Brasil é o 6º país com mais casos de diabetes no mundo, aponta levantamento

Foto: Reprodução | De acordo com o atlas, cerca de 3,4 milhões de pessoas morreram por conta da doença em 2024.

O Brasil possui 16,6 milhões de pessoas de 20 a 79 anos com diabetes. O número coloca o País na sexta posição no ranking global de nações com mais casos da doença e representa um aumento de 403% na comparação com 2000, quando havia 3,3 milhões de pessoas diagnosticadas.

Os dados constam na nova edição do Atlas de Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), divulgada na segunda-feira, 7. De acordo com o levantamento, o Brasil só fica atrás da China (148 milhões de registros), Índia (89,8 milhões), Estados Unidos (38,5 milhões), Paquistão (34,5 milhões) e Indonésia (20,4 milhões). Em todo o planeta, são ao menos 589 milhões de casos, o equivalente a uma em cada nove pessoas.

“O grande problema do diabetes é o impacto nas taxas de mortalidade. Além de ser muito prevalente, é uma das principais causas de morte no País e a quinta causa de perda de capacidade”, destaca Bianca Pititto, do Departamento de Epidemiologia, Economia e Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

De acordo com o atlas, cerca de 3,4 milhões de pessoas morreram por conta da doença em 2024. O número corresponde a um óbito a cada seis segundos. No Brasil, foram 111 mil mortes.

“O que mais nos preocupa é que esse aumento ocorre de forma progressiva e constante desde o ano 2000 – ou até mesmo antes”, continua Bianca, que também é professora do Programa de Pós-graduação em Endocrinologia da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “É muito impactante, tanto para a saúde pública quanto em termos de custos.”

O Brasil foi o terceiro País que mais gastou com a doença no mundo, com um total de US$ 45 bilhões. Ficou atrás apenas dos Estados Unidos, com US$ 404,5 bilhões, e da China, com US$ 168,9 bilhões.

O atlas ainda aponta que, em 11% das gestações no Brasil, as gestantes desenvolveram diabetes gestacional, condição que eleva os riscos de malformações, parto prematuro e complicações para mãe e bebê. O levantamento também indica que o Brasil é a quarta nação com mais casos de diabetes tipo 1 no mundo – atrás apenas de EUA, China e Índia -, com cerca de 500 mil pessoas diagnosticadas, em geral ainda na infância ou juventude.

Qual a razão do aumento?

A obesidade é o principal fator de risco, segundo Bianca. “A obesidade, no Brasil e no mundo inteiro, vem aumentando de forma constante nos últimos anos. Quase 70% dos adultos do País têm sobrepeso. A alimentação, com o baixo consumo de frutas e legumes, e o sedentarismo também impactam os índices. Esses são os três principais fatores”, pontua.

Além disso, existem fatores como o acesso ao cuidado e a possibilidade de mudança de estilo de vida. “Do ponto de vista da saúde pública e dos determinantes sociais da saúde, também nos deparamos com situações que impactam os índices: pessoas que não conseguem fazer atividade física, se alimentar melhor ou ter acesso adequado à saúde”, continua.

Outro ponto é que, devido ao estilo de vida com alto consumo de produtos ultraprocessados, menos horas de sono, pouco exercício físico e muito tempo de tela, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) vêm aumentando entre crianças e adolescentes, especialmente a obesidade, um fator de risco para outras comorbidades, como o diabetes tipo 2.

“Nos Estados Unidos, por exemplo, que tem um alto índice de obesidade, é possível observar de forma mais nítida muitas pessoas mais jovens com diabetes tipo 2. No Brasil, era uma coisa que não acontecia no passado, mas começou a ser observada nos últimos anos”, destaca Bianca.

Ela ainda explica que, por conta do avanço no tratamento e no controle da doença, as pessoas com diabetes vivem mais. “Isso é benéfico, é nosso desejo, mas ajuda a aumentar a prevalência da doença”, destaca. “Conseguimos prolongar a vida desses pacientes, mas não conseguimos reduzir a incidência de novos casos de diabetes. Por isso, a prevalência vai aumentando cada vez mais”.

O que pode ser feito para diminuir os índices?

Segundo o relatório, nenhum País teve uma redução na prevalência de diabetes. Mas, segundo Bianca, políticas públicas que estabeleçam uma equidade no acesso à saúde podem ser um caminho.

“As políticas que podem ter um impacto no longo prazo permeiam vários setores, não apenas a saúde”, afirma a professora. “Vão desde melhorar a viabilidade financeira e o acesso a alimentos in natura e saudáveis, até garantir alimentação adequada nas escolas, educação em saúde e segurança pública, para que as pessoas consigam praticar atividades físicas, entre outros aspectos.”

Ela cita três medidas que ajudam na prevenção da doença:

– 150 minutos de atividade física leve e moderada por semana; – Maior consumo de frutas, verduras e legumes, o que impacta na quantidade diária de fibras. O recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é ingerir ao menos cinco porções por dia, em cinco dias da semana. – No total, são cerca de 400 gramas por dia; – Manutenção de peso saudável ou, em quem tem sobrepeso ou obesidade, a redução de 10% do peso. Essa perda não precisa ocorrer de forma muito rápida, pode acontecer em um período de seis meses, por exemplo.

O Liberal

Fonte: O Liberal /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/04/2025/08:12:49

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Justiça acolhe pedidos do MPF e determina saída de ocupantes ilegais da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará

Foto Marizilda Cruppe/Amazônia Real/Amazon Watch, em 17/09/2020 – CC BY 4.0

Estado deve suspender emissão de Cadastros Ambientais Rurais (CARs) e de Guias de Trânsito Animal (GTAs), determinou a sentença.

A Justiça Federal acolheu pedidos do Ministério Público Federal (MPF) e, nesta terça-feira (8), determinou, em sentença, que ocupantes ilegais devem desocupar a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Entes e órgãos públicos foram obrigados a atuar para impedir novas ocupações ilegais.

A sentença estabelece que sete condenados devem deixar a área dentro de 60 dias e, quando não houver mais possibilidade de recursos contra a decisão, outros 306 ocupantes ilegais também devem sair da Flona, em 60 dias.

Se os prazos não forem cumpridos, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi autorizado a desmobilizar as fazendas ilegais, retirando o gado e estruturas, inclusive com o apoio da força pública, se necessário.

O ICMBio deve adotar todas as providências administrativas para impedir o acesso e a reocupação da área, inclusive com apoio de forças de segurança federais, estaduais e municipais, estabeleceu a sentença.

Foi decretada, também, a imediata proibição de plantação e comércio de produtos agrícolas, pastoris – inclusive bovinos – ou de madeira na área da Flona. A Justiça determinou, em toda a área, a perda ou suspensão da participação em linhas de financiamento oferecidas em estabelecimentos oficiais de crédito e a perda ou restrição de acesso a incentivos e benefícios fiscais oferecidos pelo Poder Público.

Suspensão do CAR e GTA – Também a pedido do MPF, a Justiça Federal determinou que o Estado do Pará suspenda e/ou invalide os registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR) incidentes sobre áreas localizadas dentro dos limites da Flona Jamanxim, no prazo de 60 dias.

O Estado do Pará foi impedido de emitir ou validar qualquer novo CAR sobre Flona, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

À Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), a Justiça Federal determinou a suspensão da emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) para quaisquer criadores ou imóveis localizados dentro da área da Unidade de Conservação (UC).

O município de Novo Progresso foi obrigado a promover a inclusão das áreas da Flona Jamanxim em seu zoneamento ambiental e territorial, com a devida identificação como UC federal.

Além disso, o município foi impedido de emitir alvarás, licenças, autorizações ou qualquer outro ato administrativo que possa facilitar a permanência de ocupações privadas na Unidade de Conservação.

https://youtu.be/q7RzLyrviKk

Processo 0001606-52.2016.4.01.3908

Consulta processual

Fonte : Ministério Público Federal no Pará / Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/17:42:20

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Instagram proíbe menores de 16 anos de abrirem live sem autorização dos pais

A função, que vem sendo aplicada automaticamente a contas do Instagram de menores de 16 anos, agora impede que os usuários entrem ao vivo nas chamadas “lives” sem a permissão dos pais. As contas também passam a ter um recurso que desfoca imagens com suspeita de nudez nas mensagens diretas que só pode ser desativado com autorização de um responsável.

A Meta, gigante da tecnologia que detém Instagram e Facebook, duas das redes sociais mais populares do mundo, anunciou nesta terça-feira (8) novos recursos que passam a integrar o modo Conta de Adolescente.

A função, que vem sendo aplicada automaticamente a contas do Instagram de menores de 16 anos, agora impede que os usuários entrem ao vivo nas chamadas “lives” sem a permissão dos pais. As contas também passam a ter um recurso que desfoca imagens com suspeita de nudez nas mensagens diretas que só pode ser desativado com autorização de um responsável.

O tipo de conta restrita, lançado em setembro de 2024 e cuja implementação teve início no Brasil em fevereiro, também estará disponível no Facebook e no Messenger. A implementação das novas configurações no país levará até dois meses para ser concluída.

Segundo a Meta, o modo Conta de Adolescente “tem proteções integradas que limitam quem pode entrar em contato com os adolescentes e o conteúdo que eles veem” e passa a ser acionada automaticamente para usuários identificados como jovens.

Para alterar tais configurações e deixá-las menos rígidas, o adolescente precisa integrar o perfil de um responsável a sua conta. O adulto recebe uma notificação com o pedido de alteração e pode ou não aceitá-la.

As medidas foram anunciadas após grandes pressões e críticas às Big Techs por deixar usuários menores de idade vulneráveis a diversos tipos de violência no uso de seus serviços.

Em janeiro de 2024, o presidente-executivo da Meta e fundador do Facebook Mark Zuckerberg chegou a pedir desculpas aos pais de crianças que foram vítimas de cyberbullying nas redes durante audiência no Senado norte-americano, que tinha como tema sobre os perigos das redes sociais para crianças e adolescentes. Algumas das vítimas cometeram suicídio após episódios envolvendo situações como extorsão de menores para envio de fotos íntimas.

Segundo dados da empresa, 54 milhões de contas foram configuradas como Conta de Adolescente desde o início da implementação no mundo, e 97% dos adolescentes de 13 a 15 anos permaneceram com tais restrições da ativas.

O modo Conta de Adolescente também possui configurações como alertas ao usuário após passar uma hora em determinado aplicativo e ausência de notificações entre as 22h e as 7h.

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/18:18:58

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Professor do IFPA é exonerado após denúncias de assédio e vítimas vão às ruas cobrar por mais proteção

Protesto foi realizado para cobrar medidas mais severas do IFPA — Foto: Divulgação

Exoneração ocorreu três anos após denúncias feitas à instituição.

Um professor do Instituto Federal do Pará (IFPA) foi exonerado após denúncias de assédio sexual contra alunas, em Belém. A demissão foi formalizada no dia 28 de março e nesta última segunda-feira (7), as estudantes foram às ruas protestar por medidas mais efetivas quanto aos casos denunciados.

Segundo os manifestantes, o suspeito ficou exercendo a função no instituto durante todo o tempo em que as denúncias estavam em trâmites internos. As alunas pedem agilidade em novas denúncias contra novos servidores.

A exoneração ocorreu cerca de três anos após as primeiras denúncias contra o servidor, que iniciaram em 2022. Na época, um grupo de alunas se mobilizou para denunciar formalmente os casos de assédio junto ao instituto e autoridades externas.

Outras denúncias

Segundo uma das manifestantes, que optou por não se identificar, um outro professor, que também atua como coordenador de curso superior e técnico, foi denunciado por alunas para a administração do IFPA.

“Queremos que ele seja afastado das atividades para evitar novos crimes, principalmente porque ele atua ministrando em um curso técnico onde tem estudantes menores de idade”, afirmou.

A estudante alega que o instituto não tem dado a devida atenção ao que tem sido relatado, nem dado o apoio devido às vítimas. Segundo a denunciante, o suspeito segue em exercício na instituição e sem qualquer restrição ou medidas relacionadas às pessoas que denunciaram.

Ela ainda conta que denúncias precisaram ser feitas em delegacias, como a Delegacia da Mulher (Deam), pois uma das vítimas do professor foi ameaçada por uma pessoa de vínculo familiar do suspeito, para que a denúncia fosse retirada.

“E aí quando a gente vai procurar saber o andamento das denúncias (no IFPA), temos apenas a resposta de quem está em tramitação e em sigilo, por se tratar de assédio”, contou a aluna.

Posicionamento do IFPA

Segundo o IFPA, o local não recebeu nenhum registro de crime, apenas denúncias que foram analisadas conforme regimento administrativo da instituição.

O Instituto Federal do Pará informou ainda que atua para promover um ambiente seguro e respeitoso para todos, especialmente para alunas, servidoras e colaboradoras.

“Por isto, ao receber denúncias de assédio tomamos todas as medidas necessárias para tratá-las com a seriedade e a celeridade que o assunto exige, mesmo diante da complexidade e sensibilidade desses casos”.

A instituição explicou os processos realizados ao receber uma denúncia do tipo, como mostra o trecho abaixo:

“No caso da denúncia recebida contra um coordenador de curso, asseguramos o devido encaminhamento administrativo, seguindo rigorosamente os procedimentos estabelecidos para a investigação do ocorrido. Para fortalecer nossas ações, implementamos três iniciativas:

Desenvolvimento de uma política de prevenção e combate ao assédio. Esta política visa estabelecer diretrizes claras para prevenir e enfrentar situações de assédio em nossa instituição.

Implantação da Ouvidoria da Mulher: um canal exclusivo criado para acolher e tratar denúncias relacionadas a questões de gênero, garantindo um atendimento especializado e humanizado.

Atuação da Corregedoria e Ouvidoria nos campi: Estamos levando essas instâncias às unidades do IFPA para realizar trabalhos preventivos e educativos, visando conscientizar nossa comunidade acadêmica sobre a importância do respeito mútuo e da ética profissional”.

O IFPA disse que cinco demissões foram realizadas desde agosto de 2023 relacionadas a esse tipo de conduta, sendo o caso mais recente em 28 de março de 2025, conforme a Portaria nº 1.534/IFPA.

Fonte: Por g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/15:09:25

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Castanha-do-pará pode virar castanha-da-amazônia? Entenda o projeto de lei aprovado no AM e possíveis impactos

A castanha é uma das principais atividade para o sustento de várias famílias da região amazônica. — Foto: Divulgação

Proposta quer alterar oficialmente a denominação de todos produtos derivados da castanha, quando produzidos no Amazonas. Especialistas falam sobre a origem dos nomes e como mudança afeta economia.

Castanha-do-pará pode virar castanha-da-amazônia? Ao menos essa é a proposta do projeto de lei nº 913/2024, aprovado em 3 de abril deste ano pela Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). A iniciativa surgiu pouco mais de três meses após um amplo debate nas redes sociais sobre qual seria o nome mais adequado para o fruto típico da região amazônica.

Embora a lei ainda não tenha sido sancionada pelo governo estadual, o g1 te explica os possíveis impactos dessa mudança. (entenda mais abaixo).O texto aprovado estabelece que todos os produtos derivados da castanha, quando produzidos no Amazonas, deverão utilizar a denominação “castanha-da-Amazônia”.

“Essa mudança reconhece a Amazônia como um todo e fortalece a marca do produto no mercado nacional e internacional”, destacou Sinésio Campos (PT-AM), autor do projeto de lei.

Variações: do Pará, do Brasil ou da Amazônia?

Recentemente, o debate sobre a denominação da castanha voltou à tona, gerando uma discussão pública. No início deste ano, o ator amazonense Adanilo fez uma aparição no programa É de Casa, da TV Globo, e usou a variação “castanha-da-amazônia” para se referir ao fruto. Na ocasião, a apresentadora o corrigiu, mas o ator, com bom humor, comentou:

“É do Pará, é da Amazônia, é do Brasil… tem um monte de nome”.

A conversa gerou repercussão nas redes sociais, com muitas pessoas questionando qual seria o nome mais adequado para o fruto e o motivo para as variações.

No entanto, o decreto nº 51.209, publicado em 1961, oficializa o nome do fruto como castanha-do-brasil.

De acordo com Davi Leal, historiador e pesquisador da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), essa divergência de nomenclatura se refere ao período em que o Amazonas era parte da Província do Pará. Naquela época, toda a produção de castanhas que saía do interior da região seguia para Belém, e foi lá que o fruto ficou conhecido como “castanha-do-pará”.

“Até 1850, o Amazonas fazia parte da Província do Pará, ou seja, éramos paraenses. Quando nos separamos, compartilhamos muitos hábitos culturais com toda a região”, explicou Leal. Logo, o vínculo histórico ajudou a consolidar a associação do nome com o Pará, mesmo após a separação dos estados.

Com a criação do estado do Amazonas e seu desenvolvimento crescente, desde a década de 1930, a Associação Comercial do estado tem defendido o uso de nomes como “castanha-do-brasil” ou “castanha-da-amazônia”, para dar um reconhecimento mais amplo e justo ao fruto que é originário do bioma amazônico.

“Chamar de castanha-do-pará reforça a identidade do estado, mas não faz justiça à história, pelo menos não completamente”, afirmou o pesquisador.

Atualmente, a Região Norte é a maior produtora de castanha-do-brasil. Segundo dados do Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), em 2023, a região foi responsável por extrair 33.451 toneladas do fruto. O Amazonas é o estado que lidera as extrações no ranking, com exportação de 11.291 toneladas de castanha. O Acre e o Pará vêm logo atrás, com 9.473 toneladas e 9.390 toneladas, respectivamente.

Mudança

Após a repercussão do nome correto da castanha, o assunto voltou a circular no Amazonas. O deputado estadual Sinésio Campos (PT-AM) apresentou o projeto que propõe a mudança da nomenclatura no estado.

O parlamentar justificou a mudança como uma correção de um “equívoco histórico”, argumentando que a árvore da castanha é nativa da Amazônia, e não exclusivamente do Pará.

“A identificação geográfica deste produto agrega valor e resgata um erro histórico, pois a castanha é uma árvore encontrada na Amazônia, e não apenas no Pará. Além disso, é chamada de ‘castanha-do-brasil’, o que é outro erro, pois essa árvore não é encontrada em outras regiões do país”, explicou o deputado ao g1.

Para Sinésio, a proposta não deve ser vista como uma disputa entre o Amazonas e o Pará, mas sim como uma defesa dos produtores e extrativistas da Amazônia. “Todos os extrativistas da Amazônia ganham com o nosso PL 913/2024. Essa é uma marca que deve ser usada com mais ênfase por todos nós”, afirmou.

A lei também inclui incentivos à rastreabilidade do produto, à certificação de origem e ao uso da nova nomenclatura nas exportações e campanhas publicitárias. Segundo a economista e pós-doutora em desenvolvimento regional, Michele Lins Aracaty, essa é uma tendência crescente no mercado internacional.

“Os consumidores estão cada vez mais interessados em saber a origem dos produtos que compram e tendem a adquirir aqueles que provêm de atividades sustentáveis”, destacou.

A lei segue agora para a sanção do governador Wilson Lima (União Brasil-AM). Se sancionada, entrará em vigor imediatamente, exigindo adaptações do setor produtivo e comercial do estado.

Impacto

Embora Michele Aracaty, que também é docente do Departamento de Economia da Universidade Federal do Amazonas e presidente do Conselho Regional de Economia da 13ª Região (Corecon-AM/RR), avalie positivamente a proposta da nova nomenclatura, ela alerta que a mudança de nome por si só não será suficiente para agregar valor real à cadeia produtiva da castanha ou melhorar sua imagem no mercado internacional.

“Como estudiosa de modelos de desenvolvimento regional, acredito que a Amazônia precisa de uma política mais ampla que valorize suas potencialidades locais, preserve o meio ambiente e melhore as condições sociais e econômicas das comunidades que dependem da floresta”, afirmou.

Para a economista, é crucial que qualquer mudança relacionada à produção da castanha chegue até as pessoas que recolhem o fruto, ou seja, os extrativistas, que devem ser melhor remunerados por seu trabalho. Ela lembra que a atividade extrativa não só contribui para a preservação ambiental, como também desestimula o desmatamento, já que as árvores precisam permanecer intactas para que a castanha seja extraída.

Portanto, qualquer mudança no mercado deve beneficiar diretamente as pessoas que vivem da floresta, garantindo sua participação justa na cadeia produtiva e, ao mesmo tempo, preservando o meio ambiente”, concluiu Michele.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/14:08:50

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Justiça condena 5 pessoas e aplica indenizações de R$ 31 milhões por desmatamento ilegal, em Castelo dos Sonhos, no PA

Foto ilustrativa de uma área desmatada perto de Uruara, Estado do Pará, em 21 de janeiro de 2023. — Foto: Reprodução/Reuters

Sentenças atendem a pedidos feitos pelo MPF e foram decretadas nos últimos dias 3 e 4 de abril.

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou nesta terça-feira (8) que a Justiça Federal condenou cinco pessoas ao pagamento de R$ 31,2 milhões em indenizações por desmatamento ilegal e por danos morais coletivos em Altamira, no sudoeste do Pará.

As áreas desmatadas somadas chegam a 3,1 mil hectares (mais de três mil campos de futebol) e devem ser recuperadas pelos condenados. Os locais ficam localizados no distrito de Castelo dos Sonhos e na gleba Curuá.

As sentenças atendem a pedidos feitos pelo MPF e foram decretadas nos últimos dias 3 e 4 de abril. Os desmatamentos foram identificados pelo Ibama entre 2015 e 2019.

Os processos

As condenações fazem parte de quatro processos judiciais diferentes. Confira os detalhes abaixo:

1º Processo:

Réu condenado: 1 pessoa.

Área a ser recuperada: 1.007,76 hectares de floresta nativa amazônica.

Condenação financeira: R$ 7,4 milhões por danos materiais e R$ 371 mil por danos morais coletivos.

2º Processo:

Réus condenados: 2 pessoas.

Área a ser recuperada: 721,93 hectares de floresta nativa na gleba Curuá.

Condenação financeira: R$ 7,7 milhões por danos materiais e R$ 387 mil por danos morais coletivos.

3º Processo:

Réu condenado: 1 pessoa.

Área desmatada: 1.019 hectares de floresta nativa na gleba Curuá, distrito de Castelo dos Sonhos.

Condenação financeira: R$ 10,8 milhões por danos materiais

4º Processo:

Réu condenado: 1 pessoa.

Área desmatada: 413,26 hectares de vegetação nativa da floresta amazônica.

Condenação financeira: R$ 4,4 milhões por danos materiais.

Outras punições

Segundo o MPF, em todas as sentenças, os condenados também terão restrições como a suspensão da participação em financiamento e a perda ou restrição de acesso a incentivos e benefícios fiscais oferecidos pelo poder público.

Em alguns casos, foi determinada pela Justiça a indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos réus para garantir a recuperação do dano ambiental.

A Justiça Federal também determinou, em alguns casos, a suspensão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) das áreas afetadas e a proibição de plantação, comércio de produtos agrícolas, madeiras ou atividades pastoris, inclusive bovinos.

Fonte: G1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/14:54:13

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Alunas de medicina expõem paciente transplantada: ‘Acha que tem 7 vidas’

Foto: Reprodução | A jovem Vitória Chaves da Silva havia sido submetida a 4 transplantes de coração e morreu 9 dias após a publicação do vídeo pelas estudantes.

Duas estudantes de medicina publicaram um vídeo no TikTok — removido nesta terça-feira (8/4) — no qual expõem a paciente Vitória Chaves da Silva, de 26 anos, internada no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, nove dias antes de sua morte por insuficiência renal, em 28 de fevereiro.

Em 2023, o portal Metrópoles havia noticiado o caso inédito de Vitória, que foi submetida a três transplantes de coração — algo até então limitado a dois procedimentos no Brasil.

No vídeo, embora não citem o nome da paciente, as alunas Gabrielli Farias de Souza (de cabelos loiros) e Thaís Caldeiras Soares Foffano (à direita, de cabelos escuros) mencionam os três transplantes cardíacos e indicam quando ocorreram — na infância, adolescência e início da vida adulta — coincidindo com o histórico de Vitória.

“Um transplante cardíaco já é burocrático, já é raro, tem a questão da fila de espera, da compatibilidade, mil questões envolvidas. Agora, uma pessoa passar por um transplante três vezes, isso é real e aconteceu aqui no Incor e essa paciente está internada aqui”, afirma Thaís no vídeo.

A postagem, feita em 17 de fevereiro, foi visualizada por pouco mais de 212 mil pessoas. A repercussão foi suficiente para que um amigo reconhecesse o caso de Vitória e enviasse uma mensagem à família no último dia 3, conforme relatou Giovana Chaves dos Santos, 19 anos, irmã da paciente.A exposição gerou revolta na família. A mãe de Vitória, Cláudia Aparecida da Rocha Chaves, e a irmã decidiram registrar um boletim de ocorrência, acionar o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e o próprio Incor.

Durante a gravação, as estudantes sugerem que a sequência de transplantes ocorreu porque Vitória não teria se cuidado adequadamente nem seguido a prescrição de medicamentos, informação rebatida pelos familiares da paciente.

No vídeo, Thaís afirma que as duas iriam encontrar a paciente em seguida: “A gente vai subir lá em cima [sic] e tentar conversar com essa paciente transplantada por três vezes”.

Gabrielli então comenta sobre os procedimentos: “A segunda vez ela transplantou e não tomou os remédios que deveria tomar, o corpo rejeitou [o órgão] e teve que transplantar de novo, por um erro dela [Vitória]. Agora ela transplantou de novo, [o corpo] aceitou, mas o rim não lidou bem com as medicações”.

Na sequência, Thaís diz: “Estou em choque. Simplesmente uma pessoa que já passou três vezes por transplante, recebeu três corações diferentes, pra quem não é da medicina, resumindo, é isso […] e tá com problema ainda. Espero que fique tudo bem com ela, que agora ela realmente tome as medicações e faça o tratamento correto”.

https://twitter.com/i/status/1909695646077968819

Vitória faleceu nove dias depois, em decorrência de choque séptico e insuficiência renal crônica. A morte ocorreu um ano após o terceiro transplante cardíaco e dois anos após um transplante de rim, órgão que foi comprometido devido aos medicamentos utilizados no tratamento cardíaco. Cláudia, mãe da paciente, afirmou ao Metrópoles que as declarações das estudantes são falsas.

“O que elas dizem é inverídico e temos provas de tudo, que ela [Vitória] seguia o tratamento à risca”, afirmou. “A gente sempre acompanhou a Vitória. A gente sabia o quanto ela lutava para viver, né? Tanto é que tem um monte de ofício na Promotoria da gente pedindo ajuda com medicação, com passagem para vir no tratamento.

Ela nunca faltou numa consulta sequer, né? E minha filha tinha sede de vida. Tudo o que ela queria era viver. Aí vem uma pessoa e diminui a história dela, eu não aceito, quero Justiça”, desabafou.

Cláudia também destacou que a postagem gerou milhares de comentários, muitos deles ofensivos contra a filha. A família exige uma retratação pública por parte das estudantes, na mesma proporção da exposição feita. Até a publicação desta reportagem, nem Gabrielli nem Thaís, tampouco seus representantes, haviam sido localizados. O espaço permanece aberto para manifestações.

Vitória sonhava em ser médica

Enquanto aguardava pelo terceiro transplante cardíaco, Vitória revelou que sonhava em ser médica para ajudar outras pessoas, da mesma forma como era acolhida. Ela chegou a prestar o Enem para ingressar no curso de medicina em 2019, mas não alcançou a pontuação necessária.

Na ocasião, mesmo sob forte medicação, Vitória enviou um áudio ao Metrópoles demonstrando esperança de voltar à rotina com a família e realizar tarefas simples, como tomar banho sozinha e comer refeições caseiras.

“Quero muito ir embora para poder usufruir da minha família. Tenho esperança. Vou ficar bem e ter uma boa recuperação. Peço orações”, declarou na época.

“Essa menina tá achando que tem sete vidas.”

Outro lado

Em nota, “a FMUSP esclarece que as alunas envolvidas na ocorrência são graduandas de outras instituições, que estavam no hospital em função de um curso de extensão de curta duração (um mês). Atualmente, não possuem qualquer vínculo acadêmico com a FMUSP ou com o InCor.

Assim que foi tomado conhecimento do fato, as universidades de origem das estudantes foram notificadas para que possam tomar as providências cabíveis. Internamente, a FMUSP está tomando medidas adicionais para reforçar junto aos participantes de cursos de extensão as orientações formais sobre conduta ética e uso responsável das redes sociais, além da assinatura de um termo de compromisso com os princípios de respeito aos pacientes e aos valores que regem a atuação da instituição.

A FMUSP repudia com veemência qualquer forma de desrespeito a pacientes e reafirma o compromisso inegociável com a ética, a dignidade humana e os valores que norteiam a boa prática médica.

A instituição reforça ainda a missão de formar profissionais comprometidos com a excelência e com o cuidado humano, valores que são inegociáveis em nossa Instituição”.

Fonte:  Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/14:08:50

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Briga entre China e EUA pode beneficiar agronegócio no Pará

Pará possui os melhores preços da carne e o menor preço do grão | (Pedro Guerreiro/ Ag.Pará)

Análise do impacto da guerra comercial entre EUA e China no agronegócio do Pará, destacando oportunidades de exportação e vantagens competitivas..

Em cerca de duas semanas poderá ser feita uma análise econômica mais clara de como o Pará pode ser beneficiado com a guerra comercial que vem sendo travada entre Estados Unidos e China na área do agronegócio, aumentando suas exportações em vários segmentos.

“Esse é um processo complexo que não gera fatos imediatos, tendo em vista que quem comanda as bolsas e a comercialização é o centro-sul do país. Como eles têm o maior mercado, o melhor volume de negócios, os reflexos nos outros estados acabam ficando um pouco para depois”, esclarece Guilherme Minssen, zootecnista da Federação da Agricultura do Estado do Pará (Faepa).

Ele lembra que o Pará possui os melhores preços da carne, e o menor preço do grão. “Nós temos boa logística e esperamos que daqui a uns 15 dias, no máximo, possamos ter um novo reflexo sobre isso, principalmente sobre os produtos em grãos, pois temos uma boa produção que é boa parte exportada; além da carne. Apenas um terço da carne produzida no Pará fica aqui no Estado. O resto tudo vai para fora. A carne paraense hoje é a mais barata do Brasil e a do Brasil mais barata no planeta”.

Segundo o representante da Faepa, o Pará está muito bem no mercado mundial mas o reflexo dessa disputa não acorre direto no mercado paraense. O presidente Donald Trump impôs uma taxa de 34% para produtos do país asiático importados pelos EUA. A China decidiu adotar a mesma tarifa contra produtos americanos. Ontem, em retaliação à postura chinesa, o presidente dos EUA decidiu impor novas tarifas, agora de 104%, aos produtos chineses que entram em território americano.

Guilherme Minssen ressalta que a China vai lutar contra as tarifas de Donald Trump e o Brasil pode ter vantagem nesta guerra de gigantes. “Os produtos do agronegócio brasileiro são mais baratos e de melhor qualidade, tendo um grande leque de ofertas entre grãos, frutos, carnes e biocombustíveis, entre outros. Temos as proteínas nobres das melhores carnes com produção regular e ambientalmente bem resolvidas e temos a logística em diferentes portos do país”, destaca.

Fonte: Agência Pará  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/14:37:37

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Vídeos íntimos de personal com alunas vira caso de polícia

Professor de pilates é investigado após vídeos íntimos com alunas vazarem na internet e viralizarem. | Reprodução

Professor de pilates é investigado após vídeos íntimos com alunas vazarem na internet e viralizarem. Caso causou impacto na comunidade.

Um caso inusitado chamou a atenção da mídia na última terça-feira, 4, quando a polícia iniciou investigações sobre vídeos vazados na internet de um instrutor de pilates tendo relações sexuais com alunas na própria academia que ele é proprietário. As imagens são do circuito de segurança do local que, segundo ele, foi alvo do ataque de hackers.

O fato mexeu com a pequena cidade de Yavne, em Israel, que possui pouco mais de 30 mil habitantes e começou a ser investigado após os flagrados nos vídeos registrarem boletins de ocorrência. Segundo pessoas próximas aos envolvidos, algumas alunas foram identificadas e enfrentam problemas conjugais e familiares após o acontecido.

A polícia local investiga como o circuito foi invadido e afirma, em nota, que busca a identidade dos responsáveis pelo vazamento do material na internet. Moradores do local afirmam que os vídeos já foram apagados de todas as redes sociais.

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“Como posso descrever a vergonha que senti quando vi o vídeo? Nossa família está arruinada. As pessoas não entendem o dano causado. Não são apenas vídeos. Destruiu famílias inteiras”, disse a sobrinha de uma das vítimas identificadas junto ao professor.

Fonte: Times of Israel  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/14:08:50

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Padre denunciou furto de celular 2h após vídeo de sexo vazar

Vídeo de sexo do padre José Maria dos Santos com outro homem teria sido vazado após suposto furto do celular do religioso | Reprodução

Flagrado em vídeo transando com um homem, o padre José Maria dos Santos registrou um boletim de ocorrência onde relatou que deixou o celular em cima de um sofá na residência paroquial e, quando retornou, não o encontrou.

A repercussão do vídeo que mostra cenas de sexo explícito entre o padre José Maria dos Santos, de 65 anos, e um homem de identidade não revelada já trouxe sérias consequências ao religioso, desde a exposição até o afastamento das funções na Igreja São Camilo de Lellis, em Brasília (DF).

O novo desdobramento sobre o caso é de que o padre registrou um boletim de ocorrência de furto do seu celular cerca de duas horas depois do vazamento do vídeo íntimo nas redes sociais. As informações foram publicadas pelo portal Metrópoles.

O boletim de ocorrência foi registrado como difamação, furto de celular e registro não autorizado de intimidade sexual.

Segundo o relato do religioso, ele teria deixado o celular no sofá da residência paroquial, mas, ao retornar ao local, não encontrou mais o aparelho. O padre ainda alega que não utilizava nenhum tipo de senha para bloqueio da tela.

José Maria ainda disse aos agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que, pouco depois do furto, a pessoa que estaria em posse do celular começou a publicar diversos vídeos eróticos do padre no WhatsApp, Facebook e Instagram. Em seu depoimento, o religioso ainda afirma que uma testemunha viu um homem entrar na casa paroquial.

RELEMBRE O CASO

Dois vídeos que mostram cenas de sexo do padre José Maria com um homem repercutiram nas redes sociais no último fim de semana.

As imagens, que teriam sido capturadas em dezembro de 2022, mostram o religioso sentado em um sofá enquanto recebe sexo oral e, em seguida, faz movimentos que podem ser interpretados como sexo com penetração anal, pois o homem está nu e senta no colo do padre repetidas vezes. Ele chega a gemer, sorrir e fazer outras expressões de prazer.

Vale ressaltar que o ato em si não configura nenhum tipo de crime, mas provoca reações da Igreja Católica, que prega o celibato aos homens e mulheres que seguem a vida religiosa na doutrina, como padres e freiras, ou seja, são proibidos de terem relacionamentos e relações sexuais com outras pessoas.

Fonte: Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/04/2025/14:31:52

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