Demissão do chefe de combate à escravidão teria sido compra de votos a Temer

Suspeita-se que André Roston, responsável pela investigação de casos de trabalhadores em condições análogas à escravidão, foi demitido a pedido da bancada ruralista

O governo de Michel Temer resolveu demitir o chefe do combate à escravidão, André Roston, do cargo de coordenador da divisão de fiscalização para erradicação do trabalho escravo. A suspeita é de que o mandatário foi pressionado pela bancada ruralista, que integra a base de apoio de Temer no Congresso, a fazer a substituição em meio à tramitação da denúncia na Câmara.

A decisão foi assinada pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira (10). As ações de fiscalização e de responsabilização de casos de emprego de trabalhadores em condições análogas à escravidão vinham incomodando parte dos parlamentares ruralistas, muitos alvos destas ações.

A relação entre a demissão de Roston com as pressões foi ditada pelo Painel da Folha, nesta terça-feira: o posto era uma das demandas de congressistas que ainda negociavam votos para barrar a segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara.

Diversos sindicatos manifestaram-se em repúdio à demissão do chefe de combate à escravidão, entre eles o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), que denunciou “investigas políticas sobre a fiscalização, sempre com objetivos de enfraquecer, desestabilizar ou neutralizar ações que contrariem o poder econômico, incomodado com a ação dos auditores fiscais do trabalho”.

“A exoneração de André Roston, que conseguia gerir o caos promovido pelo governo no combate ao trabalho escravo, diz muito. Escancara o descompromisso e a falta de vontade política com o enfrentamento à escravidão contemporânea”, completou o procurador Tiago Cavalcanti, chefe da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho.

A intenção, segundo a Coordenadoria, “é muito clara”: “mal lhe interessa (ao governo Temer) resgatar trabalhadores de situação de penúria e escravidão”.

Além da Coordenadoria Nacional, também emitiram nota conjunta pública a Coordenação Geral da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, a Comissão Pastoral da Terra, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, o Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo e a ONG Repórter Brasil.

Em uníssono, afirmaram: “Testemunhas do trabalho sério, engajado e transparente realizado pela coordenação do combate ao trabalho escravo, estamos convictos de que a exoneração compromete a erradicação dessa violação aos direitos humanos e revela a inexistência de vontade política e o descompromisso do atual Governo com o enfrentamento do problema”.

Alertaram para as informações divulgadas no noticiário desta terça, de que a exoneração foi parte de uma negociata do governo peemedebista: “além de ter desagradado o Governo Federal ao informar a falta de recursos para o combate ao trabalho escravo em audiência pública realizada no Senado Federal, André Roston foi dispensado justamente durante a negociação de votos na Câmara dos Deputados para barrar a nova denúncia contra o Presidente da República Michel Temer”.

“No atual cenário de instabilidade política e de retrocessos sociais, o Governo ignora a diretriz de permanente avanço no combate ao trabalho escravo imposta pela sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (que recentemente condenou o Brasil em um caso de trabalho escravo) e arruína uma política pública até então assumida como prioritária pelo Estado brasileiro”, completaram.

Fonte: redebrasilatual.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Ação da polícia de Alckmin na casa de filho de Lula causa indignação

Para deputados estaduais e federais, senadores e constitucionalistas, operação da Polícia Civil na casa de Marcos Lula, motivada por denúncia anônima, foi ilegal, imoral e revelou que “país vive Estado de exceção que precisa ser combatido”

Medida abusiva, prática nazista, ato estarrecedor e ação imoral. Estas foram algumas das definições, em tom indignado, de juristas, parlamentares do PT, políticos de outras legendas e profissionais diversos diante do ato da operação de busca e apreensão realizada ontem (10) na casa de um dos filhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marcos Lula da Silva, no interior de São Paulo, por suposta acusação de “consumo de drogas e porte de armas”. A operação, conforme confirmaram policiais, foi deflagrada em razão de uma denúncia anônima e nada encontrou na casa de Marcos.

O assunto, assim que foi divulgado, repercutiu amplamente na capital do país e continua provocando indignação. Um grupo de deputados e senadores exige explicações do governo de São Paulo sobre os critérios utilizados pela Polícia Civil para a realização de tal ação, qualificada como “mais do que arbitrária”. A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que a operação foi “violência e tem de ser explicada por todas as autoridades envolvidas”.

“O simples fato de nada de ilícito ter sido encontrado na residência mostra que a medida foi abusiva e sem qualquer fundamento real. A perseguição a Lula e sua família não tem limites. O PT está solidário com Lula, com seu filho, nora e netos. O Brasil precisa enfrentar seriamente os repetidos abusos de autoridade”, destacou a parlamentar.

A deputada Maria do Rosário Nunes (PT-RS) disse que o filho do ex-presidente foi usado para atingi-lo, o que é “inadmissível”. Para Paulo Teixeira (PT-SP) o caso é de “abuso de autoridade”. “Estamos num estado de exceção. Fazem com Lula, fazem com os mais pobres e farão com qualquer um”, afirmou.

‘Campanha de ódio’

O líder do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Alencar Santana Braga, divulgou nota na qual afirma que a bancada de deputados e deputadas estaduais do PT paulista já vinha alertando a população e a militância “sobre a campanha de ódio – alimentada por veículos de imprensa e grupos políticos – contra o ex-presidente Lula, assim como contra seus familiares e contra o Partido dos Trabalhadores”.

“Exigimos esclarecimentos do governador Geraldo Alckmin e de seu secretário de Segurança Pública acerca dos motivos de tal operação, de claro caráter político”, destaca a nota.

Braga também disse que a bancada petista da Assembleia Legislativa quer a identificação do autor da falsa denúncia. “Não podemos permitir que as instituições públicas sejam usadas de forma discricionária e para uso político. Todos perdem com isso, principalmente o Estado Democrático de Direito”, ressaltou.

‘Inconstitucional e imoral’

No meio jurídico, a notícia recebeu duras críticas de juristas renomados, caso do professor de Direito Constitucional Pedro Estevam Serrano. Segundo Serrano, realização de busca e apreensão com base em denúncia anônima é “absolutamente inconstitucional, ilegal e contra jurisprudência turística”.

“A persecução a Lula e sua família é de estarrecer. Pelo que conheço de história, tudo que o sistema de Justiça fez de bom nas últimas décadas não deixará registro significativo. Ficará a imagem de persecução a um líder político relevante e sua família. Se Lula é culpado, seus algozes, com esses abusos, vão inocentando o ex-presidente. Colocando-o como vítima, o que, de fato, tem sido”, ressaltou.

Fonte: redebrasilatual.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Petrobras reajusta gás de cozinha em 12,9% a partir de zero hora do dia 11

A Petrobras aumentou em 12,9% o gás de cozinha (GLP) vendido em botijões de até 13 Kg. O aumento entra em vigor a partir da zero hora da quarta-feira, 11 de outubro.

“O porcentual de reajuste foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em 07/06/2017 e reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”, informou a estatal, em comunicado.

A empresa informa ainda que o aumento ao consumidor dependerá do repasse das distribuidoras e revendedores, mas, se for integralmente, a estimativa é de que o preço do botijão de GLP P-13 possa ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09 cada.

“Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, explicou a companhia.

Fonte: Diário do Grande ABC.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Número de mortos em incêndios na Califórnia sobe para 17

As chamas atingem a região produtora de vinhos do estado

Subiu para 17 o número de mortos nos incêndios florestais que já queimaram cerca de 46 mil hectares na Califórnia, no oeste dos Estados Unidos.

Além disso, aproximadamente 200 pessoas seguem desaparecidas, mas é provável que a maior parte delas esteja apenas incomunicável por conta das avarias na rede de telefonia do estado.

As zonas mais atingidas pelas chamas são os condados de Sonoma e Napa, no coração da região produtora de vinhos da Califórnia.

Entre o fim de setembro e o início de outubro, o estado mais rico dos EUA costuma conviver com clima quente e seco, condição propícia para o surgimento de incêndios.

Nos últimos dias, esse cenário foi agravado por fortes ventos, que serviram para propagar as chamas.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Informe: filha de Beira-Mar assumirá mandato como vereadora

Aos 32 anos, a filha do traficante de drogas mais conhecido do Brasil dará início à vida política

A ascensão de Dra. Fernanda Costa — nome de urna que adota — ao poder ocorre por conta do afastamento de Sebastião Ferreira da Silva (PP), o Chiquinho Grandão. Acusado de envolvimento com a milícia, ele teve a prisão preventiva decretada quinta-feira pelo juiz Alexandre Guimarães Gavião Pinto.

Fernandinho Beira-Mar, de 50 anos, está preso desde 2002. Suas condenações, somadas, chegam a 350 anos de prisão.

Herdeira

Dra. Fernanda (foto acima) se candidatou pela primeira vez no ano passado. Ao Tribunal Superior Eleitoral, a cirurgiã-dentista declarou ter bens avaliados em R$ 140 mil. Ela não se elegeu, mas os 3.098 votos lhe garantiram a suplência. Pela Lei Orgânica do Município, assumirá o mandato 120 dias após o afastamento de Chiquinho Grandão.

Chiquinho

Ainda solto, Chiquinho Grandão disse ao Informe não ter sido notificado oficialmente e que sua prisão preventiva é uma injustiça. “Estou com recurso na segunda instância. E agora justamente a primeira instância expede o mandado de prisão de um habeas corpus que era para ser cumprido em 2015. É muito estranho. A vontade dos meus adversários de me ver preso não vai prevalecer.”

Cachimbo da paz?

Presidente da Assembleia Legislativa e do PMDB-RJ, Jorge Picciani diz que Eduardo Paes (PMDB) disputará o governo estadual pelo partido. Já o deputado federal Pedro Paulo Carvalho (PMDB) tem defendido a mudança para uma legenda com menos desgaste. Evidenciado pela Coluna na sexta, o clima nebuloso entre Picciani e Pedro Paulo pode ser dissipado. Ambos marcaram encontro para segunda-feira. A tendência é que fumem o cachimbo da paz.

Imagem

O fato de o PMDB ter assumido ou feito indicações para o governo de Marcelo Crivella (PRB) não agrada a todos no partido.

Parceria inteligente

O prefeito Crivella decidiu fazer um repasse ao… governo do estado, comandado pelo grupo político rival. Os R$ 5 milhões para a Fundação Santa Cabrini, que trata de ressocialização e capacitação, são para que internos do Degase confeccionem uniforme escolar para alunos da rede municipal.

Nas arábias

Crivella viaja amanhã para a riquíssima Dubai — maior cidade dos Emirados Árabes, que nada em petróleo. Procura investidores para a urbanização de Vargem Grande e Vargem Pequena.

Ajuda, Crivella!

Os donos da Estudantina, tradicional casa de gafieira que recebeu ordem de despejo, foram vistos ontem na prefeitura.

Orelha ardendo

A Pezão, o ex-prefeito de Queimados Max Lemos (PMDB) criticou o comandante-geral da PM, Wolney Dias. “Descumpriu acordo de aumentar o efetivo na cidade.”

Fonte: O DIA.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Amazônia Independente: movimento propõe a emancipação da região norte

Um dos líderes do movimento propõe a criação do país Amazônia, agregando todos os Estados da Região Norte

No último domingo (1), a região da Catalunha, na Espanha, realizou referendo para saber se há viabilidade de emancipação e se tornar um novo país. Após a consulta, em que 42% da população foram às urnas, cerca de 90% dos eleitores se declararam favoráveis à divisão.

Embalados pela votação espanhola, o movimento O Sul é Meu País promoverá no próximo sábado (7), um plebiscito informal para saber se os eleitores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul aprovam também a possibilidade de se tornarem um novo país.

Aqui na Amazônia, há movimentos que se articulam e propõem uma ruptura  do Norte com o restante do país, e um deles é o Movimento Amazônia Independente. Um dos líderes do movimento, Axel Julyan, propõe a criação do país Amazônia, agregando todos os Estados da Região Norte.

“Nosso movimento surgiu com a união de um grupo amazonense e um grupo paraense há cerca de um atrás, tínhamos o mesmo ideal emancipacionista. Mas o movimento ainda está em processo de formação e consolidação, ou seja, tem funcionado de forma improvisada”.

Segundo Julyan, o grupo formado, em sua maioria, por pessoas dos Estados do Amazonas e Pará, pretende articular não apenas a ação de emancipação, mas também atividades e outras discussões.

“Pretendemos fazer sua legalização como associação cultural no próximo ano, para desenvolvermos inúmeras atividades, não somente de cunho separatista. Hoje nós temos um grupo com cerca de 50 integrantes, com pessoas de todos os estados da região norte, embora a maioria seja do Pará e Amazonas. Nós estamos buscando a adesão de mais pessoas nos demais estados. De vez em quando aparece nas redes sociais alguma página que promove o separatismo de algum estado, mas nós apenas ignoramos, pois não se tratam de movimentos sérios,” disse.

Ainda questionado sobre a viabilidade do movimento e a projeção caso a separação aconteça, Julyan afirma que é preciso combater mitos sobre a criação do amazônida e da Amazônia.

“ Mitos como os que dizem que a Amazônia é desabitada, que é dependente e incapaz de se sustentar – o que legitima o domínio brasileiro sobre nós. Somente com o que temos hoje, nós seríamos maiores que 70% dos países do mundo em relação à economia e população. Além disso, sem as amarras do estado brasileiro, com uma verdadeira emancipação, nós poderíamos partir para um verdadeiro desenvolvimento econômico com a construção de uma indústria nacional amazônida, e etc. Nós temos um potencial enorme pra nos desenvolver de forma humana e sustentável, mas na situação em que estamos, nós desperdiçamos todas essas oportunidades e aceitamos resignados situações absurdas promovidas tanto pelo Brasil quanto por outros países. Se nações menores podem, por que nós não podemos?” concluiu.

O que diz a Constituição?

Para o cientista político Helso Ribeiro, é inviável a emancipação da Amazônia e a criação de um novo país. Ele explica que qualquer proposta neste sentido é inconstitucional.

“Existe em nossa constituição uma cláusula pétrea que não pode ser superada, nem mesmo através de consulta popular. Com isso é inconstitucional qualquer divisão do território brasileiro. Ainda que tenham as divergências e as diferenças regionais, o país é uma nação, tem uma língua unificada, é miscigenado, diferente, por exemplo, da Catalunha, que busca consolidar sua divisão, mas é uma região com identidade e idiomas próprios,” disse.

Fonte: portalamazonia
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mulher negra no comercial da Dove grita: ‘Não sou vítima!’

A mulher que participou do comercial da companhia Dove, alvo de milhares de queixas, nega que o vídeo seja racista

Um comercial curto do sabonete Dove causou controvérsia entre os internautas, que alegam que ele mostra uma mulher preta que se torna branca depois de se lavar.

A mulher que participou do comercial da companhia Dove, alvo de milhares de queixas, nega que o vídeo seja racista.

Em meio à fúria, a nigeriana Lola Ogunyemi, protagonista do comercial, falou sobre a publicidade ao The Guardian. Ela diz que não considera o vídeo racista e que gostou de participar na filmagem.

Na sua opinião, a experiência com a empresa foi “positiva”, adicionando que passou “um tempo fantástico durante a filmagem”.

“Todas as mulheres que participaram da filmagem perceberam a ideia e o objetivo geral – usar nossas diferenças para sublinhar o fato de que a pele merece gentileza”, explicou ela.

Quando ela viu o primeiro vídeo com a publicidade no Facebook, ela admitiu que “gostou muito dele”, tal como a sua família e os amigos.

“Depois, o vídeo inteiro de 30 segundos apareceu na TV nos EUA, e eu fiquei muito feliz mais uma vez. Na versão completa somos sete, de raças e idades diferentes, cada uma de nós respondendo a uma questão: ‘Se sua pele fosse uma etiqueta de lavagem, o que ela diria?”

A Dove, que é propriedade da Unilever, e outros produtores do sabonete já foram criticados por causa de racismo na publicidade no passado. No século 20, as publicidades frequentemente mostravam as pessoas negras como sujas, aspecto que foi referido pelos críticos nas discussões sobre a última campanha da Dove.

No artigo do The Guardian, Ogunyemi diz que “ela pode ver como os snapshots que circulam pela Internet foram interpretados de maneira errada, considerando que a Dove foi criticada no passado pela mesma razão”.

“Aqui há falta de verdade, sinto que o público foi justificado na sua raiva inicial. Dito isto, posso também ver que muito foi omitido. A narrativa foi escrita sem dar aos consumidores o contexto para formarem a sua opinião.”

“Estou de acordo com a resposta da Dove, que se desculpou inequivocamente por ter ofendido alguém, mas ela podia também defender a sua versão criativa e sua escolha de me filmar, uma mulher de pele preta, como a cara da sua campanha.  Não sou uma vítima silenciosa da campanha errada. Sou forte, bonita e não serei apagada”.

O vídeo começa com uma mulher preta com um top castanho que o despe e se torna branca. Os capturas de tela da primeira parte da publicidade se espalharam rapidamente nas redes sociais, o que provocou um aceso debate.

Alguns comentadores dizem que o vídeo inteiro não é racista porque mostra uma mulher branca que depois se transforma em mulher asiática, mas alguns continuam a insistir que a publicidade é racista.

A marca mais uma vez é envolvida em acusações de racismo. Em 2015, a Dove lançou um protetor solar que “pode ser usado tanto em pele normal como em pele escura”. A construção da frase do protetor solar foi discutida por muitos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Adepará apreende mais de mil quilos de polpa de fruta ilegal em Novo Repartimento

Uma equipe da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), da regional de Tucuruí, apreendeu, na tarde desta terça-feira (3), no município de Novo Repartimento, 1.286 quilos de polpa de fruta que estavam transitando de forma ilegal no município. Segundo os técnicos da agência, não havia registro e nem acondicionamento correto do produto. Após a apreensão, a carga foi destruída no local.

De acordo com informações repassadas pela gerente regional de Tucuruí, Thauanna Cunha, os produtos além de estarem acondicionados de forma incorreta, estavam também com data de validade vencida. “O produtor já havia sido notificado a se adequar, porém, até o momento não deu entrada junto à Adepará para registro do seu produto. Por isso, apreendemos os produtos e levamos para destruição”, disse a gerente.

A ação, que contou com o apoio da Polícia Militar e Secretaria de Obras do Município, é realizada permanentemente pelas equipes das unidades da Adepará em todos os municípios do estado. “As ações de fiscalização móvel buscam garantir a saúde pública e a defesa sanitária do Estado, por meio da apreensão de produtos que transitam de forma ilegal”, apontou o diretor geral da Adepará, Luiz Pinto.

Orientações – A Adepará informa que antes de apreender qualquer produto realiza primeiramente orientações e, se for o caso, solicita adequações para o estabelecimento e também no processo de produção, caso seja necessário. O objetivo é o cumprimento das normas sanitárias vigentes, para garantir segurança alimentar ao consumidor.

Para obter o registro, o produtor pode procurar a agência, para regularizar sua produção. Com ele, o produto ganha um selo de qualidade, que permite a sua comercialização de forma legal. Além disso, é possível ampliar mercados, expandir vendas, diferenciar e qualificar os produtos, desenvolver a confiabilidade dos consumidores e gerar riquezas.

FOTO: ASCOM / ADEPARÁ
Fonte: O Portal Carajás.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Publicação nº 129/2017- GILSONCLAY DE MENDONÇA MORAES

folha-3GILSONCLAY DE MENDONÇA MORAES (51911841220), CNPJ/MF Nº 28.478.599/0001-927, torna público que requereu da SEMMA-NP a D.L.A p/ atividade de GLP DE CLASSE I – ATÉ 40 BOTIJÕES DE 13 KG (Conforme Portaria  007/2017 SEMMA-NP) processo nº 663/2017 no município de Novo Progresso – PA.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Publicação:128/2017- SAMUEL OLIVEIRA LOPES

editalSAMUEL OLIVEIRA LOPES (00838089224), CNPJ/MF Nº 27.505.249/0001-05, torna público que requereu da SEMMA-NP a D.L.A p/ atividade de GLP DE CLASSE I – ATÉ 40 BOTIJÕES DE 13 KG (Conforme Portaria  007/2017 SEMMA-NP) processo nº 642/2017 no município de Novo Progresso – PA.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br