Coreia do Norte diz que guerra nuclear pode começar ‘a qualquer momento’

Kim In Ryong falou a comitê de desarmamento das Nações Unidas.

O embaixador adjunto da Coreia do Norte nas Nações Unidas, Kim In Ryong, disse nesta segunda-feira (16) que a situação na Península Coreana atingiu um ponto em que “uma guerra nuclear pode começar a qualquer momento”.

Kim afirmou ao comitê de desarmamento da Assembleia Geral da ONU que a Coreia do Norte é o único país do mundo que foi submetido a “uma ameaça nuclear tão extrema e direta” dos Estados Unidos desde a década de 1970, e argumentou, ainda, que o país tem o direito de possuir armas nucleares para defesa própria.

Ele apontou a realização de exercícios militares anuais em larga escala usando “ativos nucleares” e disse que o mais perigoso é o que chamou de um plano americano para uma “operação secreta destinada a remover nossa liderança suprema”.

Neste ano, disse Kim, a Coreia do Norte completou sua “força nuclear do Estado e, por isso, tornou-se potência nuclear plena que possui meios de ataque de diferentes alcances, incluindo a bomba atômica, a bomba H e os foguetes balísticos intercontinentais”.

O discurso de Kim acontece após ameaças crescentes entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, além de sanções da ONU cada vez mais duras.

Sanções

O presidente russo, Vladimir Putin, disse na segunda-feira que seu país está restringindo laços econômicos, científicos e outras relações com a Coreia do Norte, de acordo com as sanções da ONU. A União Europeia anunciou novas sanções contra Pyongyang pelo desenvolvimento de armas nucleares e mísseis balísticos.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse no domingo que os esforços diplomáticos destinados a resolver a crise norte-coreana “continuarão até a primeira bomba cair”. Seu compromisso com a diplomacia veio apesar dos tuítes do presidente Donald Trump dizendo que seu enviado-chefe para o tema estava “desperdiçando seu tempo” tentando negociar com o líder norte-coreano Kim Jong-Un, a quem ele se refere como “homenzinho do foguete”.

O embaixador adjunto da Coreia do Norte na ONU classificou o arsenal nuclear e de mísseis de seu país como “um ativo estratégico precioso que não pode ser revertido ou trocado por nada”.

“A menos que a política hostil e a ameaça nuclear dos Estados Unidos sejam completamente erradicadas, nunca colocaremos nossas armas nucleares e foguetes balísticos na mesa de negociação, sob nenhuma circunstância”, disse Kim.

Ele disse ao comitê de desarmamento que a República Popular Democrática da Coreia – nome oficial da Coreia do Norte – esperava um mundo sem armas nucleares.

Em vez disso, Kim disse que todos os estados nucleares estão acelerando a modernização de suas armas e “revivendo uma corrida armamentista nuclear que lembra a era da Guerra Fria”. Ele observou que os Estados que detêm armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, boicotaram negociações para o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, aprovado em julho por 122 países das Nações Unidas.

“A Coreia do Norte apoia consistentemente a eliminação total das armas nucleares e os esforços para a desnuclearização do mundo inteiro”, afirmou. Mas, enquanto os Estados Unidos rejeitarem o tratado e “constantemente ameaçarem e chantagearem a Coreia do Norte com armas nucleares, não estamos em posição de aderir ao tratado”.

Fonte: ORMNews.
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Desmatamento da Amazônia cai 19% no Pará

Percentual corresponde a 2.413 km² entre 1º de agosto de 2016 a 31 de julho de 2017

O Estado do Pará reduziu em 19% a taxa de desmatamento da floresta amazônica, segundo estimativa da taxa de desmatamento na Amazônia do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), divulgado ontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O percentual corresponde a 2.413 km² entre 1º de agosto de 2016 a 31 de julho de 2017. No mesmo período do ano anterior, o desmatamento da floresta no Pará foi de 2.992 km² – uma diferença de 579 km².

Essa foi a maior redução em área desmatada, dentre os nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Já, proporcionalmente, os destaques são Tocantins, que recuou em 55% o desmatamento, baixando a área desmatada de 58 km², em 2016, para 26 km², em 2017; Roraima, com decréscimo de 43%, caindo de 202 km² para 115 km²; Acre, com -34%, de 372 km² para 244 km²; e Amazonas, com -15%, de 1.129 km² para 965 Km².

Os Estados do Mato Grosso, de Rondônia e do Maranhão também apresentaram leves reduções. O primeiro teve queda de 10%, com devastação de 1.341 km² de floresta esse ano, ante 1.489 km² de 2016. Os dois seguintes reduziram em 9% (124 km²) e 8% (21 km²), respectivamente. Por outro lado, o Amapá aumentou em 82% a área de floresta desmatada esse ano. Em 2016 foram detectados 17 km² e, esse ano, 31 km² de desmatamento.

Em todo o País, o PRODES detectou 16% de queda na taxa de desmatamento na Amazônia em relação ao período anterior, após dois anos de aumento consecutivo. O levantamento aponta o valor de 6.624 km² de corte raso, sendo 36% dele no Pará, 20% no Mato Grosso e 19% em Rondônia. Em 2016, foram medidos 7.893 km² de vegetação suprimida.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, esse valor demonstra uma retomada do controle sobre o desmatamento na Amazônia, fruto do esforço do governo brasileiro na execução das políticas ambientais, cuja estratégia está organizada no âmbito do Plano de Ação para Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Em relação a 2004, ano de início do PPCDAm, o desmatamento observado em 2017 é 76% menor em relação à área registrada naquele ano.

Em dezembro de 2016, teve início a 4ª fase do PPCDAm, na qual foram priorizadas ações de monitoramento e controle, especialmente a fiscalização ambiental, conduzida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), para o fortalecer as atividades de fiscalização ambiental, os níveis orçamentários do Ibama foram restabelecidos durante a atual gestão do MMA, com recursos do orçamento federal e recursos adicionais do Fundo Amazônia.

Entre as ações conduzidas pelo Ministério do Meio Ambiente e por instituições parceiras que contribuíram para a redução do desmatamento, estão: o aperfeiçoamento do Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter-B); a  fiscalização remota do desmatamento; a implantação do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais; a criação do Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, com 790 km2; o  engajamento da Força Nacional de Segurança Pública em apoio aos órgãos ambientais; a consolidação do Cadastro Ambiental Rural (CAR); as investigações conduzidas pela Polícia Federal; a implantação do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor), entre outras.

“O Ministério do Meio Ambiente continuará a envidar esforços para reduzir ainda mais o desmatamento na Amazônia, visando contribuir para a redução de emissões de gases de efeito estufa e cumprir integralmente com os compromissos assumidos sob o Acordo de Paris”, afirma o ministro Sarney Filho.

Fonte: ORMNews.
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Venda de veículos novos tem queda de 23% no Estado

Na comparação com setembro do ano passado, a retração foi de 1,72%

A venda de carros, comerciais  leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus novos no Pará voltou a recuar no último mês de setembro, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa as concessionárias de automóveis. Na passagem de agosto último para setembro, a redução foi 23,34%, com os novos emplacamentos caindo de 8.877 veículos para 6.805 – 2.072 automóveis a menos.

Na comparação com setembro do ano passado, a retração foi de 1,72%, interrompendo o movimento de alta apontado no Estado desde de maio passado. No mesmo mês do ano passado, foram vendidos no Pará 6.924 unidades. Com isso, os emplacamentos no acumulado de janeiro a setembro de 2017 somam no Pará 66.927 de unidades, queda de 12,27% na comparação com os mesmos nove meses de 2016, quando foram comercializados 76.288 unidades.

O mercado de veículos no Pará no mês de setembro surge na contramão do desempenho nacional, que mostra que o consumidor está recuperando a disposição para comprar veículos zero-quilômetro. Os emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no mês passado somaram 199.227 unidades e superaram em 24,55% o total licenciado em igual período em 2016 – quando foram registrados 159.953 exemplares.

Na comparação com agosto, no entanto, quando foram vendidos 216.528 veículos novos – melhor resultado em 20 meses – houve redução de 7,99% nos licenciamentos. Na avaliação da Fenabrave, essa redução até 8% é considerada natural, uma vez que setembro teve três dias úteis a menos em relação a agosto. No acumulado do ano, é contabilizado o comércio de 1.619.786 unidades, incremento de 7,36% em relação ao período de janeiro a setembro do ano passado, com 1.508.734 exemplares.

Para Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, os resultados nacionais de setembro confirmam a melhora esperada para o setor. O desempenho do último mês motivou a revisão das projeções da entidade para este ano. Agora a estimativa é de alta de 2,2% para o setor como um todo, contra a projeção de julho, de retração de 1,9%.

“Devemos atingir esse patamar de crescimento se as nossas previsões (de vender média de 200 mil unidades mensais) se confirmarem entre os meses de outubro e dezembro”, disse Assumpção Júnior, que destacou a expansão da oferta de financiamento como fator que contribui ao cenário. “Antes, a cada dez fichas cadastrais, três eram aprovadas e, agora, quatro têm o crédito concedido.”

Carros

A queda das vendas em setembro de carros e comerciais leves no Pará foi uma das mais intensas. Foram 2.836 veículos comercializados no último mês contra 3.325 do mês de agosto, o que correspondeu a uma redução de 14,71% – baixa de 17,02% apenas no segmento de automóveis. No entanto, na comparação anual, a comercialização ainda mantém o ritmo de alta, com variação positiva de 16,71%. O mesmo vale para o acumulado do ano, que já contabiliza 25.581 carros e comerciais leves vendidos. O aumento foi de 1,61% em relação a janeiro e setembro de 2016, quando foram comercializados 25.175 veículos desse segmento.

Mas o segmento que mais impactou no resultado mensal foi o de motocicletas, que retraiu 28,80% sobre agosto e 13,16% sobre setembro de 2016. Em números brutos, foram emplacadas 3.689 motos no mês passado, ante 5.181 unidades de agosto último e 4.248 do mesmo período do ano passado. Com esses resultados, já se observa uma baixa de 19,54% de vendas ao longo do ano. Até setembro de 2016, tinham sido vendidas 48.391 motocicletas no Estado, enquanto desde janeiro desse ano, foram comercializadas 38.935 unidades.

A boa notícia é a retomada das vendas de caminhões no Estado, que expandiu 36,96% entre agosto e setembro (passou de 92 unidades vendidas para 126); e 51,81% entre setembro de 2016 e setembro de 2017 (de 83 para 126). A alta ainda é insuficiente para superar a marca de caminhões comercializados no Pará no ano passado. Até setembro de 2016 as concessionárias do Estado tinham licenciado 917 caminhões, enquanto até o mesmo período desse ano a marca é de 774 veículos (-15,59%).

O segmento de ônibus foi outro que apresentou baixa acentuada na variação mensal (-27,27%), com apenas 24 unidades vendidas em setembro. Por outro lado, o número é 71,43% superior ao total comercializado em setembro de 2016 (14). No acumulado,m a pesquisa aponta um decréscimo de 37,04, caindo de 270 emplacamentos para 170.

Fonte: ORMnews.
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Sem reajuste, gasolina no Pará é uma das mais caras do País

Produto é o décimo mais caro do País, com o preço médio de R$ 3,9710

Desde a segunda-feira está em vigor a nova tabela do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que alterou os valores médios dos combustíveis, que servem de referência para o cálculo do ICMS, em dez Estados e no Distrito Federal. Apesar do Pará não estar nesse rol de reajustes, o consumidor do Estado é um dos que mais sofre no bolso na hora do abastecimento.

A gasolina, por exemplo, é a décima mais cara do País, com o preço médio de R$ 3,9710, sendo que em vários municípios, já são praticados valores acima dos R$ 4,20. Segundo levantamento semanal de preços da Agência Nacional de Petróleo (ANP), em Altamira foi verificado no último fim de semana o preço médio de R$ 4,500, com alguns postos já praticando o valor de R$ 4,550. Em Redenção, o custo médio da gasolina comum estava saindo por R$ 4,458; e em Santarém, por R$ 4,302.

Em Belém, onde foi verificado o segundo menor preço médio ponderado ao consumidor final no Estado, a gasolina sai por R$ 3,841, com valores que oscilam nos 15 postos pesquisados entre R$ 3,680 e R$ 3,999. Na comparação, com as demais 26 capitais do País esse é o 16º maior valor médio. O preço médio mais baixo da gasolina comum no Pará foi identificado em Bragança, com custo de R$ 3,706. Para efeito de comparação, no Maranhão, onde a pesquisa aponta o menor preço médio da gasolina após o reajuste (R$ 3,6630), o combustível sai nas bombas dos postos de São Luiz por R$ 3,571.

O alto valor médio no Pará se estende aos demais combustíveis. No caso do álcool (álcool etílico hidratado combustível -AEHC), o valor médio de R$ 3,4420 é o quinto mais caro do País, com variações entre os municípios paraenses de R$ 3,340, em Castanhal, e de R$ 4,100, em Santarém. O óleo diesel, sai pelo preço médio de R$ 3,2390 aos consumidores paraenses. É o 13º mais alto dentre todos os Estados, sendo mais alto o valor médio em Altamira (R$ 3,617) e o mais baixo em Castanhal (R$ 3,162).

Reajuste

No geral, foram reajustados os valores médios dos combustíveis em Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e São Paulo. O Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) serve de base para o recolhimento do ICMS feito pelas refinarias. O Confaz é formado por técnicos do governo e representantes das secretarias estaduais de Fazenda. No Pará, o realinhamento do preço médio é um ato de rotina praticado pela Fazenda Estadual para acompanhar os valores praticados na venda ao consumidor. O PMPF ajusta a base de cálculo do ICMS, de acordo com as flutuações de preços praticados nos postos.

Fonte: ORMNews.
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Sobe para cinco o número de presos por tráfico de 480 kg de cocaína em avião no Mato Grosso

O sargento da Polícia Militar de Tangará da Serra, Idoardo do Carmo Pereira, informou, há pouco, ao Só Notícias, que mais três homens, de 28, 45 e 50 anos, foram presos hoje à tarde, em uma área rural, do município. Segundo as investigações, eles receberiam a droga que foi apreendida no último domingo, em uma aeronave que estava em uma pista clandestina localizado entre os municípios de Tangará e Reserva do Cabaçal. Uma ligação anônima levou os policiais aos suspeitos.

Ainda segundo o sargento, os suspeitos confessaram que estavam na aeronave no momento da apreensão. Porem, conseguiram fugir. Todos residem em Cuiabá e já foram encaminhados à sede da Polícia Federal na capital para as providências necessária.

Conforme Só Notícias já informou, o Serviço de Inteligência da Polícia Federal em parceria com a Força Tática da PM e da Agência Regional de Inteligência prenderam no domingo dois homens, de 25 e 24 anos, transportando 14 fardos, totalizando 480 quilos de cocaína, em uma aeronave. Também foram apreendidos U$2,5mil e B$ 820 (moeda boliviana).

Após a prisão o comandante regional da PM de Tangará da Serra, Heverton Mourett de Oliveira, declarou que o piloto e passageiro da aeronave possuem nacionalidade boliviana e informaram que receberiam uma quantia em dinheiro (valor não informado) para fazer o transporte da droga até Mato Grosso. O caso segue sendo investigado.

Fonte: Só Notícias.
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Senado anula decisão do Supremo e Aécio pode voltar ao mandato

O Senado derrubou nesta terça-feira (17), por 44 votos a 26, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. Com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares. Para retomar o mandato, o tucano precisava de, pelo menos, 41 votos.

Os líderes de PMDB, PSDB, PP, PR, PRB, PROS e PTC orientaram os senadores das respectivas bancadas a votar “não”, ou seja, contra o afastamento e a favor de Aécio.
PT, PSB, Pode, PDT, PSC e Rede orientaram voto a favor da decisão da Turma do Supremo.
DEM e PSD liberaram os senadores a votar como quisessem.

COMO VOTOU CADA SENADOR
PRÓ-AÉCIO     CONTRA AÉCIO
Airton Sandoval (PMDB-SP)     Acir Gurgacz (PDT-RO)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)     Alvaro Dias (Pode-PR)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)     Ana Amélia (PP-RS)
Benedito de Lira (PP-AL)     Ângela Portela (PDT-RR)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)     Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
Cidinho Santos (PR-MT)     Fátima Bezerra (PT-RN)
Ciro Nogueira (PP-PI)     Humberto Costa (PT-PE)
Dalírio Beber (PSDB-SC)     João Capiberibe (PSB-AP)
Dário Berger (PMDB-SC)     José Medeiros (Pode-MT)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)     José Pimentel (PT-CE)
Edison Lobão (PMDB-MA)     Kátia Abreu (PMDB-TO)
Eduardo Amorim (PSDB-SE)     Lasier Martins (PSD-RS)
Eduardo Braga (PMDB-AM)     Lídice da Mata (PSB-BA)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)     Lindbergh Farias (PT-RJ)
Elmano Férrer (PMDB-PI)     Lúcia Vânia (PSB-GO)
Fernando Coelho (PMDB-PE)     Magno Malta (PR-ES)
Fernando Collor (PTC-AL)     Otto Alencar (PSD-BA)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)     Paulo Paim (PT-RS)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)     Paulo Rocha (PT-PA)
Hélio José (PROS-DF)     Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Ivo Cassol (PMDB-RO)     Regina Sousa (PT-PI)
Jader Barbalho (PMDB-PA)     Reguffe (Sem partido-DF)
João Alberto Souza (PMDB-MA)     Roberto Requião (PMDB-PR)
José Agripino Maia (DEM-RN)     Romário (Pode-RJ)
José Maranhão (PMDB-PB)     Ronaldo Caiado (DEM-GO)
José Serra (PSDB-SP)     Walter Pinheiro (Sem partido-BA)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Marta Suplicy (PMDB-SP)
Omar Aziz (PSD-AM)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Pedro Chaves (PSC-MS)
Raimundo Lira (PMDB-PB)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Simone Tebet (PMDB-MS)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Telmário Mota (PTB-RR)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Wilder Morais (PP-GO)
Zezé Perrella (PMDB-MG)
Fonte: Senado

Ausentes

Nove senadores não compareceram à sessão e dois não votaram – Eunício Oliveira (PMDB-CE), na condição de presidente, e Aécio Neves (PSDB-MG), afastado.

Os nove que não compareceram são os seguintes:

Armando Monteiro (PTB-PE): viagem oficial aos Emirados Árabes
Cristóvão Buarque (PPS-DF): viagem oficial aos Emirados Árabes
Gladson Camelli (PP-AC): viagem oficial à Rússia
Gleisi Hoffmann (PT-PR): viagem oficial à Rússia
Jorge Viana (PT-AC): viagem oficial à Rússia
Ricardo Ferraço (PSDB-ES): viagem oficial aos Emirados Árabes
Rose de Freitas (PMDB-ES): disse que não encontrou passagem aérea disponível do Espírito Santo para Brasília nesta terça-feira
Sérgio Petecão (PSD-AC): viagem oficial à Rússia
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM): viagem oficial à Rússia

Fonte: G1.
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WhatsApp libera envio de localização ao vivo por até oito horas

Usuários podem interromper o compartilhamento a qualquer momento.

O WhatsApp libera nesta terça-feira (17) uma nova ferramenta que permite ao usuário compartilhar a sua localização exata no mapa. Para tanto, a tecnologia tira proveito do GPS presente na maioria dos celulares e smartphones. O recurso é compatível com Android e com iPhone (iOS).

Quando ativado, o recurso exibe em tempo real a localização do usuário. Conforme a pessoa se move, o indicador no mapa também se movimenta, para refletir o trajeto. Sabe aquele amigo que costuma mandar “Estou saindo de casa”, mas na realidade nem sequer entrou no banho? Com a nova tecnologia, a artimanha está com os dias contados.

WhatsApp Beta notifica mudança de número e ganha sticker de horário

O compartilhamento de localização ao vivo chega no formato de uma mensagem no próprio chat, com a posição do remetente no mapa. Ela funciona tanto em conversas individuais quanto em conversas em grupo. Para acioná-la é preciso tocar no ícone de clipe de escritório e depois selecionar o compartilhamento de local. Na sequência, entre as opções vai aparecer “Localização atual”.

A equipe de engenharia do WhatsApp ainda incluiu uma forma de visualização que mostra, num mesmo mapa, todos os usuários que decidiram compartilhar sua posição no globo.

O recurso fica ativo por até oito horas. De acordo com encarregado pela novidade, Zafir Khan, são três opções de duração da localização ao vivo:

15 minutos: indicado para aqueles momentos em que você está em vias de encontrar uma pessoa, e precisa de auxílio para encontrar a rua exata.
60 minutos: indicado para quando o usuário está saindo de casa para um compromisso de carro.
8 horas: para shows, festivais e outros eventos, em que o usuário normalmente está em grupo.

“Queremos que os usuários estejam no controle. Por isso adicionamos um botão de encerrar o compartilhamento a qualquer momento”, explica Khan. O botão é apresentado em vermelho, na janela de chat, logo abaixo da mensagem com a localização em tempo real.

Khan ressalta que as informações trafegam na rede do WhatsApp com a técnica de segurança de criptografia ponta a ponta. Na prática, isso quer dizer que nem mesmo os funcionários da plataforma conseguem acessar as informações de localização, como já acontece com mensagens em texto, fotos, vídeos, áudios e chamadas de voz ou vídeo.

O aplicativo mais popular do país oferecia uma ferramenta de localização geográfica que também usava o GPS do smartphone como parâmetro para enviar um ponto no mapa. No entanto, não era possível ajustar para que a localização se atualizasse constantemente.

O recurso de Localização Atual foi visto anteriormente em versões de testes do WhatsApp. Esta é a primeira vez que a companhia confirma sua existência e também a disponibilidade para toda a base de usuários – 1,3 bilhão de pessoas se conectam ao mensageiro a cada mês.

Fonte: TechTudo.
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Governo anuncia queda de 16% na taxa de desmatamento na Amazônia

A taxa de desmatamento na Amazônia caiu 16 por cento entre agosto de 2016 e julho de 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgados nesta terça-feira pelo governo federal; os dados apontam que o corte raso na Amazônia neste período foi de 6.624 km²; entre 2015 e 2016, o corte alcançou 7.893 km². De acordo com o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, os números representam uma queda de 76 por cento em relação a 2004, quando o governo federal iniciou o plano de controle do desmatamento da Amazônia

A taxa de desmatamento na Amazônia caiu 16 por cento entre agosto de 2016 e julho de 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgados nesta terça-feira pelo governo federal.

Os dados apontam que o corte raso na Amazônia neste período foi de 6.624 km². Entre 2015 e 2016, o corte alcançou 7.893 km². De acordo com o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, os números representam uma queda de 76 por cento em relação a 2004, quando o governo federal iniciou o plano de controle do desmatamento da Amazônia.

O levantamento mostra que Pará e Mato Grosso, áreas ainda de grande fronteira agrícola, foram as que ainda registraram maior desmatamento, com 2.413 km² e 1.341 km², respectivamente, com quedas de 19 por cento e 10 por cento, em relação ao período anterior.

Tocantis, com 26 km², e Amapá, com 31 km², tiveram as menores áreas desmatadas. Ainda assim, o Amapá foi o único Estado onde houve crescimento do desmatamento, 82 por cento em relação ao ano anterior. Já Tocantins teve a maior queda, 55 por cento.

O ministro do Meio Ambiente afirma que a queda do desmatamento, depois de dois anos de crescimento – 27 por cento entre 2015 e 2016 e 24 por cento entre 2014 e 2015 – foi causada principalmente pelo aumento das ações de fiscalização e controle na Amazônia Legal.

“A fiscalização e o controle ajudam, mas não vai resolver. Só vamos acabar com desmatamento quando valorizarmos a floresta em pé”, disse Sarney Filho. “Estamos chegando no limite. Se não forem cumpridos os acordos internacionais, especialmente de pagamento por serviços ambientais, vai ser muito difícil de manter a queda do desmatamento.”

De acordo com o ministro, o Brasil vai defender na próxima Conferência das Partes sobre mudanças climáticas a imediata adoção do protocolo de pagamento por serviços ambientais. “São 25 milhões de pessoas morando na região amazônica. Essas pessoas não podem desmatar 80 por cento das suas terras. Precisamos dar alternativas a elas”, disse Sarney Filho.

Fonte: brasil247.
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Prefeitura vai ofertar 2.800 novas vagas para mototaxistas

Novo edital será publicado no Diário Oficial do Município na quinta-feira

A Prefeitura de Belém, por meio da Semob (Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém), deve oferecer licitação com 2.800 novas vagas para mototaxistas que desejam atuar em Belém. Todos os detalhes da licitação serão esclarecidos durante reunião na próxima quinta-feira (19), às 14h, no auditório da Mônaco Motocenter, na avenida Augusto Montenegro.

Segundo informações da Agência Belém, a nova licitação servirá para adequação à Lei Municipal Nº 9.271, aprovada em abril deste ano, que altera alguns parâmetros da atividade de transporte por mototáxi.

“Entre as principais mudanças definidas na nova lei estão o aumento no tempo do contrato de prestação do serviço de mototáxi, passando de dois para seis anos, podendo ser renovado por igual período, além de facultar ao mototaxista a inclusão do motorista auxiliar. Também em relação ao veículo, houve alteração na potência máxima permitida, que antes era de 150cc e passou a ser 190cc”, informou o diretor geral da Semob, Gilberto Barbosa.

O novo edital de licitação será publicado no Diário Oficial do Município na quinta-feira e ficará disponível para consulta a todos os interessados em uma das vagas ofertadas.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Assassina de Mosqueiro revela como matou a amiga com 32 facadas

Fabiane da Silva, de 20 anos, presa por matar a amiga Paula Filgueiras com 32 facadas na manhã do último domingo (16), em uma comunidade rural do Furo das Marinhas, em Mosqueiro, foi levada, por medida de segurança, para a Seccional Urbana do distrito, onde comentou sobre a motivação e modo que cometeu o crime.

Ela contou que estava desde a noite de sábado (14) bebendo com uns amigos. A bebedeira seguiu pela madrugada e manhã seguintes. Logo depois das 11h do domingo, foi até a sua casa e convidou Paula para “levar uma ideia”.

“Eu ‘tava’ com raiva porque ela bateu no meu filho e a convidei para ir no igarapé. E lá um rapaz me ajudou a segurá-la enquanto eu a furava. Depois ele a carregou até a margem e a enterramos. Em seguida, voltei pra casa e falei pra minha mãe”, confessou friamente Fabiane da Silva.

Questionada sobre outros motivos, ela desconversou, mas em seguida lembrou do fato de a amiga ter “ficado” com o atual namorado dela. Quanto a estar arrependida, ela disse apenas: “Em parte, pelo meu filho de 11 meses”.

Ela confirmou a versão de familiares, de que conheceu a vítima em um bar e, como Paula Fernandes não tinha para onde ir, pediu para morar com ela em um barraco, que logo depois do crime foi desmontado.

O delegado Benedito Magno, diretor da Seccional Urbana de Mosqueiro, designou dois investigadores para irem até o local, uma vez que a criminosa resolveu colaborar fornecendo o nome de uma terceira pessoa envolvida no crime.

CONTRADIÇÃO

“Ela, a princípio, disse que tinha matado a amiga sozinha, mas caiu em contradição e acabou fornecendo o nome de um rapaz que segurou a vítima enquanto ela aplicava as facadas”, confirmou o delegado. A maioria dos golpes que mataram Paula Fernandes Filgueiras foram aplicados de maneira violenta. Isto faz a polícia acreditar que não apenas Fabiane da Silva usou a faca, e sim uma segunda ou até mesma uma terceira pessoa.

A matadora, que confessou tudo em depoimento à delegada Maria Salvia, logo após a conclusão do flagrante, foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) para exames e, em seguida, encaminhada ao Centro de Recuperação Feminino (CRF) no Coqueiro.

O CRIME

O crime aconteceu por entre as 11h e o meio-dia de domingo (15), mas o corpo da vítima, identificada como Paula Fernandes Filgueiras, de 20 anos, só foi descoberto ontem, depois que a acusada foi presa por policiais militares e indicou o local onde tinha enterrado o corpo.

“Nós fomos até o local e encontramos logo o corpo, que estava insepulto. Os pés apareciam. Comunicamos o Corpo de Bombeiros, que fez a retirada para o trabalho da perícia. A faca usada no crime foi localizada e entregue para a Polícia Civil do Mosqueiro”, contou o cabo Vilhena.

As peritas Carolina Tavares e Creuza Ferreira, do Instituto de Criminalística, trabalharam no levantamento de local de crime contabilizando pelo menos 32 facadas no corpo de Paula Fernandes Filgueiras. “As perfurações são típicas de uma faca afiada de grande porte”, revelou Carolina Tavares.

Fonte: DOL.
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