Justiça acolhe pedido do MPF contra discursos contraditórios do Governo Federal durante pandemia de covid-19

Foto: Arte: SamuelFJohanns, via Pixabay.com | MPF argumentou que a União, por meio do então presidente Jair Bolsonaro, difundia mensagens que colocavam a população em risco.

A Justiça Federal acolheu pedido do Ministério Público Federal (MPF) e reconheceu que as autoridades do Governo Federal têm o dever de respeitar as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos órgãos técnicos do Ministério da Saúde em suas manifestações oficiais sobre a pandemia de covid-19. A decisão foi decretada em processo judicial iniciado em 2020, no qual o MPF que acusou a União de difundir discursos contraditórios sobre a pandemia, inclusive por meio do então presidente Jair Bolsonaro.

A decisão unânime da Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) foi comunicada no último domingo (13) à unidade do MPF no Pará, onde a ação foi ajuizada.

O caso teve origem em uma ação ajuizada pelo MPF em 6 de abril de 2020. Na ação, o MPF argumentou que a União, por meio de manifestações do então presidente da República e da campanha publicitária “O Brasil Não Pode Parar”, difundia mensagens contraditórias que minimizavam a gravidade da crise sanitária, enfraqueciam o isolamento social e colocavam em risco a saúde da população, incluindo o risco de genocídio indígena no Pará.

Em agosto de 2020, a Justiça Federal no Pará havia julgado os pedidos do MPF improcedentes, sob o argumento de que não caberia ao Poder Judiciário interferir na formulação de políticas públicas e na liberdade de expressão do presidente e de seus auxiliares. A sentença reconheceu as contradições, mas entendeu que as falas não trouxeram “repercussões sociais de grande alcance”.

Recurso – O MPF apelou contra a sentença em outubro de 2020, sustentando que a União tem o dever constitucional de adotar medidas baseadas em evidências científicas. No recurso, o MPF afirmou que as falas do então presidente implicavam sinais contraditórios à população e geravam dano moral coletivo ao violar o direito à informação e à saúde.

A União, em suas argumentações no processo, defendeu a impossibilidade de o Poder Público ser responsabilizado por manifestações pessoais e de administrar redes sociais privadas do presidente.

Ao analisar o recurso, o juiz federal relator do processo no TRF1, João Paulo Pirôpo de Abreu, fundamentou a decisão no direito constitucional à informação e à saúde – artigos 5º e 196 da Constituição – e na Lei nº 13.979/2020, que exige que as ações de enfrentamento à pandemia sejam baseadas em evidências científicas.

Em seu voto, o juiz federal destacou que ficou “demonstrado que as autoridades do governo federal emitiram manifestações contraditórias quanto à gravidade da pandemia, o que gerou insegurança e desinformação na sociedade, comprometendo a eficácia das medidas sanitárias”.

Memória, verdade e justiça – A decisão foi proferida pelo TRF1 depois que o procurador regional dos Direitos do Cidadão no Pará, Sadi Machado, enviou ao tribunal solicitação de informação sobre a data prevista para julgamento do recurso do MPF. Essa solicitação foi feita como parte de um inquérito civil instaurado em fevereiro deste ano pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Pará para promover e fiscalizar políticas públicas de memória, verdade, justiça, reparação e não repetição relativas à atuação federal na pandemia de covid-19.

A instauração do inquérito ocorreu após o MPF ter sido contatado pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (Cepedisa/USP) sobre o andamento do processo judicial em que o MPF acusou o governo federal por discursos contraditórios sobre as medidas de enfrentamento à pandemia. O Cepedisa/USP pesquisa o tema com o apoio da organização Conectas Direitos Humanos.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará/ Jornal Folha do Progresso  e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/15:56:44

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Publicação Nº 160/2025 –VALERIA KREISIG (FAZENDA MODELO)

edital/publicaçãoVALERIA KREISIG, CPF 560.169.301-30, possuidora da FAZENDA MODELO, localizada na Rodovia Federal BR-163, km 959, Margem Direita da Rodovia, sentido Cuiabá-Santarém, Gleba Gorotire, Comunidade São Roque, Distrito de Castelo de Sonhos – Altamira-PA, torna público que protocolou em 16/07/2025 o Requerimento Padrão nº 004557/2025, para Licença Ambiental de Atividade Rural – LAR, junto à SEMAS/PA.

Publicado dia 16 de julho de 2025, às 15:48:11, por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




VÍDEO: Adolescentes e tia cortam o cabelo de menina à força em calçada

Adolescente tem o cabelo cortado por suposto furto em Águas Lindas, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Segundo a polícia, a mãe da vítima não quis prestar queixa contra as agressoras. A Polícia Civil afirma que vai investigar o caso por se tratar de uma menor.

Tia, prima e irmã cortaram o cabelo de uma menina no meio da rua em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Em vídeos divulgados nas redes sociais, a garota aparece sendo segurada enquanto tem seu cabelo cortado. Segundo a delegada Tamires Teixeira, a Polícia Militar foi acionada e conduziu vítima e sua mãe para a delegacia.

Segundo a delegada, o caso aconteceu na segunda (14), por volta das 14h. As envolvidas não tiveram os nomes divulgados.

As imagens que circulam pela internet mostram quatro jovens em uma calçada, enquanto uma delas grita com a cabeça abaixada e outras três a seguram.

“Vai ficar careca para deixar de ser safada!”, grita uma delas.

Em algumas imagens usadas pela polícia para a investigação, também é possível ver que a vítima foi atingida por tapas e jogada no chão pelas agressoras.

De acordo com o relato da Polícia Militar anexado ao Boletim de Ocorrência, as agressoras foram reconhecidas como tia, irmã e prima da vítima. Segundo a delegada, a tia é a única com mais de 18 anos.

VEJA VÍDEO:

Motivação

Segundo o boletim, a vítima passou uns dias na casa da tia, que a acusou de ter de ter furtado alguns pertences. “Cadê minha roupa?”, uma delas grita enquanto segura a vítima no muro da casa.

Ainda de acordo com o documento, quando a Polícia Militar chegou ao local, a tia e a prima da vítima não estavam mais no local. A menor estava acompanhada da mãe e da irmã, que teria participado da agressão.

Investigação

Segundo a delegada Tamires Teixeira, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Águas Lindas, a vítima e sua mãe foram conduzidas à delegacia. A mãe disse que não tinha interesse em representar criminalmente contra as mulheres, informou a delegada.

Entretanto, em razão da gravidade do caso, a delegada disse que a Polícia Civil deve fazer uma apuração para entender o que de fato aconteceu, já que nenhuma das suspeitas foi ouvida.

“Como essa situação repercutiu muito e se trata de uma menor, nós vamos apurar melhor e verificar a situação dessa vítima porque ela também precisa ser ouvida”, disse a delegada.

Fonte: g1 GO/ Jornal Folha do Progresso  e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/15:40:11

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Câmera corporal mostra momento em que PM executa homem rendido em Paraisópolis (SP)

Ação na comunidade ocorreu no dia 10; policiais foram presos em flagrante. Crédito: Câmera corporal da PM

Imagens registradas pelas câmeras corporais de PMs mostram o momento em Igor Oliveira, de 24 anos, é executado pelos policiais durante uma ação no dia 10 em Paraisópolis, zona sul de São Paulo. O rapaz estava dentro de um quarto, perto da cama, de mãos para cima – ou seja, já rendido. As imagens foram divulgadas inicialmente pela TV Globo. O Estadão também teve acesso.

Logo após efetuarem os disparos, um dos policia grita: “As COPs, as COPs”– sigla das câmeras operacionais portáteis, usadas nas fardas. Conforme previsto em acordo firmado entre o governo paulista, Defensoria Pública e o Ministério Público, o uso do equipamento é obrigatório em todas as operações.

Na ocasião, os equipamentos não tinham sido ligados diretamente pelos policiais presos, mas por outros agentes do batalhão. As novas câmeras permitem que o acionamento seja feito de forma remota.

Os cabos Renato Torquato da Cruz e Robson Noguchi de Lima, ambos do 16.º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), foram presos em flagrante. A prisão deles foi convertida em preventiva após audiência de custódia no sábado, 12.

“Dois policiais efetuaram os disparos. Não havia nada que justificasse nesse momento o disparo por parte da força policial”, afirmou o coronel Emerson Massera, porta-voz da PM, em coletiva de imprensa na semana passada.

A vítima não tinha antecedentes como adulto, mas registro de ato infracional por roubo e tráfico.

Em nota enviada à reportagem na sexta, os advogados Wanderley Alves e William Cássio, à frente da defesa de Cruz, afirmam que “não se deve fazer prejulgamentos”, uma vez que, continuam, “a análise da COP (câmera corporal) não corresponde ao campo de percepção do policial militar”.

Já a defesa de Lima afirmou, em nota enviada à reportagem nesta terça-feira, 15, que os PMs “agiram em legítima defesa”. “Infelizmente as câmeras corporais não têm o condão de apresentar toda a visão do policial durante a ocorrência e a defesa demonstrará isso ao tribunal do júri”, disse o advogado João Carlos Campanini.

Na visão do porta-voz da PM, o erro não pode ser atribuído à falta de treinamento ou ao despreparo – os dois agentes eram considerados experientes. Os PMs têm histórico de envolvimento em ocorrências com confrontos. “Eles sabiam que estavam cometendo erros e optaram por isso. A falta de treinamento não pode ser justificativa”.

Ao todo, quatro policiais participaram da operação – os outros dois também foram indiciados, mas não presos.

“Reconhecemos nossos erros, lamentamos, mas não podemos retroceder no trabalho de resgatar a cidadania de quem mora em Paraisópolis”, afirmou Massera.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) comentou sobre o caso após ser questionado por jornalistas durante agenda na manhã de sábado.

“A gente vai combater o crime de forma incessante. Vamos tentar devolver a paz ao cidadão de São Paulo, estamos investindo nisso, em inteligência e efetivo. Obviamente, estamos sempre fazendo a análise das nossas ações. Não vamos tolerar desvios”, disse Freitas.

Protestos ocorreram após morte de jovem

Após a morte de Oliveira, houve protestos generalizados na região. A PM afirma que os protestos foram feitos por criminosos, mas reconhece que surgiram após os disparos contra o jovem.

Barricadas com objetos queimados fecharam ruas de acesso à comunidade e o trânsito foi interrompido em parte das avenidas Avenida Giovanni Gronchi e Hebe Camargo, no Morumbi.

Ao Estadão, moradores relataram que o policiamento foi reforçado após a noite de confrontos. Segundo relato de moradores à reportagem, a situação segue tensa. “Às 5h da manhã já tinha helicópteros (da PM) sobrevoando a comunidade. O clima é de medo”.

Moradores também afirmam que tiveram dificuldades para acessar suas casas por conta dos bloqueios feitos pela polícia nas entradas de Paraisópolis.

A situação, de acordo com a moradora, não é atípica. Os conflitos com o tráfico são intensos e as incursões da polícia costumam ser violentas.

“As pessoas de bem, que é a grande maioria, obviamente, a grande maioria acaba ficando refém de toda essa situação e correndo o risco de se machucar ou, às vezes, até de perder a vida por conta dessas operações violentas dentro da comunidade.”

São Paulo 107/2925 – Protesto / Paraisópolis – CIDADES – Manifestação de moradores de Paraisópolis contra polícia gera confusão e atos de

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As Polícias Civil e Militar apuram as ocorrências. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os conflitos começaram à tarde, quando os policiais foram acionados para uma denúncia de homens armados em um ponto de venda de drogas.

Ao chegarem ao local, três suspeitos fugiram em direção a uma casa. Foi neste momento em que Igor foi morto. Outros dois foram presos. Foram apreendidas armas de fogo, munições, entorpecentes e anotações do tráfico.

Horas depois, outra ação terminou em troca de tiros, um suspeito foi morto e um PM da Rota ferido.

As ações são investigadas pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), por meio de inquérito policial.

Protesto em Paraisópolis após ação da PM que terminou com uma morte. Foto: tiago queiroz
Protesto em Paraisópolis após ação da PM que terminou com uma morte. Foto: tiago queiroz

PM preso diz que prisão é ‘precipitada’

Em nota, a defesa do policial Renato Torquato, um dos PMs presos, diz que é preciso levar em conta o “calor da ocorrência” e a “percepção do policial”.

A “análise enviesada da prova em vídeo ainda vai colocar, infelizmente, muito policial não só na cadeia, como também no cemitério, infelizmente”, afirma a nota, assinada pelos advogados Wanderley Alves e William Cássio.

Estado sofreu crise por violência policial

Uma sequência de abusos cometidas por integrantes das tropas paulistas no fim de 2024 deflagrou uma crise na área da segurança pública para a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Entre as ocorrências, estavam a morte de uma criança de 4 anos na Baixada Santista, de um estudante de Medicina baleado em um hotel da capital, e o flagra de um policial atirando um homem do alto de uma ponte na zona da capital.

Após a repercussão negativa, o governado reconheceu erros na retórica direcionada aos agentes de segurança e prometeu aperfeiçoar os protocolos. A letalidade policial já vinha em alta diante das ofensivas repressivas na Baixada Santista, onde houve as operações Verão e Escudo.

No 1º trimestre de 2025, o casos recuaram. Foram 131 mortes cometidas por policiais militares em serviço no Estado, queda de 26,4% ante as 178 registradas no mesmo período de 2024.

Fonte: O Estadão Conteúdo/Jornal Folha do Progresso  e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/15:38:30

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Pesquisa aponta o crescimento de mulheres pecuaristas no interior do Pará

Foto: Freepik |Cerca de R$ 69,5 milhões foram movimentados no primeiro semestre de 2024, somente pela participação feminina.

A participação feminina na pecuária bovina cresceu nos últimos anos, principalmente no Norte do país. Uma pesquisa inédita constatou que, atualmente, mais de 26 mil mulheres fazem parte do setor de criação de gado na região do estado do Pará, contribuindo para a economia local e os avanços na equidade de gênero.

A análise foi realizada pelo pesquisador e engenheiro agrônomo Rogério Lourenço, por meio do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPAD) da Universidade da Amazônia (UNAMA) e sob orientação da professora Regina Cleide Teixeira. Voltada à linha de pesquisa em Gestão Organizacional, o intuito foi identificar a contribuição e os desafios das mulheres no setor pecuarista, além de investigar o desenvolvimento rural e a inclusão do gênero.

A presença ativa e feminina nesse mercado tem alcançado resultados assertivos para a economia no interior do Pará. Cerca de R$ 69,5 milhões foram movimentados no primeiro semestre de 2024, somente por mulheres. Além disso, o empreendedor liderou um grande rebanho bovino no Pará, maior que em 15 estados brasileiros.

O nível de escolaridade entre essas mulheres também foi aplicado. 71% afirmam ter ensino superior ou pós-graduação. Contudo, eles ainda representam apenas 18% de atuantes no setor e enfrentam limitações no acesso a créditos e políticas públicas.

O pesquisador e agrônomo Rogério Lourenço analisa os avanços e a inserção feminina no mercado com olhar positivo. “A presença de mais de 26 mil mulheres pecuaristas é significativa, pois estão participando em atividades tradicionalmente masculinas. Esses indicativos mostram a quebra de paradigmas que ainda sustentam nossa sociedade, sobretudo no setor pecuário. Os dados mostram as mudanças e o crescimento da equidade de gênero no empreendedorismo rural”, explica.

Para a professora Regina Cleide Teixeira, da UNAMA, o prevalência de criadores de gado no interior do Pará representa autonomia econômica e fortalece a geração de renda para comunidades. “Movimenta a economia rural, busca inovação, cuida das propriedades e das pessoas que trabalham. As mulheres buscam transformar a pecuária em um setor mais justo e resiliente”.

Fonte: UNAMA/ Jornal Folha do Progresso  e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/13:32:26

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Moradora flagra menor tentando furtar residência em Novo Progresso e desabafa: “Cadê a mãe desse menino?”

Foto: Reprodução | Uma moradora da Rua Marechal Rondon, no bairro Jardim Planalto, em Novo Progresso, flagrou um adolescente tentando invadir sua residência. O flagrante foi registrado em vídeo pela própria vítima, que questiona indignada: “Cadê a mãe desse menino?”.

Segundo a mulher, o menor chegou a abrir a porta da casa, mas foi surpreendido no ato pela moradora. Ela relatou ainda que, ao revisar as imagens das câmeras de segurança de um vizinho, percebeu que o adolescente vinha monitorando a movimentação das casas da rua, aguardando alguém sair para agir.

Conforme relatos da comunidade, o jovem é reincidente em diversos furtos pela cidade. Já teria sido apreendido várias vezes e consta em seu nome vários boletins de ocorrência. No entanto, continua solto, o que tem gerado revolta entre os moradores, que se sentem ameaçados pela impunidade.

“A gente vive com medo. Não tem um local adequado para manter esses jovens infratores aqui em Novo Progresso. Eles são apreendidos, mas logo estão nas ruas de novo, cometendo os mesmos crimes. Isso precisa ter um fim”, desabafa a moradora.

O caso reacende o debate sobre a necessidade de políticas públicas voltadas à segurança e ao tratamento adequado de menores infratores no município.

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/11:30:05

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Publicação Nº 159/2025 – DANIEL FACCIN (SITIO ESPERANÇA II)

editalDANIEL FACCIN , CPF: 669.016.502-72, proprietário do imóvel rural denominado de SITIO ESPERANÇA II, localizado na Rodovia BR 163, KM 1140, MD, sentido Cuiabá-Santarém, adentrando 21 KM na Vicinal Diamantino, margem esquerda, município de Novo Progresso, torna público que RECEBEU da SEMMA/NP a Licença de Atividade Rural – LAR, para a atividade de Criação de Bovinos com número 032/2025.

Publicado dia 16 de julho de 2025, às 10:34:14, por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Polícia Militar flagra tráfico de drogas em residência após denúncia de perturbação do sossego em Novo Progresso

Foto: Reprodução | Na madrugada desta terça-feira (16), por volta de 1h, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de perturbação do sossego na rua Tapajós, bairro Cristo Rei, em Novo Progresso. Ao chegarem ao local, os policiais identificaram a responsável pela residência como J. F. d. S., de 23 anos.

Durante a orientação para desligamento do som, os policiais notaram um prato com vestígios de substância semelhante à cocaína. Ao revistarem os presentes, encontraram com a jovem quatro papelotes de substância análoga à cocaína, três papelotes de crack e um de sementes de Cannabis.

Uma das abordadas tentou se evadir para o interior da residência, o que motivou a entrada dos policiais na casa. Lá, foi encontrado um pote de creatina contendo mais substância semelhante à cocaína.

Ainda no local, foi constatada a presença de duas adolescentes – uma delas consumindo bebida alcoólica e cocaína no momento da abordagem. Diante dos fatos, todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

A ocorrência foi atendida pelas guarnições do 46° BPM, sob o comando do Tenente-Coronel Gama, integradas ao CPR X, comandado pelo Coronel QOPM Márcio Abud.

Fonte: Jornal Folha do Progresso Com informações da 46° BPM e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/09:17:27

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Estudante de medicina de 20 anos morre por complicações após cirurgia plástica

Foto: Reprodução | Ana Carolina Aguiar Lima tinha de 20 anos e morreu nesta terça-feira (15).

A estudante de medicina Ana Carolina Aguiar Lima, de 20 anos, morreu nesta terça-feira (15) após passar dez dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Rosa, em Cuiabá. Ela teve complicações após realizar uma cirurgia de redução de mamas e lipoaspiração.

A jovem era neta da empresária Carmem Aguiar, proprietária da loja Carmem Enxovais. No perfil da loja, a família confirmou o falecimento: “A hora é agora, e o amor ficou. No brilho do seu sorriso, na luz da sua alma. Que sua passagem seja leve como o vento e eterna como as boas lembranças.”

Ana cursava Medicina na Universidade de Cuiabá (Unic). O Centro Acadêmico do curso divulgou nota lamentando a morte da estudante e prestando solidariedade à família: “Ana lutou bravamente, foi e será um milagre eterno entre nós. Sua forma e fé uniram corações e nos ensinaram sobre esperança.”

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) também se manifestou nas redes sociais: “Com profundo pesar, recebo a triste notícia do falecimento da jovem Ana Carolina Aguiar de Lima. Neste momento de imensa dor, me solidarizo com toda a família Carmem Enxovais, em especial com sua mãe, Patrícia Aguiar, e sua avó, dona Carmem Aguiar.”

A família agradeceu pelas orações e mensagens de apoio recebidas desde a internação de Ana. “Apesar de toda dificuldade de sua partida precoce, de todos os sonhos interrompidos e tudo que desejávamos ainda viver juntos, somos incomensuravelmente agradecidos pelo amor que vivemos nesses 20 anos de sua presença física conosco.”

Leia abaixo as notas na íntegra:

Família de Ana Carolina

“Queridos,

Com pesar informamos que Ana Carolina nos deixou hoje. Estamos certos de que ela está sendo muito bem recebida no céu, a sua nova morada.

Apesar de toda dificuldade de sua partida precoce, de todos os sonhos interrompidos e tudo que desejávamos ainda viver juntos, somos incomensuravelmente agradecidos pelo amor que vivemos nesses 20 anos de sua presença física conosco.

A fé nos exige crença e entrega; entregamos nossa Ana Carolina com a certeza de que Deus é infinito em sua misericórdia. Vamos nos manter em oração por sua alma e também por cada um de nós que ficamos e que nesse momento tem seu coração apertado.

Agradecemos pela corrente de bem que presenciamos física e digitalmente, por toda oração e todo bem que foi enviado a nossa família e à Ana Carolina.

Com amor e gratidão,

Família da Ana Carolina”

 

Loja Carmem Enxovais

“A hora é agora, e o amor ficou. No brilho do seu sorriso, na luz da sua alma. Que sua passagem seja leve como o vento e eterna como as boas lembranças.”

 

Centro Acadêmico de Medicina da Unic

“Em nome do Centro Acadêmico de Medicina e de todos os alunos da Unic, comunicamos com profunda tristeza o falecimento de Ana Carolina Aguiar Lima.

Ana lutou bravamente, foi e será um milagre eterno entre nós. Sua forma e fé uniram corações e nos ensinaram sobre esperança. Lembramos da passagem de Ezequiel 97,5: ‘Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis’.

Fomos esses ossos, unidos em oração, buscando força por Ana e sua família. Seguiremos em oração, pedindo a Deus consolo e paz aos seus familiares e amigos.”

 

Janaina Riva

“Com profundo pesar, recebo a triste notícia do falecimento da jovem Ana Carolina Aguiar de Lima. Neste momento de imensa dor, me solidarizo com toda a família Carmem Enxovais, em especial com sua mãe, Patrícia Aguiar, e sua avó, dona Carmem Aguiar. Que Deus, em sua infinita misericórdia, conforte os corações de todos os familiares e amigos e dê força para enfrentar essa perda irreparável.”

Fonte: Repórter MT e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/07:44:40

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PF desarticula esquema de grilagem no Pará que usava jargão “passar batom” para fraudar documentos

Debs Antônio Rosa | Foto: Reprodução

Operação Imperium Fictum mira grupo acusado de falsificar registros fundiários e movimentar mais de R$ 600 milhões com terras públicas da União.

O relatório final da Polícia Federal sobre a Operação Imperium Fictum revela o uso da expressão “passar batom” como código entre os integrantes de um grupo investigado por grilagem de terras da União no Pará. Segundo a PF, o termo era utilizado para se referir à falsificação de documentos com o objetivo de dar aparência de legalidade a propriedades irregulares, que depois eram usadas para obtenção de crédito rural milionário.

Debs Antônio Rosa, fazendeiro condenado por homicídio e conhecido por promover festas em suas fazendas com shows sertanejos, foi apontado como líder do esquema. Ele teria utilizado documentos falsos do Incra e contado com apoio de cartórios e servidores públicos. O delegado Thiago Miranda informou que as fraudes envolviam escrituras forjadas e registros falsificados, resultando em prejuízo estimado de R$ 600 milhões.

Entre os indiciados pela PF, estão a ex-mulher, o ex-sogro, o ex-cunhado e funcionários de Debs. As investigações duraram mais de um ano e meio e resultaram no bloqueio de bens e sequestro de fazendas em Vitória do Xingu e Senador José Porfírio. Mandados foram cumpridos em nove estados. A operação foi autorizada pela Justiça Federal do Pará.

Figura recorrente em disputas agrárias no sudoeste do estado, Debs já havia sido condenado em 2015 como mandante da execução de um trabalhador rural em Anapu. Mesmo com esse histórico, ele mantinha influência no agronegócio regional, recebendo apoio de políticos e expondo sua produção nas redes sociais até ser novamente preso pela PF, desta vez por liderar uma suposta organização criminosa com ramificações nacionais.

Fonte: Diário do Pará Online e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/07/2025/07:28:17

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