Adolescente confessa que matou pais e irmão e indica onde corpos foram escondidos

Adolescente de 14 anos é apreendido suspeito de matar os pais e o irmão mais novo (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

Um crime chocante foi registrado no distrito de Comendador Venâncio, em Itaperuna (RJ). Um adolescente de 14 anos confessou ter matado os pais e o irmão caçula, de apenas 3 anos, enquanto todos dormiam, na noite de sábado (21). Os corpos foram encontrados na manhã desta quarta-feira (25), dentro de uma cisterna nos fundos da casa da família.

Inicialmente tratado como desaparecimento, o caso tomou outro rumo após o jovem confessar o crime a um tio e indicar onde havia escondido os corpos. A motivação, segundo ele relatou à polícia, seria o fato de ter sido proibido de viajar para o Mato Grosso, onde pretendia conhecer uma suposta namorada.

As vítimas foram identificadas como Antonio Carlos Teixeira (45), Inaila de Oliveira Freitas Teixeira (37) e o pequeno Antônio Freitas Teixeira (3). O adolescente foi apreendido e deve ser ouvido formalmente nos próximos dias. A Polícia Civil investiga a motivação e as circunstâncias do triplo homicídio.

Nas redes sociais, a família compartilhava momentos juntos em viagens e confraternizações. O filho caçula, que foi morto, completaria 4 anos neste mês de julho.

Antônio e Inaila eram casados e tinham dois filhos (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Antônio e Inaila eram casados e tinham dois filhos (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/17:09:40

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VÍDEO: Major da PM do Pará é flagrado agredindo a própria mãe; caso gera revolta nas redes

Foto: Reprodução | Um vídeo que circula nas redes sociais nesta quarta-feira (25) mostra o major da Polícia Militar do Pará, José Rogério Holanda, agredindo verbal e fisicamente a própria mãe. As imagens, que foram gravadas pela vítima, causaram forte indignação entre internautas e reacenderam o debate sobre a violência doméstica — inclusive dentro das instituições de segurança pública.

No vídeo, o major aparece discutindo com a mãe e a acusa de ter agredido o cachorro da família. Em seguida, ele a insulta e parte para agressões físicas. O conteúdo gerou ampla repercussão e pedidos de providência imediata por parte da corporação.

Até o momento, não houve pronunciamento oficial por parte da Polícia Militar do Pará nem informações sobre possíveis medidas disciplinares. O caso levanta questionamentos sobre a conduta de agentes públicos e a necessidade de políticas de prevenção à violência doméstica, mesmo nos lares de integrantes das forças de segurança.

veja vídeo: 

Fonte: Estado do Pará Online/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/16:02:17

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Irmã de MC Melody exibe resultado de nova cirurgia

Bella Angel exibe resultado da nova lipoescultura. | Divulgação

Aos 20 anos, irmã de MC Melody já soma diversos procedimentos estéticos, incluindo lipo na região íntima, silicone nos seios e enxerto de gordura no glúteo.

Antes mesmo de completar 20 anos, Bella Angel, irmã da funkeira MC Melody, já havia passado por uma série de procedimentos estéticos, e não esconde de ninguém. De lipoaspiração em alta definição a enxertos no bumbum e próteses de silicone nos seios, a jovem cantora vem moldando sua aparência com a mesma ousadia com que expõe sua rotina nas redes sociais.

Bella Angel voltou a chamar atenção ao exibir o resultado de uma nova lipoescultura, feita há apenas um mês. Ela compartilhou registros em suas redes sociais.

“Resultado de um mês de lipo. Ainda tô inchada, ainda não é o resultado final, mas tô amando”, escreveu ela na legenda de um vídeo em que aparece dançando de biquíni preto. Bella também revelou que a gordura retirada da barriga foi enxertada no bumbum, técnica conhecida por remodelar os glúteos utilizando a própria gordura do paciente.

Essa não é a primeira vez que Bella se submete a cirurgias para alcançar o corpo dos sonhos. Aos 19 anos, ela já havia feito lipo na barriga, nas costas, nos braços, nas coxas e até na região íntima, além de ter colocado 365 ml de silicone nos seios. “Fiz uma lipoescultura completa. Foram mais de dez horas de cirurgia. Depois, fiquei três meses em recuperação”, relembra.

Bella diz que desde sempre tenta emagrecer, mas foi com a cirurgia que sentiu o corpo se transformar de verdade. “Sempre quis ter um corpão de Kardashian. Era o meu sonho. Agora estou muito feliz com o resultado”, declarou, em referência à influenciadora norte-americana Kim Kardashian, ícone global de beleza e curvas acentuadas.

Sobre a polêmica lipo íntima, Bella explicou: “Não foi com foco naquela região, mas sim para harmonizar o corpo todo. Quando você tira gordura de vários lugares, às vezes precisa ajustar tudo para ficar proporcional. E ficou maravilhoso”.

Mesmo com todas as intervenções estéticas já realizadas, Bella segue firme na busca pelo corpo ideal, pelo menos dentro do seu próprio padrão. “Usei várias tecnologias novas, estou muito satisfeita e me sentindo linda. E ainda nem é o resultado final”, disse.

Nas redes sociais, o público se dividiu entre elogios e críticas à pressão estética cada vez mais precoce.

Fonte: / Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/15:48:39

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Itamaraty: governo não pagará traslado do corpo de Juliana ao Brasil

Instagram/Reprodução | A brasileira Juliana Marins, de 26 anos, caiu de uma trilha em vulcão na Indonésia. A morte foi confirmada na terça-feira (24/6)

O governo brasileiro não custeará o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, morta após cair em uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, pois esse tipo de despesa não está previsto legalmente ou na base orçamentária brasileira, segundo confirmou o Itamaraty ao Metrópoles nesta quarta-feira (25/6).

“Não há base legal nem dotação orçamentária para o Estado custear traslados”, reforçou a pasta. As despesas de repatriação do corpo de Juliana devem ficar por conta da família.

O Decreto nº 9.199/2017 estabelece que a assistência consular não inclui o pagamento de despesas com sepultamento e traslado de corpos de brasileiros falecidos no exterior, nem despesas com hospitalização, exceto em casos médicos específicos e atendimento emergencial de caráter humanitário.

Entenda o caso nos links abaixo:

Fonte: Metrópoles/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/07:12:08

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MPF pede suspensão imediata da licença para obras de explosão de rochas na hidrovia Araguaia-Tocantins, no PA

Foto: Alberto Ruy/Ministério dos Transportes | A emissão da licença afronta normas jurídicas e jurisprudência e configura risco ao resultado do processo judicial, alerta MP.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal, no último dia 18, a suspensão imediata da licença para obras de explosão de rochas – o chamado derrocamento – no Rio Tocantins, na área conhecida como Pedral do Lourenção, no Pará. Segundo o MPF, a emissão da licença representa o risco de agravamento e consolidação de uma série de ilegalidades e falhas no processo de licenciamento ambiental da hidrovia Araguaia-Tocantins.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu a licença em maio deste ano, mesmo sem terem sido atendidas pendências judiciais e administrativas relativas à viabilidade ambiental da obra e sem terem sido realizadas Consultas Prévias, Livres e Informadas (CPLIs) aos povos e comunidades tradicionais impactados.

A Licença de Instalação (LI) reconhece que ainda há medidas não atendidas ou apenas parcialmente atendidas pelo empreendedor da obra, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). “A emissão da licença condicionada a atendimento futuro de recomendações técnicas é insuficiente para garantir a prevenção de danos”, alerta o MPF, que também reforçou pedido para que a Justiça anule – ou, pelo menos, suspenda – a licença anterior, a chamada Licença Prévia (LP), que fundamenta todo o projeto.

Ausência de CPLIs – Uma das principais ilegalidades apontadas pelo MPF é a ausência de CPLIs às comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e de pescadores artesanais que serão diretamente afetadas pelas obras. Segundo o procurador da República Rafael Martins da Silva, o direito à CPLI, previsto na Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário, foi ignorado.

“A omissão do Estado em realizar a consulta prévia significa submeter as comunidades a um projeto que impactará de forma permanente suas vidas e seu território sem que lhes seja dado o poder de participar da decisão sobre seu próprio futuro”, afirma o membro do MPF no pedido à Justiça.

Além disso, a petição ressalta que essa ilegalidade espelha violações pelas quais o Brasil já foi condenado na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). São casos em que comunidades tradicionais com forte vínculo com o território e forma de vida específica são afetadas por um projeto estatal, com falhas no licenciamento e impactos diretos na subsistência e na cultura, e a ação estatal perpetua uma situação de vulnerabilidade.

‘Esse rio é nosso’ – O MPF contesta a alegação de que não existem comunidades tradicionais no trecho do Pedral do Lourenção, apontando que documentos do próprio empreendedor, o Dnit, reconhecem a existência de pelo menos dez comunidades ribeirinhas na área de impacto direto e citam a Vila Santa Terezinha do Tauiri como local de apoio às obras.

“A hidrovia é um projeto de morte, pois isso vai destruir a vida do nosso rio, afetando a nossa cultura, a nossa identidade. (…) Parem com esse projeto de morte, porque isso não vai nos beneficiar de nenhuma forma. (…) Esse rio é nosso, não é de vocês”, reivindicou a criança quilombola Yasmin Souza, durante audiência pública sobre o tema realizada pelo MPF em 2023. O manifesto da criança foi destacado no pedido feito pelo MPF no último dia 18.

Impactos ignorados – Além da falta de CPLI, o MPF aponta que a LI foi concedida sem o cumprimento de obrigações que haviam sido impostas na fase da LP. De acordo com o pedido do MPF, estudos fundamentais sobre os impactos na fauna aquática e na atividade pesqueira, cruciais para a subsistência de povos e comunidades tradicionais, foram classificados como não atendidos ou parcialmente atendidos.

A manifestação destaca que a remoção do pedral afetará habitats de espécies ameaçadas, como o boto-do-Araguaia e a tartaruga-da-Amazônia, além de peixes considerados criticamente em perigo.

Para o MPF, emitir uma licença de instalação nessas condições subverte a lógica do processo de licenciamento, transformando uma etapa de autorização para obras em uma permissão condicionada à apresentação futura de dados que deveriam ter sido analisados previamente.

O MPF alerta que a situação é semelhante ao ocorrido no licenciamento da usina hidrelétrica de Belo Monte: a falta de dados adequados sobre a pesca antes do empreendimento e a reparação tardia levaram a uma “multiplicação de pedidos de indenização, enquanto pescadores (…) seguem sem reparação. O caso, hoje, abarrota o Judiciário de ações indenizatórias”.

O MPF também acusa o Dnit de usar uma dualidade conceitual: ora apresenta o projeto como uma mega-hidrovia, ora o descreve como “pequenas intervenções”, uma estratégia para minimizar as compensações referentes à interação e consequente potencialização dos múltiplos impactos.

Processo nº 1035924-87.2024.4.01.3900

Íntegra do pedido do MPF

Consulta processual

Fonte: Ministério Público Federal no Pará/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/15:06:34

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Ibama autoriza primeira licença prévia para energia eólica offshore no Brasil

O projeto do ISI-ER não apenas produzirá energia limpa, mas também servirá como laboratório para o desenvolvimento de tecnologias e conhecimentos específicos para as condições brasileiras. | Reprodução

Projeto dará inicio aos estudos do setor e será fundamental para o estabelecimento de uma cadeia produtiva nacional no setor energético.

O Brasil deu um passo decisivo rumo à diversificação de sua matriz energética renovável após publicação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nesta terça-feira (24).

O Ibama concedeu a primeira licença prévia para um projeto de energia eólica offshore do país. O Sítio de Testes de Aerogeradores Offshore, com capacidade instalada de até 24,5 megawatts (MW), agora poderá iniciar a implementação no litoral de Areia Branca, no Rio Grande do Norte.

A energia eólica offshore representa uma das mais promissoras tecnologias de geração de energia renovável e aproveita os ventos constantes e intensos do oceano para produzir eletricidade limpa.

Diferentemente dos parques eólicos terrestres, as instalações offshore podem alcançar fatores de capacidade superiores devido à maior estabilidade e intensidade dos ventos marítimos.

O projeto pioneiro no Rio Grande do Norte marca o início de uma nova era para o setor energético brasileiro e posiciona o país entre as nações que exploram essa tecnologia avançada de geração renovável.

Processo de licenciamento: rigor técnico e ambiental

A concessão da licença prévia pelo Ibama foi resultado de um extenso processo de análise iniciado em 2017, conduzido por uma equipe técnica multidisciplinar com ampla experiência em avaliação de impactos ambientais.

Eduardo Wagner, coordenador de Licenciamento Ambiental de Geração de Energias Renováveis e Térmicas do Ibama, destacou a importância deste processo pioneiro.

“É uma oportunidade única e necessária de construir as formas de avaliação dentro do licenciamento ambiental desde o começo, com a consideração adequada dos impactos nos meios social, biótico e físico”, explicou.

Plano de Gestão Ambiental: sustentabilidade em foco
A avaliação ambiental realizada pelo Ibama identificou diversos impactos associados ao projeto, o que resultou em recomendações específicas para fortalecer o Plano de Gestão Ambiental.

Este documento abrangente é composto por 13 programas distintos, cada um voltado para diferentes aspectos da sustentabilidade do empreendimento.

  • Entre as ações previstas no plano estão:
  • Monitoramento contínuo da fauna marinha e terrestre;
  • Controle e acompanhamento de ruídos subaquáticos;
  • Programas de comunicação social com comunidades locais;
  • Iniciativas de qualificação profissional para a população regional;
  • Medidas de mitigação de impactos ambientais;
  • Programas de educação ambiental.

Impacto institucional e perspectivas futuras

A entrega da licença prévia foi realizada em cerimônia no edifício-sede do Ibama, em Brasília, com a presença de autoridades do instituto e representantes do Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER).

Claudia Barros, diretora de Licenciamento Ambiental do Ibama, enfatizou o caráter histórico do momento.

“[A emissão] é uma possibilidade de gerar conhecimento e informação sobre um setor que pode se desenvolver nos próximos anos”, destacou Barros, com a sinalização do potencial de crescimento da energia eólica offshore no Brasil.

Próximas etapas do licenciamento

Wagner esclareceu que a licença prévia atesta a viabilidade ambiental do projeto em sua fase de planejamento, mas está condicionada ao cumprimento rigoroso dos requisitos estabelecidos pelo Ibama para as próximas etapas do processo de licenciamento.

As fases subsequentes incluirão a licença de instalação, que permitirá o início da construção, e posteriormente a licença de operação, necessária para o funcionamento comercial do empreendimento.

Localização estratégica no Rio Grande do Norte

A escolha do litoral de Areia Branca para sediar o primeiro projeto offshore brasileiro não é casual. O Rio Grande do Norte possui condições geográficas e meteorológicas favoráveis para a geração de energia eólica e já é líder nacional na produção de energia eólica onshore.

O estado conta com ventos constantes e de alta qualidade, costa extensa e infraestrutura portuária adequada para apoiar as operações de instalação e manutenção dos aerogeradores offshore.

Perspectivas para o setor energético nacional

Este marco histórico representa apenas o início do potencial da energia eólica offshore no Brasil. O país possui uma extensa costa marítima com condições excepcionais para o desenvolvimento de projetos similares, especialmente nas regiões Nordeste e Sul.

A tecnologia offshore pode contribuir significativamente para a diversificação da matriz energética brasileira e complementar as fontes hidrelétrica, solar e eólica onshore já consolidadas no país.

O projeto do ISI-ER não apenas produzirá energia limpa, mas também servirá como laboratório para o desenvolvimento de tecnologias e conhecimentos específicos para as condições brasileiras.

Esta experiência será fundamental para o estabelecimento de uma cadeia produtiva nacional no setor eólico offshore.

Fonte: Agência Brasil/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/15:01:14

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Pará é o 4º melhor em solidez fiscal, mostra ranking de estados

René Sousa Júnior, titular da Sefa: Estado segue estratégia para manter as contas equilibradas FOTO: bruno cecim/agência Pará

René Sousa Júnior, titular da Sefa: Estado segue estratégia para manter as contas equilibradas.

O Ranking dos Estados com maior Taxa de Investimentos, que representa a solidez fiscal das gestões estaduais, coloca o Pará na 4ª posição entre as 27 unidades federativas brasileiras. O dado faz parte do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Com isso, o Pará alcançou a 6ª posição entre os estados brasileiros em equilíbrio das contas públicas, o que significa que o Estado tem conseguido controlar melhor os gastos, aumentar a arrecadação e investir mais em áreas importantes para a população. O ranking avalia a qualidade da gestão pública dos Estados e incentiva a melhoria dos serviços e o desenvolvimento social e econômico.

Quanto ao indicador de investimento público, o documento divulgado informa que essa avaliação deve ser compreendida dentro do pilar de Solidez Fiscal, o que permite mensurar se o estado possui uma gestão fiscal responsável, ou seja, mantém o controle de gastos com servidores públicos, o que permite mais investimento público em áreas estratégicas para o ganho de produtividade e promoção de crescimento econômico, como infraestrutura.

O secretário da Fazenda do Pará, René Sousa Júnior, explicou que o Estado vem seguindo uma estratégia, nos últimos seis anos, para manter as contas equilibradas. “De um lado, controlamos os gastos e, de outro, aumentamos a arrecadação. Melhoramos procedimentos, ajustamos a legislação e implantamos medidas como a autorregularização dos contribuintes. Isso nos permitiu ampliar os investimentos”, destacou.

Segundo o secretário, os investimentos cresceram principalmente a partir do ano passado, como consequência da preparação para a COP 30 (Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas), que acontecerá em novembro, em Belém. “O desafio é aumentar os investimentos sem perder o equilíbrio fiscal, pois ainda temos muitas demandas da população a atender”, completou.

Dados apresentados pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), em recente audiência pública na Assembleia Legislativa, revelam que a receita total do Estado do Pará no primeiro quadrimestre de 2025 foi de R$ 19,8 bilhões. Desse total, R$ 10,2 bilhões vieram de impostos estaduais e R$ 6,9 bilhões de repasses da União. O ICMS foi o principal imposto, com arrecadação de R$ 7,7 bilhões.

Nos últimos seis anos, segundo a Sefa, a receita corrente total do Pará mais que dobrou, passando de R$ 25,5 bilhões em 2018 para R$ 56,5 bilhões em 2024. A receita própria – aquela arrecadada diretamente pelo Estado – também cresceu, passando de R$ 16,4 bilhões em 2018 para R$ 37,1 bilhões em 2024.

Entre janeiro e abril de 2025, o Pará investiu R$ 1,8 bilhão, o que corresponde a 13,5% da Receita Corrente Líquida (RCL). O Estado também registrou um resultado primário positivo de R$ 349 milhões, com uma receita de R$ 13,8 bilhões e despesas de R$ 13,5 bilhões no mesmo período.

A dívida consolidada do Estado está em R$ 9,2 bilhões, o que representa 22,4% da RCL – bem abaixo do limite máximo permitido, que é de 200%.

Ranking de Competitividade dos Estados

O Ranking de Competitividade dos Estados foi criado para proporcionar um entendimento aprofundado das 27 unidades da federação do Brasil, oferecendo uma ferramenta clara e objetiva para orientar a atuação dos líderes públicos na busca por maior eficiência na gestão pública e na promoção da competitividade estadual.

O ranking avalia os 26 Estados e o Distrito Federal com base em 99 indicadores, organizados em 10 grandes temas: Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Administração Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação.

Além de orientar gestores públicos, o Ranking também é uma ferramenta útil para o setor privado, e contribui para balizar decisões de investimento com base em critérios de atratividade específicos de cada Estado. Ele foi desenvolvido a partir de uma análise extensa da literatura acadêmica e da experiência nacional e internacional em rankings de competitividade.

Fonte: UP Comunicação/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/07:12:08

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Encontro com participação de mais de 300 jovens e lideranças extrativistas da Amazônia começa nesta quarta

Foto: Divulgação – CNS | Começa nesta quarta-feira, dia 25 de junho e segue até o próximo sábado, dia 28, o Encontro das Juventudes, Povos e Comunidades Tradicionais, com mais de 300 jovens e lideranças de várias comunidades extrativistas da Amazônia. O evento será realizado no Quilombo São Francisco do Bauana, entre o município de Alvarães (a 531 quilômetros de Manaus) e o entorno da Floresta Nacional (Flona) de Tefé.

Organizado pelo Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), o principal objetivo é chamar a atenção das novas gerações para a importância de proteger os Territórios Tradicionais de Uso Coletivo (TUCs) como espaços de garantia e promoção de direitos, além de enfrentamento às crises climáticas.

A programação, que abordará o tema com o tema “Juventudes Extrativistas de mãos dadas pelo clima, rumo à COP30”, também visa prepará-los para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorrerá em novembro, em Belém (PA).

As mesas temáticas e os debates vão focar em sete eixos: os 40 anos de luta do CNS; o protagonismo jovem na formação e educação socioambiental; o papel dos territórios de uso sustentável no combate às crises climáticas; regularização fundiária e infraestrutura para Reservas Extrativistas (RESEXs); gestão socioprodutiva e linhas de financiamento para economia da sociobiodiversidade; gestão e organização social do território; os 35 anos da criação da primeira Resex do país; e a preparação da juventude para a COP30.

Júlio Barbosa, presidente do CNS, está confiante de que as novas gerações seguirão lutando pela floresta conservada. “Chamar a atenção das juventudes extrativistas é fundamental para garantirmos a continuidade da nossa cultura e manter viva nossa luta por justiça climática e social. Reconhecemos que não há transição sustentável sem a presença ativa desses jovens nos espaços de decisão, principalmente agora na COP30”, conclui.

O Encontro Nacional das Juventudes, Povos e Comunidades Tradicionais” é organizado pelo CNS, Memorial Chico Mendes (MCM), Jovens Protagonistas (JP) e a Associação dos Moradores e Produtores Agroextrativistas da Flona Tefé e Entorno (APAFE). Conta com o apoio do Instituto Internacional de Educação Ambiental do Brasil (IEB), SOS Amazônia, Instituto Clima e Sociedade (ICS), Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Rainforest Noruega (RFN), Cooperação Técnica Alemã (GIZ), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Prefeitura e Câmara de Vereadores de Alvarães, Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Amazonas (CONAQ-AM), grupo Mulheres Protagonistas da Flona Tefé, Quilombo São Francisco do Bauana, entre outros.

Fonte: UP Comunicação/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/07:12:08

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IMAGENS FORTES! Bebê de 1 ano e meio é jogado violentamente no chão por turista em aeroporto; e luta pela vida

Foto: Reprodução | A criança, que acabava de chegar à Rússia fugindo da guerra no Irã com a mãe grávida, sofreu traumatismo craniano e lesões na coluna após ser atacada por um homem no saguão de desembarque. O agressor está sob custódia e é investigado por tentativa de homicídio

Imagens de câmeras de segurança do aeroporto internacional de Sheremetyevo, em Moscou, registraram um episódio chocante: um menino de apenas 18 meses foi brutalmente agarrado por um turista e arremessado de cabeça no chão, sem qualquer provocação. O ataque, que aconteceu pouco antes da meia-noite, deixou o bebê em coma, com fraturas graves no crânio e lesões na coluna vertebral. Ele está internado em estado crítico.

Segundo as autoridades, o agressor foi identificado como Vladimir Vitkov, de 31 anos, natural da Bielorrússia. As imagens mostram o momento em que ele observa o menino ao lado de uma mala e, em seguida, age de forma premeditada, verificando se alguém o observa antes de lançar a criança com força no chão do terminal de desembarque.

Fuga da guerra e brutalidade inesperada

A criança havia acabado de chegar à Rússia com sua mãe grávida, após fugir do Irã por uma rota perigosa que incluiu passagem pelo Afeganistão. O ataque aconteceu justamente enquanto a mãe buscava o carrinho de bebê após o voo.

“Um monstro drogado agarrou uma criança no saguão de desembarque e a jogou no chão com toda a força”, declarou, consternada, Ksenia Mishonova, Defensora da Criança da Região de Moscou. “Tudo isso é incrivelmente difícil de suportar. Espero que esse homem receba o rigor da lei.”

Investigado por tentativa de homicídio

A polícia russa prendeu Vitkov logo após o ataque, com suspeita de que ele estivesse sob efeito de entorpecentes. Exames confirmaram a presença de cannabis no organismo e drogas foram encontradas em sua posse. Ele é investigado por tentativa de homicídio.

Em interrogatório, o homem não conseguiu explicar suas ações e chegou a dizer que “cometeu erros assim antes”. O mais perturbador é que, segundo relatos, ele tem uma filha da mesma idade da criança atacada.

Uma amiga de Vitkov afirmou estar em choque ao saber do ocorrido. A polícia também investiga se o crime teve motivação racial ou xenofóbica, uma vez que a vítima e sua família são refugiados.

Socorro imediato e comoção

Testemunhas correram para ajudar a criança logo após o ataque. Um homem aparece nas imagens se aproximando rapidamente para socorrer o bebê caído. “As ações criminosas do agressor foram interrompidas graças à reação das pessoas que presenciaram a cena”, disse o Comitê Investigativo Russo.

A criança segue internada sob cuidados intensivos, e sua recuperação é incerta. “Rezo para que ele sobreviva e que os pais encontrem força para passar por esse pesadelo”, declarou Mishonova.

Atenção! Imagens fortes no vídeo abaixo:

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/09:31:12

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Atem inaugura primeiro posto flutuante na Ilha de Marajó (PA)

Foto: Reprodução | Em franca expansão no Pará, a Atem Distribuidora se aproxima da marca de 70 postos parceiros no estado

Avançando com seu plano de expansão estratégica no estado do Pará, a Atem Distribuidora comemora a inauguração, nesta segunda-feira (23/06), do primeiro posto flutuante na Ilha de Marajó. Localizado no Rio Boa Vista, município de São Sebastião da Boa Vista, o pontão marca uma nova fase na presença da empresa no território paraense, onde mais que dobrou o número de pontos de revenda em um ano.

Batizado de Posto Igarapés, o empreendimento é comandado pela empresária Jamily Gerard, que estreia como parceira da bandeira Atem. “A Atem é sinônimo de qualidade, combustível de confiança e tem compromisso com a região”, disse a empresária.

A chegada do posto flutuante, que funciona diariamente das 5h30 às 18h, eleva a qualidade dos serviços para a população da região, oferecendo combustível com qualidade certificada internacionalmente e atendimento padronizado aos ribeirinhos, condutores de lancha e motonautas que circulam pela região.

O novo empreendimento está gerando quatro empregos diretos. “Esse posto representa um marco para a Atem, pois é o primeiro flutuante na Ilha de Marajó”, afirma o assessor comercial da Atem Distribuidora, Rodrigo Negrão Faria.

A empresa já inaugurou parcerias com cinco postos na Ilha de Marajó em 2025 e tem outros três em implantação. Com isso, se aproxima da marca de 70 postos parceiros no Pará e mais de 400 em todo o país, consolidando sua presença como uma das principais redes de distribuição de combustíveis da Região Norte.

ATEM

Fonte: Três Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/09:05:49

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