Polícia Federal apura suposto crime eleitoral cometido por vereador durante votação do primeiro turno, no Pará

(Foto:Reprodução) – A Polícia Federal cumpriu, na quinta-feira (20/10), dois mandados de busca e apreensão na Câmara Municipal de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém.

É a Operação Batelada, que visa apurar propaganda ilegal que teria ocorrido durante o primeiro turno das Eleições 2022.

Foram apreendidos aparelhos eletrônicos no gabinete e na casa de um vereador de Ananindeua. Ele seria o administrador de grupo de WhatsApp criado para arregimentar pessoas que teriam distribuído propaganda ilegal no primeiro turno da eleição, dia 2 de outubro.

A operação Batelada é um desdobramento do termo circunstanciado de ocorrência lavrado pela Polícia Federal, contra uma pessoa flagrada realizando “boca de urna”. Ao ser abordado, o suspeito enviou “Me Pegaram” nos grupos de WhatsApp e em seguida tentou excluir os grupos criados na rede social para não serem rastreados pela polícia.

Além dos mandados de busca, houve a quebra do sigilo dos dados dos telefones utilizados pelos envolvidos para identificação dos responsáveis pela criação, gerência e arregimentação de eleitores pelas redes sociais em grupos de WhatsApp para divulgação de propaganda ilegal no dia da eleição.

O termo “Batelada”, que dá nome à operação, é usado para representar grande quantidade, em alusão ao número de pessoas que são arregimentadas e de forma organizada em grupos de redes sociais para praticarem condutas ilegaisno dia das eleições.

A Polícia Federal vai intensificar as ações ostensivas e de inteligência para combater crimes eleitorais durante o segundo turno das Eleições 2022, especialmente contra boca de urna e compra de votos. (Com informações da PF).

Jornal Folha do Progresso em 20/10/2022/16:00:24

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PC desarticula ponto irregular de vendas de remédios controlados em Marabá, no Pará

PC desarticula ponto de vendas irregular de remédios controlados em Marabá, no Pará. — Foto: Reprodução / PC-PA.

Policiais apreenderam diversos frascos, lacres, rótulos de embalagem, além de silica gel.

Policiais civis da Diretoria de Polícia do Interior (DPI) cumpriram, em Marabá, no sudeste do Pará, um mandado judicial de busca e apreensão domiciliar dentro de investigação envolvendo denúncias de um local que funcionava como local de vendas de medicamentos controlados sem a devida origem.

Segundo a Polícia Civil, durante as buscas foram apreendidos diversos frascos, lacres, rótulos de embalagem, além de silica gel. Até esta sexta-feira (14), não há notícias de prisão de suspeitos.

O relatório da PC aponta que ficou “comprovado que O local funcionava como uma farmácia de manipulação, onde substâncias eram embaladas e vendidas separadamente da embalagem original”.

Segundo a PC, a investigação deve continuar para distribuir responsabilidades a todos indivíduos envolvidos.

A corporação informou ainda que foi acionada a equipe da Vigilância Sanitária, que esteve no local para aplicar sanções no âmbito administrativo. A operação foi na última terça-feira (11), no bairro Folha 33. (Com informações do g1 Pará — Belém).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/

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Polícia Federal prende Thiago Brennand, que estava foragido em Abu Dhabi

Foto: Reprodução/Twitter © Fornecido por RedeTV!
Empresário é acusado de lesão corporal, tentativa de feminicídio e corrupção de menores
Na manhã desta sexta-feira (14) foi confirmada a prisão de Thiago Brennand, acusado de lesão corporal, tentativa de feminicídio e corrupção de menores. A Polícia Federal, atuou em conjunto com um representante da Interpol no Brasil e autoridades de Abu Dabhi, nos Emirados Árabes Unidos.

Brennand era considerado foragido pelas autoridades brasileiras após ter a prisão preventiva decretada em setembro deste ano e não retornar ao país no prazo determinado pela Justiça.

O empresário permanecerá em Abu Dhabi aguardando até que os mecanismos referente ao processo de extradição sejam feitos. (Com informações do msn.com).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/17:28:04

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Da existência de imagens a relatos das ruas: Damares dá diferentes versões sobre supostas torturas contra crianças no Pará

Eleita senadora, Damares Alves diz que ouviu ‘nas ruas’ relatos de crianças sendo traficadas do Marajó. — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Ex-ministra fez falas em uma igreja evangélica sobre supostos casos envolvendo crianças no arquipélago paraense, sem apresentar provas.

Autoridades investigam as declarações de supostas torturas e crimes sexuais envolvendo crianças no arquipélago do Marajó, no Pará, feitas pela ex-ministra e senadora eleita Damares Alves (Republicanos). Sem apresentar provas, diferentes versões foram ditas por ela, desde que haveria imagens de crimes até que as denúncias são de relatos das ruas. Até esta sexta-feira (14), o Ministério Público Federal (MPF) ainda não recebeu respostas oficiais sobre as denúncias.

Após o Ministério Público Federal do Pará (MPF) cobrar informações ao Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) sobre as declarações da ex-ministra, a pasta informou que as informações dela eram baseadas em “numerosos inquéritos já instaurados que dão conta de uma série de fatos gravíssimos praticados contra crianças e adolescentes”, informou o MMFDH em nota.

No entanto, o Ministério Público informou que “nos últimos 30 anos, nenhuma denúncia ao MPF sobre tráfico de crianças no Marajó mencionou torturas citadas por Damares”. A Polícia Civil do Pará também informou que não há investigações relacionadas às denúncias.

O MPF informou ainda que “atuou, de 2006 a 2015, em três inquéritos civis e um inquérito policial instaurados a partir de denúncias sobre supostos casos de tráfico internacional de crianças que teriam ocorrido desde 1992 no arquipélago do Marajó. Nenhuma das denúncias mencionou nada semelhante às torturas citadas pela ex-ministra Damares Alves”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski mandou à Justiça Federal do Pará um pedido de investigação das falas da ex-ministra sobre abuso sexual infantil.

As declarações foram dadas durante culto na igreja Assembleia de Deus Ministério Fama, em Goiânia, quando a ex-ministra do governo de Jair Bolsonaro (PL) afirmou que crianças do Marajó são traficadas para o exterior e submetidas a mutilações corporais e a regimes alimentares que facilitam abusos sexuais. No discurso feito no último sábado (8), ela deu detalhes do que ela diz ter sido descoberto pelo governo.

Damares afirmou ainda que “explodiu o número de estupros de recém-nascidos”, que no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) teria imagens de crianças com oito dias de vida sendo estupradas e que um vídeo com esse tipo de conteúdo é vendido por preços entre R$ 50 e R$ 100 mil.

“Fomos para a ilha do Marajó e lá nós descobrimos que nossas crianças estavam sendo traficadas por lá.(…). Nós temos imagens de crianças nossas brasileiras, com 4 anos, 3 anos, que quando cruzam as fronteiras, sequestradas, os seus dentinhos são arrancados para elas não morderem na hora do sexo oral. (…) Nós descobrimos que essas crianças comem comida pastosa para o intestino ficar livre para a hora do sexo anal. “.

‘Tudo é falado nas ruas’

Já na quinta-feira (13), após a série de cobranças pelas autoridades sobre os supostos crimes, a ex-ministra deu entrevista à rádio Bandeirantes de São Paulo em que não apresentou provas das denúncias e afirmou ter ouvido “nas ruas” os relatos sobre estupro e tráfico de crianças no Marajó.

Agora, a ex-ministra alegou que as denúncias, incluindo imagens, que chegam à Ouvidoria do MMFDH são repassadas diretamente ao MP e à Polícia, as quais ela não teria acesso por serem sigilosos. Ela não comentou mais sobre como teriam sido obtidas as imagens mostrando crianças sequestradas e torturadas.

“Isso tudo é falado nas ruas do Marajó, nas ruas da fronteira, no começo do meu vídeo eu falo Marajó porque é onde a gente começou o programa, mas o tráfico de crianças no Brasil acontece na fronteira. Se você observar a minha atuação como ministra eu me concentrei muito no Norte do país, porque o presidente Bolsonaro levou programas de desenvolvimento ao Norte do país, como o programa de ampliação de energia elétrica para as cidades do Norte do país.

‘Dados sigilosos’

Na mesma entrevista à rádio, a ex-ministra alegou que os dados, coletados no Disque 100, são sigilosos.

“Nós colocamos o Disque 100 dentro dos barcos nas regiões de fronteira para acolher o maior número possível de denúncias e elementos para encaminhar ao MP, tudo que chegou nesses barcos, na Ouvidoria Nacional foi devidamente encaminhado ao MP, (…) eu só quero lembrar que as coisas que chegam à Ouvidoria a ministra não tem acesso, (…) são dados sigilosos, (…) o que me causa estranheza é que o próprio MP que acompanhou a CPI lá atrás, feita pela Alepa, dizer que eu tenho que provar”

Prazo para apresentação de denúncias

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), que integra o Ministério Público Federal do Pará, deu na terça-feira (11) prazo de três dias para Damares detalhar as denúncias. O MPF informou ao g1 que até o momento, não houve respostas oficiais enviadas por Damares ou pelo Ministério.

Em relação a denúncias recebidas pelo MPF que não tratavam de tráfico internacional de crianças ou de outro crime que deve ser julgado pela Justiça Federal, as denúncias foram encaminhadas ao Ministério Público do Estado do Pará (MPPA)

Membros do MPF no Pará, do MPPA e a PFDC pedem ao MMFDH que apresente os supostos casos descobertos pelo ministério, indicando todos os detalhes, para que sejam tomadas as providências cabíveis.

Procuradores e procuradoras da República no Pará também pedem que a Secretaria Executiva do MMFDH informe quais providências tomou ao descobrir os casos e se houve representação (denúncia) ao Ministério Público ou à Polícia. (Com informações do g1 Pará — Belém).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/16:20:43

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Operação da PF em Belém investiga lavagem de R$ 156 milhões

(Foto:Divulgação/PF) – Na manhã desta sexta-feira (14), a Polícia Federal deflagrou a operação Fair Play, para reprimir crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, contra a economia popular, lavagem de dinheiro e organização criminosa, apurados no período de 2021 a 2022.

O nome da operação é uma alusão à conduta ética exigida na prática esportiva. Essa operação policial tem como objetivo revelar a atuação irregular de um grupo empresarial no ramo de investimentos financeiros.

Estão sendo cumpridos 07 mandados de prisão temporária e 18 ordens judiciais de busca e apreensão nas cidades de Manaus/AM, Boa Vista/RR, Belém/PA e Natal/RN. Além dos mandados, foi determinado o bloqueio de bens e valores das pessoas físicas e jurídicas investigadas, tal como o sequestro de bens móveis e imóveis que, eventualmente, estejam em sua posse.

A Polícia Federal confirmou que a empresa investigada compunha grupo empresarial que atuaria nos mais diversos segmentos comerciais, que envolviam desde à promoção de eventos a fim de divulgar suas atividades, a exemplo da realização de shows com atrações nacionais na cidade de Manaus/AM, campeonatos de pescaria, patrocínio de equipe de e-sports, até a compra e venda de automóveis.

Em um período de dois anos, a Polícia Federal constatou que o grupo movimentou, aproximadamente R$ 156 milhões. Os sócios e representantes apresentaram evolução patrimonial meteórica, enquanto ostentavam um alto padrão de vida em redes sociais, residindo em condomínios de luxo, realizando viagens nacionais e internacionais e adquirindo veículos e embarcações também de luxo.

Os crimes em apuração vão desde crimes contra o sistema financeiro, contra a economia popular, lavagem de dinheiro a organização criminosa, dentre outros, cujas penas máximas somadas ultrapassam 30 anos de prisão. (Com informações do Dol/PRF).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/15:45:04

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Processo seletivo do programa Forma Pará tem inscrições prorrogadas

O Programa Forma Pará prorrogou até o dia 14 de novembro o prazo para inscrição no Processo Seletivo Especial (Prosel) para o preenchimento de 320 vagas em cursos de nível superior ofertadas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com o Instituto Federal do Pará (IFPA) e prefeituras de sete municípios paraenses.

O edital e o novo cronograma estão disponíveis no site da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), responsável pelo processo seletivo. A oferta das vagas do IFPA marca a efetivação da universalização do acesso ao ensino superior no estado, o que significa a implantação de pelo menos um curso universitário nos 144 municípios paraenses.

Edital

O Forma Pará está ofertando vagas do IFPA nos seguintes cursos e municípios: Gestão Hospitalar, em Terra Alta (50 vagas); Educação do Campo, em Irituia (50 vagas); Engenharia Civil, em Belterra (50 vagas); Agronomia, em Prainha (50 vagas); Engenharia Ambiental e Sanitária, em Ipixuna do Pará (40 vagas); Gestão Ambiental, em Abaetetuba (40 vagas); e Engenharia Ambiental e Sanitária, em Vigia (40 vagas).

As inscrições custam R$ 20,00 e podem ser feitas no site da Fadesp. A prova objetiva está prevista para ser realizada no dia 4 de dezembro, de 8h às 12h simultaneamente em todos os municípios contemplados.

Podem se inscrever no processo seletivo especial pessoas que concluíram o ensino médio ou equivalente, ou ainda concluirão no ano letivo de 2022, a ser comprovada pelos candidatos aprovados no ato da matrícula.

Chamada 2023

O processo seletivo do IFPA é o último da chamada 2023 a ser realizado este ano. No dia 11 de setembro, estudantes de 35 municípios fizeram a prova do prosel para preencher 1.790 vagas distribuídas entre Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra).

No dia 18 de setembro, foi a vez dos estudantes de outros 39 municípios realizarem as provas para o preenchimento de 1.950 vagas na Universidade do Estado do Pará (Uepa). Com o edital do IFPA, a chamada 2023 totaliza 4.060 vagas. Os cursos terão início no ano que vem.

Confira o edital do IFPA
http://concursos2.fadesp.org.br/prosel/2023/ifpa/arquivos/Edital_PROSEL2023-IFPA.pdf

(Com informações do O Impacto/Foto:Reprodução).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/

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Caminhão carregado de tijolos tomba e mata menina em Goianésia do Pará

(Foto: Reprodução redes sociais) – Na tarde de quinta-feira (13), Yorahnna Costa França, de 10 anos, foi a óbito, por volta de 16h, durante um acidente de carro, na Vicinal Cinco Irmãos, próximo à Vila São Sebastião, na zona rural de Goianésia do Pará, no sudeste do Estado do Pará.

De acordo com as primeiras informações, o proprietário carregou o veículo com tijolos e permitiu o transporte de várias pessoas em cima da carga. Nas proximidades da Vila São Sebastião, o carro capotou, alguns passageiros pularam, mas a criança foi esmagada pela carga e morreu no local do acidente.

Segundo relatos locais, a pequena vítima era filha de Dona Maria e Seu Jair, moradores de Goianésia do Pará. A garotinha teria sofrido vários traumatismos e não resistiu aos ferimentos. O corpo foi removido para realização de perícia médica e liberação para o velório.

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Goianésia do Pará, por meio de nota, lamentou a morte da menina, que era estudante da rede municipal de ensino. As aulas foram suspensas nesta sexta-feira (14) na cidade, em decorrência do falecimento de Yorahnna França. (Com informações do  Portal Debate).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/15:31:24

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Homem é preso após agredir e tentar estuprar companheira, em Santarém

(Foto:Reprodução) – A jovem de 23 anos, Sara Alves da Costa, viveu momentos de terror nas mãos do companheiro Pedro Luis Carvalho, 28 anos, na madrugada de quinta-feira (13), por volta de 2h30, em Santarém.

Com sinais visíveis de violência sofridas, principalmente no rosto, nos relatou que as agressões iniciaram ainda em um bar situado na área comercial da cidade e se estenderam para o apartamento, onde moravam juntos.

Segundo ela, o companheiro iniciou com empurrões e puxões pelo braço após sentir ciúmes de um ambulante, a qual teria trocado algumas palavras no local. Em seguida, foram para o AP e lá, além da continuidade das agressões, tentou manter relação sexual forçada.

Na tentativa de se desvencilhar da sessão de horror, fingiu aceitar e pediu para que ele tomasse banho, momento em que aproveitou a oportunidade para fugir e pedir ajuda aos vizinhos. Pedro foi atrás e novamente a agrediu, a enforcando e batendo na frente de moradores, que conseguiram impedir que o pior acontecesse.

Sara foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e conduzida ao Hospital Municipal. Já o suspeito, foi preso em flagrante e enquadrado no crime de tentativa de feminicídio. (Com informações do O Impacto).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/15:26:43

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Empresário que agrediu faxineira pede perdão e admite que ato foi ‘ridículo’

(Foto: Reprodução / Redes Sociais ) – Após chegar calado e de máscara à sede do Juizado Especial Criminal, no bairro Coração Eucarístico, na região Noroeste de Belo Horizonte, o empresário Rafael Birro, de 35 anos, admitiu às autoridades que está arrependido do que fez.

Ele é o autor da agressão contra a faxineira Lenirge Alves, que ocorreu enquanto ela lavava a calçada do prédio onde trabalha no bairro de Lourdes, região Centro-Sul da cidade.

A reunião, que ocorreu na manhã desta sexta-feira (14) no Juizado, tinha como objetivo encerrar o assunto de forma amigável entre a faxineira e o empresário, mas não foi o que aconteceu. Rafael se mostrou arrependido e pediu perdão à faxineira. Ele reconheceu que a atitude foi “desequilibrada” e “ridícula”. Já Lenirge, orientada pelo advogado, permaneceu calada.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 19 de outubro, às 9h, e, antes disso, os advogados de ambas as partes vão tentar chegar a um acordo em busca de uma solução amigável. Em caso de sucesso, o juiz Arilson D’Assunção Alves, que presidiu a audiência, deverá ser informado.

Na saída do Juizado, em conversa com a imprensa, Lenirge disse que está desgastada com o assunto e que mal conseguiu encarar o agressor face a face. “Não consegui olhar para ele e a única coisa que aconteceu é que ele pediu desculpa e disse que na hora que aconteceu ele achou que não era nada.

Na filmagem ele reconheceu que agiu muito mal comigo e pediu desculpa, que ele não é desse perfil e que ele é do bem e que não sabe o que aconteceu com ele na hora. Ele tá muito arrependido”, explicou.

Desculpado?

Questionada sobre o perdão ao agressor, Lenirge disse que ainda não desculpou Rafael, e espera que na próxima quarta-feira (19), quando a audiência deverá ser novamente realizada, os advogados tenham entrado em acordo para encerrar o assunto de forma amigável. “Torcer para dar certo, tanto para mim quanto para ele, para sair um acordo e ninguém sair prejudicado”, admitiu.

A defesa da faxineira entrou com um processo contra Rafael em que pede uma indenização de R$ 60 mil por danos morais. O pedido tramita na 13ª Vara Cível de BH. No pedido, a vítima relata que, em razão do trauma, está recebendo atendimento psicológico, além das dores devido às escoriações. Na saída da audiência, Rafael não falou com a imprensa.

 

https://youtu.be/G1pfdzf4WaA

 

As agressões

A vítima lavava a calçada quando foi atacada pelo agressor no dia 16 de setembro. A mulher teve água jogada no rosto e sofreu queda, que provocou ferimentos no joelho. Uma ocorrência foi registrada pela Polícia Militar.

O circuito de segurança registrou as agressões. A mulher fazia a limpeza da calçada, por volta das 10h, quando um homem acompanhado de um cachorro se aproximou. Ele estava fazendo uma corrida e se irritou com o desperdício, conforme relatou um morador à reportagem de O TEMPO.

“Ele chegou dizendo que ela estava desperdiçando água. Então, tomou a mangueira da mão dela e disse: ‘vou te mostrar como gasta água’”, contou. O homem passou a jogar água no rosto da funcionária do edifício, o que a impediu de pedir socorro. (Com informações  do  O TEMPO Pedro Nascimento e Manuel Marçal).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/15:10:59

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Suspeitos de tráfico são presos no Pará; drogas eram trazidas de outros países por barco, diz polícia

Quatro homens foram presos no Pará suspeitos de tráfico de drogas; materiais suspeitos foram apreendidos — Foto: Polícia Civil/Pará

Investigações começaram há 1 ano e seguem em andamento para identificar mais suspeitos. Estrangeiros estão envolvidos, segundo polícia, que prendeu quatro homens suspeitos na quinta.

Quatro suspeitos de tráfico de drogas foram presos em Belém na quinta-feira (13). Segundo a Polícia Civil, eles estão envolvidos com um grupo criminoso que trazia drogas de outros países para o Pará usando embarcações.

As investigações começaram há 1 ano pelas cidades de Gurupá, no Marajó, e Porto de Moz e seguem em andamento para identificar mais suspeitos.

“O trabalho policial apontou que brasileiros e estrangeiros, principalmente peruanos, faziam parte do esquema criminoso, onde o grupo que trazia o carregamento fazia o transbordo para traficantes paraenses, para posterior distribuição interna”, informou a polícia.

A prisão ocorreu durante cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra os investigados. Foram apreendidos tablets, celulares, cadernos com anotações, joias, documentos e um veículo que seria usado pelos criminosos.

“Todo o material apreendido será analisado como parte do inquérito policial que apura o caso”‘, informou a polícia por meio da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc). A polícia não informou as idades e identidades dos suspeitos e o que eles alegaram. (Com informações do g1 Pará).

Jornal Folha do Progresso em 14/10/2022/

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