Enfermeira é estuprada na casa de Schumacher por amigo da família

Foto: Reprodução/  Getty Images | Vítima e agressor teriam se cruzado e tomado alguns drinks com outros colegas, porém a mulher teria se sentido mal e perdido os sentidos, momento em que o homem a teria agredido sexualmente.

Uma das enfermeiras de Michael Schumacher teria sofrido um estupro na casa do famoso piloto de Fórmula 1 em Gland, na Suíça. O acusado é um homem de aproximadamente 30 anos, que trabalha na mesma área, e seria amigo próximo do filho do piloto.

A informação foi divulgada pelo jornal suíço ’24heures’, que diz que os fatos ocorreram em 2019, mas só foram relatados às autoridades dois anos depois, em 2021, e, agora tornados públicos.

A publicação relata que no dia do suposto crime, em 23 de novembro, o homem estaria hospedado na casa principal da propriedade.

O acusado, de nacionalidade australiana, já teria tentado ser piloto e chegar às pistas da Fórmula 1, mas sem sucesso. Continuou, no entanto, a pilotar, mas neste momento se encontra suspenso por ‘doping’.

Contudo, pelo menos durante algum período, visitava regularmente a casa dos Schumacher, para evitar estar constantemente viajando entre a Austrália e a Europa, durante a época de competições europeias. Teria sido em uma dessas situações que os fatos ocorreram.

Casa da família do piloto na Suíça | Foto: Reprodução/X
Casa da família do piloto na Suíça | Foto: Reprodução/X

Vítima e agressor teriam se cruzado já ao final do dia, que para a enfermeira de trinta anos terá sido intenso, na sala de bilhar da casa.

Segundo a acusação, a jovem juntou-se a outras duas colegas e ao acusado para um jogo de ‘snooker’ que acabou por se alongar noite dentro com muita bebida à mistura. Aliás, o momento de descontração teria sido pesado para a enfermeira, que teria acabadose sentindo mal.

O ’24heures’ contou que a mulher deixou de conseguir ficar de pé, e deitou-se no chão, momento em que as suas colegas decidiram que era melhor levá-la para uma sala reservada aos funcionários que estariam cumprindo o turno da noite, para ela descansar.

Terá sido o homem, auxiliado por outra pessoa, que levou a suposta vítima para a sala, decidindo deitá-la na cama “sem a despir”, detalha a acusação. A mulher teria adormecido.

Pouco depois, o suposto agressor, que estaria ficando em um quarto em outra área, teria regressado à sala onde a mulher estava dormindo e abusado dela duas vezes, aproveitando-se do estado de inconsciência da mesma.

As colegas dizem não ter visto ou ouvido nada.

No dia seguinte, a mulher acordou de ressaca, sem memória do que teria acontecido, mas levantaram-se suspeitas na sua mente devido a algumas evidências físicas e materiais.

A mulher decidiu, então, enviar uma mensagem ao homem, que teria admitido indiretamente os fatos. Perante isto, a mulher disse para ele nunca mais a contactar ou se aproximar dela e tentar esquecer o assunto, sem contar a ninguém. Inicialmente, teria ponderado alertar a família Schumacher, mas decidiu manter a situação em segredo, com medo de perder o emprego.

Clima tenso: o suposto agressor defende que ele e a enfermeira já tinham se encontrado antes em uma discoteca, em Genebra, e que ambos tinham se beijado. A mulher nega, dizendo que apenas o conhecia como um amigo da família Schumacher e nada mais.

Só em janeiro de 2022, dois anos depois do suposto crime, é que a enfermeira apresenta queixa-crime nas autoridades.

A demora não é incomum neste tipo de crimes, especialmente quando o agressor é uma pessoa com algum ‘poder’ sobre a vítima. Mas, neste caso, foi também suscitado pela sua demissão dos cuidados ao piloto de F1.

Quanto a esta situação, a vítima faz questão de salientar que tem um histórico de serviço irrepreensível e que, curiosamente, o acusado tinha visitado Gland pouco antes de a enfermeira ser demitida.

A mulher fazia parte da equipe médica que cuida de Schumacher na sua casa, após o mesmo ter sofrido um acidente de esqui, nos Alpes Franceses, em 2013, onde sofreu um ferimento grave na cabeça.

O julgamento estava marcado para esta quarta-feira (15). Contudo, havia receios de que não pudesse acontecer dado que o acusado está desaparecido há vários meses.

Vale destacar que nem Schumacher nem qualquer membro da sua família está sendo visado nesta investigação. Aliás, segundo a acusação, nenhum deles estaria presente na casa na época do suposto crime.

Fonte: Por Rafael Damas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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Mulher morta pelo ex em Nobres (MT) teve irmã assassinada nas mesmas circunstâncias há 4 anos

Foto: Reprodução | As duas irmãs foram assassinadas por ex-companheiros armados.

Quatro anos depois de perder a irmã vítima de feminicídio, Jucieli Ribeiro Caju Boa Morte, de 30 anos, foi assassinada a tiros pelo ex-companheiro em Nobres (a 121 km de Cuiabá), na segunda-feira (13). O crime repete, de forma trágica, o mesmo desfecho vivido por Jussara Patrícia Ribeiro Boa Morte, de 32 anos, morta pelo ex em 2021 por ele não aceitar o fim do relacionamento.

Na época, Jussara trabalhava como gerente de loja em Lucas do Rio Verde quando foi surpreendida pelo ex-namorado, o vigilante Lucas Sebastião Matos de Araújo, de 30 anos. Ele entrou no estabelecimento, atirou no peito da vítima e, em seguida, tirou a própria vida com um disparo na cabeça. O crime ocorreu na frente do filho do casal, então com 6 anos.

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Agora, a história se repete na família. Jucieli foi morta pelo vigilante Luciano Oliveira de Sousa, de 32 anos, que usou a arma funcional da esposa, uma policial militar, para invadir a casa da ex e atirar contra ela. A mulher não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O atual namorado de Jucieli também estava na residência e conseguiu reagir, tomando o armamento e atingindo o assassino, que morreu no imóvel.

Conforme já noticiado , Luciano teria dopado a esposa antes do crime. Ele ofereceu à mulher um medicamento, alegando tratar-se de remédio para dor de cabeça. Quando ela dormiu, o vigilante furtou a arma e seguiu para a casa da ex-companheira por volta das 7h.

A Polícia Civil investiga o caso e aguarda o resultado da perícia para confirmar se a policial militar foi dopada.

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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Vídeo: Jovem cai de moto e é esmagado por caminhão no MT

Foto: Reprodução | Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local, mas a vítima já estava morta.

David Wilkerson Gonçalves Menezes, de 23 anos, morreu, nessa terça-feira (14), após bater a moto que conduzia em um caminhão caçamba. O caso foi registrado em um cruzamento, na cidade de Barra do Garças.

Era por volta das 16h30, quando o caminhão transitava pela Rua Vaticano, no bairro Jardim Nova Barra Sul. Em determinado momento, ao passar pelo cruzamento com a Rua Nossa Senhora Aparecida, foi atingido pela motocicleta da vítima, uma Honda CG 160 Titan.

David não conseguiu frear a moto a tempo de evitar a batida. Ele chegou a tentar pular do veículo em movimento, mas acabou deslizando na via, caindo embaixo do caminhão e sendo atropelado. (Veja o vídeo abaixo).

Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local, mas a vítima já estava morta.

A cena do acidente foi isolada até a chegada da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Polícia Civil, que investiga o caso.

Veja vídeo:

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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VÍDEO: Policiais salvam recém-nascida engasgada com leite materno no MT

Foto: Reprodução | De forma rápida, equipes iniciaram técnicas de desobstrução e encaminharam vítima até o Hospital Municipal.

Uma recém-nascida, de apenas 15 dias, que estava engasgada com leite materno, foi salva por policiais militares, na madrugada desta quarta-feira (15), no município de Alto Taquari (a 487 km de Cuiabá). As equipes iniciaram os primeiros socorros, com técnicas de desobstrução de vias aéreas, até chegarem a uma unidade de saúde. É o segundo caso de salvamento em menos de uma semana no Estado.

Os policiais militares foram acionados, por volta das 4 horas da madrugada, para prestar apoio à mãe, que estava com a filha engasgada e aparentemente sem sinais vitais, em uma residência localizada no bairro Recanto do Sol. Imediatamente, as equipes se deslocaram até o endereço e localizaram a mãe, a vítima e vizinhos, no meio da rua, completamente desesperados.

Os militares logo identificaram que a bebê apresentava cianose intensa, que é uma descoloração do corpo e das mucosas, ausência de movimentos respiratórios e de resposta a estímulos, indicando obstrução das vias aéreas e de possível parada respiratória.

Diante dos sintomas, os policiais militares iniciaram, imediatamente, os primeiros socorros com técnica conhecida como “manobra de Heimlich”, que consiste em fazer compressões rápidas para desobstruir as vias aéreas de vítimas engasgadas.

Durante o trajeto até o Hospital Municipal de Alto Taquari, a recém-nascida passou a recuperar, lentamente, a coloração e os movimentos respiratórios. Já na unidade de saúde, a equipe médica acompanhou a vítima e relatou, que a menina já apresentava sinais vitais estáveis, estando fora de risco.

A mãe da recém-nascida, Adriele Cassia Silva Sodré da Conceição, relatou que estava amamentando a menina, no momento em que identificou que ela estava engasgada.

“Os policiais militares chegaram muito rápido e salvaram a vida da minha filha Ágatha. Mesmo durante o deslocamento até o hospital continuaram fazendo as manobras e devolveram o meu bem mais precioso, que é a minha filha”, relatou a testemunha.

Outros salvamentos

Na madrugada da última quinta-feira (9), policiais militares do 3º Batalhão também salvaram a vida de um outro recém-nascido, de 15 dias de vida, vítima de um engasgamento, no bairro Planalto, em Cuiabá. Os policiais encontraram a mãe em desespero, já que o bebê estava desacordado e sem respirar. Imediatamente, as equipes iniciaram os procedimentos de primeiros socorros, utilizando a Manobra de Heimlich. Ao apresentar sinais vitais, a vítima foi levada para UPA, recebeu atendimento médico e, posteriormente, foi liberada.

Já no dia 2 de outubro, policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) salvaram a vida de uma criança, de 2 anos, em Cuiabá. A criança foi salva após chegar inconsciente, na sede do Batalhão, depois de ter se engasgado. Após aplicação da técnica de Heimlich, os militares perceberam que a menina voltou a se mexer e começou a chorar, apresentando sinais vitais novamente. Ela também foi levada para UPA para receber atendimento médico, foi liberada e passa bem.

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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Delegado: Filhos de mulher morta a facadas no MT entraram em luta corporal com padrasto para tentar salvar a mãe

Foto: Reprodução | O agressor fugiu, mas foi encontrado pouco depois e levado para um hospital em Pontes e Lacerda, onde foi atendido e segue hospitalizado

Os filhos de Gabriella da Fonseca Moura, 36 anos, presenciaram o momento em que o ex-companheiro dela, Rafael Rodrigues, 32, atacou a mãe a facadas. Na tentativa de defender a mãe, os adolescentes entraram em luta corporal com o agressor para tentar salvar a mãe, mas não conseguiram impedir o crime. O feminicídio ocorreu na noite dessa terça-feira (14), dentro da casa da vítima, na cidade de Nova Lacerda (a 542 km de Cuiabá).

Segundo o delegado Mateus Reiners, responsável pela investigação, Rafael invadiu a casa pelos fundos. No local estavam a vítima e os dois filhos dela, um adolescente de 14 anos e uma jovem de 19 anos.

Rafael estava com uma corda, que pretendia usar para amarrar os jovens, além da faca que utilizou para matar Gabriella.

No local, ele desferiu dois golpes contra a vítima. A vítima e os filhos dela entraram em luta corporal com o agressor, que foi ferido também.

Após a luta corporal com os filhos, o agressor fugiu, mas foi encontrado pouco depois e levado para um hospital em Pontes e Lacerda, onde foi atendido e segue hospitalizado. Ele permanece sob custódia da polícia.

O delegado também afirmou que existem registros de discussões passadas entre a vítima e o agressor, mas não houve nenhum pedido de medida protetiva.

O crime

Gabriella da Fonseca Moura, 36 anos, foi assassinada a facadas pelo ex-companheiro da vítima, identificado como Rafael Rodrigues, 32 anos, na noite dessa terça-feira (14), dentro de casa, na cidade de Nova Lacerda (a 542 km de Cuiabá).

Segundo informações da Polícia Civil, uma equipe foi acionada por volta das 20h para atender a ocorrência. Uma equipe do Pronto-Atendimento da cidade também foi acionada, esteve no local. Na casa, as equipes encontraram a vítima caída com diversos ferimentos de faca pelo corpo. A equipe médica constatou a morte de Gabriella.

Leia mais-  Homem invade casa e mata ex-mulher a facadas no MT

Testemunhas contaram que ouviram uma discussão e na sequência ouviram gritos vindo da casa. Eles também relataram que viram o homem, aparentemente ferido, deixando a cena do crime.

O homem, que tinha um ferimento no tórax, pediu socorro em uma casa. Ele foi socorrido e encaminhado a uma unidade de saúde da cidade. Rafael está internado sob custódia da polícia. A filha da vítima relatou que o casal já estava separado e não morava mais na mesma casa. Ela também contou que o homem ameaçava constantemente a vítima.

A Polícia Civil investiga o caso.

Veja vídeo:

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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Homem invade casa e mata ex-mulher a facadas no MT

Foto: Reprodução | Crime ocorreu na noite dessa terça-feira (14), na cidade de Nova Lacerda, na casa em que a vítima morava.

Gabriella da Fonseca Moura, 36 anos, foi assassinada a facadas na noite dessa terça-feira (14), dentro de casa, na cidade de Nova Lacerda (a 542 km de Cuiabá). O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, identificado como Rafael Rodrigues, 32 anos.

Segundo informações da Polícia Civil, uma equipe foi acionada por volta das 20h para atender a ocorrência. Uma equipe do Pronto-Atendimento da cidade também foi acionada, esteve no local. Na casa, as equipes encontraram a vítima caída com diversos ferimentos de faca pelo corpo. A equipe médica constatou a morte de Gabriella. A equipe também constatou que o óbito foi causado por arma branca (faca).

A cena foi isolada para realização dos trabalhos da Polícia e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Testemunhas contaram que ouviram uma discussão e na sequência ouviram gritos vindo da casa. Eles também relataram que viram o homem, aparentemente ferido, deixando a cena do crime.

O homem, que tinha um ferimento no tórax, pediu socorro em uma casa. Ele foi socorrido e encaminhado a uma unidade de saúde da cidade. Rafael está internado sob custódia da polícia.

A filha da vítima relatou que o casal já estava separado e não morava mais na mesma casa. Ela também contou que o homem ameaçava constantemente a vítima.

A Polícia Civil investiga o caso.

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Assembleia Legislativa aprova projeto que dá porte de arma para advogados

Foto: Ilustrativa | Proposta estende benefício já concedido a juízes e promotores, mas estabelece regras rígidas.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, nesta quarta-feira (15), o projeto de lei que permite que advogados tenham porte de arma de fogo. A ideia do autor, deputado estadual Gilberto Cattani (PL), era estender para a categoria o benefício que já é concedido para juízes e promotores.

O texto também determina que esses pedidos tenham prioridade na análise dos órgãos responsáveis, conforme as regras da Lei Federal nº 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento).

O projeto ainda impõe regras rígidas aos profissionais que obtiverem o porte. É proibido o porte ostensivo (mostrar a arma publicamente), o uso sob efeito de álcool ou drogas, e qualquer tipo de prática ilegal com o armamento.

Na justificativa, o deputado Gilberto Cattani explicou que muitos advogados enfrentam ameaças e situações perigosas por causa dos casos em que atuam, e que a medida busca garantir a proteção e o direito à vida desses profissionais.

“O risco enfrentado pelos advogados não é menor que o dos juízes e promotores. Eles também lidam com conflitos e pessoas perigosas, e precisam ter o mesmo direito de se proteger”, afirmou o parlamentar.

Dados da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB mostram que 72 advogados foram assassinados no Brasil entre 2016 e 2018, sendo 45 desses casos ligados diretamente ao exercício da profissão.

Com o parecer favorável da Comissão de Segurança Pública e aprovação em primeiro turno em plenário, o projeto agora precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e por uma segunda votação, antes de ir para sanção do Governo do Estado.

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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Polícia prende pedófilo que estuprou criança de 5 anos e as próprias filhas no MT

Foto: Reprodução | Ele estava foragido e foi preso em Cáceres.

Um homem acusado de abusar sexualmente de crianças, entre elas as próprias filhas, foi preso pela Polícia Civil, na quarta-feira (15), em Cáceres. A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher do município.

O procurado, de 45 anos, foi condenado a pena de mais de 9 anos de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável. Ele estava com o mandado de prisão em aberto, expedido pelo Poder Judiciário, e encontra-se foragido.

Conforme a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres, o pedófilo foi condenado pela Justiça a 9 anos e 4 meses de prisão, pelo crime praticado no ano de 2019, contra uma criança de apenas 5 anos.

O réu também aguarda julgamento referente a outros dois processos criminais que tramitam no Judiciário, por estupro de vulnerável cometidos contra as próprias filhas menores de idade.

Durante a investigação, os policiais civis descobriram que ele estava em uma residência no bairro Jardim do Trevo. Com base nas informações a equipe foi até o local, onde o condenado foi preso.

Em cumprimento ao mandado judicial, o criminoso foi conduzido até a DEDM de Cáceres para as providências cabíveis e posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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Ex-noivo nega ter flagrado mulher com padre em casa paroquial no MT

Foto: Reprodução | Por meio de nota, o advogado Marcio Goliczeski, disse que o ex-noivo estava totalmente alheio à situação, que ganhou repercussão nacional.

O ex-noivo da jovem de 21 anos, que foi flagrada em uma casa paroquial na companhia do padre Luciano Braga Simplício, em Nova Maringá (a 380 km de Cuiabá), no domingo (12), negou ter sido o autor das imagens em que a mulher aparece de baby doll, escondida embaixo de um armário do banheiro. Ele alega que não estava presente no momento do flagra, pois estava em viagem profissional no Rio Grande do Sul.

Por meio de nota, o advogado Marcio Goliczeski, disse que o ex-noivo estava totalmente alheio à situação, que ganhou repercussão nacional.

“O ex-noivo não esteve presente no local em nenhum momento, na data dos acontecimentos, ele se encontrava em viagem profissional ao Estado do Rio Grande do Sul desde a manhã de domingo, totalmente alheio à situação que veio a público”, diz trecho da nota.

Nas imagens, pelo menos quatro pessoas, sendo uma delas o sogro da jovem, chegam na casa paroquial e encontram o padre Luciano sem camisa. Eles procuram pela noiva e chegam a arrombar a porta do quarto e do banheiro, momento em que a encontram escondida embaixo de um armário, vestida com um baby doll. Ela chora e pede para ir embora. O padre negou qualquer envolvimento com a mulher.

O advogado do noivo descreveu a suposta traição como “atitudes profundamente reprováveis, marcada pela quebra de confiança, pelo desrespeito e pela ausência de qualquer senso de responsabilidade moral ou religiosa”.

Além disso, ressaltou que a conduta do padre Luciano e da jovem afrontou valores essenciais do relacionamento e da comunidade, que se sentiu traída pelo sacerdote, que era visto como exemplo de retidão.

“As consequências dessa postura ultrapassaram o âmbito pessoal, atingindo famílias, amizades e a fé de muitas pessoas que assistiram, consternadas, atitudes conscientes e absolutamente injustificáveis”, reprovou Marcio Goliczeski.

O advogado pediu que a sociedade e a imprensa parem de divulgar as imagens em respeito à honra, à dignidade e à privacidade dos envolvidos.

“A defesa reitera o apelo à sociedade e à imprensa para que cessem imediatamente a divulgação e o compartilhamento de conteúdos vexatórios, ofensivos ou difamatórios, em respeito à honra, à dignidade e à privacidade dos envolvidos”.

Por fim, informou que está colaborando com as investigações da Polícia Civil, que cumpre mandados de busca e apreensão contra os responsáveis pela gravação e compartilhamento das imagens, e disse que tem confiança no trabalho policial e do Poder Judiciário para que todos possam retomar suas vidas o mais breve possível.

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Confira a nota na íntegra:

Diante dos fatos ocorridos no último dia 12 de outubro de 2025, na cidade de Nova Maringá – MT, e da repercussão que se seguiu, esta manifestação, por meio da defesa, tem por objetivo esclarecer que o ex-noivo não esteve presente no local em nenhum momento, na data dos acontecimentos, ele se encontrava em viagem profissional ao Estado do Rio Grande do Sul desde a manhã de domingo, totalmente alheio à situação que veio a público.

Os acontecimentos que vieram a público tiveram origem em atitudes profundamente reprováveis, marcadas pela quebra de confiança, pelo desrespeito e pela ausência de qualquer senso de responsabilidade moral ou religiosa, a conduta dos envolvidos afrontou valores essenciais não apenas de um relacionamento, mas também de uma comunidade inteira, que se viu traída por quem deveria agir com retidão e exemplo.

As consequências dessa postura ultrapassaram o âmbito pessoal, atingindo famílias, amizades e a fé de muitas pessoas que assistiram, consternadas, atitudes conscientes e absolutamente injustificáveis.

Diante disso, a defesa reitera o apelo à sociedade e à imprensa para que cessem imediatamente a divulgação e o compartilhamento de conteúdos vexatórios, ofensivos ou difamatórios, em respeito à honra, à dignidade e à privacidade dos envolvidos.

Embora reconheçamos que o direito de informar seja legítimo, ele encontra limites éticos e constitucionais que nem sempre têm sido observados, resultando em exposições indevidas e na violação de bens jurídicos protegidos pela Constituição Federal, pelo Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e pelo Código Penal Brasileiro.

Ainda, informa que a família já manteve contato com a Polícia Civil e se colocou integralmente à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários, bem como para acrescentar fatos novos de que teve conhecimento após os acontecimentos.

Por fim, manifesta sua plena confiança na atuação da Polícia Civil e do Poder Judiciário, para que, o mais breve possível, todos possam retomar suas vidas sem ter de reviver, reiteradamente, um episódio que causa dor aos envolvidos, familiares e a toda comunidade católica.

Relembre o caso:

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:35:57

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MPF recorre para que obras de porto em Santarém (PA) sejam demolidas e empresa pague danos morais coletivos

Foto: Terra de Direitos | Anular licenças sem ordenar a demolição e a reparação por danos morais contradiz a própria sentença, aponta o MPF.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com recurso, na última terça-feira (14), contra uma sentença da Justiça Federal considerada contraditória pelo órgão ministerial. A decisão judicial anulou as licenças ambientais para a construção de um terminal portuário às margens do Lago do Maicá, área de extrema importância ecológica e social em Santarém (PA). No entanto, negou os pedidos de demolição das estruturas já construídas e de condenação da empresa por danos morais coletivos.

Na apelação ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), o MPF pede a alteração parcial da sentença. O procurador da República Felipe de Moura Palha argumenta que o dano moral coletivo está configurado e que a indenização é necessária. “As irregularidades não foram meras falhas formais, mas um verdadeiro padrão de violação continuada, que incluiu fraude na classificação da carga a ser transportada e supressão de vegetação”, frisa.

Para o MPF, essa conduta contrariou valores essenciais da sociedade, como a dignidade dos povos e comunidades tradicionais e o direito a um meio ambiente equilibrado, justificando uma condenação com função punitiva e pedagógica. “Sem a inibição gerada por uma condenação pecuniária adequada, nada impedirá que os réus – ou outros agentes econômicos – reincidam em práticas semelhantes, reproduzindo o mesmo padrão de desrespeito às normas ambientais e aos direitos das comunidades tradicionais”, argumenta o procurador da República.

Demolição necessária – Além disso, o recurso sustenta que, uma vez declarada a nulidade das licenças, as obras se tornaram ilegais desde sua origem. Por isso, para o MPF, a demolição é uma “consequência jurídica necessária” para a reparação integral do dano ambiental e para restabelecer a ordem jurídica, impedindo que o infrator se beneficie de sua própria conduta irregular.

O recurso do MPF contesta diretamente o argumento da Justiça de que a demolição seria uma medida “extrema”. Para o procurador da República, a remoção das estruturas é um instrumento essencial para a reparação efetiva do dano. O texto da apelação destaca que, como as licenças foram anuladas, as construções são fruto de um ato ilegal e, portanto, não têm amparo legal para permanecerem no local.

Manter as obras, segundo o MPF, seria conceder um “benefício indevido ao infrator” e frustraria o próprio comando judicial que declarou a nulidade. A apelação reforça que a remoção é imprescindível não apenas para recompor o ambiente físico, mas também para restaurar a ordem jurídica e moral abalada pela fraude administrativa e pelo desrespeito aos direitos coletivos de participação e informação.

Sobre a sentença – A sentença parcialmente contestada foi proferida em setembro em duas ações movidas pelo MPF e pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA). A decisão reconheceu que o processo de licenciamento, conduzido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas), desrespeitou exigências legais essenciais.

A sentença concluiu que o processo foi irregular por não realizar o Estudo de Impacto Ambiental (Eia/Rima), obrigatório para empreendimentos com potencial de degradação significativa, e por omitir a Consulta Prévia, Livre e Informada (CPLI) aos povos e comunidades tradicionais potencialmente afetados, uma exigência da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Com base nessas irregularidades, a Justiça declarou a nulidade das Licenças Prévia e de Instalação, determinando a suspensão imediata de todas as obras e a proibição de novas licenças até que o processo seja regularizado.

No entanto, a Justiça indeferiu o pedido de indenização por dano moral coletivo, argumentando não haver provas de uma “lesão grave, injusta e intolerável a valores fundamentais da coletividade”. A demolição das obras também foi negada, sendo considerada uma “medida extrema e de difícil reversibilidade”.

Fonte: Ascom MPF e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/11:31:27

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