Cidadão que se recusar a responder pesquisa do IBGE garante multa de R$12 mil
(Foto:Reprodução) – Recenseadores do IBGE estarão até janeiro coletando os dados do Censo Demográfico do Brasil. Quem não responder, poderá ser multado.
Desde 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não realizava o Censo Demográfico do Brasil. Em agosto deste ano, o órgão pôs os seus recenseadores nas ruas de todo território nacional para coletar algumas informações referentes a um determinado território. Saiba que se recusar a responder pode não ser uma boa ideia!
Este é um dos maiores do mundo. A sua pesquisa fornece informações sobre a situação socioeconômica do país. É dever do IBGE prestar informações sobre os 5.570 municípios do Brasil ao Tribunal de Contas da União (TCU).
Ao ser visitado por um recenseador, o cidadão tem a obrigatoriedade de responder à pesquisa, contudo nem todos sabem disso e tampouco foram alertados sobre a importância dela para que as estatísticas do Brasil sejam avaliadas.
Vale apontar que o baixo número de recenseadores do IBGE também é um fator de impacto nesse atraso no Censo.
Segundo o próprio instituto, até o dia 25 de dezembro, cerca de 16,1% dos cidadãos ainda não tinhas respondido ao questionário. Isso gera um impacto direto em outras pesquisas de suma importância para o país. Diante do imprevisto, o IBGE informou que a coleta do Censo será estendida até janeiro.
Multa para quem não responder à pesquisa
A Lei n 5.534/68 obriga que toda a população brasileira, seja ela pessoa jurídica de direito público ou privado, bem como a pessoa física, responda a pesquisa. Em caso de descumprimento da lei, o cidadão pode pagar uma multa de até R$12 mil.
Ela fica ainda maior, caso seja constatada alguma mentira nas respostas do Censo. Nesses casos, o valor pode ser equivalente ao dobro. Ao responder a pesquisa do IBGE, o cidadão, além de contribuir com o instituto de estatísticas mais importante do país, também estará se livrando de uma multa altíssima.
Não recebeu a visita, mas quer responder?
IBGE disponibilizou o Disque-Censo para os habitantes dos municípios que ainda não receberam os recenseadores. Há cerca de 120 atendentes para coletar as respostas da pesquisa por meio do número 137. A ligação é gratuita e pode ser realizada entre as 8h e 21h30. (Com informações de Bruna Machado/ escolaeducacao.com).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/10:43:13
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Fazendeiro decepa mão de funcionário que furtou galinha por não receber salário
Fazendeiro pegou facão e atingiu a vítima durante briga (Foto:Reprodução)
Vítima trabalhava na chácara do acusado, mas não havia recebido o pagamento pelos serviços
Um fazendeiro é acusado de decepar uma das mãos de um funcionário, de 60 anos. A apuração inicial indica que a vítima trabalhava na chácara do suspeito, em Rio Branco do Sul, Região Metropolitana de Curitiba (PR), e não recebeu salário.
O homem teria ido reclamar com o patrão e, em seguida, furtado uma galinha, o que gerou uma discussão entre eles. Durante a briga, o fazendeiro pegou o facão e atingiu a vítima. O crime aconteceu no dia 31 de dezembro do ano passado, mas só veio à tona porque o idoso esperou uma semana para procurar atendimento médico. Ele tentava tratar o ferimento em casa.
Vizinhos viram que a lesão não estava melhorando e decidiram ligar para a Defesa Civil. Equipes foram para o local onde a vítima mora, uma área rural de difícil acesso. O homem foi levado para o hospital municipal da região.
Por meio de nota, a Polícia Civil informou que o fazendeiro já foi identificado e que a vítima prestou depoimento. A corporação afirmou que faz diligências para esclarecer o caso. (Com informações de Emilly Melo).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/10:15:28
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PRF prende homem por uso de documento falso, em Novo Progresso (PA)
Condutor de caminhonete apresentou CNH falsificada à equipe durante abordagem. (Foto:Reprodução/PRF).
Na terça-feira (10), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem por uso de documento falso, durante fiscalização no km 314 da BR-163, em Novo Progresso (PA).
Por volta das 17h50, a equipe deu ordem de parada a um veículo FORD/F 4000 e durante a abordagem, solicitou ao condutor o documento de habilitação e o documento do veículo.
Ao verificar a documentação apresentada pelo homem, a equipe constatou que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apresentada tratava-se de um documento falsificado.
Diante dos fatos, o homem foi preso e encaminhado à 15ª Seccional de Polícia Civil em Novo Progresso (PA), a fim de que fossem realizadas as medidas cabíveis, em tese, por uso de documento falso.
Por Jornal Folha do Progresso com informações da PRF em 12/01/2023/09:53:08
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Operação desmonta serraria clandestina que desmatava área de preservação em Altamira, no Pará
Operação prende 4 pessoas envolvidas em desmatamento de terras em Altamira – (Foto:Reprodução).
Quatro pessoas foram detidas e vão responder em liderdade por crimes ambientais. Um jabuti era mantido em cativeiro pelos invasores.
A operação conjunta denominada “Green Conflict”, que significa “conflito verde” na tradução do inglês, deteve quatro pessoas em Altamira, no sudoeste do Pará, por envolvimento com desmatamento ilegal em área de preservação permanente. Um dos presos é apontado como invasor e outros trabalhavam em serraria clandestina.
Na ação, uma espécie de jabuti foi encontrada mantida em cativeiro, o que também é previsto como crime ambiental.
No total, uma área verde equivalente a dez campos de futebol foi destruída e 37 metros cúbicos de madeira foram apreendidos, além de máquina móvel usada para serrar madeira e um machado usado para as ações ilegais.
A ação no travessão Babacuara, na Gleba Assurini, envolveu agentes da Delegacia Especializada no Atendimento a Criança e ao Adolescente (Deaca), da Polícia Civil; Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Altamira e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).
Os quatro homens detidos prestaram depoimentos na sede da Deaca e logo em seguida foram liberados. Eles vão responder em liberdade pelos crimes ambientais.
O delegado Paulo Júnior informou que “havia quantidade expressiva de madeira dentro e fora da serraria” no momento da operação.
“A madeira já chamava atenção desde a estrada, quando fomos informados que o local era uma serraria clandestina e constatamos que havia irregularidades ambientais. Detivemos os envolvidos por receptação da madeira e, inclusive, os fiscais localizaram um animal silvestre mantido em cativeiro”.
A área onde o desmatamento ocorria é protegida pela concessionária da usina Belo Monte. Os invasores já tinham sido autuados antes pela Secretaria de Meio Ambiente de Altamira, mas mesmo assim continuaram descumprindo ordem administrativa. Agora eles vão responder criminalmente. (Com informações do g1 Pará — Belém).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/09:50:34
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Corpo com sinais de tortura é encontrado em igarapé no Pará
(Foto:Reprodução) – Na tarde de quarta-feira (11), por volta das 16h, um corpo do sexo masculino foi encontrado com sinais de tortura, boiando no Igarapé Panelas, localizado no km 18, sentido Brasil Novo, no sudoeste do Pará.
A vítima, que ainda não foi identificada, estava com as mãos e os pés amarrados para trás quando achado. Com informações do site Confirma Notícia.
Uma viatura do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMP) precisou ser mobilizada para o resgate, devido ao difícil acesso na área. As polícias Militar do Pará (PMPA) e Civil do Pará (PCPA) também compareceram ao local e registraram o boletim de ocorrência.
O corpo da vítima foi encaminhado para necropsia no Instituto Médico Legal (IML), da Polícia Científica do Estado do Pará (PCEPA), e posteriormente será liberado aos familiares.
A investigação para apurar todas as circunstâncias do acidente segue em andamento na Polícia Civil. (Com informações do O Liberal).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/
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Belém 407 anos: Moradores falam das riquezas de sabores, aromas e cores da metrópole da Amazônia
Complexo Feliz Lusitânia inclui o forte do presépio, primeira edificação de Belém — Foto: Oswaldo Forte / O Liberal
Como forma de comemorar o aniversário da metrópole, o g1 ouviu quatro belenenses de áreas representativas e simbólicas da cidade: Culinária, Natureza, Arquitetura e Cultura.
A ‘Cidade das Mangueiras’, fundada em 12 de janeiro de 1616, a partir do desembarque de Francisco Castelo Branco na foz do rio Guajará, completa nesta quinta-feira 407 anos. A primeira capital da Amazônia celebra nesta data mais de quatro séculos de histórias e encantos.
Belém chega neste 12 de janeiro de 2023 como uma cidade única em inúmeros sentidos. A metrópole da Amazônia oferece aos seus 1,5 milhão de habitantes um passeio no passado, mas sem perder de foco a perspectiva de futuro.
As igrejas centenárias, os parques pulsantes de biodiversidade, a gastronomia de encher de desejo os olhos e a boca e, sobretudo, a cultura do seu povo são as principais marcas da cidade do grande filósofo Benedito Nunes.
Como forma de comemorar o aniversário da metrópole rica em sabores, aromas e cores, o g1 ouviu quatro cidadãos de áreas representativas e simbólicas da cidade: Culinária, Natureza, Arquitetura e Cultura.
Os depoimentos dos envolvidos não apenas retratam sua relação com o que fazem, mas mostram sobretudo o amor por características indispensáveis ao que é Belém do Pará na atualidade.
Culinária Caroço de açaí. — Foto: Getty Images via BBC
Falou em Belém, pensou em açaí. Na terra do “Ouro Roxo”, iguarias para aguçar o paladar não faltam: tacacá, pato no tucupi, maniçoba, filhote, castanha-do-Pará, bolinho de pirarucu, arroz paraense, caranguejo, pupunha, bacuri, etc. A lista, que aparenta não ter fim, revela a riqueza gastronômica da cidade, coroada com o título mundial de ‘Cidade Criativa da Gastronomia’, título concedido pela Unesco em 2015.
O mercado do Ver-O-Peso, cartão postal da cidade, é um dos locais que reúne o que há de mais especial da culinária belenense. Reginaldo Leão Júnior tem 37 anos e trabalha vendendo comida no local há mais de duas décadas.
Entre os itens vendidos por ele estão filhote, dourada, camarão e o famoso peixe frito com açaí. O cozinheiro diz que sempre gostou de trabalhar com comida e que sua relação com o Ver-o-Peso é muito forte.
“Nossa culinária é uma das melhores do Brasil e do mundo. Temos por aqui a castanha-do-Pará, a pupunha e outras tantas comidas variadas. São coisas nossas, da nossa cultura”, afirma.
Ele, que trabalha junto com a esposa, diz que não trocaria seu local de trabalho por nada. O principal motivo seria a paisagem natural que o local tem.
“É uma coisa linda, divina poder trabalhar na beira do rio, às margens da baía do Guajará. Poder ver diversidade, ver tudo’, diz Reginaldo Júnior.
Para os 407 anos de Belém, o cozinheiro tem como pedido um Ver-o-Peso mais cuidado pelo poder público.
“Todos nós temos que cuidar da nossa cidade”, deseja.
Natureza
Vista da Ilha do Combu — Foto: Alessandra Serrão/Arquivo Comus
A cidade erguida às margens da baía do Guajará e do rio Guamá não nega sua ligação com o meio ambiente. Cercada de belezas naturais, Belém mantém vivos os traços da fauna e flora amazônica.
Parques, bosque, jardim botânico, ilhas e inúmeras praias dão forma à paisagem urbana contemporânea. As mangueiras, plantadas no século XX por Antônio Lemos, também são marcas da Belém de ontem e de hoje.
Os rios, que servem de fonte de renda para muitos habitantes, delimitam grandes belezas naturais, como as ilhas. Em Belém, elas são de vários tamanhos e preservam diferentes estilos de vida.
Janete Costa mora na ilha do Combu, localizada entre o Furo do Benedito e o Rio Guamá. Assim como Mosqueiro, Outeiro e Cotijuba, o Combu é uma das principais ilhas da cidade.
“A ilha é uma parte diferenciada de Belém. Hoje não trocaria minha ilha tranquila pela agitação da cidade”, afirma.
Moradora há mais de 50 no Combu, Janete diz que os principais benefícios de morar em um lugar assim são a natureza, a tranquilidade e a paz.
Perguntada se o avanço da urbanização vem prejudicando a calmaria do lugar, a moradora diz que sim, mas faz uma ponderação.
“Já tivemos mais tranquilidade, mas hoje temos modernidade. E isso nos ajuda no nosso dia a dia”, diz.
Arquitetura
Palacete Faciola em Belém — Foto: Leandro Tocantins/Agência Pará
A eterna capital dos cabanos tem em cada parcela da cidade traços de muita história. Em Belém, o passado está em constante conversa com o presente. Quem visita o complexo do Ver-o-Peso, a Cidade Velha e o Comércio faz uma visita ao período da fundação da cidade.
As marcas da arquitetura urbana belenense servem muito mais do que demarcar um tempo histórico. São também elementos essenciais para entender a relação da população com a cidade.
Os casarões, os teatros do tempo áureo do ciclo da borracha e outras obras icônicas da cidade – algumas das quais vindas das mãos do famoso arquiteto Antônio José Landi – evidenciam a riqueza da metrópole da Amazônia.
A arquiteta e urbanista Karina Vidal Moriya é diretora de muitos desses espaços, a exemplo do Palacete Facióla, casarão histórico localizado na Avenida Nazaré. Belenense há mais de 40 anos, ela diz se sentir contente em poder contemplar o patrimônio histórico diariamente.
“Só posso dizer que sou uma grande felizarda, pois além de trabalhar com a cultura paraense, eu desfruto do patrimônio histórico no meu dia-a-dia. Vejo o quanto o patrimônio cultural da capital é vivo e vivido”, afirma a diretora.
Segundo Karina, a arquitetura histórica belenense retratam não apenas o período da Belle Époque, mas também o modernismo e a arquitetura contemporânea da capital.
“É bonito ver o Theatro da Paz, as nossas igrejas, as nossas praças, as edificações ecléticas, os clubes e demais prédios da arquitetura moderna, o Mangueirão, o Parque do Utinga, etc”, descreve.
A arquiteta também destaca a importância da preservação do patrimônio urbano de Belém por todos, sejam moradores ou turistas.
“Se outras edificações tão representantes para a nossa história forem preservadas, veremos que Belém não é a cidade do ‘já teve’. Ela ainda tem uma beleza única e que deve ser vista por todos os cidadãos, sejam eles turistas, sejam eles os seus moradores”, enfatiza.
Cultura
Vista aérea do mar de gente que participou do Círio 2017. — Foto: Divulgação/ Segup
A junção dos traços culturais dos povos indígenas, europeus e africanos resultaram em características únicas do cidadão belenense, que vão desde o modo de falar aos aspectos religiosos.
Por exemplo, na música, a riqueza está presente em elementos do carimbo, nas festas de aparelhagem e em festas típicas da região. Nas artes, a cultura de cinema de rua segue viva com o Cinema Olympia, considerado o cinema mais antigo em funcionamento no país.
A capital do Pará também é o ponto de encontro da maior manifestação religiosa católica do Brasil: o Círio de Nossa Senhora de Nazaré. A procissão é reconhecida como patrimônio cultural imaterial pelo Iphan e como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.
A festa religiosa, que reúne mais de 2 milhões de pessoas de Belém, é composta por vários elementos. A Guarda de Nazaré, que protege a Imagem da Santa é um deles.
Renato Neves faz parte há 12 anos da Guarda de Nazaré e vê o Círio como a mais pura expressão de fé e devoção do povo paraense.
“Poder vivenciar isso tudo isso na cidade em que nasci é uma dádiva. Muitas pessoas que vêm todos os anos para o Círio querem poder morar aqui”, comenta.
Para ele, Belém é um verdadeiro caldeirão de manifestações culturais em todos os sentidos e aspectos.
“Crescemos aprendendo que o Círio é a representação máxima da cultura, tanto material como imaterial, reconhecido por toda a comunidade católica e não católica. O que explica o tamanho de sua realização”, afirma.
O atual coordenador da Guarda de Nazaré destaca que o Círio transcende a questão religiosa.
“[A procissão] representa a esperança, o amor e a crença de um povo abençoado por uma celebração tão intensa de sentimentos e significados na vida de cada um”, afirma. (Com informações de Marcus Passos, g1 Pará — Belém).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/09:19:41
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Presidente Lula sanciona lei que equipara injúria racial ao crime de racismo
Com a nova lei, quem praticar os atos discriminatórios passam a ser presos e condenados de 2 a 5 anos (Foto: Reprodução // TV GLOBO).
Foi sancionada, nesta quarta-feira (11), a lei que equipara a injúria racial ao crime de racismo, que é inafiançável e imprescritível. O documento foi oficializado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em cerimônia de transmissão de cargo das ministras da Igualdade Racial, Anielle Franco, e dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, no Palácio do Planalto.
Com a nova lei, quem praticar os atos discriminatórios passam a ser presos e condenados de 2 a 5 anos. O regimento foi aprovado ainda em dezembro no ano passado pelo Congresso Federal. Pelo texto do Código Penal, a injuria passa a ficar dentro dos itens da Lei do Racismo e se for proferido a mais de uma pessoa, entra na sansão de injúria racial coletiva.
O que é o crime de injúria racial?
Pelo documento, entende-se por crime injúria racial quando a honra de uma pessoa específica ou grupo é ofendida por conta de raça, cor, etnia, religião ou origem. Já o racismo ocorre quando o agressor atinge um grupo ou coletivo de pessoas, com base na raça de forma geral.
O que modifica a lei de injúria?
As pessoas que praticavam a injúria poderiam ter que cumprir uma pena de um a três anos de reclusão, mais pagamento de multa. Com essa nova lei instituida e aprovada, a punição passa a ser prisão de dois a cinco anos. A pena será dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas. Vale, ainda, em casos de crimes es estádios e teatros. (As informações são do G1).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/08:42:52
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Mecânico é atingido 2 vezes por barra de ferro e vídeo viraliza na internet: ‘Morreu, mas passa bem’
O acidente teria ocorrido graças a “atrapalhada” do genro André Luiz, de 20 anos, que teria deixado o objeto cair sem querer. (Foto:Reprodução/ Arquivo pessoal).
O auxiliar de mecânico Luiz Carlos Niegesk, de 64 anos, viralizou na internet ao ser atingido duas vezes por uma barra de ferro em uma oficina por causa das trapalhadas do genro, o vendedor André Luiz, de 20 anos, na última segunda-feira (9), em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Apesar do susto inicial, o acidente terminou em boas risadas e o vídeo do momento já tem mais de 6 milhões de visualizações.
Tudo ocorreu quando André tentava encaixar o ferro na porta da oficina mecânica, para fechá-lo, quando a peça cai e atinge o pé de Luiz Carlos. No vídeo que está circulando nas redes sociais, é possível ver o momento em que o sogro do vendedor queixa-se de dor e chega até retirar os sapatos. André levanta a estrutura, encaixa-a novamente, mas o ferro volta a cair e, desta vez, pega na cabeça de Luiz.
Assista ao vídeo:
https://twitter.com/i/status/1613500675853361157
Em entrevista ao G1, o genro “trapalhão” explicou que a porta do estabelecimento é empenada, e por isso, ele precisa colocar o ferro na direção certa para encaixar. Nas duas vezes em que o Luiz Carlos foi atingido pela peça, o vendedor achou que teria encaixado-a da maneira correta, e alega não ter feito por maldade.
“Em um primeiro momento, todo mundo tomou um susto, queria saber se ele estava bem, mas depois foi só risada. O pessoal começou a dizer que já tinha assistido mais de 20 vezes para rir”, contou André, acrescentando que o sogro chegou a ser socorrido no momento do acidente.
André afirmou que não soube até hoje quem publicou o vídeo do sogro sendo atingido duas vezes pela barra de ferro. Mas garantiu que Luiz Carlos não ficou chateado e nem chegou a brigar com a filha pelo ocorrido.
“Morreu, mas passa bem. Tá tudo certo. Ele diz que eu atingi porque queria herdar o Santana velho dele e R$ 25 mil reais de dívida”, brincou a vítima das atrapalhadas do genro. (As informações são do G1 Rio de Janeiro).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/08:33:38
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Forças de Segurança do DF montam forte aparato policial na Esplanada à espera de um novo confronto bolsonarista
(Foto:Reprodução) – Forças de Segurança do Distrito Federal e nacionais estão com um forte aparato policial e de socorro à espera de um protesto bolsonarista na Esplanada do Ministérios, nesta quarta-feira (11/1).
De acordo com informações do Metrópoles, o ato está previsto para às 18h, mas até às 16h não havia sinal de manifestantes.
A prisão dos responsáveis pelos atos contra a democracia diminuiu o tom favorável a um golpe de Estado em grupos virtuais, que não fomentaram com o mesmo vigor do último domingo as pautas por novos ataques. A parcial de detidos é 1.187.
Nos arredores da Esplanada, todo o efetivo da Polícia Militar do DF, parte do contingente da Polícia Federal (PF) e da Força Nacional estão a postos. Agentes da Polícia Civil do DF também foram chamados a fim de reforçar o atendimento à cidade.
Fechada para veículos, a Esplanada tem dezenas de viaturas policiais, helicóptero e reforço do Batalhão de Cães.
Equipes do DF Legal também acompanham. Quase 10 vans e ônibus da PM foram posicionados. Dentro, capacetes, cassetetes e mais equipamentos de preparação contra confrontos.
A megaoperação é comandada pelo interventor federal na Segurança Pública do DF, Ricardo Cappelli. Em entrevista à imprensa, o também secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública garantiu que “não há hipótese de se repetir na capital o que aconteceu”.
Ele se referia ao ato antidemocrático, no qual vândalos bolsonaristas depredaram as sedes dos Três Poderes da República: o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).
O interventor ainda mandou fechar a Esplanada dos Ministérios para se antecipar quanto à segurança do local. (Com informações de Agenda do poder | Roberta Ferpin | ManchetePolítica).
Jornal Folha do Progresso em 12/01/2023/10:53:52
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Possível ataque cibernético é identificado no sistema do Tribunal de Justiça do Pará
Tribunal de Justiça do Pará, em Belém — Foto: TJPA
TJPA comunicou que serviços vão ficar suspensos até o próximo domingo (15).
Um possível ataque cibernético no sistema do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) foi identificado pela rede de tecnologia da informação do local, em Belém, nesta quarta-feira (11).
O TJPA anunciou o ocorrido pelas redes sociais e alegou que, ao descobrirem o suposto ataque, a Secretaria de Informática iniciou os procedimentos cabíveis. Não houve perda alguma de dados, já que os principais sistemas não foram acessados, segundo o tribunal.
O comunicado pontuou que, por precaução, os serviços on-line ficarão indisponíveis até o próximo domingo (15), “para indispensáveis procedimentos de segurança”.
Durante o período mencionado, as medidas urgentes serão atendidas em regime de plantão. Para isso, as petições deverão ser apresentadas de forma manual, como informou o TJPA.
A Presidência do TIPA também comunicou que o registro do fato foi levado ao Conselho Nacional de Justiça.
A área de tecnologia da informação recomendou aos usuários magistrados, servidores, estagiários e terceirizados, que façam a troca de suas senhas e que não utilizem computadores, ainda que os pessoais, até que seja garantida a segurança do procedimento. (Com informações do g1 Pará — Belém).
Jornal Folha do Progresso em 11/01/2023/18:27:43
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