Foragido é flagrado “de boas” e tenta enganar a PM

O condenado ainda mostrou um documento falso para escapar, mas não teve jeito. Os policiais o conduziram de volta à cadeia, onde ele cumpria pena de 8 anos por crime de roubo em Belém –  (Foto:| Reprodução)

O Núcleo Regional de Inteligência da Polícia Militar capturou na noite de quarta-feira (14), Anderson Patrick Barbosa Fonseca, que estava foragido da justiça desde 2012.

De acordo com a PM, ele estava em frente à Igreja Assembleia de Deus, localizada na Av. Silvino Santis, na Santa Rosa, Velha Marabá, sudeste paraense, quando foi abordado pela polícia, que já estavam fazendo seu monitoramento.

Ao ser abordado pelos militares, Anderson disse que estava “de boas” no local e apresentou um documento de identidade falso e negou ser foragido da justiça. Ao perceber que o cerco estava se fechando, ele acabou apresentando o documento original.

No Sistema de Informações Penitenciárias (Infopen-PA) constatou-se que Anderson cumpria pena por crime de roubo, em Belém, e estava foragido há oito anos. Dada a voz de prisão, ele foi algemado e encaminhado até a 21ª Seccional de Polícia Civil.

 Com informações Correio de Carajás

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Bolsas de estudo para cursos da área de tecnologia são ofertadas por plataforma educacional

Os cursos são on-line, com aulas ao vivo, e duração de até cinco meses

Cerca de 400 bolsas de estudos com até 100% de desconto estão sendo oferecidas pela Digital House (DH), plataforma educacional para formação em programação e carreiras digitais. As bolsas são oferecidas através do processo da segunda edição do projeto Carreiras Digitais.

Os interessados podem concorrer a uma das vagas nos cursos de Marketing Digital, Gestão de Produtos Digitais, UX, Data Analytics, Data Science, Programação Web Full Stack, Programação Mobile Android e Programação Mobile iOS.

Para participar, basta acessar o site e preencher um formulário e realizar um teste de lógica até o dia 2 de maio.  Todas as bolsas são para a modalidade a distância, com aulas ao vivo, e duração de até cinco meses. Estão aptas ao processo seletivo pessoas com mais de 16 anos, residentes no Brasil, com ensino médio completo ou em andamento.

Os selecionados na primeira etapa participarão de um curso introdutório entre os 4 e 21 de maio, além de um desafio que deverá ser entregue entre os dias 24 e 27. A próxima fase é uma entrevista técnica entre os dias 2 e 30 de junho. Já as aulas têm previsão de início para julho de 2021.

Outras oportunidades de cursos gratuitos para todos os públicos 

Quem não se enquadrar nos cursos oferecidos pelo Digital House pode conferir a lista de instituições que oferecem cursos online gratuitos em diversas áreas do conhecimento para todos os públicos disponibilizada pelo Educa Mais Brasil. As formações listadas podem ser feitas durante todo o ano e são classificadas como cursos livres. Para conferir as opções, basta clicar aqui.

O Educa é uma plataforma privada de incentivo estudantil que também oferece oportunidades para estudo em séries da educação básica ao ensino superior, através de bolsas de estudo em instituições de ensino de todo o país. Os descontos são de até 70%. A inscrição é gratuita e após o término dos cursos não é cobrado nenhum valor adicional do bolsista.
Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Helder diminui toque de recolher na grande Belém e muda bandeiramento de três regiões do Pará

(Foto:Reprodução) – Segundo o governador, medidas foram tomadas devido à diminuição da pressão no sistema de saúde. Além disso, novo decreto permite viagens ao Marajó e amplia o horário de funcionamento de restaurantes e comércios.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MBD) anunciou na noite desta quinta-feira (15) que o toque de recolher no estado, para conter a pandemia de Covid-19, deverá ser reduzido. A partir de agora, a restrição de circulação de pessoas nos municípios que estiverem em bandeiramento vermelho começa às 22h, e não mais às 21h. As medidas devem ser publicadas em uma edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE).

Segundo o governador, a medida foi tomada devido a diminuição da pressão no sistema de saúde.

“Percebemos, nos últimos dias, a diminuição na ocupação de leitos clínicos no estado, assim como a estabilização nos números de ocupação de leitos de UTI. Além disso, houve uma diminuição nas demandas das policlínicas da região metropolitana”, explicou Helder.

Até a noite desta quinta, a Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) informou que 80,8% dos leitos de UTI do estado estão ocupados, assim como 57,8% dos leitos clínicos.

Além das mudanças no toque de recolher, o governador anunciou mudanças no bandeiramento em três regiões do estado. Segundo Barbalho, os municípios que ficam na Calha Norte, no Tapajós e no Baixo Amazonas passam a ser classificados com o bandeiramento laranja, que representa risco médio de contágio pela Covid-19. As demais regiões do estado seguem no bandeiramento vermelho, de alto índice de contágio.

Transporte para o Marajó e ampliação de funcionamento de restaurantes e comércios

O governador também anunciou a autorização das viagens fluviais para a ilha do Marajó. O fluxo de embarcações para o arquipélago estava suspenso desde o dia 29 de março.

Além disso, restaurantes e comércios de rua dos municípios em bandeiramento vermelho podem funcionar por mais tempo. A partir de agora, ambos podem estar abertos até às 21h. Nos municípios em bandeiramento laranja, os horários de funcionamento dependem de decretos municipais.

Por G1 PA — Belém

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Pará- Novo progresso lidera desmatamento no 1º tri e Estado pedem apoio do governo federal

(Foto:Reprodução) – Líder nacional de emissões de gases de efeito estufa, o Pará também é o estado que mais emitiu avisos de desmatamento no Brasil no primeiro trimestre de 2021, de acordo com dados do Deter, ferramenta de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao todo, o Estado acumula 288 quilômetros quadrados no período.

Os três municípios que mais desmataram entre janeiro e março são: Novo Progresso (59,75 km²), Altamira (57,87 km²) e São Félix do Xingu (46,63 km²). Novo Progresso e São Félix do Xingu apresentaram alta de 35,5 e 52,5%, respectivamente. Em Altamira, houve redução de 38,7%.

Os números se referem ao desmatamento e degradação, quando não apenas houve a derrubada de árvores para abertura de áreas, mas também o empobrecimento gradual da floresta devido ao corte seletivo.

“A capacidade dos desmatadores é maior do que a capacidade que se tem de reprimir”

    Mauro O’ de Almeida, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará

Em entrevista à Globo Rural, Mauro O’ de Almeida, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, alega que conseguiu reduzir o desmatamento em 14% nas áreas estaduais em 2020, em comparação com 2019, mas não tem conseguido avançar no combate por falta de apoio do governo federal.

Leia Também:Amazônia: Mourão quer entregar em 2022 desmatamento 16% maior que o do início do governo

“De acordo com Lei Complementar 140 (Lei Complementar 140/2011), a gente tem o dever de fiscalizar aquilo que a gente licencia, e como o Pará tem mais de 60% das áreas federais, nós não íamos dar conta de fazer também nas áreas federais o que fazemos nas estaduais. Nós temos a clareza de que não vamos conseguir baixar o desmatamento sem o apoio do governo federal”, afirma.

O secretário avalia que medidas como a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia, bem como a Operação Verde Brasil, organizada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, não foram suficientes para o comando e controle do desmatamento.

    “Com todo aquele GLO, Verde Brasil, não foi suficiente”

    Mauro O’ de Almeida, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará

“Com todo aquele GLO, Verde Brasil, não foi suficiente. A estratégia era muito cara, utilizava, sobretudo, aeronaves e o dinheiro acabou. A gente fez poucas ações conjuntas, e aí fomos cuidar da nossa parte, das áreas do Estado”, explica Almeida.

A aplicação do dinheiro, segundo ele, precisa ser melhor planejada e destinada. “Para você trabalhar com aeronaves, precisa atuar em municípios com estrutura para recebê-las. Mas os municípios que têm essa estrutura estão longe do desmatamento e aí se gasta muito dinheiro. É preciso mudar essa estratégia”, defende.

O secretário também reconhece que “a capacidade dos desmatadores é maior do que a capacidade que se tem de reprimir, sem que haja operações conjuntas”.

O que acontece no Estado, pela perspectiva de Almeida, faz parte de um processo histórico de ocupação da Amazônia. Uma mudança de cultura precisa ser acompanhada de negócios atrativos e conscientização do produtor rural.

“A partir da ocupação da Amazônia, incentivou-se o desmatamento e a pecuária, e não se observou singularidades da Amazônia e do Pará, em termos de floresta, o que ela representa, como ela se constituía e se preservava, e chegamos até o agora, seja com a mineração, com a agricultura, a pecuária”, diz.

O Estado tem um plano para zerar a emissão líquida de gases de efeito estufa, mas o prazo foi alterado de 2030 para 2036. De olho na Cúpula do Clima, convocada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o secretário almeja que o Brasil assuma uma postura de compreensão sobre as exigências que o mercado internacional tem feito.

 – Desmatamento “Eu espero que o governo federal faça a leitura correta do que está acontecendo no mundo e entenda, definitivamente, que mudanças climáticas e preservação na natureza, combinadas com a nova forma de produção, vieram para ficar e não podem ser negadas. Quanto mais for negada esta realidade, mais a gente vai sofrer”, conclui.

Fonte:Globo Rural/Por: Mariana Grilli com Jornal Folha do Progresso troca titulo

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Equatorial Pará orienta sobre prevenção de acidentes elétricos com o uso do celular

Descargas atmosféricas com o uso inadequado de aparelhos conectados à tomadas podem ser fatais
 Durante a pandemia do novo coronavírus, o entretenimento virtual teve um aumento significativo no mundo todo. Jovens, adultos e até crianças estão cada vez mais conectados ao aparelho celular como uma forma de interagir socialmente. Porém, esse hábito pode trazer sérios danos se não forem tomadas medidas de precaução relacionadas a acidentes elétricos.
Uma estimativa feita pela Equatorial Pará indica que a maioria dos casos desses acidentes relacionados ao uso de aparelhos conectados é causada por falta de conhecimento, distração ou até descasos com as orientações de segurança. A distribuidora alerta para a prevenção desses casos que começam no momento da compra até a utilização dos equipamentos.
Primeiramente, é importante saber que o perigo é causado porque quando um aparelho está ligado na tomada, a bateria aumenta a temperatura automaticamente e ao manuseá-lo, a tendência é superaquecer ainda mais, o que pode levar à explosão.
O executivo de Segurança da Equatorial, Alex Fernandes, explica o porquê do perigo nesses casos.
“Usar o aparelho celular conectado à tomada é altamente perigoso, pois caso aconteça uma descarga da rede elétrica, o usuário correrá sérios riscos de levar um choque. O risco é maior ainda em dias de chuva devido a possíveis descargas elétricas intensas. Esse é um hábito que deve ser evitado por qualquer pessoa”, destaca Alex.
“O alerta começa desde a compra dos equipamentos que precisam passar por uma supervisão do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), para serem comercializados. Os carregadores e cabos devem ser originais do aparelho, pois devido às diferentes configurações de voltagem e amperagem entre os modelos, eles podem oscilar nos equipamentos e causar danos irreversíveis”, finaliza.
Vale ressaltar, que cuidar da rede elétrica doméstica é crucial para evitar qualquer acidente dessa natureza, seja com celulares ou outros equipamentos eletrônicos. É que toda rede elétrica e as tomadas têm um prazo de validade, geralmente de cinco anos. Após esse período, é necessário fazer a manutenção. É muito importante não sobrecarregar a rede da residência.
Outras orientações:
Outro ponto importante é jamais utilizar itens malconservados, como baterias inchadas, com um formato diferente da original, pois elas carregam muitos componentes químicos que podem vazar e causar danos às pessoas.
Também não se pode deixar o celular carregando sobre superfícies em contato com a água, como banheiros e cozinhas, e propícios a incêndios, como as camas, banco do carro, perto de cortinas, objetos de madeira ou outros que propaguem fogo. Escolha superfícies lisas e em locais arejados.
Por:Jornal Folha do Progresso
Fonte: Equatorial Pará – Com Foto

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Garimpeiros que exploram terras indígenas no PA aliciam grupo Munduruku e organizam comitiva para Brasília, diz MPF

MPF recomenda autoridades federais a não negociarem mineração em terras indígenas com garimpeiros de Jacareacanga, no PA — Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal recomendou ministérios e órgãos a não negociarem sobre mineração nas terras protegidas por lei.

Áudios vazados expõem um grupo de garimpeiros que exploram terras indígenas na região de Jacareacanga, sudoeste do Pará, organizando uma comitiva de 102 indígenas da etnia Munduruku para irem até Brasília (DF). O Ministério Público Federal informou que recomendou ministérios e órgãos a não negociarem sobre mineração nas terras protegidas por lei.

Segundo o MPF, o grupo pretende defender a atividade ilegal em encontros com autoridades públicas durante a semana do Dia do Índio, que começa na próxima segunda (19). Para isso, já teriam arrecadado aproximadamente R$100 mil para custear a viagem, segundo fontes locais informaram ao MPF.

Esta semana foi marcada por protestos a favor do garimpo ilegal na cidade. Um acampamento custeado por garimpeiros foi montado para bloquear o acesso à Jacareacanga. Um carro do ICMBio foi bloqueado pelo manifestantes e o MPF questionou se alguma ação de fiscalização foi impedida.

Ainda de acordo com o MPF, as autoridades federais não devem fazer tratativas com a referida comitiva sobre planejamento e operação de ações de repressão e retirada de garimpeiros e mineradores ilegais do território indígena Munduruku. As investigações do órgão apontam que uma minoria indígena foi aliciada para apoiarem a exploração ilegal.

“A comitiva não representa o interesse da maioria da etnia Munduruku, e sim apenas o interesse de mineradores ilegais que aliciaram e financiam o grupo minoritário”, afirma o MPF.

O MPF informou, ainda que, os áudios postados em grupo de garimpeiros “revelam que a estratégia dos criminosos é levar os indígenas a Brasília para barrar operações contra a mineração ilegal, e para pressionar pela aprovação do Projeto de Lei 191/2020, que libera a mineração em terras indígenas”.

‘Matar no ninho’

Em um dos áudios, o líder garimpeiro Vilelú Inácio de Oliveira, conhecido como Vilela, segundo o MPF, afirma, “mais uma vez se vê necessário ir pra Brasília, levar uns dois ônibus lotados de índio, pra que nós podemos tentar reverter esse quadro da Polícia Federal, que tá preparada pra vir aqui dentro da área indígena, junto com o Ibama e Exército, igual veio da outra vez. Dessa vez é ordem judicial, não tem como eles saírem fora”, referindo-se ao processo judicial em que o MPF pede à Justiça Federal decisão para obrigar a atuação de forças federais na região.

“Então se faz necessário ir pra Brasília pra tentar matar esse passarinho no ninho, lá, e também o pedido da PL 191, pra podermos legalizar, aí, nossa atividade dentro da terra indígena”, prossegue Vilela. “A hora é agora, se alguém realmente que não tenha operação na terra indígena, e queira que essa lei seja aprovada, é agora”, conclui.

Na recomendação, o MPF aponta que “permanece em vigor um estado de coisas totalmente ilegal e inconstitucional, em que, de maneira evidente, determinados grupos organizados se sentem à vontade não apenas para incorrer em crimes, como também para aliciar e buscar intervir politicamente nas decisões dos órgãos e entidades de proteção territorial e de prevenção e repressão aos ilícitos ambientais, inclusive para promover atos de violência e interferir na realização da fiscalização ambiental”.

O MPF cita, na recomendação, que a mineração “tem promovido desmatamento, contaminação de rios, tráfico de drogas, prostituição, e a disseminação da Covid-19 nas terras indígenas”.

Sobre o risco da pandemia em território Munduruku, o MPF afirma que a ida da comitiva a Brasília sem respeito a protocolos sanitários também pode representar risco de contaminação pelo novo coronavírus nas aldeias, e por isso recomendou também que ministérios e órgãos públicos orientem os indígenas a retornarem ao território Munduruku.

A recomendação foi enviada à Fundação Nacional do Índio (Funai), à Agência Nacional de Mineração (ANM), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e às secretarias executivas dos ministérios do Meio Ambiente, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Justiça e Segurança Pública, e de Minas e Energia.

Assim que receberem o documento, os ministérios e órgãos destinatários terão 24 horas para apresentar respostas.

Garimpo ilegal gera conflito

A região de Jacareacanga, distante 1.735 km da capital Belém, vive uma situação de conflito entre apoiadores do garimpo ilegal e defensores das terras indígenas.

Por conta disso, o MPF vem fazendo pedidos à Justiça Federal para que forças federais sejam obrigadas a atuar com urgência para impedir ataque violento dos garimpeiros ilegais aos indígenas.

No dia 25 de março, a sede de uma associação de mulheres indígenas da etnia Munduruku foi atacada por garimpeiros e indígenas aliciados, segundo aponta o MPF. Uma campanha de arrecadação foi lançada para reconstruir o espaço. A ONU Direitos Humanos e ONU Mulheres pediu investigação sobre o caso.

jacareEscritório da Associação de mulheres indígenas é atacado em Jacareacanga, no PA — Foto: Divulgação

Em agosto de 2020, uma ação de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) chegou a ser interrompida, após visita do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e da intervenção do Ministério da Defesa.

As circunstâncias da interrupção incluíram suspeitas de vazamento de informações sigilosas e transporte de garimpeiros em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O uso da aeronave também está sendo investigado em dois inquéritos do MPF.

bloqueioAvião da FAB é usado para levar garimpeiros ilegais para reunião com ministro Salles, em Brasília, diz MPF. — Foto: Reprodução / TV Liberal

Por Taymã Carneiro, G1 PA — Belém

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MPE e MPF recomendam medidas de proteção a indígenas contra a Covid-19 no sudeste do PA

(Foto:Reprodução) – Recomendação diz respeito às etnias Atikum, Karajás, Kayapó e Xicrin. Recomendações devem ser respondidas em até cinco dias úteis, segundo os MPs.

Os ministérios públicos Estadual e Federal fizeram uma recomendação conjunta à Secretaria de Saúde do Pará (Sespa), à Fundação Nacional do Índio (Funai), e às prefeituras de oito municípios do estado, pedindo medidas para proteger quatro povos indígenas contra a Covid-19.

A recomendação diz respeito às etnias Atikum, Karajás, Kayapó e Xicrin. Todas ficam no sudeste do Pará.

Entre às ações recomendadas está a elaboração de materiais informativos para orinetar as populações indígenas. Além disso, o documento pede a construção de planos emergenciais para atender as comunidades que registrarem casos de Covid-19.

A recomendação também aponta a necessidade de distribuição de máscaras, luvas, álcool em gel e água sanitária com orientações sobre o uso correto dos materiais.

As recomendações devem ser respondidas em até cinco dias úteis, segundo os MPs.

A Sespa informou que desde o início da pandemia, atua com medidas preventivas junto às populações indígenas em parceria com os distritos sanitários especiais indígenas.

Por G1 PA — Belém

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Corpo de jovem desaparecida é encontrado esquartejado dentro de uma mala

(Foto:Reprodução / Redes Sociais) – O acusado de cometer o crime brutal não explicou as motivações do assassinato

O corpo de uma jovem de 21 anos, que estava desaparecida desde o último dia 8 de abril, foi encontrado dentro uma mala, esquartejado, na quarta-feira (14), em Engenheiro Navarro, em Minas Gerais. Um homem de 34 anos confessou o crime e foi preso pela polícia.

Testemunhas relataram que Cíntia Taís Gomes da Silva foi vista pela última vez em um bar. A vítima teria entrado em um carro desconhecido, que seria do acusado de cometer o crime, próximo à rodoviária da cidade quando desapareceu.

A Polícia Militar conseguiu localizar o corpo da moça após um odor forte chamar a atenção de populares do bairro Douradinha. Os agentes entraram no local e em um dos cômodos da residência, que estava vazia, os restos mortais da jovem foram achados, em sacos plásticos dentro de uma mala.

De acordo com a PM, os agentes procuraram aos arreadores e encontraram o suspeito em um bar jogando sinuca. No momento da abordagem, o homem não hesitou e confessou o crime brutal.

O suspeito contou aos policiais que após buscar Cíntia, teria ido comprar bebida alcoólica e a moça teria feito uso de drogas ilícitas no local do crime. Na sequência, sofreu os efeitos dos entorpecentes em um dos quartos e teve convulsões. O homem disse aos policiais que tentou ajudá-la, mas a jovem veio a óbito.

Para se livrar do corpo e das acusações, ele teria enrolado o corpo da vítima em um colchão e foi até o supermercado comprar os sacos plásticos. Ao retornar a casa, ele teria a esquartejado e tentado de desfazer das provas.

O corpo da vítima foi encaminhando ao IML (Instituto Médico Legal) de Montes Claros e a polícia aguarda o resultado da necrópsia.

Com informações do portal BHAZ

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Polícia identifica dois jovens executados em Parauapebas

Os dois jovens executados a bala por homens que estavam em um carro prata (Foto:Reprodução / Site Pebinha de Açúcar)

Eles foram mortos a tiros no bairro Guanabara por homens em um carro prata

Os dois jovens executados nesta quarta-feira (14) às proximidades da Escola Municipal Faruk Salmen, no bairro Guanabara, em Parauapebas, foram identificados como Leonardo de Jesus Oliveira, 22 anos, e Raimundo Nonato Peixoto, de 24 anos. Eles foram mortos por volta de 20h por homens que estavam em um carro prata, no município do sudeste estadual.

De acordo com a Divisão de Homicídios, da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, os homens balearam e mataram os dois. Os agentes de segurança pública já iniciaram as investigações para tentar identificar os responsáveis pelos crimes, que chamou a atenção em Parauapebas.

Por:Redação Integrada com informações do site Pebinha de Açúcar

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Mãe abandona menino de cerca de 2 meses em quarto de hotel

O Conselho Tutelar de Redenção foi acionado para resgatar o bebê (Foto:Reprodução / Correio de Carajás)

Ele passou por avaliação médica e foi enviado a um espaço de acolhimento

Um bebê foi abandonado pela mãe em um quarto de hotel, às proximidades da Rodoviária de Redenção, no sul do Pará, nesta quarta-feira (14). A criança é do sexo masculino e tem aproximadamente dois meses de vida.

A mãe saiu na noite anterior e até o dia seguinte não havia retornado. A mulher não foi identificada, embora todos os hotéis sejam obrigados por lei a manter preenchida a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes, onde deve estar registrados o nome, documento de identidade, nacionalidade, procedência, dentre outras informações.

O hotel informou o caso à Polícia Militar, que constatou o abandono e acionou o Conselho Tutelar para resgatar o bebê, que foi avaliado pelos médicos e enviado a um espaço de acolhimento da cidade para receber os cuidados necessários.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil de Redenção, que investiga a identidade e o paradeiro da mãe e do pai da criança, que serão responsabilizados por abandono de incapaz.

Por:Redação Integrada com informações do site Correio de Carajás

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