Pará registra 609.392 casos e 16.912 mortes por Covid-19

(Foto:Peter Linforth/Pixabay) – Sespa confirmou mais 696 casos de Covid-19 e 12 mortes causadas pela doença.

O Pará contabilizou mais 696 casos de Covid-19 e 12 mortes causadas pela doença. Segundo o boletim divulgado pela Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa) nesta terça-feira (30), agora são 609.392 pessoas diagnosticadas com a doença desde março de 2020, sendo que 16.912 morreram.

Foram confirmados 135 novos casos e nenhuma morte cadastrada hoje e que ocorreram nos últimos sete dias. Em relação à subnotificação das prefeituras, foram confirmadas mais 561 casos e 12 óbitos ocorridos em dias anteriores.

O Pará possui, até então, 569.612 recuperados, 131.791 descartados e 207 casos em análise.

Ocupação hospitalar

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem ocupação de 41% dos 209 leitos clínicos e 59% dos 200 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

A Sespa continua informando que já foram realizados 758.914 testes rápidos e 240.090 testes de laboratórios (PCR) desde o início da pandemia.

Por g1 Pará — Belém

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Quinze presos são transferidos do Pará para unidades de segurança máxima de outros estados

Embarque aconteceu às 15h20 horas, em um avião Hércules C 105, da Força Aérea Brasileira.
(Foto:Reprodução)

Quinze presos de alta relevância criminal forma transferidos nesta terça-feira (30), do Pará, para unidades de segurança máxima do Sistema Penitenciário Federal, em outros estados. A transferência foi realizada após pedidos da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Pará (Seap), que argumentou junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) sobre os crimes cometidos e a periculosidade desses custodiados, integrantes de quadrilhas do crime organizado nacional e internacional.

O embarque aconteceu às 15h20 horas, em um avião Hércules C 105, da Força Aérea Brasileira, que foi enviado para a missão em Belém, pelo Departamento Penitenciário Nacional.

Os argumentos da secretaria foram acatados pelo Depen e também encaminhados para análise e julgamento dos juízes corregedores federais, que deferiram os pedidos de transferência. Todo o trabalho de transferência foi feito com protocolos de segurança, saúde e para garantir a integridade física e mental dos 15 custodiados.

A transferência executada pela Seap foi planejado e coordenado pelas Diretorias de Execução Criminal (DEC) e de Administração Penitenciária (DAP), com apoio e segurança de equipes da Polícia Penal, da Assessoria de Segurança e Inteligência (ASI), da Central Integrada de Monitoramento Eletrônico (CIME), órgãos da secretaria, e pelo Comando de Operações Penitenciárias (COPE), da Polícia militar, mas que atua na segurança das unidades do Sistema Penitenciário do Estado, e que coordenou a operação, durante o percurso do ‘comboio’ de viaturas entre o complexo de Santa Izabel e o hangar do Grupamento Aéreo de Segurança Pública, em Belém.

No GRAESP, os 15 presos foram submetidos a exames de corpo de delito, realizados por médico do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, parceiro da secretaria, e para covid-19, feito por equipe de saúde da Diretoria de Assistência Biopsicossocial, da Seap. Os presos receberam ainda atendimento psicossocial, de saúde, alimentação e hidratação, antes do embarque. Todos apresentaram bom estado de saúde e nenhum testou positivo para covid.

O atendimento pelas equipes da Seap e das instituições parceiras no GRAESP foi acompanhado pelo secretário Jarbas Vasconcelos, pelo secretário adjunto, Arthur Moraes, e por diretores e gestores da Seap. Depois de finalizada essa parte, os 15 presos foram encaminhados para a Base Aérea, do Comando da Aeronáutica em Belém. Na Base, os presos foram entregues para policiais penais do Sistema Penitenciário Federal, e também passaram por procedimentos e protocolos de segurança para poder embarcar.

Por G1 PA — Belém

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Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio estimado em R$ 12 milhões

(Foto:Reprodução) –  A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (1º) um prêmio estimado em R$ 12 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.433 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Por:Agência Brasil

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PRF que atirou em personal e agrediu ex-mulher no motel é encontrado morto

O corpo do agente da segurança pública já estava em estado de decomposição quando foi encontrado, em Campo Grande (Foto:Reprodução / Portal do Holanda)

O ex-casal estava em processo de divórcio

Um policial rodoviário que invadiu um motel, atirou na boca de um personal trainer e agrediu a ex-mulher, foi encontrado morto na tarde de domingo (28), em uma estrada rural na região das Três Barras, na região sudoeste de Campo Grande. Com informações do Portal do Holanda.

Conforme a Polícia Civil, o corpo do agente já estava em estado de decomposição quando foi encontrado. A causa da morte ainda não foi esclarecida. A ex-mulher do policial relatou que ele a seguiu até o motel e em seguida cometeu o crime.

O ex-casal estava em processo de divórcio. Ela já havia solicitado “medida protetiva de urgência” em relação ao acusado.

Por:O Liberal

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Com falhas na zaga, Cuiabá perde para o time alternativo do Palmeiras na Arena Pantanal

Com duas falhas do zagueiro Paulão, o Cuiabá acabou desperdiçando a chance de somar três pontos em casa.

Há pouco, a equipe foi derrotada por 3 a 1 pelo time alternativo do Palmeiras, em partida disputada em uma Arena Pantanal com mais de 20 mil torcedores.

Com o resultado, o Cuiabá caiu uma posição e fica em 15º, com 43 pontos, a 3 de distância para o Bahia, primeira equipe na zona de rebaixamento. Já o Palmeiras se consolida na terceira colocação com 62 pontos.

Na próxima sexta-feira (3), em jogo atrasado da 35ª rodada, o Cuiabá volta a campo para encarar o Athletico Paranaense na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). O Furacão também será o próximo adversário do Palmeiras, novamente em Curitiba, na segunda-feira (6).

O jogo – Atuando fora de casa e com um time alternativo, o Palmeiras surpreendeu ao abrir o placar aos 3 minutos. Michel lançou pela direita, Paulão e Walter se atrapalharam, e Gabriel Silva ganhou na velocidade. O atacante palmeirense ainda driblou o goleiro do Cuiabá, antes de tocar para o gol vazio.

Após o revés, o Cuiabá tentou pressionar. Aos 6, Pepê arriscou de longe e a bola parou na zaga alviverde. Aos 13, João Lucas cruzou e Jenison tentou cabecear, mas Michel conseguiu afastar. Dois minutos depois, Jenison recebeu cruzamento e cabeceou por cima do gol. Aos 19, foi a vez de Pepê tabelar com Jenison e chutar de esquerda para boa defesa de Vinicius.

O Palmeiras voltou ao ataque aos 25, com Giovani. O atacante recebeu na direita, avançou e chutou, mas acabou mandando para fora. Aos 28, Giovani chegou à linha de fundo e cruzou para Gabriel Silva, que bateu de primeira e jogou por cima da meta de Walter. Na terceira chegada perigosa ao ataque, o Palmeiras acabou ampliando o placar. Gabriel Menino desviou de cabeça, Giovani dominou, disparou em velocidade e bateu colocado, vencendo Walter.

O Cuiabá, porém, conseguiu diminuir aos 35, com Alan Empereur. Clayson cruzou na área, Jenison cabeceou no travessão e, no rebote, o zagueiro apareceu para cabecear para o fundo da rede. O Dourado ainda teve uma nova oportunidade aos 37, em chute de Clayson de fora da área, defendido por Vinicius.

A partida continuou bastante movimentada no segundo tempo. O Palmeiras chegou com perigo em duas oportunidades. Aos 5, Giovani tocou para Vanderlan, que cruzou, mas ninguém alcançou a tempo de finalizar. Aos 6, Vanderlan invadiu a área, bateu cruzado e Lucas Hernandez desviou para escanteio. O Cuiabá respondeu aos 8, com o próprio Lucas Hernandez. O lateral chegou na linha de fundo e tentou cruzar. Com desvio, a bola foi em direção ao gol e quase enganou Vinicius, que conseguiu espalmar. Pouco depois, Empereur avançou e exigiu boa defesa do goleiro palmeirense.

O Palmeiras voltou ao ataque aos 10, em cruzamento de Gabriel Menino, que Renan subiu para cabecear. Walter fez grande defesa e evitou o gol. Aos 12, a bola foi alçada na área do Palmeiras e Empereur cabeceou para fora. Cinco minutos mais tarde, Elton fez o pivô para Rafael Gava, que chutou de fora da área e mandou pela linha de fundo. Aos 21, o Alviverde ameaçou com Matheus Fernandes, em chute de fora da área defendido por Walter.

Aos 25, o Cuiabá esteve perto de empatar. Clayson recebeu na área e saiu cara a cara com Vinicius. O camisa 10 tentou tocar na saída do goleiro, que, porém, levou a melhor e fez a defesa. Aos 36, foi o Palmeiras quem quase marcou. Fabinho interceptou passe de João Lucas e puxou contra-ataque, com Veron. O volante tentou o chute de esquerda, mas acabou travado.

Aos 43, o Cuiabá esteve muito perto de marcar o gol de empate. A bola foi cruzada na área e Paulão tentou emendar uma bicicleta, mas acabou travado pela marcação. Na sequência, o próprio Paulão recebeu novo cruzamento, subiu livre e cabeceou. Vinicius Silvestre conseguiu espalmar e jogou para escanteio.

No final do jogo, o Palmeiras ainda conseguiu ampliar, com Gabriel Veron. O jogador aproveitou saída errada de Paulão, avançou e chutou no ângulo de Walter. Na comemoração, o atacante tirou a camisa, levou o segundo cartão amarelo e acabou expulso.

Por:Só Notícias/Herbert de Souza (foto: assessoria)

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Ciúmes na BR 163-Motorista de caminhão mata amante da mulher e é preso na Vila Isol em Novo Progresso

Antônio de Amaral Gonçalves  – (Foto:Reprodução) –  O motorista de caminhão Paulo Antônio de Amaral Gonçalves,Gaucho de 42 anos, foi preso nesta terça-feira, 30 de novembro de 2021, pela polícia Militar do distrito de Vila Isol (distante 85 km de Novo Progresso) acusado de matar a tiros por ciúmes o amante da mulher na comunidade de São Roque  às margens da rodovia BR-163 em Novo Progresso.

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Romeu morreu no local (foto Via WhatsApp)

Paulo que é motorista da empresa Baronio, dirigia caminhão Volvo 540 de cor branca, placa BET 2896, ao ver o caminhão do amante da sua mulher que é motorista da empresa Canada, parado na comunidade São Roque, parou para satisfação e acabou disparando quatro(4) tiros de revólver 38 na vítima.

A polícia militar foi informada do crime que o acusado seguia Vila Isol (km 1000), fez barreira e prendeu  em flagrante Paulo Antônio de Amaral Gonçalves, com arma do crime. O motorista confessou que passava pela rodovia e avistou o caminhão do Romeu Coutinho, que teria relacionamento amoroso com Cristina Aparecida Correa, sua esposa, e parou para tirar satisfação acabou discutindo e disparou quatro tiros na vitima que morreu no local.

Após confessar o crime o motorista recebeu voz de prisão e foi encaminhado para Delegacia de polícia civil de Novo Progresso para procedimentos.

“O motorista confessou para polícia que o crime foi cometido por motivo passional, matou Romeu Coutinho por ciúmes já que ele mantinha um romance as escondidas com a sua esposa”.

Por:Jornal Folha do Progresso com informações da PM

 

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Custo médio de cada preso no país gira em torno de R$ 1.800 por mês, revela estudo

Relatório do CNJ obtido com exclusividade pelo g1 e pela GloboNews mostra que a diferença de custo per capita entre os estados, porém, chega a 340%.

Autores mostram a necessidade de uma metodologia mais precisa para calcular os gastos e propõem um índice para melhor mensurar a efetividade/qualidade da política prisional.

Um preso custa, em média, aos cofres dos estados o valor de R$ 1.800 por mês. É o que revela um estudo inédito obtido com exclusividade pelo g1 e pela GloboNews. A diferença no custo per capita, porém, chega a 340% na comparação entre as unidades da federação.

O documento foi elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

O valor de R$ 1.800 é uma média ponderada levando em conta a população carcerária de todos os estados. Há, no entanto, diferenças gritantes: enquanto em Pernambuco o custo é de R$ 955 por preso por mês, no Tocantins esse valor chega a R$ 4.200.
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Estudo mostra custo médio de um preso no país — Foto: Guilherme Gomes/g1

No caso do Tocantins, os valores informados são referentes a apenas dois estabelecimentos prisionais, ambos geridos com participação da iniciativa privada. “Esta informação, cabe destacar, contradiz a expectativa corrente de que uma redução nos gastos com o sistema prisional seria possível a partir da participação da iniciativa privada no setor”, dizem os autores.

Para chegar aos valores, foram feitas solicitações via Lei de Acesso à Informação às unidades da federação. E, apesar de desde 2012 uma resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) estabelecer parâmetros para a aferição do custo de cada preso, poucos estados seguem tais critérios.

O CNPCP lista como custos as despesas com pessoal (salários dos agentes e outros encargos), transporte, material de limpeza, água, luz, telefone, lixo, esgoto, itens de higiene, alimentação, atividades educacionais, recursos de saúde, entre outros.

“No levantamento realizado pela presente pesquisa, 11 unidades da federação mencionaram utilizar a referida resolução como referência para realizar seus cálculos. Contudo, apenas seis unidades federativas de fato forneceram os dados seguindo minimamente os parâmetros propostos pela resolução do CNPCP. Os dados reunidos no relatório, incluindo as muitas discrepâncias entre as metodologias e valores apresentados pelas unidades da federação, evidenciam uma vez mais a falta de parametrização e transparência quando se trata dos valores que compõem os custos da reclusão de indivíduos no sistema prisional brasileiro”, afirmam os autores do estudo.

Não foram obtidas informações dos estados do Acre, Roraima, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

“Com taxas crescentes de encarceramento, a política prisional brasileira inevitavelmente acarreta grandes custos para os cofres públicos. É urgente, portanto, saber com precisão como esses recursos estão sendo alocados, e o que esse conjunto de informações de fato revela sobre a gestão das políticas penitenciárias. E, para tanto, são essenciais dados qualificados e confiáveis.”

O último levantamento do Monitor da Violência mostra que o número de presos – contando os em regime aberto e em carceragens da Polícia Civil – passa de 750 mil no Brasil. Ou seja, trata-se de um gasto bilionário.

Os autores citam que é extremamente importante a contabilização dos gastos em todas as áreas do governo que apoiam o sistema prisional – não apenas das secretarias dentro do orçamento das correções. “Ainda que as pastas responsáveis pela política prisional estadual concentrem sob sua responsabilidade a maior parte dos gastos com a população privada de liberdade, gasto com saúde e educação dessa população, por exemplo, em alguns casos, advém das rubricas das respectivas secretarias. Ou seja, a supressão de despesas relacionadas ao preso ou a sua diluição em outras rubricas são exemplos de fatores que podem levar à subestimação dos custos.”
presoBrasil tem mais de 750 mil presos — Foto: Danilo Pousada/GloboNews

Necessidades básicas

Um dos pontos mais relevantes do relatório do CNJ é o que diz respeito à discriminação dos custos por tipo de gasto. Quando é levado em conta um dos principais itens, a alimentação, por exemplo, há uma grande diferença entre os valores informados pelos estados. Em Pernambuco o gasto diário com a alimentação de cada pessoa privada de liberdade é de menos de R$ 6 (ou R$ 176 por mês); já no Amazonas esse gasto é seis vezes maior: R$ 38 diários (ou R$ 1.145 mensais).

Os gastos com material de higiene, vestimenta, colchões e material de limpeza também variam muito. Em Alagoas e no Distrito Federal, por exemplo, o gasto mensal não ultrapassa os R$ 11 por preso. “As discrepâncias observadas suscitam indagar como os estados, com gastos tão reduzidos, são capazes de fornecer subsídios mínimos para as pessoas privadas de liberdade. A resposta provável é apenas uma: essas necessidades básicas não estão sendo devidamente atendidas”, pontuam os autores do estudo.

Os gastos com pessoal – um dos que mais impactam na composição final – também são díspares. No Distrito Federal, eles representam 60% do total. Já no Amapá, esse percentual chega a 83%.

Para o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, o estudo do CNJ representa um avanço pois, na prática, “os estados não sabem exatamente quanto custa o seu sistema prisional”. “A verdade é que ninguém controla nada, e o valor mais fácil de ser controlado é salário, é um valor com peso muito forte no orçamento público. A primeira grande questão é essa: ter métricas que permitam que a gente faça o cálculo”, diz.

Segundo ele, a Emenda Constitucional nº 104, de 2019, aumentou o custo da atividade desempenhada pelos agentes de segurança penitenciária em todo o país. “Todos os agentes prisionais passaram a ser policiais, com os direitos e as prerrogativas de serem policiais, aumentando o custo dessa atividade. O estudo sobre os custos do sistema prisional aponta que o foco é muito na vigilância e na repressão e muito menos na política prisional como um todo”, afirma.

preso3Custo de atividade dos agentes tem grande peso no gasto dos estados — Foto: Natinho Rodrigues/TV Verdes Mares

Qualidade/efetividade da política prisional

O objetivo do estudo, aliás, não é apenas apontar qual estado gasta mais e qual menos, e sim tentar entender o impacto de cada gasto na execução da política prisional. E, neste ponto, também há dificuldade em estabelecer uma correlação direta entre mais gastos por preso com uma maior efetividade da política penitenciária.

“Uma análise de custos do sistema prisional pode ser inócua caso não se contemple também uma discussão a respeito da efetividade do serviço prestado. Realizar esse exercício, contudo, é desafiador. A noção de custo, sem dúvida, é de fácil compreensão e, via de regra, vem acompanhada de cifras que impressionam o público menos acostumado a lidar com temas orçamentários. Já discussões sobre efetividade das políticas públicas são mais matizadas e demandam maiores esforços para sua apreensão. Soma-se a isto o fato de existir pouco apelo para a população – que, em geral, não enxerga as pessoas privadas de liberdade como sujeitos de direitos –, e, portanto, importa-se pouco com a eficiência dos serviços a elas prestado”, afirmam os autores do estudo.

Por isso, eles defendem a criação de um índice que leve em conta nove pontos:

Assistência material (alimentação e kits de cuidado pessoal)
Saúde (infraestrutura e equipe de atenção básica)
Educação (infraestrutura e percentual de presos estudando)
Assistência jurídica (espaço exclusivo para atendimento jurídico e quantidade de defensores atuando)
Trabalho (vagas disponíveis em sala de produção, número de pessoas trabalhando e número de pessoas que receberam curso profissionalizante)
Segurança e acessibilidade (infraestrutura, número de mortes violentas e de fugas, rebeliões e motins)
Contato com mundo externo e convívio (local específico para visita social e íntima e visita do Conselho da Comunidade)
Servidores penais (existência de refeitório, vestiário e alojamento, presença e funcionamento de escola penitenciária, ao menos um agente para cada 5 presos e atividades técnicas e de segurança)
Ocupação (taxa de ocupação)

“O desenvolvimento de uma metodologia de quantificação dos custos dos estabelecimentos penais, sem dúvida, pode ser uma poderosa ferramenta para subsidiar a tomada de decisões. O desenvolvimento de uma política pública eficaz para o sistema prisional brasileiro depende de informações confiáveis”, dizem.

Na avaliação do defensor público e ex-diretor do Depen Renato De Vitto, o estudo representa um avanço, dado o esforço do CNJ em reunir dados relativos aos custos com a gestão de unidades prisionais de praticamente todo o país. “A iniciativa é ótima e vem suprir uma lacuna que é super grave, que é a contabilização das despesas do sistema prisional do país. Houve também uma tentativa de estabelecer uma metodologia para a aferição do custo, o que é, sem dúvida, meritório”, diz o especialista.

Para o ex-diretor do Depen, um aspecto evidente do levantamento é que o Estado tem investido mais naquilo que ele classifica como o “custeio mínimo” no sistema prisional.

“A maior parte das despesas é para pagar o carcereiro para bater cadeado e a quentinha do preso. Estamos falando do mínimo possível para a cadeia funcionar”, explica De Vitto.

preso6Custo com pessoal é o principal em todos os estados — Foto: Natinho Rodrigues/TV Verdes Mares

Problematização dos gastos

O relatório cita uma pesquisa do instituto Sou da Paz que diz que o custo mensal de um preso no sistema prisional paulista é 47 vezes maior que o custo da utilização de uma pena alternativa. E que mostra ainda que os valores destinados à administração penitenciária cresceram 27,5% na última década, enquanto projetos destinados à população jovem tiveram investimentos reduzidos: segundo os dados levantados, um mês de prisão provisória de todos os jovens do estado custa mais do que o governo estadual investiu em um ano no programa ‘Ação Jovem’.

“O conhecimento dos custos do governo é de suma importância para a adoção de mudanças nos procedimentos que regem as decisões sobre o uso dos recursos públicos, bem como sobre os métodos aplicados à gestão das políticas e dos programas governamentais. A contenção de gastos, sob a retórica de racionalização da alocação de recursos, é fulcro das decisões em políticas públicas. No contexto atual, no qual uma crise de saúde pública acarretada pela pandemia da Covid-19 vem produzindo déficits na arrecadação, essa preocupação se torna mais premente. Soma-se a isso o fato de que, em diversas áreas, não há informação precisa e de qualidade que guie a gestão dos recursos públicos alocados. Como resultado, cresce o interesse em estratégias orientadas a dados para maximizar os gastos governamentais”, afirmam os autores no relatório.

O documento do CNJ cita ainda outra pesquisa que lembra que não são contabilizados os prejuízos de rebeliões, motins, mortes e gastos com transporte de presos para audiências e eventos extraordinários relacionados com o sistema penitenciário no cálculo do custo de um preso. “Deveria se considerar, também, o custo do próprio aparato das forças de segurança pública, do sistema de justiça, além do impacto decorrente da renda não gerada pelos indivíduos economicamente ativos privados de liberdade e alijados da possibilidade de exercerem atividade produtiva”, diz um outro estudo citado.

O defensor público e ex-diretor do Depen concorda e diz que não se pode ignorar o chamado custo social do encarceramento, resultado de questões como a imobilização da força de trabalho de centenas de milhares de jovens, já que a maioria dos detentos do país são desse perfil.

“Há estudos nos Estados Unidos que apontam um custo, por exemplo, de US$ 1 milhão por cada preso em termos de imobilização da força de trabalho de jovens, que ficam ociosos no sistema prisional. E tem também os gastos com o funcionamento das agências de controle, que são as polícias, a investigativa [polícias civis e Federal], a ostensiva [polícias Militares], e todas as instituições do sistema de Justiça, como o Judiciário, Ministério Público e a Defensoria Pública. Se tudo isso estivesse contabilizado, o custo médio por preso calculado seria muito maior”, afirma De Vitto.

Segundo ele, a separação por tipo de despesa do total gasto, em cada estado, com a custódia dos presos demonstra que o poder público investe muito pouco em programas de prevenção, nas chamadas ações de atenção ao egresso, visando à sua educação ou o incentivo à obtenção de um emprego. “Fica claro que não se encara o preso como uma pessoa vulnerável do ponto de vista social, que não teve acesso à educação e a um trabalho digno”, diz o ex-diretor do Depen.

“Esse é um dos motivos para o quadro atual do sistema prisional brasileiro, onde o preso é estigmatizado, não consegue emprego, a não ser apenas o trabalho na construção civil ou em alguma outra ocupação informal. Nem em trabalhos com transporte por aplicativos ele consegue, pois há a exigência de comprovação de não ter antecedente criminal. Qual é a consequência? Quando termina a pena, o sujeito sai e volta.”

Renato Sérgio de Lima concorda: “No Brasil, a gente tem de entender que, após o cumprimento de pena, o preso tem de voltar para a sociedade. A falta de métricas e a falta de informação [sobre o sistema prisional] são um bom indício de que, abrindo a porta, a gente fala: ‘Vá embora’. Deixando ele suscetível a ser recrutado pelo crime organizado e suscetível a voltar para a criminalidade por completa falta de opções.”

Por Thiago Reis e Léo Arcoverde, g1 e GloboNews

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DF investiga caso suspeito da Ômicron em homem que veio da África do Sul

Viajante aguarda os resultados de um teste para saber se está contaminado pela nova cepa da COVID-19, a ômicron (foto: Robson Valverde / SES-SC)

Um viajante recém-chegado da África do Sul, que desembarcou em Guarulhos no dia 27 de novembro, com posterior voo para Brasília, aguarda os resultados de um teste para saber se está contaminado pela nova cepa da COVID-19, a Ômicron, identificada na África do Sul na última semana. O prazo para a conclusão do exame é de quatro dias.

Trata-se de um homem, da faixa etária entre 40 e 49 anos, que recebeu três doses de vacina. Ele realizou o teste da COVID-19 no dia 29 de novembro, no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), e teve resultado positivo. Apesar de assintomático, o viajante está em isolamento domiciliar desde a chegada à capital.

O voo é o mesmo em que estava o outro caso confirmado de COVID-19 identificado em São Paulo.O caso está sendo monitorado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Federal (Cievs-DF). Se confirmado, seria o primeiro caso da variante Ômicron no DF.

O Lacen-DF já iniciou as análises para sequenciamento genético da amostra, com o objetivo de verificar se trata-se da variante Ômicron.
Ano Novo

Nesta terça-feira (30/11), o GDF decidiu suspender as flexibilizações das medidas contra a COVID-19 previstas para o final do ano, e cancelou a festa de Réveillon na capital federal. O cancelamento foi confirmado ao Correio pelo chefe do Executivo local, Ibaneis Rocha (MDB).

De acordo com o governador, a definição foi feita em reunião nesta manhã, para tratar do assunto. O cancelamento ocorreu diante do risco da nova variante do novo coronavírus, a Ômicron. Por enquanto, a nova cepa não foi confirmada no Brasil e nem no DF mas, segundo Ibaneis, é preciso cuidado. “Queremos evitar a possível circulação da nova variante”, disse.

Há cerca de uma semana, o chefe do Executivo local anunciou que a Secretaria de Cultura preparava uma festa com, pelo menos, cinco palcos e shows no DF. À época, Ibaneis reiterou que o avanço da vacinação e a queda dos índices da pandemia eram favoráveis para as comemorações.

Em relação ao carnaval de 2022, Ibaneis Rocha afirmou ao Correio que não tem nenhuma definição de como será.

Por:Ana Maria Pol – Correio Braziliense

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Mulher oferece R$ 2 mil de recompensa para recuperar carro roubado em Itaituba (PA)

O veículo roubado é um Chevrolet Onix, de cor prata. (Foto: Reprodução)

O veículo foi roubado na quarta (24), da frente da residência da proprietária, no bairro da Floresta.

Itaituba é um município brasileiro do estado do Pará, pertencente à Mesorregião do Sudoeste Paraense. É o décimo quarto município mais populoso do estado e um dos principais centros econômicos do oeste paraense. Possui o décimo terceiro maior produto interno bruto no estado. A cidade é considerada de médio porte, e uma das cidades que apresentam crescimento econômico acelerado no interior do Brasil, além de ser destaque nos vestibulares regionais, estaduais e nacionais, e no ensino da música.

Um veículo foi roubado na madrugada de quarta-feira (24), por volta de 03h, da residência de sua proprietária, localizada na 11ª rua do bairro Floresta, em Itaituba, sudoeste do Pará.

A dona do veículo, Francisca Eunita Mauricio, está oferecendo uma recompensa de R$ 2 mil para quem der informações que leve ao paradeiro do seu veículo.

Segundo informações, o carro, um Chevrolet Onix, de cor prata, estava estacionado em frente a sua residência quando foi levado.

Quem tiver informação concretas do paradeiro do veículo, pode entrar em contato com através do número de telefone (93) 99104-5094 ou (93) 991996446.

Fonte: Portal Giro

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Curso gratuito de Tecnologia de Nuvem do SENAI está com inscrições abertas

Aulas são totalmente on-line e disponibilizadas por meio da plataforma Qwik Labs

Duas mil vagas para cursos gratuitos de Tecnologia e Computação estão sendo disponibilizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em parceria com a Google Cloud Computing Foundations. Interessados podem se inscrever até o dia 5 de dezembro, pelo site da Instituição.

As aulas são totalmente on-line e disponibilizadas por meio da plataforma Qwik Labs. No prazo de 60 dias, todos os estudantes que concluírem o programa receberão digital badges, para compartilhar em sua rede e no currículo, e um voucher de desconto para a certificação internacional Cloud Architect.

Ao concluir a certificação, será possível participar de eventos onde Google Cloud convida estudantes e empresas que estão procurando este tipo de talento para inserção no mercado de trabalho.

Composto por uma série de quatro cursos on-line e gratuitos, o Google Cloud Computing Foundations apresenta os conceitos da Computação em Nuvem. Esse setor da Tecnologia da Informação (TI) é cada vez mais requisitado por empresas e deverá alcançar as maiores cifras de investimento nos próximos anos. Áreas como as tecnologias de transformação digital, como Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Big Data e Robótica também devem alcançar marcas altas.

Bolsas de estudo para cursos EAD

Além de contar com os cursos gratuitos, estudantes e profissionais têm a oportunidade de investir em sua formação e ter acesso a formações com mais embasamento teórico e preparação prática. Entre estes, estão os cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), como a graduação e pós-graduação.

Por serem de maior qualidade e ofertados por instituições reconhecidas é comum que as mensalidades sejam um pouco elevadas. Uma forma de economizar no orçamento é contar com as bolsas de estudo do Educa Mais Brasil. Através delas é possível conseguir até 70% de desconto no seu curso. As inscrições estão disponíveis ao longo de todo o ano.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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