PF deflagra operação para combater o cultivo ilegal de maconha no interior do Amazonas

Foto: Polícia Federal | A ação erradicou 8 mil pés da droga em região isolada e marcada por conflitos

A Polícia Federal realizou Operação Alvorada Verde, com o objetivo de confirmar informações sobre o cultivo ilícito de maconha e combater o tráfico de drogas em áreas remotas do interior do Amazonas.

A ação teve início no dia 26/8 e ocorreu nas regiões do rio Abacaxis, em Nova Olinda do Norte/AM; e do rio Curuçá, em Maués/AM. Durante a operação, foram erradicados aproximadamente 8.000 pés de maconha, encontrados em áreas de mata fechada.

As investigações tiveram início a partir de denúncias que indicavam a existência de plantações de maconha nas localidades.  A operação teve caráter preventivo e repressivo direto, voltado à eliminação dos cultivos ilegais.

A Operação Alvorada Verde é simbólica e estratégica: trata-se da primeira ação de erradicação na região após anos, ocorrendo em uma área historicamente sensível, palco de conflitos. Além disso, foi a primeira operação com o uso do novo helicóptero da Coordenação de Aviação Operacional da Polícia Federal e com apoio da nova base de aviação da PF no estado do Amazonas.

A Polícia Federal destaca que essas atividades criminosas colocam em risco comunidades ribeirinhas, indígenas e outros grupos em situação de vulnerabilidade social que vivem nas proximidades das áreas de plantio, muitas vezes expostos a situações de violência, coação e degradação ambiental.

maconha

A operação contou com o apoio do CENSIPAM, FUNAI, ICMBio, IBAMA e a Força Nacional, cujas atuações integradas reforçam a proteção ambiental, o respeito aos direitos dos povos indígenas e o enfrentamento aos crimes praticados em áreas sensíveis da Amazônia.

Fonte: Comunicação Social da PF/AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/18:09:40

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Curso gratuito oferece 2 mil vagas para jovens do Pará em busca do primeiro emprego

Foto: Reprodução | Capacitação profissional é 100% online e já formou mais de 5 mil jovens no estado

 O Coletivo Coca-Cola Jovem está com inscrições abertas no Pará para capacitação gratuita e online voltada para jovens em busca do primeiro emprego. São 2 mil vagas disponíveis para quem deseja se qualificar e dar os primeiros passos no mercado de trabalho.

Desde que chegou ao estado, a iniciativa já formou 5.726 jovens somente no Pará. A formação já impactou mais de 240 mil jovens em todo o país, ajudando 60 mil deles a conquistarem uma vaga no mercado.

“O Coletivo é uma excelente oportunidade para quem está em busca do primeiro emprego e quer se preparar melhor para os desafios da vida profissional. Nosso objetivo é justamente capacitar esses jovens, desenvolvendo habilidades fundamentais e abrindo portas para novas possibilidades no mercado. Essa capacitação não transforma apenas a vida dos jovens participantes, mas gera também um impacto positivo direto nas comunidades onde estamos inseridos, contribuindo para o desenvolvimento local e para geração de emprego e renda”, destaca Alana Barros, Coordenadora de ESG da Solar Coca-Cola, empresa apoiadora do projeto.

O curso é 100% online e pode ser realizado via WhatsApp, plataforma online e aplicativo, disponível no sistema Android e IOS, oferecendo flexibilidade para que os participantes estudem de onde estiverem e no horário mais conveniente. Ao longo da capacitação, os jovens têm acesso a conteúdos sobre planejamento de carreira, educação financeira, elaboração de currículo e preparação para entrevistas. Para participar é necessário ter entre 16 e 25 anos, estar cursando ou já ter concluído o Ensino Médio.

Para se inscrever e obter mais informações sobre o Coletivo, os interessados podem acessar o site oficial do projeto: www.solarbr.com.br/coletivo.

Sobre a Solar Coca-Cola — A Solar está entre uma das maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola e conta atualmente com 13 fábricas no Brasil. Com cerca de 60 centros de distribuição e 58 distribuidores autorizados, a empresa atua em uma área que representa cerca de 70% do território brasileiro, operando nas regiões Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste. A Solar conta com mais de 19 mil colaboradores (as) e é responsável pela produção e distribuição para cerca de 380 mil pontos de venda, impactando positivamente mais de 80 milhões de brasileiros.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/17:40:12

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MPF e Eletronorte firmam acordo para avaliar e reparar danos socioambientais de hidrelétrica em Santarém (PA)

Foto aérea da hidrelétrica de Curuá-Una, com a barragem, o reservatório de água cercado por mata e o rio correndo abaixo da estrutura.
Usina hidrelétrica de Curuá-Una, localizada em Santarém (PA). Foto: Eletrobras Eletronorte/Divulgação

Inquérito do MPF apontou que medidas adotadas desde a inauguração da usina de Curuá-Una foram ineficazes ou insuficientes.

O Ministério Público Federal (MPF) e a empresa Eletrobras Eletronorte assinaram, no último dia 25, um Termo de Compromisso (TC) Socioambiental com o objetivo de viabilizar a realização de estudo voltado à avaliação dos impactos causados a povos indígenas e demais comunidades tradicionais pela operação da usina hidrelétrica de Curuá-Una, localizada em Santarém (PA). Essa avaliação também deve permitir a construção de medidas que promovam a reparação e a redução dos danos históricos sofridos pelas comunidades impactadas.

O acordo é um desdobramento de inquérito civil instaurado pelo MPF em 2023. A investigação foi iniciada para apurar os impactos socioambientais na Terra Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno e em comunidades ribeirinhas e extrativistas, decorrentes da expansão da produção energética na usina. Foi instalada uma quarta turbina sem a devida consulta prévia, livre e informada aos povos e comunidades potencialmente afetados.

No decorrer do procedimento, o MPF constatou que os problemas são mais antigos e profundos. Desde a inauguração da usina em 1977 — antes da vigência de marcos legais como a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (1981), a Lei da Ação Civil Pública (1987) e a própria Constituição Federal de 1988 —, os estudos e medidas para reparação dos danos sociais e ambientais foram considerados ineficazes ou insuficientes. Essa conclusão foi reforçada pelos resultados de uma escuta pública realizada pelo MPF em outubro de 2024.

O Termo de Compromisso destaca os impactos sobre o modo de vida tradicional do povo indígena Apiaká, da aldeia São Pedro do Palhão, e de outras comunidades, afetando diretamente atividades de subsistência como a pesca e a caça.

Detalhes das obrigações – A Eletrobras Eletronorte, representada por seu diretor-presidente, Antônio Augusto Bechara Pardauil, assumiu uma série de obrigações centrais:

1 – Diagnóstico socioambiental abrangente: a empresa deverá executar um estudo de impacto socioambiental para identificar todos os danos causados aos povos indígenas e comunidades no entorno da usina. O processo seguirá um cronograma rigoroso:

• em até 60 dias após a emissão do Termo de Referência pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas), um plano de trabalho detalhado deve ser apresentado ao MPF;

• a equipe responsável pelo estudo deverá ser multidisciplinar, e o nome da consultoria ou dos especialistas contratados será submetido previamente ao MPF, que poderá convocar audiências com as comunidades antes de aprovar a equipe, garantindo impessoalidade e transparência;

• um relatório parcial com os dados iniciais deverá ser entregue em até 180 dias após o início dos estudos;

• o relatório final, consolidando todas as informações, deverá ser apresentado em até um ano.

2 – Elaboração de Plano Básico Ambiental (PBA): com base nos resultados do diagnóstico, caso seja necessário, a Eletrobras Eletronorte se compromete a elaborar um PBA que incluirá medidas concretas de redução e compensação socioambiental, com a participação ativa das comunidades e do MPF em todas as etapas de sua elaboração e execução.

A Eletrobras Eletronorte comprometeu-se a cumprir rigorosamente as previsões legais, constitucionais e convencionais relacionadas à proteção ambiental, e também aos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais. Conforme estabelece a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), deve ser realizada a consulta prévia, livre e informada às comunidades impactadas. Este direito prevê, entre outras medidas, que seja garantida a ampla participação dos indígenas e demais membros das comunidades nas reuniões e escutas agendadas, e que seja respeitado o Protocolo de Consulta da Terra Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno. A empresa deve providenciar os meios necessários para viabilizar essa participação.

3 – Criação imediata de canal de comunicação: a empresa deverá, imediatamente após a assinatura do TC, criar mecanismos para comunicar às comunidades sobre a abertura e o fechamento das comportas da usina. O documento sugere a criação, no prazo de 30 dias, de um grupo em rede social, como o WhatsApp, com as lideranças comunitárias, para a divulgação de avisos diários, visando promover um diálogo intercultural e evitar possíveis intercorrências.

Penalidades e fiscalização – O acordo estabelece punições para o caso de descumprimento. A Eletrobras Eletronorte estará sujeita a multa diária de R$ 5 mil, em caso de descumprimento injustificado dos prazos estabelecidos, e a multa de R$ 50 mil para cada ato de descumprimento das obrigações pactuadas.

Os valores arrecadados serão revertidos ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos. O documento ressalta que o pagamento das multas não exime a empresa de cumprir as obrigações assumidas.

Ao MPF, representado no TC pelo procurador da República Vítor Vieira Alves, fica assegurado o direito de fiscalizar, a qualquer tempo, o cumprimento integral do acordo.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/18:02:07

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MPF concorda com pedido da PF para destruição de cocaína apreendida no Pará, avaliada em R$ 80 milhões

Imagem mostra pacotes da droga empilhados | Foto: Polícia Federal

Apreensão ocorreu após pouso forçado de aeronave boliviana; droga e equipamentos eletrônicos foram encontrados no local

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça Federal que determine a destruição de mais de 400 quilos de pasta base de cocaína apreendida hoje (29) no Pará. A droga, avaliada em cerca de R$ 80 milhões, foi confiscada após o pouso forçado de um avião boliviano em uma área rural de Santana do Araguaia (PA). 

A manifestação do MPF concorda com um pedido anterior feito pela Polícia Federal (PF). Além da destruição do entorpecente, a PF também solicitou autorização para periciar um aparelho de geolocalização, uma antena receptora de dados via satélite e um rádio-transmissor encontrados dentro da aeronave de prefixo CP2905.

A apreensão ocorreu quando policiais militares da 30ª Companhia Independente da PM (CIPM) de Santana do Araguaia foram acionados para atender a uma ocorrência de pouso forçado em uma fazenda. No interior do avião, foram localizados mais de 400 kg de uma substância que, após teste preliminar, apresentou resultado positivo para cocaína.

Segundo a PF, os dois ocupantes da aeronave fugiram para uma área de mata. A PF destacou, no pedido à Justiça, que a quantidade de cocaína apreendida representa um “elevado risco de subtração criminosa, além de custos logísticos para armazenamento seguro”. 

A legislação, especificamente a Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), prevê que, após a elaboração do laudo de constatação, o juiz pode determinar a destruição imediata da droga, preservando-se uma amostra para a perícia definitiva.

Importância da perícia – O MPF concordou também com a importância da realização de  perícia nos equipamentos eletrônicos para o avanço das investigações. As informações fornecidas pelos equipamentos podem ajudar a rastrear as rotas aéreas e pistas clandestinas utilizadas pela organização criminosa, além de outros dados que podem ser cruciais para a identificação da rede criminosa e de seus integrantes.

O MPF concordou com os argumentos da autoridade policial, considerando a destruição da droga e a perícia dos aparelhos como medidas “imprescindíveis para se chegar aos autores e partícipes dos delitos”. 

Veja vídeo:

Fonte: Jornal Folha do Progresso/ ASCOM/MPF e e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/17:52:52

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Pará chega a 46% de escolas conectadas à internet, com mais de mil instituições incluídas nos últimos sete meses

O Escolas Conectadas é uma estratégia para garantir internet de qualidade para uso pedagógico das tecnologias e promover educação digital e midiática em todas as escolas públicas de educação básica do país. Foto: Shizuo Alves/MCom

Programa do Governo Federal tem a meta de garantir conectividade às 137,8 mil escolas públicas do país até o fim de 2026. Atualmente, já são mais de 82 mil com banda larga

O Pará vem avançando na conectividade das escolas de ensino básico. Das 9.611 instituições de educação básica do estado, 4.427 estão atualmente ligadas à internet, o que representa 46% do total. A média ainda é inferior aos 59,65% registrados no Brasil como um todo. Os dados constam em um relatório referente ao programa Escolas Conectadas do Governo Federal divulgado nesta semana. Segundo o documento, 82,2 mil escolas públicas de ensino básico em todo o país estão conectadas nas cinco regiões do país.

O programa prevê atender todas as 137,8 mil instituições de ensino básico do país com internet de banda larga e wi-fi aberto na estratégia nacional de conectividade escolar, voltada para garantir acesso de qualidade ao mundo digital a alunos e professores da rede pública. O relatório indica que o Brasil avançou em relação ao observado no fim de 2024, quando tinha 73,1 mil escolas conectadas, ou 53% do total. No Pará, o avanço foi superlativo. Eram 3.389 escolas conectadas no fim do ano passado (35,26%). De lá para cá, 1.038 instituições de ensino básico passaram a integrar a lista das conectadas.

“Conectar uma escola é conectar sonhos, oportunidades e o futuro de milhares de crianças e jovens. Estamos transformando a realidade da educação pública, garantindo que a internet chegue onde antes não estava. Nenhuma escola ficará para trás, essa é a nossa missão até 2026”, afirmou o ministro Frederico de Siqueira Filho (Comunicações).

REGIÕES — A Região Sul apresenta o maior percentual de escolas conectadas. Ao todo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina registram 13.889 escolas conectadas de um total de 19.837, o equivalente a 70%. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste, com 7.857 escolas, das quais 5.472 estão conectadas (69,64%), Nordeste (49.275 escolas, 32.775 conectadas – 61,86%), Sudeste (40.535 escolas, 24.073 conectadas – 59,38%) e Norte (20.343 escolas, 8.310 conectadas – 40,84%).

ESTADOS — Entre as Unidades da Federação, o Mato Grosso do Sul é o que apresenta o maior percentual de escolas conectadas. Das 1.367 do estado, 1.084 estão conectadas, o que equivale a 79,30%. Em seguida, aparecem Rio Grande do Norte, com 2.145 escolas conectadas das 2.733 do estado (78,49%) e Goiás, com 2.719 conectadas das 3.528 do estado (77,07%). Em números absolutos, São Paulo é o estado com mais escolas conectadas (10.787), seguido por Bahia (7.644) e Minas Gerais (7.236).

Programa do Governo Federal pretende atender as 137,8 mil instituições de ensino básico do país

21 COM MAIS DA METADE — Das 27 unidades da Federação, 21 já têm mais da metade das escolas conectadas. Em sete estados, o índice supera 70%: Mato Grosso do Sul (79,30%), Rio Grande do Norte (78,49%), Goiás (77,07%), Piauí (74,94%), Tocantins (73,17%), Paraná (71,41%) e Rio Grande do Sul (70,41%). Apenas o Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Pará e Roraima ainda não atingiram os 50% de conectividade.

R$ 6,5 BILHÕES — O Escolas Conectadas prevê investimento de R$ 6,5 bilhões do eixo “Inclusão Digital e Conectividade” do Novo PAC. Os recursos são de quatros fontes: Leilão do 5G, Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), Programa de Inovação Educação Conectada (PIEC) e Lei 14.172 de 2021.

PARCERIAS — O Escolas Conectadas é uma estratégia do Governo Federal, em parceria com estados, municípios e Distrito Federal. Além de garantir internet de qualidade para uso pedagógico das tecnologias, pretende garantir educação digital e midiática em todas as escolas públicas de educação básica do país.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/17:40:12

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Pará receberá médicos do programa Agora Tem Especialistas em setembro

Para atuarem no SUS, os médicos selecionados contam com 16 cursos de aprimoramento em áreas como cirurgia, ginecologia, anestesiologia e otorrinolaringologia – Foto: Rafael Nascimento/MS

Região Norte concentra 66 profissionais do total de selecionados na 1ª chamada do edital para provimento de mais médicos especialistas.

O Ministério da Saúde selecionou 501 médicos que vão atuar em todo o país pelo programa Agora Tem Especialistas. Distribuídos em 212 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, eles serão destinados a regiões onde há falta desses profissionais.

Para o Norte, serão destinados 66 profissionais. Todos os sete estados da região serão contemplados. O destaque fica para o Pará, que receberá 27 médicos. A maioria atuará nos municípios de Capanema (4), Marabá (4), Belém (3), Bragança (3), Castanhal (2), Tucuruí (2), Santarém (2) e São João de Pirabas (2). As seguintes cidades paraenses receberão um médico, cada: Redenção, Altamira, Salinópolis, Itaituba e Jacundá. Já para Roraima serão destinados 12 profissionais; Amazonas, 10; Rondônia, 7; Acre, 5; Tocantins, 3; e Amapá, 2.

Do total de médicos selecionados, 67% vão reforçar o atendimento no interior do Brasil em especialidades como cirurgia geral, ginecologia, anestesiologia e otorrinolaringologia. Assim, ampliarão a assistência à saúde da população, reduzindo o deslocamento para os grandes centros urbanos. Considerando as regiões remotas do país, 25,7% atuarão em áreas classificadas como de alta ou muito alta vulnerabilidade; 20% na região da Amazônia Legal; e 9% em áreas de fronteira.

Esses profissionais integram a primeira chamada de edital inédito do Agora Tem Especialistas que, pela primeira vez, selecionou médicos que já são especialistas para atuarem no Sistema Único de Saúde (SUS). Com 12 anos de experiência em média, eles vão reforçar o atendimento em 258 hospitais, policlínicas, centros de apoio diagnóstico e outras unidades da rede pública nas cinco regiões do país.

“Precisamos de iniciativas ousadas como o Mais Médicos Especialistas, que vai garantir, pela primeira vez, a atuação de profissionais especialistas no SUS e reduzir o tempo de espera da população por atendimento. Com esse reforço, estados e municípios, que já tinham um grande investimento no serviço, terão suprida a necessidade de especialistas, ampliando o acesso e fortalecendo a rede pública de saúde”, comentou o ministro Alexandre Padilha, em coletiva que anunciou o resultado da seleção.

A iniciativa atraiu o interesse de 993 médicos especialistas, que se inscreveram. Desse total, 501 já vão iniciar o atendimento a partir de setembro. Outros 400 profissionais não selecionados nesta primeira chamada ficam em lista de espera, podendo concorrer a outras oportunidades em uma segunda etapa.

SUS — Entre os 501 selecionados, 131 (26%) trabalharam anteriormente apenas em hospitais privados. Pela primeira vez, eles passarão a atender os pacientes da rede pública, o que representa um avanço do programa em vista da Demografia Médica de 2025. O estudo aponta que, atualmente, a maior concentração de médicos especialistas está na rede privada de saúde. Apenas 10% atendem o SUS exclusivamente.

Do total de selecionados, 75% serão destinados a hospitais públicos para a realização de cirurgias, internações e tratamentos, como radioterapia e quimioterapia. Outros 18% serão alocados em ambulatórios, onde farão consultas e exames, como endoscopia, ecocardiograma, colonoscopia, colposcopia e ultrassonografia. Os demais profissionais atuarão em unidades de apoio diagnóstico e terapêutico.

DISTÂNCIAS — Com o reforço desses profissionais, pacientes do SUS que moram no sertão da Paraíba, por exemplo, não precisarão mais percorrer até 500 km para receberem tratamento em João Pessoa, capital. Assim que os oito médicos de várias especialidades iniciarem as atividades em Patos (PB), que fica no sertão, essa distância será reduzida em até 400 km. A expectativa é que o município aumente em 30% a capacidade de atendimento no hospital regional, que receberá os novos profissionais.

Para a distribuição das vagas, o Ministério da Saúde observou as demandas do SUS nos estados e municípios. Assim, priorizou regiões com número de especialistas abaixo da média nacional, de 184 especialistas por 100 mil habitantes. Considerou, também, a capacidade instalada da rede pública para a oferta da assistência especializada, além do perímetro de deslocamento da população até o local onde o atendimento é realizado.

CURSOS — Para atuarem no SUS, os médicos selecionados contam com 16 cursos de aprimoramento em áreas como cirurgia, ginecologia, anestesiologia e otorrinolaringologia. O diferencial da capacitação é que eles vão atuar na rede pública, na prática, com a mentoria de profissionais de excelência da Rede Ebserh e de hospitais do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Os selecionados contarão com uma bolsa-formação de até R$ 20 mil, valor definido conforme a vulnerabilidade social e sanitária dos locais onde vão atuar. Os cursos terão duração de 12 meses.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/17:40:12

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Pará abre mais de 4,8 mil novos postos formais de trabalho em julho

O Brasil acumulou, nos sete primeiros meses de 2025, mais de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada – Foto: Vitor Vasconcelos/ Secom PR

Sétimo mês do ano registrou 129,7 mil novos postos em todo o país, com saldo positivo nos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas e em 25 das 27 Unidades Federativas

O Pará registrou a abertura de 4.882 empregos com carteira assinada em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado do ano, entre janeiro e julho de 2025, o estado acumula 30.510 novos empregos formais.

Em julho, o estado apresentou desempenho positivo em quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 2.781 novos postos. Na sequência aparecem Construção (1.072), Indústria (774) e Comércio (672). Apenas a Agropecuária registrou desempenho negativo, de -418 vagas.

MUNICÍPIOS – Marabá foi o município paraense com melhor saldo em julho, com 1.144 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 57,6 mil empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no estado aparecema capital, Belém (857), Canaã dos Carajás (487) e Parauapebas (436).

PERFIL DAS VAGAS – As novas vagas com carteira assinada geradas em julho no Paraná foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino, responsáveis pelo ingresso em 3.410 postos, contra 1.472 vagas ocupadas pelos homens. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 3.769 postos. Jovens entre 18 e 24 anos formam o grupo com maior saldo de vagas no estado em julho: 2.571.

Alguns dos principais dados do Caged em julho de 2025

NACIONAL – O Brasil acumulou, nos sete primeiros meses de 2025, mais de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada. Apenas em julho foram gerados 129.775 postos de trabalho formais e, com isso, o país chegou a 1.347.807 novos vínculos no ano. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é de 1,5 milhão. Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

ATIVIDADES ECONÔMICAS – O sétimo mês de 2025 apresentou variação positiva nos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas avaliados: Serviços, Comércio, Indústria, Construção e Agropecuária. O saldo foi positivo em 25 das 27 Unidades da Federação. Com os indicadores de julho, o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, número conhecido como estoque, chegou a 48,54 milhões, um valor recorde.

SETORES – Entre os grandes grupos econômicos, o maior gerador de postos no acumulado do ano é o setor de Serviços, com 688 mil postos entre janeiro e julho. Em seguida aparecem Indústria (253.422), Construção (177.341), Comércio (119.291) e Agropecuária (109.237). No recorte de julho, o setor de Serviços lidera, com 50.159 novos postos, seguido por Comércio (27.325), Indústria (24.426), Construção (19.066) e Agropecuária (8.795).

POR REGIÕES – No recorte por regiões, o Sudeste lidera a geração de empregos em julho, tendo registrado a abertura de 50.033 postos. Na sequência aparecem o Nordeste (39.038), o Centro-Oeste (21.263), o Sul (11.337) e o Norte (8.128).

POR ESTADOS –São Paulo registra o maior saldo de novas vagas no acumulado do ano, com 390 mil postos. Em seguida aparecem Minas Gerais (152.005) e Paraná (102.309). Levando-se em conta apenas o mês de julho, São Paulo (42.798), Mato Grosso (9.540) e Bahia (9.436) foram os três estados com maior saldo. Com base na variação relativa, que observa o tamanho proporcional dos mercados de trabalho de cada estado, os destaques de julho foram Mato Grosso (+0,97%), Piauí (+0,80%) e Amapá (+0,79%).

HOMENS, MULHERES E SALÁRIO – Em julho, a geração de empregos foi maior entre homens (72.974) do que entre mulheres (56.801). Entretanto, elas apresentaram maior número de contratos nos setores de Serviços (28.160 mulheres e 21.999 homens) e do Comércio (15.365 mulheres e 11.960 homens). O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.277,51.

IDADE, NÍVEL DE INSTRUÇÃO E RAÇA – No recorte por faixas etárias, os saldos mais positivos foram verificados entre jovens de 18 a 24 anos (94.965) e entre adolescentes de até 17 anos (26.374). Pessoas com nível médio completo (102.417) e nível médio incompleto (18.700) lideram no recorte por nível de instrução. Já na análise por raça, os pardos foram os que mais vagas ocuparam em julho (108.429), seguidos de pretos (21.889), brancos (18.889) e indígenas (294). No que se refere à População com Deficiência, o saldo também foi positivo: 774 novos postos de trabalho.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/17:40:12

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MPF ajuíza ação para garantir fornecimento de medicamentos e insumos de saúde a indígenas Kayapó no sul do Pará

Foto: comunidade Kayapó | Ação cobra plano de abastecimento emergencial para reverter a falta de medicamentos básicos e insumos essenciais nas aldeias.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça, nesta quinta-feira (28), com uma ação civil pública com pedido de decisão urgente contra a União para assegurar o fornecimento contínuo de medicamentos e insumos médico-hospitalares. A ação também pede a adequada lotação de profissionais de saúde nas aldeias atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Kayapó do Pará.

A medida foi adotada após denúncias de lideranças indígenas e diligências realizadas pelo MPF. As investigações constataram um grave desabastecimento em Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSIs) localizadas em municípios como São Félix do Xingu, Ourilândia, Redenção e Cumaru do Norte. Segundo a apuração, o almoxarifado central do Dsei Kayapó está com estoque crítico e praticamente vazio.

As diligências apontaram que as farmácias das aldeias estão sem medicamentos básicos da atenção primária, como dipirona, paracetamol, antibióticos de uso adulto e infantil (amoxicilina, cefalexina, azitromicina), psicotrópicos controlados e suplementos essenciais, como sulfato ferroso para o tratamento de tuberculose.

Também foram identificadas carências de insumos indispensáveis, como seringas, compressas, termômetros digitais, aparelhos de pressão e de glicemia. O MPF identificou falhas graves na gestão, incluindo atrasos e paralisações em processos licitatórios, e descontinuidade no controle de estoques pela plataforma eletrônica oficial (sistema Hórus).

Plano emergencial – Na ação, o MPF requer que a Justiça determine a realização urgente de uma audiência de conciliação por videoconferência, com a presença do secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde. O objetivo é discutir a implementação de um plano emergencial.

O MPF pede que a Justiça conceda uma decisão urgente para obrigar a União a apresentar, no prazo de 15 dias, um plano de ação emergencial de abastecimento, com a imediata disponibilização dos itens em falta. O pedido inclui também a adequação do número de profissionais de saúde lotados nas aldeias para garantir cobertura mínima e atendimento regular às comunidades.

Para o MPF, a situação configura violação direta ao direito fundamental à saúde, à dignidade da pessoa humana e aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, como a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de proteção aos povos indígenas e demais comunidades tradicionais.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/14:10:09

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Pré-COP 30 na Ufopa começa reafirmando a importância da produção científica na Amazônia

Diálogo com as populações tradicionais e sociedade civil ganham destaque nos debates.

“Essa crise não vem amanhã, está vindo hoje. É emergência”. O alerta foi dado por Alessandra Korap Munduruku que representou a Associação Indígena Pariri na mesa de abertura da Pré-COP 30 que a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) realiza nestes dias 28 e 29 de agosto. A liderança indígena destacou a gravidade do que vem acontecendo na região e mundo com enchentes, secas, destruição das florestas, morte de animais, e que é preciso que líderes governamentais ouçam a juventude e as demais lideranças populares.

O evento é uma preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, que ocorrerá no mês de novembro em Belém (PA), e reúne representantes de populações tradicionais e sociedade civil, além de professores e estudantes no auditório Tapajós da Ufopa, promovendo discussões sobre as emergências climáticas a partir do conhecimento científico produzido na Amazônia e das realidades vividas por suas populações.

Na abertura, representando o Diretório Estudantil da Ufopa, Samara Borari disse que espera que a COP 30 não seja apenas um palco para evento internacional, mas um espaço para se ouvir questionamentos, inclusive as vozes dos estudantes que devem ser protagonistas nas discussões. O Movimento Frente pelo Clima Santarém foi representado na mesa por Marlon Rebelo, enfatizando que falar de clima é falar, principalmente, das pessoas que são afetadas pelas consequências das mudanças climáticas presentes no dia a dia.

Para a representante da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém, Mirianne Coelho, as ações da Universidade com a produção do conhecimento e as práticas extensivas são necessárias para a proteção dos territórios. Mas também destacou que a falta da oferta do ensino médio nas comunidades quilombolas representa uma grande lacuna, principalmente no campo educacional das populações.

O deputado federal Airton faleiro ressaltou o protagonismo da ciência na Amazônia, alertando para a necessidade do combate ao negacionismo científico que nega as graves consequências que o mundo já vive quanto às mudanças climáticas. A deputada estadual Maria do Carmo, que preside a Comissão de Meio Ambiente na Assembleia Legislativa do Pará, ressaltou a oportunidade de mostrar na COP as discussões e os conhecimentos construídos nas universidades amazônicas.

Carta Compromisso – Durante a programação da manhã desse primeiro dia da Pré-COP30, houve a assinatura de uma Carta de Compromisso pela vice-prefeito de Santarém, Carlos Martins, e pelo representante do governo federal, o Secretário Executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), Lavito Bacarissa. Após a assinatura, o vice-prefeito disse que a COP 30 na Amazônia é uma oportunidade para se discutir o modelo de desenvolvimento para a região e parabenizou a Ufopa pela iniciativa de realizar um evento com a participação da sociedade para sistematizar as discussões locais a serem apresentadas na conferência internacional.

A reitora Aldenize Xavier frisou que ações como essa da Universidade mostram que para se discutir as questões das mudanças climáticas e o futuro do planeta, é preciso passar pela região Oeste do Pará que tem “um capital intelectual instalado, uma Universidade que é forte e que cresce ainda mais”. Ela ainda falou que não se pode falar de um modelo de desenvolvimento que não respeite os saberes tradicionais.

Para Lavito Bacarissa, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP) é um processo. Considerando a COP 30, ele disse que as discussões acontecem antes, durante e continuarão depois do evento. Por isso, ele destacou a importância de envolver toda a sociedade civil nos debates para que se possa construir de forma coletiva as soluções para as mudanças climáticas. Na parte da manhã, o secretário ministrou a palestra de abertura do evento destacando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2030 no contexto da COP 30.

Ciência e Vozes da Amazônia na COP-30

O Pré-COP 30 da Ufopa está inserido na programação do movimento “Ciência e Vozes da Amazônia na COP-30”, lançado pela Universidade Federal do Pará. Esse movimento reúne diversas instituições de ensino e pesquisa da Amazônia, além de organizações da sociedade civil, com o objetivo de garantir a participação dos atores locais nas discussões sobre as questões climáticas que ocorrerão em Belém.

Como representante da UFPA na abertura do evento na Ufopa, Professor Hervé Rogez enfatizou que no âmbito das discussões sobre as mudanças climáticas, é preciso dar atenção à agricultura familiar que representa um pilar essencial da segurança alimentar e da resiliência climática. Segundo ele, o cultivo do açaí, da mandioca e da banana são exemplos do que precisa ser olhado com atenção na Amazônia. O cuidado com as cadeias alimentares deve fazer parte das discussões porque as mudanças climáticas, assim como a falta de financiamento enfraquecem as práticas que são de grande importância para as populações locais.

Também participaram da mesa de abertura a professora Cinthia Soares, pela Ordem dos Advogados do Brasil em Santarém, o vereador Biga Kalahare e a professora Ana Carla Gomes, presidente da comissão organizadora da Pré-COP na Ufopa.

Documento para a COP 30

Ao longo do segundo dia de programação da Pré-COP 30 na Ufopa, com base nas discussões do evento, será elaborado um documento final para ser apresentado durante a programação da COP 30, no mês de novembro deste ano, em Belém.

De acordo com a professora Ana Carla Gomes, a dinâmica da plenária que ocorre na manhã desta sexta-feira, 29, vai permitir o diálogo entre convidados e participantes do evento para que a discussão possa resultar na construção de uma carta que apresente os anseios, propostas e possíveis soluções para as questões climáticas.

Programação

Na tarde desta quinta-feira, 28, a programação no auditório Tapajós continuou com relatos de experiências de pessoas que participaram de outras edições da COP e palestras científicas com pesquisadores convidados.

Live no Canal Encontro das Águas

A Pró-Reitoria da Cultura, Comunidade e Extensão (Procce) firmou parceria com o coletivo de comunicação popular Tapajós de Fato para a realização de lives nos dois dias do evento. As transmissões são realizadas pelo You Tube no canal Estúdio Encontro das Águas – Ufopa (ACESSE AQUI).

Coral da Ufopa na abertura da Pré-COP 30
Coral da Ufopa na abertura da Pré-COP 30

Fonte: Ascom/Ufopa e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/14:06:27

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Novo Progresso recebe o projeto Justiça Itinerante do TRT-8

Foto: Reprodução | A Justiça do Trabalho estará mais próxima dos cidadãos de Novo Progresso no início de setembro. O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região promoverá a edição do Projeto Justiça Itinerante nos dias 1º, 2 e 3, em parceria com o INSS, Ministério do Trabalho e Emprego e Caixa Econômica Federal.

A ação será realizada no Auditório Agamenon Menezes, na UFOPA, com atendimentos totalmente gratuitos. Além de audiências e orientações trabalhistas, a comunidade poderá ter acesso a serviços previdenciários, orientações sobre vínculos de trabalho e informações bancárias vinculadas à Justiça do Trabalho.

O projeto foi criado para reduzir distâncias e oferecer justiça de forma acessível, principalmente em municípios afastados dos grandes centros.

📍 Serviço:

  • Data: 1º a 3 de setembro de 2025

  • Local: Auditório Agamenon Menezes – UFOPA (Rua XV de Novembro, Bairro Santa Luzia, Novo Progresso)

  • Atendimento: Gratuito

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Fonte: SECOM/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/08/2025/13:56:25

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