Homem enfurecido sequestra e ameaça matar esposa enforcada em MT

(Foto:Reprodução) – Nesta segunda-feira (27.09), policiais da 18ª Companhia Independente de São José do Rio Claro prenderam um homem de 30 anos por homicídio doloso tentado, sequestro e cárcere privado, em Nova Maringá.

Por volta das 11h50, os policiais foram informados de que um homem havia tentado matar a esposa, em uma residência, no bairro Jardim Mayra. De imediato, a equipe da PM foi até o endereço apontado. No local, o homem foi abordado e preso.

De acordo com a vítima, o marido chegou em casa na noite anterior e a amarrou. O suspeito chegou a amarrar uma corda no meio da sala para enforcá-la. O homem ainda ameaçou a vítima dizendo que iria matar ela e o filho quando deixasse a prisão.

A mulher contou que ficou amarrada a noite toda e que durante este período tentou pedir ajuda, mas que apenas durante a manhã desta segunda-feira conseguiu se desvencilhar das cordas e ligar para a Polícia Militar. A vítima relatou ainda que o filho de 13 anos tentou lhe proteger, mas não conseguiu. A vítima relatou que tem uma medida protetiva contra o marido. O homem foi conduzido para a Delegacia. A ocorrência foi entregue para a Polícia Judiciária Civil.

Por REDAÇÃO MT

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Adolescente sofre escalpelamento no interior do Pará

(Foto: Reprodução) -Segundo a  Secretaria de Saúde do Estado do Pará (Sespa), o escalpelamento ocorre quando o cabelo prende ao motor do barco e o couro cabeludo é arrancado bruscamente.

Partes do rosto também podem ser perdidas e a recuperação é bastante demorada. Há ainda risco de morte por causa de intensa hemorragia que pode ocorrer.

Ainda segundo as autoridades de saúde, o Estado do Pará registra maior número de acidentes com escalpelamento dos últimos nove anos. Diversos caso já foram registrados este ano em rios paraenses.

Entrando para essa triste estatística, está uma adolescente de 16 anos, que foi vítima de escalpelamento  no inicio da tarde desta segunda-feira (27) no Rio Pacajá, localizado no sudoeste paraense.

A adolescente estava em uma embarcação quando teve os cabelos arrancados pelo motor. A menina teve perda total do couro cabeludo.

Ela foi socorrida com os primeiros socorros ainda no município de Pacajá e, em seguida, foi encaminhada para a capital paraense para ser internada no Hospital Santa Casa de Misericórdia do Pará, que é referencia no atendimento para esses casos.

Fonte: DOL

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Alta do diesel deve gerar atualização do piso de frete; caminhoneiros se organizam

Reajuste mais recente da tabela do frete foi feito em 14 de julho pelo método de atualização semestral (Foto:Akira Onuma / O Liberal)

Desde a última atualização do piso pelo gatilho, preço combustível acumula alta de 17,1%

O novo reajuste do preço do óleo diesel de 8,9%, anunciado na manhã desta terça-feira, 28, pela Petrobras, deve levar à atualização do piso mínimo do frete rodoviário. Pela legislação, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tem de reajustar a tabela do frete a cada seis meses ou quando a variação do preço do diesel for igual ou superior a 10% – quando é acionado o mecanismo de gatilho. Desde a última atualização do piso pelo gatilho em 3 de março pela ANTT, o preço do óleo diesel acumula alta de 17,1% segundo cálculos feitos pelo Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

O cálculo inclui os ajustes do preço do óleo diesel feitos desde 1º março pela Petrobras, que não foi incluído na atualização posterior da ANTT, até esta terça. Desde lá, foram oito ajustes consecutivos, sendo cinco de alta e três de queda, totalizando a variação de incremento de 17,1% no valor do óleo fóssil.

Procurada pela reportagem, a ANTT não respondeu ao pedido de comentário até o momento desta publicação.

O reajuste mais recente da tabela do frete foi feito em 14 de julho pelo método de atualização semestral. Contudo, isso não impede que os valores do preço do diesel sejam contabilizados para reajuste pela variação do combustível. Segundo a lei que institui o piso mínimo do frete, a atualização semestral não anula o acionamento do gatilho de 10%.

Presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, considera que um reajuste no piso mínimo deve ser feito pela ANTT de imediato, diante da nova alta do preço do diesel.

“ANTT precisa fazer reajuste na tabela. A atualização a cada seis meses não interfere na revisão pelo gatilho.Deu 10% de variação, mesmo que tenha feito reajuste da planilha semestral, é obrigatório fazer pelo gatilho. Já superamos os 10%”, disse Landim, conhecido como Chorão, ao Broadcast Agro.
Atualização

A Abrava, assim como outras entidades que representam os caminhoneiros autônomos, pedem que a ANTT contrate entidade técnica para elaborar o estudo de atualização do piso mínimo. O contrato da entidade com o Esalq-Log (Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”), responsável pela metodologia da tabela, expirou no início deste ano. “Cobramos que se contrate entidade técnica para cálculo ser feito com metodologia correta”, apontou Chorão.

Resposta – Uma possível paralisação dos transportadores rodoviários, motivada pelos elevados preços do diesel, não é descartada, segundo Chorão. “Estamos avisando que estamos no limite. O combustível está subindo sucessivamente. Precisamos tomar uma atitude mais enérgica”, defendeu Chorão. “Não concordamos, porém, que isso seja feito somente pelos caminhoneiros. É preciso incluir todo setor de transporte como taxistas e motoristas de aplicativos, que também são afetados pelo preço do combustível”, acrescentou o presidente da Abrava.

Ele criticou a atuação do presidente da República, Jair Bolsonaro, no enfrentamento da questão dos combustíveis. “O presidente precisa parar de transferir a responsabilidade e fazer política. Não é possível o chefe da Nação fazer discurso dizendo que não é mágico e que o problema está nos governadores”, disse Chorão.

O presidente da Abrava disse ainda que a categoria está “desacreditada” com as promessas do governo. “A narrativa de trocar Roberto Castello Branco pelo Joaquim Silva e Luna era uma narrativa de que ele (governo) ia fazer alguma coisa e isso não aconteceu”, comentou Chorão.

Castello Branco foi demitido do cargo de presidente da Petrobras pelo presidente Bolsonaro em 19 de fevereiro após sucessivos aumentos do óleo diesel neste ano e de ser acusado de ser insensível às dificuldades dos consumidores em arcar com a alta dos preços dos combustíveis neste ano.
Pleitos em comum

Chorão também relatou que a categoria está se organizando junto com motoristas de aplicativos e demais trabalhadores do setor de transporte para defender os pleitos em comum.

Um destes pedidos é a mudança de política de preços da Petrobras para combustíveis de exportação para importação (PPE para PPI). “Enviamos ofícios para os ministérios e devemos participar de audiência pública na Câmara dos Deputados para falar sobre a questão do combustível”, afirmou Chorão.

A entidade também se reuniu na segunda-feira por videoconferência com o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli para tratar da ação direta de inconstitucionalidade (ADI) do piso mínimo do frete, que está sendo julgada pela Suprema Corte.

Por:Agência Estado

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Pesquisa comprova riqueza de conhecimento dos pescadores sobre cadeia alimentar de peixes na Amazônia brasileira

Informações do conhecimento dos pescadores podem ser incorporadas ao manejo e conservação dos recursos naturais — Foto: Tracy Costa/G1/Arquivo

Dados sobre a posição que peixes e predadores ocupam na cadeia alimentar, nos rios Tapajós e Tocantins, podem contribuir para entender e monitorar as mudanças nos ambientes onde vivem.

Pesquisa mostra que o conhecimento dos pescadores sobre a cadeia alimentar de peixes e predadores é de fundamental importância para compreender as interações tróficas e produz dados precisos e eficazes sobre os peixes e os seus principais predadores nos rios Tapajós e Tocantins, na Amazônia brasileira. De acordo com a pesquisa, ambientes de água doce estão entre os mais alterados e ameaçados do mundo.

Informações do conhecimento dos pescadores podem ser incorporadas ao manejo e conservação dos recursos naturais, especialmente em espécies e ecossistemas ameaçados pela atividade humana e que carecem de dados ecológicos. Os estudos comprovam o enorme conhecimento que pescadores têm sobre os peixes e suas interações ecológicas com outras espécies e todo o ecossistema.

As informações obtidas de entrevistas com 98 pescadores corresponderam com modernas análises de isótopos estáveis de 63 amostras de peixes. Além disso, o estudo revelou fontes de informações desconhecidas da literatura científica sobre animais predadores. A falta de dados e recursos, tanto financeiros quanto humanos, é um problema que afeta a conservação dos recursos naturais.

Dados sobre os níveis tróficos, ou seja, a posição que peixes e predadores ocupam nas cadeias alimentares, podem contribuir para compreender e monitorar as mudanças que estão ocorrendo nos ambientes.

Para Gustavo Hallwass, professor da Ufopa lotado no Campus Oriximiná, um dos participantes da pesquisa, o trabalho novamente comprova o enorme conhecimento que pescadores têm sobre os peixes e suas interações ecológicas com outras espécies e todo o ecossistema. “Esse conhecimento tradicional é passado através das gerações e pode ser considerado um patrimônio cultural das populações ribeirinhas amazônicas, devendo ser respeitado, preservado e considerado em políticas públicas relativas ao manejo e conservação dos recursos naturais”, disse.

Conhecimento detalhado

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Registro do momento de coleta de isótopos — Foto: Renato Silvano

Uma das pesquisadoras que liderou o estudo, a doutoranda em Ecologia Paula Pereyra, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, explicou que a pesquisa foi realizada a partir de entrevistas com pescadores para tentar compreender quais são os alimentos dos peixes e quem são os organismos que se alimentam deles.

“Nós realizamos análises químicas, chamadas de ‘análise de isótopos estáveis’, técnica que mede o nível trófico dos peixes em laboratório, que seria a posição que eles ocupam nas teias alimentares. Além disso, a partir de entrevistas, fizemos cálculos, baseados nas informações do conhecimento dos pescadores, e comparamos com os dados obtidos através das informações das análises realizadas em laboratório”, explicou Paula Pereyra.

O resultado, segundo a pesquisadora, é que os pescadores têm conhecimento muito detalhado a respeito da biologia dos peixes. “Os dados que os pescadores informaram foram muito próximos ao compararmos com a análise química. Por que é importante conhecermos os níveis tróficos? Porque estão ocorrendo muitas mudanças nos ambientes e, a partir das interações tróficas entre os organismos, nós podemos avaliar e detectar essas mudanças”, afirmou.

Ainda segundo Paula Pereyra, a pesquisa foi uma forma de aprender mais sobre o ambiente e os organismos que o habitam.

“A ideia foi avançar no conhecimento a respeito das mudanças ambientais, especialmente em rios da Amazônia que requerem estudos, como o Tocantins, um dos mais modificados por ações antrópicas na bacia Amazônica, e o Tapajós, que já sofre com a ação dos garimpos ilegais, além de projetos de hidrelétricas que estão para serem implementados. Todos esses fatores podem influenciar os peixes, os predadores e consequentemente as populações ribeirinhas que dependem dos peixes para alimentação”, finalizou.

Além de Paula Pereyra, a pesquisa também foi liderada pelo professor Renato A. M. Silvano, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e contou com a participação do professor Gustavo Hallwass, da Ufopa/Oriximiná, e do professor Mark Poesch, da Universidade de Alberta (Canadá).

Por g1 Santarém e Região — PA

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Pará recebe remessa com mais 49.250 mil doses de vacina

(Foto:| Reprodução/Agência Pará) – Esse é o segundo lote recebido somente nesta terça-feira (28)

A chegada de novas remessas de vacinas é fundamental no combate à pandemia da Covid-19. A imunização é a principal forma de evitar mais contágios e o surgimento de novas variantes do coronavírus.

O Pará recebeu, na manhã desta terça-feira (28), a 92ª remessa de vacinas contra a Covid-19 com 49.250 doses da vacina AstraZeneca, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e enviadas pelo Ministério da Saúde (MS).

A Sespa recomenda aos municípios que as doses deste lote sejam destinadas à segunda dose de quem já tomou AstraZeneca. A dinâmica da aplicação é definida pelas Secretarias Municipais de Saúde. “É necessário que as pessoas completem o esquema vacinal garantindo assim a imunização dos públicos alvos”, afirma a Diretora de Epidemiologia da Sespa, Daniele Nunes.

A equipe de Logística da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) recebeu as vacinas no Aeroporto de Belém e organiza o envio aos Centros Regionais de Saúde, para distribuição aos 144 municípios paraenses. O envio das doses deve ser feito ao longo dessa semana por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

O planejamento da Sespa inclui a distribuição das doses, assim como dos insumos para todos os municípios, e cada um deles recebe as doses de acordo com o quantitativo populacional e a atual etapa de vacinação.

Eficiência

Segundo o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, a Sespa tem trabalhado há oito meses em conjunto com outras instituições para garantir que as doses cheguem à população de forma rápida, segura e eficaz. “Já ultrapassamos 11 milhões de doses recebidas e estamos nos esforçando para que os municípios cumpram o Plano Paraense de Vacinação, disponibilizando as doses imediatamente aos grupos pré-definidos em cada local”, afirmou.

Com mais essa remessa, o Pará totaliza 11.020.380 doses de imunizantes recebidos e destinados à população paraense, das quais, 3.817.990 são da CoronaVac/Sinovac; 3.981.050 da Oxford/AstraZeneca; 3.082.890 da Pfizer e 138.450 da Janssen.

 

Por: | Agência Pará

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Especialistas em educação se unem em livro para falar sobre educação igualitária

Há diferenças entre educação inclusiva e inclusão escolar, diz pedagoga

Dentre os benefícios da literatura está a finalidade de instruir o leitor sobre assuntos do seu desconhecimento. É com esse propósito que pedagogos, fonoaudiólogos, psicólogos e especialistas em educação usaram as páginas de um livro para ensinar sobre educação inclusiva e inclusão escolar.

Em 11 capítulos, o livro “Educação Infantil, Linguagem e Inclusão Escolar”, lançado no último dia 21, chama a atenção para o assunto da inclusão no âmbito educacional. Organizado pela fonoaudióloga e pedagoga Jáima Pinheiro de Oliveira, pela pedagoga Simara Pereira da Mata e pela psicóloga Marília Bazan Blanco, a publicação aponta os principais desafios e ações para promover um aprendizado justo e de qualidade para todos.

escolar

“Muitas pessoas confundem educação inclusiva com inclusão escolar. Quando falamos de educação inclusiva nos referimos ao movimento mundial que não discrimina nenhum tipo de pessoa dentro das escolas, independentemente de raça, religião, cultura ou outras condições. É um movimento que preconiza a educação de qualidade para todos. Já ao falarmos de inclusão escolar, tiramos desse grupo não discriminado pessoas com deficiência, pessoas com altas habilidades e/ou superdotação e com o transtorno de espectro autista (TEA), entre outras. Então, quando se fala em inclusão escolar, falamos da escolarização dessas pessoas na escola regular”, explica a pedagoga Jáima Pinheiro, docente da Faculdade de Educação (FAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O livro traz as demandas da educação infantil com perspectivas inclusivas desde a primeira infância e aborda aspectos que ajudam o leitor a pensar sobre as questões específicas com relação a inclusão no universo educacional, sobre os métodos de avaliação de linguagem em crianças com deficiência e das características dos processos em condições diferentes de desenvolvimento.

Na visão da pedagoga Jáima, em uma sala de aula é preciso pensar em estratégias e conteúdos específicos, como as brincadeiras, a música ou a pintura, para favorecer e desenvolver a linguagem, a comunicação e valorizar as interações entre os diversos estudantes.

“Para falarmos de inclusão escolar, precisamos falar da escolarização desse público-alvo, da formação continuada de professores, na adaptação dos ambientes comuns das escolas para acolher esses estudantes, investir em recursos de tecnologia assistiva, entre outras preocupações necessárias para oferecer um aprendizado de qualidade a todos”, explica a pedagoga.
Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Polícia prende suspeito de tentar estuprar o próprio irmão de 5 anos, em Belterra

(Foto:Reprodução) – Na última segunda-feira (27), um jovem de 18 anos foi preso em flagrante suspeito de tentar estuprar o próprio irmão de 05 anos na comunidade de Porto Novo, município de Belterra.

Em depoimento à polícia, o pai da criança informou que o suspeito foi pego tentando fazer a penetração na vítima, que estava nua e de bruços na cama. O pai da criança impediu o estupro e acionou a Polícia Militar.

A vítima foi encaminhada para exames sexológicos e deve passar por escuta especializada. O Conselho Tutelar está dando assistência à família.

De acordo com a polícia, o suspeito tem passagens pela polícia por roubo e já ficou detido na Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa). O indivíduo deve responder por estupro de vulnerável.

Por:RG15/ O Impacto

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Comerciantes de peixe em Santarém amargam queda de 90% nas vendas

(Foto:Reprodução) – Desde a divulgação do primeiro caso suspeito da síndrome de Haff em Santarém, o setor pesqueiro do município vem enfrentando incontáveis prejuízos. Isso porque muita gente tem evitado comprar peixe, mesmo das espécies que não estão ligadas à doença.

De acordo com o diretor de patrimônio da Z-20, João Mário, por mês eram comercializadas, em média, 55 toneladas de pescado. Mas, devido à crise causada pela síndrome, esse número caiu cerca de 90%.

De acordo com João Mário, o momento é de grande preocupação para o setor. “Temos relatos de pescadores que estão sendo obrigados a jogar o peixe não comprado pelos feirantes no lixo porque até quando vão doar as pessoas não querem. Esperamos que a situação melhore logo, pois está muito difícil”, lamentou.

João afirma que a população ficou com medo de consumir peixe. Ele explica que a demora na divulgação dos resultados das análises que estão sendo feitas pela Vigilância Sanitária gera ainda mais insegurança na população quanto ao consumo do peixe.

O pescador Jucivaldo Ferreira, que trabalha há pouco mais de um ano na feira conhecida como Porto dos Milagres, relata que a procura pelo pescado está aumentando, mas ainda de forma muito lenta. “Graças a Deus as vendas deram uma leve melhorada. Aos poucos as pessoas estão voltando’, contou. Ainda assim, diz ele, o prejuízo é grande. Jucivaldo conta que comercializava mil quilos de peixe por semana, e atualmente tem vendido apenas 100 kg.

Santarém já soma 6 casos suspeitos da doença. Diante desses números a Vigilância Sanitária do município tem feito um trabalho de prevenção e de orientação dos comerciantes em relação ao acondicionamento do peixe, além de fiscalizações frequentes, que foram intensificadas após o decreto municipal que proíbiu a comercialização de pescado vindo do estado do Amazonas.

“Assim como os outros, esse sexto caso não passa de uma suspeita. Nós ainda não temos nenhum caso confirmado, mas seguimos com as ações de prevenção e continuamos aguardando os resultados dos exames específicos chegarem” disse Helen Silvestre, coordenadora da Divisão de Vigilância Sanitária.

Fonte: O Liberal

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PRF apreende 255 comprimidos de anfetamina em veículo de São Paulo, na BR-163

Na madrugada desta terça-feira (28), por volta das 3h23, Policiais Rodoviários Federais da delegacia de Santarém, ao abordar um veículo de carga oriundo do estado de São Paulo e ao fiscalizar os equipamentos obrigatórios do veículo, a equipe encontrou um total de 255 comprimidos de anfetamina, separados em 17 pequenos frascos com 15 comprimidos cada, na BR-163.

Diante da constatação, em tese, do crime de tráfico de drogas (Art. 33, Lei n° 11.343), o material apreendido, assim como o condutor foram encaminhados à delegacia de polícia civil de Santarém para os procedimentos administrativos cabíveis conforme preceitua o código de processo penal.

Além disso, após consulta foi constatado o envolvimento do indivíduo com o mesmo crime há cerca de 2 anos, caracterizando, dessa forma, a reincidência.

Por:RG15/ O Impacto com informações PRF/PA

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PRF recupera moto furtada poucas horas após o crime, em Santarém

Durante patrulhamento na noite de segunda-feira (27), por volta das 23h30, a equipe da Polícia Rodoviária Federal observou um condutor pilotando uma motocicleta HONDA FAN 125, cor azul, sem capacete, momento que foi dada ordem de parada, a qual não foi obedecida, resultando em um acompanhamento tático.

Durante o acompanhamento, o condutor da motocicleta realizou diversas infrações de trânsito e manobras perigosas, além de trafegar na contramão da via com o intuito de despistar as viaturas, gerando um perigo para os demais usuários da rodovia. Entretanto, foi capturado e conduzido à delegacia da Polícia Civil, junto com a motocicleta.

Em virtude de sua capacidade psicomotora bastante alterada, não foi possível a realização do teste do etilômetro, sendo lavrado o auto de constatação de alteração da capacidade psicomotora, constatando-se que o condutor estava com diversos sinais de alteração motoras e psíquicas.

No momento da apresentação do condutor, o proprietário da motocicleta se fez presente na delegacia, e relatou que seu veículo havia sido furtado horas antes. Diante dos fatos, além da apresentação pela desobediência às ordens emanadas, direção perigosa e condução de veículo com a capacidade psicomotora alterada, o condutor foi autuado em flagrante, em tese, pelo delito de furto (art.155 do código penal).

Verificou-se também que o indivíduo já possui diversas passagens pela polícia por crimes de furto e tráfico de drogas.

Por:RG15/ O Impacto com informações PRF/PA

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