Publicação: 136/2017 FORTGAS COMERCIO DE GLP EIRELLI

editalFORTGAS COMERCIO DE GLP EIRELLI – ME, pessoa jurídica de direito privado, cadastrada no CNPJ n° 20.684.035/0002-85, localizada na Av. Orival Prazeres, n° 1117, Bairro Rui Pires de Lima, município de Novo Progresso/PA, torna público que requereu junto a SEMMA/NP, A D.L.A para atividade de GLP DE CLASSE IATÉ 40 BOTIJÕES DE 13 KG (Conforme Portaria  007/2017 SEMMA-NP) processo nº 704/2017 no município de Novo Progresso-Pa.

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Publicação 135/2017 – SIMASPA – SINDICATO DAS INDÚSTRIAS MADEIREIRAS DO SUDOESTE DO PARÁ

editalSINDICATO DAS INDÚSTRIAS MADEIREIRAS DO SUDOESTE DO PARÁ

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA – O Sindicato das Indústrias Madeireiras do Sudoeste do Pará – SIMASPA, com endereço na Av. Jamanxim, nº 764, B. Rui Pires de Lima, no município de Novo Progresso – PA,   convoca todos os seus associados que estão em pleno gozo de seus direitos sociais para Assembléia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 04 de novembro de 2017, na sede do SIMASPA, em 1ª convocação às 14:00 horas com o quórum Estatutário, e em 2ª convocação às 14:30 com qualquer número de presentes em pleno gozo de seus direitos para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: Eleição dos Membros da Diretoria e Conselho Fiscal nos termos dos artigos 40 a 43.

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Repasse de R$ 9,4 milhões amplia exames para câncer de mama

Ministério da Saúde pretende realizar 200 mil mamografias e biópsias por ano. Diagnóstico precoce reduz mortalidade da doença

Para ampliar o acesso a exames de diagnóstico do câncer de mama pela rede pública, o Ministério da Saúde dobrou os valores repassados a esses procedimentos essenciais. Ao todo, serão investidos R$ 9,4 milhões por ano, que devem triplicar os exames realizados.

Com a medida, a quantidade de exames anuais deve saltar de 69,3 mil para 200 mil. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) recebe R$ 4 bilhões para o tratamento de pacientes com câncer, o que envolve cirurgias, iodo, quimio e radioterapia. Além do aumento no investimento, o Ministério da Saúde ainda adquiriu 100 aceleradores lineares, que são equipamentos essenciais para a radioterapia.

Diagnóstico

Para elevar as chances de cura dos pacientes, a meta é detectar a doença ainda no início. A investigação do possível tumor começa com a mamografia, cujo diagnóstico é confirmado com punções, biópsias e anatomopatológicos (avaliação de células em microscópio), que ajudam a definir o tratamento que será seguido.

De acordo com o Inca, a mamografia para rastrear o tumor é recomendada para mulheres 50 a 69 anos, a cada dois anos. O diagnóstico precoce começa em casa, com o autoexame, em que as mulheres precisam apalpar as mamas para identificar possíveis nódulos e alterações. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que 58 mil mulheres serão acometidas pelo câncer de mama neste ano.

É preciso estar atenta ao fatores de risco. Obesidade e sedentarismo aceleram a produção de hormônios e estão associados à doença, assim como histórico familiar em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Cientistas: ‘existem pessoas na Terra com implantes extraterrestres’

O pesquisador Von Daniken assegurou que, se um dia os extraterrestres voltarem à Terra, não é necessário se preocupar porque chegarão com intenções pacíficas

Erich von Daniken, famoso cientista suíço e autor da hipótese de que o homem primitivo foi visitado por seres extraterrestres, falou com a Sputnik Alemanha sobre a sua teoria da influência dos extraterrestres na origem da humanidade.

Von Daniken é um escritor prolífico, cujos livros chegaram aos milhões de exemplares vendidos e foram traduzidos para dezenas de idiomas. Entre as suas obras está o famoso livro “Eram os Deuses Astronautas?”, publicado pela primeira vez em 1968.

Em entrevista com à Sputnik Alemanha, Von Daniken contou mais detalhes sobre sua teoria, que postula que seres alienígenas desempenharam um papel importante na origem e desenvolvimento da humanidade e falou sobre o interesse dos serviços da segurança governamentais pelas suas pesquisas.

A teoria de Von Daniken sugere que, há muitos milhares de anos atrás, a Terra foi visitada pelos extraterrestres. Nossos antepassados da Idade da Pedra não entendiam o que se passava e acreditaram erradamente que esses seres extraterrestres eras deuses, que, segundo o cientista, não existem.

“Os chamados ‘deuses’ estudaram algumas tribos, aprenderam algumas línguas, deram alguns conselhos, e em algum momento eles se despediram e prometeram voltar no futuro distante”, explicou o escritor.

Ao ser perguntado sobre quando os alienígenas volverão à Terra, o cientista declarou que ninguém o sabe, mas não deve ser excluída a possibilidade de eles já estarem aqui. Entretanto, Von Daniken sublinhou que “esse é um tema distinto”.

Comentando as acusações de muitas pessoas de que suas teorias não são nada mais que invenções, Von Daniken disse que aceita as críticas. Entretanto, o cientista mencionou que, em seu campo profissional, ele sabe muito mais do que aqueles que o criticam.

“Existem evidências inequívocas. O que resta é uma questão de interpretação de cada uma”, disse ele.

Ao responder a pergunta sobre o interesse das organizações governamentais pelo seu trabalho, o cientista primeiro abordou o tema de abduções extraterrestres. Von Daniken disse que costumava rir do assunto até que conheceu o psiquiatra John E. Mack, professor da faculdade de medicina da Universidade de Harvard e vencedor do prêmio Pulitzer. Segundo Daniken, o professor lhe assegurou ter sido implantado com um dispositivo alienígena de observação.

“As pessoas com implantes realmente existem. Evidentemente, então a pergunta é: que eles podem ser? Alguém analisou isso? Sem dúvidas, eles analisaram. Quimicamente, fisicamente, mas não entendemos de que se trata”, disse o escritor.

Von Daniken disse que as pessoas que trabalham para o governo queriam falar com ele para saber mais detalhes sobre os alienígenas.

“O governo quer saber se existe alguma ameaça potencial para a humanidade? Ou se tudo isso é uma tolice? Não tenho uma resposta.  Pessoalmente, eu ainda não vi OVNI algum e não falei com ninguém extraterrestre. Mas há pessoas com implantes extraterrestres”, disse ele.

Von Daniken assegurou que, se um dia os extraterrestres voltarem à Terra, não é necessário se preocupar porque chegarão com intenções pacíficas.

“Isso será algo como um salto evolutivo que vem do exterior. Temos evolução, somos produtos da evolução, mas não unicamente dela. A Terra nunca foi um sistema fechado. As interferências externas sempre têm existido”, concluiu Von Daniken.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Diz pesquisa: Brasil é corrupto, mas brasileiro não

Foram ouvidas 2.422 pessoas em todo o país, que tiveram que eleger em uma lista valores que melhor as definiam, os que representavam o Brasil de hoje e aquilo que desejariam para o país

Um estudo sobre corrupção no Brasil e entre os brasileiros fez uma revelação no mínimo contraditória: o país é corrupto, mas a sua gente não. Segundo a Pesquisa Nacional de Valores de 2017, publicada pelo jornal Folha de São Paulo, a honestidade é a qualidade que melhor caracteriza o brasileiro.

O estudo, encomendado ao Instittuto Datafolha pela consultoria Crescimentum e pelo instituto britânico Barret Values Centre, tem como foco os valores pessoais mais importantes dos brasileiros este ano, assim como aqueles que moldam a cultura do país atualmente e aqueles que são desejados para o Brasil. Foram ouvidas, em agosto passado, 2.422 pessoas em todas as regiões do país, que tiveram que eleger em uma lista de cerca de 90 valores os dez que melhor as definiam, os que representavam o Brasil de hoje e aquilo que desejariam para o país.

Se no campo pessoal as qualidades escolhidas foram amizade, honestidade, respeito, confiança e paciência, a cultura nacional foi definida pelos “valores” de corrupção, violência, agressividade e discriminação racial. “Não tem nenhuma correspondência entre o que cada um percebe como seu valor individual e o que ele percebe como a cultura ao seu redor”, avaliou o escritor e cientista social Eduardo Giannetti, em entrevista à Folha. “Este é um traço definidor da nossa cultura: o brasileiro é o outro”.

A percepção dos problemas no país teria subido de 51%, em 2010, ano em que o estudo foi realizado pela primeira vez, para 61%, este ano. A corrupção, que no primeiro ano era destacada por 54% dos entrevistados, em 2017 foi indicada por 72% do público ouvido.

Sobre aquilo que se deseja tanto no campo pessoal, quanto para o país, a educação ganha espaço como tema predominante. No contexto pessoal, surge como o valor de “aprender sempre”, enquanto para a nação aparece como “oportunidades de educação”. “Brasileiro fala do brasileiro na terceira pessoa, e se dissocia”, concluiu Guilherme Marback, economista e diretor da Crescimentum, na mesma reportagem.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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EUA estudam sanções contra Mianmar pela crise dos rohingyas

Cerca de 600 mil membros da minoria rohingya o país não reconhece

Os Estados Unidos (EUA) anunciaram nessa segunda-feira (23) que estão considerando a possibilidade de adotar sanções contra Mianmar, especialmente seu aparelho militar, pela crise humanitária a que tem submetido os membros da minoria muçulmana rohingya. A informação é da Agência EFE.

“Expressamos nossa profunda preocupação pelos recentes acontecimentos ocorridos no estado de Rakhine e pelos abusos traumáticos e violentos que os rohingyas e outras comunidades sofreram”, disse, em comunicado, o Departamento de Estado. “É imprescindível que quaisquer pessoas ou entidade responsável pelas atrocidades, incluindo agentes não estatais e grupos paramilitares, sejam responsabilizadas”, acrescentou.

Cerca de 600 mil membros da minoria rohingya, que Mianmar não reconhece como cidadãos, fugiram do país para Bangladesh nos últimos dois meses, quando ocorreu uma escalada da violência contra o grupo. A crise aumentou no dia 25 de agosto, após o ataque de um grupo insurgente dessa comunidade muçulmana contra instalações policiais e militares em Rakhine. A resposta do Exército de Mianmar foi uma campanha de repressão que ainda continua.

O Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos qualificou essa resposta como “limpeza étnica de manual” contra a minoria rohingya. Em seu comunicado, os EUA asseguraram que estudam ativar a Lei Magnitsky, que prevê a suspensão dos vistos e outros tipos de sanções para os responsáveis por violações dos direitos humanos em qualquer lugar do mundo.

O Departamento de Estado já retirou a ajuda americana às unidades militares de Rakhine, suspendeu isenções de vistos de militares e ex-militares de Mianmar e retirou convites aos comandantes militares para participar de atividades nos EUA. Além disso, os Estados Unidos estão “consultando seus aliados e parceiros sobre as opções para que Mianmar preste contas na ONU, no Conselho de Direitos Humanos e outros espaços pertinentes”.

O ex-presidente Barack Obama suspendeu, semanas antes de deixar o poder, sanções governamentais contra Mianmar, citando um “substancial progresso na melhora dos direitos humanos”, apesar de já existir uma campanha de perseguição contra os rohingyas.

Fonte: ORMNews.
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Estado tem 16 empresas na “lista suja”

 Pará é o 2º com mais estabelecimentos na lista divulgada

O Pará tem 16 empresas no cadastro atualizado de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à de escravidão, de acordo com a “lista suja” divulgada ontem pelo Ministério do Trabalho. O Pará é o segundo Estado com o maior número de citações na relação. Minas Gerais lidera esse ranking, com 42 empresas notificadas dentre as 132 listadas em 12 Estados diferentes. Mato Grosso (11), Santa Catarina (8) e São Paulo (8) surgem na sequência. A lista foi publicada oficialmente ontem, após reportagem do Fantástico, da TV Globo, divulgar a relação com exclusividade na noite de domingo (22).

A relação é a mesma que foi divulgada em março deste ano e que agora foi atualizada. Na ocasião, o Pará tinha dez empresas nessa condição e agora tem 16, após fiscalizações realizadas entre o final do ano passado e este ano. Cada empresário tem dois anos para resolver as pendências e sair da lista, caso contrário, permanece na listagem por mais dois anos.

A divulgação acontece em meio à polêmica sobre a portaria do Ministério do Trabalho que traz mudanças na fiscalização do trabalho escravo e que submete a publicação da lista ao ministro da Pasta. Antes, a divulgação era feita pela área técnica do ministério. A mudança foi condenada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que disse que a medida pode interromper a trajetória de sucesso que tornou o Brasil modelo no combate ao trabalho escravo no mundo.

Conforme o levantamento, pelo menos 116 pessoas foram submetidas a condições degradantes de trabalho no interior do Estado do Pará desde 2009, das quais, 36 foram localizadas entre o final do ano passado e o início deste ano. O município de São Félix do Xingu aparece na lista com dois empregadores e 22 trabalhadores envolvidos. Onze deles foram encontrados na Fazenda Serra Dourada, na área rural do município. O empregador responsável, segundo a fiscalização do Ministério do Trabalho, é Vanderson Ayres da Silva. Outros onze foram localizados na Fazenda Maria Eduarda (Serra Dourada), de propriedade de Wanderson Batista da Silva, na Vila Central.

Com o mesmo número de trabalhadores em condição análoga à escravidão (11), foi aberta uma ação fiscal contra a Fazenda Boa Vista, na zona Rural de São Domingos do Araguaia, e outra contra a Carvoaria do Carlinhos, em Goianésia do Pará. Segundo a lista suja, os respectivos proprietários são Mário Tavares de Lira e Carlos Fernandes de Araújo.

Pela lista, as campeãs de trabalhadores resgatados no Estado são a Fazenda São Lucas, na zona rural de Ulianópolis, com 14 trabalhadores; e a Fazenda Campos Altos/Garimpo Casarão, na zona rural de Água Azul do Norte, com 13 pessoas. O responsável pelo primeiro estabelecimento é Celestino Alécio Fuchina Facco e do segundo é Angelim Ório.

Segundo o Ministério do Trabalho, os nomes das empresas só aparecem na lista após esgotadas todas as possibilidades de recurso na esfera administrativa. No Pará, as ações ocorreram entre 2009 e 2017 e tiveram decisões de conclusão até esse ano.

Ainda constam na lista a Fazenda União, Arataú, Silvestre e Castanheira, de propriedade de Otaviano Aparecido Ferreira Caldas, em Novo Repartimento; a Fazenda Manelão, de João Vicente Ferreira do Vale, na zona rural de Anapu; e Área de Mata, em nome de Eudemberto Sampaio de Souza, em Uruará. Em cada uma delas, o levantamento aponta pelo menos sete trabalhadores envolvidos nas denúncias de trabalho análogo ao de escravo.

Com seis pessoas envolvidas, aparece a Fazenda Maria de Jesus (empregador: Manoel Alves de Sousa), na área rural de Marabá; e com cinco, a Fazenda JK Garimpo II (José Ronan Martins da Cunha), em Altamira. Completam a participação paraense na “lista suja” o empregador Saulo dos Santos Chaves, da Fazenda Mula Perdida, em Bannach; Delfino Francisco Kerhrnvalt, da Fazenda Água Limpa, na zona rural de Santa Maria das Barreiras; Antônio Luiz Sanches Felipe, da Fazenda Leandra, em Pacajá;  Antônio Francisco Oliveira Rosa, da Fazenda Três Irmãos, em Conceição do Araguaia; e Edivam Carvalho Pereira, da Chácara Saudades de Minas e Fazenda Abaram, em Itupiranga.

REVOGAÇÃO

O Ministério Público Federal quer a revogação da portaria que dificulta a fiscalização sobre o trabalho escravo. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entregou ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ofício no qual cita “retrocesso nas garantias básicas da dignidade humana”. Na última edição lançada em março, dez empresas do Pará constavam na Lista Suja. Dessas, todas voltaram a aparecer na lista divulgada ontem: Fazenda Campos Altos/Garimpo Casarão, Fazenda Três Irmãos, Fazenda Leandra, Carvoaria do Carlinhos, Fazenda São Lucas, Fazenda Água Limpa, Fazenda Manelão, Fazenda Maria de Jesus, Fazenda Boa Vista e Fazenda Serra Dourada.

Fonte: ORMNews.
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Portos no Pará vão atrair R$ 640 milhões

EPL conclui estudo de viabilidade para leilão de nove terminais no Estado

A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) informa que finalizou os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) para nove terminais portuários qualificados no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. Localizados no Pará, esses terminais a serem leiloados devem atrair mais de R$ 640 milhões em investimentos, afirma a empresa em nota.

Seis terminais tiveram seus estudos concluídos neste mês: cinco no Terminal Petroquímico de Miramar, em Belém, e um no Porto de Vila do Conde. Destinados à movimentação de combustíveis, esses projetos sofreram mudanças, relacionadas principalmente aos prazos contratuais e às premissas de abastecimento para a região.

Os três projetos restantes tiveram seus estudos finalizados e entregues ao governo em agosto. Nesse grupo, estão os três terminais destinados ao envase e distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), também localizados no Terminal Petroquímico de Miramar.

“De forma conjunta, os terminais de Miramar permitirão a realização de investimentos em obras públicas de dragagem dos berços, canal de acesso e bacia de evolução”, diz a EPL, em nota.

Ainda de acordo com a empresa, estão sendo realizados estudos de viabilidade para outros dez terminais portuários que serão colocados em leilão nos próximos meses.

ANP

As 2ª e 3ª Rodadas de Partilha de Produção, que serão realizadas na próxima sexta-feira, 27, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) resultarão em investimentos de US$ 36 bilhões no País, e mais US$ 130 bilhões em arrecadação com royalties, óleo-lucro e imposto de renda, informou a ANP em um comunicado.

As empresas terão que pagar um bônus de assinatura fixo pelos blocos que serão vendidos, no total de R$ 7,7 bilhões. A oferta consiste em oito blocos na cobiçada área do pré-sal, nas bacias de Santos e Campos. O bônus mais alto, de R$ 3 bilhões, corresponde à área com expectativa de maior disputa, a Norte Carcará, próxima a um ativo da norueguesa Statoil (Carcará), que pertencia à Petrobras.

Fonte: ORMNews.
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Mutirão da Prefeitura recolhe 40 toneladas de entulho no Canal da 3 de Maio

Foi preciso um trator com pá carregadeira e quatro caçambas para executar a remoção dos materiais

Moradores do entorno do Canal da Travessa 3 de Maio, no bairro da Cremação, aproveitaram a presença das máquinas da Prefeitura neste sábado (21), para descartar o entulho que estava acumulado nos quintais. Um trator com pá carregadeira e quatro caçambas executaram a remoção dos materiais deixados na porta das residências. Em torno de 40 toneladas de materiais foram recolhidos.

Na Passagem Valente, desde as primeiras horas da manhã os moradores Paulo Conceição, 42, e Antônio Carlos, 50, realizavam a limpeza da via, onde residem em torno de 40 famílias. Após a retirada do mato eles colocaram os entulhos para serem recolhidos pelas caçambas.

“Na quinta-feira passaram avisando que teria equipes recolhendo entulhos e começamos a tirar tudo do quintal. Hoje, como já não tinha material pra botar para fora, decidimos ‘dar uma geral’ aqui na frente e colocar junto com o entulho pra prefeitura levar”, disse Antônio Carlos.

Paulo Conceição é funcionário público estadual e considera que cada morador deve colaborar com a limpeza da cidade. “Os restos de madeira que descartei estavam guardados no meu quintal desde o início do mês. Esperei o momento certo pra descartar, pois sei que o lixo jogado no canal traz prejuízo para nós, moradores, já que causam alagamentos”, afirmou.

O mutirão de limpeza foi um pedido dos moradores do entorno do Canal da 3 de Maio, onde a Prefeitura de Belém realiza obras de macrodrenagem, por meio do Programa de Saneamento da Bacia da Estrada Nova (Promaben). Em todo bairro, os moradores contam com serviço regular de recolhimento de lixo domiciliar e entulho três vezes por semana. Ainda assim, é comum ver lixo e entulho espalhado em toda a extensão do canal.

“A coleta do lixo domiciliar não costuma falhar. Sempre vemos as equipes recolhendo. Acho que o que falta é o hábito das pessoas de colocarem o lixo apenas nos dias corretos para ser recolhido”, disse Fabrizio Magno, 44, que reside de frente para o canal.

Segundo dados da Sesan, a maior parte do material descartado no canal é madeira e materiais provenientes de demolições e reforma.

“Esse descarte normalmente é feito de forma irregular nas margens do canal. Nossas equipes de limpeza recolhem, mas logo em seguida já tem morador trazendo mais lixo”, explicou José Argentino, chefe de fiscalização e posturas da Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan). “A ideia do mutirão é justamente induzir para que esse material seja descartado de uma só vez para ser recolhido, diminuindo consideravelmente o descarte durante a semana”, ressaltou.

A autônoma Cristina Sacramento, 52 anos, argumentou que não teve tempo hábil para colocar para fora os restos de móveis que estão amontoados no quintal para serem recolhidos neste primeiro dia de mutirão. Mas garantiu que durante a semana fará o descarte para que tudo seja levado no próximo sábado, quando as caçambas da Prefeitura retornarão para recolher mais entulho. “Fiquei aliviada quando soube que vai ter outro mutirão no final da semana que vem. Vou aproveitar pra fazer a faxina geral”, comemorou.

Coleta seletiva – Catadores da Cooperativa Filhos do Sol aproveitaram a ação para recolher produtos como plásticos e metais que podem ser comercializados. O catador Jorge Ribeiro, 58 anos, contou que além dos produtos recicláveis também são muito bem-vindos itens que podem ser usados ou reutilizados. “Ganhamos hoje pela manhã um colchão, um sofá para ser reformado e também uma máquina de lavar roupas. Isso tudo podemos levar para casa e também podemos vender. O que importa é que os moradores entendam que nosso ganha-pão depende dessas doações”, explicou o catador.

Fonte: ORMNews.
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Da água para mesa: ostras da Amazônia conquistam mercado

Comunidades do interior do Pará apostam na produção do molusco.

“Nossa vida mudou a partir do momento que fomos vistos pelo nosso trabalho e esforço. As marés nos dão base para o que precisamos e é delas que tiramos a nossa renda extra. Não imaginávamos que a produção de ostra vinha para mudar o pensamento e o paladar das pessoas.” É assim que o agricultor Tito Carneiro demostra seu carinho e orgulho pela nova atividade que desenvolve junto com a comunidade de Santo Antônio de Urindeua, a 25km do município de Salinópolis, nordeste paraense.

A Ostreicultura é uma prática que reúne paciência, tradição, sabedoria e cultivo. Afinal, cada semente de ostra demora mais ou menos seis meses para atingir a fase juvenil (a primeira e menor de todas). Trabalho árduo e nada simples. É como cuidar de um filho e ensiná-lo a se desenvolver. “No início foi muito difícil para a comunidade, perdemos muitas sementes, mas insistimos na produção e hoje, com a ajuda e incentivo do Sebrae, construímos um pequeno rancho onde recebemos as pessoas para comprar e degustar o molusco. Agora somos uma rede, uma família que cuida para se manter e evoluir”, diz radiante Maria José Santos, coordenadora da Associação dos Agricultores, Pescadores e Aquicultores do Rio Urindeua (Aspac), que conta com cem famílias beneficiadas.

https://youtu.be/XGUg0OANf5Y

A comunidade não abraça apenas essa produção, mas assim como a ostra, os mexilhões, siris, camarões já faziam parte do cardápio diário das pessoas que moram às margens das águas salgadas. Mas em decorrência da prática desregular e excessiva, o molusco foi se extinguindo. E foi a partir desse alarde que o Sebrae entrou em ação e uniu forças, junto com outras sete comunidades para criar a rede ‘Nossa Pérola’, que disciplina o trabalho dos 88 produtores e promove ações conjuntas, garantindo o cultivo e a comercialização do produto.

Ao contrário do que se via há algum tempo, bares e restaurantes do município de Bragança, nordeste do estado, e Belém começaram a se interessar e já consomem cerca de 14% do total do produto. Ou seja, a ostra já tem sua parcela de participação no cardápio de alguns estabelecimentos. “O nosso trabalho é divulgar o que comercializamos. Isso não deixa de ser um incentivo para os ostreicultores produzirem cada vez mais. O produto sempre esteve presente no meu restaurante, e com a demanda cada vez maior, tive que aumentar a quantidade. Hoje faço 30 pratos elaborados, graças a ostra de cultivo, e confesso, não existe satisfação maior”, disse Carlos Luiz Malicheschy, proprietário de restaurante em Salinópolis.

Entenda como funciona a Ostreicultura:

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A ideia de cultivar ostras em cativeiro surgiu em 2001, quando pesquisadores de universidades avaliaram o ambiente na comunidade de Nova Olinda, vila ligada ao município de Augusto Correa, no Pará, que lidera a ostreicultura. Segundo o Sebrae, só em 2016, a comunidade produziu mais de 157 mil ostras, o que representa 55% do molusco comercializado no Pará, gerando um faturamento de R$ 105 mil. E devido ao pioneirismo, um grupo de produtores recebe a visita constante de pesquisadores, ostreicultores de outros estados e turistas do Brasil inteiro. “A ostra tem um caráter econômico forte e a lucratividade é alta. Tem comunidades aqui que vão ter dois ciclos por ano. Isso não existe em lugar nenhum do mundo, só no estado do Pará”, afirma o gerente do Sebrae Caeté, Olavo Ramos Jr.índice

Com essa aproximação, muitos chefes de cozinha aproveitam para conhecer melhor o cultivo sustentável e saber mais sobre o molusco da Amazônia. “O diferencial é o sabor, já que é cultivada na Amazônia. Existe o tabu sobre o valor ofertado, mas temos que compreender que existe todo um trabalho, dedicação e tempo por trás disso. Agora podemos entender que o valor dela no comércio é honesto”, completa Roberto Satoshi, chefe de cozinha e proprietário de um renomado restaurante em Belém.

O ponto mais importante é que o cotidiano virou incentivo e a força em conjunto, aliada a muita dedicação, gerou trabalho para várias famílias. O Sebrae e as comunidades se uniram na formação de uma Rede que gera emprego, renda, satisfação e um único desejo: o desenvolvimento, das pessoas e da região.

Fonte: ORMnews.
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