MPF pede arquivamento de processo que apura morte de caçadores em reserva indígena no Pará

(Foto:Reprodução) – O pedido será apreciado pela Justiça Federal.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu o arquivamento do processo que trata do caso da morte de três homens assassinados na reserva indígena Parakanã, a cerca de 30 km de Novo Repartimento, no sudeste do Pará. Não há detalhes sobre quando exatamente ocorreu esse trâmite.

O crime ocorreu em abril do ano passado e foi investigado pela Polícia Federal por mais de um ano. Cosmo Ribeiro de Sousa, 29, José Luís da Silva Teixeira, 24, e Wilian Santos Câmara, 27, teriam saído para caçar, quando desapareceram. Os corpos foram encontrados enterrados em cova rasa na área da reserva.

Procurado pela reportagem de O Liberal, o advogado criminalista Cândido Júnior, que trabalha na defesa das famílias, informou que, agora, a Justiça Federal é quem vai decidir (ou não) pelo arquivamento. “O magistrado pode mandar o processo para arquivamento ou pode decidir para que outro membro do Ministério Público dê uma analisada para saber se oferece denúncia ou não. De qualquer forma, é uma situação chata, porque o trabalho da Polícia Federal foi muito bem feito”, declarou Cândido Júnior.

A reportagem de o Liberal entrou em contato com o MPF, que se manifestou por meio de nota. “O inquérito policial relativo ao caso (1001702-43.2022.4.01.3907) tramita sob segredo de Justiça e, portanto, o Ministério Público Federal (MPF) não pode divulgar informações sobre o tema”, comunicou a instituição.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/15:11:30

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Equatorial Pará alerta para perigos na rede elétrica em período de queimadas

Distribuidora de energia dá dicas para evitar acidentes com a rede elétrica.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Pará registrou o pior índice de queimadas do Brasil, no período de janeiro a outubro de 2023. Por isso, a Equatorial Pará reúne dicas para que seus clientes saibam quais cuidados devem ser adotados com a rede elétrica em caso de queimadas.

A queimada próxima da rede elétrica danifica as estruturas e cabos condutores, prejudicando o fornecimento de energia para os clientes da região. Além disso, um dos grandes perigos é que, ao serem partidos, os cabos podem continuar energizados e gerar curtos-circuitos ou descarga elétrica caso ocorra o toque.

Também é possível que o cabo partido aumente o incêndio ou crie um novo foco e é necessário lembrar que nem todos os tipos de chama devem ser apagadas com água, por isso, a principal dica é que, em caso de incêndio, deve-se acionar os bombeiros e, em caso de falta de energia, posteriormente, a Equatorial Pará.

Vale ressaltar que provocar queimadas, tanto em área rural quanto urbana, é crime passível de 1 a 4 anos de reclusão, além de gerar multa para quem realizar esse tipo de prática. Se atingir a rede elétrica, o fogo pode chegar a vários metros de fios energizados, o que pode aumentar consideravelmente o tempo do fornecimento de energia elétrica interrompido.

Segundo Eder Carvalho, Executivo de Segurança da Equatorial Pará, é muito importante que os clientes contribuam para a segurança.

“Principalmente neste período em que as queimadas aumentam, os consumidores podem e devem denunciar focos de incêndio, além contatar imediatamente os bombeiros e, no caso de ocorrências com a rede elétrica, a Equatorial Pará. Também é recomendado que jamais interfiram nesse cenário, pois oferece risco à vida”, destaca Eder.

 

Confira mais dicas para evitar acidentes com queimadas:

 

  • Não jogar pontas de cigarro próximas às vegetações ou às margens de rodovias;
  • Não queimar lixos em qualquer cenário
  • Não acender fogueiras, principalmente próximas à rede elétrica  e/ou vegetações.
  • Fonte: Equatorial Pará Foto:Reprodução e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/10:41:22

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Motorista e mulher são presos em flagrante após morte de criança esquecida em van escolar

Foto:Reprodução/YouTube/Jovem Pan News Reportagem.

Dupla foi autuada por homicídio doloso; tragédia ocorreu na terça-feira, 14

Uma mulher, de 44 anos, e um motorista, de 45 anos, foram presos em flagrante depois da morte de uma criança de dois anos que foi esquecida em van de transporte escolar, na terça-feira, 14, na região da Vila Maria, na zona norte da capital de São Paulo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), eles foram autuados por homicídio doloso.

Foto:Reprodução
Foto:Reprodução

De acordo com a polícia, a vítima havia embarcado em sua residência, ainda pela manhã. O motorista deixou o veículo em um estacionamento, sem perceber que a criança ainda estava no interior. À tarde, quando retornou para pegar a van, encontrou a criança desfalecida, devido ao forte calor e à falta de circulação de ar.

“A criança estava desmaiada e foi encaminhada ao Hospital Municipal Vereador José Storopolli, onde foi constatado o óbito”, informou a SSP. Foram solicitados exames ao Instituto Médico Legal (IML). Segundo a SSP, que não informou o nome dos detidos, os laudos estão em elaboração. O caso foi registrado no 73° Distrito Policial no Jaçanã. O site da Jovem Pan tenta contato com a defesa dos acusados.

LEIA TAMBÉM:Menino de 2 anos morre após ser esquecido dentro de van escolar em SP

Fonte:  Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/14:30:00

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Papai Noel dos Correios 2023 adoção de cartinhas no Pará começa dia 17 de novembro

Adoção de cartinhas no Pará começa dia 17 de novembro


Crianças podem enviar cartinhas com seus pedidos através do Blog do Noel (https://blognoel.correios.com.br/blognoel) até 10 de dezembro. 

 

A campanha Papai Noel dos Correios 2023 foi lançada nacionalmente na terça-feira (7/11). O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, conduziu o evento, que contou com as presenças da secretária executiva do Ministério das Comunicações e presidente do Conselho de Administração da estatal, Sônia Faustino Mendes; da diretoria executiva dos Correios; de empregados e empregadas da empresa, e de representantes da comunidade escolar.

 

No Pará, a campanha será lançada amanhã (17/11), quando as pessoas poderão ler as cartinhas de crianças de todo o estado, escolher uma ou mais para adotar e comprar o presentinho solicitado.

 

O superintendente dos Correios no Pará, Marcelo Gomes Pinheiro, conduzirá o lançamento estadual de uma das maiores ações de Natal do País, a campanha Papai Noel dos Correios 2023. O evento ocorrerá na Agência Central dos Correios, localizada na Av. Presidente Vargas, 498, no bairro da Campina, em Belém. O Papai Noel estará no evento para entregar presentes a quinze alunos de uma escola pública de Belém, cujas cartinhas já foram adotadas por empregados dos Correios do edifício-sede no estado. Os alunos estarão representando as quase 4 mil crianças de instituições públicas de ensino que já enviaram suas cartinhas a Campanha Papai Noel dos Correios desse ano.

 

O Bom Velhinho e o superintendente dos Correios estarão acompanhados do corpo gerencial da empresa no Pará e do carismático Carteirito.

 

Saiba como enviar a carta de uma criança – Como incentivadores da criatividade e da redação de textos, os Correios requisitam que as cartas sejam manuscritas. Além disso, no cadastramento será exigido o CPF da criança. O envio deve ser feito preferencialmente de maneira digital, através do Blog do Noel.

 

Para cartas enviadas digitalmente, é necessário fotografar ou digitalizar para envio ao Blog. Atendendo aos critérios de seleção de cartas da campanha, as cartinhas são disponibilizadas para adoção. É importante ressaltar que não são selecionadas cartas que contenham endereço, telefone ou foto da criança.

 

Caso a família não consiga realizar a inscrição através do Blog, é possível entregar a cartinha, em papel, na Casa do Papai Noel na agência Central dos Correios em Belém. 

  

Padrinhos e madrinhas – Para adotar uma ou mais cartinhas, é só retirar em uma unidade participante da ação ou acessar o Blog da campanha. Na página, clique em “Adoção On-line” e siga os passos. Para visualizar as cartinhas disponíveis em cada cidade ou município, é necessário escolher a localidade. Aqueles que desejam tirar sonhos do papel tem até o dia 10/12 para adotar uma cartinha. Cada pessoa escolhe a carta que vai adotar, de acordo com o presentinho solicitado. Sendo assim, há pedidos para todos os gostos e bolsos, pois há crianças que pedem brinquedos bem simples.

 

No caso de cartas físicas, a entrega de presentes deverá ser feita presencialmente na mesma unidade de adoção da cartinha. Já as cartas adotadas pelo Blog, a entrega dos presentes deve ser realizada no ponto de entrega mais próximo da localidade indicada no Blog e conforme o cronograma da campanha. Os presentes precisam estar identificados com as informações da cartinha.

 

Para que esse grande gesto de solidariedade alcance cada vez mais crianças, os Correios convidam toda a sociedade a participar!

 

Fique atento: os Correios não distribuem cartas para adoção diretamente à população em suas residências. As cartinhas do Papai Noel dos Correios ficam disponíveis apenas nos locais indicados no Blog. E para que a empresa possa acompanhar as adoções e as entregas dos presentes, os padrinhos devem cadastrar o CPF ou CNPJ.

 

Sobre o Papai Noel dos Correios 
Há 34 anos, a campanha disponibiliza cartas com pedidos de crianças matriculadas do 1º ao 5º ano do ensino Fundamental, independentemente da idade, de escolas da rede pública e de instituições parceiras, como creches, abrigos, orfanatos e núcleos socioeducativos. Desde 2010, os Correios estabeleceram parcerias com as Secretarias de Educação para trabalhar ações como o desenvolvimento da habilidade da redação de carta, o endereçamento correto e o uso do CEP, bem como promover a inclusão social.

 

Também são selecionadas e disponibilizadas para adoção as cartas enviadas por crianças da sociedade com até 10 anos de idade, em situação de vulnerabilidade social

 

Solidariedade que se multiplica – Em mais de três décadas de campanha, cerca de 6,3 milhões de cartinhas foram atendidas pelos padrinhos e madrinhas. Em 2022, aproximadamente 187 mil cartas foram adotadas.

 

Como surgiu a campanha?  

 

A campanha nasceu pela iniciativa de alguns empregados que, durante a rotina de trabalho, encontravam cartinhas escritas por crianças e destinadas ao Papai Noel. Sensibilizados, alguns deles resolveram adotar as cartinhas e enviar os primeiros presentes. Com o passar do tempo, a ação foi ganhando proporção na empresa e acabou se transformando em um projeto corporativo.

 

Papai Noel dos Correios 2023 

 

Os Correios empenham a dedicação de seus empregados e sua capacidade logística para entregar os presentes e atender às expectativas de milhares de crianças em todo o País.

 

Mais informações estão disponíveis no Blog do Noel, que pode ser acessado pelo portal www.correios.com.br.  Aproveite para acompanhar o Papai Noel dos Correios nos perfis oficiais da empresa no X, Instagram, Facebook, Linkedin e YouTube.

 

Serviço: 

Campanha Papai Noel dos Correios 2023 – Estado do Pará

  • Início da adoção de cartinhas no PA: 17/11/2023 
  • Envio de cartas pelas crianças no PA:  até 10/12/2023 
  • Encerramento da campanha no PA e data final para entrega dos presentes pelos padrinhos e madrinhas: 15/12/2023.
  • Fonte:Correios  – Foto:Reprodução e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/14:20:09

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Pescador quase perde as duas mãos após ataque de onça em Porto de Moz

(Foto:Reprodução) – Um pescador quase perdeu as duas mãos durante um ataque de onça em Porto de Moz, na região sudoeste do Pará. O ataque aconteceu na Comunidade do Acari, área ribeirinha do município, quando três homens se preparavam para sair para pescar, nesta terça-feira (14).

A equipe de reportagem da Vale do Xingu conseguiu apurar que o grupo estava em uma área de mata, com cachorros, indo em direção ao rio, quando os cães alertaram para a presença de algum animal na área. Foi aí que um dos cães notou a onça e os animais teriam afugentado o felino. Acuada, a onça correu para próximo de um trapiche, um porto de madeira, sendo seguida pelos cães.

Um dos homens correu para próximo do animal, foi nesse momento que ela teria atacado a vítima. Primeiro ela mordeu um dos braços, em seguida o rosto do pescador. Desesperado ele começou a gritar, na tentativa de evitar que a vítima ficasse ainda mais machucada, um dos pescadores atirou na onça, que seguiu com o ataque e mordeu o outro braço da vítima.

Um morador da comunidade contou que o pescador seguiu atirando, mas a onça não largou o braço da vítima. Outro homem pegou um facão e feriu a onça na barriga, foi só nesse momento que o ataque chegou ao fim. Machucada, a onça caiu no chão e largou o braço do pescador.

Muito ferido e sangrando bastante, ele foi levado de canoa até à cidade, onde recebeu atendimento médico. Após passar por pequenos procedimentos cirúrgicos, ele ficou internado e segue em observação na unidade de saúde em Porto de Moz. A onça não sobreviveu aos ferimentos. Segundo a direção do hospital, em anos, esse foi o primeiro ataque de onça registrado pela equipe médica.

 

Fonte:Karina Pintol e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/10:46:33

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Apyterewa: parlamentares do Pará denunciam ações do governo federal: ‘perseguição’

A reportagem entrou em contato com a Força Nacional para checar a veracidade das informações, mas ainda não teve retorno – (Foto:Arquivo/Agência Brasil).

Região passa por momentos de conflito desde o início de uma operação, no dia 2 de outubro deste ano, para cumprir sentença do MPF-PA

Operações na extensão da Terra Indígena (TI) Apyterewa, em São Félix do Xingu, têm resultado em perseguições contra famílias, mortes de animais, assassinato de um trabalhador rural e o suicídio de um colono, segundo denúncias de parlamentares paraenses que mantêm contato com moradores da região.

A reportagem entrou em contato com a Força Nacional para checar a veracidade das informações, mas, até o fechamento desta matéria, não teve retorno. O Grupo Liberal também buscou mais detalhes com o governo do Pará, mas a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) informou que a operação é coordenada integralmente pelo governo federal.

Aquela região passa por momentos de conflito desde o início de uma operação de desintrusão, no dia 2 de outubro deste ano, para cumprir uma sentença de reintegração de posse impetrada pelo Ministério Público do Pará (MPF-PA), sob a justificativa que a presença de não indígenas na região “ameaça a integridade dessa parcela da sociedade, destrói a floresta, que já teve parte da vegetação destruída, e explora atividades ilegais como extração de madeira, gado e garimpo”.

Denúncias

Segundo Rogério Barra (PL), que acompanha a situação desde outubro, há relatos, fotos e vídeos da região. Além disso, ele diz que esteve no local há uma semana e que “a operação age com força desproporcional e atinge famílias de colonos que estavam instaladas no local”. O parlamentar afirma que crianças estão sendo obrigadas a se retirar das escolas e animais estão sendo transportados sem o cuidado necessário, morrendo no caminho. “Uma situação de terror que se assemelha a um território em guerra, sendo que apenas um lado combate: o da polícia”, diz.

Quanto ao caso de suicídio, Barra explica que também há relatos de “pessoas que estão com problemas de ordem mental”. “Você imagina ser expulso do local em que tira o seu sustento, sendo que seus filhos perdem o ano letivo. Estão sem perspectiva de vida, de trabalho. A situação é dramática”, enfatiza. Para Rogério, as ações do governo federal configuram “crime contra os direitos humanos”, e ele diz que irá trabalhar pela indenização de famílias necessitadas, além de buscar ressarcimento financeiro para os pequenos e médios produtores da região.

O deputado estadual Toni Cunha (PL) conta que também recebeu relatos de abusos perpetrados por policiais, mas ressalta que, de modo geral, as pessoas dizem que estão sendo tratadas com respeito, com exceção de alguns momentos da operação, como a apreensão de alguns equipamentos de internet e de cercas e arames. O “terror e sofrimento”, na opinião dele, é o prejuízo causado a pessoas que, há décadas, plantam, produzem e criam gados nesses locais.

“Certamente, ver isso sendo desfeito, gado morrendo, plantações perdidas, pertences perdidos, casas destruídas, é um terror e sofrimento. Eu estive lá, recebo vídeos, recebo informações e vi de perto o desespero das pessoas que nos mínimos questionamentos começavam a chorar. Então, de fato, é uma situação bastante triste, que causa bastante terror e sofrimento”, avalia.

O parlamentar critica o fato de que o governo federal não fez um levantamento preciso para indenizar as pessoas antes da operação. “Se decidiram fazer isso e há uma ideia indenização, isso deveria ter acontecido de maneira prévia, de maneira paulatina, ao longo de um ano, um ano e meio, para que todas essas pessoas pudessem sair com o máximo de tranquilidade possível após a colheita da produção, após a retirada dos seus animais. Sem sombra de dúvida, não ver isso é uma incompetência. Precisamos ver, depois que essas retiradas forem concluídas, o que vai sobrar da economia dessa região. Vai sobrar um prejuízo enorme para aquela população”.

Críticas

Também condena a operação o deputado federal Delegado Caveira (PL). “A Justiça, covardemente, envia mais de 500 agentes, dentre eles a PF e a Força Nacional, para retirar colonos de suas casas usando bombas, gás lacrimogêneo e ceifando vida com disparo de fuzil. Isso não é a Faixa de Gaza do Pará?”, questiona. Os agentes, segundo ele, deveriam estar combatendo criminosos, narcotraficantes e ou o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Caveira defende que, em vez dos 500 agentes de segurança, o governo federal deveria enviar assistentes sociais, membros do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e “alguém que não seja teleguiado pelo desgoverno comunista Lula que odeia o agro e quem produz”. O correto, na visão dele, seria realocar as pessoas ou indenizar previamente e de forma justa.

O deputado federal afirma que já enviou ofícios ao Ministério da Justiça e à Justiça Federal, solicitando a suspensão da operação, e adianta que, como membro da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, conseguiu aprovação para que uma Comissão de deputados federais vá até o local em breve fazer uma inspeção federal. Também será realizada uma diligência na região do município de São Félix do Xingu, no próximo dia 29, pela “CPI das ONGs”, segundo o senador Zequinha Marinho (Podemos).

Os relatos chegam a ele por meio de vídeos e o parlamentar diz que as imagens mostram crianças acuadas pelos agentes do Estado, escolas e igrejas fechadas, animais mortos, gados desnutridos por falta de ração e homens e mulheres tratados “sem nenhuma dignidade, sem nenhum respeito”. “Essas imagens mexem muito com a gente”, lamenta.

Marinho critica até o nome da operação, que, para ele, está mais para “expulsão” do que uma “desintrusão”. O senador lembra que, para se fazer desintrusão, é preciso seguir alguns procedimentos legais, como a indenização das famílias por conta das benfeitorias feitas na área.

“Essas famílias não foram indenizadas e, pior, estão sendo retiradas da área sem um planejamento, sem um local definido para abrigá-las. No último dia 9 deste mês, uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso determinou que as operações de desintrusão devem ‘fixar medidas de caráter social para aqueles que estão sendo removidos dessas terras, como o reassentamento ou a inclusão em benefícios sociais’”. Mas o parlamentar diz que a lei não está sendo cumprida no local.

A reportagem segue com espaço aberto para o posicionamento do governo federal.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/10:41:22

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Incêndio de grandes proporções atinge Supermercado Rodrigues da Rodovia Transamazônica, em Itaituba

(Foto:Reprodução) – Segundo informações, as chamas iniciaram por volta das 6h30 desta quarta-feira (15) no depósito do estabelecimento, localizado na 12ª rua do Floresta; as causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Segundo informações preliminares, as chamas teriam começado por volta das 6h30 desta quarta-feira (15), no depósito do supermercado Rodrigues, localizado na 12ª rua com Rodovia Transamazônica, no bairro da Floresta. Um vigia, ao perceber a grande fumaça vindo do depósito, acionou o corpo de bombeiros e o gerente.

CLICA AQUI E VEJA O VÍDEO NO YOUTUBE:

Em imagens registradas por pessoas que passavam pelo local, é possível perceber que o fogo estava muito alto. Os militares do corpo de bombeiros e funcionários tiveram que arrombar duas portas do depósito para salvar parte da mercadoria.

Uma equipe do 7º GBM foi acionada com pelo menos dois caminhões de combate a incêndio, duas viaturas de resgate, com apoio de uma equipe de incêndio do aeroporto municipal e um caminhão pipa da prefeitura.

Relatos indicam que o incêndio começou na padaria do supermercado, onde os funcionários estavam trabalhando.

A origem do fogo parece estar relacionada ao forno de pão, conforme relato de um dos funcionários. O incêndio se alastrou rapidamente e destruiu completamente a padaria, o depósito e o forro do estabelecimento, além de causar danos significativos no escritório. No entanto, a seção de Hortifruti e as prateleiras de produtos foram parcialmente atingidas.

O Corpo de Bombeiros trabalhou no local para controlar as chamas. Por volta das 11h, o fogo já estava controlado, com os bombeiros finalizando o trabalho.

Fonte:  Portal Giro com informações iniciais de Plantão 24horas News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/09:48:34

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Mulher agride e corta cabelo de adolescente de 13 anos com faca por ciúmes do marido, em Monte Alegre

(Foto: Reprodução) – Caso ocorreu na manhã desta terça-feira (14) em frente a casa da agressora, que estava suspeitando de um envolvimento amoroso entre a menor e seu marido.

Na última terça-feira (14), uma mulher identificada como Brenda Gonçalves Miranda agrediu uma adolescente de 13 anos e cortou seus cabelos em Monte Alegre, Pará. Vítima e agressora não tiveram as identidades reveladas.

O episódio ocorreu quando a jovem passava na frente da casa da acusada. A senhora, suspeitando de um envolvimento amoroso entre a menor e seu marido, chamou a moça para conversar. Durante a discussão, ela agrediu a vítima com um cabo de carregador e cortou os cabelos da menor utilizando uma faca.

A vítima denunciou o caso as autoridades locais. A acusada, ao ser interrogada, confirmou as acusações. Ambas as partes foram encaminhadas à delegacia de polícia de Monte Alegre para a realização das devidas providências.

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/09:43:10

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A cada 4 horas uma pessoa negra foi morta pela polícia em 2022, revela pesquisa

(Foto:Reprodução) – O número de pessoas mortas pela polícia em apenas oito estados brasileiros chegou a 4.219 em 2022. Desse total, 2.700 foram considerados negros (pretos ou pardos) pelas autoridades policiais, ou seja, 65,7% do total. Se considerados apenas aqueles com cor/raça informada (3.171), a proporção de negros chega a 87,4%.

Os dados são do estudo Pele Alvo: a Bala não Erra o Negro, realizado pela Rede de Observatórios da Segurança, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), e divulgado na quinta-feira (16), com base em estatísticas fornecidas pelas polícias do Rio de Janeiro, de São Paulo, da Bahia, de Pernambuco e do Ceará, Piauí, Maranhão e Pará, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).

Dos oito estados, apenas o Maranhão não informou a cor/raça de qualquer um dos mortos. Já nos estados do Ceará e Pará, há um grande número de mortos sem identificação de cor/raça: 69,7% e 66,2% do total, respectivamente.

Os dados mostram que a polícia baiana foi a mais letal no ano passado, com 1.465 mortos (1.183 tinham cor/raça informada). Desse total, 1.121 eram negros, ou seja, 94,8% daqueles com cor/raça informada, bem acima da parcela de negros na população total do estado (80,8%), segundo a pesquisa, feita com base em dados do Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística (IBGE).

Aliás, isso ocorre em todos os sete estados que informaram a cor/raça de parte das vítimas. No Pará, por exemplo, 93,9% dos mortos com cor e raça identificadas eram negros, enquanto o percentual de negros na população é de 80,5%, de acordo com o estudo.

Os demais estados apresentaram as seguintes proporções de mortes de negros entre aqueles com cor/raça informada e percentuais de negros na população: Pernambuco (89,7% e 65,1%, respectivamente), Rio de Janeiro (87% e 54,4%), Piauí (88,2% e 79,3%), Ceará (80,43% e 71,7%) e São Paulo (63,9% e 40,3%).

Racismo

“Os negros são a grande parcela dos mortos pelos policiais. Quando se comparam essas cifras com o perfil da população, vê-se que tem muito mais negros entre os mortos pela polícia do que existe na população. Esse fator é facilmente explicado pelo racismo estrutural e pela anuência que a sociedade tem em relação à violência que é praticada contra o povo negro”, diz o coordenador do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), Pablo Nunes.

Nunes também destaca que há falta de preocupação em registrar a cor e raça dos mortos pela polícia em estados como Maranhão, Ceará e Pará. “A dificuldade de ser transparente com esses dados também revela outra face do racismo, que é a face de não ser tratado com a devida preocupação que deveria. Se a gente não tem dados para demonstrar o problema, a gente ‘não tem’ o problema e, se ‘não há’ problema, políticas públicas não precisam ser desenhadas.”

O estudo mostrou ainda que, neste ano, a Bahia ultrapassou o Rio no total de óbitos (1.465 contra 1.330). Em terceiro lugar, aparece Pernambuco, com 631 mortes. “Isso significa um cenário de degradação das forças policiais baianas e um processo de falta de políticas públicas de ação do governo estadual para lidar com essa questão, elencando-a como prioridade e estabelecendo metas e indicadores de redução dessa letalidade por parte das forças policiais”, afirma Nunes.

Segundo a Rede de Observatórios, a quarta edição do estudo demonstra o crescente nível da letalidade policial contra pessoas negras. “Em quatro anos de estudo, mais uma vez, o número de negros mortos pela violência policial representa a imensa maioria. E a constância desse número, ano a ano, ressalta a estrutura violenta e racista na atuação desses agentes de segurança nos estados, sem apontar qualquer perspectiva de real mudança de cenário”, afirma Silvia Ramos, pesquisadora da rede.

Segundo ela, é preciso entender esse fenômeno como uma questão política e social. “As mortes em ação também trazem prejuízos às próprias corporações que as produzem. Precisamos alocar recursos que garantam uma política pública que efetivamente traga segurança para toda a população”, completa.

Posicionamentos

A Secretaria de Segurança de São Paulo informou, por meio de nota, que as abordagens da Polícia Militar obedecem a parâmetros técnicos disciplinados por lei, que criou a Divisão de Cidadania e Dignidade Humana e que seus protocolos de abordagem foram revisados. Além disso, oferece cursos para aperfeiçoar seu trabalho – nos cursos de formação, os agentes estudam ações antirracistas.

Uma comissão analisa todas as ocorrências por intervenção policial e se dedica a ajustar procedimentos. A Polícia Civil paulista busca “estabelecer diretrizes e parâmetros objetivos, racionais e legais, sem qualquer tipo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, origem, onde o policial civil, no desempenho da sua atividade”.

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) informa que, de janeiro a outubro de 2023, o estado alcançou redução de 22% nas mortes por intervenção de agentes do Estado, se comparado ao mesmo período de 2022, quando foram registrados, respectivamente,  440 e 569 casos em todo o Pará. A Segup ressalta que as ocorrências são registradas no Sistema Integrado de Segurança Pública pela Polícia Civil e que o campo “raça/cor” não é de preenchimento obrigatório, sendo a informação de natureza declaratória por parte de parentes ou da vítima no momento do registro.

Na Bahia, a Secretaria da Segurança Pública ressalta que as ações policiais são pautadas dentro da legalidade e que qualquer ocorrência que fuja dessa premissa é rigorosamente apurada e todas as medidas legais são adotadas. A secretaria informa que investe constantemente na capacitação dos efetivos e também em novas tecnologias, buscando sempre a redução da letalidade e a preservação da vida.

Para tanto, foi criado um grupo de trabalho voltado para a discussão e criação de políticas que auxiliem na redução da letalidade policial, promovendo uma análise mais aprofundada das informações provenientes dessas ocorrências, como o perfil das pessoas envolvidas, contextualização e região, entre outros dados que possam colaborar para a redução desses índices. A secretaria destaca ainda que a maioria dos acionamentos  policiais se dá a partir dos chamados via 190 (Centro Integrado de Comunicações) e 181 (Disque Denúncia), além das operações para cumprimentos de mandados determinados pela Justiça.

No Rio de Janeiro, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, em todos os cursos de formação e aperfeiçoamento de praças e oficiais, a corporação insere nas grades curriculares como prioridade absoluta disciplinas como direitos humanos, ética, direito constitucional e leis especiais. A questão racial perpassa, de forma muito incisiva, por todas essas doutrinas na formação dos quadros da corporação.

De acordo com a assessoria, internamente, a Polícia Militar do Rio de Janeiro tem feito a sua parte para enfrentar o desafio do racismo estrutural ao longo de mais de dois séculos. Foi a primeira corporação a oferecer a pretos uma carreira de Estado, e hoje mais de 40% do seu efetivo é composto por afrodescendentes.

A instituição orgulha-se também de seu pioneirismo em ter pretos nos postos de comando. O coronel PM negro Carlos Magno Nazareth Cerqueira comandou a corporação durante duas gestões, nas décadas de 1980 e 1990, tornando-se uma referência filosófica para toda a tropa, ao introduzir os conceitos de polícia cidadã e polícia de proximidade. No decorrer dos últimos 40 anos, outros oficiais negros ocuparam o cargo máximo da corporação.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/07:58:36

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São Félix do Xingu terá diligência da CPI das ONGs ainda neste mês, afirma senador

O senador Zequinha Marinho (Podemos) adianta que diligência será no dia 29 – (Foto:Edilson Rodrigues / Agência Senado).

Ação vai verificar interferência das entidades na desintrusão de cidadãos da Terra Indígena (TI) Apyterewa

Em menos de duas semanas, no próximo dia 29, o município de São Félix do Xingu receberá uma diligência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a atuação das Organizações Não Governamentais (ONGs) na Amazônia, a “CPI das ONGs”. É o que afirma o senador Zequinha Marinho (Podemos) com exclusividade ao Grupo Liberal. A ação terá o objetivo de verificar a interferência das entidades na desintrusão de cidadãos da Terra Indígena (TI) Apyterewa.

A operação do governo federal começou no dia 2 de outubro, para cumprir uma sentença de reintegração de posse impetrada pelo Ministério Público do Pará (MPF-PA), sob a justificativa de que a presença de não indígenas na região “ameaça a integridade dessa parcela da sociedade, destrói a floresta, que já teve parte da vegetação destruída, e explora atividades ilegais como extração de madeira, gado e garimpo”.

Segundo Marinho, trata-se de uma “operação truculenta”. Para averiguar tudo isso, diz ele, a CPI das ONGs fará uma diligência na região do município. “Essa foi uma solicitação minha ao presidente da CPI, senador Plínio Valério. A presença da CPI das ONGs se justifica uma vez que a expansão da TI se deu por solicitação direta de uma ONG. E é essa expansão, que foi feita sem um laudo antropológico, que está impactando a vida daquelas famílias de produtores rurais”, afirma.

O requerimento, de número 144/2023, havia sido aprovado ao final da audiência pública do dia 24 de outubro, na CPI das ONGs, com autoria do relator da Comissão, senador Marcio Bittar (União-AC). O senador Zequinha Marinho (Podemos) é um dos apoiadores da ação.

No documento, Bittar afirmou que “atualmente, está em curso uma megaoperação, que envolve órgãos como Polícia Federal, Força Nacional, Ibama, entre outros, para expulsar cidadãos, incluindo idosos e crianças, de suas casas”. Citou ainda que a “questão é bastante complexa e envolve muitas variáveis” e que contaria com a “ativa participação de organizações não governamentais”. “As ONGs financiadas com dinheiro externo estariam agindo na região”, ressaltou Bittar, à época.

Fonte:O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/11/2023/08:39:41

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