Servidor federal é acusado de filmar mulheres nuas sem consentimento e compartilhar na web
Foto: Ilustrativa/Ron Lach/Pexels | Criminoso teria mais de mil arquivos organizados com data e nome das vítimas e praticava ação desde 2017.
Um servidor público federal lotado no Ministério da Cultura está sendo investigado por ter colocado câmeras em banheiros para filmar mulheres nuas sem consentimento delas.
Saiba mais a seguir:
Quem é o servidor público?
Pablo Silva Santiago, 39 anos, também conhecido como Pablo Peligro, realizava o mesmo crime há pelo menos 7 anos e teria em seu “acervo” mais de mil vídeos registrados em sanitários das casas em que morou; de residências de amigos e de locais de alta circulação. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o caso por meio da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam). Os agentes apreenderam notebooks, celulares e HDs externos para análise. O criminoso não foi preso.
Inúmeras ‘funções’ com os mesmos fins
Pablo também é professor de dança e trabalhava em uma escola de salsa, onde fez diversas vítimas. Além de servidor federal, músico e dançarino, o suspeito ainda se intitula professor de matemática, DJ, agitador cultural e engenheiro. Fato que o fez ter diversas vítimas pelos locais que circulava.
Arquivos desde 2017
Pablo foi descoberto pela namorada, que acessou o computador do criminoso e viu milhares de fotos e vídeos íntimos de várias mulheres. O conteúdo estava organizado por data e nome das vítimas, e havia registros desde 2017.As mídias eram não só das pessoas usando banheiros, mas também em contexto sexual, sem o consentimento das vítimas, que não sabia que estavam sendo filmadas. Inclusive contendo imagens dela, gravados sem seu conhecimento. Pablo justificou o material sob o argumento de ser viciado em pornografia. Pablo procurou um amigo e confessou que estava produzindo vídeos de mulheres nuas gravadas sem consentimento e ameaçou tirar a própria vida por ser descoberto.
Necrofilia
Pablo participava de sites pornográficos e grupos no Telegram para compartilhar as fotos e vídeos. De acordo com os depoimentos, o homem usava as mídias como troca para conseguir conteúdos de necrofilia (sexo com cadáveres).
Não se sabe se o amigo de Pablo sabia dos crimes do amigo desde o início. O caso está sob investigação.
Fonte: O Liberal/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/12:30:19
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Detento empreende fuga e é recapturado no Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará
Detento foge e é recapturado em seguida no Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará. — Foto: Reprodução / TV Liberal
Interno fazia atividades laborais na Unidade de Custódia e Reinserção V e fugiu da unidade prisional neste terça-feira, 13, sendo preso em seguida.
Um detento fugiu do Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará, na região metropolitana de Belém. A fuga ocorreu nesta terça-feira (13).
De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), o preso desenvolve atividades laborais na Unidade de Custódia e Reinserção V e fugiu da unidade prisional.
Ele acabou sendo recapturado, em seguida, por agentes do Comando de Operações Penitenciárias (Cope) durante a tarde.
O detento foi identificado como Marineldson de Jesus Santos Cunha, condenado à pena em regime fechado.
Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/12:16:47
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Terra Apyterewa (PA): indígenas Parakanã sofrem 5º ataque a tiros em 6 meses; entenda conflito com invasores
Da esq. à dir.: Munições encontradas nos ataques; ponte destruída. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
Área já foi a mais desmatada do país e teve retirada de não indígenas. Agora, invasores investem na retomada armada. Um indígena foi ferido por bala de chumbo; e profissionais da saúde e educação pediram a saída do território diante de ameaças.
Os indígenas Parakanã foram alvo de um quinto ataque armado na Terra Indígena (TI) Apyterewa, no Pará. Um indígena ficou ferido na perna com bala de chumbo. Outro ficou desaparecido por horas em área de mata. Agentes da Força Nacional e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) foram acionados nesta terça-feira (13). Nenhum dos atiradores foi encontrado.
A TI vive uma onda de ataques desde dezembro de 2024. O aumento da tensão fez com que profissionais da saúde e educação indígenas pedissem a saída do território diante de constantes ameaças. O conflito entre os indígenas e invasores mobiliza órgãos federais e preocupa organizações da sociedade civil, que acompanham o caso.
A TI Apyterewa fica em São Félix do Xingu, no sudoeste do Pará, e tem 773 mil hectares – onde caberia aproximadamente cinco vezes a cidade de São Paulo. Já foi a mais desmatada do país, sendo palco de operação federal de desintrusão concluída em 2024.
A desintrusão é a retirada de invasores não indígenas do território – ação que, no caso da TI Apyterewa, foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao Governo Federal. Mas, agora, desde dezembro, os Parakanã denunciam uma série de ataques armados em que não indígenas estão buscando retornar para a área.
Indígenas Parakanã são alvo do 5º ataque armado dentro do território Apyterewa, no Pará; um indígena ficou ferido com bala de chumbo. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
O interesse dos não indígenas no território, segundo os Parakanã, são as plantações de cacau e as áreas que tinham sido abertas para criação ilegal de gado. Os invasores que exploravam a TI foram alvo de ações judiciais pela venda de cerca de 50 mil cabeças de gado dentro da área.
A tentativa de retorno à TI pelos não indígenas é feita mediante ameaças de morte e ataques a tiros, principalmente à noite, para tentar intimidar os Parakanã, segundo relatos coletados pelo g1.
“São pistoleiros, grileiros, que mandam ameaças toda semana, dizendo que vão matar todos nós, todas as nossas famílias”, afirma liderança, cuja identidade foi preservada pela reportagem.
Na reação aos disparos, o grupo se dispersou. Um deles fugiu para dentro da mata e ficou desaparecido. Ele foi encontrado horas depois, buscando abrigo na casa de um morador.
Já o indígena ferido chegou a ir até a base federal, e conseguiu atendimento na Vila Taboca, em São Félix do Xingu. A vila fica distante cerca de 15 quilômetros do local do tiroteio, segundo os indígenas.
“Aconteceu coisa ruim aqui na ocupação, hoje foi baleado nosso parente”.
Até este quinto ataque, ninguém havia sido ferido. Nas aldeias, a sensação de insegurança acendeu o alerta, já que segundo as comunidades a base de agentes da Força Nacional e Funai ainda não consegue dar conta de patrulha mais efetiva.
🔎 Nesta reportagem sobre o conflito entre indígenas Parakanã e invasores da TI Apyterewa, você vai entender mais sobre:
Cronologia do conflito
Onda de ataques
Aumento da vulnerabilidade
O que diz o Governo
1. Cronologia do conflito
Ação de retirada de gado ocorre após desintrusão na TI Apyterewa — Foto: Divulgação
A desintrusão na TI ocorreu, oficialmente, entre 2 de outubro de 2023 até fevereiro de 2024, com retirada de invasores, fiscalização e consolidação. À época, o Governo Federal celebrou a entrega simbólica do território ao povo Parakanã.
Depois disso, houve a etapa de pós-desintrusão, com patrulhamento, monitoramento e repressão a crimes. No dia 6 de março de 2024, foi assinada a Certidão de Conclusão de Desintrusão, durante assembleia com autoridades federais e lideranças indígenas.
Toda a desintrusão foi então considerada completa em março de 2024, mas operações continuaram a ser realizadas, inclusive retirando gado ilegal, como foi o caso da “Operação Boi Pirata”.
Uma base federal permaneceu para realizar monitoramento e fiscalização de forma permanente e garantir a proteção do território. Foi a partir deste período que os ataques se intensificaram.
Luísa Molina, antropóloga do Instituto Socioambiental (ISA), explica que os ataques chamam atenção para a “extrema delicadeza” das terras indígenas, sofrendo “pressões contínuas, que não cessam no momento da desintrusão”.
“É necessário trabalho muito fino de inteligência territorial, de monitoramento, de acompanhamento das pressões e de acompanhamento constante de pontos mais vulneráveis dentro dos territórios”, ela defende.
Ela também argumenta que “é fundamental o amparo de políticas específicas que contemplem o público que pode ser mais propenso a se engajar com os ilícitos dentro dos territórios indígenas”: “é preciso olhar essa população, quem ela é, o que que ela ela faz, o que que ela precisa, quais são as políticas públicas que podem ampará-las de modo a evitar essa reincidência das invasões”.
2. Onda de ataques
🔍Desde a desintrusão, a ordem dos momentos de tensão entre indígenas e invasores foi a seguinte:
1. Dezembro de 2024 – Ataque à aldeia Tekatawa
Em 18 de dezembro de 2024, a recém-criada aldeia Tekatawa foi alvo de ataque armado, quando indígenas foram surpreendidos por tiros. Ficaram evidências de cartuchos de munição e furos de bala em redes e paredes das casas. Não houve feridos, mas o ataque provocou clima de tensão na TI.
2. Janeiro de 2025 – Tiroteio durante atividade de caça
Em 25 de janeiro de 2025, três indígenas Parakanã estavam caçando quando encontraram um acampamento suspeito. Os invasores iniciaram um tiroteio e houve troca de tiros, segundo os indígenas. Novamente, não houve feridos, mas o episódio reforçou o estado de alerta.
3. Fevereiro de 2025 – Novo ataque à aldeia Tekatawa
Na madrugada de 19 de fevereiro de 2025, homens armados invadiram novamente a aldeia Tekatawa, disparando diversos tipos de armas (espingarda calibre 12, pistola, carabina, rifle 44). Mulheres, crianças e idosos precisaram ser evacuados para aldeias vizinhas devido ao risco. O ataque foi denunciado ao MPF.
4. Abril de 2025 – Ataque em igarapé
Em 28 de abril de 2025, indígenas relataram um novo ataque a tiros em uma aldeia às margens do igarapé São Sebastião. Cápsulas de munição foram encontradas no local. A Força Nacional e a Funai foram acionadas, mas os atiradores fugiram antes da chegada das autoridades.
5. Maio de 2025 – Ataque a grupo
No dia 13 de maio de 2025, um grupo de oito indígenas estava na área de um igarapé. Um ficou ferido, e outro ficou por horas desaparecido em área de mata, sendo encontrado horas depois na casa de um morador. O indígena ferido havia sido atingido por uma bala de chumbo.
Em vídeo gravado em dezembro de 2024 (assista abaixo), os indígenas registraram diversas marcas de tiros nas paredes moradia. O cenário, após os ataques, também incluem:
munições espalhadas pela floresta;
ponte construída pela Funai destruída;
tela contra mosquito com perfurações de tiros.
Advogado atuante na Associação Indígena Tato’a, Paulo Büll acompanha os indígenas Parakanã. Ele detalha que são ataques, na maioria, noturnos. Ainda não se sabe quantos envolvidos, nem se estão envolvidos em um grupo.
Ele explica que as restrições e limitações de estrutura para o trabalho de agentes federais diminuem a efetividade do enfrentamento.
“Há, primeiro, a dificuldade para chegar no território, que é muito grande e a comunidade está se deslocando, entrando em uma outra configuração de ocupação territorial, organizando as aldeias. Os acessos até as aldeias são dos mais diversos”.
O advogado entende que “a situação extrapola a capacidade dos órgãos prestarem a apoio na segurança” e que “não indígenas que se sentem violados pela operação de retirada se aproveitam das limitações estruturais, e também do território em si, para enfim promover os ataques”.
3. Aumento da vulnerabilidade
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que 1.383 indígenas Parakanã vivem na TI Apyterewa. O povo é considerado de recente contato, ocorrido em meados de 1983. Agora, com a desintrusão, boa parte das famílias estão reocupando o território e se reorganizando em novas aldeias.
Mas, com a onda de ataques, os indígenas relatam que serviços básicos que começaram se estruturar estão sendo afetados. Profissionais de saúde e de educação indígena pediram a retirada por riscos da atuação.
Paulo Büll explica que a saída dos profissionais “representa retrocesso muito grande, porque já há uma vulnerabilidade histórica pela distância e dificuldade de acesso, além da permanência segura de profissionais na área”.
“Se no primeiro momento o risco é da distância, é tomar uma picada de cobra, não ter a quem recorrer, ou ter só uma pessoa na enfermagem, agora são os riscos territoriais. Quem acaba sofrendo as consequências são os próprios Parakanã, a própria comunidade indígena”.
4. Como estão as investigações
A investigação sobre os ataques é sigilosa e está em andamento, segundo a Polícia Federal.
O Ministério Público Federal (MPF) informou, ao g1, que encaminhou à PF todos os relatos que vem recebendo e que “prefere não se pronunciar sobre o tema até que as investigações estejam concluídas”.
Para Luísa Molina, do ISA, “não é novidade a dificuldade das ações de proteção dentro de territórios indígenas, devido às questões orçamentárias e de pessoal para dar o caráter contínuo”. “Custam muito, tanto em termos de recursos humanos, como em financeiros”.
Já Paulo Büll, da Tato’a, aponta que ainda há limitações na atuação da Força Nacional, “uma vez que o órgão prevê ações específicas de apoio aos órgãos, como a Funai, e não às comunidades propriamente ditas”. “Essas dificuldades são estruturais e caberia um trabalho legislativo, da ordem política macro, para se fortalecer”.
5. O que diz o Governo
Já o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) afirmou, em nota, que a base da Força Nacional, montada na TI Apyterewa, “compõe a estrutura de apoio no âmbito de uma operação de proteção territorial” e que “a atuação ocorre em apoio à Funai, à PF e aos órgãos estaduais de segurança pública, conforme planejamento e diretrizes estabelecidos por essas instituições”.
“Os acionamentos da Força Nacional são realizados pelas autoridades competentes, como a Funai e a Polícia Federal, a partir das demandas verificadas in loco e das necessidades operacionais específicas”, afirma o ministério.
A nota do MJSP explica, ainda, que a estrutura da operação envolve:
patrulhamento ostensivo,
pronto emprego em áreas sensíveis
e apoio logístico às ações dos órgãos demandantes.
A pasta destacou que vem enfrentando desafios como a logística de acesso a áreas remotas; a complexidade da malha territorial; e as condições climáticas.
“O Governo Federal atua de forma integrada com os demais órgãos para garantir a continuidade das ações, respeitando as particularidades de cada território e promovendo segurança e estabilidade nas regiões em processo de desintrusão”, diz a nota.
A Funai, responsável pelo acompanhamento direto aos indígenas, e o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) também foram procurados pelo g1, mas ainda não tinham se manifestado até a publicação da reportagem.
Base de agentes federais na TI Apyterewa, no Pará. — Foto: Reprodução
Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/11:34:40
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Cerca de 20 alunos passam mal após comerem bolo na merenda em escola; no Pará
Polícia constatou pedaços de bolo servido às crianças com manchas escuras e mofo no Pará, após alunos passarem mal — Foto: TV Liberal/Reprodução
Todos os estudantes receberam atendimento médico. Polícia constatou bolo com mofo e coletou pedaços para análise.
Pelo menos 20 estudantes da Escola Municipal Presidente Castelo Branco, em Paragominas, no sudeste do Pará, passaram mal na manhã desta terça-feira (13) após consumirem o lanche escolar. A suspeita é que o bolo que eles comeram tenha causado os sintomas, incluindo enjoo, vômito e dores no estômago.
Segundo a Secretaria Municipal de Educação, todos os alunos precisaram de atendimento médico e foram encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Todos já receberam alta.
O episódio ocorreu na unidade localizada na Avenida Marajoara, no Bairro Nova Conquista. Ainda segundo o município, trata-se de um caso isolado e pontual, restrito à Escola Castelo Branco.
Uma equipe da delegacia de atendimento à criança (Deaca) foi à escola e constatou pedaços do bolo servido às crianças com manchas escuras, mofo e odores de alimentos aparentemente estragado. Parte do material foi coletado para análise.
De acordo com a prefeitura, o caso foi tratado com “rapidez e responsabilidade”, e os alunos já foram liberados e encaminhados para casa após atendimento.
A Secretaria Municipal de Educação informou que instaurou uma sindicância administrativa para investigar o ocorrido e adotar as medidas necessárias, incluindo eventual responsabilização por condutas irregulares que possam ter contribuído para o episódio.
“As providências foram tomadas de imediato, e os alunos receberam total suporte”, informou a secretaria, que também reforçou o acompanhamento junto às famílias.
A merenda escolar da rede municipal, segundo a administração local, “é reconhecida pela sua qualidade nutricional e pelo compromisso com a segurança alimentar dos estudantes”.
Até a última atualização desta reportagem, a causa exata do mal-estar dos alunos ainda não havia sido confirmada. A prefeitura não informou se amostras dos alimentos foram recolhidas para análise.
Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/10:57:18
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Jovem é preso suspeito de matar a própria mãe no Pará; ele confessou crime no dia das Mães
Jovem é preso suspeito de matar a própria mãe no dia das mães no Pará — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Prisão foi na terça-feira, mas o crime foi no dia das mães. Segundo as invetsigações, jovem matou a mãe por asfixia e premeditou o crime.
Um jovem de 22 anos foi preso na terça-feira (13) suspeito de matar a própria mãe em Goianésia do Pará, sudeste do estado, no dia das mães, no último domingo (11).
A vítima, Raimunda Agostinha Gonçalves de Andrade, de 52 anos, foi morta na casa onde morava, durante a madrugada do dia das mães. A suspeita da polícia é que o filho tenha premeditado o crime.
O jovem procurou espontaneamente a delegacia ainda no dia das mães e disse em depoimento que a mãe tentou atacá-lo com uma faca. Ele alegou legítima defesa e que matou a vítima durante uma luta corporal. Após o depoimento, foi liberado.
No entanto, a versão não convenceu a polícia, que identificou “inconsistências” durante as investigações e pediu a prisão do suspeito. Ele foi detido na terça em um bairro distante cerca de dois quilômetros do local do crime.
De acordo com o delegado Lindoval Ferreira Borges, a equipe policial e a perícia identificaram indícios de premeditação.
“Na cena se constatou que ele tinha premeditado o crime. Ele comprou gasolina e um lençol, que provavelmente foi usado para asfixiar a mãe”, disse o delegado.
O lençol estava embebido no combustível e cobria o corpo da vítima. “O laudo do local do crime sugere que a vítima foi sufocada, em um cenário que indica que o crime teve início sobre a cama e terminou no chão do quarto”, informou ainda a polícia.
A faca, supostamente usada pela mãe para atacá-lo, estava guardada em um armário. As investigações continuam para descobrir a motivação do crime e o suspeito foi transferido para o sistema prisional em Tucuruí.
Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/10:57:18
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Suspeitos são presos no Pará em operação da Polícia Federal contra abuso sexual de crianças na internet
PF cumpre mandado de busca e apreensão em operação contra pornografia infantil em todo país — Foto: Divulgação/PF
Operação Proteção Integral II: Polícias Federal e Civil cumpriram mandados de busca e apreensão em diferentes cidades do Pará.
As Polícias Federal e Civil prenderam duas pessoas em flagrante e cumpriram mandados de busca e apreensão no Pará nesta quarta-feira (14) durante a Operação Proteção Integral II, deflagrada em todo país contra abuso sexual de crianças e adolescentes e crimes cibernéticos.
O objetivo é identificar e prender suspeitos de armazenar, produzir, compartilhar ou vender material de abuso sexual infantojuvenil.
Segundo a Polícia Federal, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Marapanim, no nordeste paraense, onde um suspeito foi preso em flagrante por armazenamento ilegal de materiais pornográficos.
Já a Polícia Civil prendeu um suspeito em flagrante na capital, também enquanto cumpria mandado de busca e apreensão.
Além de Marapanim e Belém, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão também em Altamira, Gurupá e em Marabá.
Essa é a segunda fase da operação e ao menos, 43 pessoas foram presas na ação conjunta entre forças federais e estaduais. A primeira fase da operação foi realizada em março deste ano.
São 130 mandados de busca e apreensão e 8 mandados de prisão preventiva, com ações da Polícia Federal nos 27 Estados e mandados da Polícia Civil em 13 estados (AM, AP, BA, CE, GO, MS, PB, PE, PI, RN, SC SP e PA).
Fonte: PF/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/10:57:18
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Moeda do século XVIII é encontrada no nordeste do Pará
Foto: Reprodução | O achado, além de raro, carrega um importante valor simbólico para Curuçá, que nesta quarta-feira (14) celebra 130 anos de emancipação política.
Uma relíquia histórica acaba de enriquecer o acervo do Centro Cultural e Histórico Palacete Barbosa de Lima, em Curuçá, no nordeste paraense. Uma moeda cunhada em bronze datada de 1750, do reinado de Dom José I, rei de Portugal, foi encontrada enterrada no quintal de um dos imóveis mais antigos do município e doada ao patrimônio público pelo senhor Ornaldo Roqueta, morador da cidade.
O achado, além de raro, carrega um importante valor simbólico para Curuçá, que nesta quarta-feira (14) celebra 130 anos de emancipação política. A peça histórica era utilizada no comércio durante o período colonial e representa uma evidência concreta das relações econômicas entre o Brasil colônia e a metrópole portuguesa.
Segundo o professor Paulo Henrique Barbosa, diretor do Centro Cultural, a relíquia foi entregue em um momento especial. “O achado será colocado à disposição da comunidade para visitação na exposição permanente no acervo do centro cultural. Estamos muito felizes porque amanhã é o aniversário da emancipação da cidade de 130 anos. E coincidentemente esta parte da história ressurgiu com este achado”, afirmou.
O local onde a moeda foi encontrada também carrega história. Trata-se do quintal da padaria mais antiga de Curuçá, pertencente à família Roqueta há mais de um século. Antes, o imóvel foi propriedade da família Galvão, de origem portuguesa. “O Sr. Ornaldo Roqueta que achou decidiu doar para o centro cultural porque acredita que este tesouro é parte da história da cidade onde ele nasceu e precisa ser compartilhado por todos”, acrescentou o diretor.
No momento da entrega, alunos de escolas públicas visitavam o espaço cultural e puderam acompanhar de perto a chegada da relíquia, o que despertou fascínio entre os estudantes. Agora, sob a guarda do departamento de patrimônio histórico municipal, a moeda será preservada e estará acessível à população como símbolo do passado secular de Curuçá.
Fonte: O liberal/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/09:05:00
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Mais de 17 mil acidentes de trânsito foram registrados no Pará em 2024
Foto: Reprodução | Ações para educação no trânsito têm sido realizadas visando a segurança nas estradas e a diminuição no número de casos.
Em 2024, foram registrados 17.622 casos de acidentes em estradas do Pará, segundo dados do Departamento de Trânsito do Estado (Detran). Destes, 1.819 sinistros tiveram vítimas fatais. O levantamento ainda mostra que, em 2023, ao todo, ocorreram 17.473 acidentes de trânsito. E, em 1.552 dos casos, ocorreram mortes.
Para orientar os condutores e evitar os acidentes, os órgãos de trânsito do Pará realizam a campanha “Maio Amarelo”, um movimento que busca colocar em pauta a urgência da redução da violência no trânsito. Em Belém, nesta terça-feira (13), vários condutores receberam orientações sobre segurança no trânsito durante a abertura da Campanha Maio Amarelo.
Com o tema “Desacelere, seu bem maior é a vida!”, a ação deste ano chama a atenção para as imprudências no trânsito, especialmente os acidentes causados pelo desrespeito às leis. Na avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, os agentes realizaram uma barreira educativa, abordando os condutores que passavam pelo local.
A ação é promovida pelo Detran, em parceria com a Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade (Segbel). O mês é celebrado mundialmente para chamar a atenção da sociedade sobre a importância da preservação da vida no trânsito. Entre os pontos destacados nas orientações aos condutores estão as principais causas de acidentes, como o excesso de velocidade, o não uso do capacete, o uso do celular ao volante, ultrapassagem perigosa e a mistura de álcool e direção.
Orientação
No bairro da Pedreira, os condutores ouviram dos agentes uma mensagem de conscientização sobre os principais fatores de risco e assistiram a um vídeo educativo. O motorista de aplicativo Fábio Salgado ouviu atentamente e destacou a importância da conscientização de todos. “A imprudência é o maior motivo das mortes, os motoristas não respeitam, avançam o sinal e eu mesmo já escapei de muitos acidentes. Ações como essa são importantes para alertar a população”, comentou.
Para o diretor técnico operacional do Detran, Bento Gouveia, é preciso mais envolvimento dos municípios na organização local do trânsito e conscientização da sociedade. “Precisamos de mais municípios se municipalizando, pois as estatísticas mostram que há redução onde o trânsito é municipalizado. E a outra coisa é a conscientização. Se não houver união de toda a sociedade para a segurança viária coletiva, vai ser mais difícil salvar vidas”, argumentou.
Conforme Luciano de Oliveira, secretário da Segbel, a ação busca mostrar aos condutores que o respeito às leis de trânsito garante a vida dos motoristas e pedestres.
“Estamos aqui de forma integrada com os órgãos do município e do estado, lançando a campanha Maio Amarelo, que é um mês voltado para a intensificação de ações de conscientização de segurança no trânsito. Estamos fazendo abordagens educativas e conscientizadoras dos condutores sobre o cumprimento da legislação e medidas que podem ser tomadas para redução de acidentes e, principalmente, a redução do número de vítimas no nosso sistema de trânsito. Temos que trabalhar no eixo de educação, de prevenção e não somente no eixo de repressão. Isso está sendo feito e é intensificado agora no mês de maio com a campanha”, afirma Luciano de Oliveira.
Maio Amarelo
A programação do Maio Amarelo começou no início do mês em empresas, escolas e instituições e segue com diversas ações de via em Belém até o dia 30 de maio. “Estaremos empenhados numa campanha que visa tornar o trânsito de Belém um local de paz entre todos os seus atores. Por isso, a importância do Maio Amarelo, pois vai consistir em ações educativas para alertar os condutores sobre a segurança viária, mas também de repressão a infrações que fazem do trânsito um local inseguro”, destacou Luciano de Oliveira.
Além do Detran e da Segbel, a programação contou com a presença dos órgãos municipais de trânsito de Paragominas, Abaetetuba, Marituba, Benevides, Santa Izabel, Federação Paraense de Ciclismo, grupo de motociclistas Feras do Asfalto, Ordem dos Advogados do Brasil e Grupo Mônaco.
Fonte: O liberal/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/10:21:18
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Três apostadores levam R$ 2,5 milhões cada na Lotofácil
Foto: Reprodução | Três apostas acertaram as quinze dezenas do concurso 3390 da Lotofácil, sorteado na noite desta terça-feira (13)
Três apostas acertaram as quinze dezenas do concurso 3390 da Lotofácil, sorteado na noite desta terça-feira (13). Apostadores de Belo Horizonte (MG), Goioere (PR) e São Paulo (SP) dividiram o grande prêmio e levaram para casa R$ 2,5 milhões cada. Outros 597 apostadores, sendo três do Pará, acertaram 14 dezenas e ganharam R$ 2 mil cada.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00, segundo a Caixa Econômica Federal.
O prêmio bruto corresponde a 43,79% da arrecadação do concurso.
Ainda segundo a Caixa, responsável pela administração do concurso, se não existir ganhador em qualquer faixa de premiação, o valor acumula para o concurso seguinte, na faixa de prêmio com 15 acertos.
As apostas podem ser feitas pelo site da Caixa ou nas lotéricas.
Pelo site Loterias Online
– Acesse o site Loterias Online
– Confirme se tem mais de 18 anos. Depois, clique em “acessar”, no canto superior direito. Se for o primeiro acesso, cadastre-se.
Caso contrário, faça seu login usando CPF e senha
– Role a tela para baixo e, na opção da Lotofácil
– Escolha as dezenas que quer apostar Informe se quer apostar com mais números e se quer ativar a surpresinha e/ou a teimosinha
– Quando acabar tudo, clique em “colocar no carrinho”, logo abaixo
– Informe os dados do seu cartão de crédito e confirme a compra
– Após o sorteio, entre no site, faça login e clique em “minha conta”
– Em seguida, em “apostas” e, depois, em “conferir apostas”
– Se você tiver ganhado, irá aparecer o prêmio que receberá e os procedimentos para retirada
Fonte: UOL/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/10:18:59
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Adolescente desaparecido é encontrado morto no Rio Parauapebas (PA)
Foto: Reprodução | As buscas vinham sendo realizadas por equipes do Corpo de Bombeiros de Parauapebas, mas foram os próprios familiares da vítima que localizaram o corpo, em um trecho do rio
O corpo de Ivan Souza Ferreira, de 17 anos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (13), dois dias após seu desaparecimento no rio Parauapebas, no sudeste do Pará. O jovem havia se afogado no último domingo (11), após ser levado pela forte correnteza enquanto nadava no local.
Apesar dos esforços do Corpo de Bombeiros nas buscas, foi a família do adolescente que localizou o corpo em um trecho do rio. Após o achado, os bombeiros foram acionados para realizar o resgate.
Segundo relatos de uma testemunha, Ivan foi advertido por um amigo sobre os riscos de nadar naquele momento, devido à intensidade da correnteza. Mesmo assim, ele entrou na água e acabou sendo arrastado. O colega ainda tentou ajudar, mas não conseguiu alcançá-lo por conta da força da água e da baixa visibilidade.
O rio Parauapebas, conhecido por suas águas escuras e turvas, tem registrado diversas mortes por afogamento ao longo dos anos. Somente em 2025, pelo menos sete pessoas já perderam a vida no local. As ocorrências têm sido frequentes, inclusive fora da temporada de veraneio, muitas vezes em áreas sinalizadas com alertas de perigo.
Fonte: Portal Debate/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/05/2025/10:15:29
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