TSE promete abrir código-fonte das urnas eletrônicas nesta semana

Urna eletrônica de primeira geração do TSE I (Foto:Reprodução)

Entidades fiscalizadoras poderão ter acesso ao sistema a partir de quarta-feira 4

Faltando um ano e dois dias para as eleições municipais de 2024, o código-fonte das urnas eletrônicas será aberto e ficará disponível no TSE até a fase de lacração dos sistemas, que ocorre cerca de um mês antes do pleito. Instituições públicas, órgãos federais, partidos políticos, universidades e a sociedade civil poderão acompanhar e analisar o código mediante agendamento prévio.

De acordo com o TSE, o ambiente é seguro e as entidades fiscalizadoras podem solicitar esclarecimentos que considerarem necessários. Eventuais inconformidades devem ser apresentadas ao órgão, que deverá corrigi-las e demonstrar os ajustes realizados. As alterações são rastreáveis e ficarão disponíveis para verificação.

No total, 14 classes de entidades fiscalizadoras poderão comparecer para analisar o conjunto de comandos existentes nas urnas eletrônicas e nos sistemas eleitorais. Abaixo estão listados todos os sistemas que ficarão disponíveis para avaliação da sociedade:

sistema operacional;
bibliotecas;
programas de criptografia e respectivos compiladores;
sistemas utilizados na geração de mídias; e
sistemas utilizados na transmissão, no recebimento e no gerenciamento dos arquivos de totalização.

Além dos acessos aos códigos-fontes, há dezenas de oportunidades de auditoria, sendo uma das mais relevantes o Teste Público de Segurança da Urna, que conta com a colaboração de especialistas no aprimoramento constante dos sistemas eleitorais.

 

Fonte:revistaoeste e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/18:09:09

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Duas pessoas morrem e uma fica ferida após carro atropelar anta em MT

Carro bateu em uma anta que passava pela pista, perdeu o controle e se chocou contra uma árvore — Foto: Reprodução

Carro bateu em uma anta que passava pela pista, perdeu o controle e se chocou contra uma árvore.

Duas pessoas morreram e uma ficou ferida após o carro em que eles estavam bater contra um anta, na MT-251, em Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, na noite desse sábado (30). As vítimas foram identificadas como João Batista de Oliveira Pontes, de 52 anos, e Geandro Luciano Lopes Borges, de 34 anos.

De acordo com a Polícia Civil o motorista do carro saiu de Campo Verde com destino a Chapada dos Guimarães e, no caminho, ele teria atropelado uma anta que passava pela pista, momento em que perdeu o controle do veículo e bateu contra uma árvore nas margens da rodovia.

Ainda de acordo com a polícia, João e Geandro morreram no local. O jovem de 29 anos, que não foi identificado, foi encaminhado para um hospital. O estado de saúde dele não foi divulgado.

Uma equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local. O acidente é investigado pela Polícia Civil.

 

Fonte:g1 MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/10:18:44

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DPE denuncia venda irregular de crédito de carbono em terras públicas no Pará

Empresas que lançam na atmosfera gases do efeito estufa, que contribuem para mudanças climáticas, podem recorrer a projetos para compensar emissões. (Araquém Alcântara / Ascom Imazon / Imagem ilustrativa)

Órgão assina três ações civis públicas contra oito empresas, acusadas de comercializar créditos de forma irregular, sem autorização do Estado

A Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) levou à Justiça casos de empresas que geraram e venderam créditos de carbono em terras públicas da Amazônia, com o objetivo de lucrar e sem autorização do Estado, o que configura irregularidade. As ações civis públicas contemplam cinco empresas brasileiras e três estrangeiras, envolvidas em três projetos de crédito de carbono, localizados na área rural de Portel, no Pará. As informações foram divulgadas inicialmente pelo G1 e confirmadas pelo Grupo Liberal junto ao Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), que acompanha as denúncias por meio de procedimento extrajudicial.

De acordo com a reportagem do G1, multinacionais como farmacêuticas, companhias aéreas e até um time de futebol da Inglaterra compraram créditos para compensar as próprias emissões de gases do efeito estufa. O mecanismo é responsável por remunerar projetos que desenvolvem ações de combate às mudanças climáticas, e as empresas que lançam na atmosfera gases do efeito estufa, que contribuem para essas mudanças, podem recorrer aos projetos para compensar suas próprias emissões.

No Brasil, até o momento, não existe um mercado regulado pelo governo, então os créditos são negociados no chamado mercado voluntário. No caso citado pela reportagem, as compras foram feitas de modo legal, por meio da maior certificadora de venda de créditos de carbono no mundo, a Verra, sem indicativos de que poderia haver problemas nos créditos. Ao G1, as multinacionais alegaram que não sabiam das irregularidades – elas não são alvos das ações da Defensoria Pública, e sim as empresas que emitiram os créditos.

Procurada pelo Grupo Liberal, a DPE não respondeu a tempo da publicação. Em nota enviada ao veículo, o MPPA informou que, por meio de sua Promotoria Agrária, possui procedimento extrajudicial para acompanhar as questões que envolvem projetos de crédito de carbono em territórios de comunidades tradicionais. “Nos autos das ações civis públicas ajuizadas pela Defensoria Pública, o MP atua como fiscal da lei, tendo, até então, tomado ciência do ajuizamento da ação. No entanto, aguarda o retorno dos autos para manifestação quanto ao pedido de liminar”, detalha.

Embora ainda não tenha se manifestado nos autos em relação às denúncias apontadas nas ações judiciais, o órgão diz que identificou indícios das irregularidades no procedimento extrajudicial instaurado na Promotoria de Justiça Agrária. “As florestas públicas são bens públicos e de toda a coletividade. Nas áreas coletivas destinadas às comunidades tradicionais, o Estado concede autorização de uso por estes grupos, no entanto, permanece obrigado a fiscalizar os usos desses recursos. A questão que se coloca é que áreas públicas podem estar sendo utilizadas por particulares para obtenção de vantagens financeiras sem autorização dos órgãos competentes e, diante disso, muitas comunidades passam a ser assediadas e compelidas a firmar contratos desiguais que impossibilitam os usos tradicionais dos recursos florestais”, avalia o Ministério.

Ainda na nota, o MPPA afirmou que o Poder Judiciário, dependendo das provas que constam nos autos, deve obrigar o Estado a realizar a consulta prévia, livre e informada, nos termos da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Cabe ainda ao governo, segundo o órgão, estabelecer regras claras para realização desse tipo de contrato incidente em terras públicas, bem como indicar o órgão ou setor dentro da estrutura do Estado responsável por fazer a fiscalização.
Problemas

São três irregularidades apontadas pela DPE. A primeira é o fato de os projetos estarem em propriedades públicas estaduais, e não em terras particulares, como eles dizem. Segundo: por estarem em propriedades públicas, os projetos precisavam de alguma autorização dos órgãos do governo local, o que não teria acontecido. Além disso, as comunidades ribeirinhas, que vivem em assentamentos agroextrativistas, demarcados pelo governo do Pará, deveriam ter sido consultadas para dizer se concordavam ou não com os projetos. Tanto a Defensoria como os ribeirinhos alegam que isso também não ocorreu.

Tudo isso indica que atores privados estariam ganhando dinheiro com terras públicas de floresta, mas sem a permissão do Estado ou qualquer retorno para as famílias da região. E, como as empresas responsáveis pelos projetos se valeram de matrículas imobiliárias e de Cadastros Ambientais Rurais (CAR) inválidos para alegar que as áreas eram de propriedade privada, a DPE ainda diz que trata-se de grilagem de terras públicas.

Vender créditos de carbono no mercado voluntário passa por diversas etapas. Só após os projetos submeterem várias documentações a uma certificadora internacional é que são registrados e, então, começam a comercializar créditos. Foram três projetos registrados pela Verra na zona rural de Portel, mas o cruzamento de coordenadas geográficas mostra que eles estavam em terras públicas.

O G1 aponta que a DPE teria identificado que foram canceladas 45 das 50 matrículas imobiliárias usadas na documentação devido a irregularidades, mas, mesmo assim, os perímetros apontados nas matrículas canceladas foram usados na documentação dos projetos. Além disso, a fraude também contou com a emissão de Cadastros Ambientais Rurais (CAR), usados pelos projetos de forma ilegal.

O Grupo Liberal entrou em contato com a administração estadual, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), para falar sobre as fraudes nos CAR, mas não obteve retorno a tempo da publicação. Da mesma forma, a Prefeitura de Portel, que é citada em uma das ações e foi demandada sobre as irregularidades na região, não deu resposta à solicitação.
Empresário americano

O nome por trás de cinco empresas das oito processadas na esfera cível pela Defensoria é o do empresário americano Michael Greene, que vive nos Estados Unidos. Ele é sócio e administrador de quatro delas, e a quinta está no nome de sua esposa, Evelise da Cruz Pires Greene. O americano é apontado nas três ações como o suposto proprietário de áreas usadas pelos projetos. Segundo o G1, ele teria adquirido dezenas de imóveis rurais do brasileiro Jonas Morioka, também alvo da ação da Defensoria por ser apontado como proprietário de algumas terras.

Em resposta ao Grupo Liberal, Michael Greene afirmou que entrará, nas próximas duas semanas, com ações por difamação contra veículos que reproduzirem o que ele chama de “notícias falsas”. “O fato é que o terreno tem título há 32 anos e o proprietário paga impostos. Há uma requalificação do título pelo TJPA [Tribunal de Justiça do Estado do Pará]”, diz. Ainda de acordo com ele, o terreno, sem citar qual, possui Certificado de Cadastro do Imóvel Rural (CCIR), e houve decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) informando que os títulos não foram cancelados. A reportagem, no entanto, não conseguiu confirmar esta afirmação.

Michael questiona o fato de estar sendo “um alvo”. “Existem outros dois proprietários de terras, Grupo ABC e Grupo Martins, que possuem projetos de crédito de carbono REDD que também possuem títulos supostamente coletivos e não são notícia? Por que sou um alvo?”, pergunta. Na opinião do empresário, existe uma disputa entre o prefeito de Portel, que “foi ou é contra os títulos coletivos” e o governador, que “quer os títulos coletivos”. “Fomos apanhados nesta disputa”, enfatiza.

O americano ainda lembra que os projetos de carbono foram aprovados antes dos títulos coletivos, e ressalta que tem ajudado famílias tradicionais a obter o certificado ambiental obrigatório, também conhecido como Cadastro Ambiental Rural (CAR). Ele diz que paga pela construção de seis escolas, faz a perfuração de 300 poços de água e ajuda 2.200 “famílias perseguidas a conseguirem um cadastro ambiental rural”. Outras empresas procuradas por email pela reportagem não responderam até esta publicação.
Justiça

Os pedidos da Defensoria Pública do Estado do Pará, de acordo com a apuração do G1, são para que seja assegurado o direito ao território das comunidades dos cinco assentamentos estaduais; seja reconhecida a invalidade dos projetos de crédito de carbono e todos os negócios deles decorrentes; seja impedida a entrada dos responsáveis pelos projetos nos assentamentos; e seja paga indenização moral por danos coletivos no valor de R$ 5 milhões por ação judicial.

Entre as ações, duas também são contra o município de Portel. A Defensoria requer a nulidade de dois decretos editados pelo prefeito local, que teria autorizado as empresas privadas a realizarem construções dentro dos assentamentos. A administração municipal afirmou ao veículo que esses dois decretos já foram revogados e que só apoia um quarto projeto de crédito de carbono, que ainda não foi registrado por nenhuma certificadora internacional e, portanto, não comercializa créditos. Ele também é alvo de outra ação da DPE.

As entidades processadas pela Defensoria incluem ainda a esposa de Greene, Evelise da Cruz Pires Greene, que é sócia e administradora da BLB Florestal, com sede no Pará, que seria a desenvolvedora do projeto Rio Anapu-Pacajá; a Brazil Property Group, com sede em Minas Gerais, suposta desenvolvedora do projeto RMDLT; Agfor Empreendimentos LTDA, com sede em São Paulo e que seria a proprietária de algumas terras usadas no projeto RMDLT; Brazil Agfor: com sede em Manaus e nos EUA, proponente do projeto Rio Anapu-Pacajá e apontada como desenvolvedora do projeto RMDLT, além de suposta proprietária de matrículas imobiliárias usadas nos três projetos; e Amigos dos Ribeirinhos Assessoria Ambiental Eireli, com sede no Pará, que seria desenvolvedora do projeto Rio Anapu-Pacajá.

Já entre as multinacionais estão Air France, Boeing, Braskem, Toshiba, Samsung UK, Kingston, Barilla, as farmacêuticas Bayer e Takeda, além do Liverpool, clube de futebol da Inglaterra.

Fonte:O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/10:18:44

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Pesca é proibida a partir de segunda-feira (2) em MT; entenda a piracema

Começa o período de piracema em MT — Foto: Rudimar Cipriani

Restrição de atividade pesqueira nos rios do estado serve para a preservação das espécies de peixes.

A proibição da pesca nos rios de Mato Grosso começa a valer a partir desta segunda-feira (2). A piracema segue até dia 1º de fevereiro de 2024 e serve como uma medida para preservar as espécies de peixes, que estão em fase de reprodução.

No estado, são mais de 9.500 pescadores com licença para pesca ativa. A maioria da categoria está preocupada porque, no próximo ano, entra em vigor a lei da Cota Zero, proposta pelo governo estadual e aprovada pela Assembleia Legislativa.

O Conselho Estadual de Pesca (Cepesca) decidiu manter o mesmo período dos últimos anos em todas as bacias hidrográficas do estado. Nas unidade de conservação da categoria de proteção integral, a atividade é proibida durante o ano todo.
Piracema

Piracema significa “a subida dos peixes”. É um período em que os cardumes nadam contra a correnteza, para realizar a desova.

Atualmente, Mato Grosso abriga 68 áreas protegidas sob jurisdição da União, do Estado e dos municípios, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema).

Exemplo das áreas protegidas são o Rio Paraguai ou Juruena, no qual possuem trechos em que passam por essas regiões de proteção.

No caso do Juruena, há restrição no trecho que corta o Parque Nacional do Juruena e o Parque Estadual Igarapés do Juruena.

Já para o Rio Paraguai, o pescador deve estar atento às áreas do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense e do Parque Estadual do Guirá. E se a intenção for pescar no rio das Mortes, fica proibida a prática da pesca no trecho do curso d’água que cruza o Refúgio da Vida Silvestre Quelônios do Araguaia.

As unidades de conservação da categoria proteção integral visam a proteção da biodiversidade e por isso as regras são mais restritivas. Nesse grupo é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou danos aos recursos naturais.

Segundo a Sema, os usos indiretos são os recursos naturais que podem ter a recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, pesquisa científica, educação e interpretação ambiental.

Fonte:TV Centro América e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/17:36:46

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Menino de dois anos morre após atendimento em Oeiras do Pará e família aponta erro médico

Família quer justiça por morte de criança de dois anos em Oeiras do Pará (Foto:Reprodução Redes Sociais).

Os familiares registram boletim de ocorrência e o caso vai ser investigado pela delegacia de Oeiras do Pará

O menino Arthur Marthin, 2 anos, morador de Oeiras do Pará, morreu de parada cardíaca, no último dia 22 de setembro e a família pede justiça, pois acredita que o filho foi vítima de erro médico. Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia de Oeiras do Pará.

A mãe da criança, Jéssica Barreto Vieira, informou à polícia que seu filho caçula estava com quadro de vômito e diarreia e no dia 18 de setembro deu entrada no hospital, em Oeiras do Pará. Na quarta-feira (20), pela manhã, a criança recebeu alta médica, mas ao chegar em casa apresentou novamente o quadro e no mesmo dia, à noite, voltou para a unidade de saúde.

Na volta ao hospital, a criança recebeu uma aplicação injetável de potássio e teve reação ao medicamento. Conforme está no boletim de ocorrência, Jéssica descreve o momento em que dois estagiários fazem a aplicação do medicamento. A estagiária estaria nervosa e seu colega teria se oferecido para aplicar a injeção.

Em meio a medicação, Jéssica disse que presenciou o momento em que o filho começou a ficar roxo e mandou que interrompesse a medicação. Ela disse que a criança desmaiou e ficou sem respirar. A criança foi levada para outra sala para ser reanimada, mas em decorrência do desespero da mãe os médicos permitiram que ela ficasse por perto da criança.

Durante a madrugada, a mãe disse que a criança começou uma hemorragia pela boca. Na quinta-feira (21), os médicos de plantão informaram à família da criança que o quadro era grave. Nesse mesmo dia, a criança foi transferida para o município de Breves e, na sequência, se deslocou de avião até Belém, onde foi internado na Santa Casa de Misericórdia.

A criança chegou em Belém às 19h e na madrugada do dia 22 a criança teve uma nova parada cardíaca e foi diagnosticada com pneumonia e com estado grave. A equipe médica tentou reanimar a criança, mas ela não resistiu e morreu. O caso está sendo investigado pela delegacia de Oeiras do Pará.

Fonte:O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/10:18:44

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Mulher morre após cigana ‘prever’ morte e entregar bombom envenenado a ela

Uma testemunha relatou que a cigana teria dito a jovem que ela iria morrer em poucos dias. Entenda o caso
(Foto:Reprodução / Redes Sociais).

Uma jovem de 21 anos, identificada como Fernanda Silva Valoz da Cruz Pinto, morreu após comer um bombom envenenado oferecido por uma cigana idosa  que a abordou na rua, em Maceió. Uma tia de Fernanda relatou que a cigana leu as mãos dela e disse que a vítima morreria dentro de alguns dias. Ao final da consulta, a “vidente” deu um bombom a moça.

O caso ocorreu no dia 3 de agosto. No mesmo dia a jovem começou a passar mal. Ela morreu no dia seguinte.

O exame toxicológico, que saiu recentemente, mostrou que a vítima morreu envenenada. Foram duas substâncias usadas na bala, ambas pesticidas: sulfotep e terbufós. Conforme depoimento da tia, a situação começou com um desconforto, que lembrava uma crise de gastrite, mas depois a jovem passou a sangrar pelo nariz e a produzir muita saliva, que era expelida pela boca.

Ainda à noite, ela foi levada ao hospital, mas morreu de madrugada. Fernanda deixa uma filha de 9 anos. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Maceio

Fonte:O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/10:18:44

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MP constata que órgãos de segurança descumpriram ordem judicial de manter buscas por menina de 2 anos desaparecida no Marajó

Elisa desapareceu no sábado (16), próximo à floresta que passa pela comunidade. — Foto: Reprodução / TV Liberal

Elisa Ladeira Rodrigues desapareceu no dia 16 de setembro, e um dos suspeitos morreu no último dia 25. A Polícia Civil (PC) afirmou que o estado adotará providências para o cumprimento de decisão judicial, mas não informou quando as buscas serão retomadas.

O Ministério Público do Pará constatou que órgãos de segurança do Pará não cumpriram ordem da Justiça de manter buscas pela menina Elisa Ladeira Rodrigues, de 2 anos, que desapareceu há 16 dias em área de mata, na comunidade Vila Monta Carmelo, em Anajás, no arquipélago paraense do Marajó.

O promotor de Justiça do município, Harrison Bezerra esteve no último sábado (30) na localidade para levantar informações sobre o caso da criança. Depois de ouvir a família da menina e outras lideranças, foi confirmado por eles, que as buscas à criança não foram retomadas pela força de segurança, conforme decisão judicial na semana passada.

O promotor encaminhou à Justiça um pedido de cumprimento da multa, definida na decisão liminar, e que seja aplicada em dobro em caso de novo descumprimento.

A Polícia Civil (PC) afirmou que o estado adotará todas as providências para o cumprimento da decisão judicial e que a força-tarefa está empenhada a esclarecer o que houve desde o desaparecimento da menina.

Mesmo assim, nem a PC e nem a Secretaria de Segurança Pública informaram quando as buscas à Elisa serão retomadas.

Um dos suspeitos do desaparecimento da menina Elisa Rodrigues, de 2 anos, no município de Anajás, na Ilha do Marajó, no Pará, morreu no último dia 25, após passar mal no Central de Triagem da Marambaia, em Belém.

Renan Braga da Silva foi transferido neste fim de semana para Belém depois de ter fugido durante a reconstituição do caso na última quarta-feira (20). Ele havia se apresentado à Polícia Civil na última sexta (22).

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) o suspeito ‘passou mal e foi encaminhado para o atendimento médico, depois de receber alta ele retornou à unidade policial, onde morreu pela madrugada.

A PC informou que instaurou inquérito para apurar a causa da morte. Um segundo suspeito chegou a ser preso junto com Renan Braga.

Relembre o caso

Elisa Rodrigues, de 2 anos, sumiu há dez dias em uma comunidade do município de Anajás, região do Marajó, no Pará e uma força-tarefa formada por agentes de segurança, parentes e voluntários atuam na procura da criança.

Dois homens foram conduzidos à delegacia da região para esclarecer a possível relação com o desaparecimento da menina. Renan Braga da Silva, um dos suspeitos, confessou ter visto a menina.

Durante a reconstituição do caso na última quarta (20), Renan que estava algemado fugiu em direção a mata, enquanto os agentes estavam distraídos. Segundo testemunhas, ele trabalhava com plantação na comunidade e já conhecia a região.

O caso é investigado sob sigilo pela Delegacia de Anajás com o apoio da Divisão de Homicídios de Belém.

 

Fonte: g1 Pará / TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/10:18:44

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Governo Federal anuncia operação de retirada de invasores de duas Terras Indígenas no Pará

Área de garimpo dentro da Terra Indígena Trincheira Bacajá, município de Altamira, no Pará. — Foto: PF/Ascom

Cerca de 1.600 famílias vivem ilegalmente dentro das áreas das TIs Apyterewa e Trincheira Bacajá, umas das mais ameaçadas pelo desmatamento.

O Governo Federal anunciou que está iniciando nesta segunda-feira (2), em cumprimento a determinação judicial, a desintrusão de duas terras indígenas onde invasores vivem na área reservada a posse e direito de uso exclusivo de povos indígenas no Pará. Cerca de 1.600 famílias vivem ilegalmente na região.

Segundo o governo, a operação consiste na retirada de não indígenas que ocupam irregularmente parte das terras Apyterewa, homologada em 2007, e Trincheira Bacajá, homologada em 1996, entre os municípios de São Félix do Xingu, Altamira, Anapu e Senador José Porfírio, no sudoeste do estado.

Estima-se que vivem cerca de 2.500 indígenas das etnias Parakanã, Mebengôkre Kayapó e Xikrim, distribuídos em 51 aldeias nas áreas. Há ainda registros de indígenas isolados e de recente contato no território, segundo o governo.

A operação é semelhante à que ocorreu na Terra Indígena Alto Rio Guamá (Tiarg), também no Pará, e a expectativa dos órgãos federais é que a saída de não indígenas de Apyterewa e Trincheira Bacajá ocorra de forma pacífica e voluntária.

Terras sob ameaça

A TI Apyterewa teve o maior desmatamento do país por 4 anos consecutivos e perdeu área maior do que Fortaleza. Imagens de satélite mostram a devastação entre 2020 e 2022 e foram expostas em estudo do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

A área de preservação indígena foi homologada por decreto em 2007, reservando 773 mil hectares ao povo Parakanã. O território fica dentro do município de São Félix do Xingu, no sudeste do Pará.

Imagens de satélite mostram destruição de floresta entre 2020 e 2022 dentro da Terra Indígena Apyterewa no

Já no caso da TI Trincheira Bacajá, o Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça Federal em Redenção, no sudeste do Pará, processando o governo federal, a Funai e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para que fossem obrigados a realizar fiscalizações emergenciais e imediatas.

Em 2020, a TI alcançou o quarto lugar no ranking das áreas indígenas mais desmatadas na região, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Histórico

O governo informou que a “presença de estranhos no território indígena ameaça a integridade dos indígenas e causa outros danos como a destruição das florestas”. A TI Apyterewa está no topo da lista de desmatamento entre as áreas reservada a indígenas no Brasil.

As apurações de órgãos como o Ministério Público Federal (MPF) apontam que algumas dessas famílias estão envolvidas em atividades ilegais, como criação de gado e garimpo, além de destruição da vegetação nativa.

Na operação ocorrida no Alto Rio Guamá, equipes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Força Nacional devem seguir na região após a conclusão da desintrusão, na etapa de consolidação, aplicando medidas para impedir o retorno de invasores.

Além de Secretaria Geral, Ministério dos Povos Indígenas, Funai e Força Nacional, também participam da operação Incra, Ibama, Abin, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Comando Militar do Norte, Ministério do Trabalho e Emprego e Secom.

 

Fonte:g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/16:45:02

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MC Pipokinha recebe sexo oral de uma fã no palco; vídeo

O ato sexual explícito e público dividiu opiniões nas redes sociais (Reprodução/Redes Sociais)

A mulher ainda tira a roupa durante o show para iniciar o ato sexual

A MC Pipokinha, marcada pelas performances “proibidonas”, voltou a causar nas redes sociais, após viralizar um vídeo em que a artista aparece recebendo sexo oral de uma fã no palco durante um show. O local da apresentação não foi identificado.
Assista:

https://twitter.com/OOFICIOBR/status/1632536093936558082?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1632536093936558082%7Ctwgr%5E893bba791c63e344bbb91af723def6c64cc1baa1%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.oliberal.com%2Fcultura%2Fcelebridades%2Fmc-pipokinha-recebe-sexo-oral-de-uma-fa-no-palco-video-1.653395

 

As imagens mostram desde o momento em que a MC recebe a fã no palco. Logo depois, a moça tira a roupa em frente ao público e inicia o ato sexual com Pipokinha, que estava deitada no chão. Em seguida, é a vez da cantora beijar os seios da mulher.

O ato sexual explícito e público dividiu opiniões nas redes sociais. “Se as duas gostam, não tem problema nenhum”, afirmou um fã da MC Pipokinha no Twitter. “Gente, isso já passou do limite há muito tempo”, escreveu uma crítica da atitude.

Até a funkeira MC Carol repercutiu o assunto em tom de ironia: “Gente, é só atuação e o trabalho dela. Respeitem”, escreveu, em referência a um outro vídeo que viralizou, que mostra Pipokinha emocionada e se defendendo das críticas. “Esse é o meu trabalho, não sou uma vagabunda”, disse

 

Fonte:O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/10:18:44

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Operação prende suspeitos que teriam destruído ao menos 15 pontes e um carro da Adepará

(Foto:Reprodução) – A Polícia Federal realizou na sexta-feira (29/09) a operação Contragolpe, na Terra Indígena Ituna Itata, nos municípios de Altamira e Senador José Porfírio. O objetivo foi cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de destruir pelo menos 15 pontes e queimar um veículo do Governo do Estado, neste mês. Esse ataque havia sido para impedir a ação policial de combate ao desmatamento na área.

A operação teve mais de 60 policiais federais, além do apoio da Polícia Rodoviária Federal, Ibama, Adepará e Força Nacional. A PF cumpriu onze mandados de busca e apreensão, além de prisões preventivas de pessoas envolvidas nos atos de violência.

Na madrugada do dia 9 para o dia 10 de setembro foi destruída uma viatura da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). E durante todo mês, têm sido destruídas pontes na região. Entre os atos de vandalismo, os criminosos colocaram pregos na estrada, como forma de emboscada, para furar pneus de viaturas e atrapalhar o acesso da polícia.

Veículo da Adepará que foi incendiado.
Veículo da Adepará que foi incendiado.

Foram apreendidos celulares e documentos que serão usados para instruir a investigação e auxiliar na conclusão do inquérito policial. Os presos foram levados ao presídio, onde estão à disposição da justiça.
O objetivo é com bater o desmatamento ilegal da região amazônica na terra indígena. A destruição da vegetação é feita para dar espaço a pastos de criação de gado, de forma ilegal.

Estima-se que na TI Ituna-Itata haja um grupo indígena em isolamento voluntário, designado “Igarapé Ipiacava”. Por isso, em 2011, restringiu-se o direito de ingresso, locomoção e permanência de pessoas estranhas aos quadros da Funai na área, por meio da publicação de portarias. Está vigente, atualmente, a Portaria Funai 529/2022, que prorrogou o prazo de restrição por mais três anos.

Fonte:PF/PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2023/11:23:02

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