Condenados por trama golpista podem cumprir pena em unidade militar; Bolsonaro tenta evitar cela da PF

O ministro Alexandre de Moraes no segundo dia de julgamento sobre a trama golpista no STF — Foto: Gustavo Moreno/STF

Os militares que forem condenados na trama golpista ficarão presos em uma unidade militar, mas podem perder as patentes após processo disciplinar das forças.

Jair Bolsonaro ainda pode ficar preso em uma cela da Polícia Federal, como ocorreu com Lula, mas vai tentar permanecer na domiciliar por causa dos problemas de saúde. Após a sentença, ainda haverá prazo para recursos e o cumprimento da penas só deve começar em outubro.

Condenados por trama golpista podem cumprir pena em unidade militar; Bolsonaro tenta evitar.

Todos os oito réus do núcleo crucial da trama golpista terão cela especial, se condenados pelo Supremo Tribunal Federal. Seis deles são militares, sendo cinco da alta cúpula.

Por isso, mesmo que já reformados, devem pedir para cumprir a pena em uma unidade militar. O general Braga Netto, por exemplo, que já está preso preventivamente, está no Comando da 1ª Divisão de Exército, no Rio de Janeiro.

Alexandre Ramagem e Anderson Torres são delegados da Polícia Federal e, se condenados, terão uma cela especial, mas em um presídio comum. A decisão sobre o local em que eles cumprirão a pena não é na hora do voto, mas só após o fim do julgamento com o trânsito em julgado.

Além do cumprimento da pena, os militares do Exército e da Marinha ainda terão de responder a um processo interno no militarismo e podem perder as patentes. Isso se a força entender que eles não são dignos de permanecer.

A decisão administrativa é tomada pela força após condenação pelo Superior Tribunal Militar e, se isso acontecer, podem perder o benefício de prisão em unidade militar e serem transferidos para um presídio comum. É o que explica o advogado Berlinque Cantelmo, que preside a comissão de Direito Penal Militar da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas.

  “Caso sejam submetidos a uma pena superior a dois anos, implicando inclusive em perda do direito de permanecer em estabelecimento militar após serem submetidos a um processo de perda do posto ou da patente, eles, necessariamente, irão cumprir pena, talvez, numa sala de estado maior numa unidade prisional comum ou num pavilhão especificamente separado para o cumprimento de pena de pessoas politicamente expostas, a exemplo de ex-presidentes, a exemplo do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.”

Dentro do grupo de militares, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, tem outras opções para o cumprimento da pena. Além da unidade militar, Bolsonaro pode ficar preso em uma cela da superintendência da Polícia Federal, assim como ficou Lula quando foi preso na Lava Jato.

Ou ainda numa cela especial da Papuda, presídio em Brasília – o que é visto como menos provável entre os ministros. A defesa vai pedir que o ex-presidente cumpra pena em prisão domiciliar já que tem mais de 70 anos e problemas de saúde. Em maio, o ministro Alexandre de Moraes autorizou que o ex-presidente Fernando Collor cumpra pena em casa após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

A sentença deve sair no dia 12 de setembro, mas o cumprimento da pena não é imediato. É preciso que o acórdão seja publicado, o que costuma demorar cerca de 15 dias. Neste caso, a expectativa é que se publique antes. Depois, a corte abre o prazo de recursos para as defesas. Os advogados podem entrar com embargos de declaração, que não mudam o mérito da decisão, ou com embargos infringentes, que vão ao plenário, como explica o criminalista Thiago Turbay.

“Esses que vão ao plenário são embargos infringentes que têm como efeito a capacidade de alterar o resultado substantivo, material da decisão. Portanto, se a turma decide por condenar, mas dois votos decidem por absolver, ainda que por algum dos delitos, essa matéria poderia ser submetida ao pleno, isso poderia ocasionar uma virada de mesa. Pode ter também em relação a isso alguma divergência em relação à quantidade de pena”

Os réus podem ser condenados a mais de 40 anos de prisão. Mesmo que peguem as penas mínimas dos cinco crimes, podem levar penas de 10 a 12 anos. Alexandre Ramagem responde a apenas três crimes, mas pode pegar quase 30 anos de prisão.

Mauro Cid, que delatou o esquema, também deve ser condenado, mas com os benefícios da delação, entre eles, não ficar preso. A primeira turma, no entanto, pode decidir por retirar alguns benefícios após o tenente-coronel mudar as versões ao longo do tempo.

 

Fonte:CBN / Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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Lula vai reforçar defesa da soberania nacional em pronunciamento para o 7 de Setembro

Presidente Lula — Foto: Ricardo Stuckert / PR

O tema tem sido a principal bandeira do governo nas últimas semanas diante do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, que completa um mês hoje. Acompanhe os destaques do Jornal da CBN.

Lula vai reforçar defesa da soberania nacional em pronunciamento para o 7 de Setembro
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O presidente Lula vai fazer, na noite deste sábado (06), um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV sobre o 7 de Setembro e deve reforçar a defesa da soberania nacional. O tema tem sido a principal bandeira do governo nas últimas semanas diante do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, que completa um mês hoje.

O presidente deve reforçar o discurso que classifica o deputado Eduardo Bolsonaro e outros aliados do filho do ex-presidente como traidores da pátria. Na noite dessa sexta-feira (5), o presidente Donald Trump afirmou em coletiva na Casa Branca que o governo Lula “foi radicalmente para a esquerda”.

O republicano disse que aplicou a tarifa de 50% contra o Brasil por causa da insatisfação com as ações do governo brasileiro, sem esclarecer o que estaria motivando a sobretaxa. Em entrevista ao SBT, Lula voltou a dizer que ainda não ligou para Trump para discutir o tarifaço porque o americano não quer negociar. Segundo o petista, o governo americano mantém as portas fechadas para qualquer tipo de acordo porque as sanções foram impostas por questões políticas e não por motivos comerciais.

Neste domingo (7), o presidente Lula estará em Brasília, no desfile cívico-militar, onde são esperadas 30 mil pessoas. Pelo país, o 7 de setembro será marcado por manifestações contra e a favor da anistia de Bolsonaro e os outros envolvidos na tentativa de golpe.

Um dos projetos em discussão na Câmara prevê o perdão para todos os crimes cometidos na trama golpista e anulação da decisão do TSE que tornou Bolsonaro inelegível até 2030. Para Lula, Bolsonaro assume a culpa pelo golpe ao pedir anistia antes mesmo do final do julgamento no STF.

O julgamento de Bolsonaro e dos outros 7 réus do núcleo crucial da trama golpista será retomado na terça-feira, com o voto do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.Depois dele, vão falar os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e o próprio Zanin. Por fim, se houver condenação, os ministros vão decidir o tamanho das penas.

A pena máxima prevista para o ex-presidente Jair Bolsonaro por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado, é de 43 anos de prisão. Nessa sexta-feira (6), o presidente da Primeira Turma do STF, Cristiano Zanin, atendeu a um pedido do ministro Alexandre de Moraes e agendou sessões extras na quinta-feira. Inicialmente, as audiências estavam previstas apenas para terça, quarta e sexta-feira.

Aliados de Bolsonaro, como o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, convocaram manifestações na Avenida Paulista e na Praia de Copacabana para defender a anistia. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, destacou que não se trata de medir forças com a extrema direita no Dia da Independência.

O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, que é do mesmo partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o Republicanos, avisou que votaria contra a anistia se estivesse no Congresso. O governador paulista é um dos principais articuladores do projeto para livrar Bolsonaro de qualquer punição.

 

Fonte: CBN / Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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Policial é condenado a 20 anos de prisão pela morte de advogado no Pará

Foto:Reprodução | O policial militar Rossicley Ribeiro da Silva, 50 anos, foi condenado a 20 anos de reclusão, em regime fechado, por ser o mandante da morte do advogado Arnaldo Lopes de Paula.

O julgamento ocorreu na última quarta-feira, 3, no Fórum Criminal de Belém, em sessão da 3ª Vara do Júri da capital, presidida pelo juiz Cláudio Hernandes Silva Lima. Como efeito da condenação, também foi decretada a perda do cargo público.

A decisão acolheu a acusação do promotor de justiça Gerson Daniel da Silveira. Atuou em conjunto com a promotoria, na assistência de acusação, a advogada criminalista Marilda Cantal, habilitada pelo pai da vítima.

Os advogados Fabrício Saldanha e Afonso Furtado, integrantes da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Pará (OAB-PA), participaram do júri na tribuna da acusação e se manifestaram requerendo mais segurança do Estado, para que outros advogados não fossem vítimas de grupos criminosos.

Pela defesa do policial atuaram os advogados Jânio Rocha de Siqueira e Luigi Barbosa e a advogada Daiane Dias Lea. Os advogados argumentaram a amizade que existia entre acusado e vítima, desde a adolescência e mantida na fase adulta.

Depoimentos

No total, foram ouvidas dez testemunhas da acusação e da defesa, entre elas familiares de Arnaldo Lopes, dois delegados e estagiários do escritório de advocacia da vítima. O depoimento mais demorado foi o de Kássia Brunelly Ferreira de Paula, mulher do advogado, que depôs por mais de quatro horas, narrando, de forma detalhada, a acusação em desfavor do policial.

Primeira a depor, a viúva relatou que a desavença começou por conta da administração da Associação de Praças do Estado (Aspras), que os dois fundaram juntos. A arrecadação mensal, no valor de R$ 200 mil, não estaria sendo bem aplicada. O advogado passou a questionar os gastos da entidade e a cobrar prestação de contas, até conseguir judicialmente uma liminar para assumir como interventor, quando passou a sofrer ameaças.

Dois delegados que atuaram na investigação também prestaram informações sobre como chegaram aos denunciados.

O delegado José Eduardo Rollo da Silva informou que, durante investigação sobre grupos de milicianos para desbaratar esquemas de transportes, chegou ao nome de Rossicley entre as escutas telefônicas autorizadas – e em uma fala, o acusado citava o nome do advogado.

Em interrogatório com mais de três horas, o policial se declarou inocente, fazendo um relato sobre sua vida pessoal.

Depois de passar a infância testemunhando a violência doméstica do pai contra a mãe, já adulto, ele conseguiu passar no concurso público da Polícia Militar, com o objetivo de ajudar a sociedade e a família, que trabalhava com transporte alternativo.

Além de Rossicley, também estiveram envolvidos no crime os policiais militares Roosevelt de Nazaré Silva e Jonny Kleber de Almeida Santos, este último morto no curso do processo. Acusado de ser o executor do crime, o cabo PM Marçal Monteiro de Azevedo, 41 anos, foi julgado em 2023 e condenado a 18 anos e seis meses em regime fechado, sendo negado ao réu o direito de apelar em liberdade. O juiz decretou também a perda do cargo do sentenciado.

Investigação

A polícia chegou aos acusados após ter acesso a escutas telefônicas e à localização sobre onde os envolvidos estavam no dia e hora do assassinato. As provas vincularam os quatro policiais ao crime. Segundo a investigação, os PMs integravam grupo de milicianos que atuava em transporte coletivo, no qual o cabo Marçal fazia as cobranças.

O crime ocorreu quando Arnaldo saía da casa de familiares, na passagem Vitória, próximo à avenida Roberto Camelier, no Jurunas. O advogado foi abordado pelo executor quando entrava em seu veículo. O atirador desceu de um carro marca Fiat Uno Mille, cor escura, e tentou impedir a vítima de fechar a porta, efetuando vários disparos e acertando cinco deles.

O advogado chegou a abaixar a cabeça no banco do carona e foi socorrido, imediatamente, por familiares, levado para um hospital particular, mas após três dias morreu em decorrência das lesões. Um dos acusados de participação está recorrendo em instância superior para não ser submetido a júri popular.

 

Fonte:TJPA / Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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Fiscalizações apreendem mercadorias em Oriximiná e Terra Santa (PA)

Foto:Reprodução | Em fiscalização realizada nos dias 03 e 04/09, nas cidades de Oriximiná e Terra Santa, fiscais de receitas estaduais apreenderam mercadorias no valor de R$ 181.980,92.

A ação teve o apoio do Comando de Policiamento Regional da Polícia Militar de Santarém. Os fiscais são lotados na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Tapajós, no Baixo Amazonas.

“Foram encontradas infrações como falta de documentação fiscal, não recolhimento do Diferencial de Alíquota do ICMS (Difal) devido ao Estado, compras feitas em nome de Cadastro de Pessoa Física (CPF) mas que, pela quantidade, mostrava intuito comercial; falta de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe), entre outras infrações”, relatou o coordenador Roberto Mota.

Dentre as mercadorias apreendidas estão 440 caixas com 6.280 unidades de cerveja; 1.200 fardos de refrigerantes, com 11.100 unidades; 100 fardos com 900 unidades de água mineral; 20 unidades de baterias automotivas; 5.137 unidades de perfil metálico, entre outras.

Como resultado foram lavrados 16 Termos de Apreensão e Depósito (TADs), que totalizaram R$ 65.505,38, referentes a cobrança de ICMS e multas.

Fonte:  Agência Pará/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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Partido pune vereador de Joinville que chamou o estado do Pará de ‘lixo’

Foto:Reprodução | Mateus Batista teve direitos partidários suspensos após propor lei que restringia nordestinos em Joinville.

O vereador Mateus Batista, de Joinville (SC), foi punido cautelarmente pela Comissão Executiva Nacional do União Brasil após ele apresentar um projeto de lei considerado preconceituoso contra migrantes do Norte e do Nordeste.

Entre as sanções aplicadas estão a suspensão das atividades partidárias, a perda do direito de voto em reuniões internas e a retirada de prerrogativas junto à bancada. As medidas passam a valer imediatamente e seguirão até o julgamento definitivo do caso.

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (3), em Brasília, durante reunião presidida por Antonio Rueda, que classificou o episódio como “de extrema gravidade”. A representação que originou o processo foi apresentada pelo deputado federal Paulo Azi (BA), que acusou Batista de promover discriminação e de propor uma lei municipal inconstitucional. Azi chegou a solicitar a expulsão do vereador e o cancelamento da sua filiação.

O caso ganhou repercussão após declarações de Batista na Câmara Municipal de Joinville, em 25 de agosto. Em plenário, o vereador afirmou que “Santa Catarina vai virar um grande favelão” caso não haja restrição à migração de nordestinos, chegando a chamar o estado do Pará de “um lixo”.

O projeto de Batista determinava que novos moradores de Joinville teriam apenas 14 dias para comprovar residência, sob risco de não poder permanecer “legalmente” na cidade. A proposta foi considerada inconstitucional e contrária aos direitos fundamentais.

A relatoria do processo ficou com a senadora Professora Dorinha, que acompanhou a posição da executiva. Para a direção nacional do União Brasil, o episódio representa violação ao Estado de Direito e aos princípios democráticos.

LEIA MAIS:‘Estado do Pará é um lixo’: fala de vereador de Joinville sobre migrantes gera indignação

 

Fonte: Roma News/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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Licenciamento anual tem novas placas com vencimento em setembro, alerta Detran

Foto:Reprodução |  Veículos com placas final 08, 09, 18, 19, 28, 29, 38, 39, 48, 58, 68, 78, 88 e 98 devem se regularizar

O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) reforça a importância dos proprietários de veículos estarem atentos às datas de vencimento do licenciamento anual.

Neste mês de setembro, devem regularizar a situação os veículos com placas de final 08, 09, 18, 19,  28, 29, 38, 39, 48, 58, 68, 78, 88 e 98, conforme o calendário estabelecido para o ano de 2025.

O licenciamento é um tributo obrigatório que atesta a regularidade do veículo e garante sua circulação legal pelas vias públicas. Após o pagamento, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo Eletrônico (CRLV-e) fica disponível para download no site do Detran e também no aplicativo Carteira Digital de Trânsito.

Para emitir o Documento de Arrecadação Estadual (DAE), basta acessar o site www.detran.pa.gov.br, clicar na aba “Veículos – Licenciamento Anual” e informar a placa, o Renavam e o CPF do proprietário. O pagamento pode ser feito nos bancos conveniados – Banco do Brasil, Banpará, Banco da Amazônia, Bradesco, Itaú e Santander – até a data de vencimento. O DAE também pode ser retirado presencialmente na sede do Detran, nos postos avançados ou nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans).

Parcelamento – Uma das facilidades oferecidas pelo Detran é a possibilidade de parcelar o valor do licenciamento no cartão de crédito, por meio das empresas credenciadas. A opção está disponível não apenas para quem tem débitos atrasados, mas também para os condutores que desejam pagar o licenciamento do ano vigente de forma mais flexível. Para realizar o parcelamento, o proprietário pode fazer um atendimento presencial no Detran ou postos de atendimento ou, se preferir, de forma online.

Confira o passo a passo para parcelar via cartão de crédito:
1. Acesse o site www.detran.pa.gov.br
2. Role a página até a seção “OUTROS ACESSOS”
3. Selecione a opção “PARCELAMENTO VIA CARTÃO DE CRÉDITO”
4. Escolha uma das empresas credenciadas disponíveis
5. Finalize o pagamento e aguarde a compensação para liberação do CRLV-e

Infrações e penalidades – Circular com o licenciamento vencido é infração grave, sujeita a multa, pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo. “Nosso objetivo é garantir um trânsito mais seguro e regular. O aumento no número de veículos irregulares acende um sinal de alerta sobre a importância de manter a documentação em dia”, conclui Enrique.

Calendário de vencimento do licenciamento em setembro:
• 05 de setembro – Placas com final 08, 18, 28 e 38
• 12 de setembro – Placas com final 48, 58 e 68
• 19 de setembro – Placas com final 78, 88 e 98
• 26 de setembro – Placas com final 09, 19, 29 e 39

Para mais informações, os condutores podem acessar o site do Detran ou buscar atendimento presencial em uma das unidades do órgão.

 

Fonte: Ascom Detran/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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Furto de energia no país gerou custo de R$ 10,3 bilhões em 2024

Foto:Reprodução | As concessionárias de grande porte, que têm o mercado maior do que 700 Gwh (gigawatt-hora), são as responsáveis por fazer a gestão dos níveis dessas perdas comerciais, devido à amplitude do mercado de distribuição e à complexidade de combater práticas irregulares.

O furto de energia, conhecido como perdas não técnicas de energia elétrica no Brasil, representaram um custo de R$ 10,3 bilhões em 2024, de acordo com relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Conhecido como “gato”, o furto de energia ocorre no mercado de baixa tensão, composto por consumidores residenciais, pequenos comércios, escritórios e pequenas indústrias. Esse furto de energia gera também um consumo sem controle da carga distribuída. Inúmeros aparelhos, tecnicamente precários, estão conectados a essa carga furtada, o que provoca danos ao sistema e prejudica o atendimento aos demais consumidores.

As concessionárias de grande porte, que têm o mercado maior do que 700 Gwh (gigawatt-hora), são as responsáveis por fazer a gestão dos níveis dessas perdas comerciais, devido à amplitude do mercado de distribuição e à complexidade de combater práticas irregulares.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) detalha a complexidade e os desafios impostos por essa prática, considerada crime, no estudo “Furto de energia: Perdas não técnicas”, que acaba de ser lançado. O material explica de que forma os custos com furtos impactam a tarifa de energia de todos os consumidores regulares.

O sistema elétrico brasileiro trata diariamente com perdas de energia. Parte dessas perdas é técnica, inerente ao transporte e transformação da eletricidade. Outra parte refere-se às originadas de ligações irregulares, fraudes e erros de medição ou faturamento, que têm crescido e atingiram 16,02% do mercado de baixa tensão em 2024.

Além do impacto financeiro na conta de luz dos consumidores, essa prática gera consumo sem controle, podendo sobrecarregar o sistema, provocar danos à infraestrutura e prejudicar a qualidade do serviço aos demais consumidores.

De acordo com a Aneel, em 2024, as interrupções no fornecimento por roubo de energia somaram 88.870 – cada uma delas com duração média de 8,64 horas.

A segurança da população também é comprometida: em 2024, 45 pessoas morreram e 69 ficaram feridas em acidentes relacionados a furtos ou ligações clandestinas, de acordo com levantamento da Abradee.

“O combate ao furto de energia é uma responsabilidade coletiva. Mais do que prejuízo financeiro, as ligações clandestinas, colocam vidas em risco, sobrecarregam o sistema elétrico e penalizam o consumidor regular com tarifas mais altas. Precisamos de políticas públicas integradas, conscientização da população e reforço na fiscalização para garantir um fornecimento seguro, justo e sustentável para todos os brasileiros. Furto de energia no Brasil é equivalente ao total gerado pela usina de Tucuruí, no Tocantins, a segunda maior do país”, explicou o presidente da Abradee, Marcos Madureira.

A Associação e suas distribuidoras atuam ativamente no combate ao furto, com iniciativas como a Campanha Nacional de Segurança, que foca na prevenção de acidentes e na conscientização. As empresas têm buscado identificar e coibir os furtos com o uso de tecnologia, incluindo equipamentos mais resistentes e inteligência artificial.

Equatorial Pará detectou quase 60 mil “gatos” no primeiro semestre de 2025  

A Equatorial Pará intensificou, no primeiro semestre de 2025, as ações de combate ao furto de energia elétrica em todo o estado. De janeiro a junho, a distribuidora realizou 143.693 fiscalizações, que resultaram na identificação de 59.910 fraudes, número que chama a atenção mesmo diante dos riscos e prejuízos causados à população.

As cidades que mais registraram ocorrências de ligações clandestinas nesse período foram Belém, com 12.805 casos, Ananindeua, com 8.078, Itaituba com 3.472, Canaã dos Carajás com 3.274 e Santarém com 2.251.

De acordo com Maycon Gonçalves, gerente tático de Serviços Técnicos e Comerciais da Equatorial Pará, o trabalho de fiscalização é essencial para garantir a segurança da rede elétrica e da população.

“A atuação da Equatorial tem o objetivo de coibir uma prática que, além de criminosa, pode causar acidentes graves e até fatais. As ligações irregulares sobrecarregam o sistema elétrico e prejudicam o fornecimento de energia, afetando a qualidade do serviço. Por isso, é fundamental que a população colabore, denunciando situações suspeitas para que possamos agir de forma rápida e segura”, afirma o gerente.

Com o furto de energia, acontece também a sonegação de impostos como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), a CIP (Contribuição para custeio da Iluminação Pública), o PIS (Programa de Integração Social) e o COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social), que vêm inclusos nas contas de energia elétrica e cujos recursos arrecadados são repassados integralmente aos Governos Federal, Estadual e Municipal.
Segurança

Vale destacar que as ligações clandestinas são feitas sem critérios técnicos e sem isolamento adequado, o que aumenta o risco de acidentes, já que pode haver contato direto com os fios energizados.

Elton Lucena, executivo de Segurança da Equatorial Pará, também reforça que além desses riscos, a sobrecarga da rede e a má instalação aumentam o risco de curto-circuito e incêndios em residências, comércios e áreas públicas.

“As ligações na rede elétrica só devem ser realizadas pelos nossos profissionais que são capacitados, autorizados e seguem padrões de segurança para evitar acidentes. Trabalhamos continuamente para combater a prática de furto e também garantir a segurança da população”, destaca Elton.

Denuncie! 

O furto de energia é crime de acordo com o artigo 155 e pode gerar pena de um a quatro anos de reclusão, além de aplicação de multa. A irregularidade pode ser denunciada para o disque denúncia da Polícia Civil, no número 181, ou pelos canais de comunicação da Equatorial Pará. A denúncia pode ser de forma anônima nos canais de atendimento da empresa como o site (www.equatorialenergia.com.br), Central de Atendimento (0800 091 0196) e aplicativo.

 

Fonte: Agência Brasil e Ascom Equatorial/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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PA-220 é totalmente pavimentada e será entregue neste sábado no nordeste do Pará

Foto:Reprodução | Além do asfalto novo, os serviços contemplaram drenagem, calçadas em áreas urbanas, meio-fio, terraplenagem, construção de sub-base e base, além de sinalização horizontal e vertical.

A obra de pavimentação da PA-220, conhecida como Transmaú, no município de Maracanã, no nordeste paraense, foi finalizada e será entregue aos moradores neste sábado (6), às 16h. A rodovia é estratégica para o nordeste paraense, conectando Curuçá à Vila Maú, em Marapanim, e facilitando o acesso a cidades como Magalhães Barata, Igarapé-Açu e o próprio município de Maracanã.

Além do asfalto novo, os serviços contemplaram drenagem, calçadas em áreas urbanas, meio-fio, terraplenagem, construção de sub-base e base, além de sinalização horizontal e vertical. O objetivo é garantir mais infraestrutura, segurança e mobilidade para a população da região.

O secretário de Infraestrutura e Logística do Pará, Adler Silveira, destacou a importância da entrega. “O asfaltamento da PA-220 representa um marco para o nordeste paraense. Com essa rodovia, consolidamos um corredor logístico que aproxima comunidades, fortalece a integração regional e cria condições favoráveis ao desenvolvimento econômico. É mais um exemplo do compromisso do Governo do Pará com obras que transformam vidas e geram progresso”, afirmou o secretário.

A expectativa entre os moradores é grande. Maria das Dores, dona de casa que mora em Maracanã, acompanha de perto a transformação. “A gente esperou muito por essa estrada. Antes, era poeira ou lama, dependendo do tempo. Agora vai ser uma bênção. No sábado, vou estar lá para ver de perto a entrega”, disse, animada.

Para quem vive em municípios vizinhos, a mudança também é significativa. Raimundo Nascimento, morador de Magalhães Barata, explica que a nova rodovia vai facilitar o deslocamento até Maracanã. “Antes, para chegar lá, era uma volta imensa, demorava muito. Agora, com a PA-220 pronta, vai ser muito mais rápido. É uma conquista que vai melhorar a vida de muita gente da região”, ressaltou.

A obra foi executada em duas etapas. A primeira teve 42 quilômetros e ligou o entroncamento da PA-136 até a PA-395. A segunda, agora concluída, somou mais 12 quilômetros, entre a PA-395 e a PA-127. No total, são 54 quilômetros de pavimentação prontos na rodovia PA-220.

Com a conclusão, a PA-220 se consolida como um eixo fundamental de desenvolvimento e integração no nordeste paraense. A nova infraestrutura vai impulsionar a economia local, facilitar o escoamento da produção agrícola, ampliar o acesso a serviços públicos e incentivar o turismo em toda a região.

 

Fonte: Agência Pará/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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STF terá sessão extra para continuidade de julgamento de Bolsonaro

Foto:Reprodução | A partir de terça-feira (9), colegiado vai iniciar a votação que pode condenar Bolsonaro e os demais acusados a mais de 30 anos de prisão.

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou uma sessão extra da Primeira Turma da Corte para o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados.

A decisão de Zanin, que é presidente do colegiado, foi tomada após o relator da ação penal, Alexandre de Moraes, solicitar o agendamento de mais uma sessão para julgamento do caso. Já estavam agendadas sessões para os dias 9, 10 e 12 de setembro.

O julgamento começou nesta semana, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus.

A partir de terça-feira (9), colegiado vai iniciar a votação que pode condenar Bolsonaro e os demais acusados a mais de 30 anos de prisão.

Com a decisão de Zanin, o julgamento terá mais quatro dias. Em três deles, serão realizadas sessões pela manhã e à tarde. Para viabilizar a sessão dupla na próxima quinta-feira, o STF cancelou a sessão do plenário que seria realizada às 14h.

Dia 9 – às 9h e às 14h;

Dia 11 – às 9h e às 14h;

Dia 12 – às 9h e às14h;

Pesam contra os acusados a suposta participação na elaboração do plano Punhal Verde e Amarelo, com planejamento voltado ao sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.

Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Lula.

A denúncia também cita o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Os acusados respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Em caso de condenação, as penas podem chegar a 30 anos de prisão.

A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição.

A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro.

Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;

Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);

Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;

Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;

Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);

Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa;

Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;

Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;

 

Fonte: Agência Brasil/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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PC prende homem por descumprimento de medida protetiva e ameaça no Pará

Foto:Reprodução | O suspeito teria quebrado o aparelho celular da vítima.

Um homem foi preso na tarde desta quinta-feira (5) pela Polícia Civil, em Salvaterra, no Arquipélago do Marajó, em cumprimento a um mandado de prisão pelo descumprimento de medida protetiva e ameaça. O suspeito teria quebrado o aparelho celular da vítima.

Segundo a PC, o suspeito havia descumprido as medidas protetivas, tendo assim sua prisão decretada pela Justiça.

Os agentes localizaram o homem em uma área de mata, próximo ao local onde reside, na vila de Condeixa, zona rural do município. Ele foi conduzido até a delegacia de Polícia Civil de Salvaterra para os procedimentos cabíveis e está à disposição da Justiça.

 

Fonte: Notícia Marajó/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/09/2025/07:00:00

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