VÍDEO: Adolescente é arrastada por cavalo descontrolado em Rosário do Sul, RS

Foto: Reprodução | O caso ocorreu na última terça-feira (3). Um vídeo registrado por uma câmera de segurança mostra a jovem sendo arrastada por cerca de 300 metros; a corda amarrada no pescoço do cavalo acabou enroscando na perna da adolescente que foi hospitalizada sem maiores riscos.

Na última terça-feira (3), uma adolescente de 14 anos sofreu um acidente grave em Rosário do Sul, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Enquanto se dirigia para a escola, a jovem foi arrastada por cerca de 300 metros por um cavalo descontrolado na Avenida Coronel Sabino. O incidente foi capturado por câmeras de segurança da região.

As imagens mostram dois cavalos em alta velocidade pela avenida. O cavalo branco que arrastou a adolescente aparece no vídeo com a jovem sendo puxada pelo animal, que estava com uma corda amarrada ao pescoço e enroscada nas pernas da menina. Um homem que estava na rua tentou ajudar, mas não conseguiu evitar o acidente.

Populares conseguiram finalmente parar o cavalo e remover a corda, permitindo que a jovem recebesse ajuda. Ela foi hospitalizada, mas felizmente sem risco de morte. A Polícia Civil identificou o responsável pelo cavalo e está investigando as circunstâncias do ocorrido. A comunidade local está abalada com o incidente e aguarda mais informações sobre as medidas que serão tomadas para evitar futuros acidentes.

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Fonte: CNN BRASIL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/13:16:05

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Ministro Silvio Almeida, dos Direitos Humanos, é acusado de assédio sexual

Foto: Reprodução | A organização Me Too Brasil, que atua no apoio a vítimas de violência sexual, confirmou que recebeu denúncias sobre supostos casos envolvendo o ministro Silvio Almeida. Segundo os relatos, haveria episódios de assédio envolvendo à ministra Anielle Franco, da Igualdade Racial.

O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, está sendo investigado por denúncias de assédio sexual feitas à organização Me Too Brasil. A entidade, que apoia vítimas de violência sexual, confirmou que recebeu relatos de mulheres sobre supostos episódios de assédio praticados pelo ministro. Entre as denúncias, há relatos de assédio envolvendo a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que, por sua vez, preferiu não comentar sobre o assunto.

Segundo o Me Too Brasil, as denunciantes solicitaram anonimato para proteger sua identidade. A organização declarou que não pode confirmar se Anielle Franco é uma das vítimas para não expor as supostas vítimas. Os relatos incluem alegações de toques inapropriados, beijos indesejados e comentários com conotação sexual feitos por Almeida à ministra, ocorridos no ano passado.

O caso seria conhecido por vários ministros do governo, e tanto Anielle Franco quanto Silvio Almeida optaram por não se manifestar publicamente sobre as acusações. O Me Too Brasil reiterou seu compromisso com o apoio às vítimas e a luta contra a impunidade de agressores em posições de poder.

Fonte: O Globo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/12:36:30

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‘Massacre de Altamira’: um dos acusados pela maior tragédia carcerária do Brasil, depois do Carandiru, é julgado em Belém | PA

Julgamento de acusado de ser mandante do Massacre do Presídio de Altamira ocorre em Belém — Foto: Divulgação

62 pessoas morreram. Luziel Barbosa é o 1º, dos cinco acusados, a ser julgados pela chacina.

Começou, nesta quinta-feira (5), o julgamento de um dos mandantes do ‘Massacre do Presídio de Altamira’, no Pará. O caso aconteceu em 2019 quando uma rebelião resultou na morte de 62 pessoas. Este episódio é considerado a segunda maior tragédia carcerária do Brasil. Luziel Barbosa é o primeiro dos cinco acusados e responde pela morte de 58 presos.

O julgamento ocorre na 3ª Vara do Júri no Fórum Criminal de Belém, com previsão de durar três dias. O acusado participa de forma remota (videoconferência), uma vez que está em um presídio federal em outro estado brasileiro.

Foi o próprio Ministério Público do Estado do Pará que fez o pedido para o Tribunal do Júri fosse realizado em Belém e não em Altamira ou Marabá, devido a repercussão do caso na região.

No total, 24 testemunhas foram chamadas pela defesa e pela acusação. A sessão começou com o depoimento de uma delas, que é agente prisional e foi feito refém no massacre. Ele relatou que teve as mãos amarradas e colocaram um capuz na cabeça dele.

O massacre

A rebelião ocorreu, em 29 de julho de 2019, no Centro de Recuperação Regional de Altamira, sudoeste do Pará, a partir de um conflito entre dois grupos criminosos, o Comando Classe A (CCA) e Comando Vermelho (CV) que disputavam território dentro da unidade prisional.

No presídio, 58 detentos foram mortos, a maioria, por asfixia. Dezesseis deles foram decapitados. Os líderes do motim foram transferidos para outras unidades prisionais do estado e até para presídios federais.

Durante a transferência para Marabá, um dia após o massacre, quatro detentos foram mortos dentro de um caminhão-cela. Ao todo foram 62 mortes.

Massacre no presídio de Altamira — Foto: Arte G1

Massacre no presídio de Altamira — Foto: Arte G1

Os detentos que estavam custodiados foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Vitória do Xingu.

A unidade foi reformada e hoje abriga presos provisórios.

Escavadeira de covas no cemitério São Sebastião em Altamira, destinado as vítimas do massacre do Centro de Recuperação Regional de Altamira. — Foto: Daniel Teixeira / Estadão Conteúdo
Escavadeira de covas no cemitério São Sebastião em Altamira, destinado as vítimas do massacre do Centro de Recuperação Regional de Altamira. — Foto: Daniel Teixeira / Estadão Conteúdo

Fonte: g1 PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/12:04:08

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Pará tem 9 das 15 unidades de conservação mais destruídas pelo garimpo na Amazônia

Garimpo ilegal no Parque Nacional dos Campos Amazônicos, tirada no dia 30/07/2024. — Foto: Marizilda Cruppe/Greenpeace Brasil

Estudo do Greenpeace expõe que atividade ilegal extrapola terras indígenas e ameaça o patrimônio natural do país.

Nove das 15 Unidades de Conservação (UCs) na Amazônia mais devastadas pelo garimpo estão no Pará. É o que mostra um levantamento do Greenpeace Brasil divulgado nesta quinta-feira (5).

O estudo revela que a atividade ilegal extrapola as terras indígenas e ameaça o patrimônio natural do país, que são as UCs.

A ação garimpeira foi identificada em unidades de conservação da Amazônia nos estados do Amapá, Amazonas e no Pará.

Foram 13,4 mil hectares destruídos nas 15 UCs- é praticamente 80 vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Segundo a ONG Greenpeace, o alerta não é apenas para as Terras Indígenas que já são atingidas pelo garimpo, mas também as unidades de conservação.

“O enfraquecimento da fiscalização, afrouxamento de leis ambientais e aumento do preço do ouro no mercado externo fizeram com que a atividade crescesse exponencialmente, piorando um cenário que já era muito complexo no bioma”, explica Jorge Eduardo Dantas, porta-voz da frente de Povos Indígenas do Greenpeace Brasil.

Ao g1, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) alegou que houve queda de 31% das áreas abertas para garimpo na Amazônia em 2023 na comparação com 2022, segundo dados do Brasil Mais, da Polícia Federal. “De janeiro a junho de 2024, houve nova queda de 20% em relação ao primeiro semestre de 2023”, pontuou. Veja a nota completa ao final desta reportagem.

Unidades de conservação em alerta

A UC mais desmatadas foi a Floresta Nacional do Amanã, na divisa entre o Amazonas e o Pará, abrangendo os municípios de Maués (AM), Itaituba (PA) e Jacareacanga (PA).

A área foi responsável por quase a metade de toda a devastação registrada na região – 6,8 mil hectares de garimpo.

“Amanã” é um termo de origem indígena que significa “água que vem do céu”. O rio, de mesmo nome, possui 156 quilômetros. Um terço disso já foi afetado pelo garimpo, segundo o Greenpeace.

Confira a lista e gráfico das UCs mais afetadas pelo garimpo:

Floresta Nacional do Amanã (PA)

Floresta Nacional do Urupadi (AM)

Floresta Nacional do Crepori (PA)

Parque Nacional do Jamanxin (PA)

Floresta Nacional de Altamira (PA)

Floresta Nacional do Jamari (PA)

Estação Ecológica do Alto Maués (AM)

Parque Nacional do Juruena (AM/MT)

Floresta Nacional de Itaituba (PA)

Parque Nacional do Mapinguari (AM)

Parque Nacional dos Campos Amazônicos (AM)

Floresta Nacional de Itaituba II (PA)

Floresta Estadual do Amapá (AP)

Reserva Extrativista Riozinho do Anfrísio (PA)

Floresta Nacional do Trairão (PA)

Unidades de Conservação mais afetadas pelo garimpo ilegal na Amazônia

Nove são no estado do Pará.

Como o estudo foi feito

De acordo com o Greenpeace, a análise excluiu a categoria Área de Proteção Ambiental (APA), considerando garimpo ilegal toda extração mineral dentro de Unidades de Proteção Integral e de Uso Sustentável, que não possuísse autorização no plano de manejo.

A análise foi realizada utilizando imagens de satélite , além de alertas do Papa Alpha, uma ferramenta própria do Greenpeace, que utiliza sensores.

Foram também realizados sobrevoos em dois parques nacionais para registrar as atividades ilegais.

O que são UCs

As Unidades de Conservação são áreas protegidas, estabelecidas pelo Poder Público, com objetivo de proteger a biodiversidade, recursos naturais e ecossistemas brasileiros.

As UCs, como são chamadas, têm papel na mitigação dos impactos causados pela crise climática e na educação ambiental.

Junto às Terras Indígenas e Territórios Quilombolas, as UCs são ferramentas de conservação da natureza, de manutenção da vida de povos e comunidades tradicionais e enfrentamento da emergência climática.

O que diz o Ministério de Meio Ambiente

Segundo o MMA, houve queda de 31% das áreas abertas para garimpo na Amazônia em 2023 na comparação com 2022, segundo dados do Brasil Mais, da Polícia Federal. “De janeiro a junho de 2024, houve nova queda de 20% em relação ao primeiro semestre de 2023”, pontuou.

O Ministério informou ainda que os dados coincidem com a queda de 45,7% da área sob alertas de desmatamento na Amazônia de agosto de 2023 a julho de 2024, a maior queda proporcional já registrada para o período, segundo dados do sistema Deter-B, do Inpe.

“Outras medidas incluem a implementação da nota fiscal do ouro como ativo financeiro para combater o garimpo e o aumento da articulação entre MMA e MJSP. Equipes técnicas do MMA auxiliam em processos investigativos, com levantamento de dados e ações de inteligência relacionados ao garimpo ilegal.

MMA e Ibama participam também do Projeto Rede de Monitoramento Ambiental, que começou na TI Yanomami e no Alto Amazonas, e avalia a presença de substâncias químicas, incluindo mercúrio, nos rios da Bacia Amazônica.

O combate ao garimpo está incluído no Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), lançado em 5 de junho de 2023. Linhas de ação incluem ampliação das atividades de inteligência para identificar mecanismos de financiamento e maior controle sobre a cadeia produtiva, com integração de ações de investigação criminal e ações de fiscalização minerária, fiscal, financeira e ambiental”, completou.

Fonte: g1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/09:40:45

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Crianças ensaiam para o desfile de 7 de setembro em meio a fumaça de queimadas no Pará

Foto: Reprodução | Imagens de um ensaio para o desfile cívico de 7 de setembro no Distrito de Moraes Almeida, em Itaituba, Sudoeste do Pará, chamaram a atenção pelo cenário. Enquanto as crianças se divertem e combinam coreografias, a fumaça espessa é que atrai os olhares.

Divididos em grupos, os estudantes estão acompanhados de professores e orientadores, que cuidam dos alunos e garantem a organização. O ensaio aconteceu em duas vias que estão em construção, no Distrito de Moraes.

Moradores da região, que registraram a cena, relatam que o Distrito está nessas condições, com o céu tomado pela fumaça de queimada, há pelo menos quatro dias. Sem chuva, por conta do verão amazônico, e com o clima seco, a fumaça, resultado dos incêndios, se acumula sobre as cidades, e não se dispersa.

A decisão do governador foi fundamentada após emissão de notas técnicas por parte dos órgãos de monitoramento, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas). Entre os pontos levantados pelos órgãos, foram destacados a escassez hídrica e os impactos do fenômeno La Niña em 2024, que têm intensificado a vulnerabilidade da região a desastres ambientais, incluindo incêndios florestais.

No último final de semana, um evento cultural na região, a Cavalgada de Novo Progresso, foi realizada sob intensa fumaça. Em um vídeo é possível ver uma criança coçando os olhos e tossindo enquanto as pessoas se divertiam. Para especialistas, a exposição à fumaça pode provocar sérios danos à saúde. Como tosse, falta de ar, chiados no peito e palpitações, doenças preexistentes que podem ser agravadas.

Fonte: Confirma Notícia  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/09:50:16

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Secult e Ibram firmam parceria para fortalecer espaços de memória e cultura no Pará

Secretária Ursula Vidal e a presidente do Ibram, Fernanda Costa, após a assinatura do Termo de Cooperação | Foto: Divulgação

Estado também contribui para a elaboração do novo Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035.

A Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e o Ministério da Cultura, por meio do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), firmaram nesta quinta-feira (5) um Termo de Cooperação para estruturar o Sistema de Museus do Pará. O documento foi assinado pela titular da Secult, Ursula Vidal, e a presidente do Ibram, Fernanda Costa, na abertura da etapa Pará do Programa (re)CONEXÕES, promovido pelo Ibram em parceria com a Secult, no Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém.

Ursula Vidal reforçou o compromisso com a consolidação do Sistema no Pará. “Para que o Sistema Nacional de Museus funcione em sua totalidade é fundamental que existam sistemas estaduais, articulando os municípios e a sociedade civil, permitindo que esses equipamentos culturais sejam mapeados, melhor estruturados e que o compromisso com a preservação da memória — afinal, os museus são espaços de memória — seja reafirmado em todas as políticas públicas”, destacou a secretária.

Construção – A secretária também celebrou a realização do (re)CONEXÕES no Pará, destinado a reunir contribuições para o novo Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035. Ursula Vidal destacou a importância da participação ativa da Amazônia, e principalmente do Pará, nesse processo. Durante o dia, os participantes se dividiram em quatro grupos temáticos no MEP. As contribuições de todo o País serão organizadas e submetidas à votação no 8º Fórum Nacional de Museus, que ocorrerá de 25 a 29 de novembro em Fortaleza, no Ceará.

“Temos um Sistema Integrado de Museus e Memoriais no Estado, composto por equipamentos públicos que devem manter um contato contínuo com a comunidade, para que as exposições, programas e projetos reflitam as narrativas e saberes amazônicos. A construção do Plano Nacional do Sistema Nacional de Museus é essencial para que esses espaços sejam cada vez mais dinâmicos, representando as forças, potências, histórias e memórias da nossa gente, com acervos e espaços vivos”, acrescentou a titular da Secult.

Alinhamento – Fernanda Castro, do Ibram, reforçou que o (re)CONEXÕES tem como objetivo criar e fortalecer políticas públicas “junto com as pessoas que estão nos museus, nos pontos de memória, e que fazem a cultura acontecer”. Ela enfatizou que as etapas “são espaços importantes para ouvir como cada estado quer contribuir para essa política, com suas especificidades, realidades e necessidades em relação ao governo federal”. “Nós vamos aos locais e discutimos as diretrizes dessas políticas públicas”, ressaltou.

Armando Sobral, diretor do Sistema Integrado de Museus e Memoriais do Estado (SIMM/Secult), avaliou como fundamental o alinhamento de trabalho entre as instâncias federal e estadual. “Os museus não funcionam de forma isolada. Tivemos aqui um espaço de diálogo em que a sociedade pôde propor e se posicionar diante de uma equipe técnica que vai elaborar o Plano Nacional. É muito significativa essa participação, de maneira democrática e colaborativa, na construção das diretrizes nacionais”, avaliou.

Texto: Amanda Engelke – Ascom/Secult

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/09:46:40

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Polícia Civil lança Política de Enfrentamento a Grupos Criminosos no Pará

Foto: Reprodução / Agência Pará | Em uma iniciativa contra o crime organizado, a Polícia Civil do Pará lançou a nova Política de Enfrentamento a Grupos Criminosos. Este programa será a base das ações de repressão e prevenção no estado pelos próximos dois anos.

O evento contou com a presença de autoridades como o secretário adjunto de Gestão Operacional da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e gestores da Polícia Civil tanto da Região Metropolitana quanto do interior do estado. O objetivo é que essa política oriente todas as iniciativas da Polícia Judiciária no enfrentamento às organizações criminosas.

“Estamos apresentando nossa política de enfrentamento às facções criminosas, que, a partir de hoje, será implementada em nossa instituição. Com essas ações, estamos fortalecendo nosso núcleo de inteligência e nossa diretoria de crimes cibernéticos, para que possamos enfrentar de forma mais eficaz os delitos, extorsões e ameaças que têm ocorrido em nosso estado”, explica Walter Resende, delegado Geral da Polícia Civil.

A nova política será discutida e disseminada entre os diretores da Polícia Civil do Pará durante a 2ª Reunião de Análise de Estratégia. Este encontro pretende monitorar o cumprimento das metas estabelecidas no Planejamento Estratégico da instituição, garantindo que todos os esforços estejam alinhados para repressão e controle das atividades ilícitas desses grupos.

Também foi criado o Programa de Enfrentamento a esses grupos, que detalha a execução de 12 ações táticas ao longo de dois anos, organizadas em quatro eixos principais: Inteligência, Capacitação, Operacional e Informação. Cada eixo será supervisionado por uma diretoria específica, com indicadores e metas para avaliar o progresso.

Outro pilar do plano é o Comitê de Gerenciamento Tático do programa, que terá a responsabilidade de supervisionar e assegurar a implementação das diretrizes estabelecidas. Este comitê atuará em todo o estado, coordenando e monitorando as ações nas unidades policiais, além de manter um canal constante de comunicação com o Poder Judiciário, Ministério Público e a Força Integrada de Combate aos grupos criminosos. O objetivo é melhorar as investigações e fortalecer a repressão ao crime organizado.

Na região do Xingu, líderes de grupos criminosos já foram presos em operações da Polícia Civil. A mais recente foi durante a Operação “Arce Purgatio”, o suspeito, natural de Peixoto de Azevedo, Mato Grosso, estaria envolvido no assassinato de um dos principais líderes de um grupo criminoso rival ao qual ele pertencia.

Esse ato teria garantido a ele uma posição de destaque na organização, que o enviou para Castelo de Sonhos, distrito de Altamira, no sudoeste do Pará, com a missão de impedir a atuação do grupo criminoso rival na região. O homem foi conduzido até a delegacia de Castelo de Sonhos e permanece à disposição da Justiça.

Em Altamira, Gabriel Wilkerson Santos da Silva, vulgo “Gordo”, que segundo a polícia é apontado como líder de um grupo criminoso que atua no município, foi preso na Operação “Fatboy Slim”. Segundo o que apontaram as investigações da polícia, Gabriel comandava o esquema do tráfico no bairro Bela Vista.

Também no distrito de Castelo de Sonhos, Eli Alexandre, conhecido pelo apelido de “Piolho”, foi preso em cumprimento de mandado de prisão durante a Operação “Recipiendi”, pela Polícia Civil. Ele um dos responsáveis pelo tráfico na localidade.

Fonte: Jornal Folha do Progresso com informações da Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/09:40:45

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Polícia Civil, em Castelo dos Sonhos, cumpre mandado de prisão por estupro de vulnerável contra uma criança de 4 anos

Foto: Divulgação | Suspeito estava foragido mas foi localizado pela equipe de policiais militares.

A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Castelo dos Sonhos, cumpriu, na quinta-feira (5), um mandado de prisão preventiva contra um suspeito de crimes de estupro de vulnerável e de filmar e produzir vídeo pornográfico envolvendo criança, identificado como Alexandre Silva, de 27 anos,

As investigações apontam que o homem, após ter sido preso por homicídio no ano de 2021, deixou o celular em posse da esposa que, à época, ao acessar a lixeira do aparelho, encontrou diversos vídeos do suspeito abusando sexualmente da enteada que tinha 4 anos de idade.

“Após ter conhecimento do ocorrido, a mãe procurou a delegacia para fazer a denúncia. De imediato, nossas equipes iniciaram as investigações e após a apuração dos fatos, foi expedido o mandado de prisão preventiva. Ele se encontrava foragido, mas hoje, tivemos êxito e conseguimos capturá-lo”, explicou o delegado-geral, Walter Resende.

A ação contou com o apoio da Polícia Federal que acionou os policiais civis sobre um foragido que, possivelmente, estaria escondido pela região de Castelo de Sonhos.

O suspeito foi conduzido para a unidade policial e se encontra à disposição da Justiça.

Foto: Divulgação
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Fonte: Jornal Folha do Progresso com informações da Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2024/09:40:45

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Sefa apreende quase 300 centrais de ar-condicionado no Pará

Foram encontradas 278 centrais de ar-condicionado sem documentação fiscal. | Foto: Divulgação

Os equipamentos foram apreendidos durante fiscalização da Sefa, localizada em Dom Eliseu no Pará.

A fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda do estado do Pará (Sefa), continua a agir, impedindo tentativas de fraudes, entrada de produtos, equipamentos e máquinas no estado, que não estão em harmonia com o fisco. Outra dessas ações resultou na apreensão de centrais de ar condicionado.

A fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), realizada por servidores lotados na unidade de controle de mercadorias em trânsito do Itinga, no município de Dom Eliseu, nordeste paraense, apreendeu 278 centrais de ar-condicionado sem nota fiscal avaliados em R$ 527.974,72, na quarta-feira (4).

“Fiscalização da equipe do Itinga e equipe itinerante de Belém localizou uma carreta baú entrando no estado que apresentou notas fiscais onde constavam como cargas tampas metálicas para bebidas. Os servidores desconfiaram da carga e o caminhão foi conduzido para averiguação física da carga”, contou o coordenador da unidade Itinga, Gustavo Bozola.

Foram encontradas 278 centrais de ar-condicionado sem documentação fiscal. As notas fiscais apresentadas foram desconsideradas e lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 180.567,29.

“Até o momento não temos informações confiáveis da origem e destino da mercadoria”, explicou o fiscal de receitas estaduais.

Apreensão de arroz

Também, na quarta-feira (4), foram apreendidas 56 toneladas de arroz avaliadas em R$ 312.480,00 com documentação fiscal irregular.

“Durante a entrega das documentações fiscais os servidores desconfiaram da veracidade da operação, que tinha como origem Estreito (SC) e destino a Muaná (PA). O que chamou a atenção dos fiscais foi a quantidade enorme de arroz destinada a uma pequena cidade”, explicou Bozola.

A coordenação regional de Belém foi acionada e enviou uma equipe para fazer a verificação in loco da empresa destinatária, e foi constatada a não localização do empreendimento no endereço informado na nota fiscal. A Coordenação de Belém suspendeu o cadastro da empresa e as documentações fiscais apresentadas foram desconsideradas. Foi lavrado TAD no valor de R$ 57.600,48.

Os equipamentos foram apreendidos durante fiscalização da Sefa, localizada em Dom Eliseu no Pará. |Divulgação
Os equipamentos foram apreendidos durante fiscalização da Sefa, localizada em Dom Eliseu no Pará. |Divulgação

Fonte: G1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/09/2024/13:45:27

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Morre corredora que teve o corpo incendiado por namorado

Cheptegei esteve nas Olimpíadas de Paris | Foto: Reprodução/X

Rebecca Cheptegei, maratonista de 33 anos, morreu após ataque violento. A Federação de Atletismo condena a violência doméstica e pede justiça.

A maratonista Rebecca Cheptegei, de 33 anos, não resistiu após ser queimada pelo namorado e morreu nesta quinta-feira (5). A informação foi confirmada pela federação de atletismo do país.

Cheptegei esteve nas Olimpíadas de Paris no mês de agosto. Ela morava no Quênia e sofreu queimaduras em cerca de 75% do corpo, após ser atacada em sua casa no oeste do Condado de Trans Nzoia, último domingo (1).

“Estamos profundamente tristes em anunciar o falecimento de nossa atleta, Rebecca Cheptegei, no início desta manhã, que tragicamente foi vítima de violência doméstica. Como federação, condenamos tais atos e pedimos justiça. Que sua alma descanse em paz”, postou a Federação de Atletismo de Uganda.

Segundo a polícia local, a atleta teve o corpo encharcado com gasolina. O namorado autor do crime se chama Dickson Ndiema e invadiu a casa de Cheptegei com um galão de gasolina.

O crime teria sido motivado por uma disputa de terras, segundo Jeremiah ole Kosiom, comandante da polícia do Condado de Trans Nzoia. O criminoso também se queimou e está em um hospital na cidade de Eldoret.

Rebecca Cheptegei veio a óbito após a falência múltipla de órgãos, segundo comentou um funcionário médico do Hospital de Ensino e Referência Moi à Citizen TV, afiliada da CNN.

Fonte: DOL Carajás  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/09/2024/15:35:32

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