Homem que aparece em vídeo beijando criança é morto a tiros

Rosinaldo foi executado dentro da casa onde morava (Foto:Reprodução / Facebook)

Após o beijo, Rosinaldo de Andrade Messias olha sorrindo para filmagem e dá outro beijo, desta vez na cabeça da criança, que está sem a parte de cima da roupa

Um homem de 41 anos, investigado por estupro de vulnerável após a divulgação de um vídeo em que ele aparece andando de barco, com duas crianças ao lado, foi morto a tiros, na noite de terça-feira (23). O caso aconteceu no município de Itaquiraí, distante 345 quilômetros de Campo Grande (MS). Ele foi executado dentro da casa onde morava. Populares revoltados com o vídeo tentaram invadir a casa para atear fogo no corpo, mas a Polícia Civil pediu reforço para a Polícia Militar de Itaquiraí, que compareceu ao local com uma equipe da Força Tática de Naviraí, para ajudar a conter os populares. As informações são do Portal Top Mídia News.

Nas imagens, Rosinaldo de Andrade Messias, segura duas latas de cerveja e beija uma das crianças, filha de Sunilda Ortiz, que estaria gravando o vídeo, que não será reproduzido em proteção à vítima. Nas redes sociais, Sunilda aparece como esposa de Rosinaldo. Os dois se casaram no dia 14 de novembro deste ano. O vídeo teria sido gravado durante um passeio de barco no Rio Paraná, local conhecido como Prainha da Amizade.

Outras pessoas presentes comemoraram o beijo com gritos. Em seguida, o homem olha sorrindo para filmagem e dá outro beijo, desta vez na cabeça da criança, que está sem a parte de cima da roupa. Outros dois homens aparecem na filmagem, sentados nos bancos da frente do barco. Um deles seria o piloto.

Rosinaldo chegou a ser levado para a Delegacia para ser ouvido. Após o crime desta terça-feira, o corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal). O caso foi registrado como homicídio simples e será investigado pela Polícia Civil do município.

Por:O Liberal

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Após prisão de sargento do Exército, polícia procura ‘coautor’ de feminicídio de jovem em Belém

Jovem de 19 anos foi alvejada a tiros no último dia 12 de novembro. Ela chegou a ser internada mas não resistiu. — Foto: Reprodução/TV Liberal

Segundo suspeito seria motorista do carro de onde partiram os tiros. Atingida, jovem de 19 anos morreu no hospital. Polícia apura também se há ligação dos suspeitos com quadrilha de estelionatários.

Após a prisão de um sargento do Exército por suspeita de feminicídio contra Édrica Moreira, de 19 anos, a Polícia Civil do Pará procura por um segundo suspeito de envolvimento no crime em Belém.

Ele seria o motorista do carro de onde partiram os tiros na noite de 11 de novembro. Os disparos, que teriam sido efetuados pelo militar preso, atingiram Édrica e uma amiga, que foi hospitalizada e teve alta. Porém, Édrica morreu no hospital em 15 de novembro.

O 3º sargento do Exército se recusou a responder às perguntas da polícia, segundo o delegado que investiga o caso, Francisco Adriano Costa.

“Ele permanece preso até porque causa temos às testemunhas. Agora, as diligência continuam para identificar o coautor do crime”, disse o delegado.

Apontado como executor pela polícia, ele foi preso após se apresentar no batalhão do 2º Batalhão de Infantaria e Selva em Belém na segunda-feira (22).

Segundo a família, a vítima e o militar preso tiveram um relacionamento e ele não aceitava o término. A polícia não detalhou se a vítima também conhecia o segundo suspeito procurado.

Ainda conforme a família, Édrica havia sofrido violência física por parte do militar e tinha medida protetiva. Questionada pelo g1 sobre as ocorrências anteriores, a polícia não respondeu.

Em nota, o Comando Militar do Norte informou que o sargento segue em uma unidade prisional do Exército, “à disposição da justiça”. “A instituição reforça que não compactua com quaisquer atos de violência, repudia todos os tipo de desvio de conduta e irá acompanhar as investigações dos órgãos competentes”, informou em nota.

Outros crimes investigados

A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, mas apura ainda se o sargento pode ter envolvimento em uma quadrilha de estelionatário de venda de carros locados.

O veículo que teria sido usado no crime foi localizado em Abaetetuba, nordeste do Pará, na segunda-feira (22).

A suspeita é que esse carro era alugado e que apos a fuga, tenha sido vendido. O veículo e a arma encontrada estão passando por perícia.

Por g1 Pará — Belém

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Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão contra investigado por extorsão e estelionato

PC cumpre mandado de busca e apreensão contra investigado por extorsão e estelionato no município de Campinas, em São Paulo — Foto: Polícia Civil do Pará

Operação ocorreu no município de Campinas, em São Paulo. Vítima, que mora no Pará, informou que mantinha relacionamento pela internet com o suspeito e passou a ser extorquida com possível divulgação de fotos íntimas.

A Polícia Civil do Pará cumpriu nesta quarta-feira (24) mandado de busca e apreensão contra homem suspeito de cometer crimes de extorsão e estelionato. A ação no município de Campinas, em São Paulo, com apoio da Polícia Civil paulista.

De acordo com a PC, uma mulher procurou a unidade policial em Belém para relatar que ela mantinha um relacionamento virtual com o investigado. O suspeito solicitava transferências bancárias alegando que enviaria passagens aéreas e presentes, mas nunca foram recebidos pela vítima. O homem também solicitava fotos íntimas da mulher, e com isso passou a extorquir dinheiro para não divulgar o material.

No local da apreensão foram apreendidos dispositivos eletrônicos, como aparelhos celulares, notebook, pen drives e HDs, além de diversos cartões bancários.

O material apreendido foi encaminhado à perícia técnica, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias dos crimes.

Por g1 Pará — Belém

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Advogados do Pará movem ação inédita contra governo federal por má gestão da pandemia

(Foto:Reprodução) – O escritório D’Oliveira, uma banca de advogados paraenses sediada em Belém, ajuizou uma ação de reparação moral contra o governo federal, em razão da má gestão da pandemia.

O escritório D’Oliveira, uma banca de advogados paraenses sediada em Belém, ajuizou uma ação de reparação moral contra o governo federal, em razão da má gestão da pandemia. A ação visa levar um “conforto” para as famílias que se sentirem lesadas de alguma forma pelo Estado federal.

Depois de quase dois anos de pandemia da Covid-19 e mais de 600 mil mortes ocasionadas pela gestão precária do Governo Federal, o Escritório D’ Oliveira ajuizou ação judicial pedindo reparação material e moral pelas perdas ocorridas.

O processo é fruto de estudos e do compêndio de notícias e dados reunidos pelo setor de estudos dos efeitos da pandemia da Covid-19 no Brasil, criado com fim específico para apurar a responsabilidade de entes federativos, órgãos governamentais e hospitais durante o período em que a doença se alastrou pelo país.

A condução dos estudos foi feita pelos advogados Robério d’Oliveira, Luciana Fares, Ivan Mello e Jorge Victor Pina, que concluíram que a responsabilização do Governo Federal ocorre desde o início da pandemia, em 2020, quando subestimou a doença, relutando em adotar as medidas de segurança aconselhadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o que contribuiu para o total descontrole sobre o avanço epidemiológico da Covid-19 no território nacional, contribuindo sobremaneira para que o Brasil chegasse ao triste número de mais de meio milhão de famílias enlutadas.

O Brasil chegou a registrar 4.249 mortes decorrentes das complicações do coronavírus em um único dia (4 de abril de 2021) e é tido como uma das maiores tragédias globais causadas pela doença. Diante deste cenário, o Escritório d’Oliveira Advogados “reuniu diversos estudos, notícias e dados, que demonstram que o Governo Federal poderia ter evitado os números alarmantes de mortes que tivemos nestes quase dois anos de pandemia, principalmente se tivesse feito tudo o que pudesse para obter e distribuir o maior número de vacinas entre a população brasileira logo nos meses de janeiro, fevereiro e março”.

No entanto, ainda segundo a banca de advogados, no início deste ano, o Brasil “sequer possuía plano nacional de imunização eficaz, que foi elaborado com maior zelo apenas em março, apesar das vacinas terem começado a ser aplicadas, timidamente, em janeiro”.

Para o advogado Robério d’Oliveira, a ação judicial representa um fato histórico importante, tendo em vista que é o primeiro caso deste tipo a ser judicializado no Brasil e implica a legitimidade da negligência e imprudência do Governo Federal no trato da pandemia. “Este caso é inédito no direito brasileiro e visa a reparação das famílias por danos morais que tiveram seus entes como vítimas da Covid-19. O escritório se dedicou por seis meses na análise dos efeitos jurídicos para essas famílias e a ação se baseia, como ponto de partida, na negligência do Governo Federal para a administração da pandemia. Como exemplo: a demora na aquisição de vacinas e na negligência nas 42 primeiras semanas, a partir de fevereiro de 2020, quando iniciaram os primeiros casos”, comentou Robério.

Outro ponto delicado levantado pelo escritório D’Oliveira e fundamental para o processo contra o Estado Federal foi o veto do Projeto de Lei 1.562/2020, que tornava obrigatório o uso de máscaras. “Levamos em conta um momento extremamente delicado e imprudente nesta ação também, que foi quando o projeto de lei, de iniciativa parlamentar, foi vetado pelo Governo Federal, não tornando obrigatório o uso de máscara. Esse conjunto de ações e várias outras, foi o que levou a nossa análise e é o que consta na ação já ajuizada”, finalizou o advogado.

A advogada Luciana Fares explica como a ação pode servir de consolo para as famílias prejudicadas. “O que mais ouvimos das pessoas que perderam alguém para a Covid-19 foi o lamento por não terem visto o Governo Federal levar a sério essa doença e a vida de seus entes queridos”, comentou.

Vacinação

Com o avanço da vacinação em abril deste ano, em meio ao pico da segunda onda de contaminação, é possível ver os reflexos da ação de imunização na diminuição de casos, internações e mortes, reforçando a evidência de que, se o Governo Federal não tivesse medido esforços para obter e aplicar a vacina na população, não teríamos sofrido o alarmante número de mortes em 2021.

É importante ressaltar que esta ação não é contra a figura personalizada de um gestor público, mas sim de um Estado que se omitiu diante de uma das situações mais difíceis que o país passou enquanto saúde pública. “O Governo Federal é uma figura impessoal e, por mais que esteja difícil, ainda mais nos dias de hoje, desassociar o Estado de qualquer personalidade que o componha, recai e sempre recairá sobre o Estado a responsabilidade de cuidar de seus nacionais. O que aconteceu e o que ainda acontece é a omissão por parte do Estado de cuidar da sua nação, de se preocupar com os seus nacionais. O Escritório d’Oliveira se preocupa com a mensagem da ação de forma impessoal, justamente porque a responsabilidade é do Estado, independentemente daquele que o estiver presidindo naquele momento”, esclarece Ivan Mello, advogado do d’Oliveira.

Segundo Luciana Fares, advogada que também compõe o setor de estudos do Escritório d’Oliveira, “o que mais ouvimos das pessoas que perderam alguém para a Covid-19 foi o lamento por não terem visto o Governo Federal levar a sério esta doença e a vida de seus entes queridos”.

O escritório D’Oliveira Advogados entende que a ação “pode sensibilizar as famílias que sofreram perdas por conta da Covid-19 e se coloca à disposição para esclarecer como se deu a negligência do Estado para aqueles que precisarem de mais informações”.

Por:Redação

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Três pessoas são presas com mais de meio quilo de maconha em Marabá

A maconha apreendida com os três suspeitos, que foram apresentados na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas (Foto:Reprodução / Site Ze Dudu)

Eles foram flagrados em um carro com placa de Belém

A prisão foi feita pelo Grupo Tático da Polícia Militar por volta das 13h30, desta terça-feira (23), na avenida 05 do bairro Alvorada. Eles estavam em um automóvel Fiat Mobi, vermelho, de placas QVT4A20 / Belém-PA, e, segundo a polícia, teriam dito que levariam o entorpecente, 528 gramas de maconha para um homem, cujo nome disseram não saber. Com informações do site Ze Dudu.

Os suspeitos Bruno Alves, Raylla Evelyn Araújo de Jesus e Osmar Dantas de Almeida Filho foram apresentados para a 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas. A PM informou que o flagrante aconteceu na avenida 05, Bairro Alvorada.

De acordo com os policiais, ao perceberem a aproximação do veículo policial, os ocupantes do Fiat mostraram uma estranha agitação, o que levantou suspeitas dos PMs. O carro foi parado pelos policiais e na revista, no banco traseiro, foi encontrada uma sacola com a droga.

No banco traseiro, viajava um casal e o condutor do carro disse que trabalha como motorista de transporte de passageiros por aplicativo, mas naquele momento estava fora da atividade.

Todos foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil. À reportagem do site Zé Dudu, Bruno Alves disse que responde a processo por roubo de telefone celular.

Por:O Liberal

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Aumentou número de estudantes que planejam fazer faculdade em 2022, diz pesquisa

Relatório identificou que 63% dos jovens pretendem estudar no próximo semestre

Investir na graduação no primeiro semestre de 2022 é o desejo de 63% dos estudantes participantes da pesquisa “Observatório da Educação Superior – 5ª edição: Perspectivas para 2022”, feita pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) em parceria com a Educa Insights. Conforme apuração, houve aumento no número de interessados em começar uma faculdade no ano que vem.

A pesquisa, divulgada nessa terça-feira (23), compara a intenção dos estudantes ouvidos em novembro de 2020 com entrevistados neste ano. Conforme o levantamento, 63% dos estudantes que responderam à pesquisa declararam ter planejamento para começar a faculdade no primeiro semestre de 2022. No mesmo período do ano passado, apenas 38% dos entrevistados tinham intenção de se matricular no semestre seguinte.

A pesquisa perguntou aos estudantes, também, sobre a preferência da modalidade de curso: presencial, a distância ou híbrido. Conforme as respostas, 45% da carga horária dos cursos deveriam ser dedicadas às aulas presenciais tradicionais, enquanto o restante deveria ser ministrado ou por aulas remotas (16%), por conteúdos digitais (16%) ou mesmo por trabalhos práticos em comunidades ou empresas (23%).

Entre os estudantes que escolhem cursos na modalidade a distância, 67% querem começar imediatamente e 13% pretendem iniciar na metade de 2022. Quando a preferência é um curso presencial, 63% querem ingressar no próximo semestre e 14% no segundo semestre de 2022.

Para o diretor-presidente da ABMES, Celso Niskier, a pesquisa identifica o crescimento da confiança dos estudantes em ingressar na graduação com o avanço da vacina e a retração da pandemia no Brasil. Nesse cenário, Niskier destaca que as instituições de ensino devem se preparar para receber os alunos pós-pandemia após a experiência com o ensino remoto.

“Ficou bem claro que o futuro do ensino é híbrido e que os jovens querem o melhor dos dois mundos. Está nas mãos das instituições esse desejo de combinar as atividades híbridas e presenciais. Esses candidatos procuram universidades que oferecem programas flexíveis que combinam presencial com remota, com trabalhos práticos. As que souberem oferecer esse modelo híbrido terão maior chance de captação”, afirma Niskier.

A pesquisa foi feita entre 14 e 16 de novembro, via internet, com consulta a 1.043 estudantes considerados potenciais alunos de cursos presenciais e a distância em instituições particulares de ensino superior, em todas as regiões brasileiras.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Dupla agride homem a socos e pontapés na orla de Itaituba (PA)

(Foto:Reprodução Site Giro Portal) – Após a Eles fugiram, mas foram denunciados e presos

A vítima foi levada para o hospital municipal e os dois agressores para a 19ª Seccional de Polícia (Reprodução Site Giro Portal)

A agressão ocorreu na avenida Getúlio Vargas, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora de Santana. O motivo da agressão não foi esclarecido até então, mas a polícia confirmou que por volta das 17h20, Luan Sérgio Lima da Silva, natural de Santarém, de 32 anos, e Lucas Martins de Nascimento, de 26 anos, foram presos por agredirem Madson Carlos, de 47 anos, em Itaituba, município do sudoeste do Pará. Com informações do site Giro Portal.

Segundo informações, os policiais chegaram aos agressores por denúncia ao número 190, da PM. A guarnição em ronda não demorou a localizar o agredido na orla municipal. Em seguida, encontraram os agressores. Eles estavam um pouco distante do local da agressão, já próximo ao Porto da Balsa.

De acordo com informações, antes da chegada da PM, os acusados chegaram a ser perseguidos por um policial penal que passava pelo local, mas acabaram conseguindo fugir. Os dois agressores e a vítima foram encaminhados para a 19ª Seccional de Polícia Civil, para as devidas providências.

Madson Carlos apresentava escoriações pelo corpo, resultantes de socos e pontapés, e foi assistido pelo Corpo de Bombeiros ainda na Delegacia de Polícia, após, ele foi levado para o Hospital Municipal de Itaituba (HMI) para os atendimentos médicos.

Por:O Liberal

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Após decisão do STF, alíquota do ICMS nas contas de energia no Pará pode ser revista

(Foto:Reprodução) – Decisão envolve ação que questiona alíquotas cobradas por Santa Catarina mas tem repercussão geral

O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a cobrança de alíquota do ICMS sobre energia elétrica e telefonia acima de 17%, em julgamento realizado na última segunda-feira (22), provocado por ação movida pelas Lojas Americanas no Estado de Santa Catarina.

Por oito votos a três, os ministros do Supremo abriram precedente para que o mesmo entendimento seja aplicado nas demais instâncias do Judiciário em todo o país. Assim como no estado do Sul, no Pará, o governo estadual cobra 25% sobre a energia elétrica. E incide 28% sobre as contas de telecomunicações.

Após a decisão do Supremo, o Governo do Pará, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefa), afirmou ontem que estuda os impactos que a declaração de inconstitucionalidade pode trazer às finanças estaduais e as alternativas que podem ser criadas a partir da decisão judicial. “A Secretaria da Fazenda aguarda as definições sobre a aplicação da medida para se manifestar”, completou a Secretaria.

O presidente do Conselho de Consumidores da Equatorial do Pará, Carlindo Lins, afirma que “o ideal é que fôssemos isentos de imposto, mas sabemos da sua necessidade, contanto que não seja abusivo”. “Temos lutado para ver se baixa pelo menos para 17%. O ideal seria 12%. É um produto de primeira necessidade para a família”, acrescentou o representante da população consumidora de energia elétrica no Pará.

O presidente do Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará (Sindfisco-PA), Charles Alcântara, presume que a perda da receita do Pará, caso a alíquota diminua de 25% para 17%, deve ser de, pelo menos, R$ 500 milhões, levando em conta apenas a energia elétrica. “A cobrança de alíquotas acima da alíquota geral não foi algo que ocorreu por maldade dos estados, mas por necessidade. Tem o lado bom e o lado ruim da decisão do STF, pois ao mesmo tempo que é bom que a conta de energia fique mais barata, por outro lado as perdas serão significativas.

O que o governo estadual deve estar fazendo agora é analisando de que maneira é possível implementar alternativas para que as perdas não comprometam programas sociais, o pagamento do piso de servidores públicos, por exemplo. Soluções há, como enviar um projeto de lei à Alepa (Assembleia Legislativa do Pará) que estabeleça que a alíquota geral passa de 17% para 18%, por exemplo, como é pago em São Paulo”, afirma o auditor.

O Estado de Santa Catarina argumentou durante o julgamento que o pedido das Lojas Americanas pode provocar um rombo de R$ 96,6 milhões por mês. De acordo com a Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina, a mudança geraria impacto de 32% na arrecadação de ICMS.

O julgamento começou no primeiro semestre do ano, em fevereiro. O relator do caso, ministro Marco Aurélio, que hoje está aposentado, entendeu que a cobrança era inconstitucional. “Discrepam do figurino constitucional alíquotas sobre as operações de energia elétrica e serviços de telecomunicação em patamar superior ao das operações em geral, considerada a essencialidade dos bens e serviços”, disse no voto.

“Surge a contrariedade à Constituição Federal, uma vez inequívoco tratar-se de bens e serviços de primeira necessidade, a exigir a carga tributária na razão inversa da imprescindibilidade”, afirmou também o magistrado. Marco Aurélio foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux e Nunes Marques.

Já Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso divergiram em relação à energia elétrica, que, segundo os ministros, tem alíquotas diferenciadas em função da capacidade de contribuição do consumidor.

Por:Abílio Dantas/ O Liberal

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‘Usaremos toda força do Estado contra o desmatamento’, diz ministro do Meio Ambiente

Joaquim Leite classificou como “números inaceitáveis” os resultados do desmatamento na Amazônia que vieram a público após o fim da COP26 (Foto: José Cruz/ ABr)

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, disse hoje (22), em Brasília, que o governo federal empregará “toda a força do Estado” para eliminar o desmatamento ilegal no país até 2028 e, assim, cumprir o compromisso assumido durante a 26ª Conferência sobre as Alterações Climáticas (COP26).

“Tenho certeza de que iremos fazer isto, de que temos a capacidade de fazer isto”, disse Leite ao apresentar, a jornalistas, um balanço sobre a participação brasileira na COP26. Também participaram da apresentação sobre os compromissos e as ações que o país vai implementar ou já desenvolve os ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e das Relações Exteriores, Carlos França.

Segundo o ministro, o combate ao desmatamento ilegal exige “contundência” do Poder Público. Leite disse que, entre outras medidas, como o aumento dos recursos financeiros para “modernizar” o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Ministério do Meio Ambiente vai intensificar as ações de fiscalização que já desenvolve com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“Com a presença da Força Nacional, a gente vai conseguir reverter esta situação”, acrescentou o ministro, afirmando que a tropa de segurança federativa, subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, já atua, hoje, no combate a crimes ambientais em 23 municípios. “Com isso, aumentamos o número de autuações mensais de praticamente 200 para mais de 400. E também fizemos um acordo de cooperação técnica com o Ministério da Justiça porque, onde há crime ambiental, há, normalmente, vários outros crimes relacionados, como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas. Então, a PF [Polícia Federal] também vai atuar de forma integrada para eliminarmos os crimes ambientais, especialmente na Amazônia.”

Leite classificou como “números inaceitáveis” os resultados do desmatamento na Amazônia que vieram a público após o fim da COP26. Na semana passada, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, divulgou que, nos últimos 12 meses, a floresta amazônica perdeu em cobertura vegetal uma área equivalente a 13,235 mil quilômetros quadrados – o pior resultado desde 2006. Hoje, Leite assegurou que só tomou conhecimento dos dados após a conclusão da conferência.

“O contato que nós [do governo federal] tivermos com os dados [ocorreu] na mesma data em que eles foram apresentados à sociedade”, garantiu o ministro, rebatendo críticas de que não teria divulgado a informação negativa ao participar da COP26. De qualquer maneira, Leite disse que teria sido “irrelevante” divulgar tais dados durante um evento em que os participantes buscam um “consenso multilateral”, e não “apontar as fragilidades uns dos outros”.

“A negociação durante a conferência não aponta para as fragilidades dos países, como é nosso caso em termos de desmatamento ilegal, que representa um número muito baixo em relação às emissões totais, que é o grande tema da conferência do clima. Então, dentro de um consenso multilateral, em nenhum momento, nenhum outro país ia apontar as fragilidades do outro. Porque estamos buscando um consenso multilateral, em um tema muito complexo, que é reduzir as emissões globais de combustíveis fósseis – o que pode afetar a várias economias. Ali, portanto, não é o momento de apontar fragilidades e seria irrelevante informarmos este número antes ou depois [da COP26]”, explicou o ministro.(ABr)

Fonte:Redação/diariodopoder.com

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Casa de vereador foi arrombada por ladrões durante a noite de ontem em Moraes Almeida

De acordo com as informações repassadas ao nosso Site Tv online Itaituba era por volta das 23h00min da noite de ontem sexta feira, quando a guarnição da Polícia Militar do PPD 103° de Moraes Almeida recebeu uma denúncia via telefone, que alguém teria entrado na casa do Vereador Dirceu Biolchi e efetuado um furto.

Quando a polícia chegou no local da ocorrência se deparou com o Diego Biolchi, filho do Vereador, ele relatou a guarnição da PM que seu pai se encontrava em outro Estado, fazendo um tratamento de saúde, e disse que saiu por volta das 20h00min e retornou por volta de 22h30min para sua casa, quando adentrou em sua residência, viu que porta estava aberta e verificou o “Miolo” da fechadura, e lá estava tirado, e ao  entrar no quarto estava tudo revirado, foi observado que as câmeras estavam viradas e o DVR tinha sido levado pelos criminosos e ainda foi levado 1 revólver calibre 38 e algumas munições,1 celular iPhone e uma certa quantia em dinheiro.

A Polícia observou que tinha  mais dois armamento no local e não foram levadas, assim como não levaram jóias em ouro, telefones, notebook e munições que também estavam no local.

Logo em seguida foi feito diligências pelas redondezas, mais infelizmente os acusados não foram localizados, a vítima foi orientada a fazer o registro de boletim de ocorrência na Delegacia para serem feitos os procedimentos cabíveis.

Fonte: Tv online Itaituba-Yokin Paranatinga – Com Foto

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