Paciente com suspeita de doença da urina preta consumiu pacu comprado na orla de Santarém

Valdir Rufino dos Santos, conhecido como Valdir Macapá, apresentou sintomas característicos da doença de Haff como urina escura após comer pacu — Foto: Vanessa dos Santos

Entre 2 a 3 horas após consumir o peixe assado, Valdir Rufino dos Santos começou a sentir dores musculares.

Um dos pacientes internados no Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo, com sintomas característicos da Síndrome de Haff, conhecida como doença da urina preta, Valdir Rufino dos Santos (Valdir Macapá), 55 anos, passou mal após ter consumido pacu que ele mesmo comprou na Orla de Santarém, no oeste do Pará.

À Tv Tapajós, a filha de Valdir, Vanessa Maria Ebraim dos Santos disse que foi informada pela esposa do pai dela, que ele comprou os peixes na tarde de quinta-feira (9) e que estava bem, sem qualquer queixa até comer o pescado. “Eu não moro com eles. Mas a esposa dele me relatou que ele estava bem, mas cerca de 2 a 3 horas depois de comer o pacu ele começou a se queixar de dores nas pernas, na nuca, no estômago, mas ficou por isso mesmo, porque ele é durão pra doença.

Mas, hoje (sexta) pela manhã o estado dele piorou, as pernas adormeceram, muita dor de cabeça, teve dificuldade de se movimentar, aí ele foi levado para o hospital”, contou.

Ainda de acordo com Vanessa dos Santos, foi coletado sangue de seu pai para exame e os resultados apresentaram alterações. A urina também foi coletada e visualmente ela estava muito escura e as dores persistiam. Após a avaliação do paciente a família foi informada que ele ficaria internado e que havia suspeita de doença da urina preta.

Fonte: G1 Santarém

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Decreto da Prefeitura de Santarém proíbe venda de tambaqui, pirapitinga e pacu vindos do Amazonas

Consumo de peixes pode estar associado à “doença da urina preta”. — Foto: Marcelo Moreira/Rede Amazônica

Documento assinado pelo prefeito Nélio Aguiar foi publicado na noite desta sexta (10). Proibição começa a valer a partir de sábado (11).

Foi publicado na noite desta sexta-feira (10) em Santarém, no oeste do Pará, o decreto que proíbe a comercialização de peixes das espécies tambaqui, pirapitinga e pacu vindas do estado do Amazonas. A proibição da venda entra em vigor no sábado (11).

O documento, assinado pelo prefeito Nélio Aguiar, proíbe a comercialização das três espécies como medida preventiva à Síndrome de Haff, também conhecida como doença da “urina preta”. O Amazonas registrou ao menos 61 casos da doença em dez municípios do estado. Uma mulher de 51 anos morreu em Itacoatiara (AM).

Em Santarém, os cuidados com relação à doença começaram depois que um homem de 55 anos morreu no hospital municipal de Santarém com suspeita da Síndrome. O resultado dos exames que confirmam ou descartam a suspeita, ainda não saíram.

O decreto ressalta que há poucos estudos sobre a Síndrome que causa rabdomiólise, e que os casos suspeitos da doença continuam sendo investigados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sespa). O documento destaca ainda que a comercialização do pescado está proibida temporariamente.

O hospital municipal é a unidade referência para atendimento dos casos que deverão ser comunicados ao Núcleo Técnico de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para o acompanhamento epidemiológico.

Outro caso

Um outro caso suspeito da Síndrome de Haff chegou ao hospital municipal nesta sexta-feira. O homem de 55 anos, identificado como Valdir Rufino, teria ingerido o peixe da espécie pacu na noite de quinta (9). Ele está internado no HMS.

Cor da urina do paciente está escura — Foto: Arquivo pessoal/Reprodução

Segundo Vanessa Ebraim, filha do paciente, ele começou a sentir fortes dores depois que comeu o peixe. “Ele comprou os peixes a tarde e comeu à noite. Mais ou menos uma 3h depois ele começou a sentir dores leves nas pernas, na nuca e na cabeça, mas ficou por isso mesmo. Hoje de manhã ele já estava com as pernas adormecidas, sentia fortes dores e teve febre, já não conseguia se mexer direito”, relatou.

Amostras do sangue e da urina do homem foram coletadas no hospital. O exame de sangue de Valdir apresentou alteração, mas o que chamou a atenção dos médicos foi a cor escura da urina no paciente.

“Meu pai tava bem, joga futebol, ele é forte. Só foi ele consumir o peixe e ficou assim”, disse Vanessa, preocupada.

O que é a Síndrome de Haff?

Conheça a doença da urina preta

A doença é causada pela ingestão de pescado contaminado por uma toxina capaz de causar necrose muscular, ou seja, a degradação dos músculos. Outros sintomas da doença são decorrentes desse quadro. A síndrome está associada ao consumo de peixes como arabaiana, conhecido como olho de boi, e badejo (veja vídeo acima).

A forma como o animal é contaminado pela toxina que provoca a doença, no entanto, não é consenso entre especialistas. Alguns infectologistas dizem que a toxina é gerada pelo mau acondicionamento do pescado, mas outros afirmam que a toxina vem de algas consumidas pelo animal.

Fonte G1 Santarém

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Juíza nega pedido de prisão da jovem que matou namorado em Santarém

(Foto:Reprodução) – A juiza Carolina Cerqueira de Miranda Maia indeferiu, nesta sexta-feira(10), o pedido de prisão preventiva em desfavor de Raquel Silva Travassos, presa em flagrante por ter matado seu namorado Matteo Lima dos Santos, dia 21 de junho, em Santarém, no oeste do Pará.
A prisão de Raquel, que está em liberdade por decisão do juiz Gabriel Veloso de Araújo, foi pedida pelo Ministério Público, no último dia 27 de agosto, por ocasião da apresentação da denúnci pelo promotor Alexandre Azevedo de Mattos Moura Costa, da 4ª Promotoria do Tribunal de Júri e Entorpecentes de Santarém.

Raquel se encontra em liberdade provisória. Ela foi solta após permanecer presa por duas semanas pelo homicídio do namorado, porque o Ministério Público não ofereceu denúncia, à época, após a conclusão do inquérito da Polícia Civil,que, segundo despacho do juiz do caso, “apresentava falhas”.

Segundo a magistrada, estão ausentes fatos novos, neste momento, a permitir alteração da decisão de revogação da prisão preventiva, proferida em 14 de julho de 2021 pelo juiz titular da Vara do Tribunal do Júri de Santarém.

Sustenta a magistrada que, “após a revogação da prisão da acusada pelo juízo titular da Vara, mesmo com a apresentação de provas novas nos autos pelo Ministério Público, estas não foram acompanhadas de qualquer FATO NOVO que justificasse a pretensão ministerial de segregação cautelar da ré e a reanálise da decisão anterior. Segundo denúncia e a representação do Parquet, a acusada, aparentemente, praticou o delito de homicídio qualificado, através de três tiros na cabeça da vítima desarmada, motivada pela insatisfação com o término da relação amorosa, a qual já se manifestava anteriormente de forma obsessiva”.

Para a juiza, a “despeito de tais elementos e da evidente gravidade do delito, os fatos embasadores deste pedido pelo Parquet já estavam estampados nos autos quando da prolação da decisão de ID 29553342 pelo juiz titular da vara, o qual naquela ocasião entendeu não estarem mais presentes os requisitos autorizadores da prisão preventiva, deferindo liberdade à acusada, de sorte que não há razão jurídica para a sua alteração neste momento processual.”

Em seu despacho, Carolina Maia explicou que, “as novas provas trazidas aos autos detalham circunstâncias de fatos já relatados anteriormente no processo, de modo que, não havendo nenhum fato novo, a referida decisão proferida pelo juízo titular não deve ser modificada, inclusive porque o Ministério Público, mesmo ciente da decisão revocatória da prisão preventiva de outrora, não se insurgiu pelas vias recusais adequadas.”

A magistrada concluiu que, “apesar da soltura da acusada há quase dois meses, mediante aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, não há qualquer relato de descumprimento das condições impostas, tampouco da ocorrência de tentativa de fuga, ameaça a testemunhas ou qualquer outro fato capaz de ensejar a mudança da condição de liberdade da acusada.”

A audiência de instrução e julgamento está marcada para o dia 06 de dezembro 2021, às 10:30 horas

Portal OESTADONET – 10/09/2021

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Juiz afasta prefeito interino de Tomé-Açu

 A política em Tomé-Açu virou um verdadeiro balaio de gatos!! O juiz da comarca, José Ronaldo Pereira Sales, acaba de determinar o afastamento do presidente da Câmara, o vereador João Francisco dos Santos Silva, que ocupa, interinamente, o cargo de prefeito municipal.
 O Afastamento do Prefeito Interino.
A política em Tomé- Açu virou um verdadeiro balaio de gatos!! O juiz da comarca, José Ronaldo Pereira Sales, acaba de determinar o afastamento do presidente da Câmara, o vereador João Francisco dos Santos Silva, que ocupa, interinamente, o cargo de prefeito municipal. Diga-se de passagem, Tomé – Açu volta às urnas no dia 07 de novembro deste ano para escolher novo prefeito. Isso porque, nas eleições municipais de 2020, Carlos Vinícius, que obteve o maior número de votos, teve o registro de candidatura cassado.

Eleito presidente da Câmara em janeiro deste ano, João Francisco assumiu a prefeitura. Na decisão de afastamento, o juiz deu cinco dias para que a Câmara escolha um novo presidente, e consequentemente o emposse como prefeito interino, até as eleições de novembro.  Trocando em miúdos, em menos de três meses, Tomé-Açu terá duas eleições, sendo uma delas indireta, para escolha de prefeito. No final das contas, serão três prefeitos no mesmo ano.

Ao afastar o vereador-prefeito, o juiz da cidade acatou um Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa, movida pelo Ministério Público, contra João Francisco dos Santos Silva, pela prática de atos que atentariam contra princípios da Administração Pública. Atuando como presidente da Câmara Municipal de Tomé-Açu, João Franscico expediu o Decreto Legislativo n.º 001/2020, em 09 de dezembro de 2020, que acarretou a nulidade do Decreto Legislativo n.º 006/2013, o qual, por sua vez, havia declarado a vacância do cargo de Prefeito, então ocupado por Carlos Vinícius de Melo Vieira, candidato mais votado ao cargo de Prefeito Municipal, na Eleição de 2020.

Segundo o MP, “O propósito subjacente à edição do Decreto Legislativo no 001/2020 seria favorecer o candidato Carlos Vinícius, uma vez que referido ato normativo fora utilizado como fundamento em Embargos de Declaração opostos em face de Acórdão proferido pelo Tribunal Superior Eleitoral, que apreciara Recurso Especial interposto da decisão prolatada nos autos da Ação de Impugnação ao Registro de Candidatura de Vinicius. O Ministério Público arguiu a inconstitucionalidade incidental, por vício de formalidade na edição do Decreto Legislativo no 001/2020, com fundamento no Princípio da Simetria, diante de possível inobservância de procedimento específico, que possibilitasse o debate e a análise do decreto pela Câmara de Vereadores, em descumprimento ao disposto no art. 47, da Constituição Federal.

“Considerando o que foi exposto e analisando as provas juntadas aos autos, observo, em exame preambular, o uso ostensivo do cargo público pelo requerido para, aparentemente, beneficiar terceiros, no caso, o candidato Carlos Vinícius”. Frisou o magistrado pontuando que o então presidente da Casa de Leis, aparentemente sem nenhum pudor e de forma escancarada, teria tentado concretamente beneficiar o candidato ao cargo majoritário, relativo ao pleito pretérito, revogando o decreto que ensejara a sua inelegibilidade e com isso procurando criar um fato juridicamente novo que pudesse ser levado à apreciação da Corte Eleitoral. “Nessas circunstâncias, a manutenção do agente no cargo que ocupa de maneira interina coloca em risco concretamente a gestão da Administração Pública, uma vez que, à frente do Poder Público Municipal , tende novamente a agir em benefício do grupo político que integra e, por conseguinte, em prejuízo do processo eleitoral vindouro, como já o fizera perante o Tribunal Superior Eleitoral.”
Asseverou o juiz frisando que não se trata de mera conjectura, mas de risco evidente de exercício irregular do cargo que ocupa para beneficiar indevidamente terceiros estranhos à Administração Pública, com propósito eleitoreiros, em prejuízo de toda a coletividade.

Fonte:https://www.oantagonico.net.br/

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Piloto morre após queda e explosão de avião monomotor entre os municípios de Itaituba e Jacareacanga

Piloto morre após queda e explosão de avião monomotor no Pará ( Foto:Reprodução/Divulgação)
Danilo Alves não resistiu ao acidente, que aconteceu entre os municípios de Itaituba e Jacareacanga

Um avião de pequeno porte caiu na tarde desta sexta-feira (10), em uma região próximo ao Garimpo do Penedo, entre os municípios de Itaituba e Jacareacanga, no sudoeste do Pará. Segundo informações do Portal Santarém, o piloto, identificado como Danilo Alves, morreu no acidente. Ele estaria sozinho na aeronave. Veja o vídeo gravado após a queda:

Segundo informações preliminares, o avião pertenceria a um empresário de Itaituba conhecido como “Nonatinho”, e fazia voos na região garimpeira transportando combustível. A aeronave, que pegou fogo após a queda, já foi encontrada e o corpo do piloto também.

Antes de cair, o piloto teria conseguido acionar um sistema que avisou o controle aéreo em Manaus, e de lá avisaram o proprietário do avião em Itaituba. Duas aeronaves foram ao local do acidente para ajudar na localização dos destroços e da vítima.

Aeronave ficou irreconhecível após a queda e explosão

 Aeronave ficou irreconhecível após a queda e explosão (Foto:Reprodução)

Aeronave ficou irreconhecível após a queda e explosão (Foto:Reprodução)

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Motivos para investir em uma loja online na pandemia

(foto:Reprodução Pixabay) – A pandemia chegou com força em 2020, virando a economia mundial de cabeça para baixo e afetando drasticamente o hábito de consumo das pessoas. Por essa razão, a digitalização das empresas, que já era importante no mundo pré-Covid-19, ganhou ainda mais relevância.

Diante das medidas de distanciamento e isolamento social, as empresas encontraram a solução nas vendas pela internet. Por isso, saber como montar uma loja online vem sendo uma alternativa viável para quem quer se manter competitivo no mercado.

Por meio do e-commerce, empresas de todos portes se tornam aptas a manter uma boa quantidade de vendas, tanto no momento de pandemia quanto no período pós-Covid-19.

Isso ocorre porque as lojas virtuais há tempos deixaram de ser uma tendência e se tornaram sinônimo de praticidade.

Nos tópicos abaixo vamos mostrar por que vale a pena investir em uma loja online nos dias de hoje. Confira!

Razões para ter uma loja online

O e-commerce é uma alternativa viável tanto para quem já gerencia uma loja física quanto para quem pretende abrir um negócio.

Quem possui um comércio físico terá um canal a mais para facilitar as vendas ao cliente. Já quem deseja iniciar um negócio próprio, pode fazer isso por meio de uma loja online.

As vendas via internet aumentaram de forma significativa durante o período de pandemia. Além disso, por meio de um bom planejamento e com as ferramentas certas, é possível efetuar as vendas dos mais variados produtos ou serviços.

Isso reforça que as lojas virtuais são vantajosas para vários segmentos de vendas. Então, fique por dentro de outros benefícios que mostram como é importante o investimento em uma loja online.

Imagem pixabay
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Facilidade nas buscas

Hoje em dia, diante do exército de consumidores com smartphones nas mãos, o ato de comprar pode ser feito sem sair de casa, ou até mesmo em qualquer lugar, seja na rua ou no ônibus, pois quando se trata de uma compra em uma loja online, o ambiente não importa.

Diante dessa facilidade de acesso, investir em uma loja na internet é a melhor maneira para atrair mais clientes.

Investimento de baixo custo

De uma forma geral, a obtenção de um local realmente vantajoso para abrir uma loja física exige muita pesquisa e um custo elevado.

Há também os gastos adicionais que envolvem documentação e muitas outras burocracias desgastantes.

No entanto, os gastos são menores e normalmente abrangem a obtenção de um serviço de hospedagem de sites, uma boa plataforma de e-commerce e a elaboração de um layout que valorize a Experiência do Usuário.

Assim, para saber como montar uma loja online, as despesas não serão tão salgadas quanto o investimento em um comércio físico. Vale, no entanto, ficar atento para a escolha de uma plataforma de e-commerce adequada para o seu projeto.

O já conhecida WordPress, que serve para criar blogs e sites, também possui plugins que viabilizam a montagem de uma loja online. Mas há também outras plataformas interessantes, como, por exemplo, o Shopify e o Magento.

Funcionamento 24h

Ao investir em uma loja online você vai ter um estabelecimento comercial aberto em tempo integral para os clientes. Na internet a sua loja estará disponível ao consumidor 24h por dia, possibilitando que o público conheça os seus produtos a qualquer instante.

Sendo assim, não importa se é domingo ou um feriado, ainda assim haverá a possibilidade de vendas. E para viabilizar e otimizar ainda mais o atendimento, é possível investir no uso de chatbots, que são os atendentes virtuais.

Esse tipo de atendimento, baseado em tecnologias como Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina, facilita a interação com o cliente a qualquer horário, permitindo sanar as dúvidas mais frequentes do público em relação a preços e características do produto.

Menor custo para manutenção

As lojas online denotam um custo mais baixo em infraestrutura. E a razão disso é que, dependendo dos produtos que serão disponibilizados para os clientes, você não irá necessitar efetuar grandes investimentos para administrar a loja.

Os gastos com a manutenção também são considerados baixos, pois o valor que o empreendedor gastaria com a locação de um prédio para a instalação de uma loja física, por exemplo, seria bem maior em relação aos custos de uma loja online.

Maior alcance de público

O negócio online não depende de fronteiras geográficas. Ele pode ser visto e encontrado a qualquer instante por pessoas que moram longe da sua cidade e, até mesmo, que moram no exterior.

Com a loja virtual, a sua empresa alcançará um grande número de pessoas, de qualquer lugar do mundo. É óbvio que isso vai depender também de uma eficiente estratégia de divulgação e também de segmentação do público.

Para viabilizar esse maior alcance, é importante efetuar boas estratégias de Marketing Digital, utilizando para isso as redes sociais, e-mail marketing e também a criação de conteúdo relevante em blogs e canais de vídeo.

Além disso, lembre-se também das técnicas de SEO, que são essenciais na hora de utilizar conteúdo para atrair o público.

Com uma loja online, você terá uma excelente oportunidade para apresentar o seu produto em mercados mais amplos, aumentando os potenciais compradores e as possibilidades de lucros.

Imagem pixabay
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Comodidade para comprar produtos e serviços

Para comprar em uma loja física, além de bons produtos, os clientes também prezam pelo bom atendimento e mais facilidades. O mesmo vale quando a conversa é uma loja online. Porém, no caso das compras virtuais, a comodidade se torna ainda mais evidente.

Hoje em dia a maioria dos consumidores já não possuem tanta desconfiança diante das vendas online. E as medidas de segurança, baseadas em criptografia, limitam ao máximo a ação de golpistas.

Há também a LGPD (Lei Geral de Produção dos Dados), que está em vigor justamente para manter o ambiente virtual mais seguro.

Além do mais, a comodidade de comprar, pagar e receber sem sair de casa é um ponto benéfico a mais para as lojas online.

Monitoramento e análise de resultados em tempo real

Ao entrar na internet, o cliente deixa alguns rastros a respeito dos sites que ele visitou e dos interesses de pesquisa. Desse modo, o gestor pode compreender melhor as características desse cliente e efetuar estratégias de Marketing mais eficientes.

Você saberá quando ele clicou em um anúncio seu e em quais página navegou dentro do seu site. Por meio dessas análises, a jornada do cliente se torna mais clara e você tem a possibilidade de alcançar resultados mais satisfatórios.

Conquistar a preferência do consumidor

A User Experience, também conhecida como Experiência do Consumidor, é um conceito essencial para qualquer projeto na internet, especialmente uma loja online. Ela consiste em práticas que permitem facilitar o acesso e a navegação do cliente pelo ambiente virtual.

Por isso, promover uma boa Experiência de Usuário no e-commerce é viabilizar um atendimento de qualidade. Ao fazer isso, você vai promover um melhor engajamento dos clientes com a sua marca e, consequentemente, aumentar as vendas.

Saber como montar uma loja online é essencial em tempos de transformação digital

Com uma boa hospedagem de site, uma plataforma de vendas adequada e eficientes estratégias de Marketing, você tem todas as condições de obter bons resultados com esse projeto.

Os motivos para investir em uma loja online vão desde a alta procura dos clientes, até as facilidades que as compras via internet proporcionam.

Portanto, razões não faltam para criar e lucrar com uma loja na internet, ainda mais em tempos de pandemia, em que as compras online aumentaram.

Fonte:weblink

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Sem muito brilho, Brasil vence o Peru e segue 100% nas Eliminatórias

(Foto: LUCAS FIGUEIREDO/CBF) – A seleção brasileira fez o dever de casa e bateu o Peru na Arena Pernambuco pela décima rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo do Catar.

Em uma partida tranquila, sem grande esforço, os comandados de Tite venceram por 2 a 0, com gols de Everton Ribeiro e Neymar, ambos no primeiro tempo.

O Brasil começou criando chances com Gabigol, e o Peru respondeu com Lapadula – aos cinco minutos. Mas a amarelinha voltou a investir com Gerson e não demorou até balançar as redes, em uma finalização de Everton Ribeiro – aos 13 minutos. Neymar desarmou Santamaría pela esquerda, entrou na área e fez o passe para Gabigol. Quem pegou foi o meia do Flamengo, logo atrás, e mandou para o fundo das redes.

Pouco depois, o árbitro ainda deixou passar um pênalti a favor do Brasil. Só que a seleção brasileira ainda ampliou o placar. Neymar era o que mais criava e também o que mais apanhava em campo. Peru equilibrou a posse de bola, e o Brasil diminuiu um pouco o ritmo depois do ótimo início, mas ainda assim seguiu melhor.

Aos 39, Neymar aproveitou o rebote e ampliou o placar. Gabigol entrou pela direita e fez a primeira finalização. Everton Ribeiro pegou na sobra, Santamaría desviou e o camisa 10 do Brasil só mandou para o fundo das redes, comemorando mostrando o físico, alvo de críticas de torcedores nos últimos dias. O atacante tornou-se o maior artilheiro do Brasil em Eliminatórias, com 12 gols. Sem mais mudanças, as equipes saíram para o intervalo com o time de Tite vencendo por 2 a 0.
Você viu?

No segundo tempo, o Brasil voltou com um ritmo mais lento, administrando o placar. O resultado positivo deu tranquilidade aos brasileiros, e Tite aproveitou para dar rodagem a alguns atletas. Colocou Daniel Alves, Matheus Cunha e Bruno Guimarães nas vagas de Danilo, Everton Ribeiro e Casemiro, respectivamente.

As substituições quase surtiram efeito aos 30 minutos. Neymar chegou com lançamento na área pela direita, Matheus Cunha apareceu para finalizar de carrinho, mas Gallese faz a defesa. A Seleção sem a mesma intensidade e até a mesma concentração no segundo tempo. O nível técnico da partida caiu bastante. Alguns jogadores, como Gerson e Neymar, pareciam cansados, e outros, como Paquetá e Gabigol, participaram pouco.

Mas, mesmo assim, o Brasil era quem tinha as melhores chances de gol. Aos 40, Paquetá fez o lançamento, para Hulk, que entrou na reta final do segundo tempo. Ele recebeu e fez a finalização pela direita, mas pegou mal na bola.

Aos 44, Neymar foi advertido por falta em cima de Callens. O atacante está suspenso para a próxima partida, contra a Venezuela, no dia 7 de outubro. Depois, o Brasil apenas segurou o jogo e garantiu mais uma vitória.

Com o resultado, o Brasil chegou a oito vitórias em oito jogos disputados e está com 24 pontos conquistados, sendo o líder soberano na tabela das Eliminatórias da Copa do Mundo. Argentina, em segundo, tem 18 pontos.

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Código Eleitoral: novas regras das eleições são aprovadas pela Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (9) o texto-base do projeto que cria o Código de Processo Eleitoral.

Na sequencia, os deputados analisaram parte dos chamados destaques de bancadas, que são propostas para confirmar ou retirar alguns trechos do texto principal. A conclusão da votação destes destaques ficou para a próxima semana.

A proposta original estabelece uma série de novas regras para as eleições. E contém dispositivos que enfraquecem a fiscalização e punição da Justiça Eleitoral sobre candidatos e partidos, que abrem brecha para impunidade em casos de caixa 2 eleitoral e que restringem a publicação de pesquisas na véspera e no dia das eleições. Todas essas novas regras já valerão nas eleições de 2022.

O relatório da deputada Margarete Coelho (PP-PI) previa uma quarentena de cinco anos para promotores, juízes, militares e policiais que quisessem disputar um cargo eletivo. No entanto, três destaques apresentados pelo PSL foram aprovados e retiraram a restrição para essas categorias do projeto.

O texto-base do Código Eleitoral foi aprovado pelo plenário por 378 votos contra 80 (e 2 abstenções). Para entrar em vigor, as mudanças ainda deverão ser analisadas pelo Senado. Caso o Código também seja aprovado pelos senadores e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro antes do começo de outubro, as regras passam a valer já em 2022 – a legislação brasileira exige que mudanças em regras eleitorais sejam aprovadas com pelo menos um ano de antecedência de uma eleição.

Confira as principais mudanças previstas no projeto do Código de Processo Eleitoral:
Código Eleitoral estabelece fiscalização privada dos partidos

Atualmente, a Justiça Eleitoral é responsável por fiscalizar diretamente as contas dos partidos políticos – e pode puni-los com sanções que variam de multa, perda de direitos partidários e eventualmente até com a proibição do funcionamento da legenda dependendo da gravidade da infração. Contudo, o projeto do novo Código de Processo Eleitoral prevê que as legendas contratem empresas privadas de auditoria, que ao final irão encaminhar um relatório sobre a prestação de contas para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Especialistas afirmam que esse dispositivo do projeto abre brechas para que irregularidades nas contas dos partidos sejam ocultadas, pois a empresa que fará a auditoria será contratada pela sigla.

O Código Eleitoral também prevê a redução de cinco para dois anos no prazo para que a Justiça Eleitoral analise a prestação de contas dos partidos. Ou seja, além de não ser mais a responsável pela primeira análise dos balanços das legendas, o poder público terá menos tempo para fazer a análise posterior – o que leva especialistas a prever que haverá aumento da impunidade por dificuldade de a Justiça Eleitoral cumprir o prazo mais apertado.

Outro dispositivo previsto no novo Código é a redução do valor da multa aplicada aos partidos em caso de reprovação das contas apresentadas. Hoje a punição é de 20% do valor apontado como irregular – dependendo do montante envolvido, a cobrança pode chegar a cifras na casa de milhões de reais. Já o novo projeto estabelece um teto de R$ 30 mil para multas decorrentes da desaprovação de contas.

Especialistas afirmam que esse dispositivo pode aumentar a impunidade de partidos e dirigentes que cometam ilegalidades em suas contas.

Projeto permite que Congresso casse decisões do TSE

Atualmente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o responsável por regulamentar a legislação referente às eleições e a atuação de candidatos e partidos. Pelo projeto, o Congresso poderá cassar decisões do TSE, caso haja o entendimento de que regras estão em desacordo com o Código.

Para o movimento Freio na Reforma, formado por uma série de entidades da sociedade civil, a Justiça Eleitoral é fundamental para combater fraudes nas eleições e oferecer procedimentos isentos e transparentes para a escolha dos candidatos. “Deixar que essa competência fique a cargo do Congresso Nacional subverte a lógica da Constituição e representa indevido controle do Poder Legislativo sobre a Justiça Eleitoral”, diz o manifesto do grupo.

O projeto estabelece ainda que uma eventual regulamentação das eleições, feita pelo TSE, só poderá entrar vigor após um ano. Partidos costumavam reclamar que atualmente as regulamentações eleitorais do TSE são feitas a qualquer momento, ao contrário das leis, que têm de ser aprovadas um ano antes das eleições para entrarem em vigor. Para os partidos, isso impede o planejamento de suas ações.
Código Eleitoral abre brecha para impunidade por caixa 2

De acordo com especialistas, o afrouxamento da fiscalização de partidos e candidatos e o enfraquecimento dos poderes do TSE, contidos no Código Eleitoral, abrem brechas para que casos de caixa 2 eleitoral fiquem impunes – embora o texto “aparente” trazer um avanço para coibir o uso de dinheiro não contabilizado nas eleições.

O projeto de lei tipifica pela primeira vez o crime de caixa 2. Atualmente, a Justiça usa leis referentes a outros crimes para punir os infratores, fazendo uma analogia entre esses ilícitos. Para especialistas, isso abre brechas para questionamentos das decisões judiciais. Portanto, a tipificação do crime de caixa 2 seria interessante para garantir a segurança jurídica.

O problema é que outros dispositivos da lei enfraquecem a fiscalização e a atuação da Justiça Eleitoral. E isso pode levar à impunidade de vários ilícitos cometidos nas eleições, incluindo o caixa 2.

Além disso, há outros dois problemas nos dispositivos referentes ao caixa 2 previstos no projeto do Código Eleitoral.

O primeiro é que texto prevê que o candidato que praticou caixa 2 pode firmar um acordo de não persecução penal. Ou seja, ele pode negociar com o Ministério Público que não seja processado pelo crime, em troca de alguma reparação. O projeto também prevê que a Justiça poderá deixar de aplicar a pena se a omissão ou irregularidade na prestação de contas for de pequeno valor. Especialistas em transparência pública criticam esses dispositivos.

O segundo problema é que, dependendo da circunstância, a pena prevista no novo Código Eleitoral pode ser menor do que a que hoje é aplicada a quem cometeu o crime de caixa 2.

O projeto prevê que a pena vai de dois a cinco anos de prisão e multa. É a mesma punição prevista para falsidade ideológica, crime que os juízes geralmente usam atualmente para a não contabilização de despesas eleitorais. A falsidade ideológica é caracterizada porque o candidato deixa de prestar contas adequadamente, fraudando a documentação apresentada à Justiça Eleitoral.

Mas, durante a Lava Jato, o caixa 2 também passou a ser enquadrado, em algumas situações, como corrupção passiva (no caso do candidato que recebeu o valor em troca de alguma ação futura) e corrupção ativa (a empresa ou pessoa que financiou o candidato ilegalmente para obter benefícios públicos). A pena da corrupção ativa e passiva varia de dois a 12 anos de prisão, além de multa – maior do que a prevista pelo projeto.
Participação em debates e propaganda virtual

O Código de Processo Eleitoral estabelece que as emissoras de rádio e TV deverão garantir a participação em debates de candidatos dos partidos com representação no Congresso Nacional de, no mínimo, dez parlamentares. A participação dos demais candidatos será facultada as organizadoras dos debates políticos.

A regra atual garante a participação em debates de candidatos dos partidos com representação no Congresso Nacional de, no mínimo, cinco parlamentares. Existe uma expectativa de que esse número seja restabelecido através de um destaque de bancada que será analisado pelos parlamentares após a aprovação do texto-base.

O projeto também permite o uso de montagens, computação gráfica e outros recursos de vídeo na propaganda eleitoral que hoje são proibidos. O texto também determina que perfis de candidatos em redes sociais só poderão ser suspensos, excluídos ou submetidos a outras medidas desse tipo se houver decisão judicial.

Ainda de acordo com o texto, as placas, adesivos e outros itens de campanha física não terão mais restrições de tamanho.
Transporte de eleitores e boca de urna deixam de resultar em prisão

A atual legislação eleitoral considera que o transporte de eleitores no dia das eleições, de suas residências até os locais de votação, é crime que pode resultar em prisão de até seis anos, além de multa.

No entanto, o novo Código de Processo Eleitoral propõe a descriminalização do transporte de eleitores. Essa prática deixa de ser crime e passa a ser apenas uma infração, passível de punição só na esfera cível apenas com a aplicação de multa (o projeto estabelece o valor de R$ 5 mil a R$ 100 mil).

Ainda que o transporte continue a ser ilegal, o dispositivo previsto no projeto é criticado porque pode estimular o abuso do poder econômico nas eleições. Candidatos com muitos recursos financeiros poderiam fazer um cálculo de custo-benefício de transportar eleitores, aceitando pagar uma multa para assegurar mais votos.

Em outro ponto o projeto estabelece que deixam de ser crime práticas hoje proibidas no dia de eleição. É o caso da propaganda eleitoral de boca de urna, os comícios, as carreatas e o uso de alto-falantes para fazer campanha política. Hoje esses atos podem ser considerados crimes eleitorais e podem resultar em reclusão de até seis anos e multa. Com a mudança, os atos passarão a ser infrações da área civil – tal qual o transporte de eleitores.

Um dos pontos críticos da proposta diz respeito à aplicação do fundo partidário, criado para custear as atividades dos partidos. Pela proposta, as legendas poderiam usar os repasses públicos “em outros gastos de interesse partidário, conforme deliberação da executiva”.

De acordo com especialistas, a medida abre brecha para que os dirigentes partidários utilizem a verba para seu próprio proveito, como a compra de bens móveis e jatinhos.
Código Eleitoral proíbe pesquisas na véspera e no dia da eleição

O projeto do Código Eleitoral prevê a proibição da divulgação de pesquisas eleitorais na véspera e no dia das eleições. De acordo com a proposta, a medida visa evitar que o eleitor seja induzido por cenários que, por vezes, conflitam com os resultados das urnas.

O texto determina ainda que os institutos divulguem juntamente com as pesquisas, o seu “percentual de acerto” nas últimas eleições.

Especialistas criticam a medida por considerarem que é uma censura e um cerceamento do direito do eleitor de se informar sobre a eleição num momento em que os cenários eleitorais mudam muito rapidamente. Além disso, existe o risco de que, ao proibir pesquisas oficiais, candidatos vão espalhar nos últimos dias de campanha pesquisas falsas, como se fossem verdadeiras, para influenciar os eleitores a seu favor.
Quarentena eleitoral para militares, policiais, juízes e membros do MP foi derrubada

O texto-base do Código de Processo Eleitoral determinava que militares, juízes, integrantes do Ministério Público, guardas municipais e policiais (rodoviários, federais, militares e civis) não poderiam disputar eleições caso não tivessem se afastado de seus cargos e funções até cinco anos antes da eleição.

Depois de uma mobilização dos integrantes da chamada “bancada da bala”, três destaques do PSL para retirar a quarentena do texto foram aprovados pelo plenário. O primeiro requerimento, aprovado por 254 votos favoráveis contra 170, previa acabar com a quarentena para promotores e juízes.

“Esse destaque se refere especificamente aos juízes e promotores. Nós destacamos cada uma das categorias. Há uma para os juízes e promotores. Há outro para os militares. E há outro para os policiais. A ideia é simplesmente proteger aqueles que também estão no dia a dia tomando decisões graves, e, por isso, seriam punidos, seriam impedidos de participar da vida pública, de se candidatarem, simplesmente porque exercem funções que são extremamente importantes para o país”, afirmou o líder do PSL, major Vitor Hugo (GO).

Na sequencia, outro destaque para acabar com a restrição para militares também foi aprovado por 405 votos favoráveis e 52 contrários. “Na nossa visão, isso serviria para tirar direitos políticos dos militares que, no dia a dia, vivem sob a égide da hierarquia e da disciplina (…). Tenho certeza de que o Parlamento não poderia jamais criar uma quarentena que os retirasse na prática da convivência política, das discussões políticas e de ocupar cargos eletivos de maior relevância no nosso país”, defendeu Vitor Hugo.

Por último, um destaque para suprimir o trecho que previa a quarentena para policiais também foi aprovado por 411 votos contra 14. “Fica muito claro que como nós perdemos a questão do Judiciário, o Judiciário não vai ter quarentena, não faz sentido nenhum colocar os policiais militares, os policiais civis, os policiais federais, os policiais rodoviários federais… perdeu já a narrativa da necessidade de uma quarentena”, defendeu o deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM).
Punição a quem atacar eleições com objetivo de ”promover desordem”

O texto do novo Código Eleitoral criminaliza condutas como a sistemática disseminação de informações falsas com o objetivo de questionar a integridade do processo eleitoral. De acordo com o artigo 869 do projeto, há a previsão de pena de um a quatro anos de reclusão no caso de divulgação ou compartilhamento de “fake news”.

O trecho tipifica como crime a propagação de “fatos que sabe inverídicos ou gravemente descontextualizados, com aptidão para exercer influência perante o eleitorado”. Se a mesma conduta for praticada com a finalidade de “atingir a integridade dos processos de votação, apuração e totalização de votos” para “promover a desordem ou estimular a recusa social dos resultados eleitorais”, a pena é acrescida de metade a dois terços, a depender do caso.

Esse ponto foi incluído na discussão depois que o presidente Bolsonaro fez diversas acusações contra o atual sistema de votação, sem apresentar provas do que dizia, sobretudo a respeito da segurança das urnas eletrônicas. A maioria das declarações foi dada enquanto a Câmara debatia o projeto que previa a implementação do voto impresso no país, mas que acabou sendo rejeitada pelos deputados.

Por:Gazeta do Povo

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Consumo de peixe do rio Amazonas é suspenso para prevenir ‘doença da urina preta’ em Vitória do Xingu, no Pará

Peixaria em Vitória do Xingu, no PA — Foto: Reprodução / Prefeitura Municipal de Vitória do Xingu

Comerciantes e transportadores foram orientados pela prefeitura municipal.

O consumo de peixes do rio Amazonas foi suspenso na cidade de Vitória do Xingu, sudoeste do Pará, como prevenção à Síndrome de Haff, conhecida como “doença da urina preta”.

Comerciantes e transportadores de peixes foram orientados por uma equipe da prefeitura municipal. A prefeitura informou que os peixes de rios da cidade e em cativeiros são seguros para consumo. Apenas os de fora da cidade estão proibidos de venda.

A coordenadora de fiscalização, Jessica Suzane, explicou que a partir de uma reunião nesta quinta (9) com a secretaria de Saúde, foi feita a orientação com todos os vendedores de pescado no município, como também nos barcos que transportam peixes para a cidade.

Segundo a coordenadora, as fiscalizações devem ser intensificadas. Comerciantes afirmam que já perderam cerca de 30% das vendas.

No Pará, há ao menos dois casos suspeitos em investigação. Um em Belém e outro em Santarém. Este é o único caso em investigação na capital.

Materiais foram coletados e encaminhados para o Laboratório Central do Estado do Pará. O prazo para conclusão da análise não foi detalhado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

O que é Síndrome de Haff?

A síndrome está associada ao consumo de peixes como arabaiana, conhecido como olho de boi, badejo, tambaqui ou crustáceos (veja vídeo abaixo).

A doença é causada pela ingestão de pescado contaminado por uma toxina capaz de causar necrose dos músculos.

Outros sintomas da doença são decorrentes desse quadro, como dores e rigidez no corpo, dificuldade de respirar e a urina escura, e podem aparecer entre 2h e 24h após o consumo. “A hidratação é fundamental nas horas seguintes ao aparecimento desses sintomas”, detalha a Sesma.

“A Secretaria informa que em caso de sintomas é necessário buscar atendimento imediatamente na rede pública de saúde do município”, orientou a Secretaria estadual de Saúde em nota.

Para prevenir a doença, a recomendação é não ingerir alimentos com origem, transporte e também armazenamento desconhecidos. No oeste do estado, alguns municípios emitiram alertas sobre o consumo de peixes.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sespa) informou ao G1 que o monitoramento dos casos é de responsabilidade dos municípios e não informou sobre medidas a serem tomadas.

Por G1 PA — Belém

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Esfaqueada pelo ex, vítima anda ensanguentada pela rua pedindo socorro no Pará

(Foto:Reprodução) – Caso ocorreu em Castanhal, nordeste do estado. Agressor é preso por tentativa de feminicídio.

Uma mulher foi ferida a golpes de faca pelo ex-companheiro no bairro do Milagre, em Castanhal, nordeste do Pará. As agressões teriam ocorrido após uma discussão, segundo testemunhas.

Imagens da vítima percorrendo o bairro circulam pelas redes sociais (veja no vídeo acima). As imagens mostram ela ensanguentada e pedindo socorro. A cena chama a atenção de quem passa pela rua, mas ninguém aparece prestando ajuda.

O caso ocorreu na tarde desta quinta (9) e a vítima foi levada para Unidade de Pronto Atendimento de Castanhal. O estado de saúde dela não foi informado.

Já o homem foi preso e autuado em flagrante por tentativa de feminicídio. Ele foi levado para a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).

Em nota, a Polícia Civil disse que a Superintendência Regional do Salgado registrou o caso e que a prisão foi efetuada por uma guarnição da Polícia Militar. Segundo a nota, uma equipe da PC também foi ao local, onde munições foram localizadas e também a faca usada no crime.

Um inquérito policial foi instaurado pela Deam de Castanhal, responsável pelas investigações. A motivação do crime ainda não foi confirmada pela Polícia.

Por G1 PA — Belém

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