Manifestantes na BR-163, em Belterra, são intimados a desocupar rodovia sob pena de multa

Foto: Reprodução | Manifestantes indígenas foram intimados na tarde desta quinta-feira (30) para desobstruir a BR-163 na altura do km 922, no município de Belterra. Expedida na última terça-feira (28), a decisão judicial ordena a aplicação de multa de R$ 10.000,00 para quem resistir ao cumprimento da ordem de reintegração de posse da rodovia.

Na tarde desta quinta-feira (30), um oficial de justiça intimou manifestantes indígenas a desocuparem a BR-163, no município de Belterra, no Pará. A ordem, anunciada por meio de megafone, prevê multa de R$ 10 mil para quem resistir ao cumprimento da decisão judicial de reintegração de posse da rodovia. O anúncio ocorreu durante a realização de um ritual indígena, o que foi criticado pelos manifestantes como um desrespeito às suas tradições culturais.

Os indígenas, que estão bloqueando a BR-163 desde o dia 16 de janeiro, somam-se a professores em protesto contra a Lei Estadual nº 10.820/24, sancionada em dezembro de 2024. Eles exigem a revogação da lei, que consideram um retrocesso para a educação no estado, e a exoneração do secretário de Educação, Rossieli Soares.

A decisão judicial de reintegração de posse da BR-163 foi expedida na última terça-feira (28) pelo juiz federal Felipe Gontijo Lopes, que determinou a desocupação da rodovia na altura do km 922. Na ação movida pela Advocacia Geral da União (AGU), o magistrado autorizou o uso da força pelas polícias Militar, Rodoviária Federal e Federal, caso necessário, para garantir a desobstrução da via.

Os manifestantes no local relataram que a intimação foi feita de forma inadequada. “O oficial de justiça veio anunciar a desocupação de maneira errada, sem nominar ninguém e sem fazer o devido diálogo étnico-intercultural, como deveria acontecer. Ele obedeceu à ordem do juiz, usando um megafone durante um ritual sagrado. É dessa maneira que está se dando por informado o movimento indígena que está na BR-163: sem respeitar seus momentos sagrados e de maneira falha”, afirmou um dos indígenas em rede social.

A Lei 10.820/24 tem sido alvo de críticas desde sua sanção. Além de professores, comunidades indígenas e quilombolas argumentam que a legislação não leva em consideração as especificidades das escolas localizadas em áreas remotas e de difícil acesso, onde a atuação de docentes e especialistas em educação é essencial para garantir o direito à educação.

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:53:47

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MPF recorre para que governo do Pará volte a ser obrigado a publicar dados de transparência da pecuária

Arte: Comunicação/MPF | Compartilhamento de dados foi recomendado em enunciado aprovado em evento que lançou contribuições da Justiça para a COP 30, destaca MPF.
O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta terça-feira (28) à Justiça Federal que volte a obrigar a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) a publicar, na internet, dados detalhados sobre as Guias de Trânsito Animal (GTAs) emitidas pela agência. Essa obrigação tinha sido determinada pela Justiça Federal em novembro, mas, no último dia 17, a decisão foi suspensa, após recurso da Adepará.

As GTAs são os documentos oficiais para transporte animal no Brasil e contêm informações sobre a origem, destino e finalidade do transporte, vacinação dos animais, entre outros dados. O acesso da população a essas informações é essencial para permitir a supervisão comunitária e a transparência necessária nas atividades que possam impactar diretamente o ecossistema e a saúde pública, destaca o MPF.

O MPF também ressalta que, na 1ª Jornada de Justiça Climática e Transformação Ecológica da Justiça Federal da 1ª Região, evento realizado em dezembro, foi aprovado enunciado que recomenda que o Poder Público promova o uso compartilhado dos dados das GTAs. O evento marcou o lançamento do programa de ações do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) para reafirmar o compromisso da Justiça Federal da 1ª Região em contribuir ativamente para os objetivos da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30).

Direito à transparência – No recurso, o MPF enfatiza que a transparência das informações ambientais é um direito fundamental, previsto na Constituição e em leis como a Lei de Acesso à Informação e a legislação ambiental. O MPF destaca que o acesso aos dados das GTAs é de interesse público e coletivo, essencial para o controle social, a participação democrática e a proteção do meio ambiente ecologicamente equilibrado.

“A publicidade dessas informações não só cumpre com as obrigações legais de transparência e acesso à informação, como também reforça a responsabilidade da Adepará em promover práticas sustentáveis e eticamente responsáveis no setor agropecuário”, aponta a procuradora da República Priscila Ianzer Jardim Lucas Bermúdez.

O MPF ressalta, ainda, que a divulgação dos dados das GTAs não implica em qualquer violação aos direitos fundamentais à vida privada e à proteção de dados, porque a legislação estabelece que não é exigido o consentimento para a divulgação de dados pessoais se as informações forem necessárias à defesa de direitos humanos ou à proteção do interesse público e geral preponderante.

A urgência da publicação dos dados das GTAs, conforme indicado pelo MPF no recurso, torna-se ainda maior pela necessidade de acompanhar a expansão da atividade pecuária na Amazônia, que possui um impacto ambiental significativo.

Para o MPF, a transparência é um instrumento fundamental para reduzir danos e garantir a sustentabilidade – estudos citados no recurso apontam a pecuária como um dos principais vetores de desmatamento e emissão de gases de efeito estufa.

Agravo de Instrumento nº 1002266-98.2025.4.01.0000

Consulta processual

Fonte: Comunicação/MPF  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:51:07

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Grávida, vereadora é impedida de entrar em PSM de Ananindeua | PA

Pamela Wayne foi impedida de entrar no PSM de Ananindeua, mesmo estando grávida e exercendo o seu direito como vereadora do município. | Reprodução/Redes Sociais

Pamela Wayne foi impedida de entrar no PSM de Ananindeua, mesmo estando grávida e exercendo o seu direito como vereadora do município.

Aviolência política de gênero pode ser caracterizada como qualquer ato que tenha o objetivo de excluir uma mulher do espaço político, impedir ou restringir seu acesso ou induzir a tomar decisões contrárias à sua vontade. As mulheres podem sofrer violência quando concorrem, já eleitas e durante o mandato.

Foi o caso sofrido pela vereadora de Ananindeua, Pamela Wayne (MDB), de 38 anos, que passou por momentos de completo desrespeito na noite da última quarta-feira (29).

Por volta das 20h, Pamela e seus assessores foram impedidos de entrar no Pronto Socorro Municipal de Ananindeua (PSMA), localizado na avenida Mário Covas, no bairro do Coqueiro. Ela e sua equipe foram até o local no intuito de realizar a fiscalização dos atendimentos, como parte das atividades rotineiras de seu mandato.

Na ocasião, a vereadora, que está grávida, foi informada pela administração do PSM que ela precisaria aguardar do lado de fora da unidade até a chegada da Secretária Municipal de Saúde de Ananindeua, Dayane Lima.

“Uma falta de respeito comigo, porque não estão tendo a sensibilidade por eu estar gestante e também por ser o meu direito constitucional como vereadora deste município”, afirmou Pamela através de um vídeo publicado em sua página no Instagram.

Há três meses, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) realizou uma inspeção no Pronto Socorro Municipal de Ananindeua, inaugurado em julho de 2024 pelo prefeito Daniel Santos.

Durante a visita, foram observadas diversos problemas, dentre eles deficiências relacionadas à acessibilidade do prédio e à ausência de profissionais especializados, como psicólogos e fisioterapeutas.

Outro aspecto questionado pelo MPPA é a adequação dos serviços oferecidos pelo local, que se intitula “Pronto Socorro”, mas que não opera como um pronto-socorro de “portas abertas”.

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:39:05

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Justiça determina fim da greve abusiva de professores e impõe multas

A decisão também permite ao Estado descontar os dias não trabalhados dos salários dos professores e autoriza a contratação de temporários | Reprodução/Agência Pará

A decisão judicial considerou a ilegalidade da greve e impôs obrigações ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Pará (Sintepp).

Uma decisão judicial no Pará determinou medidas sobre a greve dos professores da rede pública estadual, nesta quinta-feira (30). A desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento estabeleceu determinações para garantir a continuidade das atividades educacionais e o funcionamento dos serviços públicos.

A decisão considerou a ilegalidade da greve e impôs obrigações ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Pará (Sintepp), com multa diária de R$ 60.000,00 em caso de descumprimento. Entre as determinações, estão:

Retorno imediato de todos os professores às atividades, sob pena de multa diária;

Proibição de bloqueios em vias públicas e interdições de prédios públicos, com restrição de manifestações a pelo menos 1 km de distância de unidades estaduais;

Garantia do direito ao trabalho para servidores que não aderiram à greve;

Garantia do acesso de alunos às escolas.

O sindicato foi instruído a divulgar a decisão a seus filiados em até 24 horas, utilizando todos os meios de comunicação disponíveis.

A decisão também permite ao Estado descontar os dias não trabalhados dos salários dos professores e autoriza a contratação de temporários caso as atividades não sejam retomadas integralmente.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:35:43

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‘Sereia’ tem cabeça mordida por peixe gigante em aquário na China; veja vídeo

Sereia é mordida por peixe em aquário na China – Reprodução/Instagram

Artista russa sofre ferimentos leves na cabeça, no pescoço e nos olhos.

Uma artista russa levou um grande susto durante uma apresentação no aquário Xishuangbanna Primitive Forest Park, na China. Masha, 22, se apresentava como sereia quando foi atacada por um peixe gigante.

“Nas imagens, o animal se aproxima da mulher que está performando e morde sua cabeça. Rapidamente, a artista consegue nadar para longe do peixe e sair do tanque de água, enquanto o público grita assustado com a cena. Ela sofreu ferimentos leves na cabeça, no pescoço e nos olhos.”

Segundo o NY Post, o episódio aconteceu no final do ano passado, e Masha chegou a receber uma indenização equivalente a R$ 560 como tentativa de impedir que falasse sobre o caso. No entanto, um vídeo do ataque vazou nas redes sociais chinesas e viralizou nesta semana.

O aquário abriga espécies nativas dos rios Mekong e Yangtzé, além de anfíbios raros. O tipo de peixe envolvido no ataque não foi confirmado, mas especialistas acreditam que se trata de um peixe-gato-gigante, espécie conhecida por seu grande porte e força.

Até o momento, o aquário chinês não se pronunciou sobre eventuais mudanças para evitar novos incidentes. Ativistas defendem regras mais rígidas para apresentações que envolvem interação direta com animais aquáticos.

https://twitter.com/i/status/1885093289293943193

Fonte: NY Post e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:31:29

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Produtora de conteúdo adulto morre ao cair de varanda no Rio

Anna Polly morreu aos 28 anos | Reprodução

A jovem estaria acompanhada de dois homens, que relataram estar no local para gravações de conteúdo para plataformas adultas.

Nos últimos anos, a morte precoce de influenciadores digitais tem se tornado um assunto recorrente, chamando atenção para a vulnerabilidade e os riscos enfrentados por esses profissionais. Episódios envolvendo quedas fatais, pressão psicológica, assassinatos e investigações sobre circunstâncias misteriosas deixam um rastro de perguntas sem respostas. Foi nesse contexto que o caso de Anna Polly, uma produtora de conteúdo adulto de apenas 28 anos, abalou a internet e levantou novos debates sobre a vida e os bastidores do trabalho virtual.

Anna Polly faleceu na última terça-feira (29), após cair da varanda de um hotel em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. A influenciadora estava acompanhada de dois amigos, que relataram estar no local a convite da jovem para gravações de conteúdo exclusivo para plataformas adultas. As circunstâncias do incidente ainda estão sob investigação pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

O que aconteceu?

De acordo com as informações iniciais, o corpo de Anna foi encontrado no pátio do hotel. Os dois homens que estavam com ela prestaram depoimento à polícia, mas cada um apresentou versões diferentes dos eventos que precederam a queda. A DHBF analisa imagens de câmeras de segurança, depoimentos de funcionários do hotel e registros no celular da influenciadora para esclarecer o ocorrido.

“Estamos conduzindo uma investigação minuciosa para esclarecer o que ocorreu. É um caso complexo, e não descartamos nenhuma possibilidade, desde acidente até um possível crime”, afirmou um representante da polícia.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML), ainda pendente, será crucial para determinar se houve consumo de substâncias ilícitas ou sinais de agressão física ou sexual.

Assédio e pressões no ambiente digital

Amigos próximos de Anna revelaram que ela vinha sofrendo assédio frequente nas redes sociais e pressão de assinantes que, segundo relatos, extrapolavam os limites da interação profissional. A Polícia Civil investiga se essas questões podem estar relacionadas ao acidente.

“Ela era muito talentosa e dedicada, mas a internet é um lugar cruel. Algumas pessoas ultrapassam os limites do respeito”, disse uma amiga da influenciadora, destacando os desafios enfrentados por quem atua na produção de conteúdo adulto.

Comoção nas redes sociais

A morte de Anna Polly gerou grande repercussão entre seus seguidores. “Muito triste essa notícia. Espero que a polícia descubra o que aconteceu de verdade”, escreveu um fã. Outros lamentaram o fato de que a influenciadora estava no auge de sua carreira e cheia de planos para o futuro.

Após a confirmação do falecimento, o perfil de Anna foi desativado nas redes sociais. A atitude foi vista por muitos como uma tentativa de preservar a memória da influenciadora em meio à comoção e às especulações. O caso segue em investigação e aguarda novos desdobramentos.

Fonte: Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:27:08

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Jaguatirica idosa é avistada no Pantanal

Jaguatirica idosa, felino surpreende pesquisadores ao ser avistada no Pantanal | Foto: Giovanna Leite/ OnçaFari

Uma jaguatirica idosa foi avistada na reserva Caiman Pantanal, em Miranda no Mato Grosso do Sul, surpreendendo pesquisadores com sua vitalidade e saúde. Descubra mais sobre este felino fascinante

Ajaguatirica (Leopardus pardalis) é a maior espécie entre os felinos de pequeno porte que vive em florestas tropicais, caatinga e pantanal e pode viver até 20 anos. Sua maturidade sexual por volta dos 16 a 18 meses de idade nas fêmeas e por volta dos 2 anos nos machos.

O animal possui um padrão de listras parecido com outros gatos selvagens. Se alimenta, principalmente, de pequenos mamíferos, peixes e aves.

 

Durante um monitoramento de fauna realizado pela equipe do Onçafari na reserva Caiman Pantanal, em Miranda no Mato Grosso do Sul, uma descoberta deixou os profissionais surpresos: uma jaguatirica macho idosa foi avistada em cima de uma árvore.

De acordo com o Onçafari, inicialmente, o felino parecia estar ferido, o que gerou uma rápida mobilização para avaliar sua situação. Ao se aproximarem, os pesquisadores perceberam que se tratava de um exemplar incomum, com marcas claras de uma longa vida na natureza.

A jaguatirica foi observada por uma hora, durante a qual a equipe procurou sinais de possíveis lesões. Felizmente, ela estava em perfeito estado de saúde, exibindo uma vitalidade surpreendente.

“Ele estava em ótimo estado, saltando com facilidade e demonstrando que, apesar dos anos, sua força e agilidade permaneciam intactas”, relatou o Onçafari em publicação nas redes sociais.

Fonte: oncafari.org e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:23:42

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Arara albina é avistada no Cerrado do Tocantins

Fotografia rara mostra arara-canindé albina. • Clóvis Cruvinel

Fotógrafo registra arara-canindé albina no Cerrado de Tocantins. Entenda a condição genética e a importância da conservação das aves.

No Cerrado de Aliança do Tocantins, no estado de Tocantins, um fotógrafo @cloviscruvinel_fotografia registrou a presença de Arara-canindé com uma condição genética que leva à ausência de pigmentos nas penas.

A espécie, conhecida como rara-azul-e-amarela, foi avistada com todas as penas amarelas, resultado da falta de produção de melanina, família de moléculas que dão cor a estruturas do corpo dos organismos.

As fotografias foram capturadas na última terça-feira (21), mostram a ave albina com outras da mesma espécie, sem a condição genética, lado a lado.

O fotógrafo, e também professor de geografia da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Clóvis Cruvinel, explica que o animal tem a plumagem lutina, que uma condição ainda mais específica: a ausência total da melanina, porém presença de pigmentos vermelhos ou amarelos.

“Gosto que minha arte, minha fotografia possibilite ao observador contemplar as nuances dos detalhes… àqueles que devido à correria do dia-a-dia passam desapercebidos”, postou Clóvis nas redes sociais.

Fonte: @cloviscruvinel_fotografia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:15:07

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Praga mortal na Ásia, percevejo invade o Brasil

A principal hipótese é que o percevejo tenha chegado ao país escondido em um navio vindo da Ásia | Foto: Yan Lima

Espécie comum na China foi identificada em cidades de São Paulo e pode representar ameaça ao meio ambiente.

Considerada uma praga mortal na Ásia, o percevejo-de-pintas-amarelas (Ethersina fullo), já chegou em solo brasileiro e tem preocupado especialistas em meio ambiente. O primeiro registro oficial da espécie foi feito pelo biólogo Yan Lima, que avistou o inseto enquanto fazia fotografias.

A foto capturada por Yan serviu de base para a publicação de um artigo científico confirmando a presença da espécie no Brasil. A principal hipótese é que o percevejo tenha chegado ao país escondido em um navio vindo da Ásia, desembarcando pelo Porto de Santos. Desde então, já foram ao menos 26 registros da espécie na Baixada Santista, com novos casos ainda sendo analisados.

Embora o percevejo não ofereça riscos diretos ao ser humano, ele é conhecido por causar danos significativos em plantações de kiwi e pera na China, onde as perdas nas lavouras chegaram a 30%.

Ainda não se sabe qual impacto pode ter na produção agrícola e na vegetação nativa brasileira, mas para conter a proliferação da espécie, especialistas recomendam atenção ao transporte de plantas entre regiões.

“Esse ato, que pode parecer simples, pode acabar levando exemplares junto”, alerta Sérgio Boccalini, diretor do Sindicato do Setor Controle de Vetores e Pragas Urbanas (Sindprag). Ele também ressalta que as características tropicais do Brasil se aproximam muito das condições do país de origem, a China, o que pode favorecer a reprodução do inseto.

O Ministério da Agricultura, que é responsável pela fiscalização das cargas de origem animal e vegetal que chegam pelos portos brasileiros, até o momento não se posicionou sobre o assunto.

Fonte: SBT News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:07:25

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Adriana é a brasileira com o passe mais caro do FutFem

A atacante foi vendida por 500 mil dólares ao Al-Qadsiah, da Arábia Saudita. | (Divulgação/Redes Sociais)

Adriana é a jogadora brasileira mais cara do futebol feminino, negociada por 500 mil dólares do Orlando Pride para o Al-Qadsiah, na Arábia Saudita.

O mercado de vendas no futebol feminino está agitado neste começo de 2025, com passes de jogadoras cada vez mais valorizados.

A atacante Adriana, de 29 anos, foi negociada pelo Orlando Pride, dos Estados Unidos, com o Al-Qadsiah, da Arábia Saudita, tornando-se a quinta maior venda da história do futebol feminino e a mais alta de uma jogadora brasileira. A transferência foi confirmada nesta quinta-feira (30), pelo próprio clube estadunidense.

Além de ser um recorde para o Orlando Pride, a negociação também representa a terceira maior da história da Liga de Futebol Feminino dos Estados Unidos (NWSL). Em suas redes sociais, o clube agradeceu a atleta e desejou sucesso na nova jornada.

“Obrigada, Adriana! Desejando a você boa sorte em sua nova jornada. Transferimos a atacante Adriana para o time da Premier League Feminina Saudita Al-Qadsiah por uma taxa de transferência recorde do clube e uma das maiores taxas de transferência da história da NWSL”, publicou o Orlando Pride.

De acordo com o site The Equalizer Soccer, a negociação movimentou 500 mil dólares (cerca de R$ 2,947 milhões na cotação atual). Adriana, que começou sua carreira no Flamengo-PI, também passou por Tiradentes, Rio Preto e Corinthians antes de se transferir para os Estados Unidos.

Com a venda, a atacante superou a zagueira Tarciane, que deixou o Corinthians no ano passado por 485 mil dólares (aproximadamente R$ 2,59 milhões de reais na cotação da época), e se tornou a brasileira mais valorizada em uma transferência do futebol feminino.

A maior contratação da história do futebol feminino aconteceu no último domingo (26), quando a zagueira norte-americana Naomi Girma foi negociada pelo San Diego Wave com o Chelsea, da Inglaterra, por 1,098 milhão de dólares (R$ 6,4 milhões).

Veja o ranking das maiores contratações da história do futebol feminino:

Naomi Girma – San Diego Wave para Chelsea – 1,098 milhão de dólares

Racheal Kundananji – Madrid CFF para Bay FC – 862 mil dólares

Barbra Banda – Shanghai Shengli para Orlando Pride – 740 mil dólares

Mayra Ramírez – Levante para Chelsea – 544 mil dólares

Adriana – Orlando Pride para Al-Qadsiah – 500 mil dólares

Fonte: No Ataque e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2025/18:05:14

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