Família é feita refém dentro de casa no Pará

Foto: Ilustrativa | Situação durou cerca de uma hora, até os envolvidos se entregarem para a polícia.

Uma situação assustou os moradores de Ananindeua que passavam pela avenida Mário Covas no final da manhã desta quinta-feira (6). Segundo populares, uma tentativa de assalto resultou em uma invasão de residência com reféns na cidade da Região Metropolitana de Belém.

As informações preliminares são de que uma dupla de suspeitos teria tentado roubar uma motocicleta, já outra versão aponta que o alvo inicial seria uma loja de conveniência. Entretanto, o crime foi frustrado e eles acabaram trocando tiros com agentes da Polícia Militar na avenida, próximo à entrada no bairro do Satélite.

Ao tentar fugir, os suspeitos eles teriam entrado na rua do Acre e acabaram invadindo uma residência e feito a família de moradores do local como reféns, que incluía uma idosa. Após cerca de uma hora de negociações, a dupla se entregou à polícia e não houve feridos.

Preliminarmente, não foram encontradas munições no local, apenas uma pistola em porte dos envolvidos, que agora serão triados pela polícia.

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:25:56

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Pará deve registrar cerca de 2.500 casos de câncer de colo de útero até 2026

Foto: Reprodução | O câncer de colo do útero é, em sua maioria, causado por infecções persistentes de alguns tipos de Papilomavírus Humano (HPV), um vírus que é transmitido sexualmente

No Pará, a luta contra o câncer de colo do útero deve registrar até 2026, cerca de 2500 novos casos desta doença, que ainda é a segunda mais comum entre as mulheres, segundo o INCA. Esta condição, embora seja uma das principais causas de morte entre mulheres na região, pode ser evitada ou tratada de forma eficaz quando detectada precocemente.

O câncer de colo do útero é, em sua maioria, causado por infecções persistentes de alguns tipos de Papilomavírus Humano (HPV), um vírus que é transmitido sexualmente. Embora o HPV seja comum e, na maioria das vezes, o sistema imunológico seja capaz de eliminá-lo de forma natural, em algumas mulheres o vírus pode persistir e levar a alterações celulares no colo do útero. Se essas alterações não forem tratadas, elas podem evoluir para o câncer.

Os tipos mais preocupantes do vírus, conhecidos como HPV 16 e HPV 18, são responsáveis pela grande maioria dos casos de câncer cervical. Embora o câncer de colo do útero seja o quarto mais comum entre as mulheres no Brasil, o número de casos e a mortalidade são ainda mais altos em regiões como no Pará, onde as dificuldades de acesso aos cuidados de saúde frequentemente resultam em diagnósticos tardios e, consequentemente, em taxas de sobrevivência mais baixas.

A detecção precoce é um fator chave na luta contra o câncer de colo do útero, uma vez que a doença tem grandes chances de cura quando diagnosticada em seus estágios iniciais. A realização regular do exame de Papanicolau, também conhecido como exame de citologia oncótica, é fundamental nesse processo.

Esse exame simples, rápido e indolor pode detectar alterações nas células do colo do útero que, se não tratadas, podem evoluir para câncer. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que todas as mulheres iniciem a realização do Papanicolau a partir dos 25 anos, ou três anos após o início da vida sexual ativa.

Além do Papanicolau, a vacinação contra o HPV tem se mostrado uma das mais eficazes formas de prevenção ao câncer de colo do útero. A vacina protege contra os tipos mais agressivos do HPV, como o 16 e o 18, e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, além de pessoas imunossuprimidas.

No Pará, programas de vacinação têm sido progressivamente mais incentivados, com campanhas anuais nas escolas e comunidades, buscando aumentar a adesão à imunização e reduzir a incidência de câncer de colo do útero no futuro. A conscientização sobre a importância da vacina e do exame de Papanicolau precisa ser ampliada, pois a falta de conhecimento sobre esses métodos de prevenção ainda é um grande obstáculo.

Fonte: Oncológica do Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:19:06

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Chuva reduz oferta de açaí e preço do litro pode chegar a R$ 50 no Pará

Foto: Reprodução | Escassez de açaí eleva preços e altera hábitos de consumo, afirmam comerciantes e clientes.

O período chuvoso tem impactado diretamente o fornecimento de açaí em Belém, reduzindo a oferta do fruto e elevando os preços nos pontos de venda. Proprietários de estabelecimentos relatam dificuldades para adquirir o produto, já que a menor disponibilidade nas feiras tem provocado alta na concorrência e no custo de compra. Em alguns locais, a escassez levou até mesmo à suspensão das vendas. Para os consumidores, o aumento do preço tem alterado hábitos de consumo, reduzindo a frequência de compra e tornando o açaí menos acessível.

Marília Damulakis, de 39 anos, proprietária de um estabelecimento de venda de açaí no bairro do Marco, afirmou que a compra do açaí tem sido dificultada devido à alta demanda e à oferta reduzida. Segundo ela, seu fornecedor costuma adquirir grande quantidade, mas não tem conseguido comprar o volume desejado. “Hoje consegui apenas 16 latas, bem abaixo do que normalmente preciso”, disse. Damulakis relatou que precisou aumentar os preços, pois a baixa oferta também elevou os custos de aquisição do produto.

“Pra não sair no prejuízo e tentar tirar algum dinheiro dessa venda eu precisaria deixar à R$ 38, mas acabou deixando por R$ 36, para tentar manter o ritmo das vendas”, explica Marília.

A empresária ainda relata que, com a dificuldade em encontrar o fruto, muitos pontos de venda optaram por não abrir nesta quinta-feira, 06. “O ponto aqui do lado do meu não abriu hoje, tinham pouco açaí e o preço tem que aumentar, às vezes os clientes não entendem. Aí acaba que o custo fica muito grande para gente, tanto que não abri o outro ponto que tenho”, contou.

Jhoy Rochinha Jr., de 32 anos, também dono de um ponto de venda de açaí no bairro do Umarizal, informou que a redução na oferta tem levado ao aumento expressivo dos preços nas feiras, com o produto chegando a custar três vezes mais do que durante a safra. Ele destacou que sua produção foi reduzida pela metade e o ajuste dos preços tem sido necessário para cobrir os custos. “Esses dias, o açaí pode chegar a custar entre R$ 45 e R$ 50 o litro”, afirmou.

Ele relata que a redução na oferta tem levado ao aumento expressivo dos preços nas feiras, com o produto chegando a custar três vezes mais do que durante a safra. “O açaí, que custava R$ 85,00, hoje chega a R$ 160,00 o painel, e o preço está subindo cada vez mais”, afirmou. Segundo ele, sua produção foi reduzida pela metade e o ajuste nos preços tem sido necessário para cobrir os custos. Rochinha também mencionou que o preço do fruto nas feiras tem sido influenciado pelos atravessadores, que elevam os valores de venda.

“Antes, os barqueiros traziam grande quantidade de açaí, mas agora estão se revezando e trazendo apenas dois barcos por vez, o que limita a oferta e aumenta o preço. Isso tem dificultado o acesso ao produto, especialmente para os comerciantes de periferia, que têm preços mais baixos”, explicou Jhoy.

Mudança no consumo

Consumidores também têm relatado mudanças no consumo devido ao aumento dos preços. A estudante Ingrid Bendelaque afirmou que, apesar de não encontrar dificuldades para comprar o produto, tem observado preços mais altos. “Perto de casa, o litro está custando entre R$ 30 e R$ 35, e nem sempre está com um bom sabor”, disse. Ela relatou que, antes do reajuste, sua família consumia açaí diariamente, mas agora passou a comprá-lo apenas três vezes por semana.

O estudante Gustavo Coelho, de 23 anos, que costumava consumir açaí de quatro a cinco vezes por semana, afirmou que a alta no preço tem tornado inviável manter a mesma frequência. “Os preços variam entre R$ 25 e R$ 32 na minha região. Tenho reduzido bastante o consumo e, em algumas semanas, não chego a comprar”, relatou.

Expectativa

Segundo os comerciantes entrevistados, caso as chuvas persistam, a previsão é de que os preços continuem a subir nos próximos dias. “E meu fornecedor avisou que, infelizmente, essa semana vai ser assim. Devido às chuvas e à alta demanda, cada dia o preço vai subir mais”, finalizou Marília que espera que em julho, a safra volte ao normal.

Por outro lado, Jhoy afirmou que “a gente tem medo de a safra não existir” para atender à demanda durante a COP30. Ele explicou que, em 2025, a previsão é de que o aumento de preços continue devido à escassez e à alta demanda, o que pode afetar o abastecimento de açaí em Belém. “Se não tiver safra, o açaí não chega em Belém e a fábrica levava todo o açaí”, lamentou.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:14:41

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Nova NR-1 exige que empresas cuidem da saúde mental dos funcionários

Foto: Reprodução | Com a NR-1 atualizada, as diretrizes de saúde e segurança no trabalho ganham novo foco: a saúde mental dos colaboradores.

Toda empresa tem o dever de manter a segurança e a saúde dos seus funcionários no ambiente de trabalho. Para isso acontecer, esses deveres são baseados nas normas regulamentadoras, mais conhecidas como NR.

Com a NR-1 atualizada, as diretrizes de saúde e segurança no trabalho ganham novo foco: a saúde mental dos colaboradores.

A partir de maio de 2025, será obrigatório que empresas adotem práticas para identificar e gerenciar riscos psicossociais, aqueles fatores invisíveis que, ao longo do tempo, podem afetar o desempenho e bem-estar das equipes.

O que é a NR 1?

A NR-1, sigla para Norma Regulamentadora 1, é um conjunto de diretrizes criadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego para assegurar condições adequadas de saúde e segurança no ambiente de trabalho.

Estabelecida em 1978, por meio da Portaria nº 3.214, ela serve como base para outras normas regulamentadoras, que também definem regras para prevenir acidentes e doenças ocupacionais, além de garantir os direitos dos trabalhadores.

NR 1 atualizada: o que muda?

A nova NR-1, revisada pela Portaria no 1.419 e publicada em 27 de agosto de 2024, exige que as organizações incluam os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que integra o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Isso quer dizer que elas passam a ser responsáveis por garantir que o ambiente de trabalho não seja uma fonte de adoecimento mental devido à sobrecarga ou a ambientes tóxicos.

Antes da atualização da NR-1, somente os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes eram contemplados por esta norma reguladora.

Todas as empresas precisam cumprir a NR 1?

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a NR-1 exige que todas as empresas com empregados realizem o gerenciamento de riscos ocupacionais.

No entanto, nem todas precisam elaborar um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), disponível no eSocial. O microempreendedor individual (MEI) já está automaticamente isento do PGR, mas se tiver empregado, deve usar o sistema para garantir a dispensa do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), desde que não haja exposição ocupacional a fatores ergonômicos.

A dispensa também está prevista para microempresas (MEs) e empresas de pequeno porte (EPP) de grau de risco 1 e 2 — ou seja, sem exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos.

O que são os riscos psicossociais no trabalho?

Os riscos psicossociais são fatores que podem comprometer a saúde mental dos colaboradores.

Eles envolvem uma série de aspectos do ambiente de trabalho, como sobrecarga de tarefas, pressão excessiva, falta de clareza nas responsabilidades, ausência de reconhecimento e apoio emocional e até assédio e discriminação.

Esse combo gera estresse, ansiedade, e, em muitos casos, pode levar ao Burnout.

O que significa na prática?

A atualização da NR-1 representa uma transformação significativa na forma como a segurança e saúde no trabalho é gerenciada. Na prática, as empresas terão que:

Identificar e gerenciar riscos psicossociais

Fatores como estresse, jornadas exaustivas e assédio moral devem ser documentados no inventário de riscos. As empresas precisam adotar medidas preventivas para mitigar esses riscos e promover um ambiente de trabalho mais equilibrado.

Atualizar o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

O PGR agora deve incluir os riscos psicossociais, demandando mais atenção da área de RH para questões de saúde mental. Isso envolve o desenvolvimento de estratégias de suporte, como programas de assistência psicológica e políticas organizacionais mais humanizadas.

Revisar e adaptar políticas de recursos humanos

As mudanças exigem que as empresas revisem suas práticas de gestão de pessoas para assegurar que os fatores que impactam a saúde mental dos trabalhadores ocorram de maneira eficaz.

Essa nova abordagem amplia a responsabilidade das empresas em cuidar não apenas da segurança física dos trabalhadores, mas também de sua saúde emocional e mental, contribuindo para a criação de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos.

Consequências para quem não cumprir a norma

O descumprimento das normas pode pesar no bolso das corporações com uma multa. Se, durante uma fiscalização, o auditor fiscal do trabalho perceber que não há medidas em curso, ele pode denunciar ao Ministério Público do Trabalho, que, por sua vez, pode ajuizar uma ação civil pública, condenando a empresa que não se adequar às regras.

Fonte: Jornal Contábil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:11:55

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Mãe é presa acusada de envenenar e matar filho autista

Foto: Ilustrativa | A criança foi socorrida, sendo levada para o Hospital, mas não resistiu.

Uma mulher foi presa acusada de envenenar o filho autista na verbal de 4 anos, no último sábado (01). A criança foi socorrida, sendo levada para o Hospital, mas não resistiu.

O caso ocorreu em Honório Gurgel, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo o Corpo de Bombeiros, o quartel de Guadalupe foi acionado no mesmo dia para realizar a remoção do corpo do menino para o Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto.

A mãe da criança, identificada como Pâmela Luiza Azevedo Dias, também ingeriu o veneno e, no momento, está internada sob custódia na mesma unidade hospitalar onde o filho foi atendido. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso e prendeu a mulher em flagrante.

Os policiais seguem em diligências para apurar a motivação do crime. Segundo relato do pai da criança à polícia, Pâmela apresentava abalo psicológico devido ao divórcio e já havia feito ameaças de cometer o crime.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:09:03

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Helder Barbalho nega patrocínio milionário a escola de samba do Rio

Foto: Reprodução | “Essa homenagem não envolve nenhum patrocínio por parte do Estado do Pará”, afirmou o governo do Estado após especulações sobre incentivo de R$ 15 milhões.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), visitou a Marquês de Sapucaí para acompanhar o desfile da Grande Rio, que representou as tradições e lendas paraenses na avenida. Ele negou o patrocínio de R$15 milhões dado a escola de samba, segundo o jornal O Globo.

“Essa homenagem não envolve nenhum patrocínio por parte do Estado do Pará, que se sente imensamente honrado em ter sua história e sua cultura representados no Carnaval do Rio de Janeiro”, diz a nota divulgada pelo governo.

Helder Barbalho (MDB), que esteve no evento, publicou um vídeo nas redes sociais mostrando os bastidores da preparação para o desfile. Na postagem, o governador elogiou o enredo “Pororocas Parawaras: As águas dos meus encantos nas contas dos curimbós”, criado pelos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad.

“Está chegando a hora”, escreveu Barbalho. “Daqui a pouco, 1h da manhã, Grande Rio na avenida. É o Pará! São as Pororocas Parawaras. E você vai poder ver muita coisa bonita sobre a cultura do nosso Estado, sobre as nossas origens, sobre as nossas riquezas e lindezas”.

Nas imagens, o governador estava com uma camiseta estampada com a frase “O coração da Amazônia bate forte na Sapucaí!”. “Pé quente para uma grande vitória”, declarou. “Vem com a gente, bora sacudir, energia boa e o Pará em primeiro lugar”.

Amazônia

O enredo da Grande Rio destacou as tradições, lendas e espiritualidade da Amazônia paraense, com ênfase na biodiversidade e fenômenos naturais, como as pororocas.

A escolha desse tema é vista como estratégica, pois Belém, a capital do Pará, será sede da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá em novembro deste ano.

No dia 1º de março, o governador visitou o barracão da Acadêmicos do Grande Rio, na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro, acompanhado da primeira-dama, Daniela Barbalho, da vice-governadora, Hana Ghassan Tuma (MDB), e do senador Omar Aziz (PSD-AM).

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:02:17

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Galeria de grãos desaba em rio e deixa trabalhadores feridos no Pará

Foto: Reprodução | Vítimas foram levadas para atendimento médico. Desabamento ocorreu na manhã desta quinta-feira (6).

Uma galeria de grãos que fica no Terminal de Grãos Ponta da Montanha (TGPM) desabou na manhã desta quinta-feira (6), em Vila do Conde, distrito de Barcarena, na região metropolitana de Belém. A galeria de grãos é uma esteira que transportava os grãos do terminal para os navios de exportação sobre a Baía do Capim.

Oito pessoas foram resgatadas, sendo quatro pessoas feridas. As vítimas foram encaminhadas ao Complexo Municipal de Saúde de Vila do Conde, distrito na área portuária do Pará. Não há notícias de mortes. De acordo com a Prefeitura de Barcarena todos os feridos receberam assistência médica imediata e seguem em observação, sem registro de casos graves. O quadro clínico dos pacientes é estável.

Equipes da Defesa Civil Municipal e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente foram acionadas para o local. Segundo trabalhadores da área, uma balsa bateu em um dos pilares da galeria que passava por manutenção. A estrutura não teria aguentado o impacto e cedeu. A estrutura faz parte do TGPM, um terminal privado que armazena e embarca grãos para o agronegócio.

Fonte: G1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:02:17

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Foragido de Minas Gerais por estupro é preso pela PRF em Marabá (PA)

Foto: Reprodução | O indivíduo foi preso na Rodovia Transamazônica (BR-230), nas proximidades do Aeroporto de Marabá.

MARABÁ, SUDESTE DO PARÁ – Nesta quarta-feira (5), um homem, que não teve o nome divulgado, foi preso pelo crime de estupro no município de Marabá, região sudeste do Pará. Ele estava foragido da Justiça de Minas Gerais e era procurado desde outubro de 2019.

Segundo informações policiais, o indivíduo pilotava uma motocicleta Honda CG SZV quando foi abordado por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Rodovia Transamazônica (BR-230), nas proximidades do Aeroporto de Marabá.

Durante a abordagem, os policiais consultaram os dados do homem e constataram a existência de um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Ribeirão das Neves (MG). Após a prisão, o indivíduo foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça para os devidos procedimentos legais.

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/14:02:17

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Publicação Nº 037/2025- L.C.B. DA SILVA LTDA

editalL.C.B. DA SILVA LTDA, CNPJ n. 27.169.470-0001-30 situada na Rua Industrial Lote Chácara 01 Quadra 598 s/n. Bairro Industrial II Novo Progresso -Pará, torna público que requereu junto a SEMMA de NP/PA, processo 516/2025, a renovação da licença de operação para a atividade de BENEFICIAMENTO DA MADEIRA.

Publicado dia 6 de março de 2025, às 10:42:06, por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Bebê fica no meio de ataque com mais de 15 tiros e sobrevive sem ferimentos; VÍDEO

Bebê ficou no meio de um ataque a tiros em Pedras de Fogo — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Alvo do ataque seria pai do bebê. Ação, que aconteceu na cidade de Pedras de Fogo, foi registrada por câmeras de segurança.

Uma menina de um ano sobreviveu após ficar no meio de um tiroteio na cidade de Pedras de Fogo, no Litoral Sul da Paraíba. Segundo a Polícia Civil, o ataque, registrado por uma câmera de segurança, aconteceu no dia 26 de fevereiro, mas as imagens começaram a circular nas redes sociais nesta segunda-feira (3) (assista acima).

O tiroteio aconteceu na Rua Getúlio Vargas, em Pedras de Fogo. O alvo dos suspeitos é pai da menina, ainda de acordo com a polícia. Ele levou 3 tiros na perna, mas não teve ferimentos graves. Os suspeitos ainda não foram identificados.

No vídeo, é possível ver três homens, duas mulheres e a criança em uma calçada. Em seguida, outros dois homens chegam ao local de moto, já atirando contra as vítimas. Os adultos entram na residência para escapar dos tiros, e a menina fica na calçada. É possível ouvi-la gritar.

Uma das mulheres tenta voltar para resgatar a criança, mas fica paralisada depois que um dos suspeitos aponta a arma para ela. Ao todo, é possível ouvir mais de 15 tiros. Após os disparos, os suspeitos vão embora de moto, e uma das mulheres que estavam na calçada pega a criança no colo.

O homem baleado foi socorrido pelo Samu para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa ainda no dia 26 de fevereiro, quando ocorreu a ação. Segundo a unidade hospitalar, ele pediu para ser liberado no mesmo dia e recebeu alta.

Veja vídeo:

https://twitter.com/i/status/1897658441243500991

Fonte: g1 PB e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/03/2025/10:32:14

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