trinta e sete municípios do Pará recebem profissionais do Mais Médicos

Belém é o município do Estado que vai receber o maior número de médicos, com cinco vagas no total

Nesta segunda-feira (09), 37 municípios e dois Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) do Pará começaram a receber 67 profissionais brasileiros formados no exterior, do programa Mais Médicos. Os médicos fazem parte dos cerca de 1.400 brasileiros que aderiram ao último edital do projeto. Com esse reforço, somando também aqueles com diplomas do País, já são 8.316 brasileiros no programa, o que representa 45,6% do total. No Estado do Pará, 777 médicos já atuam pelo Mais Médicos.

Belém é o município do Estado que vai receber o maior número de médicos, com cinco vagas no total. Na sequência, com atuação de quatro novos profissionais, cada, aparecem Oriximiná e Uruará. No grupo que receberão três médicos estão Ipixuna do Pará, Medicilândia, Ourilândia do Norte e Ulianópolis; e com dois, Agua Azul do Norte, Chaves, Marabá, Paragominas, Parauapebas, Porto de Moz, Primavera, Redenção e os DSEIs Kaiapo do Pará e Guamá-Tocantins.

Fecham a lista dos municípios paraenses que passam a contar com mais um profissional do Mais Médicos: Abaetetuba, Alenquer, Altamira, Anapu, Aurora do Pará, Bagre, Canaã dos Carajás, Dom Eliseu, Igarape-Miri, Jacundá, Marituba, Melgaço, Nova Ipixuna, Ourém, Rondon do Pará, Rurópolis, Salvaterra, Santa Maria do Pará, Santana do Araguaia, São Felix do Xingu, São João da Ponta e São Sebastião da Boa Vista.

A prioridade da pasta é ampliar a participação nacional, tornando a iniciativa mais independente e garantindo atendimento médico à população. O número de médicos brasileiros participantes do Programa Mais Médicos aumentou 44% em menos de um ano. “Este momento é importante para o Brasil e para os brasileiros. Estamos avançando e tenho certeza que vamos oferecer mais qualidade na saúde e na atenção básica com a participação desses novos profissionais no programa Mais Médicos”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Essa é a segunda fase do edital. A primeira foi voltada exclusivamente aos médicos brasileiros formados no país. Esses novos profissionais iniciam as atividades em Unidades Básicas de Saúde a partir da próxima segunda-feira em cerca de 800 municípios de 25 estados e Distrito Federal, além de 8 DSEIs. Juntos, eles devem cobrir região com 4,8 milhões de pessoas. Ao todo, foram 1.985 inscritos, mais de um candidato por vaga.

Durante o mês de setembro, os novos médicos passaram pelo módulo de acolhimento realizado em Brasília (DF). Os profissionais participaram de oficinas educacionais sobre temas diversos, como legislação referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), protocolos clínicos de atendimento do SUS, língua portuguesa e código de ética médica. Por fim, os intercambistas realizaram uma avaliação de conhecimento, necessária para a aprovação do profissional participante.

No último ano, o Mais Médicos foi renovado por mais três anos e o valor da bolsa foi reajustado aos médicos participantes. Também houve um acréscimo de 10% nos auxílios moradia e alimentação de profissionais alocados em distritos indígenas, que passou de R$ 2.500 mensais para R$ 2.750. Recentemente, neste mês, o Ministério da Saúde por meio de portaria reajustou também em 10% o valor máximo e mínimo (varia conforme a localidade) repassados pelos municípios aos participantes para custeio de moradia e alimentação.

Do total de médicos participantes, 47,1% são profissionais da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 45,6% brasileiros formados no Brasil ou no exterior e 4,16% são intercambistas estrangeiros. As demais vagas serão abertas para reposição. Desde novembro de 2016, o Ministério da Saúde está abrindo oportunidades para a substituição de médicos da cooperação com a OPAS. Foi feito um levantamento para ver quais cidades atendidas por profissionais cubanos poderiam atrair brasileiros. A expectativa é realizar quatro mil substituições em três anos, tornando a iniciativa mais autossuficiente. Até o momento, mais de 1.000 postos foram substituídos por brasileiros.

Fonte: ORMNews.
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