Acidente entre caminhonete e moto deixa uma vítima fatal em Itaituba

(Foto:Reprodução) –  O acidente aconteceu na madrugada de domingo, 14 de março de 2021, por volta de 5h, na Travessa Justo Chermont com a Nova de Santana no centro de Itaituba.

De acordo com informações, a colisão envolveu uma caminhonete e uma moto pop100 branca, o condutor da moto não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu na hora.

Militares do corpo de bombeiros foram acionados e foram ao local, mas não havia nada a ser feito.

Policiais militares estiveram no local, em seguida o IML fez a remoção do corpo da vítima que ainda não foi identificado.

Reportagem em atualização.

Fonte: Blog do Junior Ribeiro.

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Justiça não libera 25% de mães que são presas de forma provisória

A pessoa que tem filho de até 12 anos ou está grávida, não tem por que ficar detida provisoriamente (antes da condenação), desde que o crime não tenha sido cometido com violência ou grave ameaça a uma pessoa ou contra seu filho ou dependente. –  (Foto:| Susipe/Divulgação)

O caso de Adriana chegou ao Supremo Tribunal Federal em 2017. O ministro Gilmar Mendes determinou que sua prisão preventiva fosse convertida em domiciliar, e ela voltou para casa.
“A questão da prisão de mulheres grávidas ou com filhos sob seus cuidados é absolutamente preocupante, devendo ser observadas, preferencialmente, alternativas institucionais à prisão, que, por um lado, sejam suficientes para acautelar o processo, mas que não representem punição excessiva à mulher ou às crianças”, disse Gilmar à época.

Adriana, no caso, é Adriana Ancelmo, ex-esposa do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Implicado num colossal esquema de corrupção que o levou para trás das grades, o casal tinha dois filhos menores de idade, de 11 e 14 anos.

O caso de Cláudia Regina Luz, 48, não teve repercussão pública. Mãe de quatro, a caçula ainda uma criança de colo, ela só ganhou o direito de esperar em casa seu julgamento depois de meses na prisão, acusada de traficar drogas. Quando voltou, a filha, hoje com seis anos, não a reconheceu.

“Você não é minha mamãe, minha mamãe é ela”, disse então a menina, apontando para uma tia quase octogenária que cuidou dela no período em que a sobrinha ficou sob guarda do estado.

Hoje a lei entende assim: se você tem filho de até 12 anos ou está grávida, não tem por que ficar detida provisoriamente (antes da condenação), desde que o crime não tenha sido cometido com violência ou grave ameaça a uma pessoa ou contra seu filho ou dependente.
Nem sempre a teoria vira prática. A Defensoria Pública fluminense fez um levantamento e detectou que, das 533 ocorrências de mulheres que participaram de audiências de custódia e preenchiam esses requisitos legais, 25% dessas mães de crianças, gestantes ou ambos os casos, não tiveram direito a ficarem retidas em casa.

Os dados contemplam de janeiro de 2019 a janeiro de 2020, período anterior à pandemia, portanto.

Foi o que aconteceu com Cláudia, que teve a prisão domiciliar negada. A maioria dos encarceramentos femininos se dá por furto ou tráfico de drogas. Com ela, foi a segunda opção. A polícia encontrou cerca de seis gramas de cocaína em sua casa, distribuídos, segundo ela, em nove sacolés de pó.

“Eu fazia o pequeno tráfico para ter dinheiro para botar comida dentro de casa. Tirava um pouquinho para eu usar”, conta ela. “Comecei com 13 anos. Cigarro, cola. Tinha um probleminha na minha casa, uma pessoa alcoólatra que cometia agressões contra a minha mãe. Logo caí [neste mundo] para poder relaxar.”

A juíza da primeira instância não deixou que Cláudia, mãe de dois menores de 12 anos, saísse da cadeia. Argumentou que o tráfico acontecia em sua residência, que ela expunha os filhos. O Tribunal de Justiça do Rio reverteu a decisão, lembrando que o delito não envolvia violência e que a quantidade de drogas era pouca.
Para Flavia Nascimento, coordenadora de Defesa dos Direitos da Mulher na Defensoria do Rio de Janeiro, não é possível eclipsar “a discriminação de gênero muito grande” se quisermos entender o fenômeno que faz com que Cláudias continuem presas, quando a regra deveria ser o status concedido a Adriana Ancelmo.

“São usados como argumento os estereótipos de gênero, sobretudo no que se refere à maternidade”, diz Nascimento. “Acabam julgando de forma mais severa a mulher que pratica crime.”

Duas linhas de raciocínio são evocadas para tanto, segundo a defensora.

A primeira diz que a mãe que descuidou dos filhos ao incorrer no crime se faz dispensável para a criação deles. A segunda, que justamente por ser mãe a ré deveria ser mais zelosa.

Só que “não dá para ignorar a situação de pobreza extrema das fluminenses”, que inclusive se agravou em meio ao caos sanitário que sucedeu a pesquisa, afirma Nascimento.

Estudo da Fundação Getúlio Vargas revelou que a crise da Covid-19 jogou para a linha da pobreza quase 27 milhões de brasileiros. Em janeiro, 12,8% da população passou a viver com menos de R$ 246 ao mês (R$ 8,20 ao dia).
A dificuldade de achar vaga em creches e o desemprego empurram mais mulheres para pequenos delitos, diz a defensora. Veja o caso de Cláudia: ela diz que ninguém lhe dava emprego, e traficar virou uma alternativa. Hoje, é auxiliar de cozinha num hospital e está limpa há três anos, afirma.

Por:FolhPress

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Comerciante paraense é sequestrado na frente de filho pequeno e achado morto em cova rasa

(Foto:Reprodução) – Vídeo de câmeras de segurança mostram suposto sequestrador deixando criança na escola enquanto pai estava imobilizado no carro

Um comerciante de 38 anos, sequestrado a caminho a escola do filho na última segunda-feira (8), foi achado morto e enterrado em uma cova rasa, na tarde desta quarta-feira (10), próximo a uma fazenda às margens da Estrada do Rio Preto, a cerca de 10 quilômetros de Marabá, sudeste paraense. O filho presenciou o sequestro. As informações são do portal Debate Carajás.
A vítima foi identificada como Paulo Marcelino de Almeida, e os familiares do homem reconheceram o corpo na manhã desta sexta-feira (12). O corpo apresenta marcas de ferimentos semelhantes a lesões provocadas por arma branca.

Câmeras flagraram um veículo Volkswagen Polo, de cor branca, às 16h21 de segunda-feira (8), estacionando em frente à escola do filho de Paulo. Um homem desceu, se dirigiu ao banco traseiro do carro, pegou a criança pelo braço e entregou no portão do colégio. Nesse momento, o vendedor já se encontrava dominado dentro do veículo. Amigos e familiares da vítima já teriam identificado e a autoria  a motivação do crime.

 

Segundo familiares, foram identificadas diversas compras com o cartão de crédito da vítima em vários postos de combustível no Estado do Tocantins. O Departamento de Homicídios da 21ª Seccional Urbana investiga o caso.

Com informações do portal Debate Carajás

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Armado, empresário ameaça Lula com arma de fogo; veja o vídeo

PT foi à Justiça e pediu a investigação do caso. –  (Foto:Reprodução)

Os deputados federais Gleisi Hoffmann, Rui Falcão e Paulo Teixeira, todos do PT, acionaram o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Sarrubbo, para investigar um homem que gravou um vídeo em que ameaça dar tiros no ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A gravação foi divulgada em diversas redes sociais após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, anular as condenações do petista e torná-lo elegível. O homem foi identificado pelos deputados como um empresário de Arthur Nogueira, município no interior de São Paulo.

https://twitter.com/lelispatricia/status/1371078230027993090?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1371078230027993090%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.diarioonline.com.br%2Fnoticias%2Fbrasil%2F643980%2Farmado-empresario-ameaca-lula-com-arma-de-fogo-veja-o-video

 

Na gravação, ele efetua disparos com uma arma em um alvo improvisado. “Lula seu filho da p…, quero dar um recado pra você. Hoje é sábado, dia 13 de março, presta atenção no recado que eu vou dar pra você, seu vagabundo: Se você não devolver os R$ 84 bilhões que você roubou do fundo de pensão dos trabalhadores, você vai ter problema, ein, cara. Você vai ter problema”, afirmou.

Segundo os parlamentares, a gravação aponta diversos possíveis crimes cometidos pelo empresário, como ameaça, incitação ao crime, calúnia, porte ilegal e disparo de arma de fogo.

“Até o presente momento, não se dispõe de informações sobre a existência de autorização para o autor (do fato) portar arma de fogo, logo, urge verificar a regularidade dessa conduta, sob pena de caracterização do crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido”, apontam os deputados. “Por fim, note-se que os disparos não foram efetuados em um estande ou local apropriado para a prática de tiro esportivo, mas sim num pequeno campo de futebol, aparentemente localizado em uma chácara ou residência, logo, em tese, o fato também pode caracterizar o crime de disparo de arma de fogo.”
O pedido de investigação foi encaminhado ao procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo, a quem deverá decidir se abre um inquérito para apurar o caso.

Com informações de Istoé

 

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Butantan envia 3,3 milhões de doses da Coronavac para o Ministério da Saúde

(Foto: Pedro Guerreiro/Agência Pará) – O Ministério da Saúde ainda não informou como será a divisão do quantitativo entre os Estados.

Mais de 3,3 milhões de doses da vacina do contra a Covid-19 Coronavac será entregue pelo Instituto Butantan na manhã desta segunda-feira (15), ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. O governador de São Paulo, João Doria, acompanhará a saída do carregamento do instituto, na capital paulista.
O Butantan entregará ao país 22,7 milhões de doses até o fim de março. Já em abril, o número de vacinas fornecidas pelo instituto ao PNI somará 46 milhões.

Até o dia 30 de agosto, o Butantan pretende entregar outras 54 milhões de doses para vacinação dos brasileiros, totalizando 100 milhões de unidades.

Segundo o governo paulista, a produção da vacina segue em ritmo constante e acelerado. No último dia 4, uma remessa de 8,2 mil litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), correspondente a cerca de 14 milhões de doses, desembarcou em São Paulo para produção local.

Com informações do Metrópole

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Piloto que ficou desaparecido por 36 dias faz voo e encontra avião após queda no Pará

Piloto Toninho Sena encontrou destroços do avião que caiu em área isolada no Pará — Foto: Erik Jennings/Reprodução/Instagram

Voo ocorreu uma semana após Toninho Sena se resgatado depois de pedir ajuda a coletores de castanha em área isolada na floresta. ‘Tantas coisas passam na cabeça’, disse o piloto.

Uma semana após ser resgatado em uma área isolada na floresta depois de ficar 36 dias desaparecido no Pará, o piloto santareno Antônio Sena (Toninho) fez um voo com amigos e familiares e conseguiu encontrar os destroços do avião em meio a mata fechada. O piloto foi resgatado no dia 6 de março.

Pelas redes sociais, um amigo e também piloto de Toninho compartilhou um vídeo que mostra eles encontrando os destroços queimados da aeronave Cessna 210, prefixo PT-IRJ, no sábado (13).

Na postagem, Erik Jennings disse que para encontrar o avião foram usadas as coordenadas de uma única foto que Antônio Sena havia tirado minutos após a queda. “Sem essa informação, seria impossível localizá-lo”, disse Erik.
Também pelas redes sociais, Toninho Sena contou o que sentiu ao voltar ao local da queda do avião. Esse foi o primeiro voo do piloto depois de ser resgatado.

“Que emoção voltar nesse lugar. Tantas coisas passam na cabeça. Os momentos da queda, ver a imensidão da floresta de cima, lembrar os momentos lá embaixo e ver o tamanho do desafio. Mas meu amor pela minha família e minha fé em Deus foram maiores e nos fizeram vencer”, disse.
36 dias perdido na floresta

No dia 28 de janeiro, após decolar do município de Alenquer para uma área de garimpo em Almeirim, o piloto e a aeronave não deram mais sinal. A aeronave teve uma pane e o piloto precisou fazer um pouso forçado no meio da floresta. O avião caiu em uma área de açaizal.

Com a queda, o avião acabou pegando fogo, mas o piloto ficou alguns dias perto dos destroços à espera de resgate e se alimentou de pão que ele levava na aeronave.

Equipe que fez o resgate e piloto santareno Antônio Sena, o "Toninho Sena", em Prainha, no Pará — Foto: Agência Pará/Divulgação
Equipe que fez o resgate e piloto santareno Antônio Sena, o “Toninho Sena”, em Prainha, no Pará — Foto: Agência Pará/Divulgação

Durante esse período, buscas foram feitas por equipes especializadas, órgãos de segurança e também pela Força Área Brasileira (FAB), mas nada havia sido encontrado. No entanto, a família nunca perdeu as esperanças e encontrar Toninho com vida.

Nas andanças por dentro da mata e sobrevivendo com alimentos encontrados na floresta, ele conseguiu encontrar um grupo coletor de castanha e pediu ajuda. Depois de 36 dias desaparecido, Toninho foi resgatado em uma área isolada no município de Almeirim, próximo à divisa com o estado do Amapá.

pilotoAntonio Sena (Toninho) antes e depois do acidente — Foto: Arquivo pessoal

A família conseguiu as primeiras informações sobre o piloto no dia 5 de março, após um telefonema para a mãe dele, Rolene Sena, que mora em Brasília (DF).

Sem ouvir a voz do filho para ter certeza de que ele realmente estava vivo, Rolene avisou os outros filhos (Mariana e Thiago). Thiago falou também por telefone com a pessoa que ligou para mãe dele e pediu que algumas perguntas fossem feitas ao piloto. Com respostas certeiras, como o nome do cachorro dele: Gancho, a família teve certeza da veracidade das informações.

Por Geovane Brito, G1 Santarém — Pará

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Procon realiza mutirão virtual de renegociação de dívidas no Pará

Campanha estimula negociação de dívidas pela internet — Foto: Reprodução/EPTV

As negociações podem ser feitas até o dia 31 de março pela internet.

O Procon Pará realiza a partir desta segunda-feira (15) um “Mutirão Virtual de Renegociação de Dívidas”. A ação dos órgãos de Defesa do Consumidor tem como objetivo contribuir para o reestabelecimento do equilíbrio do orçamento familiar em razão de dividas e da necessidade das famílias manterem o nome limpo, longe de qualquer inscrição em cadastros de proteção ao crédito.

As negociações podem ser feitas até o dia 31 de março pelo site. Após fazer o acesso a pessoa receberá um login e senha, e deve relatar o seu problema, informando que quer participar do mutirão de renegociação de débitos. Após finalizar o registro, o banco ou instituição financeira tem o prazo de 10 dias para apresentar uma proposta ou resposta para o consumidor.

No momento do preenchimento do registro, é imprescindível que o consumidor informe corretamente seus telefones e e-mail para contato. São esses dados que facilitarão o atendimento por parte dos bancos e instituições financeiras participantes. O Procon Pará orienta ainda que o consumidor, informe que está participando do mutirão, com a seguinte hashtag #MutiraoProconsBrasil no seu relato à plataforma.

Terminado o prazo de 15 dias para resposta do fornecedor, o consumidor passa a ter o prazo de 20 dias para avaliar o retorno dado pela empresa e se a resposta foi satisfatória.

Por G1 PA — Belém

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Pará registra 383.704 casos de Covid-19 e 9.374 mortes

(Foto:Reprodução) – Sespa confirmou mais 45 mortes provocadas pela pandemia, além de 832 novos casos da doença.

O Pará registrou, no boletim deste domingo (14), mais 45 mortes provocadas pelo novo coronavírus, além de 832 novos casos da Covid-19. Agora, o estado chega a 383.704 casos de Covid-19 e 9.374 mortes.

De acordo com Secretaria de Saúde do Pará (Sespa), foram registrados 35 novos casos e 32 óbitos nos últimos sete dias, além de 797 casos e 13 óbitos ocorridos em dias anteriores.

O Pará possui, até então, 358.640 recuperados, 65.210 casos descartados e 1.852 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 64,30% dos leitos clínicos e 75,58% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

A Sespa informou que foram realizados 570.321 testes rápidos e 158.899 testes de PCR para Covid-19.

Por G1 PA — Belém

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Polícia Militar recupera nove respiradores roubados de hospital

Os equipamentos são essenciais no tratamento de doentes graves de covid-19  – (Foto:Reproduçã)

O Pará pleiteia o envio dos equipamentos após o anúncio feito pelo Ministério da Saúde (Divulgação/Agência Pará)
A  recuperou nove respiradores que estavam abandonados na zona rural de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, na manhã deste domingo, 14.

De acordo com a PM, eles haviam sido roubados do Hospital Santa Virginia, localizado na zona leste de São Paulo na última quinta-feira. Os equipamentos são essenciais no tratamento de doentes graves de covid-19.

Eles foram localizados na Estrada do Sossego, por volta das 10h10, após uma denúncia anônima. Dois suspeitos fugiram, de acordo com os policiais.Cleverson Omena, delegado do 1º Distrito Policial de Ferraz, afirma que já foram iniciadas as investigações sobre os autores do roubo.

Os equipamentos foram devolvidos ainda neste domingo porque os números de registros são os mesmos daqueles roubados do hospital. Das nove embalagens encontradas na cidade da Grande São Paulo, apenas uma estava violada. Mas os instrumentos estão intactos. O valor da carga é de R$ 537 mil.

Os respiradores são utilizados para ventilação mecânica de pacientes hospitalizados e se tornaram fundamentais no tratamento de pacientes graves da covid-19 durante a pandemia. Esses aparelhos levam o ar por um tubo na traqueia dos pacientes para os pulmões. Sem esse procedimento, os pacientes podem morrer.No ano passado, no início da pandemia, os respiradores se tornaram o ponto crítico do tratamento da doença. A demanda disparou e houve escassez de equipamentos.

Pelo menos 24 governos estaduais tentaram comprar respiradores no primeiro semestre.A busca pelos respiradores se tornou um problema mundial. Por aqui, a alta procura gerou até suspeitas de corrupção.No Rio de Janeiro, o Ministério Público investiga a compra de mil respiradores pela Secretaria de Saúde que nunca chegaram a ser entregues aos hospitais.Em fevereiro deste ano, o ex-secretário estadual de saúde do Rio de Janeiro, Edmar Santos, virou réu por improbidade administrativa, no processo que investiga possíveis fraudes.

Por:Redação O Estado de S. Paulo – AE

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Indígenas podem se inscrever até esta segunda, 15, em concurso da UFPA com salário de R$ 13 mil

Cargo de professor-visitante na área de direitos indígenas (Foto:Thiago Pelaes / UFPA)

Candidato deverá enviar declaração de pertencimento a povo indígena para se candidatar a cargo de professor-visitante
Um concurso público da Universidade Federal do Pará (UFPA) tem vaga temporária aberta até esta segunda-feira (15), para o cargo de professor-visitante na área de direitos indígenas, para o Programa de Pós-Graduação em Direito-Clínica de Direitos Humanos da Amazônia.

É preciso ser indígena, ter título de doutor no Brasil ou exterior, por tempo igual ou superior a cinco anos e inferior a dez anos, em qualquer área do conhecimento, além de possuir currículo na plataforma Lattes do CNPq, com produção relevante e consistente em direitos indígenas e ter experiência de pesquisa, ensino e extensão entre povos indígenas, de preferência no âmbito da Amazônia Legal.

Os salários serão de R$ 13.273,52 para denominação adjunto, R$ 18.663,64 para associado e R$ 20.530,01 para titular, além do auxílio-alimentação de R$ 458 por mês. As inscrições podem ser feitas até as 18h de hoje, pelo site, pagando taxa de R$ 180.

Após fazer a inscrição, o candidato deverá enviar a seguinte documentação para o e-mail cidha@ufpa.br: declaração de pertencimento a povo indígena, com vínculo de pertencimento, atuação e residência na comunidade, emitida e assinada por três lideranças tradicionais, fornecendo os números de CPF e RG das pessoas; cópia de documento de identidade ou passaporte quando estrangeiro; carta de intenção demonstrando afinidade acadêmica com o tema sob concurso e disponibilidade de trabalhar na Amazônia; e Curriculum Lattes atualizado e devidamente comprovado, em três vias.Haverá entre as etapas de seleção apenas a análise do currículo, avaliando formação acadêmica, produção científica, artística, técnica e cultural dos últimos cinco anos, atividades didáticas e atividades técnico-profissionais e administrativas.

O resultado final será homologado pelo Conselho da Unidade após a realização de todos os procedimentos do concurso e divulgado no site. O prazo de validade do processo seletivo será de um ano.

Por:Redação Integrada

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