Prova de vida do INSS volta a ser obrigatória a partir de hoje

(Foto:Reprodução) – Procedimento evita fraudes e garante pagamento do benefício

A partir de hoje (1º), a prova de vida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que moram no Brasil volta a ser obrigatória. A exigência estava suspensa desde maio de 2020 por causa da pandemia de covid-19 e não causava a suspensão do benefício. Com o retorno da obrigatoriedade, os aposentados e pensionistas que não realizarem a confirmação do cadastro terão o benefício suspenso.

A prova de vida é obrigatória para todos que recebem benefícios por meio de conta-corrente, poupança ou cartão magnético. De acordo com o INSS, cerca de 36 milhões de beneficiários devem realizar a prova de vida anualmente para continuar a receber. O procedimento serve para evitar fraudes e garante a manutenção do pagamento.

“É importante que os segurados que não fizeram a prova de vida, realizada uma vez por ano, façam o procedimento”, destacou o INSS.

De acordo com a Portaria 1.299, que retomou a obrigatoriedade da prova de vida para os residentes no Brasil, ela começará com os benefícios em que não houve a realização por nenhum canal disponibilizado para esse procedimento. Eles integram o primeiro lote do processo de comprovação de vida por biometria facial.

Esses beneficiários selecionados para fazer a prova de vida por biometria facial e que ainda não realizaram o procedimento, devem fazê-lo pelo aplicativo Meu Gov.br ou Meu INSS, disponível para baixar na Play Store e na Apple Store. Após realizar a prova de vida por biometria facial, o segurado pode consultar o resultado pelo Meu INSS.

Os segurados aptos a realizar o procedimento online, serão informados por SMS no celular, ou ainda por e-mail, ou aplicativo Meu INSS. O instituto alerta que enviará o SMS somente pelo número 280-41, qualquer outra mensagem referente à prova de vida de outro número deve ser desconsiderada.

“O INSS identificou cerca de 160 mil beneficiários que deveriam ter feito a prova em fevereiro de 2020.  Esses beneficiários podem fazer o procedimento de forma remota nos aplicativos Meu INSS e Meu gov.br, evitando dessa forma o bloqueio de seus benefícios”.

Além dos aplicativos Meu Gov.br e Meu INSS, alguns bancos permitem que a prova de vida seja feita por meio de biometria, nos caixas eletrônicos ou nos seus próprios aplicativos.

Também é possível realizar a prova de vida normalmente em uma agência do banco em que recebe o benefício. Nesse caso, o segurado deverá levar um documento de identidade com foto. Esse documento pode ser o RG, a carteira de motorista ou a Carteira de Trabalho.

Para evitar aglomerações nas agências, o INSS elaborou um calendário. O cronograma começa em junho para quem deveria ter feito a prova de vida em março e abril de 2020. No mês seguinte, julho, para os beneficiários que deveriam ter feito a prova de vida em maio e junho. O calendário segue até dezembro com a prova de vida para quem deveria ter feito em março e abril de 2021.

Os beneficiários que têm dúvida sobre a realização da prova de vida ou dificuldade de locomoção podem buscar ainda atendimento pela Central 135 e agendar a visita de um servidor do INSS. A central funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Também é possível cadastrar uma pessoa como procuradora para realizar o exame. Essa opção, contudo, somente está disponível para os beneficiários que têm dificuldade de locomoção. O procedimento deve ser feito pelo aplicativo Meu INSS.O instituto informou ainda que para os beneficiários residentes no exterior, a “retomada do processo de bloqueio dos créditos, suspensão e cessação dos benefícios por falta de comprovação de vida” será divulgada em outra portaria.

Por:Agência Brasil

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Cabo submarino Brasil-Europa inaugura na terça-feira (1º)

Cabo liga Brasil ao continente europeu | Foto:Reprodução

Uma das principais vantagens do cabo, apontada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, é o fato de as informações não precisarem passar pelos Estados Unidos para chegarem na Europa.

A história dos cabos submarinos que levam informações entre países e continentes não é nova. No Brasil, o primeiro cabo submarino foi construído em 1857, para uma indústria de telégrafos. Agora, no século 21, essa história ganhou um novo capítulo, obviamente mais moderno.

O primeiro cabo submarino de alta capacidade que liga o Brasil ao continente europeu vai começar a funcionar na próxima terça-feira (1º).

O cabo construído pela EllaLink conta com apoio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e teve o custo estimado em US$ 185 milhões, ou seja, quase um bilhão de reais. O equipamento deve conectar Fortaleza, no Brasil, com Sines, em Portugal, com passagens ainda pela Guiana Francesa, Ilha da Madeira, Ilhas Canárias e Cabo Verde.

Cabo submarino brasileiro

Uma das principais vantagens do cabo, apontada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, é o fato de as informações não precisarem passar pelos Estados Unidos para chegarem na Europa, como ocorre atualmente com a maior parte das transmissões. No total, o cabo submarino possui 6 mil quilômetros de extensão.

A EllaLink diz que o sistema garante “acesso de alta qualidade aos serviços e aplicações de telecomunicações, por meio de uma conexão direta de alta velocidade e baixíssima latência”. A infraestrutura será usada para educação e pesquisa, mas também para serviços e nuvem e negócios digitais.

A empresa diz que o cabo é capaz de reduzir em 50% a latência da conexão atual. Além da rota pela água, conexões por terra devem ligar o cabo a estados como São Paulo e Rio de Janeiro. Além de Madrid, na Espanha e Marselha, na França.

O projeto do cabo submarino começou a ser pensado em 2013 e o processo de construção teve início em 2018.

Com informações do UOL

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Policial Federal morre após viatura cair em rio no Pará

(Foto:Reprodução/WhatsApp) – Três agentes federais voltavam de Santarém rumo à Altamira pela BR-230, a Rodovia Transamazônica, quando o carro despencou no curso d’água. Um deles não sobreviveu e dois foram encaminhados para o Hospital Regional Público da Transamazônica.

Um grave acidente com uma equipe da Polícia Federal foi registrado nesta segunda-feira (31), em Altamira, na região do Xingu, no Pará. De acordo com testemunhas, viatura policial transportada três agentes federais, e o acidente ocorreu na altura do km 160 da BR-230, a Rodovia Transamazônica, entre os municípios de Uruará e Medicilândia.

A viatura da corporação estava deslocando de Santarém para Altamira, quando caiu em um rio. Os policiais envolvidos no acidente residem em Altamira e estavam voltando de um curso em Santarém, no Oeste do Pará.

Duas vítimas foram socorridas às pressas e encaminhadas para o Hospital Regional da Transamazônica, em Altamira. Já um o outro agente, identificado como Felipe Freitas Custódio, não conseguiu sair do veículo e morreu preso nas ferragens.

acidenteImagens do acidente Reprodução/WhatsApp

Por: DOL

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Vacinação de gado é prorrogada até 30 de junho

Pará segue vacinando contra a aftosa | Foto:Sidney Oliveira/ Agência Pará

A Adepará objetiva atingir um alto índice de vacinação contra a doença para cumprir com o Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa)

Autorizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Agência de Defesa Agropecuária do Pará prorrogou o prazo para conclusão da vacinação contra a febre aftosa em bovinos e bubalinos etapa maio de 2021. O novo período vai até o dia 30 de junho para aquisição e vacinação e até dia 15 de julho a notificação. O produtor deve realizar a vacinação e notificá-la à Adepará.

A prorrogação do prazo foi necessária em razão da falta de vacinas em alguns municípios, e para o alcance da melhor cobertura vacinal do rebanho e também por conta das condições climáticas do Baixo Amazonas.

A Adepará objetiva atingir um alto índice de vacinação contra a doença para cumprir com o Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), que visa a retirada da vacinação a fim de expandir as áreas livres de aftosa sem vacinação e gerar benefícios econômicos ao País.

“A união dos esforços públicos e privados, a infraestrutura dos serviços veterinários e os fundamentos técnicos são a base para a conquista. O objetivo agora é que o Pará como outros estados  possa retirar a vacinação contra a febre aftosa  e comprovar um eficiente sistema de defesa sanitário animal”, disse a gerente de Defesa Animal da Adepará, Melanie Castro.

Notificação –  A Adepará também alerta para um procedimento importante no processo de vacinação: a comprovação. O produtor deve comparecer ao escritório da Adepará em que a sua propriedade esteja localizada, portando a nota fiscal da compra das vacinas e a relação do rebanho com a quantidade de animais, faixa etária e espécie trabalhada.

Devido à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), a notificação pode também ser realizada via internet, pelo Sistema de Integração Agropecuária (Siapec3), que está disponível para acesso no site da Adepará.

Por: ( Agência Pará )

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Brasil registra 16,5 milhões de casos e 462,7 mil mortes por covid-19

(Foto:Reprodução) –  Total de recuperados desde o início da pandemia já soma 14.964.631

O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia chegou 16.545.554. Nas últimas 24 horas, foram registrados 30.434 casos de covid-19. Ontem, o painel de informações do Ministério da Saúde trazia 16.515.120 casos acumulados. O país tem ainda 1.118.132 casos ativos, em acompanhamento.

Já o total de pessoas que não resistiram à covid-19 alcançou 462.791. Entre ontem e hoje, foram confirmadas 860 mortes resultantes da pandemia. Ontem, o número de óbitos estava em 461.931.

Ainda há 3.799 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

O número de pessoas que pegaram covid-19 e se recuperaram desde o início da pandemia atingiu 14.964.631. Isso corresponde a 90,4% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números estão no balanço diário do Ministério da Saúde sobre a pandemia, divulgado na noite desta segunda-feira (31). A atualização é produzida a partir de informações disponibilizadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.
Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (111.374). Em seguida vêm Rio de Janeiro (50.584), Minas Gerais (40.497), Rio Grande do Sul (28.192) e Paraná (26.421). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.635), Acre (1.662), Amapá (1.696), Tocantins (2.877) e Alagoas (4.751).
Vacinação

Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 96,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 62,9 milhões de doses, sendo 42,9 milhões da primeira dose e 20 milhões da segunda dose.

Por:Agência Brasil

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Acidente grave deixa três mortos e dois feridos, quase todos da mesma família, em Santarém

Carros ficaram completamente destruídos após a colisão (Foto:Reprodução)

Colisão entre os dois veículos teria sido causado por avanço de preferencial, na rodovia Dr. Everaldo Martins. Casal morreu e dois filhos adolescentes ficaram feridos

Três pessoas morreram e outras duas ficaram feridas após um grave acidente na rodovia Dr. Everaldo Martins, em Santarém, oeste do Pará, na tarde deste domingo (30). As vítimas fatais são um empresário do ramo de alimentação, identificado apenas como “Dedé”, e o casal Pedro Silva e Ana Lúcia Mota da Silva, de 64 anos. Os dois filhos adolescentes do casal também estavam no carro e foram socorridos e levados para o Hospital Municipal de Santarém (HMS).

Testemunhas disseram à polícia que a colisão entre os dois veículos aconteceu quando um dos motoristas avançou a preferencial e colidiu violentamente contra o outro carro, que vinha no sentido contrário. O acidente foi na altura do Km 13, próximo à entrada da comunidade de Ponta de Pedras.

Com o impacto, “Dedé” e Pedro Silva morreram na hora. Já Ana Lúcia foi socorrida com vida e encaminhada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Os dois filhos do casal, Taina Mota da Silva, de 16 anos, e William Mota da Silva, de 15 anos, também foram socorridos e permanecem internados. Ainda não há maiores informações sobre o estado de saúde dos dois.

Por:Redação Integrada (com informações do Giro Portal)

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Justiça determina retorno de forças de segurança a Jacareacanga (PA)

Indígenas da etnia Munduruku estão sob ataque de garimpeiros no município –  (Foto:Tomaz Silva / Agência Brasil)

A Justiça Federal determinou, no sábado (29), o retorno das forças federais para o município de Jacareacanga (PA), mantendo efetivo de segurança pública na área onde indígenas Munduruku estão sob ataque de garimpeiros. O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que a Força Nacional de Segurança Pública já está atuando no município, próximo às Terras Indígenas Munduruku e Sai Cinza, em cumprimento da decisão.

A decisão judicial atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF), após uma semana de ataques de garimpeiros ilegais contra agentes da Polícia Federal (PF) e aldeias Munduruku. A casa de uma liderança que se opõe à atividade garimpeira nas terras indígenas foi incendiada no dia 26 e outros líderes indígenas estão ameaçados. Segundo MPF, na sexta (28), foram registradas novas ameaças contra as lideranças contrárias ao garimpo ilegal.

“Devem as forças de segurança pública Federais, e as Forças Armadas, impedirem novas invasões das Terras Indígenas Munduruku e Sai Cinza, e atos criminosos na área urbana do município de Jacareacanga. Com foco especial nas seguintes localidades: Aldeia Pombal, Aldeia Santa Cruz, Aldeia Katõ, Aldeia Missão Cururu e Aldeia Poxorebem, identificadas, no momento como focos de maior tensão, sob pena de multa diária de R$ 50 mil”, determinou a Justiça.

O juiz Ilan Presser determinou que o governo federal garanta a segurança do povo Munduruku e dos demais habitantes do município. A decisão afirma ainda que “a situação no município de Jacareacanga, após a deflagração da operação ‘Mundurukânia’, pela Polícia Federal e pelo Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], à repressão de garimpos clandestinos, é de balbúrdia e desordem. Os atentados contínuos ao patrimônio público, e à integridade física de lideranças indígenas, demonstram que a retirada das forças federais da região se revelou prematura”.
Operação Mundurukânia

A PF deflagrou na última segunda-feira (25) a operação Mundurukânia em cumprimento às medidas solicitadas pelo Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de combater a prática clandestina de garimpos nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza. No dia seguinte, durante a continuidade das ações, as forças de segurança foram surpreendidas por garimpeiros, que protestaram contra a operação. Segundo a PF, os manifestantes tentaram invadir a base da operação e depredar patrimônio da União, aeronaves e equipamentos policiais.

Ainda na terça-feira (26), lideranças indígenas denunciaram ataques de garimpeiros contra as comunidades. “Homens armados, que exibiam galões de gasolina, invadiram a aldeia da TI Munduruku onde se encontrava Maria Leusa Munduruku, coordenadora da Associação das Mulheres Munduruku Wakoborũn (organização que vem sendo atacada por denunciar os garimpeiros) e incendiaram sua casa”, denunciou a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Na quinta-feira (27), MPF divulgou nota dizendo que, mesmo com a escalada de violência, as forças federais e estaduais tinham se retirado da região. Na ocasião, o órgão disparou ofícios para autoridades federais e estaduais requisitando reforço na segurança pública na região de Jacareacanga e proteção para lideranças ameaçadas por garimpeiros.

Em manifesto do povo Munkuruku, divulgado pela Apib na sexta-feira (28), os indígenas disseram estar indignados com a saída da Polícia Federal da região. “Exigimos que se mantenha essa operação contra o garimpo ilegal e que as forças de segurança retornem para expulsar todos os garimpeiros que ainda estão dentro de nossa área e garantir a segurança de nosso povo. Os garimpos não foram fechados e nossas aldeias e lideranças continuam sendo atacadas e ameaçadas”, diz o manifesto.

As lideranças denunciaram que estão sendo ameaçadas, além de os indígenas estarem morrendo envenenados pelo mercúrio e correndo risco de serem assassinados pelos garimpeiros. “Os garimpeiros protestaram e atacaram as Forças Nacionais de Segurança e depois disso a operação foi retirada, todos saíram de nossa região. A operação que devia acabar com o garimpo ilegal acabou obedecendo aos garimpeiros que atuam na ilegalidade e pararam a operação”, acrescenta o manifesto.

De acordo com a Polícia Federal, o plano operacional estabelecido na Operação Mundurukânia foi cumprido em sua integralidade, durante os dias previamente fixados para o atingimento dos objetivos da ação, não havendo supressão nem suspensão da operação. “A PF está ciente dos ataques a residência de lideranças indígenas contrárias ao garimpo e instaurou inquérito policial para apuração de responsabilidade”, divulgou em nota, também na sexta-feira (28).

Leia Também:Campanha busca reconstruir casas incendiadas por garimpeiros em Jacareacanga

Por:Agência Brasil

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Conta de energia ficará mais cara em junho

Pará registra alta de 14% no consumo de energia na primeira quinzena de maio –  (Foto:Ueslei Marcelino / Reuters)

A partir de junho a conta de energia elétrica dos paraenses ficará mais cara, atingindo a taxa mais alta de cobrança, a bandeira vermelha patamar 2, em que a população passará a pagar R$ 6,24 para cada 100 KwH consumidos, segundo divulgou na última sexta-feira, 28, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O motivo dessa mudança de bandeiramento é o período de estiagem no qual os principais  reservatórios elétricos do País se encontram com os mais baixos níveis de capacidade. Isso efetivamente quer dizer que há uma redução na geração das usinas hidroelétricas, sendo necessário o acionamento de mais usinas térmicas, a energia mais cara utilizada.

No Pará, esse aumento acontece no mesmo momento em que se inicia o verão amazônico – conhecido por marcar as temperaturas mais altas de todo o ano – e as pessoas fazem uso de ar-condicionados e ventiladores mais constantemente para amenizar o calor.

O presidente do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica do Pará (Cosepa), Carlindo Lins, 73, explica que o uso das tarifas é uma forma que o Governo utiliza para alertar a população a reduzir o consumo de energia de forma que não seja preciso uma intervenção mais drástica, como o racionamento em todo o País ou parte dele. “Em tese, o Governo sobe o preço para que a população tenha um maior controle, essa é a finalidade, para não acontecer o mesmo que houve em 2001, quando a energia teve que ser racionada, porque não tinha o suficiente para fornecer para todo o País. Então onde não se está querendo chegar é no racionamento, para isso, sobe-se o preço da energia, para que a população passe a ter um controle maior do seu consumo. Cada um dando a sua pequena contribuição, talvez vá compensar essa diferença que está aí hoje pendente, evitando que se chegue numa situação mais desfavorável”, explica Carlindo.

Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (Ccee) apontam uma alta de 14% no consumo de energia no Pará – o equivalente a 2.737 megawatts médios do Sistema Interligado Nacional (SIN) -, na primeira quinzena de maio, na comparação com o mesmo período do ano passado. O Estado registra a maior taxa da região Norte e está acima da média nacional, que é de 10,5%. A pesquisa indica um aumento constante no consumo paraense há mais de seis meses e revela que esses resultados foram influenciados pelo aumento do consumo do segmento de Metalurgia e Produtos de Metal, que representa 44% do total do consumo do Estado e cresceu 32% no período. Os cinco maiores consumidores livres do Pará consumiram, em média, 20% a mais na comparação de abril de 2021 com 2020.

Águeda Costa, professora de geografia, recentemente se aposentou e viu a sua conta de energia aumentar agora que passa mais tempo em casa. Com o aumento da tarifa de energia elétrica ela se vê sem muitas opções para reduzir ainda mais seu consumo. “Entendo as questões climáticas que contribuem para o aumento da tarifa na energia elétrica, porém no atual contexto é bem complicado, porque estamos atravessando uma crise econômica grave, principalmente no aumento do preço da cesta básica, gás e gasolina, o que irá afetar ainda mais o orçamento familiar. Com a chegada do verão isso complica ainda mais em nossa cidade, não tem mais onde evitarmos o consumo diário”, afirma a professora.

Laís Pantoja, 25, é advogada e está trabalhando de home office durante a pandemia, conta que já adotava medidas para reduzir o consumo doméstico desde quando passou a trabalhar de casa e, consequentemente, consumir mais energia. “Eu passo o dia inteiro em casa, eu trabalho de casa, eu estudo em casa, então o que eu faço é tirar da tomada todos os eletrodomésticos e eletroeletrônicos que não estão sendo usados, porque já me informaram que quando aquele produto não estiver ligado, o ideal é seja retirado da tomada para não ficar passando energia. Quando eu saio dos cômodos, desligo imediatamente as luzes e o ventilador. Eu fico sempre atenta também se tem algum eletrodoméstico muito velho para trocar, porque eles também consomem muita energia e cada aparelho tem sua tomada própria para evitar consumo excessivo”, comenta Laís.

Com o aumento da tarifa de energia elétrica no País, a advogada já está pensando em novas maneiras de reduzir ainda mais seu consumo diário. “Antigamente, eu ligava o ar-condicionado às 22h e desligava às 03h, mas agora a minha estratégia vai ser ligar o ar apenas na hora que eu deitar para dormir. Essa é uma forma que a gente tá pensando em fazer para ter alguma economia, já que o ventilador não dá para abdicar dele no verão aqui de Belém, relata a jovem.

De acordo com especialistas, pequenas mudanças nos hábitos domésticos podem gerar uma boa redução na conta de energia. Os grandes vilões da fatura de luz são: o chuveiro elétrico e o ar-condicionado. É o que aponta a distribuidora de energia no Pará, Equatorial Energia, que separou algumas dicas importantes para reduzir o consumo, sem deixar de lado o conforto de aparelhos que ajudam a amenizar o calor intenso do período. “Nós sabemos que o verão aqui no Pará tem tido temperaturas cada vez mais altas, e com a família em casa, fica ainda mais difícil reduzir o consumo. Por isso, nossa orientação é que se inicie com mudanças simples, como apagar a luz ao sair de um cômodo, até que se torne rotina. Aos poucos, insira novos hábitos para que toda a família coopere com a mudança”, indica o Gerente da área de relacionamento com o cliente da Equatorial Pará, Gilliard Vaz.
Ar-condicionado:

-Utilizá-lo sempre com as portas e janelas fechadas para manter a temperatura e evitar que o ar frio se dissipe.

-Deve-se regular a temperatura do aparelho para a média de 22º e preferir os aparelhos que tenham a tecnologia inverter, que faz disparos automáticos do motor conforme a necessidade do ambiente.

-O filtro do ar deve estar sempre limpo, pois muitas impurezas se acumulam no local, o que acaba sobrecarregando o equipamento e, consequentemente, exigindo mais energia para o funcionamento.
Confira outras dicas que também podem ajudar na redução do consumo diário de energia:

– Evite dormir com a televisão ligada;

– Troque as lâmpadas fluorescentes pela versão de LED;

– Dê preferência aos equipamentos com etiqueta A do Selo Procel, que são os mais econômicos da categoria;

– Desligue ou tire da tomada os eletrodomésticos que não estiverem em uso;

– Não utilize a parte traseira do refrigerador para secar panos e roupas e o mantenha distante da parede, conforme instruções do manual;

– Evite abrir e fechar a porta da geladeira muitas vezes, e evite colocar comidas quentes

– Utilize a capacidade máxima da máquina de lavar.

-Evite ligar a máquina de lavar e o ferro de passar roupas o tempo todo, acumule uma grande quantidade de peças para lavar e passar de uma só vez.

Por:Debora Soares

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Publicação:N° 368/2021 – PEDREIRA VALE DO CURUA EIRELI

editalPEDREIRA VALE DO CURUA EIRELI, inscrita no CNPJ: 07.330.893/0001-82, situada na Vicinal Celeste, SN, KM 02, Zona Industrial, Novo Progresso, torna público que recebeu da a SEMMA/NP a LO de N°013/2021, para a sua atividade.

 

Publicado dia 01 de Junho de 2021 às 10:51:05, por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




TIM abre oportunidade para empreendedores no Pará

Os serviços de telecomunicação se tornaram ainda mais essenciais durante o período de distanciamento social. Para estar ainda mais próxima dos clientes e atender à alta da demanda, a TIM está buscando parceiros comerciais para abertura de novas lojas no Pará.

A prioridade, neste momento, é a expansão nos municípios de Altamira, Castanhal e Cametá. Hoje, a companhia possui 14 unidades no estado. A expectativa é encerrar o ano com mais sete lojas parceiras da TIM no Pará.

Para os interessados em fazer parte do negócio, a oportunidade é para empreendedores com foco em tecnologia e inovação, que tenham perfil de investidor e que já possuam ou tenham disponibilidade para abertura de CNPJ.

Vale destacar que as lojas parceiras da TIM precisam ter uma equipe formada a partir de três funcionários, a depender do tamanho e da localização do espaço.  Entre os benefícios oferecidos pela operadora estão o apoio ao desenvolvimento do negócio, programa de treinamento e reciclagem e visibilidade da marca. Os interessados devem fazer contato pelo e-mail atmiranda@timbrasil.com.br

Fonte:Assessoria de Imprensa/Tim

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