Flávio Bolsonaro pede prisão de influencer após declaração polêmica

(Foto: Reprodução)- A advogada do senador (PL-RJ) pediu a condenação de Sophia Barclay a uma pena de até três anos de detenção por difamação; entenda

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entrou com uma queixa-crime na Justiça de São Paulo contra a influencer trans Sophia Barclay, no dia 31 de janeiro deste ano, alegando ser vítima do crime de difamação. A advogada do político, Luciana Pires, pediu a condenação da moça a uma pena de até três anos de detenção. As informações foram publicadas pelo Diário do Centro do Mundo.

Segundo o site, no dia 29 de fevereiro, a juíza Cecilia Pinheiro da Fonseca, da 3ª Vara Criminal do Foro Central Criminal da Barra Funda (SP), acatou a denúncia, abriu um processo criminal e Sophia Barclay se tornou ré.

No final do ano passado, antes de ir a Justiça, Flávio Bolsonaro acionou a Polícia do Senado Federal para tratar do caso, alegando que as revelações de Sophia Barclay eram falsas e estariam criando “danos graves em seu casamento”. O senador é casado com Fernanda Bolsonaro.

Em agosto do ano passado, Sophia deu uma entrevista onde afirmou que Flávio teria feito sexo com uma mulher transsexual durante uma festa organizada por Neymar.

Ainda de acordo com o Diário do Centro do Mundo, a influencer ainda não foi ouvida, nem pela Polícia do Senado nem pelo Ministério Público de São Paulo. No entanto, uma audiência judicial teria sido agendada para o dia 25 deste mês, onde Sophia Barclay poderá se defender e apresentar a sua versão dos fatos.

Pronunciamento de Sophia Barclay

Procurada pela coluna Fábia Oliveira, Sophia Barclay se pronunciou sobre a situação.

“Eu e minha assessoria jurídica sempre estaremos à disposição para resolver e esclarecer o ocorrido. Tudo será resolvido no processo e irei esclarecer tudo publicamente. Eu sou minoria por ser uma mulher trans, sofro risco de sempre ser vista como errada e ser marginalizada”, disse ela em nota à coluna.

Sophia afirmou que, na época do podcast, estava passando por momentos complicados e que tudo será esclarecido futuramente. “No momento da entrevista ao podcast que foi ao ar, eu estava passando por muitos momentos complicados e delicados. Sobre os fatos mencionados no podcast, poderão ser esclarecidos futuramente e deixarei a cargo da minha assessoria jurídica”, completou.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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Homem e mulher morrem em acidente entre moto e carreta na BR-163 em Sinop-MT

(Foto: Reprodução)- Andreia Rogelin Pereira, de 29 anos, e o irmão Ismael Rogelin Pereira, 19, faleceram em um grave acidente envolvendo uma motocicleta Honda XRE e uma carreta Scania, ontem à noite, na região do Camping Club.

Segundo informações preliminares e, que ainda serão apuradas, a carreta seguia sentido Norte, enquanto a motocicleta trafegava no sentido contrário quando houve a colisão frontal.

Os dois óbitos foram confirmados no local pelas equipes de resgate da concessionária e Corpo de Bombeiros. O local isolado pela Polícia Rodoviária Federal. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para as análises.

A motocicleta ficou totalmente destruída, enquanto a carreta teve danos na parte frontal. Os corpos das vítimas foram encaminhados ao IML onde passarão por exames de necropsia e identificação oficial.

Fonte: Portal Só Notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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Carga de 462 quilos de queijo clandestino é apreendida em Ipixuna do Pará

Carga de 462 quilos de queijo clandestino é apreendida em Ipixuna do Pará — Foto: Adepará/Ascom

O produto teria sido produzido em uma queijaria de Rondon do Pará e seria comercializado em um supermercado de Mãe do Rio.

Uma carga de 462 quilos de queijo foi apreendia em Ipixuna do Pará, região nordeste do estado. A mercadoria clandestina estava sendo transportada na carroceria de uma camionete que foi parada na barreira da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na rodovia BR-010.

Durante fiscalização de rotina, os agentes pediram para verificar a carroceria, que estava com excesso de peso, e encontraram 110 tabletes de queijo muçarela.

Na abordagem, os agentes perceberam que se tratava de produto de origem animal clandestino, sem selo do serviço de inspeção, sendo transportado sem refrigeração adequada e acionaram a Gerência de Trânsito de Agropecuário (Gtagro) da Adepará, que conduziu a apreensão juntamente com a equipe da Agência de Defesa de Ipixuna do Pará.

De acordo com a fiscal agropecuária Glenda Caires, que atua naquela região, o queijo teria sido produzido em uma queijaria de Rondon do Pará e seria comercializado em um supermercado de Mãe do Rio.

“Por se tratar de um produto sem o selo de inspeção sanitária, ele não pode ser comercializado pois desobedeceu as normas de higiene sanitária e as boas práticas de fabricação, colocando em risco a saúde do consumidor”, explicou.

O condutor, que também era o proprietário da carga, foi autuado, multado e depois liberado. Mas os fiscais lavraram o auto de infração, o termo de apreensão e o termo de inutilização do produto. Todo o queijo muçarela foi destruído no aterro sanitário de Ipixuna do Pará.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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‘Pirata’ suspeito de assaltar família norte-americana é preso no Pará

Suspeito foi preso em Anapu, no sudoeste do Pará. — Foto: Reprodução

Crime foi em 2017. As vítimas seguiam de balsa e foram atacadas por assaltantes na região do Marajó.A Polícia Civil prendeu um dos suspeitos de envolvimento no assalto a uma família norte-americana no Pará. O crime aconteceu 2017, quando as vítimas viajavam de balsa de Belém para Macapá (AP) e foram atacadas por piratas próximo ao município de Breves, no arquipélago do Marajó.

A prisão foi confirmada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (5). Nicotêncio Freitas Pacheco Filho, idade não divulgada, foi encontrado no município de Anapu, no sudoeste paraense.

Segundo a polícia, ele é investigado por vários crimes cometidos na região do Marajó, inclusive homicídio qualificado.

O suspeito era considerado foragido da Justiça, já que contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal de Breves.

Nicotêncio passou por audiência de custódia na Comarca de Anapu. Na decisão, o juiz Giordanno Loureiro Grilo homologou a prisão e indicou que ele fique custodiado em uma unidade prisional no município de Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará.

Pirata

A polícia investiga o envolvimento de Nicotêncio Freitas Pacheco Filho em ocorrências de roubo, inclusive na modalidade “pirata”. Ele seria um dos suspeitos de assaltar a família norte-americana que fazia uma expedição pela América Latina e compartilhava a viagem em um blog.

O casal Adam Harteau e Emily Harteau viajava em um motorhome. Eles têm duas filhas que na época da passagem deles pelo Pará 3 e 7 anos de idade. A família chegou a ser dada como desaparecida, mas foi encontrada por ribeirinhos.

A família seguia para Macapá (AP), depois de passar por Belém, numa viagem de balsa. A embarcação foi invadida por assaltantes.

Família norte-americana foi encontrada por ribeirinhos. — Foto: Arquivo/Segup
Família norte-americana foi encontrada por ribeirinhos. — Foto: Arquivo/Segup

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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Botijão de gás explode e fere duas pessoas em barco de pesca, no Pará

Duas pessoas ficaram feridas em explosão dentro de embarcação — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Acidente aconteceu na cidade de Vigia. Uma das vítimas fugiu do hospital.

Dois homens ficaram feridos durante a explosão de um botijão de gás que estava em uma embarcação usada para a pesca, em Vigia, região nordeste do Pará. O acidente foi na última quinta-feira (4), próximo à orla da cidade.

Populares registraram, com o celular, o momento em que as vítimas pedem por ajuda e reclamam de dores. Veja o vídeo acima.

Os dois homens atingidos pela explosão foram identificados como Adriano Nunes dos Passos, de 48 anos, e Janilson Siqueira, idade não divulgada.

Eles receberam os primeiros atendimentos de emergência no Hospital Municipal de Vigia e apresentavam queimaduras por todo o corpo.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, devido à gravidade dos ferimentos Adriano Passos precisou ser transferido para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. A unidade é referência no atendimento a queimados no Pará.

Janilson ficou em observação no hospital de Vigia, mas fugiu da unidade, nesta sexta-feira (5).

Ainda não se tem informações sobre como o acidente aconteceu e nem quantas pessoas estavam na embarcação. O g1 solicitou informações para o Corpo de Bombeiros, mas até o momento da publicação desta matéria não recebemos nenhuma resposta.

A Polícia Civil informou que nenhuma ocorrência foi registrada na delegacia da cidade.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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PM aposentado impede assalto a van na BR-155, no Pará; suspeito e passageiro ficaram feridos

PM da reserva estava entre os passageiros e reagiu ao assalto. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O veículo saiu de Marabá com destino a Xinguara. O suspeito foi preso.

Um homem foi preso depois de tentar assalta uma van que transportava passageiros de Marabá para Xinguara, na região sudeste do Pará. O veículo seguia pela rodovia BR-155. Um policial militar da reserva que estava a bordo reagiu e atirou contra o suspeito, que acabou preso.

Um passageiro também ficou ferido e foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Xinguara e não corre risco de morte.

A prisão do suspeito foi confirmada pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (5).

A ação criminosa aconteceu quando o veículo já estava próximo de Xinguara. Ao anunciar o assalto, o suspeito pediu que o motorista entrasse em um ramal. Foi o momento em que o policial aposentado reagiu.

Os vestígios da troca tiros também ficaram no vidros de uma das janelas da van.

Mesmo ferido, o assaltante conseguiu fugir por uma área de mata.

A Polícia Militar foi acionada e fez buscas pelo suspeito, que foi encontrado pedindo ajuda às margens da rodovia, próximo de onde teria saído da van.

Ele foi reconhecido pelas vítimas. O caso é investigado pela Delegacia de Xinguara.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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Cadela morre durante traslado terrestre de São Luís a São Paulo; família acusa empresa de negligência

Cadela morre durante transporte terrestre de são Luís a São Paulo; família acusa transportadora de sedar animal durante viagem — Foto: Arquivo Pessoal

A cadela Gaya, de 5 anos, morreu em 28 de junho durante uma viagem de São Luís a São Paulo, feita por empresa que faz o transporte de animais por via terrestre. Após a morte, corpo do animal foi entregue a família enrolada em um saco plástico e dentro de uma caixa de isopor.

A cadela Gaya, de 5 anos, morreu em 28 de junho, durante uma viagem de São Luís a São Paulo, feita por meio de um transporte terrestre, que iria percorrer 11 estados e mais o Distrito Federal. A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) investiga o caso.

De acordo com Jakeline Jovita, tutora de Gaya, a opção pelo transporte terrestre foi feita por receios de que a cadela pudesse morrer durante o transporte aéreo, situação semelhante ao cão Joca, caso que ganhou repercussão nacional.

Após a morte da cadela, o corpo do animal foi devolvido à família dentro de uma caixa de isopor com água, enrolado num saco plástico.

Entenda o caso

A cadela Gaya embarcou dia 26 de junho em São Luís, em uma van que também fazia o transporte de animais por terra. A viagem tinha como destino São Paulo e fazia parte de uma das etapas de mudança da família da capital maranhense para a paulista.

Como também haviam outros animais sendo transportados, o veículo iria passar por 11 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Segundo Jakeline Jovita, a MooviPet, empresa escolhida para fazer o translado, havia demorado para enviar o link de rastreamento do veículo, o que dificultou que a família tivesse notícias da cadela.

“Mediante ao não envio do link de rastreio, não tivemos parâmetros de horário de quando iam chegar, sendo que a Gaya foi entregue por minhas filhas demores que estavam em casa no momento [de entrega do animal]. A partir daí, não tive mais notícias da Gaya”, disse a tutora.

Quando a van chegou ao Pará, no dia 27 de junho, os tutores perceberam que o veículo estava parado por várias horas e logo tentaram entrar em contato com a empresa responsável para saber o que havia acontecido. Porém, a família disse que, mesmo depois de várias tentativas de contato, a empresa não dava um retorno.

Na manhã do dia seguinte, a empresa retornou os contatos de Jakeline, alegando que houve um problema mecânico com a van e que a viagem precisaria atrasar para reparar os danos. Nas mensagens, a MooviPet ainda afirmou que estava tudo bem com os animais e que não era necessário que os tutores se preocupassem.

“Quinta-feira (27) a noite eu notei que, mediante o link que enviaram, o rastreio parou. Eu fiquei a noite inteira de quinta pra sexta acompanhando. Sexta-feira (28) de manhã, um funcionário me enviou a notícia de que o veículo tinha quebrado e que ia atrasar a entrega. Eu me preocupei muito no momento porque o veículo estava cheio de animais e o Pará é um lugar muito quente”, relatou Jakeline.

Cadela estaria sedada, diz família

A tutora pediu fotos de Gaya para os funcionários para saber como a cadela estava. Depois de muito insistir, Jakeline contou que foram enviadas fotos que, segundo ela, mostravam que a cadela estava sedada.

“Eu pedi fotos da Gaya. Insisti muito para que enviassem fotos ou vídeo. Ele me enviou uma foto onde, nitidamente, ela estava sedada ou com algum problema muito grave. Ela estava com a cabeça baixa e com os olhos fechados. Foi o único retorno que eu obtive”, disse.

Entretanto, na noite do mesmo dia, a família recebeu por ligação a notícia de que a cachorra havia morrido. De acordo com a família de Gaya, a empresa não deu explicações de como o animal morreu, pois havia alegado que não havia nenhum médico veterinário na região para emitir o laudo.

Família acusa a empresa de negligência

A família de Gaya contou que, após a morte da cadela, um funcionário da empresa teria sugerido que o corpo do animal fosse incinerado. Devido a sugestão, Jakeline Jovita, teria contatado uma advogada para que trouxessem o corpo da cadela de volta para São Luís.

O pedido foi atendido pela empresa, que enviou o corpo de Gaya por dois motoristas de aplicativo, dentro de uma caixa de isopor com água, enrolado num saco plástico.

Ainda abalada pela morte de Gaya, Jakeline conta que a perda de sua cadela foi uma perda para a família também. Quando recebeu a notícia do falecimento do animal, ela e as três filhas entraram em desespero.

“E me desesperei muito porque a Gaya é parte da família. Somos uma família de uma mãe, três filhas e três pets… éramos três pets, temos um pet a menos. Então, temos um membro a menos de nossa família agora. Ela era um membro de nossa família, nosso suporte emocional”, relatou Jakeline.

O que diz a empresa?

Em nota, a empresa MooviPet disse que não entregou o atestado de óbito de Gaya porque as veterinárias da região se recusaram a emitir o atestado por que a cadela não tinha mais sinais vitais.

A MooviPet disse, ainda, que, no momento que a van apresentou problemas mecânicos, os animais ficaram assistidos com acesso à água, alimentos, e temperatura controlada.

Em relação ao transporte do corpo da cadela, a empresa alegou que enviou por motoristas de aplicativo para que a van, que transportava outros animais, pudesse seguir viagem.

Fonte: g1 MA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:28:40

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Pará é responsável por 90% do açaí produzido no Brasil; 9 municípios lideram ranking nacional

Pará lidera ranking de produção de açaí do Brasil — Foto: Rafael Aleixo/g1

Pará registrou índices de produção do açaí acima da média nacional, com Igarapé-Miri no topo da lista, seguido de Cametá e Abaetetuba.

O Pará é destaque na produção de açaí no Brasil com nove municípios liderando o ranking, segundo uma pesquisa feita pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). De acordo com o levantamento, 90,4% do açaí distribuído em todo o Brasil foi produzido no Pará em 2022, o que equivale a 1,7 milhão de toneladas.

Dos municípios que lideram o cultivo do fruto, o município de Igarapé-Miri é o que mais contribui com o índice nacional, com 21,7% da produção, totalizando 422,7 mil toneladas. Em seguida, Cametá e Abaetetuba seguem na lista com 8% e 5,8%, respectivamente.

A pesquisa mostrou que 14 estados brasileiros contribuíram para a produção total do açaí no país e revelou que, além do Pará, que lidera a lista, outros dois estados se destacaram na produção: Amazonas, com 7,4%, e Maranhão, com 1,1%.

Ainda segundo os dados apresentados pela Fapespa, o estado paraense superou a média nacional de produção, que foi de 13,8%, fechando o ano de 2022 com 14,1%. Esse percentual mostra que o estado produziu mais de 217,8 mil toneladas de açaí, contribuindo de forma positiva com o país.

Índice positivo do Pará ajudou na exportação

A exportação do açaí, incluindo os produtos derivados do fruto, teve um salto de menos de 1 tonelada em 1999 para mais de 61 mil toneladas em 2023. Um aumento também foi registrado no valor exportado do estado, com produtos que saíram de US$ 1,00 para US$ 45 milhões, também em 1999 e 2023.

Outro número positivo está nos preços dos produtos derivados do açaí no mercado internacional, que aumentaram em mais de 5.000% entre o mesmo período (1999 e 2023), indicando que os consumidores de outros países passaram a valorizar mais o fruto.

Empreendimentos que usam o açaí como matéria prima também cresceram

O Pará também lidera um outro ranking relacionado ao açaí. Segundo os três últimos Censos Agropecuários, o número de empreendimentos que usam o açaí como matéria-prima também cresceu no estado. De 13 mil registrados em 1996, o índice, em 2017, chegou a mais de 81 mil estabelecimentos, com um aumento de 533% em 22 anos.

Também foram registrados variações positivas de vínculos empregatícios no estado, com 864,5% de trabalhos formais, entre 2010 e 2022, saindo de 288 contratações para 598.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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Nove pessoas ficaram reféns durante assalto a loja Americanas, em Belém

PM bloqueou o trânsito precisou foi bloqueado na Avenida Rodolfo Chermont. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Dois homens armados renderam funcionários e clientes enquanto tentavam roubar celulares. A PM foi acionada.

Nove pessoas foram feitas reféns durante um assalto a uma loja de departamentos no bairro da Marambaia, em Belém, nesta quinta-feira (4).

Os suspeitos, dois homens com 25 anos de idade cada um, chegaram ao local de motocicleta e foram direto para a sessão de eletrônicos, onde anunciaram o assalto.

Quando a dupla percebeu a chegada da Polícia Militar, eles renderam funcionários e clientes.

Um dos suspeitos levou um dos reféns para os fundos da loja enquanto que o outro começou a negociação com os policiais.

O trânsito na Avenida Rodolfo Chermont, onde a loja está localizada, foi interditado pela PM.

Depois de 50 minutos os suspeitos decidiram se entregar e liberaram os reféns. Eles foram levados para a Seccional Urbana da Marambaia, onde foram presos em flagrante.

Com a dupla, a polícia encontrou 20 aparelhos celulares que eles tentaram levar da loja, que pertence ao grupo Americanas. Em nota, a empresa informou que ninguém ficou ferido na ação e que contribui com a investigação da polícia.

Esta não foi a primeira ocorrência de assalto e roubo na unidade. Inclusive, por medidas de segurança, os funcionários recolhem os aparelhos celulares da vitrine no horário entre 12h às 16h.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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Golpistas fazem empréstimo de R$ 100 mil no nome de vítima de golpe virtual no Pará

(Foto: Reprodução)- Casos de estelionato virtual cresceram 30% nos últimos dois anos no estado.

Criminosos são responsáveis pelo aumento de 30% nos registros de estelionato virtual no Pará nos últimos dois anos.

Só em 2024, já são mais de 6.694 mil ocorrências de janeiro a maio. Em muitos casos, é preciso entrar na Justiça para tentar recuperar o dinheiro roubado.

Em 2022 foram 12.988 casos. No ano seguinte, 17.121, representando aumento de 31,8%.

Como funciona o golpe

O problema de uma vítima começou na hora de fazer uma transferência via PIX. A vítima decidiu procurar ajuda na agência bancária dela, em Belém. “O gerente me indiciou uma atendente, ela foi comigo até o caixa e tentou, mas não conseguiu. Ela tinha que desinstalar o meu aplicativo do Banpará e reinstalar, então ela desinstalou, reinstalou e eu saí de lá funcionando”.

Depois do atendimento, começaram a chegar mensagens no celular da vítima. Utilizando logomarca do Banco do Pará (Banpará), os criminosos se faziam passar por funcionários da instituição financeira.

“Inicialmente na mensagem diziam que ia entrar em contato comigo para atualizar o meu BP token, depois ligaram para mim para fazer atualização e pediram o número, um código; eu informei e depois disso, aí pronto, encerrou”.

No dia seguinte às mensagens, uma gerente do banco em Curionópolis, no sudeste do Pará, entrou em contato com a vítima para informar que identificou movimentações suspeitas na conta.

Era naquele município, distante 686,1 km da capital, que um dos envolvidos no golpe estava agindo. Quando a vítima voltou até a agência em Belém descobriu que, em dois dias, os criminosos haviam feito empréstimos que somavam quase R$ 100 mil.

Os extratos bancários mostram que, assim que o dinheiro do empréstimo caiu na conta da vítima, ele foi transferido para várias pessoas. Algumas movimentações foram feitas para contas do mesmo banco.

“Falei com o gerente, ele olhou e me atendeu super mal, olhou e disse que tinha uma movimentação atípica: você caiu no golpe”, disse a vítima.

Este tipo de golpe é considerado estelionato virtual. Um crime previsto no Código Penal Brasileiro, com pena de 4 a 8 anos de prisão. É quando o criminoso induz a vítima ao erro para obter vantagem econômica ilícita, utilizando meios eletrônicos, como e-mail, mensagens e ligação.

Sobre o caso, o Banpará disse que “apura o caso” e que “não entra em contato com clientes por meio do Whatsapp ou solicita códigos de segurança ou senhas”.

Crime sofisticado

A delegado de Polícia Civil, Adriany Carvalho, disse que “muitas vezes as vítimas acessam um site que tenha a interface muito similar ao site original da instituição financeira, fornecem as credenciais de acesso parcialmente, fornecem senha de internet, CPF, e finalizam fornecendo a chave de segurança para fazer os movimentos financeiros”.

“Com essas informações da vítima os criminosos, que criaram o site falso, eles podem mandar o SMS, fazer uma ligação, nas chamadas de ‘golpe da falsa central’, porque eles se passam por funcionários da central bancária e solicitam essas credenciais para a vítima, que ela precisa atualizar algum sistema de segurança, criam uma história para que a vítima forneça um complemento dessas informações, dessas credenciais, para que eles acessem a conta da vítima e consigam fazer a devassa do seu patrimônio”, explica a delegada.

Segundo a Polícia, o aumento significa que mais pessoas estão denunciando e, além do boletim de ocorrência, que pode ser registrado em qualquer delegacia, é fundamental preservar as provas do crime.

“Às vezes, a pessoa cai no golpe e ela de imediato quer apagar o aplicativo, a conversa, com medo, mas esses dados são muito importantes para a investigação, então se dirigir imediatamente à unidade policial para fazer o registro da ocorrência e levar esses dados que vão contribuir com investigação para identificar os criminosos”, explica a delegada.

Mas com os crimes cada vez mais sofisticados, as investigações levam mais tempo. Enquanto isso, a vítima fica no prejuízo.

No caso da vítima mostrado na reportagem, o banco a orientou a ir na delegacia e voltar à agência para fazer contestação. A vítima não conseguiu cancelar o empréstimo e nem reaver os valores desviados. “O setor de fraude do banco está analisando”, disse.

Caso na Justiça

Em muitos casos, é preciso entrar na Justiça para recuperar o dinheiro roubado, como explica o advogado criminalista Murilo Darwich: “Essas decisões se baseiam principalmente no dever de segurança das instituições bancárias, principalmente monitorar as chamadas transações atípicas, então por vezes você vê um cliente que tem certos estilos de transação bancárias, de valores que são depositados ou tirados, e aí do nada vem ali às vezes um empréstimo muito alto, transferências muito altas, e isso deve gerar nas instituições bancárias um alerta para até mesmo, se for o caso, bloquear esse tipo de transação e comunicar os clientes”.

De acordo com a delegada Adriany Carvalho, “a polícia alerta a manter atualizados os dispositivos de segurança, antivírus, manter sempre atualizado os software, de segurança dos celulares, computadores, mas especialmente a segurança de dados.

“Não divulgar qualquer tipo de dados para outras pessoas, não passar nenhuma senha, sempre guardar as senhas de uso pessoal. Toda vez que for fazer uma transação, uma movimentação financeira, sempre identificar que a pessoa com quem está conversando é efetivamente a pessoa que está pedindo dinheiro”.

Já a vítima, no prejuízo, disse que a situação causou desespero. “Os valores são altíssimos e eu não tenho, as primeiras parcelas já vão descontadas no próximo contracheque. Imagina! Pelos empréstimos que eu vou pagar prestações até ter 80 anos de idade. Estou desesperado e esperando uma solução.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2024/11:03:27

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