Após assassinato de sargento da PM, quatro morrem em intervenção policial no Pará

Policial é baleado em Parauapebas, no Pará. — Foto: Reprodução / Redes sociais

Militar foi sepultado nesta quinta-feira após homenagens de colegas militares. Após morte dele, quatro pessoas morreram em intervenção militar.

Quatro pessoas morreram durante intervenções policiais em Parauapebas na quarta-feira (2), após o assassinato do sargento Émerson Brito dos Santos. (As informações são do Por g1 Pará — Belém)

As identidades foram confirmadas por autoridades, que não detalharam o horário e intervalo entre as mortes. Os quatro mortos são: Adielson Costa dos Santos, Silvane Ferreira de Almeira Júnior, Jordão Ferreira da Silva e Dailson Conceição Sousa.

O corpo do policial militar, que morreu após ser atingido por tiro na cabeça em uma tentativa de assalto, foi sepultado nesta quinta-feira (3) em Marabá, também no sudeste do estado. Ele foi homenageado por militares em todo estado do Pará, segundo a PM.

Após a morte do sargento, a Polícia Militar iniciou operações na região para auxiliar nas investigações e identificação e captura de suspeitos do crime.

“Estamos fazendo várias operações, principalmente na questão da saturação e barreiras, em um raio de 40km do local que ocorreu o episódio infeliz”, disse Coronel Pedro, chefe de departamento geral de operações da Polícia Militar, sem mencionar sobre as mortes que ocorreram em Parauapebas.

O g1 procurou a PM, Polícia Civil e Secretaria de Segurança Pública (Segup) e pediu informações sobre a relação das mortes com o assassinato do sargento e posicionamento, mas não obteve retorno.

A 20ª Seccional Urbana de Parauapebas e Delegacia de Homicídios de Marabá está investigando a morte do policial como homicídio doloso.

A polícia não informou se identificou ou prendeu suspeitos, e disse em nota que “todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas para identificar os autores” .

Conhecido como Dos Santos, o sargento que foi morto em Parauapebas estava há 4 anos na corporação. Ele foi abordado por assaltantes pela manhã de quarta, próximo à casa onde morava no bairro Cidade Jardim.

Émerson chegou a ser encaminhado com vida até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e depois, foi transferido para a emergência do Hospital Municipal de Parauapebas (HMP). Ele seria levado ao Hospital Regional do Sudeste do Pará, em Marabá, mas sofreu parada cardíaca e morreu.

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/09:04:56

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SP: Jovem procura polícia após noivo cancelar casamento e sumir com moto

(Foto:Reprodução) – A jovem Katia Katerine Lourencio de Lima, de 26 anos, denunciou o então noivo após o rapaz cancelar o casamento dias antes da cerimônia e sumir com a moto dela, em Votorantim (SP). De acordo com Katia, o casamento estava marcado para quarta-feira (2), no entanto, seis dias antes ela foi abandonada.

“Ele simplesmente foi embora, sem falar aonde estava minha moto e falando que ia para Minas Gerais onde o pai dele mora. Mas ele acabou nem indo. Estou me sentindo enganada, principalmente, e triste porque eu tinha planejado toda uma vida com ele”, disse ao G1.

Ainda segundo a jovem, o rapaz a deixou com quase R$ 40 mil em dívidas feitas por ele em seu nome. Katia explicou que o casal se conheceu no ano passado, por meio de uma amiga em comum, e em junho de 2021 engataram o namoro.

Ela trabalhava na área de segurança, mas pediu demissão para trabalhar com o namorado na área financeira.

“Eu larguei meu emprego e comecei a trabalhar com ele no mercado financeiro. Baixei o aplicativo, fiz uma conta e ele começou a me ensinar. Só que nesse tempo eu sofri um acidente de moto e ele me falou que eu precisava recuperar meu psicológico, que eu estava muito abalada”, disse ao G1.

O casal noivou em novembro do ano passado e, conforme Katia, o homem sugeriu que eles pegassem cartões de créditos para comprar os móveis da futura casa. As contas estavam no nome da jovem, mas o então noivo tinha acesso.

Tempo depois, a noiva descobriu que o homem havia usado o limite dos cartões e que não havia pago as dívidas. Por conta disso, a mãe de Katia emprestou dinheiro ao homem para quitar o que estavam devendo.

No entanto, em janeiro, a jovem constatou que as dívidas não haviam sido pagas. “Eu simplesmente soube que ele sempre esteve mentindo. Até o momento que meu nome estava sujo por causa dos cartões eu tava perdoando, mas depois da moto eu surtei”.

No último dia 27, o rapaz decidiu ir embora levando a moto e o computador da jovem. O boletim de ocorrência foi registrado por apropriação indébita. O dinheiro usado dos cartões, o empréstimo feito pela mãe dela, a moto, o computador e tudo que já havia sido pago para a celebração do casamento gerou um prejuízo de R$ 40 mil. Até o momento, a moto e o computador da jovem não foram recuperados.

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/09:00:23

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Proprietário rural é multado em R$ 46,7 mil por incêndio que atingiu fazenda vizinha

(Foto:Divulgação, PMA) – De acordo com a PMA, policiais foram ao local e apuraram com o proprietário do imóvel

Um empresário foi multado em R$ 46,7 mil por incêndio em sua propriedade e que atingiu propriedade vizinha em Bonito, cidade a 297 quilômetros de Campo Grande. Equipe da PMA recebeu informações de que o proprietário de um imóvel rural, localizado à margem da estrada conhecida como “Boiadeiro”, havia provocado incêndio em sua propriedade, atingido áreas de nascente de rio (protegidas) e ainda adentrado em uma propriedade vizinha. (As informações são de Diego Alves)

De acordo com a PMA, policiais foram ao local e apuraram com o proprietário do imóvel, que realmente o fogo havia começado em uma área de limpeza de pastagem em sua propriedade, porém, não soube explicar como o fogo começou. As chamas se espalharam rapidamente pela pastagem e atingiram nascentes e matas ciliares do córrego Bonito, que são protegidas por lei como áreas de preservação permanente (APP). Além disso, o fogo adentrou em área de vegetação nativa da fazenda vizinha.

A equipe mediu a área afetada com uso de GPS, que perfez 16,65 hectares destruídos. O infrator (40), residente em Bonito, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 46.705,24 e poderá responder por crime ambiental. A pena prevista é de dois a quatro anos de detenção. O autuado foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA), junto ao órgão ambiental.

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/08:44:17

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Por determinação de Alexandre de Moraes, Weintraub deve depor na PF nesta sexta-feira

Weintraub deve ser ouvido hoje pela PF (Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Conforme o despacho, ele deve prestar esclarecimentos sobre um vídeo publicado nas redes sociais envolvendo o Supremo Tribunal Federal e seus membros

O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, deve prestar depoimento à Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira, 4. Conforme consta no despacho do relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ele deve prestar esclarecimentos sobre um vídeo publicado nas redes sociais em que são compartilhadas “diversas informações falsas” sobre a Corte e seus membros. No despacho, Moraes não especifica onde e em qual horário o ex-ministro do governo Jair Bolsonaro (PL) deverá ser ouvido. (As informações são da Agência Estado).

As imagens que levaram à investigação mostram Weintraub em uma entrevista ao podcast Inteligência Ltda, na qual afirma que um dos membros do STF teria demonstrado interesse em comprar sua casa no Brasil sob a justificativa de que ele não retornaria ao País após a ida aos Estados Unidos para assumir a diretoria do Banco Mundial.

O ex-ministro ocupou o Ministério da Educação por um ano e dois meses. Deixou a gestão de Bolsonaro em junho de 2020, ameaçado.

A oitiva deveria ter acontecido até o último dia 29 de janeiro, mas foi cancelada após Weintraub declarar às autoridades policiais ter testado positivo para a covid-19.

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/08:49:44

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‘Kit covid é perda de tempo’, diz médico que fez parecer rejeitado pelo governo

(Foto:© Shutterstock) – O professor Carlos Carvalho preparou um pedido de revisão da nota técnica sobre o tratamento da covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS)

O professor de pneumologia Carlos Carvalho, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e outros pesquisadores coordenados por ele preparam um pedido de revisão da nota técnica sobre o tratamento da covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS), assinada em janeiro pelo secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto.

O texto oficial, que defende o uso de medicamentos ineficazes contra a doença, como a cloroquina, e nega a certeza dos benefícios das vacinas, desencadeou um abaixo-assinado online, em repúdio à nota de Angotti Neto, já assinado por mais de 80 mil pessoas.

A pedido do ministro da Saúde Marcelo Queiroga, Carvalho coordenou a análise das evidências científicas sobre o tratamento hospitalar e ambulatorial da covid-19 durante oito meses. As diretrizes que contraindicam o uso de medicamentos sem eficácia, como o chamado kit covid, foram aprovadas em dezembro pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).

Em vez de publicar as diretrizes aprovadas pela comissão subordinada à sua secretaria, Angotti Neto emitiu a nota técnica no sentido contrário. Em entrevista ao Estadão, o professor Carvalho avalia a decisão.

Qual foi o pedido do ministro Marcelo Queiroga quando o sr. foi convidado a coordenar o grupo que prepararia as diretrizes de tratamento da covid-19?

O ministro Marcelo Queiroga solicitou que fosse feita uma unificação das informações e orientações para familiares, pacientes e equipes de saúde que atendiam pessoas com covid-19. Ele deixou bem claro que isso fosse feito com base na ciência, nos melhores conhecimentos científicos nacionais e internacionais. A primeira coisa que ele disse foi que não precisávamos discutir vacina porque isso era ponto pacífico e ele queria ser reconhecido como o ministro que vacinou o Brasil. Ele acredita que a imunização é a solução para a pandemia. Nunca foi solicitado que o nosso grupo emitisse qualquer parecer sobre vacina.

Como foi composto esse grupo?

Mais de 150 pesquisadores de diferentes sociedades médicas e instituições participaram da elaboração dessas diretrizes. O resultado desse trabalho foi apresentado nas reuniões da Conitec e aprovado por unanimidade. Nosso grupo foi elogiado mais de uma vez pelo plenário da Conitec por causa da qualidade do documento que nós estávamos gerando.

O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Hélio Angotti Neto, fez alguma solicitação?

Em meados de 2021, ele solicitou que fosse acrescentada uma avaliação sobre o tratamento pré-hospitalar e indicou meia dúzia de pessoas para participar do grupo. Pessoas que, na visão dele, poderiam contribuir com a discussão. Aceitamos as indicações e começamos a fazer as discussões sobre tratamento pré-hospitalar.

O que aconteceu na reunião de outubro da Conitec, quando a votação acabou empatada por 6 a 6?

Quando geramos o documento do tratamento pré-hospitalar, alguns participantes da plenária da Conitec começaram a reclamar de coisas que, no passado, haviam elogiado. Como a metodologia que tínhamos usado e o cuidado que tivemos. A representante da Secretaria de Atenção Especializada em Saúde (Saes) do Ministério da Saúde, Assuntos Estratégicos (SAES), Maria Inez Gadelha, disse que o nosso grupo não tinha competência para fazer as diretrizes.

Como o senhor reagiu?

Rebati o que ela disse na hora, mas isso nos deixou bastante chateados. O grupo coordenado por mim é composto de professores das melhores universidades do País. Se essas pessoas do Ministério da Saúde achavam que não tínhamos competência, deveriam ter avisado antes. Assim a gente não perderia tempo. A votação acabou empatada e foi para consulta pública. Revisamos o documento. Ele voltou para a Conitec, foi aprovado por 7 a 6, mas o secretário Hélio Angotti não publicou a diretriz. Resolveu pedir uma nova consulta pública, que aconteceu no dia 28 de dezembro, entre o Natal e o Ano Novo.

O senhor chegou a falar com o secretário depois disso?

Enviei uma mensagem perguntando se ele precisaria de algo a mais. Ele respondeu que todas as pendências estavam resolvidas. Entendi que iria publicar a diretriz aprovada pela Conitec. No final de janeiro, ele publica uma nota técnica rejeitando o nosso trabalho.

Qual a avaliação do senhor sobre essa nota técnica?

O secretário rejeitou o nosso trabalho. O mais absurdo da nota técnica foi a tabela que menciona a vacina, algo que o ministro não havia pedido que fosse discutido. Vacina nunca esteve na nossa pauta. Nessa nota técnica, o secretário compara cloroquina com vacina (uma forma de profilaxia) e técnicas como a ventilação não-invasiva e a colocação dos pacientes graves na posição prona. Os estudos científicos que avaliam essas técnicas não são comparáveis com estudos de medicamentos. O secretário fez uma salada e incluiu uma tabela totalmente inadequada e absurda.

Isso provocou uma reação imediata das sociedades científicas. O que houve depois?

O secretário decidiu tirar o bode da sala. Retirou a tabela, mas manteve o conteúdo da nota técnica. Isso não resolve. No texto, ele dá a entender que o nosso grupo fez um trabalho inadequado porque não indicamos tratamento algum para a covid-19. Como vamos indicar um tratamento que não existe? Essa nota do secretário é coisa sem o menor cabimento. Os motivos que ele alega são facilmente contrapostos.

Vocês estão preparando um recurso para contestar essa nota?

Estamos fazendo uma resposta e um pedido de revisão dessa nota técnica. Solicitamos a publicação das diretrizes que contraindicam o uso de medicamentos sem eficácia para a covid-19. Quanto mais cedo isso ocorrer, a população e os profissionais de saúde poderão ser informados com um documento validado pelo Ministério da Saúde para, finalmente, servir de apoio ao tratamento dos pacientes de covid-19.

Quem vai decidir sobre o recurso?

Dentro do rito processual do Ministério da Saúde, o recurso tem que ser impetrado para o secretário. Estamos pedindo que ele volte atrás, retire a nota técnica e publique as diretrizes aprovadas pela Conitec. Ele deve avaliar o recurso e enviar ao ministro, que tem a palavra final. O ministro Queiroga terá que decidir se vai apoiar o secretário Hélio Angotti ou os pesquisadores.

Qual é a atitude que o senhor espera do ministro Queiroga?

Espero que nosso trabalho, realizado ao longo de oito meses de discussões, com o objetivo de melhorar a assistência da população brasileira no SUS seja valorizado e as diretrizes sejam publicadas.

Esse episódio indicou uma politização da Conitec, um órgão que deveria tomar decisões técnicas. O que o senhor observou ao longo desse processo?

Desde maio de 2021, participei de praticamente todas as reuniões da Conitec. Durante as discussões, observei o trabalho técnico dos membros que compõem a plenária e até aprendi muito com eles. A agressividade dos representantes de algumas Secretarias do Ministério da Saúde foi uma surpresa para mim na última reunião. Não cabe a mim julgar se foi uma pressão ou imposição política. Não acredito que tenha havido ingerência por parte do ministro.

Por que o senhor acredita que a ingerência não partiu do ministro?

O ministro nunca me pediu para “aliviar”, tirar ou colocar alguma coisa no parecer. Como ele me convidou para coordenar o grupo de pesquisadores, seria estranho ele aprovar um documento que diz que esse grupo que ele ajudou a criar não tem competência para fazer a diretriz. O ministro foi presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Espero que ele continue fiel aos princípios da ciência. A não ser que tenha acontecido alguma coisa no meio do caminho que eu desconheço.

Qual é o prejuízo que a insistência do governo federal no kit-covid causa aos pacientes?

Isso alimenta a desinformação. Cria uma falsa sensação de segurança. A pessoa acha que vai ficar protegida. Não existe base científica para o uso do kit covid. Para os pacientes que não precisam de internação e oxigênio, não há medicamento autorizado no Brasil. Saíram alguns estudos nos últimos quatro meses que mostraram que alguns antivirais e anticorpos monoclonais têm o seu papel na prevenção da progressão da doença, mas essas drogas não têm autorização da Anvisa para serem usadas no país. Além disso, são medicamentos caríssimos.

Nesse episódio do kit covid, o que o Brasil não pode esquecer?

Não podemos esquecer como perdemos tempo discutindo um assunto injustificável. Faz um ano e meio que a ciência comprovou que o kit covid não seria útil. Mesmo assim, ficaram insistindo com tratamentos alternativos sem sentido.

O senhor lamenta ter sido envolvido nessa confusão?

Ainda não me sinto derrotado. Espero que o documento que estamos produzindo para pedir a revisão da nota técnica e a publicação das diretrizes aprovadas pela Conitec tenha sucesso. Não acredito que essa seja uma batalha perdida. A razão está do nosso lado. Espero que o trabalho dos pesquisadores que produziram as diretrizes seja reconhecido. Só vai valer a pena ter passado por tudo isso se a população vier a se beneficiar da informação das diretrizes. Se os colegas puderem usar o melhor conhecimento científico.

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/08:16:17

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No Pará, 850 mil pessoas têm pendências com a Justiça Eleitoral; veja como se regularizar

Dos 5,5 milhões de eleitores do estado do Pará, 850 mil precisam resolver pendências com a Justiça Eleitoral (Foto:TRE / PB/ Divulgação)

Prazo para ajustar pendências termina no dia 4 de maio deste ano; saiba onde ser atendido

Dos 5,5 milhões de eleitores do estado do Pará, 850 mil estão em condições irregulares e não poderão votar nessas eleições. O alerta foi dado pelo diretor geral do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Pará (TRE/PA), Felipe Brito, em entrevista ao Bom Dia Pará, na manhã desta quinta-feira (3).

No dia 4 de maio, termina o prazo para quem precisa se regularizar, fazer alistamento eleitoral ou transferência de domicílio eleitoral. Esse também é o prazo limite para o eleitor informar à Justiça Eleitoral se tem alguma condição especial, mobilidade reduzida ou adquiriu alguma deficiência. (As informações são do O Liberal).

Saiba onde ir para regularizar o título de eleitor

No Pará, os serviços da Justiça Eleitoral do Pará estão disponíveis no site do Tribunal (www.tre-pa.jus.br/); de forma presencial, no Núcleo de Atendimento ao  Eleitor (CAE), em Belém, e nos cartórios das 100 Zonas Eleitorais do Estado.

Mais informações podem ser obtidas no Disque Eleitor (91) 3346-8100. A ligação é gratuita.

A Justiça Eleitoral também ampliou o número de locais de atendimento, que, desde dia 1º, está sendo disponibilizado também em sete pontos das Estações Cidadania localizadas em Belém, Ananindeua, Marabá, Parauapebas e Santarém. Os novos locais podem ser acessados aqui.

O eleitor pode conferir a situação junto à Justiça Eleitoral, no sistema Título Net ou no aplicativo e-título.
Quais as penalidades para quem não regularizar o título de eleitor?

Entre os eleitores em condição irregular estão aqueles cadastrados para cadastramento biométrico e que não atenderam ao chamado do TRE. Quem deixou de votar em alguma eleição e não se justificou, também está irregular.

Essas pessoas ficarão impedidas de ir às urnas nas eleições de outubro. Como o voto é obrigatório, o cidadão pode ficar com uma série de restrições. Não poderá, por exemplo, tirar passaporte ou carteira de identidade, receber vencimentos ou remunerações provenientes de emprego público ou se inscrever em concurso público.

Como tirar o passaporte? Veja passo a passo, custo e documentos necessários

O prazo de 4 de maio é estipulado pela Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97 – artigo 91), que prevê o fechamento do Cadastro Eleitoral 150 dias antes de cada pleito.

Passado esse prazo, o eleitor só terá a oportunidade de se regularizar novamente depois das eleições, quando o cadastro eleitoral for reaberto.

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/08:01:47

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PF faz busca e apreensão para investigar abuso e exploração sexual infantil no Pará

Operação da PF cumpre mandados no Pará. — Foto: Reprodução / Polícia Federal no Pará

Operação ‘Hélix’ busca combater compartilhamento e armazenamento de pornografia infantil.

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quinta-feira (3), cinco mandados de busca e apreensão na casa de investigados por crimes de abuso e exploração sexual infantil em Belém, durante a operação “Hélix”. Ainda não há confirmação de prisões, nem que objetos foram apreendidos. (As informações são do g1 Pará — Belém)

De acordo com a PF, as investigações são do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC) da Superintendência da Polícia Federal no Pará.

Se confirmado crime, os investigados poderão responder pelos crimes de compartilhamento e armazenamento de pornografia infantil, ambos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Os crimes possuem penas máximas que, se somadas, podem chegar a 10 anos de prisão.

A Polícia Federal disse, em nota, que “tem como prioridade o combate aos crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual infantil, visando identificar vítimas vulneráveis e prender abusadores, bem como reprimir quem divulga cenas contendo abuso sexual infantojuvenil”.

A corporação pede a participação da sociedade ao denunciar toda e qualquer forma de violência praticada contra crianças e adolescentes.

Segundo a PF, o nome da operação remete à nebulosa de hélix, também conhecida como “Olho de Deus” devido ao formato visto da Terra. É uma nebulosa planetária localizada na constelação de Aquarius.

A PF disse ainda que adotou logística de preservação nos envolvidos com a operação quanto à transmissão da Covid-19.

Jornal Folha do Progresso em 03/02/2022/19:36:13

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Brasileiro paga R$ 20,7 bi a mais na conta de luz em 2021, valor recorde

Proprietária de casa de luxo é autuada por ‘gato’ em Belém. — Foto: Reprodução

Dona de casa de luxo autuada por furto qualificado de energia é liberada após fiança de 5 salários
Consumo de luz caiu de 1,6 mil kWh para 300 kWh, o que levantou suspeita de ‘gato’. Perito constatou desvio de energia por fraude em medidor na casa em Belém.

A proprietária de uma casa de luxo autuada por furto de energia elétrica em Belém foi liberada após pagar fiança de cinco salários mínimos, cerca de R$ 6 mil.O flagrante ocorreu na manhã de quarta-feira (2) e a liberação da mulher foi na noite do mesmo dia, informou a Polícia Civil nesta quinta-feira (3). (As informações são do g1 Pará — Belém)

“Ela foi autuada em flagrante pelo crime de furto qualificado. Em razão disso, já está indiciada no inquérito policial. Como a juíza arbitrou a fiança em cinco salários mínimos, ela pagou e imediatamente tivemos que colocá-la em liberdade”, informou o delegado Neyvaldo Silva, titular da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe).

O imóvel onde o “gato” foi flagrado possui cadastro regular junto à concessionária Equatorial Energia Pará, mas uma adulteração foi feita no medidor para desviar energia elétrica.

“O histórico de consumo desse imóvel estaria em 1,6 mil kWh, a princípio. Após o desvio de energia que foi feito no medidor da residência, o consumo caiu para 300 kWh. Foi uma queda muito grande que chamou atenção da concessionária”‘, detalha o delegado.

A empresa pediu verificação e um perito constatou o furto. A suspeita é que a irregularidade ocorria há oito meses. Ainda segundo o delegado Neyvaldo Silva, esse furto se caracterizou como qualificado justamente pela fraude no medidor de energia.

Atualmente, cada kwh custa aproximadamente R$ 1,13. Até as 15h desta quinta-feira (3), a concessionária não divulgou o valor total que a mulher autuada deixou de pagar e o valor da multa.

Segundo a Equatorial, após o flagrante, a energia elétrica não será cortada. A situação deve ser regularizada para que o consumo seja inteiramente medido.

Como denunciar

Ligações clandestinas de energia elétrica, além de serem crime previsto no Código Penal, podem gerar prejuízos à sociedade como interrupção no fornecimento e oscilações no nível de tensão. Há ainda risco de acidentes graves e fatais como curtos-circuitos e morte por eletrocussão, segundo a Equatorial.

A Equatorial possui plano de combate às perdas de energia e, para isso, mobiliza equipes exclusivas para este tipo de ação, que fazem fiscalização.

O trabalho também é realizado com base em denúncias da população, que podem ser feitas por meio dos canais de atendimento, como aplicativo, site e central de atendimento pelo número 0800 091 0196.

A empresa disse ainda que “possui tecnologia de ponta que detecta quando há ligações clandestinas e em parceria com a Policia Civil realiza ações de combate ao furto de energia em todo o estado”.

Jornal Folha do Progresso em 03/02/2022/19:08:21

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PRF prende motorista de caminhão dirigindo embriagado em Santarém

Na manhã desta quinta-feira (3/2), a Polícia Rodoviária Federal de Santarém ao realizar abordagem de fiscalização de rotina a veículos na BR 163, km 995, abordou o motorista de um caminhão M.Benz placa JTC2464, em Santarém. De acordo com a PRF, o condutor após ser submetido ao etilômetro foi constatado a concentração de 0,51mg/L.

Diante do crime de conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool, o condutor foi conduzido até a delegacia de Polícia Civil de Santarém e apresentado diante da autoridade policial a fim de serem realizados os procedimentos previstos no Código de Processo Penal. (As são da informações PRF/OImpacto)

Não foi necessário o uso de algemas, em razão da ausência dos requisitos constantes na Súmula Vinculante n° 11 e Decreto 8.858/2016.

Jornal Folha do Progresso em 03/01/2022/18:28:40

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Defesa Civil Nacional decreta situação de emergência para Rurópolis, no sudoeste paraense

A cidade está sendo afetada pelas fortes chuvas, que provocam inundações e alagamentos. (Foto:Reprodução / Polícia Civil)

A portaria com o reconhecimento feito pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), foi publicada no Diário Oficial da União (DOU)

A Defesa Civil Nacional declarou, nesta quarta-feira (2), situação de emergência para o município de Rurópolis, no sudoeste paraense, afetada pelas fortes chuvas, que provocam inundações e alagamentos. A portaria com o reconhecimento feito pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

No Rio de Janeiro, as cidades que obtiveram o reconhecimento federal foram Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaocara, Natividade, Petrópolis e Porciúncula.

Também entraram em situação de emergência os municípios de Jardim de Piranhas, no Rio Norte do Norte; São Gonçalo do Abaeté, em Minas Gerais. De acordo com a publicação, a Defesa Civil Nacional está realizando inúmeras ações para apoiar os municípios brasileiros afetados pelas chuvas.
Como solicitar recursos ao MDR?

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres naturais podem solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados pelo desastre.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

Jornal Folha do Progresso em 03/02/2022/18:28:14

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