Estudante autodeclarada negra é indeferida no sistema de cotas da UFPA e cobra banca ‘humanizada’: ‘essa política não pode ser negligenciada’

Estudante autodeclarada é indeferida no sistema de cotas da UFPA e cobra avaliação mais humanizada. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Clara Costa já cursou serviço social na instituição e integrou movimento negro. Após passar novamente no vestibular, a entrada dela pelo sistema de cotas foi negada pela banca de heteroidentificação. Formadores de opinião defendem pluralidade da negritude na Amazônia.

Sistema de informação é o segundo curso que Clara Costa, de 26 anos, quis cursar na Universidade Federal do Pará (UFPA). A aprovação dela no vestibular para 2022 vem após ela já ter feito serviço social, entre 2013 e 2018. Naquela época, ela já era cotista pela cor e por ser estudante de escola pública.

Mas desta vez, ao voltar à instituição de ensino ela passou pela banca de heteroidentificação de cotistas e teve a entrada negada.

A banca de heteroidentificação foi criada para assegurar que a autodeclaração de estudantes cotistas seja validada pela UFPA. O objetivo, segundo a universidade, é evitar fraudes. No entanto, para Clara, o processo acabou tirando dela o direito de acesso à universidade pelo sistema de cotas, que é uma política de reparação histórica a fim de pluralizar o acesso ao ensino superior.

Clara passou por duas salas, onde preencheu papeis com informações pessoais, incluindo a autodeclaração de etnia. Ela se considera uma mulher negra, com a pele parda.

“Me orientaram a assinar um documento me autodeclarando, preenchi, entreguei o documento, e ele foi avaliado por uma banca de cinco pessoas. Na mesa apenas era uma negra. Não durou nem um minuto. E em seguida fui informada que eu tinha sido reprovada e tinha que seguir para uma banca recursal para eles reavaliarem minha situação”.

Já na segunda banca, desta vez havia com três servidores, ela deveria preencher um novo formulário, com identificação, incluindo as características fenotípicas, e citar três situações de racismo que tivesse sofrido. A estudante conta que o primeiro caso de racismo que lembra ter vivido foi aos 7 anos de idade, com uma professora de ensino fundamental. Ela não precisou falar mais sobre isso na entrevista ao g1.

Clara afirma que o processo de descrever no formulário foi uma nova violência, ao fazê-la reviver novamente as experiências traumáticas do racismo. A análise levou menos de um minuto, segundo ela.

“Foi bem complicado, naquela sala mesmo vi várias pessoas chorando, revivendo seus casos de racismo, me senti muito violentada, porque falar sobre racismo sofrido é um processo doloroso. Já estudei na UFPA, já participei inclusive de vários debates raciais e também vítima de diversas situações de racismo. Tive que descrever naquele momento”.

Segundo a UFPA, de 2010 a 2022, ingressaram 41.309 candidatos negros (de cor parda e preta). Em paralelo ao número de fraudes no sistema de cotas, a instituição afirmou que tinha recebido até 2022 68 denúncias, incluindo casos relacionados a cotas raciais e pertencimento étnico de indígenas e quilombolas.

O resultado da negativa foi publicada no site do Centro de Registro e Indicadores Acadêmicos (CIAC) da UFPA. “Quando recebi, fiquei revoltada, primeiramente porque a banca responde com uma única palavra (indeferido), sem justificativa e sem dar um tratamento humanizado. E, segundo, porque há pessoas brancas deferidas”.

“Então, a banca está pecando nas suas avaliações, sendo totalmente ineficiente no que se propõe que é incluir pessoas negras na universidade, deixando de compreender a diversidade da nossa questão racial”.

Durante a formação em serviço social, Clara inclusive integrou ativamente movimentos negros e chegou a palestrar em eventos acadêmicos sobre questão racial.

Em nota, a UFPA informou que “as pessoas pardas que têm direito ao uso de vaga da cota PPI são aquelas vistas como negras pela sociedade e que, por isso, são discriminadas e agredidas, perdendo oportunidades sociais e/ou profissionais pelo fato de serem negras”.

Ainda segundo a Instituição, a Banca de Heteroidentificação avalia o candidato tomando por referência exclusivamente o fenótipo social, que é um conjunto de características pelas quais as pessoas são vistas e consideradas negras e que lhes deixam vulneráveis às discriminações e ao racismo.

A UFPA afirma que a “ampla diversidade fenotípica das pessoas negras de cor parda as coloca desde próximo às pessoas brancas até próximo às pretas. Quanto menor a presença de traços tipicamente negroides em uma pessoa parda maior a sua permeabilidade na sociedade, que por vezes pode considerá-la como pessoa negra e noutras, como não negra, condição de alternância não vivenciadas pelas pessoas que carregam um conjunto indubitável de marcas de pessoa negra”.

Por isso, segundo a instituição, uma “pessoa que se autodeclara parda pode não ser vista como negra em uma banca de heteroidentificação”. Diante de um indeferimento ao uso de vaga de cota racial, é oferecida ao candidato a possibilidade de heteroidentificação em uma segunda banca.

Estudante indeferida no sistema de cotas já integrou ativamente movimento de mulheres negras. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
Estudante indeferida no sistema de cotas já integrou ativamente movimento de mulheres negras. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Subjetividade e diversidade

A banca avaliadora no processo de entrada de estudantes cotistas tem um caráter subjetivo. A jornalista e pesquisadora, Flavia Ribeiro, que também é formadora de opinião sobre as causas negras no Pará, defende que a banca é uma conquista para evitar fraudes, assim como as cotas são para reparar a exclusão histórica de pessoas negras no ensino superior, e mais recentemente também em outros âmbitos, como em concursos públicos.

“(A avaliação) É uma medida necessária e precisa ser subjetiva, porque não tem uma como ser medida objetiva, avaliando por exemplo, se a pessoa tem um nariz com não sei quantos centímetros; a pele de certa tonalidade; ,mas ela olha para um conjunto de características, que faz com que essa pessoa seja lida como negra”.

Para Flavia, já que a subjetividade está interligada no processo, é preciso que os servidores responsáveis sejam qualificados. “Essas pessoas que estão na banca precisam entender a diversidade da negritude, que existe principalmente na Amazônia. É diferente ser negro na Bahia, no Rio Grande do Sul. Não existe um padrão”.

Gabriel Conrado, produtor de conteúdo digital e mestrando em ciência política, concorda que a banca é necessária para evitar as fraudes, mas pontua ainda é preciso que a academia aprofunde as discussões sobre o que é ser negro no Brasil, e como a negritude se manifesta nas diferentes regiões do país.

“O que falta é a discussão sobre a identidade negra brasileira, tem fatores comuns, como a cor da pele, outros traços negróides, mas o ser negro tem muda de região para região, e parece que a bancada examinadora está negando essa pluralidade”.

O influencer explica que já há o debate sobre a multiplicidade dos negros no continente africano, enquanto há “a negação da negritude amazônida”.

“Quando um negro vai para outra região, ele é visto como indígena, como ‘não negro’, e isso acontece pelo visto dentro da própria academia, que é o lugar onde se produz ciência, e que há muito tempo foi onde se estabelecem, e são fomentadas, muitas questões racistas, de desigualdade, como a gente vê até hoje casos de racismo dentro da própria instituição”.

Para Conrado, “no fim de tudo, mesmo com as cotas, as faculdades continuam extremamente embranquecidas; e ainda questionam sobre a legitimidade dessas cotas, o que já nem poderia haver pois é lei, e se deixa de entendê-las como ferramentas de mudança de realidade social, porque não querem juntar o filho do empregado ao filho do branco na universidade, porque não se admite que pessoas historicamente subjulgadas assumam postos de liderança na sociedade”.

Enquanto o imbróglio não se resolve, depois de ter sido indeferida, agora Clara busca as medidas para que consiga finalmente entrar no novo curso que escolheu na carreira. Nesta segunda-feira, ela foi até a UFPA solicitar acesso à justificativa pela negativa, o que deve levar de 20 a 30 dias.

“Vou correr atrás de um processo para garantir um direito meu, mas é um absurdo a negligência e o tratamento que as cotas estão tendo. Entrar pelo sistema não é esmola”.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do g1 Pará — Belém em 07/03/2023/10:52:34

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Homem sofre AVC e morre após combinar Viagra com bebida alcoólica

O medicamento é usado para disfunção erétil; a vítima também era hipertensa – (Foto:Divulgação).

Um homem morreu após tomar duas pílulas de Viagra e ingerir bebida alcoólica na Índia. Ele tomou o dobro da dose indicada do medicamento usado para a disfunção erétil e sofreu um AVC hemorrágico, efeito colateral incomum da combinação.

Os sintomas começaram a aparecer na manhã seguinte ao uso da medicação com álcool. O homem estava na companhia de uma mulher. Ele teria relatado um mal estar, mas se recusou a procurar um médico imediatamente. Quando o quadro piorou, a vítima chegou à unidade hospitalar já morta. A hemorragia reduziu o fluxo de oxigênio para o cérebro.

Na autópsia foi constatado que o nível de álcool no sangue do rapaz era acima do limite considerado seguro e que ele era hipertenso – os especialistas acreditam que a doença também pode ter contribuído com a morte.

De acordo com o Daily Mail, o homem não tinha receita para comprar o Viagra. O tablóide aponta que o medicamento tem sido cada vez mais utilizado de forma equivocada. A pílula pode causar dores de cabeça, de estômago, problemas de pressão arterial, vermelhidão e congestão nasal.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do O Liberal em 07/03/2023/10:35:06

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Saque de dinheiro esquecido em bancos começa nesta terça-feira; veja se você tem valores a receber

De acordo com o Banco Central, 38 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de empresas têm cerca de R$ 6 bilhões a resgatar – (Foto:Reprodução).

Relatório do Banco Central do Brasil aponta que cerca de 38 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de empresas têm cerca de R$ 6 bilhões para resgatar em instituições financeiras. Os saques desses valores estarão liberados a partir das 10h desta terça-feira (7).

De acordo com o relatório, a grande maioria (62,55% do total), ou 29,2 milhões de contas bancárias, têm até R$ 10, e outras 12.1 milhões de contas têm de R$ 10,01 a R$ 100. Porém, há 4,6 milhões de contas com valores que variam de R$ 100,01 a R$ 1.000,00 e mais de 600 mil contas com valores acima de R$ 1.000,00 “esquecidos” nos bancos.

Consulta

A consulta para saber se tem dinheiro “esquecido” em instituição financeira está liberada desde o dia 28 de fevereiro, por meio do Sistema de Valores a Receber (SVR).

Como sacar

No mesmo site do SVR, confirmado que há valores a resgatar, a pessoa será encaminhada para uma nova página. Caso haja acessos simultâneos acima da capacidade, o cliente ficará em uma sala de espera virtual aguardando sua vez.
Em seguida, é necessário fazer login com a conta gov.br. A criação da conta é gratuita e pode ser feita pelo Site Acesso ou App gov.br.
Nessa etapa, a pessoa – seja física ou jurídica – será encaminhada para o valor a receber. A página também leva à consulta de pessoas falecidas.
O site apresentará informações como o montante a receber; nome e dados da instituição que deve devolver o valor; origem (tipo) do valor a receber; e dados adicionais, quando for o caso.
Para fazer o pedido de resgate do dinheiro, é necessário clicar no botão “solicitar por aqui” e seguir as orientações indicadas. O cliente deve, ainda, selecionar uma das suas chaves PIX e, caso desejar, informar os dados pessoais. A instituição deve devolver o valor via PIX em até 12 dias úteis após a solicitação.
Porém, existe a possibilidade do botão “solicitar por aqui”, não aparecer – isso ocorre se a instituição não tiver firmado o termo de adesão com o Banco Central. Nessas situações, o sistema irá apenas informar o valor a receber e em qual banco está aquele recurso. Uma mensagem também vai informar os contatos oficiais (e-mail e telefone) para que a pessoa entre em contato diretamente com a instituição e acerte a forma de devolução.

Origem do recurso

De acordo com o Banco Central, os valores referem-se, na maioria dos casos, a contas correntes ou poupança encerradas ainda com saldos disponíveis. São mais de 28,3 milhões de beneficiários com recursos a receber apenas dos bancos.

Em segundo lugar entre os tipos de instituições com maior montante a ser resgatado estão as administradoras de consórcio. Nesse grupo, mais de R$ 2,1 bilhões estão disponíveis para saque, referente a recursos não procurados de grupos de consórcios já encerrados.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do O Liberal em 07/03/2023/10:29:51

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Operação ‘Curupira’ completa 20 dias de combate a crimes ambientais no Pará

Entre os materiais apreendidos estão oito armas de fogo, 153 munições, 10 motores-bomba, 100 sacas de carvão, 35 cabeças de gado e 8 mil litros de combustível. (Foto:Marcelo Seabra/ Ag. Pará).

As ações já resultaram em duas prisões, em flagrante, e 252 abordagens a pessoas, automóveis, motocicletas e caminhões

A Operação “Curupira” completou, nesta segunda-feira (6), vinte dias de combate a crimes ambientais em áreas consideradas críticas no Pará.

De acordo com a de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), as ações já resultaram em duas prisões, em flagrante, e 252 abordagens a pessoas, automóveis, motocicletas e caminhões.

Entre os materiais apreendidos estão oito armas de fogo, 153 munições, 10 motores-bomba, 100 sacas de carvão, 35 cabeças de gado e 8 mil litros de combustível. Dentre os crimes ambientais que são alvo da operação, estão o desmatamento, exploração ilegal de recursos naturais, incêndios florestais e outros atos ilícitos que causam impactos à natureza.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do O Liberal em 07/03/2023/09:52:19

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Helder Barbalho se reúne com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva para reforçar parcerias entre Estado e União

(Foto: Bruno Cecim / Ag.Pará) – Durante a reunião, o governador paraense falou ainda sobre a operação “Curupira”, que possui como diferencial, ser perene e ter como local de autuação as áreas mais críticas, que concentram os ilícitos ambientais

Em prol da floresta em pé e das pessoas que vivem e necessitam dela, o governador do Pará e presidente do Consórcio da Amazônia Legal, Helder Barbalho e a Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira (06/03), para reforçar a integração entre a União e o Estado a fim de potencializar o combate às ilegalidades ambientais ao tempo que se busca uma nova vocação econômica para a Amazônia, por meio da bioeconomia e a monetização dos ativos florestais.

A reunião, que teve também a participação de membros da comitiva da ministra, como o presidente do  Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho e da secretária nacional de bioeconomia, Carina Pimenta, foi realizada no palácio do governo, na capital paraense.

Durante a agenda, o governador ressaltou a importância da presença da equipe da Ministra e ressaltou os principais trabalhos realizados nos últimos quatro anos a partir da Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC) e do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), com o objetivo de gerir a política ambiental no Estado que possui 70% do seu território sob jurisdição federal.

“A partir da criação da Força Estadual de Combate ao Desmatamento, iniciativa feita por nós, foram realizadas 31 operações Amazônia Viva, o que contribuiu significativamente para o processo de desaceleração do desmatamento, o que resultou na redução de 21% deste crime ambiental”, enfatizou o chefe do executivo paraense.

Compondo pela terceira vez a equipe do Governo Federal, a ministra reconheceu o papel desafiador em lidar com a pasta ambiental e mais uma vez ressaltou a integração entre as esferas. “Fico contente em ver um governador jovem, assumindo e se esforçando para ter a prática da economia do século 21.

Se não tivermos bons parceiros nos Estados e municípios, vai ficar difícil cumprir a missão. Assim como o Estado precisa do Governo Federal, os órgãos federais também precisam estar unidos com as demais esferas.

Nós temos muitos pontos em comum com o Pará do que estamos fazendo e queremos seguir, como o que vem sendo realizado pelo Plano Amazônia Agora, por exemplo”, afirmou a ministra.

Operação Curupira – Durante a reunião, o governador paraense falou ainda sobre a operação “Curupira”, que possui como diferencial, ser perene e ter como local de autuação as áreas mais críticas, que concentram os ilícitos ambientais. “Primeiro, nós decretamos emergência ambiental em 15 cidades que representam mais de 75% do desmatamento de todo o Estado.

Isto nos permite que tenhamos capacidade logística e de estrutura para mobilização com a atuação enérgica da força de combate, envolvendo as polícias Miitar, Civil, Corpo de Bombeiros. Além disso, capacitamos os agentes para as especificações.

Nós não mais faremos operações pontuais. Identificamos as três principais cidades que tem o maior raio de desmatamento e estamos agindo fortemente nestes locais. O que é ilegal é inegociável”, concluiu o governador paraense e presidente do CAL, Helder Barbalho.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações de Aline Saavedra (SEMAS)  em 07/03/2023/08:02:28

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Família procura por jovem desaparecido e descobre na delegacia que está preso por roubo em Tailândia (PA)

Adailson responderá pelo crime de roubo e deve passar por uma audiência de custódia (Foto:Reprodução / Portal Tailândia)

Segundo a polícia, Adailson Rodrigues da Silva, de 20 anos, foi detido neste final de semana

A família de Adailson Rodrigues da Silva, de 20 anos, procurou a delegacia de Tailândia, nordeste paraense, na manhã desta segunda-feira (6) para registrar um boletim de desaparecimento após não receberem notícias dele. Porém, assim que os parentes chegaram na unidade policial, eles foram pegos de surpresa ao descobrirem que o jovem está preso.

Os familiares foram informados que Adailson estava preso desde o final de semana pela suspeita de ter roubado um celular.

Segundo a Polícia Militar, ele foi detido com o aparelho telefônico de uma mulher na vicinal Badarote. A vítima procurou as autoridades e repassou as características do jovem. Foi assim que os militares conseguiram localizá-lo.

Ainda de acordo com a PM, assim que foi abordado pelos policiais, Adailson confessou o crime e entregou o celular roubado.

Ele foi encaminhado à delegacia da cidade, onde os familiares souberam o motivo do sumiço.

O suspeito deve passar por audiências de custódia e responder pelo crime de roubo. A Delegacia de Tailândia investiga o caso.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do Portal Tailândia em 07/03/2023/08:02:28

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Jovem é morta a facadas pela prima e tia, no Pará

Maria Cecília foi morta a facadas na noite de domingo (5), no bairro do Jurunas, em Belém. (Foto:Reprodução/ Redes sociais).

A vítima foi socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro, mas não resistiu aos ferimentos

Uma jovem identificada apenas como Maria Cecília foi assassinada a facadas, na noite de domingo (5), no bairro do Jurunas, em Belém.

Ela chegou a ser socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. As suspeitas do crime são mãe e filha, uma adolescente, que não teve idade divulgada. Ambas são, respectivamente, tia e prima da vítima. Elas já foram identificadas pelas autoridades policiais.

Militares do 20º Batalhão, responsável pela área do Jurunas, foram comunicados sobre a ocorrência e se deslocaram ao endereço informado para verificar uma tentativa de homicídio. Chegando ao local, os agentes tiveram conhecimento sobre o socorro prestado à vítima e, por isso, registraram o caso como homicídio tentado.

A morte de Maria Cecília foi confirmada pela equipe médica a familiares dela. Segundo a PM, as guarnições realizam buscas para localizar as autoras do crime.

Moradores relataram à polícia que era por volta das 23h, quando as suspeitas foram até a residência da vítima. No local, teria ocorrido uma discussão, por motivo ainda desconhecido, entre as três. O desentendimento culminou com o esfaqueamento da jovem.

Após desferir os golpes na vítima, as suspeitas empreenderam fuga e ainda não foram localizadas. Já Maria Cecília, foi socorrida por um vizinho até a UPA do Jurunas, mas não resistiu e morreu. O corpo dela foi removido pela Polícia Científica do Pará (PCP), no início da tarde desta segunda-feira (6), e levado para o Instituto Médico Legal (IML).

Nas redes sociais, familiares e amigos da vítima realizam uma “vaquinha” virtual para arrecadar dinheiro. A quantia será usada para ajudar nos custos do velório e enterro de Maria Cecília. Interessados em fazer doações podem ajudar com transferências, via PIX, para o namorado da vítima, Aerleson Trindade de Oliveira, através do celular (91) 9 8148-4123.

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do O Liberal em 07/03/2023/08:02:28

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Idoso que desapareceu em terra indígena é encontrado após dois dias de buscas, no Pará

(Foto:Reprodução) – Edvaldo Ribeiro, 60 anos, contou que passava a noite em cima de árvores para se proteger e durante o dia caminhava. Ele foi encontrado por indígenas, que acionaram o Corpo de Bombeiros.

Já está com a família o idoso que desapareceu no último sábado (4) na reserva indígena Mãe Maria, em área de mata, dentro da aldeia Parxôkô, às margens da rodovia BR-222, em Bom Jesus do Tocantins, região sudeste do Pará.

Familiares faziam buscas para tentar encontrar Edvaldo Ribeiro dos Santos, de 60 anos. Ele tinha entrado na mata para coletar frutas e não foi mais visto.

O caso foi registrado na polícia. Foram mais de 48 horas de buscas até o resgate do idoso na tarde desta segunda-feira (6). Ele caminhou sozinho pela mata até encontrar uma aldeia. Lá recebeu a ajuda de indígenas da etnia Gavião Kikategê até a chegada dos bombeiros.

Seu Edvaldo contou que se perdeu e que nos últimos dois dias não dormiu. Passava a noite em cima de árvores para se proteger e durante o dia caminhava. Apesar de muito debilitado, ele passa bem.

Leia Também:Idoso sai para coletar frutas e desaparece em reserva indígena no Pará

Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do g1 Pará — Belém em 07/03/2023/07:54:43

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Servidores da ‘Agência de Defesa Agropecuária do Pará’ entram em greve

Sede da Adepará na Pedreira, em Belém. — Foto: Reprodução / Agência Pará

Categoria afirma que tem baixa remuneração no estado com grande produção em comparação a outros estados brasileiros.

Os servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) entraram nesta segunda-feira (6) em greve. Entre as reivindicações está o aumento salarial que, segundo a categoria, não é reajustado há mais de 10 anos.

Na última última sexta-feira (3), os servidores realizaram uma paralisação e se concentraram em frente à sede da autarquia, em Belém.

A categoria afirma que tem baixa remuneração no estado com grande produção em comparação a outros estados brasileiros.

Segundo uma grevista, os servidores querem “um reajuste linear de 75% sobre o salário base e uma reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR)”.

A Adepará é a autarquia responsável pela fiscalização de produtos agropecuários. Recentemente, um caso da doença conhecida como mal da vaca louca foi confirmado na região sudeste do estado. As exportações foram suspensas temporariamente.

O g1 entrou em contato com a Adepará e aguarda retorno do órgão sobre a reivindicação dos servidores.

Por:Jornal Folha do Progresso com informações do g1 Pará — Belém em 07/03/2023/07:44:24

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Homem com mandado de prisão em aberto é encontrado pela PRF durante abordagem em ônibus da linha Santarém – Itaituba

Suspeito foi encontrado durante uma abordagem da PRF a um ônibus da linha Santarém – Itaituba — Foto: PRF/Divulgação

Caso foi registrado no sábado (4).

Um homem com mandado de prisão em aberto por não pagamento de pensão alimentícia, foi apresentado na 16ª Seccional de Polícia Civil de Santarém, oeste do Pará, após ser encontrado em um ônibus da rota Santarém-PA / Itaituba-PA, durante uma abordagem de rotina da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no sábado (4).

De acordo com a PRF, através de consultas aos sistemas, foi constatado que um dos passageiros possuía o mandado de prisão expedido pela 3ª Vara da Família do Tribunal de justiça do Amazonas.

O suspeito foi conduzido a delegacia de polícia civil de Santarém para a realização dos procedimentos cabíveis.

Por:Jornal Folha do Progresso em 06/03/2023/17:06:11 Com informações do g1 Santarém e região — PA).

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