Publicação Nº052/2022 – HOTEL VITÓRIA LTDA

editalHOTEL VITÓRIA LTDA, localizada na Av. Dr. Isaias Pinheiro, n° 45ª, Bairro Santa Luzia, Novo Progresso/PA, registrada sob o CNPJ 11.715.866/0001-76, torna público que requereu junto a Secretaria de Municipal de Meio Ambiente SEMMA/NP a Renovação de Licença de Operação, através do Processo n° 1467/2021 no dia 03/11/2021, para atividade de Garagem de transportadora e seus anexos.

 

Publicado dia 21 de Março de 2022,às 17:59:39, por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




‘Barbie humana’ da Austrália gastou mais de R$ 1 milhão em cirurgia plástica; confira quais

Tara Jayne é conhecida por ser a barbie humana australiana. (Foto: Instagram @tara_jayn3)

Entre os mais de 15 procedimentos, silicone, botox e rinoplastia estão presentes na lista; confira

A influencer Tara Jayne McConachy revelou que já gastou mais de 200 mil dólares, cerca de R$ 1 milhão na cotação atual, em cirurgias plásticas para se tornar a “barbie humana” da Austrália. Entre os mais de 15 procedimentos, silicone, botox e rinoplastias estão presentes na lista. (As informações Paula Figueiredo).

Sucesso nas redes sociais e na plataforma de conteúdos adultos Onlyfans, a  “Barbie” contou detalhes sobre seus procedimentos, entre eles cinco cirurgias para aumentar os seios, seis rinoplastias no nariz, muito botox e preenchimento labial. A popularidade de Tara iniciou em 2021 quando ela foi uma das participantes do documentário “Mirror Mirror”. Na ocasião, ela pretendia colocar ainda mais silicone nos seios, mas os médicos se recusaram e apontaram estarem preocupados com a saúde mental e física da morena.

 

barbie 3Tara, a “barbie humana” da Austrália, compartilhando seu dia-a-dia no Instagram. (Foto: Instagram @tara_jayn3)

A influencer conta com mais de 150 mil seguidores no Instagram, onde compartilha seu dia-a-dia e mostra suas transformações físicas. Na plataforma adulta, ela se intitula como boneca.

“Barbie humana em tamanho real. Você, humano, que gosta de transar com bonecas, venha brincar comigo!”, diz a apresentação da página.

No Brasil, Jessica Alves é a musa que recebe o título da boneca após passar por uma cirurgia de transição de gênero.

 

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/18:06:04

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Encontrado corpo de homem que morreu após mergulhar no Rio Trombetas, em Oriximiná

Corpo de Antônio José de Oliveira Cordeiro, 35 anos, foi encontrado em frente a cidade de Oriximiná — Foto: Divulgação/Bombeiros

Corpo de Antônio José de Oliveira Cordeiro, 35 anos, foi encontrado próximo a um trapiche flutuante particular cerca de 400 metros do local onde teria desaparecido.

Foi encontrado na manhã desta quinta-feira (17) o corpo de Antônio José de Oliveira Cordeiro, 35 anos, vítima de afogamento na cidade de Oriximiná, oeste do Pará. Mergulhadores do 4º Grupamento Bombeiro Militar (4º GBM) de Santarém encontraram o corpo do homem por volta das 10h. (As informações são do g1 Santarém e região — PA).

De acordo com informações da Polícia Militar (PM) de Oriximiná, Antônio Cordeiro estava pescando na orla da cidade na noite de segunda-feira (14) por volta das 23h quando resolveu mergulhar no Rio Trombetas para desprender anzol que ficou preso no fundo do rio.

A secretária de Segurança Pública de Oriximiná pediu ajuda ao 4º GBM de Santarém para dar suporte às buscas pelo corpo da vítima de afogamento.

Segundo o comandante da missão em Oriximiná, subtenente Edielson Roberto, as buscas tiveram início na manhã de quarta-feira (16) na área próxima ao desaparecimento do homem.

“Iniciamos os mergulhos em busca da vítima às 9h. Estendemos até por volta do meio dia sem êxito na localização do mesmo”, destacou o sargento Edielson.

As buscas continuaram nas margens e leito do leito do Rio Trombetas até o limite de Oriximiná com o município de Óbidos.

“Na tarde de quarta iniciamos as buscas nas margens e leito do rio encerrando às 19h. Na manhã de quinta-feira (17) estávamos em mobilização para reiniciar os mergulhos em área próxima ao local do desaparecimento da vítima”, disse.

A equipe de mergulhadores foi acionada quando o corpo da vítima emergiu numa região que fica na frente da cidade.

“Recebemos a informação de que o corpo emergiu e estava preso próximo a um trapiche flutuante particular a uns 400 metros do local onde Antônio José teria desaparecido. Nós dirigimos para o local com o auxílio de uma lancha cedida pela Secretaria de Segurança do município de Oriximiná e fizemos o resgate do corpo. Posteriormente, repassamos o mesmo para as autoridades do município para as demais providências”, enfatizou.

Segundo a equipe, o rio possui aproximadamente uma extensão de 120 km e uma profundidade de 10 metros.

Entenda o caso

Antônio José de Oliveira Cordeiro, 35 anos, desapareceu após cair nas águas do Rio Trombetas em Oriximiná, oeste do Pará, na tentativa de desprender sua linha de pesca que ficou presa no fundo do rio.

As pessoas que presenciaram o momento em que a vítima pulou no rio, o alertaram de que não era uma boa ideia porque estava com sinais de embriaguez.

Segundo informações das pessoas que estavam no local, Antônio José nadou em direção a uma embarcação porque não estava conseguindo retornar à margem devido ao cansaço. Momentos depois que ele conseguiu chegar próximo à embarcação não foi mais visto.

A Polícia Militar (PM) foi comunicada sobre o desaparecimento de Antônio José.

A secretária de Segurança Pública de Oriximiná, Rosinete Silva entrou em contato com o Tenente Coronel Francisco Junior, do 4º GBM de Santarém para dar suporte às buscas pelo corpo da vítima de afogamento. Na manhã de quarta-feira (16) as buscas tiveram início com a colaboração de 3 bombeiros do 4º GBM.

Rio Trombetas

De acordo com informações do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o trecho navegável do rio Trombetas pode ser subdividido em dois segmentos. No segmento, entre Porto Trombetas e Cachoeira Porteira, com 140 quilômetros, as profundidades variam entre 4 metros e 1,50 metro nas águas altas e baixas, respectivamente. A partir daí, existem cerca de 50 cachoeiras e corredeiras que ocorrem no contato do escudo cristalino e bacia sedimentar.

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/18:01:15

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

 

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Estudo aponta que 75% da população de Santarém está contaminada por mercúrio de garimpos

A imagem mostra a peixes expostos para venda na Feira do Peixe em Santarém (Foto:Andria Almeida/ O Liberal)

Independentemente do local de residência, todos aqueles que têm o hábito de consumir peixe frequentemente estão sob risco de exposição ao mercúrio

Estudo aponta que mais da metade da população da zona urbana de Santarém apresentam níveis de contaminação altíssimos por mercúrio, que chega a ser até quatro vezes superior ao limite recomendado pela OMS. Entre os ribeirinhos a contaminação atinge um nível mais crítico, chegando a 90% de contaminação pela substância. (As informações são de Andria Almeida).

Os dados são do artigo publicado em 28 de fevereiro no International Journal of Environmental Research and Public Health. Com informações da Ascom da InfoAmazônia.

O estudo foi realizado pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) em parceria com a Fiocruz e o WWF. Para a análise foram coletadas amostras de sangue de 462 pessoas no período de 2015 a 2019. Os resultados evidenciaram que todos os participantes da pesquisa apresentavam níveis elevados de mercúrio no sangue, sendo que 75,6% deles apresentaram concentrações do metal acima do limite de 10 μg/L (microgramas por litro) recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O artigo enfatiza que o consumo de pescados contaminados pelos garimpos ilegais, do alto e médio rio Tapajós, mesmo estando a cerca de 300 km da área urbana, é apontado como origem da presença de altos índices de mercúrio no sangue da população de Santarém.

A estudante de nutrição Larissa Neves, moradora da cidade, disse que já imaginava que havia contaminação no rio.

“Eu sabia que a água estava contaminada, porque sempre que me banho no Tapajós fico com coceira no corpo, mas eu não tinha me tocado da contaminação dos peixes”, afirma.

Participantes do estudo 462 pessoas. Dessas, 203 são moradores da área urbana de Santarém e 259 vivem em oito comunidades ribeirinhas do município paraense, sete delas localizadas nas margens do rio Tapajós e uma nas margens do rio Amazonas. Entre a população ribeirinha, a alta exposição de mercúrio, usado na separação de ouro pelos garimpos ilegais, chega a mais de 90%.
Outros estudos sobre o assunto

Outros estudos já tinham apontado a contaminação por mercúrio de populações que vivem às margens do Tapajós, como o povo indígena Munduruku, que nos últimos anos vêm travando uma crescente disputa contra garimpos clandestinos em seu território. Agora, a pesquisa Mercury Contamination: A Growing Threat to Riverine and Urban Communities in the Brazilian Amazon (em livre tradução, Contaminação por mercúrio: uma ameaça crescente para comunidades ribeirinhas e urbanas na Amazônia brasileira), apresenta dados da contaminação que atinge também a população no centro urbano, a mais de 300 km da região onde há concentração de garimpos.

A investigação conclui que 57,1% dos participantes moradores da área urbana de Santarém apresentam taxas de mercúrio no sangue acima do considerado seguro pela OMS, e que a exposição ao mercúrio não se restringe às áreas dos garimpos, “mas pode ocorrer em grande parte da bacia hidrográfica que é bastante impactada pela atividade garimpeira”.

Participantes da pesquisa que declararam consumo diário de pescados apresentaram maiores taxas de mercúrio no sangue. Os dados indicam que este hábito alimentar  está relacionado a diferentes marcadores sociais, como local de residência e escolaridade. O maior nível de mercúrio foi detectado no grupo de analfabetos (45,8 a 50,9 μg/L) e o menor entre os com ensino superior (17,3 a 31,6 μg/L).

Segundo o artigo, a dependência dos pescados e falta de acesso a outras variedades de proteína, acentuada pela crise econômica e social desencadeada pela pandemia, além da preferência cultural por esse consumo, é um fator de maior vulnerabilidade para a contaminação.

Homens apresentaram maiores concentrações de mercúrio do que mulheres, e participantes com idade entre 41 e 60 anos apresentaram níveis mais elevados do que o grupo mais jovem, composto por pessoas entre 21 e 40 anos.

A prevalência da exposição ao mercúrio também é maior entre os ribeirinhos que vivem às margens do rio Tapajós (59,5%) em comparação aos moradores da margem do rio Amazonas (40,5%).

“Independentemente do local de residência, a exposição humana ao mercúrio pode ocorrer, pois depende dos hábitos alimentares, mas também das próprias características individuais”, explica Heloisa do Nascimento Moura Menezes, pesquisadora do Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde da Ufopa e coordenadora do estudo.

“Todos aqueles que têm o hábito de consumir peixe frequentemente estão sob risco de exposição ao mercúrio”, completa.
População da região urbana apresentou índices tão altos quanto os das populações ribeirinhas

De acordo com a pesquisadora da Ufopa, Heloisa do Nascimento Moura Menezes, alguns participantes que vivem na região urbana do município apresentam índices tão altos quanto os das populações ribeirinhas e o crescimento desenfreado da atividade garimpeira pode piorar este quadro.

O artigo explica que o uso “generalizado, não regulamentado e descontrolado” do mercúrio na atividade garimpeira já liberou milhares de toneladas de resíduos contendo o metal tóxico no bioma amazônico.

“Na Amazônia brasileira, o garimpo foi considerado responsável pela contaminação ambiental, bem como pela exposição da vida selvagem e humana ao longo dos anos; no entanto, a magnitude da exposição permanece incerta devido à ilegalidade do setor, dificultando dados credíveis sobre a quantidade de mercúrio liberada no ambiente”.
Riscos para a saúde

A pesquisa avaliou também alterações nos indicadores de saúde. O mercúrio é um metal pesado tóxico, frequentemente associado a danos nos tecidos e deficiências na saúde mental, além de alterações comportamentais, imunológicas, hormonais e reprodutivas. Alterações nos rins e nos fígados foram registradas entre os participantes santarenos, sendo que marcadores mais altos foram registrados segundo a concentração de mercúrio.

Segundo a coordenadora do estudo, a literatura científica sobre a contaminação por mercúrio mostra que, em geral, pessoas com níveis mais altos do metal apresentam sintomas mais graves, mas sintomas são observados também desde níveis baixos de contaminação. “Por isso é importante identificar precocemente a exposição ao mercúrio, para que os sintomas não se agravem”, pondera.

Segundo o médico Fábio Tozzi, coordenador do Programa Saúde Comunitária do Projeto Saúde e Alegria (PSA) em Santarém, estão aparecendo cada vez mais pacientes que trabalham em garimpo ou que sofrem diretamente as consequências do uso do mercúrio na atividade, apresentando sintomas neurológicos, digestivos, psiquiátricos e respiratórios. No entanto, segundo ele, a contaminação por mercúrio ainda é uma doença muito subnotificada.

“O diagnóstico é pouco utilizado, mas pela grande quantidade de garimpos da região isso começa sim a ser um alerta muito grande e o sistema de saúde precisa ter resposta para as populações”.

Incluir a testagem dos níveis de mercúrio nos exames da atenção básica de saúde é uma medida apontada pelo médico para enfrentar o problema. “Os gestores devem estar preparados para identificar e mitigar os efeitos da presença do mercúrio na água e nos peixes”, afirma Tozzi, que atua no desenvolvimento de modelos de atenção básica para populações ribeirinhas em uma parceria entre o PSA, a Ufopa e a Secretaria Municipal de Saúde de Santarém.
Impacto socioeconômico

Diante dos resultados da pesquisa, os vendedores de peixes no Mercadão 2000, localizado na orla de Santarém, se apressam para afirmar que seus peixes não estão contaminados.

“Esse peixe aqui é de criação, não é do rio não”, afirmou o vendedor Valdenir da Silva Lima, enquanto limpava um tambaqui. Ele destaca os impactos econômicos que o setor teve com a preocupação da população santarena em relação à doença da “urina preta”, nome popular da Doença de Haff, que no segundo semestre de 2021 foi relacionada a uma toxina presente nos peixes. “Atrapalhou muito, ficamos quase um mês vendendo pouco”, revela.

Outro vendedor, que preferiu não se identificar mas revela ser um dos mais antigos do mercado, afirma que seus peixes vêm dos lagos da várzea do rio Amazonas e também lembra os impactos das notícias sobre a “urina preta”: “Acabou para nós aqui, tivemos que jogar um monte de peixe fora, doamos, agora que estamos voltando a vender”.

O motorista particular Ninito José Miranda de Souza tinha acabado de comprar uma peça de pirarucu, quando conversou com a reportagem. “Se tiver, eu como peixe o dia inteiro”, revela. No entanto, com o resultado da pesquisa, ele afirma que irá reduzir o consumo: “Vou ter que dar um tempo, se tá fazendo mal não posso ficar no erro”.

Já a aposentada Noêmia Pereira Duarte, natural de Itaituba (PA) e moradora da vila santarena de Alter do Chão, que também saía da feira do pescado após comprar pacu e acará, desconfia da pesquisa. “Toda a vida eu comprei peixe, não tem mercúrio nenhum, isso é mentira”, afirma.

Recomendações

A pesquisadora Heloisa do Nascimento Moura Menezes afirma que o estudo não tem como objetivo trazer impacto negativo para pescadores e feirantes. “Somos solidários a todos aqueles que direta ou indiretamente dependem da pesca. Não estou aqui para criar alarde, mas sim para trazer à tona uma discussão necessária e urgente”, explica.

Segundo Menezes, o resultado não indica que a população deva deixar de consumir peixe, uma vez que existem formas alternativas de se reduzir a exposição ao mercúrio.

“Nossa recomendação não é restringir o consumo de peixes, o que sugerimos é uma mudança de hábitos alimentares, justamente porque temos a preocupação com todos aqueles que dependem da pesca para sobreviver”, explica.

De acordo com a pesquisadora, a população pode variar o tipo de peixe consumido, uma vez que alguns peixes, como os carnívoros, têm mais mercúrio do que os demais, reduzir as porções consumidas e a frequência de consumo e introduzir mais frutas, legumes e alimentos antioxidantes na alimentação.

“O conhecimento é uma ferramenta preciosa quando se pensa em prevenção”, completa.

Menezes aponta também que o objetivo do estudo é promover uma discussão sobre práticas mais sustentáveis para redução do mercúrio no ambiente. “A redução da contaminação do rio e dos peixes pode levar anos, portanto, precisamos não só acabar com as atividades que liberam mercúrio no ambiente, como também buscar formas de proteger a saúde das populações que vivem na região amazônica e que ainda irão conviver por muitos anos com as consequências da exposição mercurial existente hoje”, conclui.

Desde que a fase de coleta das amostragens da pesquisa foi concluída, em 2019, o garimpo ilegal no rio Tapajós cresceu significativamente. De acordo com um levantamento do Instituto Socioambiental, apenas entre janeiro de 2019 e maio de 2021, a área devastada pelo garimpo dentro da Terra Indígena Munduruku, localizada no médio Tapajós, cresceu em 363%.

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/17:23:47

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Sem-teto que fez sexo com mulher de personal é retirado de cidade por segurança

Ameaças, segundo relatório, foram feitas contra Givaldo por policiais supostamente amigos de Eduardo (Foto:Reprodução)

Homem que foi agredido por marido é ameaçado por supostos policiais conhecidos do agressor em abrigo de Planaltina, no Distrito Federal.

Após receber ameaças em um abrigo de Planaltina, no Distrito Federal, o homem em situação de rua agredido pelo personal trainer Eduardo Alves após ser pego por ele fazendo sexo com a esposa do agressor, teve de ser retirado pela Sedes (Secretaria de Desenvolvimento Social do DF) do abrigo onde estava. (As informações são de R7).

A agressão aconteceu na segunda-feira (14), quando Eduardo flagrou a esposa fazendo sexo com um homem em situação de rua, identificado como Givaldo, dentro de um carro da mulher.

Em depoimento à polícia, Eduardo Alves disse que achou que a mulher estava sendo “estuprada”, por isso desferiu diversos socos e chutes em Givaldo, conforme foi flagrado pelas câmeras de segurança. Mas o personal disse também que a mulher estava em surto psicótico.

Já a vítima de espancamento disse que foi abordado pela mulher e que depois se encontram e foi “convencido” a entrar no carro e fizeram sexo consensual.

Givaldo foi levado ao Hospital Regional de Planaltina e ficou na unidade até esta quinta-feira (17).

Foi solicitada pelo hospital uma vaga em um abrigo conveniado com a Sedes em Planaltina. Mas algumas pessoas foram ao local em tom ameaçador. “Algumas pessoas se identificaram como policiais, disseram ser amigos do Eduardo e quiseram culpar o Givaldo por tudo que aconteceu”, disse uma testemunha.

A Sedes recebeu um relatório da direção do abrigo que continha as ameaças e decidiu alocar Givaldo em outro abrigo, fora de Planaltina, por questão de segurança.

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/17:37:31

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Operação da PF investiga fraude bilionária com Seguro Defeso no Pará e outros 11 estados

Operação Tarrafa da PF investiga fraudes no Seguro Defeso no Pará e outros 11 estados. — Foto: Reprodução / PF-PA

Associação criminosa teria desviado aproximadamente R$1,5 bilhão em pagamentos de benefícios a solicitantes de 1.340 municípios brasileiros.

A Operação Tarrafa foi deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (17) para investigar uma organização criminosa responsável por fraudes milionárias no Seguro Desemprego do Pescador Artesanal (SDPA) – também conhecido como Seguro Defeso. (As informações são g1 PA — Belém).

(CORREÇÃO: o g1 errou ao informar que os seis servidores públicos citados na operação da Polícia Federal seriam da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuária e Pesca do Pará (Sedap). Os seis servidores públicos que foram afastados de suas funções são da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, lotados no Pará. A informação foi corrigida às 12h28.)

São 180 mandados de busca e apreensão a serem cumpridos no Pará e outros 11 estados: Maranhão, São Paulo, Ceará, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Tocantins e Piauí. Entre os materiais apreendidos está uma maleta cheia de documentos.

No total, 42 servidores públicos são alvo da operação, que mobiliza 600 agentes federais. Não há mandado de prisão expedido, mas, após a operação, as investigações ainda devem continuar, segundo a PF.

As medidas de busca e apreensão miram 36 servidores do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e outros seis servidores da Secretaria de Aquicultura e Pesca, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, lotados no Pará.

Além das buscas, os servidores estão sendo afastados por decisão judicial. O g1 solicitou posicionamento da secretaria, mas ainda aguardava resposta até a última atualização da reportagem.

Investigações

Segundo a PF, as investigações iniciaram em 2020, quando um grupo de trabalho foi montado para apurar suspeitas de fraudes cometidas na inserção dos dados no registro geral do pescador. Depois disso, era feito pedido de deferimento do benefício previdenciário.

Ao menos 102 certificados digitais de identificação fraudulentos foram expedidos em nome de servidores públicos, de acordo com as investigações.

A PF disse que a organização criminosa agia da seguinte maneira:

utilizava certificados falsos em nome de servidores;
conseguiu gerar cerca de 436 mil pedidos de Seguro Defeso;
envolvia cerca de 400 mil CPFs;
e agia com ajuda de colônias, sindicatos e associações de pescadores.

A PF informou que os crimes investigados estão estelionato, participação em organização criminosa , falsificação de documento público, uso de documento falso, inserção de dados falsos em sistemas de informação, corrupção passiva e corrupção ativa.

O nome da operação se refere a equipamento utilizado para a pesca artesanal, em alusão ao tipo de benefício objeto da ação da organização criminosa.

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/16:46:52

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Crueldade: Menores amarram, estupram e matam criança em Marabá

(Foto:Reprodução) –  Uma criança, 5 anos, foi vítima de um crime brutal, na tarde de quarta-feira (16), na Vila Capistrano de Abreu, na Região do Rio Preto, na zona rural de Marabá, no sudeste do Pará. O garoto foi amarrado, estuprado e morto nas margens de uma represa por três menores de idade.

O corpo da criança foi encontrado, boiando, na manhã de quinta-feira (17), por uma tia. Segundo informações locais, os suspeitos foram identificados e confessaram o crime. De acordo com primeiros relatos, o trio amarrou o menino com um fio elétrico, espancou e estuprou o garoto até a pequena vítima perder os sentidos. (As informações são do Debate Carajás).

No final da sessão de barbárie, eles jogaram a pequena vítima desmaiada e amarrada na represa e fugiram do local do crime. O desaparecimento da criança movimentou a comunidade e os moradores chegaram aos três menores em conflito com a lei. Os nomes e a foto dos suspeitos não foram divulgados por força do Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca).

garoto

Os menores delinquentes foram apreendidos e conduzidos para o posto policial. Segundo as primeiras informações, houve tentativa de invasão do local pela população para fazer justiça com as próprias mãos. O Destacamento da Polícia Militar conduziu os três menores em conflito com a lei, acompanhados dos pais, para Marabá, onde passarão a ser acompanhados pelo Conselho Tutelar.

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/16:34:46

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Suspeito de envolvimento em roubo é assassinado a tiros em Marabá

(Foto:Reprodução) – A vítima foi atingida por quatro disparos de arma de fogo em frente à Igreja Assembleia de Deus

Carlos André Barbosa Abreu, mais conhecido como Andrezinho, de 19 anos, foi morto a tiros no final da tarde desta quarta-feira (16), na Folha 25, Nova Marabá, em Marabá, no sudeste do Pará. As informações são do site Correio de Carajás.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas Andrezinho morreu ainda no local. De acordo com o delegado Vinícius Cardoso das Neves, superintendente de Polícia Civil do Sudeste do Pará, a vítima foi atingida por quatro disparos de arma de fogo em frente à Igreja Assembleia de Deus.

“A vítima possuía passagens pela polícia e, segundo informações colhidas, estava atualmente envolvida em atividades criminosas”, declarou o delegado.

Vinícius Cardoso acrescentou que o trabalho pericial foi realizado e que provas foram colhidas. A Polícia civil tem o prazo de 30 dias para apresentar os resultados da investigação. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, liberado para a família.

A polícia realiza diligências para identificar e prender o autor do crime. Informações que colaborem com as investigações podem ser repassadas ao 181 (Disque-Denúncia).

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/16:11:54

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Foragido por homicídio há cerca de 23 anos é preso em Parauapebas

(Foto:Reprodução) – Na terça-feira (15), um homem, identificado como José Barbosa dos Santos, foi preso na Rua Pedro Álvares Cabral, localizada no bairro Altamira, em Parauapebas, sudeste do Pará.

Contra ele havia um mandado de prisão emitido pela 3ª Vara Criminal de Marabá, pelo crime de homicídio ocorrido há cerca de 23 anos.

Foi dado cumprimento ao mandado de prisão preventiva, após investigações da delegacia de Marabá, no sudeste do Pará, que localizou o indivíduo e contou com o apoio da equipe de policiais civis de Parauapebas para capturar o foragido.

Diante dos fatos, ao ser localizado, José Santos recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia, onde segue à disposição da justiça.(As informações são do Portal Debate Carajás).

Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/16:08:02

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/

 




Tecnologia criada por pesquisadores brasileiros ajudará na alfabetização de crianças

Projeto já passou pela fase de testes e deverá ficar disponível para todas as escolas

Pesquisadores da Universidade Federal Goiás (UFG) estão trabalhando em uma ferramenta desenvolvida por eles que pretende ajudar no desenvolvimento inicial de alfabetização de crianças, identificando problemas na escrita dos alunos como dislexia e disgrafia. O projeto foi denominado como CLAT, abreviação de Children Literacy Aid Tool.

Com o CLAT, o educador poderá criar sessões de ditado, definindo uma lista de palavras. A ferramenta então dita para as crianças que poderão escrever o que ouviram com os dedos no tablet ou com apoio de canetas sensíveis ao toque. Fabrizzio, que orienta o projeto, adianta que a ferramenta não tem como propósito substituir o trabalho dos professores, mas otimizá-lo.

“Nosso objetivo é dar uma ferramenta que permite que o docente possa repetir esses testes em sala com maior frequência, além de poder documentar isso ou compartilhar com outros profissionais da escola, como pedagogos, e até um fonoaudiólogo, se for o caso”, explica Fabrizzio.

Os pesquisadores explicam ainda que o principal diferencial da ferramenta é justamente a exploração da escrita manual dos alunos, mesmo usando um aparato tecnológico, já que o aplicativo interage por voz, solicitando que o aluno escreva com os dedos na tela as palavras ou frases que estiver ouvindo.

“A maioria dos aplicativos para alfabetização infantil adota a escrita por teclado ou escolha de letras na tela e há pesquisas que indicam maior contribuição do processo de escrita manual durante a etapa de alfabetização. Além disso, o professor pode personalizar o que é solicitado para a criança, inclusive incluindo sua voz ou vídeo, se desejar”, destacou em informativo da UFG a doutoranda Jaline Mombach, bacharela em Ciência da Computação e mestra em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Pampa.

Assim, será viável realizar avaliações individualizadas e personalizadas para cada estudante, já que no ditado de palavras convencional o professor muitas vezes não tem como prestar atenção nas necessidades de cada aluno, corrigindo as respostas em conjunto com toda a turma.

Ainda sem previsão de lançamento, a proposta é que todas as escolas do país tenham acesso à ferramenta. Quando o projeto estiver concluído deverá ficar acessível para todas as escolas. O objetivo dos trabalhos é fazer com que o CLAT seja um transformador social, contribuindo também para a inclusão tecnológica.

“Outro ponto almejado é a inclusão tecnológica. O fato de uma criança de uma camada mais vulnerável, logo na alfabetização ter acesso à tecnologia acredito que faça ele se sentir mais incluída. Porque ela vai sentir que existe um mundo lá fora e ele participa desse mundo que é digital. Então, se a gente não conseguir levar essa ferramenta pra mão da criança que tem menor condição, eu não sei se a gente estará atingindo de fato o objetivo do projeto”, explica o professor Fabrizzio.
Fonte: Agência Educa Mais Brasil
Jornal Folha do Progresso em 17/03/2022/16:02:02

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/avamec-disponibiliza-especializacoes-lato-sensu-gratuitas-para-professores/