Homem é preso por importunação sexual contra frentista, no Pará
(Foto:Reprodução) – Um homem foi preso em flagrante por importunação sexual após passar a mão em uma frentista enquanto ela trabalhava. O caso ocorreu em Brasil Novo, sudoeste do Pará, e foi divulgado na sexta-feira (30) pela Polícia Civil.
“A vítima informou que estava trabalhando em um posto localizado no centro da cidade, quando o suspeito se aproximou por trás e passou a mão nela, evadindo-se em seguida do local”, detalhou a polícia.
Nas imagens é possível ver quando o homem se aproxima caminhando, enquanto a frentista abastece uma moto. Ele passa a mão nela e segue caminhando. A mulher parece se assustar, mas não reage na hora. Depois, ela procurou a delegacia.
O posto de combustíveis possuía câmeras e, ao analisar as imagens, a polícia identificou e localizou um suspeito, que foi preso em flagrante.
A pena prevista para quem importuna sexualmente alguém é de um a cinco anos de cadeia.
O que fazer em caso de importunação
Em situações como essa, a orientação é acionar a polícia. Uma das possibilidades é tentar verificar as características físicas e vestimentas da pessoa e, se estiver com veículo, tentar guardar ou anotar a placa, além de acionar a Polícia Militar via 190.
A lei se refere como importunação sexual “o ato libidinoso praticado contra alguém, e sem a autorização, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro. Alguns dos casos mais comuns são de abuso sofridos por mulheres em meios de transporte coletivo, como ônibus e metrô.
Fonte: G1 PA Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/07/2023/10:08:11
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Quem são os agricultores brasileiros campeões em produtividade na soja
(Foto:Divulgação/CESB) – João Lincoln Reis Veiga (segundo da esquerda para a direita), junto com o filho e os técnicos que monitoraram a produção.
Confira os destaques e como funciona o campeonato criado em 2008 pelo Comitê Estratégico Soja Brasil
O produtor de soja João Lincoln Reis Veiga, dono da fazenda Congonhal, no município de Nepomuceno (MG), é o grande campeão em produtividade de soja do campeonato de 2023 promovido pelo CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil), entidade criada e mantida por pesquisadores e empresas do setor. Veiga foi o campeão concorrendo na categoria sequeiro, ou seja sem irrigação, com produtividade de 134,46 sacas por hectare.
O ranking dos vencedores, chamado de Desafio de Máxima Produtividade, foi anunciado nesta quarta-feira (29), durante o 15º Fórum Nacional de Máxima Produtividade do CESB, que aconteceu em Indaiatuba (SP). Foram 6.500 participantes, um recorde de inscrições, com cerca de 950 auditorias realizadas.
“O Desafio reforça o principal objetivo do CESB, que é contribuir para o crescimento da produtividade da cultura da soja, e de seu sistema produtivo, com sustentabilidade e rentabilidade”, diz Marcelo Habe, presidente do CESB. “Este objetivo se materializa, principalmente, quando o produtor seleciona as tecnologias mais impactantes e financeiramente viáveis aplicadas na área do Desafio e as aplicam na sua área comercial, resultando em aumento da produtividade”.
Para comparação, no mais recente levantamento de safra realizado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a produtividade média da soja na safra 2022/23 é de 3.532 kg por hectare, o equivalente a 58,8 sacas de 60 kg.
O campeonato é dividido em duas categorias: sequeiro e irrigado. Os campeões foram apresentados por categorias, divididos por regiões (Centro-Oeste, Sul, Nordeste, Norte e Sudeste).
Fonte: forbes.com Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/07/2023/09:50:25
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O peixe venenoso que invadiu mar brasileiro e pode se espalhar por todo litoral em menos de 2 anos
“Quem já colocou ele num aquário, por exemplo… Às vezes ele come todos os outros peixes que estão no aquário.” (Foto: Divulgação / Labomar).
O comentário é do biólogo Marcelo Soares, pesquisador do Labomar da Universidade Federal do Ceará (UFC). A cena insólita ilustra a voracidade do peixe-leão (Pterois volitans), uma espécie invasora do Indo-Pacífico que chegou recentemente à costa brasileira e que, em pouco tempo, pode se espalhar por todo o litoral do país.
Em menos de dois anos, diz Soares, citando as estimativas mais recentes dos cientistas, a espécie pode tomar toda a costa brasileira e chegar ao Uruguai, causando prejuízos à pesca e ao turismo. No Caribe, a passagem do animal é associada à redução de 80% da população de peixes que habitam recifes de corais em algumas regiões.
Ele não tem predadores naturais no Atlântico, é um caçador persistente e ávido, se adapta a diversos tipos de ambientes e as fêmeas podem colocar até dois milhões de ovos por ano. A “juba” em volta do corpo é formada por uma série de espinhos venenosos que não são letais aos humanos, mas podem causar ferimentos sérios.
Uma história de quase 40 anos
A saga do peixe-leão é uma das histórias mais bem-sucedidas de invasão de espécies de animal marinho.
As evidências científicas disponíveis apontam que ela começa em 1985, na Flórida. Foi a primeira vez que o peixe-leão, nativo do Indo-Pacífico, foi avistado no oceano Atlântico.
Não se sabe exatamente como ele foi parar ali, próximo da costa de Dania Beach. Uma das hipóteses é que tenha sido solto no mar por um aquarista. Há relatos também da liberação acidental de peixes-leão na região em 1992, quando o furacão Andrew varreu a Flórida e destruiu um aquário local.
Desde então, a espécie vem se dispersando pelo oceano Atlântico. Tomou o litoral do sudeste dos Estados Unidos, o Golfo do México, o Caribe…até ser avistado, em 2020, no litoral norte do Brasil.
Avançar do mar do Caribe para o brasileiro não é tarefa simples para uma espécie invasora. A foz do rio Amazonas – ou a pluma do Amazonas-Orinoco, na terminologia técnica – é uma enorme barreira natural que dificulta o trânsito de animais de um lado para o outro. São bilhões de litros de sedimento despejados no oceano a cada minuto – e esse material não se dissolve imediatamente na água salgada, ele se espalha por quilômetros mar adentro e por metros de profundidade.
Não é fácil passar. A hipótese é que o peixe-leão tenha usado recifes que existem na região da pluma do Amazonas como base para atravessar de um lado para o outro, diz Soares, chegando no Amapá e no Pará. Os cientistas acreditam que isso tenha acontecido por volta de 2017 e 2018.
“Esses recifes que existem na Amazônia estão entre 70 e 220 metros de profundidade, é bem fundo. Mas esse animal aguenta até 300 metros de profundidade, então ele consegue usar essa área. Fora isso, é um animal muito resistente, aguenta baixa salinidade.”
Uma vez no litoral brasileiro, o peixe-leão seguiu avançando para o Nordeste, em uma área em que a corrente marinha flui em direção ao Caribe, acrescenta o biólogo. Nadando contra a corrente, ele chegou ao Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte.
No Ceará, Soares e os colegas do Labomar observaram os primeiros animais em março de 2022. Naquela época, os peixes tinham em média entre 14 e 15 centímetros. Um ano depois, em junho de 2023, o tamanho sobrou: 30 centímetros.
“Hoje ele já é encontrado em todos os municípios do Ceará, no litoral do Rio Grande do Norte… e está descendo.”
Segundo o pesquisador, quando o peixe-leão “virou a esquina” do Brasil – a curva no mapa do Rio Grande do Norte -, ele chegou a uma região em que a corrente marinha flui para o sul. “O que significa que ele vai mais rápido agora”, comenta.
No momento, a espécie está na fronteira entre Pernambuco e Alagoas, como aponta a plataforma de monitoramento organizada por Soares e pelo pesquisador Tommaso Giarrizzo para acompanhar a dispersão do peixe-leão.
A ferramenta é colaborativa: pelo computador ou por um aplicativo no celular, pescadores e mergulhadores enviam imagens e informações sobre seus encontros com a espécie.
Peixe-leão capturado em arpão é erguido por mergulhador (Foto: Divulgação / Labomar)
Outros países na rota de invasão do animal incentivam pesca para controle da população.
Qual o problema?
Mas por que a proliferação de uma espécie exótica como o peixe-leão é um problema ambiental?
À medida que compete por recursos com outras espécies e que se alimenta de uma grande variedade de animais – sem ser ameaçado por predadores -, ele pode ameaçar a biodiversidade nos locais por onde passa.
Isso pode impactar o turismo, por exemplo. “Quem faz mergulho quer ver vida, né?”, ilustra o pesquisador.
Com menos peixes disponíveis, a pesca também pode ser afetada.
No Ceará, os pescadores artesanais têm uma tradição antiga de criar recifes artificiais com pneus e outros objetos afundados para atrair peixes, as chamadas marambaias.
“Isso vai passando de pai pra filho, a localização do afundamento. É quase como uma propriedade para pescar no fundo do mar”, explica Soares.
Em uma expedição feita na costa da praia de Jericoacoara, a equipe do Labomar encontrou vários peixes-leão dentro dessas estruturas.
Peixe-leão avistado no litoral cearense, próximo à praia de Jericoacoara (Foto: Divulgação / Labomar)
Espécie se encontra atualmente entre Pernambuco e Alagoas
O que é possível fazer para evitar o pior?
O biólogo diz que é praticamente impossível erradicar o peixe-leão das áreas em que ele já se estabeleceu, mas o controle da população pode ajudar a diminuir os impactos negativos.
Nesse sentido, ele destaca como positivas as iniciativas implementadas em Fernando de Noronha. Lá, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) costurou uma parceria com operadoras de mergulho para capturar a espécie.
Por ser uma área de conservação, contudo, o arquipélago é um caso à parte. Na maioria das cidades do litoral norte e nordeste por onde a espécie tem se espalhado, ainda não há iniciativas coordenadas dos governos estaduais e federal para ativamente tentar controlar o aumento da população de peixe-leão.
“O ponto positivo é que nós temos uma rede de universidades preparadas para trabalhar com os órgãos públicos. Basta que a gente faça essa parceria, todo mundo junto, que é a única forma de combater o problema”, diz Soares.
Outros países na rota de invasão do peixe-leão vêm testando diferentes estratégias nas últimas décadas.
Cidades na costa da Flórida, por exemplo, passaram a organizar eventos para a caça da espécie. Em maio, a região do condado de Okaloosa comemorou um recorde de animais removidos durante seu torneio anual: 25.699.
Em alguns locais do Caribe, além da pesca para controle da espécie, a carne é consumida em restaurantes. É o caso das Ilhas Virgens Americanas, onde Soares esteve recentemente como professor visitante.
“Claro que é preciso tratar o peixe, tirar os espinhos, que são venenosos, mas lá ele é usado na alimentação.”
“Eles também aproveitam o couro para produzir sapatos, carteiras, bolsas…uma espécie de curtume do couro do peixe-leão. Então existem alternativas econômicas e sociais que geram a renda e ajudam a eliminar o animal.”
Essas alternativas precisam, contudo, ser cuidadosamente avaliadas pelas autoridades locais, diz o pesquisador. É preciso primeiro entender se os animais na costa brasileira estão contaminados e, caso se decida regulamentar o consumo, preocupar-se em evitar o risco, por exemplo, de dar valor econômico à espécie e acabar incentivando seu cultivo – o que pioraria o problema.
À reportagem, o Ibama afirmou que, desde 2014, vem impedindo de forma proativa a importação desses animais para qualquer finalidade, ainda que a legislação até pouco tempo permitisse a compra. A proibição veio no ano passado, com a publicação de uma portaria que veta a importação de cinco espécies de peixe-leão com finalidade ornamental.
Também em 2022 a autarquia criou um grupo de trabalho com foco específico no problema. Entre os objetivos estão a formulação de uma proposta de ato normativo para o manejo da espécie.
“A regulamentação normativa a ser construída especificamente para o peixe-leão trará comandos mais específicos para o uso e aproveitamento desta espécie”, diz o texto enviado à BBC News Brasil.
Nesse sentido, no segundo semestre deste ano o Ibama estuda organizar um workshop para debater alternativas para o aproveitamento da carne e do couro do animal, “caso haja mercado”, e para construir um “amplo plano nacional de combate ao peixe-leão”.
No momento, ainda que não haja uma proibição legal, a autarquia não recomenda o consumo, por se tratar de uma “espécie venenosa, cujo manejo requer técnicas específicas”.
Fonte: BBC News Brasil Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/07/2023/09:38:39
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Assessor de Bolsonaro posta foto do ex-presidente sem camisa
Em foto, Bolsonaro mostra cicatriz – (Foto:Reprodução).
Fabio Wajngarten criticou decisão do TSE e afirmou que estará sempre ao lado do ex-presidente.
O ex-secretário executivo do Ministério das Comunicações e advogado de Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, publicou nas redes sociais uma foto do ex-presidente sem camisa. Na imagem, é possível ver cicatrizes de cirurgias no abdômen, que foram realizadas após a facada que ele recebeu em Juiz de Fora.
Na legenda do Instagram, Wajngarten criticou a decisão do TSE de condenar Bolsonaro a inelegibilidade de oito anos e salientou que estará “sempre junto”, do ex-presidente.
Na publicação, apoiadores e críticos ao ex-presidente escreveram diversos comentários.
“Só falta ser preso agora!” comentou um usuário
“Que ele continue direcionando a direita brasileira. Precisamos dele hoje, mais que nunca”, defendeu uma apoiadora”
INELEGÍVEL
Por 5 votos a 2, Bolsonaro está impedido de se candidatar a qualquer cargo político durante oito anos. A medida começa a contar desde as Eleições Presidenciais de 2022, quando o ex-mandatário foi derrotado pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ou seja, ele não poderá disputar as eleições de 2024, 2026, 2028 e 2030.
Bolsonaro já afirmou que irá Bolsonaro afirmou que vai tentar recorrer da condenação ao Supremo Tribunal Federal (STF)
Fonte: DOL Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/07/2023/09:22:29
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Aparelhagem paraense ‘Super Pop’ cancela shows no Maranhão, após morte de integrante da equipe
Aparelhagem Superpop Live — Foto: Divulgação
Evandro Lopes Filho da Silva, conhecido como “Primo Pop”, foi morto aos 32 anos a golpes de faca na quarta-feira, 28.
A aparelhagem paraense SuperPopLive cancelou apresentações no Maranhão neste fim de semana, após a morte de integrante da equipe Evandro Lopes Filho da Silva, conhecido como “Primo Pop”, no estado vizinho.
Em publicação nas redes sociais, ainda sem anunciar novas datas, a aparelhagem de som disse que em breve deve dar continuidade à turnê.
“Primo Pop” tinha 32 anos e foi morto a golpes de faca na quarta-feira (28), em Apicum-Açu, cidade a 306 km de São Luís, capital do Maranhão. O corpo dele foi enterrado em Belém.
Evandro Lopes Filho da Silva, conhecido como “Primo Pop”, foi assassinado em Apicum-Açu (MA) — Foto: Divulgação
O grupo estava na cidade para uma apresentação na Praça Três Poderes, no município. De acordo com a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), Evandro Lopes foi morto após uma confusão generalizada no local. O suspeito desferiu golpes de faca na vítima.
Evandro Lopes ainda chegou a ser socorrido, levado para o Hospital Municipal de Apicum-Açu e em seguida, para a Santa Casa de Cururupu (MA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
A Polícia Civil informou que o crime se tratou de um homicídio qualificado. O suspeito foi identificado e encontra-se foragido. O caso será investigado para identificar as causas do crime. Ninguém foi preso.
A prefeitura de Apicum-Açu cancelou os festejos depois do assassinato.
Em nota, o Super Pop lamentou a morte de Evandro Lopes e se solidarizou com os familiares e amigos da vítima (Leia a nota completa abaixo).
Nota na íntegra do grupo Super Pop:
“A família SUPER POP está de luto. Nós solidarizamos com os familiares e amigos pelo falecimento de nosso querido amigo Evandro Lopes Filho da Silva “Primo Pop”, que esteve conosco em nossa caminhada.
Neste momento tão difícil e de dor, a Família Pop presta sua solidariedade, rogando a Deus para que conforte seus corações, dando força e tranquilidade e paz. Primo Pop, você sempre fará parte da nossa história”.
Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2023/09:24:13
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Michelle se oferece e Bolsonaro rejeita: “sem experiência”
Crise em família? Michelle disse estar “às ordens” de Jair, mas ele respondeu logo que ela não tem experiência. (Foto:Divulgação)
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) “não tem experiência” para atuar na política.
A fala ocorreu horas após Michelle publicar nas redes que está “às suas ordens, capitão”, citando o apelido que ele recebe de apoiadores, mesmo nunca tendo tido esta patente e tendo sido preso por mau comportamento no Exército.
Ela fez a postagem para prestar apoio ao marido após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tê-lo tornado inelegível por oito anos.
O ex-mandatário também respondeu que a ex-primeira-dama “nunca estará à disposição” dele, apesar de ela ter publicado a postagem dizendo estar “às ordens”. Michelle é presidente do PL Mulher e é um dos nomes cotados para substituir Bolsonaro em uma possível chapa de direita para as eleições presidenciais de 2026.
“Eleição é outra história”. O ex-presidente já chegou a dizer que apoiaria uma eventual candidatura de Michelle, e declarou que ela seria uma “excelente cabo eleitoral”, mas parece ter mudado de posicionamento.
Na publicação de apoio, Michelle compartilhou uma passagem do livro dos Colossenses, capítulo 3, versículo 5, mas atribuiu a frase erroneamente. A frase escrita (“Pois quem agir de forma injusta receberá o devido pagamento da injustiça cometida; e nisto não há exceção para pessoa alguma”) está em Colossenses, capítulo 3, versículo 25. A passagem que ela citou é: “Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria”.
“Ela tem a vida dela. Se candidatar é um direito dela. Tenho conversado com ela. Ela não tem experiência para enfrentar o dia-a-dia de uma política bastante violenta, com o sistema bastante ativo no Brasil. Eleição é outra história.”, declarou o ex-deputado federal.
Fonte:UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2023/09:20:33
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Povos Tembé, Timbira e Kaapor celebram reintegração de posse de Terra Indígena no Pará
Celebração da reintegração de posse. — Foto: David Alves / Ag. Pará
Documento atesta o cumprimento de mandado judicial que restitui aos povos o pleno direito de posse de uma área de 280 mil hectares localizada nos municípios de Nova Esperança do Piriá, Santa Luzia e Paragominas, no nordeste do estado.
Povos das etnias Tembé, Timbira e Kaapor celebraram a conquista da entrega por oficiais de justiça aos representantes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Secretaria Geral da Presidência da República (SG-PR), o auto de reintegração de posse da Terra Indígena do Alto Rio Guamá (Tiarg), no Pará.
O documento, entregue aos órgãos no dia 23 de junho, atesta o cumprimento de mandado judicial que restitui aos povos o pleno direito de posse de uma área de 280 mil hectares localizada nos municípios de Nova Esperança do Piriá, Santa Luzia e Paragominas, no nordeste do Pará.
“Pra nós é muita alegria, depois de tantos anos de luta e angústia, chegou o fim”, declarou o cacique Naldo Tembé durante a abertura da cerimônia de entrega da TI.
Na ocasião da entrega aos indígenas Tembé, estavam presentes a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, a secretária de estado dos Povos Indígenas, Puyr Tembé, a presidente da Funai, Joenia Wapichana, a coordenadora Residente da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, Silvia Rucks.
A reintegração de posse realizada pelos oficiais da Subseção Judiciária de Paragominas põe fim a um processo judicial iniciado em 2002, quando o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação de reintegração de posse da terra indígena ocupada irregularmente por mais de 1000 famílias e obtida da Justiça Federal liminar favorável à ação; confirmada em sentença proferida em 2014.
De acordo com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, a batalha judicial faz parte de uma longa história, que de conflitos pela posse da terra que resultou em mortes e desmatamento na área central da TI, de 150 mil hectares.
A fundação pontuou que a parte mais recente dessa história teve início em 1945, com o reconhecimento da terra indígena. “Nos 78 anos seguintes, a pressão exercida por madeireiros, fazendeiros e ocupantes obrigaram os indígenas a se concentrarem nos extremos do território de 280 mil hectares, demarcado pela Funai na década de 70”, completou.
Na área, são 2,5 mil indígenas distribuídos em 42 aldeias próximas ao rio Guamá, ao norte, e do rio Gurupi, ao sul, na fronteira com o Maranhão, como apontou o governo federal
Histórico
A ação de reintegração de posse veio após a homologação da TI por decreto presidencial em 1993. Nos anos seguintes, o MPF passou a exigir a retirada dos ocupantes ilegais para garantir o direito constitucional dos indígenas sobre o território demarcado pela Funai. A permanência deles ameaçava a integridade dos povos originários e provocava danos ao meio ambiente.
A partir de 1999, o governo federal promoveu ações de retirada e reassentamento de ocupantes ilegais. As ações somam mais de R$88 milhões em indenizações e assentamentos de 522 famílias em projetos de reforma agrária próximos à terra indígena.
Ainda assim, muitas delas permaneceram ou tentaram ocupar o território. O que fez o MPF ter recorrido, em 2002, à Justiça Federal para retirar os indígenas da terra. No ano seguinte, a Justiça Federal concedeu liminar favorável à ação de reintegração de posse, confirmada em sentença proferida em 2012.
Entrega do documento, na sexta-feira, 23 de junho. — Foto: Governo federal
As ações implementadas, que tanto contribuiram para a execução da sentença de reintegração de posse, são parte da primeira fase da operação de desintrusão da terra indígena. Teve início em 2 de maio com a retirada voluntária dos ocupantes. Prefeituras locais e órgãos federais ajudaram as famílias a transportarem seus pertences para locais cedidos pelas prefeituras.
Da operação conjunta de desintrusão participam a Funai, Incra, Censipam, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Ibama, Força Nacional e Exército Brasileiro, sob coordenação da Secretaria Geral da República (SG-PR).
De acordo com o Ministério dos Povos Indígenas, foi firmada parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Justiça para garantir a fiscalização contínua e proteção da Terra Indígena Alto Rio Guamá. A Funai informou vai apoiar iniciativas de produção de alimentos para garantir segurança alimentar e o Ministério da Cultura dará apoio ao fortalecimento cultural.
Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2023/09:11:31
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Investigado por armazenar pornografia infantil tem a porta de casa arrombada pela PF ao resistir à operação no Pará
Operação cumpre mandado em Marituba, no Pará, e alvo resiste à ação da PF. — Foto: Reprodução / PF-PA
Homem quebrou o próprio celular que era alvo de busca e apreensão pelos policiais federais em Marituba. Ele assinou termo e foi liberado.
Um homem investigado pelos crimes de armazenar e compartilhar imagens de abusos sexuais contra crianças e adolescentes resistiu à apreensão de aparelho celular, e quebrou o equipamento com a chegada de policiais federais à casa dele nesta sexta-feira (30).
O alvo é investigado na operação “Jack Naiper” da Polícia Federal. Segundo a corporação, após desobedecer ao mandado de busca e apreensão, se ferir e colocar a equipe policial em risco, ele foi levado à Superintendência Regional da PF, onde assinou um termo e foi liberado.
A PF informou que a resistência foi em Marituba, na região metropolitana de Belém. Os policiais precisaram arrombar a porta da casa e o investigado precisou ser algemado.
Segundo as investigações, o homem que não teve a identidade confirmada um dos três suspeitos de armazenar e compartilhar material contendo cenas de exploração sexual infantil.
Nessa operação, a ação da PF é de colher mais provas, além das já reunidas no inquérito policial, como materiais relacionados aos conteúdos de abuso sexual armazenados nos dispositivos eletrônicos e identificação de outras pessoas que podem estar envolvidas nos crimes.
Se confirmado o crime, o homem que resistiu à operação deve responder pelos crimes de armazenamento e compartilhamento de pornografia infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, além de desobediência.
O nome da operação, Jack Naiper, faz referência à denominação por um dos alvos nos grupos de mensagens em que cometia os crimes.
Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2023/08:48:10
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Um estudo levado a cabo pela Attractiontruth indica que há alguns homens usando Inteligência Artificial (IA) para melhorarem os respetivos perfis em aplicações de encontros como o Tinder, o Bumble e o Hinge.
A Attractiontruth, uma empresa especializada no uso de IA no mundo do ‘online dating’, concluiu que, em 1.371 homens inquiridos, 20% dos participantes diz usar ferramentas como a ChatGPT para gerir descrições de perfis ou enviar mensagens a pessoas com quem têm ‘match’.
Sobre o motivo que os leva a usar IA para estes fins, 37% dos homens diz sentir-se mais confiante com o sexo oposto, com 24% a referir sentir uma melhoria nas capacidades de comunicação.
“Ao usar IA para iniciar e gerir conversas em apps de encontros, os utilizadores podem desfrutar de resultados mais positivos e uma melhoria na qualidade das interações”, afirmou o cofundador da Attractiontruth, Salvatore Damiata, em conversa com o Business insider.
Fonte: Notícias ao Minuto Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2023/08:48:10
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Operação Verão 2023 leva 5 mil agentes de segurança a 90 localidades do Pará
Mais de 5,6 mil agentes de segurança pública reforçam o efetivo em 92 localidades do Estado — Foto: Agência Pará
Mais de 5,6 mil agentes de segurança pública já atuam com ações ostensivas e preventivas para inibir à criminalidade e garantir a segurança de todos
A Operação Verão 2023 foi lançada nesta sexta-feira (30) pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) em conjunto com os órgãos do Sistema de Segurança e órgãos municipais de trânsito. Mais de 5,6 mil agentes de segurança pública reforçam o efetivo em 92 localidades do Estado, com ações ostensivas e preventivas para inibir à criminalidade e garantir a segurança de todos.
Para integrar as forças de segurança e garantir celeridade na tomada de decisão e alinhamento das ações, três postos de comando fazem parte da ação, sendo um em Salinópolis, na Praia do Atalaia, ao lado do atalho da Sofia; um em Mosqueiro no ônibus da Guarda Municipal de Belém, no Caramanchão, e o CICC móvel na vila de Ajuruteua, este último a partir do dia 14 deste mês.
Para o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, o grande objetivo da Operação Verão, a maior da segurança pública do Estado, seja no período em regulação ou no número do efetivo, é preservar vidas.
“Nossos agentes estarão durante todo o mês garantindo a segurança de todos em todo o Estado, e reforçando especificamente 92 localidades para coibir as práticas criminosas e a população se divirta com segurança e tranquilidade”, afirmou Ualame Machado.
Em Salinópolis, o CICC foi ativado durante o lançamento da Operação. O Centro reúne vários órgãos e ações integradas, a exemplo do Tribunal de Justiça que em parceria com a Polícia Civil agilizará a análise das ocorrências de menor potencial ofensivo que forem registradas no município durante o mês de julho.
Equipes integradas da Segup, por meio da Diretoria de Políticas Públicas e Prevenção Social, junto à Ouvidoria do Sistema de Segurança e outros órgãos parceiros, também atuam com o balcão de prevenção, com ações preventivas e de orientação relacionadas aos crimes de importunação sexual e abuso sexual contra crianças e adolescentes; violência doméstica, uso das linhas com cerol e também no enfrentamento à poluição sonora, para que todos possam se conscientizar e inibir esses e outros crimes, principalmente nesse período de grande movimentação.
Mosqueiro
No Distrito de Mosqueiro, o Centro de Comando e Controle Móvel, no ônibus da Guarda Municipal, já está instalado no Caramanchão, na Praia do Chapéu Virado, para integrar os agentes que reforçam as ações no distrito e monitorar os principais pontos, garantindo agilidade e celeridade nas ações de segurança.
Ações Integradas
Durante os finais de semana, de sexta-feira a domingo, em Salinópolis e Mosqueiro, serão reforçadas ações integradas como a Tolerância Zero e Lei Seca, para coibir crimes no trânsito e intensificar a fiscalização de estabelecimentos, bares e casas noturnas, e ainda nas praias e vias dos municípios.
Grande Belém
A Região Metropolitana de Belém também segue como reforço na segurança durante a ação, incluindo as rondas contínuas e efetivo nas unidades policiais para o registro de ocorrências e atendimento da população paraense.
Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2023/08:56:24
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