Ex-presidente da Caixa xinga subordinados por ter perdido mais de R$ 100 mil por mês

Guimarães pediu demissão da Caixa na semana passada, após denúncias de assédio sexual (Foto:Amanda Perobelli / Reuters)

Pedro Guimarães chegou a integrar pelo menos 18 conselhos, os quais lhe renderam mais de R$ 130 mil em jetons

O ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, se irritou com funcionários e disse ter sido traído após descobrir uma mudança no regimento interno que, na prática, o faria perder mais de R$ 100 mil por mês, durante uma reunião realizada no fim do ano passado. (As informações são do portal Metrópoles).

Segundo o portal, a mudança no regimento interno, que tinha acabado de ser aprovada em 2021, estabelecia um limite à participação do próprio Pedro Guimarães, de outros executivos em conselhos de subsidiárias da Caixa e de empresas privadas das quais o banco é sócio. Ele se irritou porque seus subordinados diretos não atentaram para os reflexos da decisão antes de ela ser aprovada.

Guimarães chegou a integrar pelo menos 18 conselhos, os quais lhe renderam mais de R$ 130 mil em jetons, uma espécie de gratificação pelo trabalho extra. Esse valor era acrescentado ao salário de R$ 56 mil que ele recebia como presidente da Caixa. Na soma de salário com jetons, os rendimentos de Guimarães giravam em torno de R$ 200 mil mensais.

Após cobrar os subordinados, Pedro Guimarães reclama porque a decisão o faria perder dinheiro. Prevendo que a situação um dia poderia se tornar pública e deixá-lo exposto, ele ordena ao então vice-presidente Celso Leonardo Barbosa, de quem é amigo pessoal, que fizesse os cálculos para efetuar a devolução dos valores que, até ali, havia recebido em desacordo com a nova regra.

Guimarães também manda sua chefe de gabinete, Rozana Alves, acionar a Corregedoria da Caixa para punir os participantes da reunião, caso o teor da discussão vazasse. E, sem meias palavras, ameaça os participantes de demissão.

Celso Leonardo Barbosa e Rozana Alves foram afastados dos cargos que ocupavam após a saída de Pedro Guimarães da Caixa.

Disse Guimarães, irritado: “Isso vai vazar, para me desgastar. Isso é para me desgastar. P* que pariu, eu vou devolver o dinheiro. Faz a conta, entendeu, Celso? Tem que fazer a conta, e tem que fazer a conta que doa mais no meu bolso. Ou seja: assumir os CAs (conselhos de administração) que eu ganho menos. Puta que pariu, isso é tão ridículo, cara… Me mato de trabalhar que nem um filho da p* do c* elevado à décima quinta para nego só me f*.”

Para Guimarães, os funcionários que deixaram passar a mudança que o prejudicava, estariam fazendo gestos para a oposição, já pensando em uma possível vitória de Lula nas próximas eleições. Mais uma vez, ele faz ameaças e diz a Celso Leonardo: “Faça uma reunião amanhã com todo mundo e, p*, entende essa maluquice maluca de grau 27. De novo, é o que já falei”.

“Vreco (apelido de Álvaro Pires, outro amigo pessoal que Guimarães levou para a Caixa como assessor especial do gabinete da presidência, com salário de R$ 30 mil), você aja, e eu também. Eu já falei com você ontem, e com o Celso. Estão querendo me f*. Eu não acredito que isso daí é incompetência. Eu acredito no que eu já falei para vocês dois: está chegando a eleição e nego está querendo fazer hedge (se proteger), e eu vou tirar todo mundo que eu achar que está fazendo hedge. Porque, deixa eu falar para todos vocês (dirigindo-se aos demais subordinados): ou vocês estão comigo ou vão buscar Haddad e o Lula. Não tem essa de querer ficar comigo e com o Lula. Bem claro isso. Porque isso eu não acho que é um erro. Nego não pode ser tão ruim assim, a ponto de querer me expor dessa maneira. E ninguém viu?”, prossegue.

E Guimarães continua. “E eu já te digo: isso é ‘filhadaputagem’. Eu não acredito em erro aí. Eu acredito que tem nego querendo me f*.” Celso concorda: “Mas é claro, claro que tem coisa aqui, pô”.

Em outro momento da reunião, Guimarães afirma que estava se sentindo traído pelos subordinados, que não o alertaram sobre a mudança, nem fizeram nada para evitar que ela fosse aprovada. Ele pede a Rozana Alves, sua chefe de gabinete, que anote os CPFs de todos os executivos da Caixa que tiveram conhecimento da proposta antes de ela ser aprovada. E afirma que devolveria o valor dos jetons recebidos após a mudança na regra para não ouvir que ganhou “dinheiro em cima do banco”.

“Todas as pessoas que leram isso vão explicar por que aprovaram isso. Porque isso aí não existe. Se não, fico eu sozinho, e o pessoal falando que eu quero ganhar dinheiro em cima do banco. Então, assim… Eu quero avaliação do Gryecos (Gryecos Loureiro, diretor jurídico da Caixa). Eu vou devolver, claro que vou devolver. Já que eu vou ficar um ou dois meses ganhando mais, eu vou devolver, R$ 100, R$ 200 mil reais… É a vida como ela é”.
Devolução do dinheiro

O Metrópoles procurou Pedro Guimarães por meio de seu advogado, José Luis de Oliveira Lima, para ouvi-lo sobre o teor da reunião que respondeu o seguinte, por escrito: “Pedro Guimarães não extrapolou em nenhum momento os limites legais e estatutários no que se refere à participação em conselhos de administração. Até novembro de 2021, a Caixa aplicava vedação prevista na Lei das Estatais (Lei 13.303/2016) apenas à participação remunerada em até dois conselhos de empresas públicas, sociedade de economia mista e suas subsidiárias. Tal vedação não incluía empresas privadas”.

O portal perguntou se Guimarães devolveu à Caixa os valores que, na gravação, ele diz que teria que ressarcir. O advogado respondeu que não havia o que devolver porque o ex-presidente da Caixa cumpriu o que estava previsto no estatuto. “Ele não tinha que devolver nada, pois tudo estava dentro da lei”, afima Oliveira Lima.

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Governo do Pará publica decreto reduzindo ICMS da gasolina e da energia

Pará se junta aos 20 Estados que já anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis (Foto:Reprodução).

Documento foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado

O governo do Estado publicou nessa segunda-feira (4), em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE), o Decreto nº 2.476, que dispõe sobre a redução das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações com gasolina, álcool carburante e energia elétrica e nas prestações de serviço de comunicação.

O decreto estabelece que caem de 25% para 17% as alíquotas de ICMS nas operações com álcool carburante e energia elétrica (queda de 8%); de 28% para 17% nas operações com gasolina (queda de 11%); e de 30% para 17% nas prestações de serviço de comunicação (queda de 13%).

O decreto assinado pelo governador Helder Barbalho considera o disposto na Lei Complementar nº 194, de 23 de junho de 2022, e o ajuizamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7195/22 no Supremo Tribunal Federal (STF).

Outro decreto publicado na mesma edição do DOE, o de nº 2.477, dispõe sobre o Valor Adicionado e Índices de Valor Adicionado referentes ao ICMS que vigorarão a partir de janeiro de 2023 para os 144 municípios paraenses. No anexo do decreto, consta o Valor Adicionado e o Índices de Valor Adicionado para cada município.

Com isso, o Pará se junta aos 20 estados que já anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis. Os governadores do Ceará e do Amazonas fizeram os anúncios ontem, informou a Agência Brasil.
Quanto deve cair o preço da gasolina?

As alíquotas em vigor até agora no Pará eram de 28% para gasolina, 25% para álcool, 25% para energia elétrica e 30% para comunicação. Com a redução, a expectativa é de que os valores finais praticados aos consumidores também tenham queda. No caso da gasolina, por exemplo, o valor do tributo cobrado era de R$ 1,76 por litro e agora será de R$ 0,83 por litro, o que significa uma redução média de R$ 0,93 por litro.

São Paulo foi o primeiro Estado a fazer a redução do ICMS. Lá, a alíquota caiu de 25% para 18%. Minas Gerais, Goiás, Paraná e Amapá também já anunciaram o corte.

O Distrito Federal publicou no dia 1 deste mês um decreto limitando em 18% a cobrança do ICMS. As alíquotas da gasolina e do etanol eram de 27%. Segundo o governo distrital, a perda é estimada em R$ 1,7 bilhão por ano.

O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do DF estima uma redução de R$0,43  na gasolina e R$ 0,40 no etanol com a redução do ICMS. Os consumidores devem sentir aos poucos a diferença na bomba, com a renovação dos estoques, diz o presidente da entidade Paulo Tavares. (Com informações do O Liberal).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Ação inédita vai recolher pneus descartados na Amazônia para reciclagem no Paraná

Manaus enfrenta sério problema ambiental com pneus velhos descartados nas ruas e até mesmo no entorno da cidade em área de Floresta Amazônica.

A Associação Brasileira de Empresas de Reciclagem de Pneus Inservíveis (Abrerpi) iniciou uma ação inédita com a finalidade de mobilizar o poder público e a iniciativa privada para solucionar definitivamente o problema de descarte inadequado de pneus em Manaus.

Toneladas de pneus inservíveis que estão jogados nas ruas da cidade e na periferia (já em área de Floresta Amazônica), acumulando água parada e servindo de criadouro do mosquito Aedes aegypti, serão recolhidas e transportadas por contêineres até uma recicladora localizada na Região Metropolitana de Curitiba.

Esta ação faz parte do programa “Brasil Rodando Limpo”, uma iniciativa da Abrerpi que busca viabilizar economicamente a implantação de sistemas de coleta, transporte e destinação final (logística reversa) de pneus nos centros urbanos de todo o Brasil.

De acordo com o presidente da Associação Joel Custódio, a situação de Manaus é emblemática, com pilhas de pneus velhos acumulados em canteiros no meio de avenidas e em cemitérios clandestinos abertos na floresta.

“Eu estive lá recentemente e pude ver e registrar em vídeo a situação alarmante de descarte inadequado na natureza que, infelizmente, se repete em várias outras cidades do Brasil. Nosso objetivo não é apontar o dedo para ninguém. Queremos demonstrar que não adianta empurrar o problema para o outro, é preciso união de todos os envolvidos – consumidores, lojistas, fabricantes, importadores, poder público e as recicladoras – a solução está no engajamento de todos”, afirmou o presidente da entidade que representa 14 recicladoras presentes em 20 estados do Brasil.

A Lei Nacional 12.305 (que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos) atribui responsabilidade para todos os integrantes do ciclo de utilização de cada produto. Para Custódio, “o desenvolvimento sustentável só pode ser alcançado com viabilidade econômica, senão, é ativismo, ou utopia”, afirmou. “Por isso a Abrerpi criou o Programa `Brasil Rodando Limpo`, operacionalizado por uma plataforma digital disponível sem custo no site da entidade, que integra os esforços dos envolvidos na cadeia do pneu, organizando desde a coleta até a destinação final”, completou.

Pneus velhos descartados no meio de avenidas em Manaus.

Ele explica que atualmente, em Manaus, não há demanda por substrato de borracha que justifique a instalação de uma recicladora, e, as que estão mais próximas, segundo ele, ficam a muitos quilômetros de distância inviabilizando economicamente a destinação ambientalmente adequada.

“Nós queremos iniciar este debate na região, envolver o poder público e a sociedade organizada para buscar uma solução definitiva. Para a realidade do Amazonas, com grandes distâncias entre as cidades, talvez o caminho seja incentivar o uso do substrato de borracha na produção do asfalto”, disse.

As recicladoras normalmente picam os pneus em pedaços e vendem para fábricas de cimento ou trituram a borracha para mistura na composição do asfalto (aumentando sua resistência e durabilidade). O material também pode ser utilizado na fabricação de vários produtos, como grama sintética, tapetes de automóveis e solas de sapato. (Com informações do CMM Comunicação).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Prefeitura de Santarém convoca aprovados em concurso público

Prefeitura de Santarém divulgou edital de convocação dos aprovados em concurso público. | Foto:Agência Santarém

Ao todo, 56 candidatos aprovados foram chamados em edital publicado na última segunda-feira (5).

Uma semana após homologar o concurso público 001/2021, a Prefeitura de Santarém divulgou na última segunda-feira (4), o primeiro edital de convocação de candidatos aprovados.

A convocação abrange 16 cargos e inicialmente convoca 56 aprovados.

Na semana passada, a prefeitura também prorrogou mais de 700 contratos de servidores temporários até 31 de dezembro de 2022. (Com informações do portal O Estado Net).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Decisões federais podem causar rombo em prefeituras do Pará

Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, alerta que efeito será a prestação de serviços precarizados e menor verba para atender à população |Foto:Alan Marques/Folhapress.

Municípios de todo país já sentem os impactos de votações do Congresso Nacional, decisões do Poder Judiciário e ações do Executivo, diz CNM.

As sucessivas votações de matérias legislativas que interferem nas finanças municipais podem gerar um rombo de mais de 11 bilhões nas contas das prefeituras do Pará.

Esse dado faz parte de um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), e divulgado ontem, 4, em entrevista coletiva pelo presidente da entidade Paulo Ziulkoski. Segundo a CNM, desde dezembro do ano passado um acúmulo de votações do Congresso Nacional, decisões do Poder Judiciário e decretos, entre outras ações, assinados pelo presidente da República, podem fazer com que os municípios percam mais de R$ 250 bilhões por ano, numa combinação de aumento de despesas e diminuição de receitas.

De acordo com o presidente da CNM, considerando apenas as novas leis aprovadas pelo Congresso Nacional, além dos decretos do governo federal, todos com efeito imediato, o impacto já é de perda de R$ 73,1 bilhões anuais. O levantamento contabiliza uma série de projetos e iniciativas classificadas pela Confederação como “pautas graves”.

Ziulkoski destacou o conjunto de medidas que estão sendo discutidas no Congresso; pelo Executivo federal e no Supremo Tribunal Federal, que começam a provocar grandes perdas de recursos.

Ao apresentar o estudo, Paulo Ziulkoski enfatizou a importância de dar transparência ao cenário para que a população compreenda a consequência de cada medida, especialmente com cunho eleitoreiro. “O nosso papel é dar transparência desses números à sociedade e disponibilizar para todos os 5.568 Municípios transmitirem à comunidade o impacto que está tendo lá na ponta.”

O presidente da CNM enfatiza que saúde e educação serão os mais afetados. “Apenas o potencial impacto de medidas do Executivo e do Legislativo sobre as finanças municipais (R$ 136,3 bilhões/ano) corresponde a 16,7% da Receita Corrente Líquida dos Municípios em 2022”, informa o documento divulgado pela entidade.

DESPESAS

A CNM alertou ainda que não há expectativa de crescimento da arrecadação no próximo ano, mas que as instâncias federais estão criando despesas estruturais para os municípios. Exemplo disso, destacou o presidente da Confederação, são as dezenas de propostas de criação de pisos salariais – projetos desse tipo de tramitam no Congresso representam impacto de R$ 44,1 bilhões, fora outros R$ 11,38 bilhões de despesas já aprovadas com reajuste do piso de agentes de saúde e de endemias e criação do piso da enfermagem e R$ 30,46 bilhões do piso do magistério.

O efeito disso nos municípios, alerta, será a prestação de serviços precarizados e menor verba para atender à população. “Quem atende na ponta é a prefeitura, sem recurso teremos queda de qualidade nos serviços, no transporte e na merenda escolar, dificuldade no pagamento de funcionários, entre outras complicações”, exemplifica.

CORPO A CORPO

Uma das soluções, de acordo com o presidente da Confederação, é a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) 122/2015, que proíbe a União de criar encargos financeiros para os entes subnacionais sem previsão de transferência para o seu custeio. A matéria aguarda deliberação do Plenário da Câmara.

“A redução permanente da arrecadação de impostos municipais, pode gerar, em breve, em caso de reversão do desempenho da arrecadação, dificuldade do cumprimento dos compromissos com os serviços essenciais pelos entes subnacionais”, revelou a entidade.

Com esse objetivo, a CNM quer trazer para Brasília nesta terça, 5, centenas de prefeitos que possam intensificar o trabalho de corpo a corpo com os parlamentares no Congresso Nacional.

PARA ENTENDER

– O estudo da CNM considerou quatro pautas no Supremo Tribunal Federal (STF) que podem afetar ainda mais as finanças municipais, entre elas a ADI 7.164 que tem impacto imediato sob a cota-parte municipal de R$ 1,21 bilhão. O STF já decidiu que os demais combustíveis devem adotar regra de transição similar à do diesel, prevista na LC 192/2022.

– Aguardando decisão do Plenário do STF, outras três medidas representam R$ 113,07 bilhões de perdas: a ADI 5.835 com liminar que impede a redistribuição dos recursos do ISS de cartões de crédito e débito, de planos de saúde, de leasing e outros (R$ 16,33 bilhões que deixam de chegar aos municípios); o RE 1008166 com obrigatoriedade de oferta de creche para crianças de 0 a 5 anos (R$ 90,84 bilhões); e a ADI 4.917 que está impedindo o cumprimento da Lei dos Royalties e o referido repasse aos entes federados, causando prejuízo acumulado de R$ 5,90 bilhões. (As informações são do Luiza Mello de Brasília).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




‘Guerra do dendê’ no Pará: veja perguntas e respostas

Plantação de dendê nos limites de demarcação de terra indígena no Pará. — Foto: Elielson Silva / Arquivo Pessoal

Histórico de conflitos é marcado por acusação de grilagem, cartório-fantasma e avanço de plantações sobre territórios de comunidades indígenas e quilombolas. Empresas produtoras dizem que atuam para mediar disputas.

Os conflitos por terra, chamados por especialistas de “guerra do dendê”, afetam 750 famílias de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, envolvendo ao menos, duas grandes empresas que atuam no nordeste do Pará.

O histórico é marcado por acusação de grilagem, cartório-fantasma e avanço de plantações sobre territórios de populações tradicionais. Já as empresas produtoras dizem que atuam para mediar disputas.

Veja a seguir perguntas e respostas sobre a “guerra do dendê” no Pará:

Quais são os conflitos e onde ocorrem?
Quem são as pessoas afetadas?
Quais são as empresas envolvidas? E o que dizem?
Quais foram os episódios que acirraram os conflitos?
Para que é usado o óleo de dendê, ou óleo de palma?
Quanto é produzido de óleo de dendê no Pará?
Quem foram as vítimas que morreram por causa dos conflitos de terra?
Como está a situação hoje?
O que dizem as empresas?

Quais são os conflitos e onde ocorrem?

No Pará, embates constantes entre empresas produtoras do dendê e comunidades indígenas e quilombolas envolvem acusações de grilagem, ameaças a lideranças locais e até “cartório fantasma”.

Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), as disputas associadas ao dendê envolvem mais de 750 famílias e ocorrem nas seguintes regiões:

no município de Acará, entre a comunidade Bucaia, do Ramal São Lourenço, com a empresa BBF, antiga Biopalma, atingindo 60 famílias;
nos municípios de Acará, Tailândia e Tomé-Açu, entre as comunidades quilombolas do Alto Acará e Balsas, com a empresa Agropalma, envolvendo 650 famílias;
e em Tomé-Açu, entre os indígenas Tembé da TI Turé-Mariquita I e II com a empresa BBF, envolvendo 47 famílias.

Quem são as pessoas afetadas?

A produção tem tomado porções da Floresta Amazônica, causando impacto ambiental e a expulsão da população local desde a sua implantação, na década de 1980. Nesse processo, produtores locais da agricultura familiar, dentre quilombolas e indígenas são impactados diretamente.

Essas comunidades tradicionais, em geral, vivem da agricultura de subsistência e da venda de produtos, como farinha. Uma parte dos jovens trabalha nas plantações de dendê.

indigenasConflito entre indígenas e empresa BBF no Pará. — Foto: Reprodução

Os indígenas afetados, da etnia Tembé, vivem na Terra Indígena Turé-Mariquita, em Tomé-Açu. Com 147 hectares, foi homologada em 1991.

Já as comunidades quilombolas estão em três territórios: Amarqualta, Nova Betel e Balsa/Turiaçu/Gonçalves/Vila Palmares, sendo que esta última teve documento com pedido de reconhecimento perdido nos arquivos do Iterpa e aguarda regularização.

Quais são as empresas envolvidas? E o que dizem?

Duas principais companhias atuam na região há décadas: a Agropalma e a Brasil BioFuels (BBF) – antiga Biopalma – veja posicionamento completo ao final.

A área somada das fazendas produtoras é de cerca de 535 mil hectares, que equivalem a aproximadamente 535 mil campos de futebol. Desse total, metade é destinada aos dendezais. O restante abriga moradias, criação de gado e plantações para sustento.

Somado aos milhares de hectares gerenciados pelas empresas, que instalaram núcleos industriais perto de territórios tradicionalmente ocupados pela população local, o negócio do dendê ainda recruta pequenos produtores para o cultivo em suas propriedades.

Agropalma

A Agropalma responde a processos que envolvem grilagem, ameaças e cartório-fantasma. Segundo a Associação dos Remanescentes de Quilombos Comunidade da Balsa, Turiaçu, Gonçalves e Vila Palmares do Vale do Acará (ARQVA), hoje, ao menos 13 mil hectares de terra da Agropalma estão sobrepostos a uma área sobre a qual quilombolas tentam há anos obter reconhecimento.

terra9Área dentro de fazenda controlada pela Agropalma. — Foto: Reprodução / Agropalma

Ao g1, a empresa reconheceu que adquiriu terrenos com “documentações bem frágeis”, mas alegou ter sido “vítima da fragilidade nos registros”. Por decisão judicial, as terras passaram ao Estado do Pará, mas continuam controladas pela empresa enquanto aguardam análise de um pedido de reconhecimento em favor dos quilombolas.

BBF

Já os conflitos com a BBF têm como uma das motivações o impacto ambiental relatado por moradores, a exemplo da suposta contaminação da água, resultando na morte de animais e em doenças nas pessoas.

Os indígenas também acusam haver desvio de água em excesso para plantações, provocando secas em igarapés e nascentes de rios. Em retaliação, em 2012, eles chegaram a manter funcionários da empresa reféns e, dois anos depois, apreenderam carros usados por eles.

Em nota, a BBF apontou que suas atividades são classificadas como de baixo impacto ambiental pelos órgãos competentes, o que significa que não causa o envenenamento de rios e igarapés e não afeta os territórios em que vivem as comunidades indígenas e quilombolas.

A empresa esclareceu que não descarta rejeitos, mesmo porque dos frutos do dendê absolutamente tudo é utilizado.

Quais foram os episódios que acirraram os conflitos?

Em um dos episódios recentes de atrito, quilombolas tentaram retomar, em fevereiro deste ano, a área das fazendas Roda de Fogo e Castanheira, entre Tailândia e Acará, controladas pelo empreendimento e que estariam dentro dessa suposta sobreposição.

No dia seguinte à investida dos moradores para retomar as fazendas em fevereiro, famílias foram encurraladas por seguranças armados e encapuzados contratados pela empresa, ficando sem alimento e água potável.

Em resposta, a Agropalma chegou a cavar valas de 2 metros de profundidade no entorno da comunidade Vila Palmares para impedir a circulação dos moradores, o que deixou a comunidade isolada por via terrestre.

Em março de 2022, a BBF acusou um grupo de bloquear uma via, conhecida como estrada do Linhão, impedindo o tráfego de trabalhadores de um polo local de dendê. Em seguida, indígenas divulgaram vídeos mostrando valas que teriam sido cavadas pela empresa para dificultar o acesso ao município de Tome-Açú.

No mês seguinte, em abril, indígenas Tembé ocuparam a sede da BBF em protesto, após uma reunião de mediação, que não deu resultado, na Ouvidoria Agrária do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA).

Durante as manifestações, que contaram com quilombolas da região, três ônibus foram incendiados e um homem acabou detido por seguranças da empresa sob acusação de roubo – o que as lideranças negam. A empresa registrou um boletim de ocorrência. Exame de corpo de delito apontou indícios de espancamento contra o homem.

Pesquisadores apontam a presença de “milícias rurais” mantidas pelas empresas acirra os conflitos, colocando em risco direitos territoriais de comunidades tradicionais. Ainda em abril, representantes indígenas e quilombolas denunciaram o uso de milícias privadas para perseguir lideranças do movimento, além do cerco aos manifestantes por agentes da Polícia Militar.

Para que é usado o óleo de dendê, ou óleo de palma?

dendeFruto de palma na Amazônia. — Foto: Abrapalma/BBC

Item valioso, o óleo tem uma série de aplicações em diferentes indústrias, como a alimentícia (nos segmentos de panificação, confeitaria, produtos lácteos e sorvetes, além de frituras), a química e na de cosméticos e biocombustíveis.

Os derivados do óleo de palma podem ser usados em indústrias, como:

alimentícia, nos segmentos de panificação, confeitaria, produtos lácteos e sorvetes, também em frituras industriais;
de cosméticos; e
química, em que a solução oleoquímica é usada por empresas que incluem insumos de origem vegetal em produtos e processos industriais.

Quanto é produzido de óleo de dendê no Pará?

Segundo a Associação Brasileira de Produtos de Óleo de Palma (Abrapalma), 88% do dendê (também chamado de óleo de palma por conta da planta de onde é extraído) produzido no Brasil é do Pará. A Bahia fica em segundo lugar, com 11%.

Em 2020, o Pará produziu 2,8 milhões de toneladas, segundo dados do governo estadual. Hoje, a tonelada é comercializada por cerca de US$ 1,7 mil, o que dá, na cotação atual do dólar, em torno de R$ 10 mil. Usando como base a produção daquele ano, seriam R$ 28 bilhões.

Quem foram as vítimas que morreram por causa dos conflitos de terra?

A morte de pelo menos quatro pessoas nos últimos anos no Pará é associada pela Polícia a conflitos de terra envolvendo o cultivo de dendê no nordeste do estado.

Duas das vítimas eram lideranças quilombolas que defendiam o reconhecimento de terras, alvo também do interesse pelos empreendimentos que se instalaram na região. As outras duas eram familiares, também ameaçados.

morteArtêmio Gusmão (à esq.) e Nazildo Brito (à dir.), lideranças quilombolas assassinadas por motivação de conflitos de terras no nordeste do Pará. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

   
Como está a situação hoje?

Tentativas de conciliação não têm dado certo. O Ministério Público Federal (MPF) defende a federalização do caso.

Para o órgão, “a falha do estado do Pará no licenciamento da atividade econômica está na gênese dos conflitos, já que nunca houve consulta prévia, livre e informada e não existe diálogo de boa fé sem isso, nem sem os estudos de impactos para equacionar impactos e garantir compensação e mitigação para as comunidades”.

Sobre a regularização do território das fazendas Roda de Fogo e Castanheira, lideranças tiveram uma reunião no Iterpa no fim de maio em que ficou definido que o órgão deve concluir o processo de reconhecimento da área até o final deste mês.

Em mais um episódio de tensão, comunidades relatam que quilombolas e ribeirinhos cadastrados foram barrados por seguranças armados na portaria da empresa Agropalma e impedidos de entrar para pescar e visitar o cemitério ancestral que fica dentro da fazenda, em desrespeito a uma decisão judicial.

terra6Ribeirinhos e quilombolas barrados no entrada da empresa Agropalma, em Tailândia, nordeste do Pará — Foto: Associação de Ribeirinhos e Quilombolas

O que dizem as empresas?

Sobre as novas denúncias de impedimento às comunidades, a Agropalma afirma que:

“(…) não compactua com ações ou atitudes que impliquem em violência física e fornece orientações claras a esse respeito às suas equipes de segurança, as quais usam equipamentos compatíveis com a atividade de proteção dos colaboradores, das florestas e do patrimônio da empresa e estão em conformidade com a legislação vigente.

O acordo firmado em juízo com a ARQVA determinou que teriam permissão para livre acesso à área do cemitério os moradores que fossem cadastrados no processo judicial pela associação, com acesso pela portaria da empresa mediante documento de identificação. Desta forma, os seguranças orientam moradores que buscam outros pontos de entrada para que o façam no local adequado, conforme determinação judicial.

A empresa informa ainda que, na última semana, identificou um grupo de pessoas acampadas em suas áreas, em uma região afastada do cemitério, o que não se enquadra no acordo judicial. Com esses indivíduos foram recolhidas armas de fogo e de caça sem registro, as quais foram imediatamente entregues à Polícia Militar para a devida averiguação. Por essa razão, a Agropalma registrou um boletim de ocorrência, registrado sob o nº 00081/2022.101668-9, no dia 23/06/2202.

Quanto ao trabalho da Polícia Militar do Estado do Pará, a Agropalma, como qualquer outra organização ou cidadão, aciona a instituição quando observa alguma situação que possa colocar em perigo seus colaboradores ou seu patrimônio.”

Já a BBF divulgou a seguinte nota:

“Guerra do dendê”, publicada pelo portal g1 (Grupo Globo), no dia 4 de julho (domingo), a Brasil BioFuels (BBF) esclarece que:

O cultivo da palma, principal atividade da empresa, é realizado de acordo com a legislação ambiental vigente e todas as suas áreas de plantio respeitam o Zoneamento Agroecológico da Palma de Óleo, programa criado pelo Governo Federal, em 2010, por meio do Decreto Nº 7.172/2010, cujo objetivo é recuperar áreas degradadas até 2007, com as diretrizes de proteção ao meio ambiente, conservação da biodiversidade e utilização racional dos recursos naturais, além do respeito à função social da propriedade. Desta forma, a BBF esclarece que respeita os limites de territórios citados na reportagem e atua apenas em suas áreas de posse, atendendo os critérios exigidos no decreto. A BBF exerce a posse pacífica, justa e ininterrupta de suas áreas desde que assumiu a propriedade que era exercida pela Biopalma no Estado do Pará, após sua aquisição em 2020. Além disso, a BBF ressalta que respeita os limites de suas áreas em relação à Terra Indígena Turé-Mariquita.

A BBF segue as melhores práticas internacionais para o manejo sustentável da palma e utiliza somente produtos permitidos por lei, sem emprego de agrotóxicos em regiões próximas às terras indígenas e quilombolas. A empresa realiza monitoramento do entorno das áreas de atuação em conformidade com os padrões definidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Além disso, as atividades da BBF são classificadas como de baixo impacto ambiental pelos órgãos competentes, o que significa que não causa o envenenamento de rios e igarapés e não afeta os territórios em que vivem as comunidades indígenas e quilombolas. A empresa esclarece que não descarta rejeitos, mesmo porque dos frutos do dendê absolutamente tudo é utilizado, diferentemente do citado na reportagem utilizando-se do termo “tibórnia”.

Depois de extraído o óleo, a água do cozimento do fruto é aproveitada para fertirrigação, ou seja, ela é devolvida para as plantas, nas áreas da empresa, como um processo 100% natural. Essa água do cozimento do fruto, que possui um odor característico, serve de adubo natural para as próprias plantas, evitando a utilização de matéria química. Essa é uma escolha da empresa, buscar o equilíbrio socioambiental e não utilizar fertilizantes em larga escala, mesmo detendo todas as licenças para isso.

Desde que indígenas e quilombolas invadiram muitas das áreas da empresa (mais de 10 mil hectares invadidos) para furtar e roubar os frutos do dendê, em razão do seu atual alto valor no mercado das commodities, a BBF está impedida de entrar em suas áreas e desta forma não consegue realizar a manutenção necessária nas plantas e manter o necessário equilíbrio ambiental. Além disso, existe o perigo real, e iminente, de insetos e pragas se espalharem por outros cultivos, não só de palma. Essa situação preocupante e muito prejudicial ao meio ambiente já foi comunicada formalmente ao Ministério da Agricultura e à ADEPARÁ, para que realizem esse manejo da fitossanidade, mas até agora a BBF não obteve resposta. Assim como não obteve qualquer resposta do poder público do Estado do Pará por ocasião do registro de mais de seiscentos e trinta boletins de ocorrência noticiando roubos e furtos de dendê, de maquinários e de tratores.

Ainda, não houve qualquer resposta do poder público, do Estado do Pará, no que diz respeito a fazer cumprir as ordens judiciais de reintegração de posse e interdito proibitório favoráveis à empresa. A Companhia busca insistentemente apoio dos órgãos governamentais para solução do caso, fato que pode ser corroborado com dezenas de ofícios às autoridades do Estado, munícipios e até no âmbito federal. A BBF reforça que suas atividades não causam o envenenamento de rios e igarapés, não afetando os territórios em que vivem as comunidades indígenas e quilombolas.

A BBF mantém diálogo contínuo com as aldeias indígenas e com as comunidades quilombolas que coabitam regiões onde a empresa desempenha suas atividades produtivas, procurando sempre manter a boa convivência, promover o respeito ao meio ambiente e às culturas locais e tradicionais. Por meio desse relacionamento, estabeleceu-se um Termo de Cooperação e Compromisso (TCC) entre a BBF e três associações representantes de comunidades indígenas tradicionais: a Associação Indígena Tembé de Tomé-Açu (AITTA), a Associação Indígena Tembé do Vale do Acará (AITVA), e a Associação Tenetehar Tekwa-Haw Pytawa de Tomé Açu.

O TCC foi assinado com o objetivo de reforçar a relação de confiança entre a empresa e as comunidades e resultou em acordo voluntário entre as partes para promover o bem viver. O documento estabelece como diretrizes ações que deveriam ser do poder público, como por exemplo o acesso a água potável, segurança alimentar, educação e tradições culturais, sistemas produtivos e insumos e saúde. Esse termo de cooperação foi rompido pelos indígenas em novembro de 2021, em desacordo com a BBF.

Mesmo atuando em total legalidade, a BBF vem sofrendo ameaças e sendo vítima de roubos, furtos, extorsões e outros crimes, incluindo ameaças à integridade física de seus colaboradores. A empresa gera mais de 5 mil empregos diretos no Estado do Pará e as invasões promovidas nas áreas de propriedade da empresa têm prejudicado as atividades produtivas e a segurança dos colaboradores.

Até o presente momento, a BBF já acumula prejuízos na ordem de mais de R$ 50 milhões, decorrentes das invasões, roubos, subtração de frutos, maquinários, incêndios criminosos e vandalismos contra a empresa. A companhia aguarda ações que resultem no cumprimento das ordens judiciais de reintegração de posse e interdito proibitório favoráveis à empresa. A BBF busca, insistentemente, o apoio dos órgãos governamentais para solução do caso, fato que pode ser corroborado pelas dezenas de ofícios enviados às autoridades do Estado, munícipios e até no âmbito federal.

Por fim, a empresa esclarece que não opera drones ou “aviões” como citados pela matéria, em nenhum território indígena ou quilombola, bem como não instala câmeras de segurança nessas localidades.

A BBF utiliza equipamentos do tipo VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) em suas próprias áreas e com o objetivo específico de verificar, fiscalizar e impedir o cometimento de crimes ambientais em suas áreas de reserva legal e preservação permanente, buscando inibir o desmatamento ilegal.

Por determinação legal e compromisso com o meio ambiente, a BBF tem a obrigação de monitorar as áreas de reserva legal e de preservação permanente que integram a propriedade da companhia. Por meio desse acompanhamento, a empresa denunciou inúmeras ações ilegais de desmatamento praticadas por terceiros, nessas localidades.

A BBF é uma empresa comprometida com o bem-estar das comunidades em que atua e tem o propósito de continuar gerando empregos, renda e desenvolvimento para a população local de forma sustentável e respeitando o meio ambiente.

A Brasil BioFuels se coloca à disposição deste veículo e da sociedade para esclarecer quaisquer questionamentos que surjam.” (As informações são do g1 Pará — Belém).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Festa, bar e briga com a mãe: as últimas horas antes de PM matar irmã no RJ

PM Rhaillayne Oliveira de Mello, que confessou ter matado a irmã no Rio de Janeiro Imagem: Reprodução/Polícia Civil.

Presa desde o sábado (2), a policial militar Rhaillayne Oliveira de Mello, 30, passou por vários episódios de briga na noite de sexta (1º) até atirar contra o peito da irmã Rhãyna Oliveira de Mello, 23, e a matar em um posto de gasolina em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro.

De acordo com depoimentos da própria PM, seu marido — que também é policial militar — e testemunhas do crime, Rhaillayne estava bebendo há aproximadamente 12 horas no momento em que disparou contra a irmã. Relatos indicam que ela discutiu com ao menos quatro pessoas, além de Rhãyna: sua mãe, um motorista da Uber, o dono de um bar e sua outra irmã, que está grávida. Em seu depoimento, ela afirma não lembrar de vários momentos da noite.
Relacionadas

O marido de Rhaillayne disse em depoimento que nunca havia presenciado brigas físicas entre a família da PM, apenas discussões para que se aproximassem mais.

Com base nos depoimentos, o UOL reconstruiu as últimas horas da PM antes do assassinato da irmã.
Noite de 1º de julho teve briga em carro

Segundo os depoimentos, Rhaillayne saiu de casa por volta das 20h30 de sexta-feira (1º) para ir à festa de uma tia. No local, ela esteve com a mãe, a irmã assassinada e a irmã grávida. O pai do bebê desta irmã prestou depoimento à DH, por ter estado com Rhãyna naquela noite e ser amigo de longa data da jovem.

O primeiro episódio turbulento aconteceu dentro do carro da Uber que Rhaillayne, sua mãe e sua irmã grávida estavam ao sair da festa. De acordo com os depoimentos, Rhãyna não estava no carro.. A PM começou a agir de uma forma desagradável com o motorista por considerá-lo “suspeito”, então a mãe e a irmã repreenderam a atitude.

Neste momento, de acordo com depoimentos, Rhaillayne chegou a agredir as duas fisicamente e a irmã grávida teria ficado com marcas de arranhões no corpo — mãe e irmã ainda não prestaram depoimento.

Enquanto tudo isso acontecia, Rhãyna estava em um bar com o amigo. Ela soube da briga das três porque recebeu mensagens no celular e até uma fotografia de sua irmã grávida agredida.

irmasDa esquerda para direita: a PM Rhaillayne Oliveira de Mello e a irmã Rhayna Mello
Imagem: Reprodução/Facebook

Na madrugada, PM pegou arma e dançou com irmã

Por volta das 3h, após discutir com mãe e irmã, Rhaillayne foi até a sua casa e pegou sua arma funcional. O marido da PM estava dormindo e não soube, no momento em que ela entrou em casa, que ela havia ido buscar a pistola.

Ao voltar para a rua, Rhaillayne sentou sozinha no bar chamado Nando’s. Às 3h48, a mãe da PM ligou para o genro e contou da briga entre as três, e que Rhaillayne estava muito nervosa. Com o relato, o marido de Rhaillayne procurou a arma dela em casa e não encontrou. Às 4h, a irmã grávida da PM também ligou para o cunhado se dizendo preocupada.

Antes de sair de casa em busca da esposa, o marido de Rhaillayne ligou para o sogro, que disse que não iria procurar a filha porque o encontro dos dois poderia “piorar a situação”. Entre 4h30 e 4h45, Rhãyna contou ao cunhado onde Rhaillayne estava — não fica claro se por mensagem ou ligação. Por volta das 4h45, o PM encontrou a esposa no Nando’s, ainda sozinha e aparentemente calma, mas ela se negou a voltar para a casa com o marido e continuou no bar.

Com isso, o PM deixou a esposa no bar e foi até a casa da sogra. Por volta das 6h, o marido voltou para a residência do casal. Logo após, Rhãyna informou ao cunhado — não fica claro se por ligação ou mensagem — que ficaria em um local próximo àquele em que estava Rhaillayne, mas distante para evitar qualquer discussão.

De acordo com o depoimento do amigo da vítima, ainda na madrugada Rhaillayne pediu que Rhãyna fosse encontrá-la. A cronologia dos fatos narrados indica que o convite foi feito após o marido da PM encontrá-la no Nando’s, uma vez que a jovem de 23 anos, o amigo e Rhaillayne ficaram juntos até o bar fechar.
Jovem morreu na manhã do dia 2 de julho

Após receber o convite da irmã, Rhãyna foi para o bar. No local, as duas irmãs conversaram tranquilamente, se divertiram e dançaram, de acordo com o depoimento. Não há informações sobre o horário exato em que as duas se encontraram pela primeira vez.

Ainda no bar, Rhaillayne tentou intimidar o pai de um sobrinho dizendo que “era polícia”. Quando o bar fechou, a PM quis voltar para usar o banheiro e foi impedida pelo dono. Neste momento, de acordo com depoimento, Rhaillayne atirou para o alto na porta do estabelecimento. Em depoimento, a PM disse não lembrar que atirou.

ranaRhayna Mello foi morta pela irmã policial, que assumiu o disparo – Arquivo Pessoal – Arquivo Pessoal

Diante do comportamento da irmã, Rhãyna ligou para o marido da PM por volta de 7h55 porque a irmã estava “transtornada e alcoolizada” em um posto de gasolina. As irmãs começaram a discutir ali, mas os depoimentos não indicam o teor da briga.

Por volta de 8h10, o marido da PM chegou ao local e constatou que a esposa estava com claros sinais de embriaguez e continuava bebendo — a essa altura, ela já estava bebendo havia 12 horas. O PM tentou acalmar a situação entre as irmãs, sem sucesso.

A discussão piorou e elas chegaram a se agredir fisicamente. Rhaillayne também disse em depoimento que não se lembra da briga entre as duas, somente que saiu do banheiro do posto de gasolina já discutindo com a irmã.

O marido de Rhaillayne e o amigo de Rhãyna conseguiram apartar a primeira briga das duas. Quando foi separada da irmã, a PM sacou a própria arma e começou a atirar na direção da irmã. O marido pediu que ela parasse de atirar, tentou se aproximar mas ficou com medo que um tiro o acertasse.

Quando a PM interrompeu os tiros, Rhãyna se aproximou e elas voltaram a brigar e Rhaillayne acertou um tiro no peito da irmã de 23 anos. O marido relata que a jovem já caiu aparentemente sem vida. Com o disparo fatal, o PM deu voz de prisão à esposa e a levou para a Delegacia de Neves (73ª DP).
Legista fala em ‘psicose’

Rhaillayne admitiu em depoimento que atirou contra a irmã e que tentou socorrê-la. Ela também disse que “chegou a ver o momento em que ela ficava inconsciente”.

No exame de corpo de delito, antes de ser encaminhada à prisão, Rhaillayne contou aos policiais que machucou a si mesma enquanto estava sendo conduzida à prisão: bateu com as algemas na própria testa e tentou arrancar as unhas.

O perito Celso Eduardo Jandre Boechat atesta que a PM chegou no local do exame “com comportamento sugerindo psicose ou estado pós-traumático” e “apática com os fatos relatados”. Ele confirma as lesões relatadas pela PM e que ela estava sem uma das unhas da mão esquerda.
Prisão preventiva foi decretada

Em audiência de custódia realizada no domingo (3), Rhaillayne teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

O UOL entrou em contato com a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, que atuou a favor da policial militar, e aguarda retorno. Na decisão do juiz, consta que o órgão chegou a pedir a concessão de liberdade provisória com aplicação de medidas cautelares, o que foi negado.

“Neste prisma, tudo indica que o restabelecimento da liberdade da custodiada gera ofensa à ordem pública, assim considerando o sentimento de segurança, prometido constitucionalmente, como garantia dos demais direitos dos cidadãos”, sustentou o magistrado. (Com informações de Lola Ferreira Do UOL).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Caminhonete pega fogo em acidente com carretas em Mato Grosso; 4 morrem carbonizados

O acidente envolveu uma Toyota Hilux e uma carreta Scania branca, na BR-364, a cerca de 50 km de Comodoro (670 km da capital) sentido Campos de Júlio.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, quatro pessoas morreram. Os nomes dos falecidos estão sendo confirmados pelas autoridades.

Uma fonte da Polícia Civil informou, ao Só Notícias, que “tudo leva a crer que seriam do Estado de Rondônia, mas ainda não foram identificados. Não é possível confirmar se são homens ou mulheres” porque os corpos ficaram carbonizados e encaminhados ao Instituto Médico Legal em Pontes e Lacerda que fará os procedimentos para tentar identificá-los.

Segundo a PRF, todas as vítimas fatais estavam na caminhonete que acabou pegando fogo com o violento impacto.

O condutor da carreta teve múltiplas fraturas, foi atendido inicialmente em Comodoro e transferido para um hospital em  Pontes e Lacerda.

A versão que ainda será investigada é que seria colisão frontal entre a caminhonete e uma carreta branca (marca não confirmada) graneleira. Uma outra carreta graneleira, carregada, também se envolveu e saiu da rodovia.

Com o forte impacto a carroceria da caminhonete se desprendendo da cabine. Mochilas e demais pertences ficaram esparramados pela pista, que ficou interditada por algumas horas.

Equipes da Polícia Civil e a Politec fizeram procedimentos para identificar a causa do trágico acidente.

acidente

 

hilux
As informações são do Só Notícias/Kelvin Ramirez (fotos: reprodução – atualizada 21:43h)

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Loteria: Paraense acerta a Lotofácil, concurso 2562; prêmio será divido

O paraense vai receber mais de 700 mil reais, por acertar os 15 números da Lotofácil, concurso 2562. Prêmio já pode ser resgatado. (Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil).

Duas apostas levaram o prêmio de R$ 700.068,90 cada. O valor já pode ser sacado. Saiba como

Um  paraense  conseguiu acertar todas as dezenas da Lotofácil, concurso 2562, realizada no último sábado (02). O bilhete foi registrado em Santarém, no oeste do estado, na Lotérica Jasmim. A aposta foi simples, no valor de R$ 2,00 e o apostador levará a quantia de R$ 700.068,90. O prêmio foi dividido, por igual valor, com outro sortudo de Idaiatuba (SP), na Lotérica Cidade do Sol.

Além do prêmio máximo da loteria, cinco outros paraenses acertaram 14 pontos. Cada ganhador pode resgatar um total de R$1.684,32. As apostas foram feitas em:

Ananindeua (PA) – Centro Lotérico Zebrão;
Ananindeua (PA) – Loteria Sorte Grande;
Belém (PA) – Loteria Mundo da Furtuna;
Eldorado dos Carajás (PA) – Loteria Eldorado dos Carajás
Marituba (PA) – Online.

Confira os 15 números sorteados do concurso 2562:

02 – 03 – 06 – 07 – 09 – 10 – 11 – 14 – 16 – 17 – 20 – 21 – 22 – 24 – 25
Saiba como resgatar o prêmio da Lotofácil

Em valores até R$ 1.332,78, o sorteado pode ir a uma lotérica para resgatá-lo. Porém, acima desse valor, o dinheiro deve ser retirado em uma agência da Caixa Econômica Federal. O prêmio pode ser pago até dois dias após o vencedor se apresentar à uma agência da Caixa com o comprovante do jogo sorteado.
Quais documentos levar para receber o dinheiro da Lotofácil?

Comprovante oficial da aposta feita em uma casa Lotérica ou do internet banking da Caixa ou pelo site Loterias Online. (Com informações de Rayanne Bulhões).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Campeão da Libertadores é vendido e rende ‘bolada’ ao Flamengo

Clube carioca deve utilizar o dinheiro para investir em contratações

Após a chegada do técnico Dorival Júnior, o Flamengo voltou com tudo ao mercado. O primeiro nome confirmado foi o de Éverton Cebolinha. Os valores giraram na casa dos 14 milhões de euros, podendo chegar aos 16 com bonificações previamente estabelecidas no contrato.

Outro atacante que deve chegar ao clube, Luis Henrique, do Olympique de Marseille. O jogador, que chegará para a vaga do lesionado Bruno Henrique, também era alvo do Botafogo, mas acabou optando pelo Flamengo.

Contudo, além das contratações, o Mengão também vem fazendo caixa nesta janela de transferências, embolsando quantias milionárias com a venda de jogadores.

Léo Duarte é vendido e rende R$ 1 milhão ao Flamengo

A mais recente destas negociações que renderam dinheiro ao Flamengo, foi a venda de Léo Duarte ao Basaksehir, da Túrquia, que segundo o jornalista Venê Casagrande, rendeu R$ 1 milhão ao Mengão.

O zagueiro, cria das categorias de base do rubro-negro, foi vendido ao Milan ainda na temporada 2019/20 e após não conseguir espaço no time italiano, acabou emprestado ao clube turco, que nos últimos dias, optou por comprá-lo em definitivo.

O Flamengo terá direito a 2,68% do valor total da venda, que será de 5,5 milhões de euros (R$ 33,8 milhões), sendo 147 mil euros (R$ 1 milhão) destinados aos cofres do Mais Querido.

A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo. (As informações são de Luiz Henrique Silva Pereira – Foto:Reprodução).

Jornal Folha do Progresso em 05/07/2022/

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com