PMs, bebendo em bar, desacatam superiores e são presos em flagrante

(Foto:Reprodução) – A juíza de Redenção entendeu que o caso deve ser julgado pela Justiça Militar. Antes, deve ser apreciado pela promotoria militar do MP

Um sargento e um cabo da Polícia Militar do Pará foram presos porque desacataram superiores que, numa viatura da PM, foram até um bar onde a dupla bebia e não queria pagar a despesa, segundo consta no boletim de ocorrência lavrado pela Polícia Civil. Segundo a juíza substituta da Vara Criminal de Redenção – no sul do estado -, Miriam Zampier de Rezende, “relata o flagrante que os acusados estavam bebendo em um Bar, quando negaram-se a efetuar o pagamento da conta, com ânimos alterados”.

E mais: “quando a polícia militar abordou os acusados, esses teriam insultado os policiais militares, tendo o indiciado, SGT Rodrigues, usado as textuais: “por isso essa merda de policinha não vai para a frente, por causa de você”, e posteriormente o CB Gonçalves narrado: “porra tenente, você não entendeu, eu quero pagar no dinheiro”.

A juíza entendeu que o caso, por envolver militares, deve ser julgado pela Justiça Militar. Veja a íntegra da decisão da magistrada, a qual o Ver-o-Fato teve acesso:

“Autos: 0805006-18-2021.8.140045
R.h.
Vistos, etc.
Trata-se de auto de prisão em flagrante noticiando, que no dia 25 de novembro de 2021, as 3h da madrugada, a Polícia Militar prendeu em flagrante delito o 3º Sargento Valbe Rodrigues da Silva, e Cabo Marcos Monteiro Gonçalves, na Av. Santa Tereza no Barzinho popular chamado ROTA, Município de Redenção-PA, pela suposta prática do crime desacato a superior previsto no Art. 298 CPM, e por desrespeito ao superior, Art. 160 todos do Código Penal Militar.

Constam dos autos ofício ao MPE e a DPE, Boletim de ocorrência, os Termos de Depoimentos do condutor, das testemunhas, da(s) vítima(s), do(s) conduzido(s), bem como cópia dos documentos pessoais, auto(s) de exame de corpo delito, a(s) Nota(s) de Culpa, Termo(s) de Ciência das Garantias Constitucionais, Comunicação à família do preso.

Autos conclusos.

É o relato do necessário, fundamento e decido.

Depreende-se da análise dos autos que os acusados supostamente teriam desacatado e desrespeitado policiais militares em serviço, a saber, 2º Tenente José Antônio Ferreira, CB Bruno José da Costa Pereira e Leandro de Sousa Pinto, no momento em que foram abordados pela guarnição.

Relata o flagrante que os acusados estavam bebendo em um Bar, quando negaram-se a efetuar o pagamento da conta, com ânimos alterados. Quando a polícia militar abordou os acusados, esses teriam insultado os policiais militares, tendo o indiciado, SGT Rodrigues, usado as textuais: “por isso essa merda de policinha não vai para a frente, por causa de você”, e posteriormente o CB Gonçalves narrado: “porra tenente, você não entendeu, eu quero pagar no dinheiro”.

No caso em tela, é necessário a análise dos contornos fáticos do caso que se cinge na delimitação da competência para processar e julgar crime cometido por policiais militares, contra policial militar em serviço, durante abordagem realizada fora da administração militar.

Para que seja fixada a competência da Justiça Militar, são necessários o preenchimento de 03 (três) requisitos, a saber: a) que o autor seja integrante da Polícia Militar ou Corpo de Bombeiros Militar; b) que o fato seja típico diante da legislação penal militar, e, c) que incida uma das hipóteses ou situações previstas no Art. 9º do Código Penal Militar.

Como se vê, consta no APF que dentre os crimes que foram imputados aos acusados estão os crimes propriamente militares descritos nos artigos 160 (desrespeito a superior) e 298 (desacato a superior), ambos ínsitos no Código Penal Militar, os quais, por óbvio, somente estão previstos na norma castrense, de modo que não são passíveis de julgamento por outro Juízo que não o militar.

Neste prisma, cumpre destacar os crimes supramencionados tutelam a hierarquia e a disciplina dentro das organizações militares, ou seja, são valores que regem tais instituições e delineiam o comportamento dos seus integrantes, sendo, portanto, indispensáveis à própria existência destas corporações.

É cediço que a conduta castrense deve ser pautada pelos princípios da hierarquia e da disciplina, que traduzem o bem jurídico primário dos delitos militares e são a base estrutural de todo o sistema penal-militar. Ainda, as ofensas perpetradas pelos réus, se deram no momento da abordagem feita pelos superiores, estando ele consciente de que se tratava de Sargento em
serviço, fardados, exercendo autoridade sobre os acusados, o que atende ao disposto no art. 24 do Código Penal Militar, o qual preleciona:

“Art. 24. O militar que, em virtude da função, exerce autoridade sobre outro de igual posto ou graduação, considera-se superior, para efeito da aplicação da lei penal militar.” Ainda, aplica-se ao caso o art. 9º, inciso I, do Código Penal Militar, ensejando hipótese que ultrapassa os limites da competência do presente juízo, por tratarem-se de supostos crimes militares, como se vê:

“Art. 9º Consideram-se crimes militares, em tempo de paz: – os crimes de que trata este Código, quando definidos de modo diverso na lei penal comum, ou nela não previstos, qualquer que seja o agente, salvo disposição especial; Analisando o caso dos autos, verifica-se, que se amolda a hipótese descrita no artigo acima, já que é da competência da Justiça Militar Estadual processar e julgar crime praticado por policial militar da ativa, mesmo de folga, em local estranho à administração militar, quando os motivos ensejadores do cometimento do delito afrontam, em tese, diretamente a Administração Militar.

Da leitura do Artigo 9º do Código Penal Militar verifica-se que a competência da Justiça Castrense se encontra apoiada no desempenho da atividade militar, ou local sob administração militar, concluindo-se, portanto, que o fato de o crime ter sido cometido por policiais, mesmo que não estando em serviço, mas, contra superior, nesse caso fardado, tem o condão, ao menos em tese, de deslocar a competência para a Justiça Militar.

Neste sentido o Superior Tribunal de Justiça: “RECURSO EM HABEAS CORPUS. DESRESPEITO A SUPERIOR (ART. 160 CPM). VIOLÊNCIA CONTRA INFERIOR (175 DO CPM). AMEAÇA
(ART. 223 CPM). COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA MILITAR. HIPÓTESES DO ART. 9º, I E II, DO CPM. MILITAR EM SITUAÇÃO DE ATIVIDADE. RECURSO NÃO PROVIDO. 1. Segundo o STF, “para a definição da competência da Justiça Militar, a Carta Política de 1988 (art. 124) adota a tipificação do delito como critério objetivo da atribuição da mesma competência” (RE 121124, Relator (a): Min. OCTAVIO GALLOTTI, Primeira Turma, julgado em 17/04/1990). Ou seja, tem-se competência da Justiça especializada militar sempre que a lei considerar determinado crime como
sendo militar. 2. Tratando-se de crimes previstos exclusivamente no Código Penal Militar, revela-se irrefutável a competência especializada. 3. Verificado o potencial de vulneração à regularidade das instituições militares, também não há de se questionar a competência da Justiça castrense, cujo fundamento de existência encontra-se nos princípios da hierarquia e
disciplina. 4. Recurso em habeas corpus não provido. (STJ – RHC: 105066 MS 2018/0295136-0, Relator: Ministro RIBEIRO DANTAS, Data de Julgamento: 02/06/2020, T5 – QUINTA TURMA, Data de Publicação: DJe 15/06/2020). Grifei.

Além disso, tratando-se de competência absoluta em razão da matéria, não se aplica a regra da perpetuação da jurisdição, prevista no art. 43 do Código de Processo Civil, aplicada subsidiariamente ao processo penal, de modo que os autos devem ser remetidos para a Justiça Militar (CC n. 160.902/RJ, Rel. Ministra LAURITA VAZ, Terceira Seção, julgado em
12/12/2018, DJe 18/12/2018).

Reconhecida, portanto, a natureza militar, e nos moldes da do art. 9º do Código Penal Militar, de modo que não compete à Justiça Comum o julgamento de crimes militares, vez que os fatos narrados atraem a competência para a Justiça Especializada Castrense.

Em razão do exposto acima, visando a celeridade e razoabilidade, DETERMINO a remessa dos autos à JUSTIÇA MILITAR, juízo competente, COM URGÊNCIA , perante a qual os autos deverão prosseguir em seus ulteriores termos em razão da competência absoluta em razão da matéria, a fim de evitar maiores prejuízos ao andamento do feito.
Intime-se. Cumpra-se com urgência, inclusive em regime de plantão.

Servirá esta decisão, por cópia digitada, como mandado/ofício, nos termos do Provimento nº 003/2009 CJCI, anexo às cópias necessárias.

Redenção/PA, (data da assinatura eletrônica)
(assinado eletronicamente)
MÍRIAN ZAMPIER DE REZENDE
Juíza de Direito Substituta Auxiliar da Vara Criminal de Redenção (Portaria n. 3149/2021-GP, DJE de 20.09.2021) “

Por:Redação /ver-o-fato.com.br

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-2021-nutricionista-diz-quais-alimentos-o-participante-deve-levar-para-o-exame/

 




Trabalhador rural é morto com 11 facadas no Pará

(Foto:Reprodução / Portal Tailândia) – Mistério ronda o caso, já que a vítima era tida como uma pessoa calma

Um crime chocou os moradores da Vila Novo Horizonte, que fica zona rural do município de Novo Repartimento. O trabalhador rural Gilva Carlos Moreira foi morto com pelo menos 11 perfurações à faca e seu corpo encontrado próximo a um campo de futebol da comunidade. As informações são do portal Tailândia.

De acordo com familiares, Gilva Moreira havia deixado sua motocicleta estacionada em frente à casa da irmã na noite do último sábado (20) para ir a uma festa que estava acontecendo perto do campo de futebol. A vítima era tida como uma pessoa calma e os familiares não sabem qual foi o motivo do assassinato.

A arma do crime não foi encontrada.

Por:O Liberal

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-2021-nutricionista-diz-quais-alimentos-o-participante-deve-levar-para-o-exame/

 




Advogados contestam depoimento de pistoleiro suspeito de matar sargento em Manaus (AM)

(Foto:Reprodução / Portal do Holanda) – Silas Ferreira da Silva foi preso na última segunda-feira (21)

Preso na última segunda-feira (21), suspeito do assassinato do sargento Lucas Ramon Silva Guimarães, ocorrido no dia 1º de setembro, em Manaus (AM), Silas Ferreira da Silva, 26 anos, contou em depoimento à polícia quem o contratou. Mas advogados de defesa contestam as informações prestadas e reclamam da barreira imposta pelos policiais para terem acesso ao cliente. As informações são do Portal do Holanda.

Na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), para onde foi levado após ter sido detido na casa de sua mãe, localizada no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona norte da capital amazonense, Silas contou que foi procurado por um funcionário do Supermercado Vitória, de nome Reginaldo, que primeiro lhe ofereceu R$ 10 mil pelo serviço, depois elevou o valor para R$ 25 mil. Diante da relutância de Silas, ofereceu R$ 65 mil.

Silas argumentou que não tinha como rejeitar a oferta. O funcionário lhe entregou um celular, com a orientação de mudar e destruir o chip a cada dois dias, uma moto, uma arma calibre 380, bonés e até sapatos. Em seguida, Reginaldo apresentou ao criminoso a foto do que ele chamou de “presunto”. “Foi o tio que falou para vir aqui contigo e te entregar o material para fazer o serviço”. Tio era como Reginaldo se referia o Joabson, dono do Supermercado Vitória.

Silas contou que após o crime foi para casa e horas depois Reginaldo apareceu com um carro baú para recolher roupas, armas e moto. Com ele estava uma quantia de R$ 60 mil, o que o levou a dizer que o serviço fora contratado por R$ 65. Foi então que Reginaldo ligou para Joabson, que teria autorizado o pagamento conforme  combinado.

Reginaldo só voltou a procurar Sllas dois dias depois do crime, com uma advertência: “A coisa vai feder, mas segura a onda. O Tio tem bons advogados, tem muito dinheiro, suficiente para comprar juiz e promotor. Então não te preocupa”.

Durante seu depoimento, Silas revelou que o valor pago pela execução do sargento Lucas foi de R$ 65 mil. Segundo o criminoso, o contato, assim como o pagamento pelo “trabalho” foram feitos por um intermediário logado a Joabson e Jordana. Com o dinheiro, ele disse que comprou um carro e uma moto, e que também saía para beber.

trioLucas Ramon foi morto por conta de seu envolvimento com Jordana Freire, suspeita de cumplicidade no plano do marido, Joabson Gomes, para matar o militar (Fotomontagem /Foto: Reprodução redes sociais)

A polícia também detectou no celular do pistoleiro o registro de uma ligação feita logo após o assassinato do sargento para o seu “contato”, o homem que intermediou o crime

Lucas foi morto com três tiros na cabeça dentro de sua cafeteria, no dia 1º setembro. A família do militar havia oferecido uma recompensa de R$ 40 mil por informações que levassem ao paradeiro do pistoleiro, logo após a Justiça ter autorizado a liberação Joabson e Jordana.

Apesar das declarações repassadas pela polícia, os advogados de Silas Ferreira questionam o depoimento no qual seu cliente admite ser o autor do homicídio, e argumentam que ele vem sofrendo “violência física e psicológica” e ainda que teria sido torturado para confessar o crime.

Por:O Liberal

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-2021-nutricionista-diz-quais-alimentos-o-participante-deve-levar-para-o-exame/

 




Professor de medicina é demitido após comentário sobre estupro: houve protesto

O professor de medicina, Marcus Vinícius Brito, que leciona no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (Unifamaz), em Belém, foi demitido da faculdade particular nesta sexta-feira, 26, após a repercussão nacional e protestos na frente da instituição, devido ter feito um comentário usando o crime de estupro ao repreender uma aluna que havia feito um exercício errado. O vídeo foi divulgado na noite desta quinta-feira, 25.

Por meio de nota, a Reitoria da instituição de ensino superior informou que o professor não faz mais parte do seu corpo docente. Também disse que a instituição está criando uma Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio.

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) informou que se solidariza com a aluna e que repassou o caso para sua Procuradoria Jurídica. Já a Universidade Federal do Pará (UFPA) disse que repudia a conduta do docente e que a instituição solicitou à Procuradoria Geral a análise das providências cabíveis no âmbito da instituição. O professor também dava aula nas duas universidades públicas.

Os conselhos regional e federal de medicina receberam pedidos de abertura de procedimento. Ao Ministério Público foi pedido apuração do crime e à UEPA e UFPA houve pedido de abertura de Procedimento Administrativo. O caso é investigado pela Polícia Civil.

O Ver-o-Fato tentou falar com o professor, mas ele não retornou nossa ligação. O espaço continua aberto às explicações dele.

Por Emanuel Maciel
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

 

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-2021-nutricionista-diz-quais-alimentos-o-participante-deve-levar-para-o-exame/

 




Dois narcotraficantes têm licença do governo para garimpar, em Itaituba, o equivalente a 800 campos de futebol na Amazônia

Heverton Soares, o Grota, procurado por garimpo ilegal no Pará pela Polícia Federal – Créditos: Foto: Reprodução / Agência O Globo

Dois traficantes apontados pela Polícia Federal como chefes de organizações criminosas ganharam o direito de explorar uma área de mais de 810 hectares de garimpos de ouro na Amazônia – o equivalente a cerca de 800 campos de futebol.

Principal alvo da Operação ‘Narcos Gold’, deflagrada no início do mês, Heverton Soares, o “compadre Grota”, aparece nos registros do governo federal como detentor de 18 permissões de lavras garimpeiras, as chamadas PLGs, que abrangem um terreno de 762 hectares. Já nos registros da polícia, Grota é acusado de ser um dos principais representantes do que a PF chama de “narcogarimpo” – ele responde a processos na Justiça do Maranhão, Rondônia e São Paulo por tráfico de drogas, organização criminosa, lavagem de dinheiro e homicídio e é suspeito de ter ligações com duas facções criminosas do Sudeste.

Alvo da Operação Enterprise, deflagrada no fim de 2020, Silvio Berri Júnior consta como detentor de uma PLG de 48 hectares. Júnior ficou conhecido nos anos 2000 por ser o principal piloto de avião do narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, que transportava cargas de cocaína da Colômbia ao Brasil – ele voltou ao radar da PF no ano passado por operar um esquema de tráfico chefiado por um ex-major da Polícia Militar de São Paulo.

Todas as 19 “permissões” foram “outorgadas” e “efetivadas” aos dois traficantes pela Agência Nacional de Mineração (ANM) entre os anos de 2020 e 2021 em Itaituba, na região do Médio Tapajós, no Pará. O município é conhecido como “Cidade Pepita” pela grande quantidade de jazidas de ouro encontradas a poucos metros da superfície do solo.

Vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a ANM informou, em nota, que não é de competência da autarquia “pesquisar a vida pregressa, judicial ou afins” de pessoas que requerem o direito de explorar o subsolo amazônico. Segundo o órgão, isso é prerrogativa de “orgãos específicos judiciais e de polícia”.

O instrumento da PLG foi criado na Constituição de 89 para regularizar o trabalho de pequenos garimpeiros artesanais – por isso, diferente do alvará de mineração, a outorga dispensa estudos de impacto ambiental, restringe a exploração mineral a uma área máxima de 50 hectares e é destinada a pessoas físicas ou cooperativas de garimpeiros.

Há uma distância, no entanto, entre o que diz a lei e a realidade. Grota, por exemplo, está longe de ser um garimpeiro artesanal. A Polícia Federal atribui a ele a propriedade de fazendas, haras, pistas de pouso, empresas de maquinário de extração mineral e peças de carro, além dos garimpos de ouro numa estrutura que, segundo os investigadores, movimentava mais de 30 milhões de reais e ocultava a atividade mais lucrativa – o tráfico de drogas. Quando cumpriu os mandados de busca e apreensão deferidos pelo juiz Alexandre Rizzi, a PF encontrou em seus endereços duas aeronaves e joias de ouro. Ele ainda se encontra foragido.

As defesas de Grota e Júnior não foi localizadas para comentar as acusações.

O acusado de narcogarimpo protocolou todos os 18 requerimentos de lavra garimpeira em setembro de 2019, no mesmo mês em que um grupo de garimpeiros de Itaituba bloqueava a BR-163 em protesto contra ações de fiscalização ambiental. Dois meses depois, o presidente Jair Bolsonaro discursou a integrantes desse mesmo grupo no cercadinho do Palácio da Alvorada. Na ocasião, Bolsonaro disse que pretendia tirar da alçada da ANM a concessão das “lavras garimpeiras” e entregá-la diretamente ao Ministério de Minas e Energia.

— Pegaram a legislação e jogaram para a agência mineral, mas dá para voltar para o Ministério isso daí. Conversei com o ministro Bento hoje para voltar, para nós decidirmos, se deixar para o lado de lá complica a situação aí para vocês — disse Bolsonaro, que foi aplaudido pelos garimpeiros. A promessa do presidente nunca se cumpriu, mas especialistas ambientais viram na retórica do presidente uma forma de pressionar a ANM a liberar com mais facilidade as outorgas.

Cresceu muito a quantidade de PLGs no governo Bolsonaro. Essa legislação [que trata das PLGs] foi feita para dar errado. Diversas investigações já mostraram que eles usam esse instrumento para esquentar o ouro extraído em terras indígenas e áreas de conservação – afirmou o advogado Rodrigo Oliveira, assessor jurídico do Instituto Socio Ambiental (ISA), que já atuou em operações do Ministério Público Federal para combater o garimpo ilegal.

A maior quantidade de lavras garimpeiras concedidas pelo governo federal em 2020 ocorreu justamente no município de Itaituba, com mais de 120 PLGs. Foram tantas permissões que, em julho, o Ministério Público Federal do Pará entrou com uma ação na Justiça pedindo para “suspender os efeitos das permissões” – a solicitação ainda não foi atendida.

Segundo agentes do Ibama e da ANM ouvidos pela reportagem sob reserva, muitas PLGs são utilizadas para dar uma “origem legal” ao ouro retirado de áreas protegidas na floresta amazônica. Como a outorga não exige pesquisa mineral – ou seja, quanto de minério será extraído de determinada área – criminosos podem atribuir o quanto eles quiserem de ouro ao local. Para os agentes, é uma brecha na legislação que facilita lavar dinheiro de esquemas ilícitos, como tráfico e contrabando, e colocar os montantes em circulação no sistema financeiro convencional.

— É a sociedade da ilegalidade. É por isso que ao invés de atrair investidores do bem, responsáveis com o meio ambiente, nós estamos atraindo as facções criminosas para cá. A Amazônia hoje está entregue a essas organizações — afirmou Caetano Scannavino, coordenador da ONG Saúde e Alegria que presta atendimento médico a populações ribeirinhas na Região do Tapajós.

Por:O Globo – 26/11/2021

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-2021-nutricionista-diz-quais-alimentos-o-participante-deve-levar-para-o-exame/

 




Florian Wirz é o futuro do futebol alemão

(Foto:Reprodução internet) – A Alemanha está sempre cheia de jogadores jovens e talentosos. Mas Florian Wirz se destaca de seus pares e ganhou o título de um dos maiores talentos de sua geração. Você pode acompanhar as partidas da Bayer e o desempenho do Wirz graças às transmissões de vídeo de alta qualidade de uma empresa de apostas comprovada. Também faça sua aposta desportiva com 1xBet e comece a ganhar hoje.

Deve-se notar que Wirz foi realmente barulhento na temporada 2020/21. Foi a primeira campanha em que o “Bayer” (o clube em que o meio-campista alemão joga) deixou Kai Havertz. Muitos pensavam que seria difícil encontrar um substituto de qualidade para ele. No entanto, o progresso de Wirz provou que o clube fez a coisa certa ao se separar do Havertz. Já agora faça sua aposta desportiva com marca 1xBet e prever o que o futuro reserva para esta equipe.

Embora Havertz e Wirtz tenham papéis ligeiramente diferentes em campo, ambos são jogadores cruciais para o centro do campo. É graças à habilidade deste meio-campista que o “Bayer” frequentemente controla o jogo. Isto permite que o clube se sinta confiante em campo e alcance bons resultados. A propósito, site 1xBet – apostas em live acessíveis torna realidade. Portanto, você pode não apenas acompanhar os confrontos que envolvem esta equipe, mas também convertê-los em novas vitórias.

Note que o progresso de Wirtz tem sido notado em muitas frentes, em particular:

  1. O jogador fez sua estreia na seleção alemã. Ele ainda contava com a confiança de Joachim Löw, e sob Hansi Flick Wirz está se tornando um atleta cada vez mais importante para a equipe. Você pode fazer apostas em live acessíveis em site 1xBet para as rivalidades do Bundesstim.
  2. O jogador estava entre os indicados para o Prêmio Golden Boy. É claro que ele não era o principal favorito, mas mais uma vez enfatiza o nível de seu talento.
  3. Ele atraiu a atenção dos principais clubes.

Se Wirtz continuar progredindo, ele pode muito bem se tornar um dos principais jogadores de sua equipe nacional.

Fatores do desempenho de um jogador de sucesso

Para muitos especialistas, o desempenho bem-sucedido do meio-campista alemão não foi uma sensação. Ele tem bons dados antropométricos, tem visão de campo. Graças a isso, ele é capaz de mover a bola rapidamente. Em 1xBet – tente aposta futebol online e comece a converter seus conhecimentos em novos ganhos. As oposições envolvendo a equipe de Wirz na plataforma são cobertas com o máximo de detalhes possíveis.

O meio-campista ainda é muito jovem e continua a progredir ativamente. Agora é muito importante para ele praticar seu jogo regularmente e melhorar suas habilidades.

Os torcedores ainda podem tente aposta futebol online na empresa 1xBet e fazer bom dinheiro.

Por:Cene Produtora
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

https://www.folhadoprogresso.com.br/ganhe-com-a-sua-popularidade-no-programa-de-afiliados-1xbet/

 




Homem mata irmão por prato de comida no Pará

(Foto:Reprodução) – O fratricídio é um termo que descreve o homicídio de um ser humano por seu próprio irmão; podendo referir-se igualmente à mesma ocorrência entre dois membros de um mesmo grupo social minoritário.

Foi o que aconteceu na rua do Riozinho, no bairro do Caixa D’água, em Capanema, no nordeste do Pará. Um homem foi morto a facadas pelo próprio irmão nesta quinta-feira (25).

Segundo informações preliminares, era por volta das 7h30, quando os irmãos brigaram supostamente por um prato de comida. Charlon teria desferido uma facada na região das costelas do irmão Charles.

As polícias Civil e Militar estiveram no local. O Núcleo Avançado do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) de Bragança foi acionado para fazer a remoção do corpo. O irmão suspeito fugiu do local com a refeição após o crime.

Fonte: DOL

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/consumidores-aproveitam-black-friday-para-investir-na-educacao/

 




Homem sobe muro de igreja e mata vítima no telhado de casa, na região nordeste do Pará

Um assassino contratado escalou o muro de uma igreja evangélica localizada no Bairro Novo em Mocajuba, na região Nordeste do estado, e disparou várias vezes contra um homem identificado como Carlos Samuel, na última quarta-feira (24).

Segundo relatos, a vítima estava retelhando a casa.

De acordo com informações, a vítima ainda foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Municipal de Mocajuba (HMM).

Ninguém foi preso. A motivação do crime ainda é desconhecida. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Portal Tailândia

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/consumidores-aproveitam-black-friday-para-investir-na-educacao/

 




Juíza condiciona liberdade de prefeito no Amazonas a fiança de R$ 22 mil

Pedrinho Barboza foi preso em flagrante pela Polícia Federal (Foto: Facebook/Dermilson Chagas/Divulgação)

Em audiência de custódia realizada na manhã desta terça-feira (23), a juíza Ana Paula Serizawa, da 4ª Vara Criminal da Justiça Federal do Amazonas, condicionou a liberdade provisória do prefeito do município de Jutaí (a 750 quilômetros de Manaus), Pedro Macário Barboza (PDT), ao pagamento de 20 salários mínimos (equivalente a R$ 22 mil).

“Portanto, sopesando os fatos, o direito à liberdade se sobrepõe à necessidade de prisão, visto esta ser medida excepcional e não recomendável no caso concreto. Pelo exposto, concedo a liberdade provisória a Pedro Macário Barboza”, escreveu Serizawa, ao impor o pagamento da fiança ao prefeito de Jutaí.

Pedro Barboza foi preso em flagrante nesta segunda-feira (22) por transportar 257 gramas de ouro avaliadas em R$ 80 mil que a Polícia Federal afirmou ser “sem autorização legal”. Conforme a instituição, a prisão foi realizada por volta das 8h quando ele tentava embarcar no aeroporto de Tefé com destino a capital amazonense.

Além do pagamento da fiança, a magistrada autorizou a quebra do sigilo telemático e cadastral dos telefones celulares apreendidos com o prefeito para “identificar possíveis terceiros envolvidos”. Ela determinou, ainda, que o prefeito atualize a Justiça Federal do Amazonas e a Polícia Federal sobre o endereço, e-mail e telefone.

Ao decidir pela liberdade provisória de Pedro, Serizawa considerou que a prisão é “medida extraordinária” e só pode ser decretada, por exemplo, para garantir a ordem pública e econômica e quando houver “prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado”.

No caso do prefeito de Jutaí, a magistrada disse que “estão presentes a prova material do crime e indícios suficientes de autoria”. Entretanto, o caso não envolveu violência ou grave ameaça, nem há informações de que Pedro tenha cometido o delito mais de uma vez. A juíza considerou, ainda, que, caso ele fosse condenado, caberiam medidas despenalizadoras.

Serizawa, ao fixar a fiança em 20 salários mínimos, sustentou que entende que o valor da fiança “deve guardar proporcionalidade com o valor do ouro apreendido”. Entretanto, no caso, ela disse que “deve ser sopesado tanto o pedido do Ministério Público quanto o fato de o flagrado exercer o munus público de prefeito no município de Jutaí”.

Por Felipe Campinas, da Redação

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/consumidores-aproveitam-black-friday-para-investir-na-educacao/

 




Foragido de justiça é capturado pela polícia militar de Trairão

Após uma denúncia de um cidadão, informou a polícia militar do PPD105°, que havia um homem promovendo desordem próximo a casa de festa “Taj Mahal”, a guarnição de serviço seguiu em diligência até o local Informado, o indivíduo foi encontrado sendo o nacional de nome Leonardo Paiva, de imediato ele  foi conduzido até o PPD 103° do distrito de Moraes Almeida, Leonardo não disse nada a polícia, após uma pesquisa no sistema de segurança. O procurado foi encaminhado para a Delegacia de Plantão da cidade de Traírão, onde foi registrado o boletim de ocorrência de Captura de Foragido. Em seguida, ele foi recolhido à Cadeia

Diante disso foi comunicado ao Delegado plantonista da Polícia Civil da cidade DPC Dr° Milhomem, sendo confirmado a situação de Leonardo, o delegado orientou que o mesmo fosse apresentado na delegacia de Trairão afim de tomar os procedimentos cabíveis de acordo com as Leis.

Fonte-Tv online Itaituba-Yokin Paranatinga – Com Foto

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/consumidores-aproveitam-black-friday-para-investir-na-educacao/