Rampa desaba e deixa cerca de 25 feridos em festival de rap em Goiânia
(Foto: Shutterstock) – O acidente, com a rampa dava acesso ao front stage, aconteceu por volta das 23h16.
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma rampa desabou na noite deste domingo (9) no Rap Mix Festival, realizado no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Cerca de 25 pessoas ficaram feridas.
O acidente, com a rampa dava acesso ao front stage, aconteceu por volta das 23h16. Em nota, o CBMGO (Corpo de Bombeiros Militar) informou que a maioria dos atendidos teve escoriações, mas há pessoas com ferimentos mais graves, como fraturas expostas e traumatismo cranioencefálico.
“O CBMGO atendeu 11 vítimas, todas conscientes, que foram encaminhadas para hospital como Hugo, Heapa, Hospital Ortopédico, Hugol e Hospital de Acidentados”, diz a nota.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram pessoas presas abaixo da rampa após o acidente.
Fonte: Folhapresse Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/17:19:27
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Depoimentos ao TSE de aliados de Bolsonaro mostram estratégia para livrar ex-presidente
(Foto:Getty) – Eles ainda tentaram ligar as falas de Bolsonaro a sua “simplicidade de linguagem”
Depoimentos ao TSE de aliados de Bolsonaro mostram estratégia para livrar ex-presidente
Antes de Jair Bolsonaro ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos ataques às urnas eletrônicas em reunião com embaixadores, aliados do ex-presidente lançaram uma estratégia uníssona na Corte na esperança de livrar o ex-chefe do Executivo da inelegibilidade. Militares e políticos ligados diretamente a Bolsonaro tentaram, em depoimentos no TSE, minimizar a conduta do ex-presidente, sustentando, por exemplo, que suas declarações contra as urnas eram “hipóteses”, não “afirmações”.
Eles ainda tentaram ligar as falas de Bolsonaro a sua “simplicidade de linguagem”. Disseram que a transmissão do evento com diplomatas pela TV Brasil visava à “transparência”. Alegaram que os efeitos da reunião foram “superestimados”. E evocaram “falta de intenção” do ex-presidente. Mas nada disso convenceu a Corte.
As alegações constam nos termos de oitiva tornados públicos pelo TSE após o julgamento que alijou Bolsonaro das eleições até 2030. Foram divulgados depoimentos do ex-ministro da Justiça e delegado da Polícia Federal Anderson Torres, do ex-chefe da Casa Civil e senador Ciro Nogueira (PP-PI) e do deputado Filipe Barros (PL-PR). Os relatos do almirante Flávio Augusto Viana Rocha, ex-secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, e do ex-deputado major Vitor Hugo (PL-GO) também foram detalhados.
Todos prestaram depoimento na Ação de Investigação Judicial Eleitoral conduzida pelo corregedor-geral do TSE, ministro Benedito Gonçalves. O ex-presidente foi declarado inelegível no último dia 30, para decepção de Bolsonaro e seus seguidores. Leia abaixo trechos dos depoimentos, que, agora, podem ser usados em outras investigações que envolvem o ex-presidente:
FELIPE BARROS
As perguntas dirigidas a Filipe Barros ficaram centradas na live em que o presidente usou inquérito da PF para alegar suposta fraude nas urnas eletrônicas. Tanto Filipe Barros como Bolsonaro foram investigados pela divulgação do caso, que acabou arquivado. Sobre o sigilo do inquérito, Barros sustentou que norma da Câmara diz que todos os documentos recebidos pelo Parlamento têm de ser tornados públicos, a não ser que tenha pedido para colocação de sigilo.
O deputado ainda sustentou que “jamais disse que teria havido fraude nas urnas”. Ele citou a “simplicidade de linguagem típica de Bolsonaro” e disse que o ex-chefe “aventa uma hipótese” sobre fraude as urnas, mas “não afirma que houve uma fraude”. “Todas as falas… Eu, depois, me atentei, para ler a transcrição da live inteira e, em nenhum momento, nem eu nem o presidente Bolsonaro afirmamos categoricamente que havia fraude.”
Na live, Barros disse: “O hacker teve acesso a todo o código-fonte da urna, com a possibilidade até de alterar. O quê? Qual a consequência disso? Alterar o código-fonte, você faz programações. Por exemplo, bota 1, aparece o 13; bota 17, cai o voto nulo”. Ao TSE, ele disse que tratava de “mera possibilidade”.
MAJOR VITOR HUGO
Outro participante da live em que Bolsonaro usou o inquérito da PF para atacar as urnas, o ex-deputado major Vitor Hugo disse que, em nenhum momento, “percebeu na fala do então presidente um ataque às instituições democráticas”. “Eu sempre percebia no presidente, e ele, lógico como políticos que chegam nos cargos mais relevantes, tem uma maneira própria e peculiar de se referir, de falar, de conquistar o apoio da população ou da parte da população que lhe apoia, de manter esse apoio, mas em nenhum momento eu vi, eu senti no presidente a intenção de atacar as instituições.”
CIRO NOGUEIRA
Indagado se houve alguma dúvida de embaixadores estrangeiros sobre o funcionamento das urnas ou sobre a Justiça Eleitoral, o ex-ministro Ciro Nogueira respondeu: “Não”. Nogueira disse que o encontro “foi uma reunião bem tranquila” e seus efeitos, “superestimados”. “As pessoas que foram convidadas não eram eleitoras em nosso País, então, não teriam influência na questão eleitoral no Brasil.” Para ele, Bolsonaro só manifestou dúvidas sobre o sistema eleitoral, sem “promoção pessoal” ou “ganho eleitoral”. Mas avaliou que a reunião “poderia ter sido evitada”.
FLÁVIO ROCHA. O almirante Flávio Rocha foi questionado sobre a organização da reunião com diplomatas. Disse não ter sido consultado sobre o teor do discurso do ex-chefe e que a transmissão pela TV Brasil ocorreu para “dar transparência” ao evento.
ANDERSON TORRES
O ex-ministro Anderson Torres estava preso quando prestou depoimento ao TSE. Torres tentou desvincular Bolsonaro da “minuta de golpe” apreendida em sua casa. Disse que não levou o documento, nem comentou sobre o teor dele com o ex-presidente. E sustentou que “nem lembrava” da minuta, achada sob um porta-retrato com uma foto sua ao lado da mulher.
Segundo Torres, após a derrota nas urnas, Bolsonaro “entrou em um processo introspectivo”. “Ele ficou bastante isolado, fazendo esse tratamento. Acho que passando por um processo ali até de, eu diria, de aceitação do processo, de recuperação dessa doença.”
Fonte:Estadao Conteudo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/17:09:02
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Motociclista morre ao se chocar contra poste em Paragominas, no Pará
Motociclista morre ao se chocar contra poste no interior do Pará. — Foto: Reprodução / TV Libera
Rodrigo Oliveira dos Santos, de 23 anos, teria perdido o controle da motocicleta em uma curva, segundo testemunhas.
Um motociclista morreu ao se chocar contra um poste na rodovia Clodomiro Bicalho, esquina com a avenida dos Ipês, no bairro Juparanã, em Paragominas, no sudeste do Pará. O caso ocorreu na última sexta (7).
Testemunhas que passavam pelo local no momento do acidente disseram à polícia que, ao tentar fazer uma curva, o motorista, Rodrigo Oliveira dos Santos, de 23 anos, teria perdido o controle da motocicleta, atingiu o meio fio e se chocou contra um poste de energia elétrica.
Quando o resgate chegou, Rodrigo já estava sem vida, como mostrado no Bom Dia Pará desta segunda-feira (10).
Havia outro homem na garupa da moto, que ficou ferido e foi levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Regional Público de Paragominas. O estado de saúde dele não foi divulgado pela corporação.
A área da ocorrência foi isolada por policiais militares e agentes de trânsito para que a perícia fosse iniciada pela Polícia Científica, que confirmou que o corpo de Rodrigo foi removido e levado ao Instituto Médico Legal (IML) do município.
Fonte:g1 Pará e Hemerson Sodré, TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/17:02:43
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Vistorias encontram tortura, fome e mortes dentro de presídios no Pará: ‘Parecem campos de concentração’, diz defensora
Presidiários no Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará em 2019. — Foto: Akira Onuma / Agência Pará
Em vistoria, Conselho Penitenciário do Pará (Copen) e Defensoria Pública apontaram que presos passam dias sem se alimentar, recebem marmitas com metade do peso indicado e até comida estragada. Ao g1, o estado negou as irregularidades.
Vistorias feitas pela Conselho Penitenciário do Pará (Copen) e pela Defensoria Pública apontaram que presos do sistema prisional no estado são submetidos à fome como tortura. Segundo o relatório, eles passam mais de 12h sem se alimentar, recebem marmitas com metade do peso indicado e até comida estragada. Há relatos de presos que perderam até 50 kg. (Leia mais abaixo)
“A principal tortura é a fome. Não ter acesso à alimentação, querer ir ao banheiro e não poder, não poder levantar a cabeça para que nada aconteça é o que constatamos hoje nas cadeias do Pará. Temos presos que você olha e parece que estão em Auschwitz, num campo de concentração nazista, porque muitos estão muito magros”, diz Anna Izabel Santos, defensora pública e presidente da comissão de inspeção do Copen.
As vistorias foram feitas entre dezembro de 2022 e junho de 2023. As informações são sigilosas e estão em um relatório que foi entregue ao Estado. Ao g1, a defensora descreveu algumas das situações encontradas como presos que estavam horas sem comer e, depois, recebiam marmitas com 300 gramas — quando o ideal deveria ser 600 gramas. Além de alimento estragado.
No período das visitas, segundo Anna Izabel, foram constatadas ainda duas mortes.
A situação tem sido alvo de denúncia das famílias. Um dos presos que está na Cadeia Pública de Jovens e Adultos (CPJA), no Complexo de Santa Izabel, na região metropolitana de Belém, perdeu 50 quilos no último ano por causa da fome.
“Só não quero buscar ele morto de dentro da prisão”, afirma a esposa.
Procurada, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) disse que “todas as medidas adotadas (…) seguem as diretrizes, regras e resoluções de proteção dos princípios fundamentais da Constituição Federal”. (Leia abaixo o posicionamento completo)
Fome nas penitenciárias
Segundo a defensora, dentre as principais irregularidades apontadas pelo relatório, estão que os detentos são submetidos a horas sem alimento, e alimentados em baixíssima quantidade. De acordo com as vistorias, há vários presos abaixo do peso.
Um preso que está no regime aberto afirmou em entrevista ao g1 que perdeu 19 kg em quatro meses, período em que esteve na CPASI. O local é a unidade mais superlotada do Pará. Com espaço para 870 pessoas, mantinha 1700 até abril deste ano.
Segundo detentos ouvidos na vistoria, na CPASI, a rotina inclui um café da manhã com cerca de dois dedos de café em um copo de 200 ml e um pão.
Na sequência, recebem o almoço, onde é servido arroz, feijão e proteína. No entanto, os presos contam que a quantidade de comida é insuficiente e que, algumas vezes, vem com aspecto vencido. Já o jantar é ofertado às 18h.
“Uma vez eu não aguentava de fome, porque tinham cortado a farinha, aí na janta veio um macarrão com cara de azedo e eu tive que comer. Eu e vários outros na cela também passaram mal”, relata.
A última refeição seria uma ceia, com suco e bolacha de água e sal. No entanto, apenas os detentos em tratamento médico recebem, segundo apurado pelo g1 Pará. Os demais dormem apenas com o jantar.
Segundo a Defensoria, há presos que guardam parte do almoço para juntar com a janta, na tentativa de dormir sem a sensação de fome.
A empresa contratada pela Seap para fornecer alimentação no complexo foi procurada pela reportagem, mas não respondeu até a publicação.
Mortes
Em vistorias foram registradas duas mortes: uma delas em junho no presídio de Santarém e outra em dezembro de 2022 na CPASI.
No caso de Santarém, um laudo obtido pela da Defensoria aponta tortura como causa da morte. Na CPASI, a morte ocorreu por ausência de atendimento médico.
“O detento estava passando mal, algo gástrico, e pedia atendimento médico, mas em vez de ser levado, foi espancado e morreu na cadeia. Já levaram ele do presídio para o pronto socorro do hospital municipal de Santarém morto, e é claro que foi por tortura, existe um laudo apontando a causa mortis como tortura”, informou a defensora, sem passar mais detalhes sobre a morte.
‘Segurança é palavra de ordem na Seap’
As constatações de irregularidades nos presídios não vinham a público no Pará desde a pandemia de Covid-19, período em que o Copen estava inativo. Já a Defensoria continuou atuando nos presídios. Na época, também houve relatos de advogados e familiares que não tinham acesso aos detentos, além de torturas.
Antes da pandemia, o Pará vivia uma crise no sistema penitenciário a partir do “Massacre em Altamira” – a segunda maior tragédia carcerária no Brasil, atrás apenas do episódio ocorrido no Carandiru, em São Paulo. Em Altamira, foram 62 mortos em uma briga de facções dentro da cadeia em julho de 2019 – 26 deles eram provisórios.
Após o massacre, uma Força-tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) foi enviada a treze presídios da região metropolitana de Belém, onde fica o Complexo de Santa Izabel, e atuou por um ano e quinze meses.
Policiais penais em treinamento no Pará. — Foto: Reprodução / Agência Pará
A defensora Anna Izabel aponta que, após o massacre, e com a onda de facções nos presídios, “a segurança tem sido a palavra de ordem dentro da Seap”.
“É preciso reavaliar e aliar à questão da segurança outras situações, principalmente as relacionadas a direitos que são inegociáveis, como o banho de sol e a alimentação. Constatamos marmitas de 300 gramas, sendo que a quantidade são 600 gramas”, ela afirma.
José Maria Vieira, da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Pará, entende que é necessário que o Estado cumpra corretamente a lei de execução penal.
“Se deixarmos essas pessoas encarceradas em depósitos humanos, em condições degradantes, estamos potencializando a inserção dessas pessoas nas facções que tanto o Estado quer combater”.
O que diz o governo
A Seap disse, em nota, que “todas as medidas adotadas dentro dos presídios paraenses seguem as diretrizes, regras e resoluções de proteção dos princípios fundamentais da Constituição Federal” e que “não existe registro ou notificação de procedimento instaurado no Conselho Penitenciário (COPEN-PA) sobre morte de custodiado em Santarém ou sobre o peso de 300 gramas das marmitas oferecidas aos apenados”.
Em relação ao óbito registrado em dezembro de 2022, a Seap afirma que “a declaração emitida pelo Instituto Médico Legal (IML) aponta a causa da morte por parada cardiorrespiratória e insuficiência respiratória”.
Já o banho de sol, segundo a Seap, “é realizado de forma regular em todas as unidades prisionais, obedecendo aos padrões de segurança”.
“A Seap esclarece que todas as denúncias de violações contra custodiados recebidas pela Corregedoria Geral Penitenciária (CGP) são apuradas. Este ano, até o momento, foram instaurados 33 procedimentos, que estão em fase de instrução, onde há a escuta dos servidores e apenados envolvidos para a adoção das medidas que se fizerem necessárias”, afirma a secretaria.
Por fim, a pasta informou que “desde o início da atual gestão, em 2019, tem ampliado os investimentos na modernização e na humanização do cárcere, com diversas ações, como a criação de novos espaços de oficinas de trabalho, salas de aula e laboratórios de informática, além do incremento de quase 3 mil novos policiais penais desde 2019, sendo 1.8 mil novos agentes empossados só este ano”.
Fonte: Taymã Carneiro, g1 Pará / TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/16:56:52
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Patrão é preso após enfiar barra de ferro na garganta de funcionário durante briga em sítio no Amazonas
(Foto: Reprodução) Um homem identificado como Cilmo Versosa da Silva, de 62 anos, foi preso sob suspeita de assassinar seu próprio funcionário, Francisco das Chagas Bernardo de Souza, de 41 anos, na zona rural do município de Presidente Figueiredo.
A vítima teve sua garganta atravessada por uma barra de ferro durante uma briga entre ela e Cilmo no sítio do empregador.
De acordo com a polícia, Francisco havia chegado recentemente ao município e foi convidado por Cilmo para trabalhar em seu sítio. Devido à perda de sua esposa e à responsabilidade de cuidar de seus quatro filhos, Francisco aceitou a proposta. Os dois não aparentavam ter problemas e costumavam beber juntos.
No entanto, no último sábado (8), durante uma bebedeira, uma briga eclodiu entre Francisco e seu patrão, com o funcionário ameaçando matar Cilmo. Enfurecido, Cilmo pegou uma barra de ferro e atingiu a cabeça de Francisco. Assim que a vítima caiu, o patrão pegou a arma e a enfiou em seu pescoço.
Posteriormente, Cilmo foi à casa de familiares e supostamente contou uma versão em que afirmava ter encontrado o corpo de Francisco no local. No entanto, a polícia encontrou evidências que indicavam sua autoria no crime, resultando em sua prisão em flagrante.
Fonte: AM POST e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/16:50:52
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Ivanilton dos Santos é suspeito de ter esfaqueado a mulher com facão — Foto: Divulgação/Rede Sociais
Um familiar informou que a vítima corre risco de perder um lado da visão, por conta da gravidade dos ferimentos. O suspeito ainda não foi preso pela polícia.
Uma jovem de 25 anos foi ferida a golpes de facão desferidas pelo ex-companheiro dela. A suspeita é que a tentativa de feminicídio tenha sido motivada por ciúmes. O crime aconteceu na manhã deste domingo (9), por volta das 7h, na ocupação Bela Vista do Juá, em Santarém, oeste do Pará.
A polícia foi acionada por moradores que ouviram os gritos da vítima que implorava por socorro. O suspeito identificado como Ivanilton dos Santos, teria invadido a casa da ex-companheira e tentado matá-la.
A jovem foi colocada dentro de um carro particular e levada para o PSM. No meio do caminho, ela foi transferida para uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
Dentro da ambulância, a equipe médica realizou os primeiros procedimentos à vítima, que estava consciente. De acordo com informações do Samu, a mulher sofreu múltiplos cortes profundos no rosto e nos braços. Por conta da gravidade dos ferimentos, a vítima corre risco de perder a visão, de acordo com um familiar da jovem.
De acordo com informações, Diule Gomes de Souza, 25 anos, estava separada de Ivanilton dos Santos há pelos menos 2 anos, depois de quase 8 anos casada com ele.
Há quatro meses, a jovem resolveu iniciar um novo relacionamento, e postava fotos com o atual namorado nas redes sociais, despertando ciúmes no ex-marido.
Informações de pessoas próximas da vítima afirmam que ela vinha sendo ameaçada de morte por Ivanilton, caso não terminasse o namoro.
Familiares de Diule relatam que ela foi orientada a registrar as ameaças na delegacia, mas por pena, ela resolveu ficar em silêncio. Mesmo separado, o casal matinha contato, e o suspeito frequentava a casa da ex-companheira, com a qual têm dois filhos.
Ainda de acordo com a família, a jovem decidiu dar um fim na relação com Ivanilton, porque não aguentava mais apanhar do ex-marido.
O caso foi registrado na delegacia de Polícia Civil. Ivanilton dos Santos responde a dois processos na justiça, e além de ter passagens pela polícia por tráfico de drogas.
Fonte: g1 santarém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/16:38:16
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Homem mata a própria mãe com golpes de enxada enquanto ela dormia
(Foto: Reprodução) – Um homem identificado como Paulo Sérgio de Oliveira Cecílio, de 40 anos, foi preso suspeito de matar a própria mãe com golpes de enxada enquanto a vítima dormia, na madrugada deste domingo (9), em Belo Horizonte, Minas Gerais.
De acordo com a PM, o informante que ligou no 190 contou que ouvia gritos vindos da casa e que um morador agrediu violentamente Eny de Oliveira, que ela não respirava e que havia muito sangue pelos cômodos da casa. Rapidamente a viatura chegou e o policiais encontraram outros filhos da mulher que, desesperados, tentavam localizar o autor que fugiu após o crime. Os militares chamaram o Samu quando viram que ela sangrava e não se mexia. O óbito foi contatado pela equipe médica.
Ainda de acordo com a PM, Paulo morava na residência e conforme familiares possui transtornos mental, faz uso de medicamentos e que nas últimas semanas obteve piora no quadro de saúde. Paulo também faz uso de entorpecentes, relatou os parentes aos militares. Pericia e rabeção foram acionados e corpo será encaminhado para o Instituto Médico Legal.
Fonte: AM POST e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2023/16:28:24
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Familiar de vítimas de naufrágio em Belém lamenta morte de bebê: ‘estava fazendo 6 meses e faleceu’
Maria Barbosa à esquerda, e Marcos João à direita. — Foto: Reprodução / TV Liberal
Segundo ela, bebê que não sobreviveu ao acidente estava completando seis meses de vida no domingo (9), quando ocorreu o naufrágio. Bombeiros fazem buscas a desaparecidos.
Após o naufrágio que deixou um bebê morto e pessoas desaparecidas ocorreu em Belém, familiares buscam respostas e informações. Uma deles é Maria Barbosa, tia que lamentou a morte do pequeno Marcos João, que, segundo ela, estava completando seis meses de vida no dia do acidente.
“Estava fazendo seis meses e faleceu, na UPA. Foi (um domingo) de tristeza”, relatou Maria em entrevista à TV Liberal – veja no vídeo acima.
A família informou que velório de Marcos ocorre nesta segunda (10), na igreja Assembleia de Deus da comunidade Caripunas Beira Mar, no Jurunas, em Belém.
O barco com nove pessoas da mesma família naufragou no início da noite de domingo (9) no rio Guamá, a travessia entre a ilha do Combu e a parte continental de Belém, segundo a Marinha. Três pessoas desapareceram e os demais ocupantes do barco sobreviveram.
As possíveis causas do naufrágio não foram divulgadas pela Marinha, nem pelos bombeiros. A Polícia Civil (PC) confirmou que um inquérito foi aberto para apurar o acidente.
A ilha do Combu é um dos locais mais procurados por moradores e turistas, principalmente no fim de semana, e é acessível apenas de barco.
Nesta segunda-feira (10), os bombeiros realizam buscas a três desaparecidos. O Corpo de Bombeiros localizou um corpo na baía do Guajará, próximo a orla de Belém, mas não confirmou a identidade e se seria um dos desaparecidos no naufrágio. A Polícia Científica foi acionada.
Aflita, Maria Barbosa estava no porto do açaí em busca de informações. O local seria o destino final da embarcação.
“Queremos saber o que está acontecendo, porque ninguém fala nada […] Estamos muito preocupados, já perdemos sobrinho. Desde ontem estamos aflitos. Ninguém quer dormir preocupado com isso”, afirmou.
Segundo Maria, essa era a segunda vez que os familiares iam ao Combu. “Era o segundo domingo, só. Eles não estavam acostumados a fazer isso”, pontuou.
O naufrágio
Barco naufragou na travessia entre a ilha do Combu e a parte continental de Belém. — Foto: TV Globo/Reprodução
O bebê Marcos João chegou a ser socorrido, mas morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Jurunas, segundo familiares.
“Uma equipe de busca e salvamento da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) está no local para averiguar o ocorrido”, informou a Marinha em nota, sem repassar detalhes sobre vítimas e idades dos desaparecidos.
O Corpo de Bombeiros Militar do Pará comunicou que foi acionado ainda domingo (9) para atender a ocorrência. Ao chegar ao local, mergulhadores da corporação iniciaram as buscas aos desaparecidos, que foram retomadas no início da manhã desta segunda (10), conforme a corporação.
A rabeta, como são chamados os barcos de pequeno porte, seria particular e não pertencia à cooperativa cadastrada pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), que faz o trajeto com passageiros de Belém-Combu, informou a prefeitura da capital.
Fonte: Juliana Bessa e Lucas Trevisa, TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/07/15:59:34
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Pará – Segurança Pública apreende mais de 30 toneladas de entorpecentes nos últimos 4 anos
(Foto:Reprodução) – O Sistema de Segurança Pública do Pará, desde janeiro de 2019, vem realizando grandes apreensões de drogas em seu vasto território. Mais de 30 toneladas de entorpecentes foram interceptados, a partir de ações integradas para combater o tráfico e demais ações criminosas.
O resultado positivo é fruto de investimentos contínuos do governo do Estado em tecnologia, capacitação dos agentes e fortalecimento dos órgãos de inteligência, que garantem investigações qualificadas, fiscalizações ostensivas, combate ao tráfico e redução dos índices de criminalidade.
De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), por meio da Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (Siac), nos últimos quatro anos e meio o Pará apreendeu 32.301,539 toneladas de entorpecentes. Somente neste ano, de janeiro até o dia 4 de julho, foram apreendidos 4.650,983 toneladas, superando a marca do ano passado, que entre janeiro e dezembro registrou a apreensão de 3.256,954 toneladas.
Em 2019, foram apreendidas 3.418,301 toneladas. Nos anos de 2020 e 2021 foram mais de 10 toneladas, em cada ano, o que mostra uma constância na atuação da polícia no enfrentamento ao tráfico de drogas no Pará.
Marca histórica – O secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, ressalta a marca histórica, que reflete a atuação das forças de segurança estaduais de maneira estratégica no combate ao crime organizado, coibindo o tráfico nas principais rotas e utilizando tecnologia e eficiente trabalho de inteligência e investigação.
“O Estado do Pará, nos últimos quatro anos e meio, tem atuado muito fortemente nas apreensões de drogas, seja do tipo maconha ou cocaína, independentemente da forma que ela é transportada pelo Estado, seja por avião, pelos nossos rios ou pelas vias terrestres. Estamos investindo, principalmente, na integração das forças e na inteligência, como também na aquisição de equipamentos que possam facilitar essa interceptação e auxiliar nas investigações e fiscalizações. Agimos também em regiões estratégicas, que possibilitam maior monitoramento, a exemplo das rotas fluviais, com a implantação da Base Fluvial Antônio Lemos, instalada no município de Breves (Arquipélago do Marajó), que vem realizando apreensões continuamente no nosso território”, informa o titular da Segup.
Estratégias e investimentos – O Pará é uma das regiões do Brasil que, pela localização geográfica, passou a ser uma das principais rotas do tráfico, especialmente no que se refere ao transporte da carga pelos rios, nas rotas que ligam Santarém (Oeste do Pará), Manaus (AM) e Macapá (AP), quanto por vias terrestres, em direção ao Nordeste do país.
O secretário adjunto de Inteligência e Análise Criminal, delegado André Costa, pontua as ações adotadas para coibir o crime, bem como o reforço do trabalho da inteligência para identificar as grandes rotas interestaduais do tráfico.
“Hoje atuamos por questões estratégicas, como a implantação da Base Flutuante Antônio Lemos, que nos possibilita maior fiscalização pelos rios nas principais entradas de embarcações que vêm de Santarém e Manaus. Por esse fluxo nós sabemos que pode ocorrer o transporte de drogas com destino principal a países da Europa, Ásia e África, tendo como entreposto o Porto de Vila do Conde, em Barcarena (nordeste paraense). Por meio de investigações intensificadas e análises compartilhadas com as demais agências de inteligência temos conhecimento desse fluxo, o que nos possibilita grandes apreensões, não somente nas embarcações em deslocamento, mas também na descoberta de algumas bases próximas à Vila do Conde, em especial em Vila dos Cabanos e nos municípios de Abaetetuba e Igarapé-Miri, locais onde traficantes utilizam sítios e casas com paredes e pisos falsos para esconder e estocar a droga até a data do embarque dos contêineres, que seguem nos navios pra fora do país”, explica o delegado André Costa.
Investigação – O titular da Siac destaca também a atuação da Polícia Civil, que por meio do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) realiza investigações com o uso de técnicas e equipamentos avançados, para monitorar e fiscalizar os veículos que estejam transportando entorpecentes.
“A Denarc, por meio da Segup, adquiriu um equipamento de raio-X que possibilita fiscalizações em veículos em movimento, sem que ele precise ser apreendido. Nós podemos fazer uma barreira, de onde podemos verificar se existe alguma droga escondida na lataria ou outro compartimento do veículo. Esse equipamento potencializa as ações da polícia, auxiliando tanto nas investigações quanto no impedimento do transporte de drogas pelas vias do Estado”, ressalta André Costa.
Resultado na RMB – O tráfico de entorpecentes também é combatido na Região Metropolitana de Belém, por meio da atuação intensiva das equipes de policiamento, em rondas pelas vias realizadas pela Polícia Militar e investigações feitas pela Polícia Civil. Somente este ano já foram apreendidos 282,509 kg de drogas. Em quatro anos, na RMB foram apreendidas mais de 5 toneladas de entorpecentes.
O diretor do Denarc, delegado Fauso Bulcão, destaca a atuação do Departamento nas atividades investigativas voltadas à repressão ao narcotráfico no contexto do crime organizado. “Agimos com foco na identificação de rotas interestaduais de entorpecentes, na logística de distribuição de drogas em média e grande monta, bem como nas investigações de lavagem de dinheiro de capitais oriundos das atividades ilícitas, a fim de impedir as ações criminosas”, acrescenta.
Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/11:17:03
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Mãe e padrasto são presos por estupro contra duas crianças em Tucuruí
(Foto:Reprodução) -Um homem e uma mulher foram presos pelo crime de estupro de vulnerável no município de Tucuruí, região sudeste do Pará. Após intensa investigação, apurou-se que o indivíduo abusou sexualmente de duas enteadas. A mãe das crianças tinha conhecimento da prática e, ainda assim, permitiu a convivência entre o suspeito e as vítimas.
Mandados de prisão preventiva foram expedidos em desfavor de ambos e foram cumpridos com apoio da Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEACA) de Tucuruí na quarta-feira (05/07) e quinta-feira (06/07).
Os presos foram encaminhados para a 15ª Seccional de Tucuruí para realização dos procedimentos pertinentes. Após interrogatório serão transferidos para o sistema prisional.
Fonte:Debate Carajás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/11:13:11
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