Homem morre após confronto com policiais militares em Canaã dos Carajás (PA)

(Foto:Reprodução) – Francisco da Conceição Lira, de 23 anos, teria atirado contra agentes e foi alvejado. Ele foi socorrido, mas estava morto ao chegar no hospital.

Francisco da Conceição Lira, de 23 anos, morreu durante um confronto com policiais militares em Canaã dos Carajás, no sudeste paraense. Segundo o relato policial, ele estava armado com um revólver calibre 38, teria atirado contra os agentes e foi alvejado. O caso ocorreu pouco depois de meia-noite, na última segunda-feira (31).

Foi por meio de uma denúncia anônima que uma guarnição da Polícia Militar chegou ao paradeiro de Francisco. Segundo testemunhas, o jovem teria sacado a arma para assaltar funcionários de uma empresa que presta serviço para uma mineradora. As vítimas esperavam o ônibus que as levaria para o trabalho.

Ao perceber a aproximação dos policiais, o suspeito tentou fugir, mas já havia sido cercado. Foi neste momento que ele teria atirado contra os militares. Um dos policiais revidou e alvejou Francisco. O jovem foi socorrido pelos próprios policiais e encaminhado até o Hospital Municipal, onde o médico de plantão constatou o óbito.

A arma do suspeito foi apreendida. No revólver havia uma munição deflagrada e três intactas. Tudo foi apresentado na Delegacia da cidade. As informações são do Correio de Carajás.

Por:Redação Integrada

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Modelo diz que sexo 10 vezes ao dia a deixa mais jovem: ‘Nada melhor que um orgasmo’

(Foto:Reprodução: Instagram) – Stephanie Palomares afirma que a prática a mantém em forma e a ter uma pele sempre boa.

A modelo Stephanie Palomares, de 27 anos, que mora em Las Vegas, Nevada (EUA), falou que costuma fazer sexo 10 vezes por dia quando está em um relacionamento sério. De acordo com ela, ainda que considerada exagerada, essa prática a ajudou a ter uma aparência jovem por mais tempo que o normal.

 

“Nada é melhor para o corpo e para a mente do que um orgasmo. Fazer sexo me fez parecer e me sentir mais jovem. Transar me mantém em forma e faz meu sangue chegar com mais força em todo o meu corpo, da ponta dos pés ao topo da minha cabeça. É por isso que minha pele sempre está tão boa”, afirma ela.

E também comentou sobre quando está em um relacionamento. “Quando estou namorando, faço sexo de seis a 10 vezes em um único dia. isso me ajuda de todas as maneiras e me deixa sempre otimista e feliz. Além disso, o estresse pode causar rugas, e fazendo sexo não tenho esse problema”, confessou Stephanie.

 

Na entrevista, a modelo revelou alguns detalhes íntimos sobre suas aventuras na “hora H”. “O lugar mais louco onde já fiz sexo foi no banheiro público do restaurante de hotel de luxo”, revelou.

“Eu e meu namorado transamos o dia todo e fomos ao restaurante para comer. Chegando lá, tivemos que dar uma escapadinha. Uma outra vez, deixamos a família em casa numa festa e fomos para dentro do carro, na garagem, para fazer sexo”, disse ela, e ainda contou que os dois foram pegos em flagrante pela mãe do rapaz.

“Ele ficou com vergonha, mas eu não achei nada demais. Porque nós não deveríamos estar fazendo sexo?”, ressaltou. Solteira no momento, Stephanie disse que costuma sair e paquerar, mas que só considera a relação um namoro quando ganha um anel de compromisso.

 

Com informações do UOL

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Trabalho escravo: Criança destaque na escola é resgatada em condição degradante com a mãe, em Novo Progresso (PA)

(Foto: Ministério Público do Trabalho) – Com escolas fechadas, cozinheira mãe de dois filhos perdeu emprego e acabou aceitando uma proposta ‘de trabalho’ que foi considerado análogo ao escravo em fazenda de pecuária em Novo Progresso (PA)

Sem água, sem banheiro, sem cama. Um barraco de lona cercado de mato, sem qualquer proteção contra cobras e animais selvagens. Quando chovia, o chão de terra era alagado pelo córrego que passava logo atrás. Para matar a sede, era preciso pegar água de uma cisterna – imprópria para o consumo humano.

Era assim que Gisele* estava sobrevivendo e trabalhando como cozinheira quando foi resgatada em condições consideradas análogas à escravidão, em uma fazenda em Novo Progresso, no Pará. Pior: seus filhos, de 9 e 10 anos, estavam com ela, vivendo havia quatro meses nas mesmas condições degradantes. O menino mais velho, que brincava com um trator de plástico no barraco, há três anos era destaque na escola, participando do projeto Soletrando da Secretaria Municipal de Educação. A mãe guarda o certificado até hoje.

criançaFilhos de Gisele também passaram quatro meses em condições degradantes; o menino mais velho, que brincava com um trator de plástico no barraco, costumava a ser destaque na escola (Foto: Ministério Público do Trabalho)

O talento do garoto foi um dos pontos que ela citou em seu depoimento aos auditores fiscais e procuradores do Trabalho após ser resgatada. Gisele estudou só até os 12 anos. O filho dela chegou a participar de programas de educação e hoje está sendo retirado desta situação – “um grande retrocesso social”, na opinião do procurador do Ministério Público (MPT) do Pará, Allan de Miranda Bruno. “Inadmissível encontrar, em 2021, duas crianças que compartilhavam com trabalhadores toda indignidade que configura o trabalho escravo contemporâneo”, afirmou o procurador.

Juntamente com Gisele e os filhos, foram resgatados cinco homens, que também ficavam abrigados no barraco de lona. Eles haviam sido subcontratados para fazer a cerca no local, supostamente para conter gado. A família e outros trabalhadores do grupo ficaram no local de 13 de dezembro de 2020 a 24 de abril deste ano, quando ocorreu a operação, fruto de uma denúncia. A ação reuniu esforços do MPT, Ministério da Economia (por meio da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo), Defensoria Pública da União e Polícia Federal.

Sem escola na pandemia

Gisele havia aceitado o trabalho porque foi o único serviço que permitiu que ela levasse os filhos. Ela costumava trabalhar como diarista mas foi demitida no início da pandemia. A escola das crianças fechou as portas e, com um menino e uma menina a tiracolo, os patrões não aceitaram. Sem família na cidade, não tinha com quem deixá-los – o pai não convive com as crianças há anos. O auxílio emergencial salvou a família por uns meses até ser suspenso e depois reduzido.

As escolas particulares de Novo Progresso retomaram as aulas, mas não há previsão de as públicas voltarem com as aulas presenciais. Conforme informou a Secretaria Municipal de Educação, as atividades escolares são entregues impressas junto com o kit alimentação ou por WhatsApp. No barraco insalubre, os filhos de Gisele mal conseguiram acessar as tarefas.

A propriedade rural chamada de Fazenda Casa Verde não era registrada oficialmente e encontrava-se em uma área embargada pelo Ibama (Foto: Ministério Público do Trabalho)

Nos registros fotográficos do dia do resgate, é possível ver um caderno e alguns brinquedos das crianças, próximo das embalagens de agrotóxico, motosserra, galões de óleo diesel e até um trator de verdade — parecido com aquele de plástico do menino.

‘Vai dando medo’

Em conversa com Repórter Brasil, pouco mais de duas semanas depois do resgate, Gisele contou que chegou a procurar novamente o homem que foi autuado por escravizá-la porque não sabia o que fazer sem perspectivas de trabalho.

“Pelo menos lá eu estava trabalhando e tinha comida”, afirmou Gisele. A educação dos pequenos já foi a prioridade, mas agora era se alimentar, e um único dia [sem alimento garantido] era muito tempo para eles.

“Eu estou estressada, não consigo nada. Tenho contas pra pagar. Cada dia que passa, vai dando medo”. São gastos como remédios para tratar inflamações de garganta recorrentes e doenças que os dois irmãos pegaram por conta da água suja da cisterna.

No barraco de lona, filhos de Gisele ficavam ao lado de embalagens de agrotóxico, motosserra e galões de óleo diesel (Foto: Ministério Público do Trabalho)

Aos trabalhadores resgatados é previsto o pagamento de seguro-desemprego por três meses. Na audiência judicial para ajustamento de conduta com o empregador, eles receberam as verbas rescisórias e ainda seriam indenizados, cada um, em R$10,5 mil.

Como ainda não tinha recebido tudo, Gisele relatou temer seu futuro e o das crianças sem trabalho. “Para receber o dinheiro tive que viajar com as crianças até outra cidade porque não tinha conta na Caixa (banco) e gastei muito”.

Os fiscais identificaram um empregador direto, Denis Rodrigo Palhares, que foi responsabilizado pelas condições analogias à escravidão, mas ele negou que sabia das condições degradantes e das crianças no local. Nenhum dos trabalhadores tinha carteira assinada. A reportagem entrou em contato com Palhares via email e por meio do advogado que o representou no início do processo, mas não houve resposta.

Grilagem

De acordo com levantamento dos fiscais, a propriedade rural chamada de Fazenda Casa Verde não era registrada oficialmente, podendo ser uma área que estava sendo cercada de maneira ilegal [grilada] para venda e atividades agropecuárias. Segundo a investigação, a fazenda encontrava-se em uma área embargada pelo Ibama.

Trabalho análogo ao de escravo foi determinado também pela total ausência de banheiros e água potável na fazenda onde o grupo foi resgatado (Foto: Ministério Público do Trabalho)

Quase divisa com Mato Grosso, em região de difícil acesso, só foi possível que os fiscais chegassem ao barracão andando a pé por uma trilha, ao final de uma estrada de terra. Lá, ao encontrar uma “completa ausência de estrutura mínima para a prestação de serviços pelos trabalhadores, em especial a ausência de banheiros e água potável, alimentação e equipamentos de proteção individual e treinamento para uso de máquinas, configurou-se a ocorrência de trabalho análogo ao de escravo”, apontou o relatório de fiscalização.

Dois dos seis trabalhadores não compareceram para prestar depoimento, nem foram localizados. Nenhum deles assinava recibo formalizando o pagamento dos salários; as redes, roupas de cama e outros objetos foram adquiridos pelos próprios empregados, sem ressarcimento; e alguns relataram não ter folga semanal.

Em 26 de abril, foi assinado o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) e pagamento dos trabalhadores, além de estabelecido o valor R$ 120 mil a título de dano moral coletivo. Nesse caso específico, segundo o procurador Allan Bruno, esse dinheiro pode ser usado para construção de uma creche em Novo Progresso, por identificar falta de políticas públicas nesse sentido.

“Além do desemprego, para as mães temos mais um problema social (de não ter onde deixar as crianças) e os direitos humanos ainda são tachados como obsoletos”, concluiu o procurador.

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PM apreende cerca de 12 mil pés de maconha no nordeste do Pará

Por meio do Disque-Denúncia, o Grupamento Tático Operacional (GTO) da 14ª Companhia Independente de Polícia Militar (14ª CIPM) encontrou e apreendeu cerca de 12 mil pés de maconha e 17 Kg da droga cultivada na zona rural do município de Tomé-Açu, no nordeste do Estado.

Um homem foi preso e um adolescente foi apreendido durante a ação realizada no último sábado (29).

A denúncia relatava a existência de uma plantação de maconha na comunidade Mancha Negra, que atraía intenso fluxo de motocicletas, situação que estaria ocorrendo há cerca de três meses. Ainda de acordo com a denúncia, a droga era comercializada nas comunidades próximas e na cidade de Tomé-Açu.

As equipes policiais foram até a área denunciada e encontraram uma plantação com aproximadamente 12 mil pés de maconha tipo skunk. Um homem que estava no local foi preso em flagrante e um adolescente apreendido. Ainda durante as diligências, a equipe apreendeu 17 tabletes de maconha prensada; um saco plástico com sementes da mesma droga; duas prensas artesanais; uma espingarda, calibre 28; uma máquina trituradora e outros materiais relacionados ao cultivo e preparo da erva para a venda.

Parte da plantação foi incinerada, conforme prevê o artigo 32 da Lei de Drogas (Lei 11.343), e uma pequena porção foi apresentada na Delegacia de Polícia Civil de Tomé-Açu, junto com os demais materiais encontrados, além do homem e do adolescente encontrados no local.

Por:RG 15 / O Impacto com informações da PM-PA

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Justiça manda donos de garimpos ilegais cumprirem obrigações trabalhistas no Pará

Área de garimpo ilegal em Cumaru do Norte (PA). — Foto: Divulgação

33 trabalhadores foram resgatados de condições semelhantes à escravidão em fazendas no município de Cumaru do Norte.

A Vara do Trabalho de Redenção, sul do Pará, concedeu uma liminar ao Ministério Público do Trabalho contra proprietários das fazendas Serra Rica e Vale da Paz, localizadas em Cumaru do Norte, sudeste do estado. Trinta e três trabalhadores foram resgatados nas duas propriedades em condições degradantes neste mês de maio. Nos locais, havia extração ilegal de ouro.

Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 5.000,00 para cada item descumprido e por trabalhador prejudicado, até o limite de R$ 100.000. A Justiça do Trabalho também expediu mandado de interdição de toda atividade econômica das fazendas e bloqueio no valor de R$ 300 mil, com base na gravidade dos fatos.

Segundo o MPT, entre as obrigações deferidas em caráter liminar constam:

manter condições dignas aos empregados, conforme as disposições de proteção do trabalho;
    proceder ao registro de trabalhadores; pagar salários até o 5º dia útil de cada mês e mediante recibo;
    conceder repouso semanal remunerado de vinte e quatro horas;
    fornecer aos trabalhadores, gratuitamente, equipamentos de proteção individual;
    disponibilizar, nas frentes de trabalho e alojamentos, instalações sanitárias adequadas, bem como abrigos que protejam os trabalhadores das intempéries      durante as refeições;
    submeter trabalhadores a exames médicos periódicos, anualmente;
    disponibilizar, nos locais de trabalho, água potável e fresca em quantidade suficiente;
    e implementar ações de segurança e saúde que visem à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho na unidade de produção rural e implementar ações de segurança e saúde de acordo com a ordem de prioridade estabelecida na NR-31 (Norma Regulamentadora).

Operação

Em maio deste ano, foi realizada a “Operação Cangaia Gold” pela Polícia Federal (PF) com participação de procuradores do Trabalho, procurador da República e auditores-fiscais do Trabalho. A ação constatou a submissão de trabalhadores a condições de trabalho escravo contemporâneo.

A fiscalização ocorreu na área da Fazenda Serra Rica, situada na Vila Cangaia, no município de Cumaru do Norte/PA, que engloba a Fazenda Fortuna 3, e a Fazenda Vale da Paz. Nas propriedades, foram fiscalizados sete garimpos.

Três pessoas foram presas pela prática dos crimes de redução à condição análoga à escravidão, crimes ambientais, posse ilegal de arma de fogo, resistência e usurpação ilegal de ouro.

Os 33 trabalhadores foram encontrados sem assinatura de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); ausência de capacitação; não recebiam salários em conformidade com a legislação trabalhista; tinham jornada exaustiva; não tinham descanso semanal remunerado; os alojamentos estavam em condições precárias, sendo em barracos feitos de lona, sem vedação lateral, sem qualquer proteção contra animais peçonhentos, ou mesmo contra intempéries da natureza.

Os trabalhadores também não tinham banheiros ou instalações sanitárias; viviam sem água potável e sem EPI’s. Também não havia abrigos contra intempéries; eles eram submetidos à grave insegurança e risco de acidentes com a presença de animais peçonhentos; além de ausência de locais adequados para refeições e indisponibilidade de transporte para o núcleo urbano mais próximo.

De acordo com as investigações realizadas pela Policia Federal, foi identificada ainda a existência de atividade ilegal de extração de minério de ouro nas fazendas Serra Rica e Vale da Paz. Os locais foram, então, alvos de busca e apreensão, por determinação da Justiça.

Por G1 PA — Belém

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Empresa investigada por fraudes em Altamira tem atividades suspensas e R$10,4 milhões de bens bloqueados

Operação Prenúncio apura improbidade administrativa e fraude em licitações, com indícios de superfaturamento em Altamira — Foto: TV Liberal

Arapujá Construções e Serviços Ltda foi um dos alvos da operação Prenúncio, que chegou a prender o então prefeito Domingos Juvenil em novembro de 2020.

A empresa Arapujá Construções e Serviços Ltda teve atividades parcialmente suspensas e indisponibilidade de bens no valor de R$10.409.562,82 decretadas pela Justiça, em ação civil pública da Promotoria de Justiça de Altamira, no sudoeste do Pará.

A empresa foi um dos alvos da Operação Prenúncio, deflagrada pelo Ministério Público do Pará (MPPA) e Polícia Federal (PF) em novembro de 2020, e que chegou a prender o então prefeito Domingos Juvenil (MDB), em investigação de fraudes em licitações que deixaram dano ao erário superior a R$11 milhões. O G1 tenta contato com a empresa, mas ainda não obteve retorno.

Segundo o MPPA, a ação foi ajuizada citando ainda agentes públicos e particulares envolvidos nas supostas fraudes. Já a ação de responsabilização contra a empresa Arapujá foi proposta em razão da prática de ato lesivo contra a administração pública, de acordo com a Lei n° 12.846/13 – a chamada lei Anticorrupção.

O órgão informou que o ato de improbidade administrativa teria ocorrido em licitações, contratações e pagamentos realizados em benefício da empresa, por parte do Município de Altamira. Após análise da documentação apresentada pela Arapujá e prefeitura e outros documentos, “ficou demonstrado que todas as contratações envolvendo a empresa no município, nos últimos anos, foram direcionadas por intermédio de procedimentos licitatórios supostamente fraudados”.

De acordo com as provas colhidas, a “empresa foi criada nos anos 2000 para desviar verbas públicas durante os mandados do então prefeito Domingos Juvenil Nunes de Sousa, sendo supostamente de fachada, sem estrutura material e humana suficientes para prestação dos serviços contratados, que foram remunerados com altos valores em dinheiro pela municipalidade”.

Doze irregularidades foram detectadas em quatro licitações e contratos firmados entre a Arapujá e o Município de ALtamira. Segundo o MP, elas foram montadas, arranjadas e produzidas unicamente para justificar a contratação da empresa.

De acordo com a decisão, “o conjunto probatório (…) leva a concluir pelo desvirtuamento do interesse público em prol de interesses estritamente privados da empresa requerida e de agentes públicos do município de Altamira, em especial, visando beneficiar o ex-prefeito Domingos Juvenil e seu amigo e aliado político Esmeraldo da Costa”.

Ainda na decisão, a Justiça determinou que, até o julgamento final da ação, esteja suspensa parcialmente atividades da empresa com o poder público, cancelando todos os contratos em andamento celebrados, e também todo e qualquer pagamento, e proibição de celebrar qualquer contrato administrativo.

A empresa também fica proibida de participar de qualquer certame público da administração direta e indireta municipal, estadual e federal.

A multa foi fixada em R$ 25 mil por cada ato de descumprimento, em detrimento da empresa e de seus sócios Esmeraldo Gomes da Costa e Greycy Kelle Gonçalves Gomes.

Por G1 PA — Belém

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Ministro de Educação anuncia datas das provas do ENEM 2021; Confira

(Foto:Reprodução) – O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou as datas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021. Pelo Twitter, ele informou que as provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.

“Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades”, postou o ministro na rede social.

Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Com Informações/Agência do Brasil

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Nascidos em fevereiro podem sacar auxílio emergencial

(Foto:Reprodução) – Parcela havia sido depositada em 18 de maio. Saque deve obedecer o calendário

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em fevereiro podem sacar, a partir de hoje (1º), a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 18 de maio.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Por: Agência Brasil

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China vai permitir que casais tenham 3 filhos para conter crise demográfica

(Foto:Divulgação) – Nos anos 1970, ela permitia apenas um filho por casal. Em 2016, a lei foi alterada para permitir duas crianças.

A China vai permitir que todos os casais tenham três filhos, e não apenas dois, em uma tentativa de conter uma crise demográfica. Ao anunciarem as medidas, as autoridades chinesas disseram ontem que o envelhecimento da população e a redução das taxas de fertilidade põem em risco o progresso econômico de longo prazo do país.

Segundo a agência de notícias Xinhua, citando uma decisão do governo, “permitir que todos os casais tenham três filhos e a implementação de políticas de assistência melhorar ão estrutura da população”. Não está claro quando a medida entrará em vigor, mas a reunião de ontem era sobre decisões que serão implementadas no plano quinquenal, que entrou em vigor neste ano, disse a agência.

A China vem mudando sua política de natalidade. Nos anos 1970, ela permitia apenas um filho por casal. Em 2016, a lei foi alterada para permitir duas crianças. Isso, contudo, pouco fez para reverter a tendência de queda nos nascimentos, e relaxamentos futuros também não deverão resultar em um aumento demográfico sustentado.

Alguns funcionários do governo, incluindo no Banco Central, argumentam que os limites de natalidade devem ser abolidos por completo. O debate se intensificou após os resultados do censo divulgado no dia 11, que mostrou uma queda da população economicamente ativa na última década.

O governo também pretende “aumentar a idade de aposentadoria de modo gradual”, segundo o relatório do encontro, chefiado pelo presidente Xi Jinping. O aumento da idade em que as pessoas podem se aposentar foi incluído no plano quinquenal, em março, mas não há maiores detalhes.

A queda das taxas de fertilidade significa que a população chinesa, de 1,41 bilhão, pode em breve começar a cair. A Bloomberg Economics projeta que a desaceleração pode significar um declínio nos próximos cinco anos. A média anual de crescimento de 0,53%, na última década, foi a menor desde os anos 1950.

“O Politburo, provavelmente, viu os resultados do último censo e, com consenso, é mais fácil tomar uma decisão”, disse Henry Wang, presidente do Centro para a China e a Globalização. “Eles precisam de algum tempo antes de abandonar as políticas de restrição da natalidade por completo.”

A tendência da queda de fertilidade deve continuar mesmo com uma política menos restrita de nascimentos. Tal qual na Ásia Oriental e na Europa, hoje há entre os chineses uma preferência por famílias menores. Um pico dos nascimentos, seguindo o relaxamento de 2016, teve vida curta, com muitos pais citando o alto custo de habitação e educação como fatores limitantes. Em 2020, nasceram apenas 12 milhões crianças no país, o menor número desde 1961.

A mudança virou alvo de piadas nas redes sociais chinesas, com muitas pessoas afirmando que vários casais que são filhos únicos agora precisarão criar três filhos, enquanto sustentam seus quatro pais e mães idosos e pagam suas hipotecas. Também despertou a preocupação sobre as mulheres e o mercado de trabalho, com algumas pessoas dizendo que agora o ingresso ficará ainda mais difícil. já que as empresas não arcarão com os custos extras.

“O relaxamento da política deve encorajar os mais ricos a terem mais filhos. Mas, para os cidadãos comuns, da classe média e da classe baixa, eles não possuem incentivos suficientes para aproveitar esta nova política”, disse Vivian Zhan, professora da Universidade Chinesa de Hong Kong.

A China conseguiu manter nas últimas décadas um rápido crescimento econômico, apesar da desaceleração populacional, com um êxodo para as cidades fomentando uma mudança da agricultura para vagas de emprego em indústrias e fábricas. A atual proporção de pessoas vivendo em regiões urbanas de 64% é similar à dos EUA em 1950, sugerindo que ainda há potencial para crescer. Adiar a aposentadoria permitiria à China expandir sua força de trabalho sem aumentar os nascimentos.

Uma taxa de fertilidade menor, contudo, vai culminar no envelhecimento da população. Para sustentar o crescimento econômico, será necessário que Pequim aumente rapidamente seus gastos com previdência e saúde, enquanto mantém altos níveis de investimento estatal e corporativo para melhorar seu setor industrial e aumentar os índices de escolaridade.

Para Liu Li-Gang, economista-chefe do Citygroup em Pequim, “um pacote político com incentivos fiscais, subsídios educacionais e habitacionais, licença-maternidade mais generosa e com o fornecimento de cuidados infantis universais” é necessário para que a política dos três filhos seja bem-sucedida. Também é importante que os custos habitacionais sejam contidos e os educacionais, reduzidos.

A combinação perfeita de políticas de Estado pode fazer com que a China se torne a maior economia do planeta, continue a impulsionar a demanda global por commodities pelas próximas décadas, enquanto sua população mais velha se transforma em um vasto mercado em potencial para as multinacionais, com as aposentadorias miradas por financeiras internacionais. Uma resposta menos eficaz pode fazer com que Pequim nunca ultrapasse Washington em termos econômicos, ou apenas o faça temporariamente.

A taxa de fertilidade chinesa começou a cair acentuadamente na década de 1970, conforme a escolaridade aumentava no país e o governo incentivava mulheres de áreas rurais a terem menos filhos, culminando na política do filho único que entrou em vigor ao fim daquela década. A política foi com frequência duramente aplicada, especialmente em áreas rurais onde as autoridades às vezes ordenavam abortos.

A meta do governo é aumentar gradualmente a idade de aposentadoria dos 60 anos atuais para homens e até 50 anos para mulheres. Pequim também planeja que 50 milhões de pessoas se mudem de regiões rurais para áreas urbanas nos próximos cinco anos, ocupando vagas de trabalho nos setores de serviço e manufatura, com salários mais altos. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

Por Redação, O Estado de S.Paulo – AE

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Acusado de cinco homicídios é localizado no interior do Pará

Moisés estava escondido em Marabá há, pelo menos, cinco meses |Foto:Divulgação

Investigações deflagradas por policiais chegaram até o suspeito, que estava escondido em uma quitinete.

Nem a vasta ficha criminal de um homem acusado de cometer, ao menos, cinco assassinatos foi capaz de ludibriar a ação policial deflagrada pela Policia Militar de Marabá na tarde da última sexta-feira (28) em Marabá, sudeste paraense.

Moisés Montenegro Santana, de 25 anos, foi preso dentro de uma quitinete no bairro Folha 17, onde vivia há pelo menos cinco meses, desde que fugiu de Aparecida de Goiânia, município de Goiás. Ele tentou escapar, mas foi dominado e algemado.

Um mandado de prisão preventiva estava aberto na 3ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia desde o dia 9 de abril desse ano. A localização de Moisés foi possível após investigações feitas pelo Núcleo de Inteligência e da 1ª Companhia Independente de Missões Especiais (CIME).

Com informações do Correio de Carajás

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