Polícia prende coordenador de escola suspeito de estuprar estudantes, no Pará

(Foto:Reprodução) – Prisão ocorreu durante operação ‘Icatu’ da Polícia Civil.

O coordenador de uma escola foi preso pela Polícia suspeito de estuprar estudantes em Igarapé-Miri, no nordeste do Pará.

A prisão ocorreu durante a operação “Icatu”, que cumpriu mandado de prisão temporária e de busca e apreensão contra o suspeito.

Segundo a Polícia Civil, o homem foi preso no sábado (14) em casa, onde foram apreendidos aparelhos eletrônicos que podem ajudar nas investigações.

Os policiais civis também apreenderam um celular e um notebook na vila Santa Maria de Icatu, onde fica a escola em que o coordenador trabalhava.

O suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde deve permanecer à disposição da Justiça.

Fonte:  g1 Pará / TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/17:28:38

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No Pará, retirada de invasores é marcada por tensão nas duas terras indígenas mais desmatadas do Brasil

Agentes federais atuam na retirada de invasores em duas terras indígenas no Pará. — Foto: Reprodução / TV Liberal

Força-tarefa do Governo Federal cumpre decisões judiciais de desintrusão de não indígenas das áreas Apyterewa e Trincheira Bacajá, no sudoeste do estado.

O clima é tenso no sudoeste do Pará na área onde estão localizadas as Terras Indígenas Apyterewa, do povo Parakanã, e Trincheira Bacajá, dos povos Kayapó e Xikrin. Desde o início de outubro, o Governo Federal realiza operação de desintrusão, como é chamada a expulsão de invasores de reservas indígenas. A ação é coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência, que organiza a Força-Tarefa.

Os agentes sobrevoaram a região e flagraram crimes ambientais nas duas terras indígenas, que são as mais desmatadas do Brasil. Equipes da Polícia Federal, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Força Nacional participam da operação a fim de retirar não indígenas dos dois territórios e combater atividades ilegais.

Chefe de operações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Hugo Santos Neto explica que a princípio a operação fez visita, comunicando e notificando as pessoas que fizessem a saída voluntária do local. “Depois disso, inicia a fase de desintrusão, onde deve ser apreendido tudo o que for encontrado aqui, tanto o gado quanto o material que for deixado pra trás”.

Segundo Neto, uma boa parte dos não indígenas se mostrou favorável a sair voluntariamente, “apesar de que alguns deles ainda tenham certa esperança de que vão conseguir permanecer”.

As investigações apontam que a vegetação foi desmatada para retirar madeira, ouro e criar gado. Perto da TI Apyterewa, agentes interceptaram um transporte de madeira ilegal. A carga seria levada para uma madeireira que foi multada e está sendo investigada.

As ações cumprem decisões da Justiça Federal, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), para resgatar um direito adquirido, há quase 30 anos, pelos povos originários – que é o de usufruir integralmente dos territórios que habitam.

As TIs atravessam quatro municípios do Pará – São Félix do Xingu, Altamira, Anapu e Senador José Porfírio, no sudoeste do estado. São quase 2.500 indígenas de 51 aldeias vivendo nas duas áreas. No entanto, a presença de invasores prejudica o meio ambiente, ameaçando a caça, pesca e ainda gera conflitos dificultando a sobrevivência dos indígenas.

“A gente tá com medo de consumir os peixes. A gente precisa que esses garimpos na cabeceira do rio Bacajá sejam retirados”, declara Katoprore Xikrin, representante dos indígenas.

Segundo o indígena, o rio está sujo, “cheio de lama” e “com muito lodo”. “É uma preocupação muito grande”.

A ação do Governo Federal deve continuar até o fim deste ano. Segundo os órgãos de fiscalização, toda a estrutura ilegal nas TIs deve ser inutilizada, incluindo pontes, cercas e vias de acesso. As medidas devem ser tomadas para dificultar e impedir a entrada de invasores. As áreas também deve ser monitoradas.

Nilton Bruno, assessor da Secretaria-Geral da PR, afirma que a “Funai deve permanecer com as bases, que é algum efetivo policial principalmente da Força Nacional de Segurança vá permanecer na área”.

Terras sob ameaça

A TI Apyterewa teve o maior desmatamento do país por 4 anos consecutivos e perdeu área maior do que Fortaleza. Imagens de satélite mostram a devastação entre 2020 e 2022 e foram expostas em estudo do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

A área de preservação indígena foi homologada por decreto em 2007, reservando 773 mil hectares ao povo Parakanã. O território fica dentro do município de São Félix do Xingu, no sudeste do Pará.

Já no caso da TI Trincheira Bacajá, o Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça Federal em Redenção, no sudeste do Pará, processando o governo federal, a Funai e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para que fossem obrigados a realizar fiscalizações emergenciais e imediatas.

Em 2020, a TI alcançou o quarto lugar no ranking das áreas indígenas mais desmatadas na região, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Histórico

O governo informou que a “presença de estranhos no território indígena ameaça a integridade dos indígenas e causa outros danos como a destruição das florestas”. A TI Apyterewa está no topo da lista de desmatamento entre as áreas reservada a indígenas no Brasil.

As apurações de órgãos como o Ministério Público Federal (MPF) apontam que algumas dessas famílias estão envolvidas em atividades ilegais, como criação de gado e garimpo, além de destruição da vegetação nativa.

Na operação ocorrida no Alto Rio Guamá, equipes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Força Nacional devem seguir na região após a conclusão da desintrusão, na etapa de consolidação, aplicando medidas para impedir o retorno de invasores.

Além de Secretaria Geral, Ministério dos Povos Indígenas, Funai e Força Nacional, também participam da operação Incra, Ibama, Abin, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Comando Militar do Norte, Ministério do Trabalho e Emprego e Secom.

Fonte: g1 Pará / TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/10:11:02

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Suspeito de furtar caminhonete foge da polícia em alta velocidade e bate em muro em MT

Suspeito de ter furtado caminhonete bateu em muro após fuga da polícia — Foto: Polícia Militar

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito disse que levaria o veículo até a Bolívia para trocar por drogas.

O suspeito, de 25 anos, de furtar uma caminhonete fugiu da Polícia Militar, nessa sexta-feira (13), em alta velocidade e bateu em um muro no Bairro Glória, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo a polícia, o motorista disse que levaria o veículo até a Bolívia para trocar por drogas.

A PM informou que visualizou uma caminhonete trafegando de forma irregular na via e tentou realizar a abordagem. Quando o suspeito viu a viatura, fugiu em alta velocidade pelas ruas do bairro.

Após percorrer diversas vias, continuou desobedecendo as ordens de parada, entrando na Avenida Júlio Campos e passando pelo pátio de um posto de combustível, quase atropelando um frentista do local.

O motorista também passou por canteiros e rotatórias, não respeitando a velocidade permitida e os semáforos. Ao entrar na Avenida Mato Grosso, o suspeito, por pouco, não colidiu contra um veículo com crianças.

Após percorrer alguns metros da avenida, o motorista perdeu o controle e bateu no muro de uma empresa. Mesmo com o veículo danificado, o suspeito arrancou bruscamente em direção a equipe. A PM efetuou disparos em direção ao veículo.

O suspeito foi atingido com um tiro na perna direita e foi solicitado uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que encaminhou o suspeito ao Pronto Socorro de Várzea Grande.

Dentro do veículo, os policiais encontraram algumas peças de roupas, um boné e um aparelho celular. Feito a checagem pela placa do veículo, nada constou. Entretanto, o número do chassi vinculada a placa não era o mesmo número gravado no veículo e foi constatado que a camionete foi furtada na quarta-feira (11).

Segundo a Polícia Militar, o suspeito possui passagens criminais por tráfico de drogas e não é habilitado.

 

Fonte: G1 MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/16:42:30

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Famílias despejadas no Pará ocupavam terra indígena irregularmente, diz STF

Homem em vídeo afirma que o governo federal está expulsando famílias de um assentamento na região do Território Indígena Apyterewa Imagem: Projeto Comprova

No dia 2 de outubro, em cumprimento de um conjunto de decisões da Justiça Federal e do STF, foi realizada mais uma ação de desintrusão da Terra Indígena (TI) Apyterewa, situada no Pará. O objetivo da operação foi devolver aos povos originários a posse e o direito de uso exclusivo de seus territórios.

A operação consistiu na retirada de não indígenas que, segundo a Justiça, ocupam irregularmente parte das terras. O território foi homologado em 2007, antes mesmo que a tese do Marco Temporal fosse criada em 2009, com parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre a demarcação da reserva Raposa-Serra do Sol, em Roraima.

Nesta época, foi usado o critério de que os povos indígenas só teriam direito de ocupar apenas as terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. A tese foi considerada inconstitucional pelo STF em 21 de setembro de 2023.

No começo dos anos 2000, mais de mil famílias não indígenas ocuparam a terra indígena Apyterewa. Entre agosto de 2011 e maio de 2012, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) abriu processo de cadastro e seleção destas famílias.

Durante o novo processo de desintrusão, o Incra afirmou que disponibilizou uma equipe para cadastro das famílias que ocupam a área irregularmente. Até a quarta-feira,11, foram cadastradas 95 famílias, mas levantamento preliminar apontou que 10% dos cadastrados já haviam sido beneficiados pelo Incra e voltaram para a terra indígena.

“O cadastro será colocado no banco de dados do Incra para avaliar a aptidão ao Programa Nacional de Reforma Agrária. As famílias aptas serão assentadas em novas áreas”, explicou por meio de nota.

O Instituto ressaltou que é responsável somente pelo cadastro para possível reassentamento, não cabendo ao órgão avaliar indenizações. Isso acontece por se tratar de uma terra indígena demarcada e a decisão judicial já está transitada em julgado para retirada dos invasores.

A operação é resultado de pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) do Pará ao STF, no final de 2021, para suspender decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que impedia a realização de operações para a retirada de pessoas consideradas pelo órgão como invasores da terra indígena. A sentença foi favorável à ação de reintegração de posse. Localizada no município de São Félix do Xingu, o local é de posse tradicional da etnia Parakanã. Conforme o MPF, a área vem sofrendo com o aumento gradual no número de invasores, desde sua homologação. A estimativa é que mais de 3 mil pessoas não pertencentes à etnia estejam residindo ilegalmente na região, ocupada por aproximadamente 1,4 mil indígenas.

Apesar de homologada em 2007, a TI Apyterewa é reconhecida como de posse tradicional dos indígenas desde 1992. Há pelo menos 30 anos o território é alvo de invasões para fins de grilagem de terras e mineração ilegal. Na ação de desintrusão, voltada para a retirada de não indígenas, as ocupações são classificadas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em duas categorias: de boa-fé e má-fé, conforme a Resolução nº. 220/2011.

Os ocupantes de boa-fé são aqueles que se instalaram no território até 31 de dezembro de 2001, data de publicação da Portaria nº 1.192/2001 do Ministério da Justiça, primeira a fixar os limites atuais da TI Apyterewa em 773 mil hectares. Conforme entendimento judicial, essas pessoas têm direito a receber indenização pelas modificações realizadas, por não saberem que se tratava de terra indígena. No entanto, todos os que ocuparam o território a partir de 2002 são considerados de má-fé, já que teriam conhecimento da área pertencente aos Parakanã. Por isso, o MPF aponta que essas famílias recebem “tratamento jurídico de invasores sem direito a indenização”.

Como o conteúdo pode ser interpretado fora do contexto original: Fora do contexto original, o vídeo pode causar interpretações distintas da realidade, sugerindo o confisco de terras de forma ilegal. Na publicação, um homem que aparece no vídeo afirma que pessoas que vivem no local há mais de 50 anos estão sendo expulsas pelo Governo Federal.

Contudo, o Comprova apurou que a retirada das pessoas faz parte de uma operação, em cumprimento de um conjunto de decisões da Justiça Federal e do STF, para retirar não indígenas que, segundo a Justiça, ocupam irregularmente parte das terras indígenas.

Ainda segundo a Justiça, o objetivo da operação foi devolver aos povos originários a posse e o direito de uso exclusivo de seus territórios.

O Incra abriu processo de cadastro e seleção das famílias que ocupam o território de forma irregular. O Incra informou que, caso os núcleos tenham aptidão para integrar o Programa Nacional de Reforma Agrária, serão assentados em novas áreas.

Por isso, antes de compartilhar qualquer conteúdo na internet, é importante conferir se as afirmações de vídeos divulgados nas redes sociais foram publicadas em canais oficiais ou por meio de veículos de comunicação.

O que diz o responsável pela publicação: O Comprova entrou em contato com a autora da postagem, mas não recebeu respostas até o momento da publicação desta reportagem. Já o homem que aparece nos vídeos não foi identificado até a publicação deste material.

Operação tentava tirar invasores de terras indígenas

Forças de segurança deflagraram, nesta segunda-feira, 2 de outubro, uma desintrusão de invasores de terras indígenas no Pará. Cerca de 150 agentes da Força Nacional e outros 60 policiais federais iniciaram a primeira etapa da operação de retirada de não indígenas da TI Apyterewa.

Segundo o governo federal, foram 9,7 mil itens apreendidos e o valor de R$ 1,8 milhão aplicado em multas aos infratores. Ao todo, três pessoas foram presas. O levantamento é resultado das ações realizadas no período de 1º a 7 de outubro. O objetivo era combater a ocupação ilegal na região. “Com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Governo Federal cumpre decisão judicial para garantir aos povos das duas Terras Indígenas o direito de usufruir de seu território de forma plena e integral”, afirma o governo.

Do total de itens apreendidos estão: 6 armas de fogo, 9 mil metros de arame, 150 metros de fio de alta-tensão, 202 botijões de gás, 145 litros de agrotóxico, 113 litros de gasolina, 8 máquinas leves e 2 pesados, 1 trator, 1, caminhão, 1 veículo, 2 motocicletas, 3 antenas de internet, além de maconha (70 gramas) e 3,5 metros cúbicos de madeira.

Em um trabalho conjunto, a equipe da operação também fiscalizou 15 estabelecimentos, entre comércios e propriedades, constatando 12 empregados sem registro e dois mantidos em condições de trabalho análogas à escravidão. Em nenhuma das inspeções foi constatada formalização de trabalho pelos empregadores. Foram realizadas ainda 5 notificações, 3 prisões e 1 Termo Circunstanciado de Ocorrência, referente a porte de anfetamina.

Conforme informações do jornal O Globo, um comunicado foi entregue aos invasores para que desocupassem imediatamente a área de maneira voluntária levando pertences e animais antes de a operação ter início. O panfleto cita o artigo 231 da Constituição Federal, sobre a demarcação, proteção e respeito aos bens das terras ocupadas pelos povos indígenas como obrigação da União (veja aqui e aqui).

Além de Secretaria Geral, Ministério dos Povos Indígenas, Funai, Força Nacional e Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), também participam da operação Incra, Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Comando Militar do Norte, Ministério do Trabalho e Emprego.

Território é alvo de invasão e desmatamento

O Incra informou que a Terra Indígena Apyterewa está localizada no município de São Félix do Xingu e tem área aproximada de 773 mil hectares. Ainda segundo o órgão, na TI existem 20 comunidades indígenas com uma população total estimada em 1.383 indígenas, de acordo com o censo do IBGE de 2022. O Incra comunicou que os principais atos ilícitos realizados na terra indígena, são a grilagem de terra, desmatamento e mineração ilegais.

O MPF ressalta que a permanência de ocupantes não indígenas na área aumenta o risco de conflitos e desmatamento na região.

“O Ministério Público Federal está envolvido nessas ações para desintrusão das terras indígenas há mais de uma década, e é nosso interesse que isso ocorra da melhor forma possível, garantindo que todas as pessoas – todos os cidadãos brasileiros, indígenas ou não indígenas – tenham seus direitos assegurados, de forma tranquila e pacífica”, afirmou a coordenadora da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF (6CCR), Eliana Torelly, por meio de comunicado no site.

De acordo com levantamento do Imazon, o território é o que registrou a maior área de floresta desmatada na Amazônia Legal em 2022. Este é o 4º ano seguido que a TI Apyterewa ocupa a posição. Foi registrado um desmate de 80 km2 de vegetação em 2022. Somente nos últimos quatro anos, foram desmatados 324 km2, uma área superior ao território de Fortaleza, capital do Ceará.

Marco Temporal foi considerado inconstitucional

De acordo com a tese do Marco Temporal, rejeitada pelo STF no dia 21 de setembro de 2023, a data da promulgação da Constituição Federal, 5 de outubro de 1988, poderia ser utilizada para definir a ocupação tradicional de terras por comunidades indígenas, orientando as demarcações de territórios no Brasil.

A tese, que foi defendida por ruralistas, retrata a disputa pela posse de terra no país. Apesar da rejeição do STF, o Congresso aprovou, no dia 27 de setembro, o projeto de lei 2.903/2023 que fixa o ano de 1988 para determinar o reconhecimento de terras indígenas. O Comprova explicou o que é o Marco Temporal e o que muda com a decisão do STF e do Congresso.

Alcance da publicação: O vídeo compartilhado no TikTok somou 11,2 mil curtidas, 1778 comentários, além de 5,8 mil compartilhamentos até 13 de outubro.

Como verificamos: O Comprova consultou o Instituto Socioambiental (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) para compreender informações a respeito do número de habitantes, situação jurídica, área demarcada e hectares.

Fonte: uol e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/16:32:31

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Madeira sem nota fiscal e no valor de mais de R$ 27.300 é apreendida no sudeste do Pará

(Foto:Divulgação/Sefa) – A fiscalização da Secretaria da Fazenda (Sefa), da unidade de controle de mercadorias em trânsito de Carajás, no km 15 da Rodovia Transamazônica Km em São João do Araguaia, sudeste paraense, divisa com o estado do Tocantins apreendeu, no domingo (15),  2.213 estacas e 90 mourões de acapu, madeira brasileira de origem amazônica.

“A mercadoria estava numa carreta e um veículo bitrem que foram abordados por uma equipe da Polícia Militar na PA-150, no município de Nova Ipixuna/PA, com destino a Marabá/PA. Como os condutores não apresentaram documento fiscal relativo a madeira, foram conduzidos  à Delegacia de Polícia Civil, que remeteu o caso à Sefa, por meio de ofício”, informou o coordenador da unidade Carajás, Rafael Brasil.

A carga foi avaliada em R$ 27.312,46 e foram lavrados dois Termos de Apreensão e Depósito (TADs) no valor de R$ 9.340,87, referentes ao ICMS e multas. Após os procedimentos a madeira foi encaminhada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Marabá/PA.

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/16:03:46

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Três pessoas morrem em acidente de trânsito, no Pará

Pelo menos duas pessoas morreram em um acidente de trânsito registrado entre a Vila De Nova Olinda e a comunidade do Trevinho, no município de Augusto Corrêa, no nordeste paraense. O acidente ocorreu na noite de domingo (15) (Foto:Reprodução/Marquinho Assis)

Duas motos, com quatro ocupantes, se chocaram; uma quarta vítima está hospitalizada

Três pessoas morreram em um acidente de trânsito registrado entre a Vila De Nova Olinda e a comunidade do Trevinho, no município de Augusto Corrêa, no nordeste paraense.

Uma terceira morreu no hospital. E uma quarta vítima está hospitalizada. O acidente ocorreu na noite de domingo (15).

Segundo o portal B1 Bragança Notícias, em circunstâncias que agora vão ser investigadas pela Polícia Civil, duas motocicletas se chocaram. Em cada uma delas havia dois ocupantes. Dois homens morreram no local. Outras duas vítimas foram socorridas e levadas para receber atendimento médico, ambas em estado grave. As duas motocicletas ficaram destruídas.

Vídeos que circularam nas redes sociais mostraram as vítimas ainda no local do acidente. Os corpos das vítimas foram removidos para o Instituto Médico de Castanhal. Em nota, e sem mencionar os nomes das vítimas, a Polícia Civil informou que duas pessoas morreram no local e uma no hospital. E que equipes da Delegacia de Augusto Corrêa trabalham na identificação dos demais envolvidos no acidente.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/15:41:02

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PF investiga homem por vender imagens de abuso sexual infanto-juvenil, no Pará

A Polícia Federal confirmou a identificação de um suspeito de vender fotos e vídeos com abuso sexual infantojuvenil, durante a operação “Vendas CP”, deflagrada na manhã desta segunda-feira (16), em Castanhal (Foto:Divulgação/ Comunicação Social da Polícia Federal no Pará).

Suspeito recebia via PIX o dinheiro da venda feita em grupos de mensagem

A Polícia Federal confirmou a identificação de um suspeito de vender fotos e vídeos com abuso sexual infantojuvenil, durante a operação “Vendas CP”, deflagrada na manhã desta segunda-feira (16), em Castanhal.

A PF cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do suspeito. No local, os policiais foram informados pela mãe do investigado que seu filho estava preso por roubo e, portanto, não estava na casa. Ainda assim, foi possível confirmar que o aparelho celular dele – que havia sido apreendido pela Polícia Civil no momento da prisão – foi usado para receber o dinheiro, via PIX, da venda das imagens criminosas, pela internet.

O nome da operação, “Vendas CP”, era como o suspeito se identificava em grupo de mensagens, informou, ainda, a Comunicação Social da Polícia Federal no Pará.

Investigações da Polícia Federal apontaram a identificação do suspeito dos crimes. A ação desta segunda-feira objetivou reunir novos elementos que auxiliem nas investigações e na identificação de outros suspeitos.

O investigado responderá pelos crimes de armazenamento, compartilhamento e venda de pornografia infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, além de outros crimes identificados durante o inquérito. Ainda segundo a PF, o mandado de busca e apreensão foi expedido pela Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Castanhal.

 

Fonte:O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/15:23:46

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Corpo de homem é encontrado dentro de saco em canal de Marabá

Quando os moradores da área encontraram o saco, apenas o pé da vítima estava de fora. (Foto:Reprodução / Correio de Carajás).

A polícia suspeita que o homicídio pode estar relacionado a questões locais, como disputas por drogas ou outras rivalidades na região.

O corpo de um homem, com idade entre os 30 anos e ainda sem identificação, foi encontrado por moradores da Folha 16, Marabá, no sudeste do Pará, na noite deste domingo (15). A vítima estava dentro de saco, jogada ao canal conhecido como “Grota Criminosa” e localizada por volta das 21h.

Até o momento, ninguém foi preso por suspeita de envolvimento no caso. A polícia suspeita que o homicídio pode estar relacionado a questões locais, como disputas por drogas ou outras rivalidades na região.

De acordo com o Correio de Carajás, os residentes avistaram o saco e ficaram curiosos sobre seu conteúdo. Eles contaram que duas pessoas desconhecidas saíram empurrando um carrinho de mão, carregando o referido saco. Desconfiados, os moradores decidiram ir até o local e tomaram um susto ao verem o pé humano exposto.

Diante disso, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada. Durante a investigação preliminar, uma equipe de homicídios da Polícia Civil e peritos da Polícia Científica constataram que o corpo apresentava ferimentos na cabeça, aparentemente causados por pauladas. O rosto da vítima estava completamente desfigurado devido à violência dos golpes.

Ainda conforme a divulgação do Correio de Carajás, o homem morto carregava apenas um isqueiro. Ele é moreno e estava sem camiseta e usava apenas uma calça. A redação integrada de O Liberal solicitou mais detalhes do caso à PC e aguarda retorno.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/14:42:45

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Mãe é presa após trancar filha de 6 anos em casa para ir a festa

A mulher foi presa em flagrante por abandono de incapaz. (Foto:Divulgação/PMDF).

A suspeita teria saído de casa na sexta-feira (13) e só voltado para casa no domingo (15), após a Polícia Militar

Uma mulher foi presa após abandonar a própria filha, de 6 anos, trancada em um quarto na casa onde as duas moravam, em Vicente Pires, no Distrito Federal. O caso ocorreu neste domingo (15).

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), vizinhos da família relataram que a situação era recorrente e que a mãe costumava deixar a filha sozinha diversas vezes. Na última sexta-feira (13), a acusada teria saído de casa e voltado só no domingo. A criança foi encontrada trancada no quarto e disse que estava com fome, pois não comia havia três dias.

A PMDF telefonou para a mãe da criança, que chegou ao local após 20 minutos. Ela afirmou que teria saído para uma festa; depois, dormiu na casa de uma amiga. Quando questionada a respeito de quando pretendia retornar para casa, ela não respondeu.

Mãe e filha foram levadas para a 8ª Delegacia de Polícia (SIA). A mulher foi presa em flagrante por crime de abandono de incapaz e a criança foi levada para um lar temporário.

Crime de abandono de incapaz

O crime de abandono de incapaz é previsto no artigo 133 do Código Penal, com pena de seis meses a três anos de detenção. A pena pode ser aumentada se a vítima for menor de 14 anos ou se o abandono tiver colocado em risco a vida, a saúde ou a integridade física do menor.

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/14:54:55

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Doze jornalistas morreram desde o início do conflito em Gaza

Entidade jornalística contabiliza profissionais mortos, dois desaparecidos e oito feridos, até o sábado (14) (Foto:ADEL HANA/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO).

São 10 jornalistas palestinos e um jornalista israelita, diz o Comitê para Proteção dos Jornalistas

De acordo com o Comitê para Proteção dos Jornalistas (CPJ), pelo menos, 12 jornalistas morreram e mais dois estão desaparecidos e oito foram feridos desde o início do conflito entre o Hamas e as Forças Armadas Israelitas em 7 de outubro passado.

Entre os 12 mortos, 10 jornalistas são palestinos e um jornalista é israelita.

A contagem do Comitê inclui os mortos até sábado (14). O CPJ alerta para os perigos particularmente elevados que afetam jornalistas na Faixa de Gaza dado o risco de um ataque por terra das forças israelitas.

O CPJ  também chama a atenção para os bombardeios devastadores da aviação israelita e a impossibilidade de comunicação e os contínuos cortes de energia.

“São civis que realizam trabalho importante em tempos de crise e não devem ser atacados pelas partes em conflito”, disse o coordenador do CPJ para o médio oriente e norte da África pedindo que ambas as partes tomem medidas para garantir a segurança dos jornalistas.

O grupo islamita Hamas lançou no dia 7 de outubro passado um ataque surpresa contra Israel com lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar. Em resposta Israel bombardeou a partir do ar várias infraestruturas do Hamas na Faixa de Gaza e impõe um cerco total ao território com corte de abastecimento de água, de combustível e de energia elétrica.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2023/14:42:45

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