Athletico-PR bate o Grêmio na Arena da Baixada e embala no Brasileirão

Nesta quarta-feira, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Athletico-PR venceu o Grêmio por 2 a 0 em jogo de seis pontos na Arena da Baixada. Com domínio das ações, o Furacão embala a quarta vitória seguida na competição.

Com o resultado, as duas equipes se igualam com 59 pontos na classificação. O Grêmio continua como quarto colocado, enquanto o Furacão é o quinto, já classificado para a Libertadores pelo título da Copa do Brasil.

Depois de duas partidas longe de casa, o Grêmio volta para Porto Alegre neste domingo, para receber o São Paulo, às 19h. No sábado, às 19h, o Athletico-PR visita o Ceará em Fortaleza.

O jogo

Com apoio de sua torcida, o Athletico-PR controlou as ações do primeiro tempo e saiu em vantagem de maneira justa. A primeira oportunidade veio logo aos nove minutos, Cirino recebeu de Rony e bateu firme, mas mandou a bola à esquerda do gol de Paulo Victor.

A rede balançou aos 32 minutos, em boa jogada pelo lado esquerdo. Márcio Azevedo tabelou com Rony, invadiu a área e bateu firme cruzado. A bola ainda encontrou a trave antes de entrar.

No segundo tempo, o Grêmio tentou equilibrar o jogo nos primeiros dez minutos, mas seguia com dificuldades no ataque. Aproveitando-se disso, o Athletico-PR voltou a impor seu jogo até chegar ao seu segundo gol aos 18, com polêmica.

Na entrada da área, Nikão emendou a bomba, mas a bola encontrou a mão de Matheus Henrique. O árbitro Bruno Arleu de Araujo foi à cabine do VAR, e depois de analisar o lance assinalou pênalti para o Furacão. O próprio Nikão foi para cobrança e bateu firme para ampliar.

A situação já estava difícil para o Tricolor Gaúcho, e complicou ainda mais aos 21. Diego Tardelli se irritou com a marcação de Nikão, desferiu um chute por trás no jogador do Furacão e acabou expulso. Com isso, bastou ao Athletico-PR apenas controlar o jogo para sair com a vitória.
Gazeta Esportiva (foto- Reprodução:Athletico-PR)
27/11/2019 22:27

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Atlético-MG sai na frente, mas cede empate ao Bahia na Fonte Nova

Nesta quarta-feira, Bahia e Atlético-MG ficaram em um empate por 1 a 1, na Fonte Nova, em partida válida pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Galo abriu o placar com Cazares e o Esquadrão de Aço deixou tudo igual com Élber no confronto direto por vaga na Sul-Americana.

Com o empate, o Bahia foi a 45 pontos, na décima colocação da Série A. Na próxima rodada, a equipe terá pela frente o CSA, fora de casa, no domingo, às 18h. Enquanto isso, o Atlético-MG chegou aos 42 pontos, na 14ª posição. O próximo compromisso do time será contra o Corinthians, em casa, no domingo, às 18h.

O jogo – O primeiro tempo teve como quadro geral o Atlético-MG com a posse de bola e o Bahia buscando sair em contra-ataques. A melhor chance dos 45 minutos inicias foi do Esquadrão de Aço. Moisés de longe pela esquerda e encontrou Gilberto, que antecipou o zagueiro e cabeceou para o chão. A bola pingou no gramado e bateu no travessão.

No entanto, quem abriu o placar foi o Atlético-MG, aos oito minutos da segunda etapa. Juninho se atrapalhou na saída de bola e a posse ficou com Cazares. O equatoriano avançou em direção ao gol, fintou o zagueiro do Bahia e finalizou no canto para marcar.

No entanto, o Bahia não sentiu o baque e foi para cima em busca do empate. Dez minutos depois, Flávio chegou pela direita e cruzou na área para Gregore, que desviou na primeira trave. A bola sobrou para Élber, que apenas teve o trabalho de empurrar para as redes.
Gazeta Esportiva (foto: Foto: Felipe Oliveira/Bahia)27/11/2019 22:05

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Com vaias, Inter perde para o Goiás no Beira-Rio e vê vaga no G8 ameaçada

Nesta quarta-feira, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Internacional recebeu o Goiás no Beira-Rio e acabou derrotado por 2 a 1. Mesmo jogando em casa, os comandados de Zé Ricardo não fizeram um bom jogo, sofreram com contra-ataques e pararam nas mãos de Tadeu.

Com o resultado, o Colorado estaciona nos 51 pontos. A equipe ainda pode ser ultrapassada pelo Corinthians, que ainda joga na rodada. O Esmeraldino vem na cola com 49, na 9ª colocação e dá mostras de que pode brigar por uma vaga na Libertadores.

O Inter volta a campo neste sábado, às 19h, precisando da vitória para retomar a confiança. Os comandados de Zé Ricardo vão até o Rio de Janeiro, onde visitam o Botafogo, no Nilton Santos. Por outro lado, o embalado Goiás volta ao Serra Dourada para encarar o Fortaleza, no domingo, às 16h.

Apesar de jogar em casa, o Internacional não apresentou bom futebol no primeiro tempo e viu o Goiás balançar as redes sem muita demora. Logo aos 14 minutos, Rafael Vaz mandou uma bomba de fora da área e Marcelo Lomba não conseguiu encaixar. Michael disputou o rebote e a bola sobrou limpa para Rafael Moura empurrar para as redes com tranquilidade.

O Inter tinha dificuldade para criar jogadas de perigo, e só conseguiu assustar nos minutos finais. As chances apareciam com muito volume, mas pouca eficiência. O goleiro Tadeu, entretanto, estava inspirado mais uma vez e impediu o empate dos Colorados antes do intervalo.

No segundo tempo, o jogo ficou semelhante. O Colorado até criou boas oportunidades, mas Tadeu salvou com grandes defesas. Em um contra-ataque, aos 28 minutos, Michael fez o segundo do Goiás. Ele arrancou em velocidade no contra-ataque, entortou Heitor e Uendel na entrada da área e bateu com categoria na saída de Lomba.

O Inter ainda conseguiu descontar em cobrança de escanteio. Aos 32, D’alessandro cobrou com veneno na pequena área e Paolo Guerrero completou de cabeça. Depois disso, entretanto, o Colorado não conseguiu chegar ao empate e terminou o jogo sob vaias da torcida.
Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte:SCI)27/11/2019 20:45

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Festa mistura carabina e cerveja, com miss armada e criança atirando

Cartaz com o mascote, o rei, rainha e princesas da Schützenfest, a festa do tiro de Jaraguá do Sul (SC)( Imagem: Eduardo Montecino/PMJSA)

Schützenfest é a maior festa de atiradores do Brasil. Alguns garantem que é a segunda maior do mundo. Perde apenas para a edição alemã. Mesmo sabendo disso, tomei um susto ao entrar no evento.

Imaginava uma área para tiros apartada do público, destinada apenas a quem realmente queria dar uns pipocos. Mas encontrei os 26 estandes de tiros logo na entrada. Na fila, homens, mulheres, idosos e crianças aguardavam a oportunidade de acertar os três pequenos alvos dispostos ao fundo.

Uma criança está no colo de um homem. Depois monta em seus ombros. Outra mal consegue segurar a arma e recebe ajuda do pai para manejá-la. No estande ao lado, um garoto com não mais de cinco anos de idade esbanja independência e, sozinho, aperta o gatilho. Sua pose é a de um atirador confiante e vivido.

Se você está chocado, vale esclarecer: trata-se de tiro esportivo, e as carabinas disparam apenas chumbinhos e setas. Em sua 31º edição, a Schützenfest, realizada em Jaraguá do Sul (SC), celebra uma longa tradição de imigrantes alemães do Vale do Itajaí. Em 2019, foi realizada entre 7 e 17 de novembro.

Imagem: Schützenfest Jaraguá/Facebook... (Garota treina a mira na schutzenfest em jaragua do sul
Imagem: Schützenfest Jaraguá/Facebook… (Garota treina a mira na schutzenfest em jaragua do sul

Na prática, é uma espécie de Oktoberfest com tiros. São 10 dias de música tradicional alemã, comida alemã, trajes típicos alemães e, claro, muito chope. A principal diferença para a famosa festa da vizinha Blumenau está justamente no fato de que, entre uma golada e outra, você pode testar sua mira pagando R$ 6 para dar três tiros.

Além de longeva, a Schützenfest bateu recorde de público este ano: pouco mais de 117 mil pessoas passaram pelo parque de eventos de Jaraguá do Sul. Mesmo assim, é virtualmente desconhecida fora de Santa Catarina. Daí o espanto, no meu caso, quando se descobre a existência de uma festa que mistura tiros com álcool.

Eduardo Bolsonaro??

@BolsonaroSPSchützenfest, a maior festa de atiradores do Brasil em Jaraguá do Sul-SC junto com Dep. @deputadopeninha . Se cuida Wu! ??

Cheguei a Jaraguá do Sul lutando contra as sempre danosas ideias preconcebidas. O contexto não conspirava a meu favor: as características peculiares da festa, o momento político do país e as particularidades do Vale do Itajaí me davam a sensação de estar a caminho de um evento da ANR americana (Associação Nacional do Rifle) no interior do Alabama.

Justiça seja feita, muito do meu receio estava calcado em fatos. Rico, desenvolvido e seguro, o Vale do Itajaí é também fonte frequente de notícias assustadoras. Em outubro, neonazistas espalharam cartazes em homenagem a Adolf Hitler em postes da cidade de Itajaí. Em Pomerode, também na região, um helicóptero descobriu ao acaso uma suástica decorando o fundo da piscina de uma residência. O episódio aconteceu em 2014.

Um amigo que morou em Blumenau contou que o vizinho comemorou o resultado das eleições passadas com uma bandeira da Klu Klux Klan. Sempre tive dificuldade em acreditar no absurdo do relato, mas eis que uma matéria publicada esta semana revela que Blumenau tem duas células da organização racista norte-americana.
Miriam Leitão “desconvidada”

Para completar, a própria Jaraguá do Sul teve sua parcela de cenas lamentáveis. A edição deste ano da Feira do Livro desconvidou a jornalista Miriam Leitão e seu marido, o sociólogo Sérgio Abranches, depois de um abaixo-assinado online criado pelo advogado local Danilo Faggian.

O repórter testa sua mira na competição de tiro de Jaraguá do Sul Imagem: Eduardo Montecino/PMJS... -
O repórter testa sua mira na competição de tiro de Jaraguá do Sul Imagem: Eduardo Montecino/PMJS… –

Faggian é um frequentador da Schützenfest, que, na edição de 2017, recebeu o deputado federal Eduardo Bolsonaro. Ele postou no Twitter fotos nas quais aparece atirando, comendo e posando ao lado do mascote da festa, um boneco loiro e sorridente com chapéu tradicional e uma enorme carabina em uma das mãos.

Jair Bolsonaro teve 83,23% dos votos em Jaraguá do Sul, no segundo turno da eleição presidencial. Não é segredo para ninguém que facilitar o acesso às armas sempre foi uma bandeira do presidente e sua família. Quem sabe eu sairia da Schützenfest convencido sobre adquirir uma potente e precisa máquina de matar? Não foi o que aconteceu.
Brincando de atirar

O festival reúne 17 sociedades de tiro da região. Há uma premiação diária para seus membros e outra para o público em geral. Um cartaz explica os sete passos para um “tiro perfeito”: “postura confortável”, “posição correta”, “deixe a arma equilibrada no apoio”, “segure a arma com firmeza, mas sem exagerar na força”, “controle sua respiração”, “puxe o gatilho gradualmente”, “continue fazendo mira por alguns segundos após o disparo”.

Pago R$ 6 e decido me integrar às tradições locais. Recebo o papel com os três pequenos alvos e aguardo minha vez. Não demora para estar diante de uma das carabinas. O instrutor explica como devo segurá-la e mirar. Apesar de grande, a arma é bem mais leve do que eu esperava. Os alvos parecem ridiculamente minúsculos e distantes. Começo pelo do meio, depois atiro no da direita e, por fim, no da esquerda.
Recebo o papel de volta e vejo que meu desempenho não foi assim tão ruim: dois dos tiros resvalam no centro do alvo. Apesar de ser absolutamente contra armas, por um instante me imagino como o forasteiro que chegou para fazer uma reportagem e acabou ganhando o troféu. O instrutor logo enterra meus sonhos: quem não chega nem a atingir o centro do alvo está distante de qualquer possibilidade de sair dali ovacionado.

Sigo constrangido em ver tantas crianças empunhando as armas. Penso que, fossem meus filhos, eu faria de tudo para demovê-las da ideia. Por outro lado, qual a diferença daquilo para um jogo de videogame com tiros? Ou das guerrinhas com armas de água pelas quais eu era apaixonado quando moleque?
Posse, sim. Liberar geral, não

A Associação dos Clubes e Sociedades de Tiro do Vale do Itapocu (ACSTVI) é a criadora e organizadora da Schützenfest. Seu presidente, Luiz Carlos Bierende, esguio e atencioso, me recebe no abafado escritório improvisado ao lado dos estandes de tiro. “Nossas sociedades praticam apenas o tiro esportivo. Não somos caçadores. De caçadores, queremos distância”, faz questão de esclarecer.

Pergunto sobre este momento, em que todo mundo parece ter uma opinião sobre flexibilizar ou não a posse e o porte de armas. Ele deixa claro que é a favor da posse, porque “muita gente boa” que “mora em fazendas” está à mercê de “malandros”. É comedido, porém, ao falar sobre o porte. “Neste caso, a pessoa vai ter que fazer todo um trabalho, de psicólogo, um monte de coisas até chegar e comprar a arma. Não é só chegar na loja, tem que passar pelo processo todo.”

A conversa com Bierende inaugura uma sensação que vai permear o resto da cobertura: a de que, justamente por terem intimidade com as armas desde cedo, as pessoas da comunidade falam sobre o assunto de forma séria e conscienciosa. Conversei com dezenas delas, e não ouvi de ninguém uma defesa aberta ou histérica pelo “liberar geral”.

 Poster da edição de 2018 da festa - Daniel Lisboa/UOL Poster da edição de 2018 da festa Imagem: Daniel Lisboa/UOL

Poster da edição de 2018 da festa – Daniel Lisboa/UOL
Poster da edição de 2018 da festa
Imagem: Daniel Lisboa/UOL

É o caso de Henrique Steffens. Membro da Sociedade Vieirense, o rapaz loiro de 22 anos trajando roupas típicas é o estereótipo perfeito de um soldado prussiano. Ele não sorri nem olha no meu rosto durante a entrevista. Praticante do tiro esportivo desde os cinco anos, diz que a discussão sobre as armas precisa “sair do nível da idealização” e ser feita de “forma consciente” para superar a ideia de que arma é um “símbolo de masculinidade”.

Ele é favorável às armas para defesa pessoal, mas ressalta que, nas comunidades locais, as armas são respeitadas como “algo sagrado”. Este contexto cultural e comunitário, acredita, forma um ambiente seguro para as armas. Fora deles, o assunto deve ser tratado com muito cuidado.

Gilberto Kaszubowski é outro membro de uma sociedade de tiro, no caso a Hansa Humbold. Descobriu (e gostou) do tiro esportivo na própria Schützenfest, há trinta anos. Pratica as modalidades carabina apoiada, chumbinho apoiado e seta livre. Foi medalha de prata nos jogos abertos de Santa Catarina em 2009. Defende a posse de arma em casa, mas acha que flexibilizar o porte já é algo “complicado”.

“Porque aí qualquer briguinha, e o cara tá meio fora do normal, é perigoso. O porte de arma não passou no Congresso nem para oficial de Justiça.” Lembro que tentaram facilitar o porte até para jornalistas, e eu poderia estar armado naquele momento. “Isso não existe”, responde, claramente considerando tal possibilidade um completo absurdo.

Banda se apresenta na Schützenfest, em Jaraguá do Sul (SC) - Eduardo Montecino/PMJS Imagem: Eduardo Montecino/PMJS
Banda se apresenta na Schützenfest, em Jaraguá do Sul (SC) – Eduardo Montecino/PMJS
Imagem: Eduardo Montecino/PMJS

Evandro Vargas, da sociedade Rio da Prata, não ostenta o mesmo currículo de Kaszubowski. Segundo ele, porque “gosta de um choppinho”. Vale esclarecer: durante a festa, as armas não saem dos estandes, e, a não ser por um membro ou outro de uma sociedade, não há gente circulando armada.

Evandro chegou a “rei” duas vezes e a “1º príncipe” uma vez nos campeonatos internos da sociedade. Sua especialidade é a seta, que, ele explica, não é diferente do chumbinho entre os já experientes. Sua defesa das armas é um pouco mais explícita que a dos colegas. “Quando foi feita a lei do desarmamento, foi para evitar tragédias. E não ajudou em nada, porque o bandido continua armado. Eu moro em chácara, saio com minha esposa para trabalhar e minha mãe de 72 anos fica sozinha. Não temos proteção nenhuma, a polícia já está sobrecarregada na cidade. Por isso, sou a favor da posse”, explica. “Já andar com uma arma na rua são outros quinhentos.”
Os pôsteres antigos

A identidade visual da Schützenfest está repleta de símbolos que constrangeriam qualquer militante antiarmamentista. As armas estão por toda parte. O espaço que funciona como praça de alimentação, por exemplo, é decorado com imagens de alvos e carabinas. Ao lado de flores.

O principal espaço do evento é um amplo salão de festas onde estão os camarotes e ocorrem as premiações. Em seu andar superior está o escritório administrativo da festa, onde é possível encontrar cartazes de edições anteriores da Schützenfest.

O logotipo oficial da edição 2019 é um alvo com um chapéu típico alemão e três buracos de bala fumegantes. Nada comparável aos pôsteres antigos, verdadeiras obras-primas do nonsense.

O da edição 2002, por exemplo, mostra uma mulher com um bebê de colo ao lado do mascote da festa. O personagem sorri efusivamente enquanto segura uma arma quase do seu tamanho. Atrás da moça, como se fotografado sem querer, um homem de óculos e vestes típicas exibe um olhar nada amigável.

Já o cartaz de 2001 tem a foto de um casal, também devidamente trajado com vestes típicas, acompanhado por duas crianças. O mascote sorridente e armado flutua sobre eles, enquanto a primeira das quatro pequenas fotos na parte inferior mostra homens atirando com suas carabinas de chumbinho. “Venha com sua família e divirta-se na Schützenfest”, pede o pôster.

Impossível não achar discutível cartazes nos quais famílias, crianças e armas aparecem lado a lado, mesmo que a menção seja ao tiro como modalidade esportiva. Porém, vejam só: não presenciei qualquer coisa parecida com uma briga em dois dias. O clima esteve sempre pacífico. Convenhamos: você já foi a festas que não usam armas em seus flyers e que terminaram em pancadaria ou coisa pior.
Casal gay e drag queen

A festa ganha ares de balada a partir das 20h. Às famílias juntam-se jovens com canecas penduradas no pescoço e chapéus com penas e macacões germânicos. As bandas se apresentam uma atrás da outra e misturam músicas tradicionais com Mamonas Assassinas, Queen, Tim Maia e Black Eyed Peas.

São bandas locais que, para surpresa do forasteiro, têm séquitos de fãs. Nas mesas diante de um dos palcos, crianças, adultos e velhinhos reproduzem as coreografias folclóricas enquanto degustam seus salsichões e strudel.

Avisto um casal gay e saio correndo atrás dele. Eles andam de mãos dadas tranquilamente em meio ao público. Por essa eu definitivamente não esperava. Ponto para a Schützenfest. É a primeira vez que Wellington Alves e José Granemann vão ao evento. Garantem que até ali não houve nenhum problema. “A gente está vivendo o nosso momento. Estamos cientes de que esta é uma festa alemã ‘raiz’. O resto da comunidade (gay) está toda aqui também.”

Outra personagem que não esperava encontrar é a drag queen Sirena. Ela faz performances e se apresenta como DJ na cidade. “Acho que Jaraguá do Sul evoluiu muito nesta questão do tradicionalismo. A galera está com a mente aberta. Estou aqui no meio, dançando, pedem para tirar fotos”, diz.

Sirena conta que foi à festa montada pela primeira vez em 2017. Estava receosa, mas foi “super tranquilo”. “Percebi que não rolou nenhum retrocesso, nenhuma exclusão, e que a festa estava de boa. A Schützenfest é família, o que para mim é muito mais que um casal hétero.”
“Festa quase virou Carnaval”

A festa caminha para o final, e as majestades do tiro serão coroadas em várias categorias. Inclusive juvenil, com crianças recebendo suas faixas. O salão de festas está relativamente vazio quando Tiago Rafael Perin e Ináurea Reinke Schmidt levam os títulos principais de rei e rainha do tiro. Ele pela primeira vez, ela tetracampeã. Mesmo afônico, o prefeito Antídio Lunelli (MDB) acompanha a cerimônia. E aceita dar uma entrevista.

Gabriel Vieira/PMJS Imagem: Gabriel Vieira/PMJS
Gabriel Vieira/PMJS
Imagem: Gabriel Vieira/PMJS

“A Schützenfest é extremamente familiar. Não estamos tão preocupados com números, apesar dos recordes que temos batido. Nossa preocupação é com a qualidade, já que é uma festa da manutenção das nossas tradições germânicas”, diz o prefeito. “Nós a resgatamos. No passado, a festa foi sendo largada até virar quase um Carnaval e perder a identidade.”

Lunelli fala bastante sobre a força das sociedades de tiro na região e lamenta que algumas tenham desaparecido. Destaca que Jaraguá do Sul, com mais de 100 mil habitantes, foi considerada a cidade mais segura do Brasil. “É uma cidade onde as coisas funcionam, apesar da situação difícil pela qual passamos na última década. Jaraguá do Sul já foi o terceiro parque industrial do estado, e hoje é o sétimo”, lamenta.

A princípio o prefeito refuta qualquer ligação entre a cultura do tiro na cidade e o fato de ela apresentar ótimos índices de segurança. “Absolutamente não. Estamos falando de um esporte”, afirma. “Apesar de que o nosso povo aqui atira bem, viu?”, brinca. “A atuação da nossa polícia é muito forte. Trabalhamos muito unidos, e posso te garantir uma coisa: bandido que passa as fronteiras de Jaraguá do Sul dificilmente sai.”

A Schützenfest 2019 terminou com 90.159 tiros disparados e 163.288 copos de chope servidos.

Por:Daniel Lisboa Colaboração para o TAB 27/11/2019 04h00
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Ex-prefeita é condenada a devolver mais de R$ 2 milhões por obras pagas e não feitas

NA DECISÃO PUBLICADA NO DIÁRIO ELETRÔNICO DESTA QUARTA-FEIRA (27), O TRIBUNAL (TCM/PA), ALEGA NÃO     APRESENTAÇÃO     DOS     PROCESSOS LICITATÓRIOS  POR  MEIO  MAGNÉTICO,  BEM  COMO  DA REALIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS REFERENCIADOS EM RELATÓRIO.  NÃO  COMPROVAÇÃO  DA  REALIZAÇÃO  DAS OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA CONTRATADOS, NO VALOR  TOTAL  DE  R$  2.285.137,49,  QUE  DEVERÁ  SER RECOLHIDO AOS COFRES DA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE    NOVO    PROGRESSO,    DEVIDAMENTE    CORRIGIDO”, MAIS MULTAS DECORRENTES.

NOVO PROGRESSO – As contas da Prefeitura de Novo Progresso de 2011 foram reprovadas pelo TCM (Tribunal de Contas dos Municipios). A ex-prefeita, Madalena Hoffmann (PSDB), foi condenado a devolver aos cofres públicos o total de   R$  2.285.137,49 (dois  milhões,  duzentos  e oitenta e cinco mil, cento e trinta e sete reais e quarenta e  nove  centavos),  bem  como  considerando  a  revelia  da Gestora, multa no valor de 5.000 UPF’s-Pa (cinco mil Unidades de Padrão Fiscal do Estado do Pará). (Madalena é acusada de ter desviado recurso público para construção de uma ponte em vicinal que não existe, e a ponte não foi construída – o recurso sacado do cofre do município de Novo Progresso.)

Leia Também:Ex-prefeita de Novo Progresso é punida pelo TCM

De acordo com o TCE foram identificadas diversas irregularidades, entre elas  obras pagas e na maioria, não executadas.   a relatora do processo, Maria Lúcia  , condenou a ex-gestora ,Madalena Hoffmann(PSDB), A devolver R$  2.285.137,49 (dois  milhões,  duzentos  e oitenta e cinco mil, cento e trinta e sete reais e quarenta e  nove  centavos),  em crime de improbidade administrativa.
O valor de alcance aplicado é referente aos valores retirados dos cofres públicos para pagamentos de obras não executadas ou não concluídas. As multas foram aplicadas por outras irregularidades.

DECISÃO PUBLICADA NO DIÁRIO ELETRÔNICO DESTA QUARTA-FEIRA (27

(Reprodução TCM)
(Reprodução TCM)

Devolução e Multa
Os valores dos alcances coma  as  multas  acima  aplicadas  devem  ser  pagas  em favor do FUMREAP (Lei Estadual nº 7.368/2009), no prazo de 30 (trinta) dias, após o trânsito em julgado da presente decisão,  sob  pena  de  acréscimos  de  mora. Quando a devolver R$  2.285.137,49 (dois  milhões,  duzentos  e oitenta e cinco mil, cento e trinta e sete reais e quarenta e  nove  centavos), deve ser depositado na conta da Prefeitura do Município de Novo Progresso.

Irregularidades

Entre as irregularidades apontadas pelo órgão, estão o descumprimento de envio de dados; REMESSA   INTEMPESTIVA   DA DOCUMENTAÇÃO   DA PRESTAÇÃO   DE   CONTAS   DOS QUADRIMESTRES,   DO   BALANÇO   GERAL   E  DA   LEI   DE DIRETRIZES  ORÇAMENTÁRIAS.REMESSA  INTEMPESTIVA DOS RELATÓRIOS RESUMIDOS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA. REMESSA INTEMPESTIVA DOS RELATÓRIOS   DE   GESTÃO   FISCAL.   SALDO   FINANCEIRO INSUFICIENTE  PARA  ABSORVER  OS  COMPROMISSOS  A PAGAR,    DESCONTROLE    OPERACIONAL    FINANCEIRO. RECEITA A COMPROVAR. NÃO HOUVE O ENCAMINHAMENTO  DAS  FOLHAS  DE  PAGAMENTOS  DO 1º    E    2º    QUADRIMESTRES,    IMPOSSIBILITANDO    A VERIFICAÇÃO DE PAGAMENTO NOS TERMOS DO ATO DE FIXAÇÃO DA REMUNERAÇÃO AOS GESTORES MUNICIPAL. Leia decisão AQUI
O gestora foi questionada pelas irregularidades apontadas, mas não apresentou justificativas a relatora. a ex-prefeita, que ainda pode recorrer da decisão, tem 30 dias para devolver o valor aos cofres públicos.

Mara Lúcia Barbalho da Cruz (Foto:Reprodução TCM)
Mara Lúcia Barbalho da Cruz (Foto:Reprodução TCM)

Decisão

Na decisão a Relatora cita a comunicação imediata ao Município de Novo Progresso e ao Ministério Público Estadual [MPE] para Providências.

Cientifique-se, por meio desta decisão, a Prefeitura do Município de Novo Progresso, no presente exercício de 2019, por intermédio do Chefe do Executivo Municipal, quanto à obrigatoriedade de adoção das providências de execução dos valores apontados à restituição ao erário, na forma do §1º, do Art. 287, do RITCM-PA (Ato n.º 20), após o trânsito em julgado desta decisão, comprovando-a, junto ao TCM-PA, sob pena de comunicação do fato ao Ministério Público Estadual, para as providências de alçada, voltada a apuração de ato de improbidade administrativa (Art. 10, Incisos I, X e XII c/c Art. 11, Inciso II, da Lei Federal n.º 8.429/1992) e de crime de prevaricação (art. 319, do CPB), conforme prescrição fixada junto ao §2º, do Art. 287, do RITCM-PA (Ato n.º 20/2019). Encaminhar cópia dos autos ao Ministério Público Estadual, para as providências cabíveis referentes às contas prestadas pela ordenadora Madalena Hoffmann.

Responsabilidade

As penalidades envolvem ressarcimento do dano, indisponibilidade dos bens, multa, perda do que foi obtido ilicitamente, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos (de 8 a 10 anos, conforme a hipótese) e proibição de contratar com o poder público, em seu artigo 12.

Ex-Prefeita Madalena Hoffmann (PSDB)

Madalena entrou na vida pública com ex-marido Juscelino Alves Rodrigues, quando se elegeu Prefeito em 1995 , então primeira dama assumiu a pasta da Assistência Social do município de Novo progresso. Frente a gestão ficou por dois mandatos do ex-marido Juscelino, por oito anos. Em 2008 foi eleita prefeita da cidade com mandato de quatro anos (2009/2012), quando foi derrotada na  reeleição em 2012, pelo prefeito Osvaldo Romanholli. Madalena voltou a disputar em 2016 onde foi derrotada pelo atual prefeito Macarrão.

Atualmente a ex-prefeita articula aliança com MDB do atual Governador Helder Barbalho. Nos Bastidores o ex-prefeito Neri Prazeres (MDB) com atual vice-prefeito Gelson Dill (MDB) articulam aliança para as próximas eleições de 2020. Um encontro com o Governador Helder em portas fechadas foi realizado em Setembro deste ano.

Deputado Eraldo Pimenta (MDB) ,Helder Barbalho (MDB),Madalena Hoffmann (PSDB), Gelson Dill (MDB)
Deputado Eraldo Pimenta (MDB) ,Helder Barbalho (MDB),Madalena Hoffmann (PSDB), Gelson Dill (MDB)

Mais contas reprovadas

Em Setembro de 2019,o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-PA), condenou a ex-prefeita sobre Não Prestação de Contas de Gestão da Prefeitura Municipal de Novo Progresso do exercício de 2010 a decisão do ACÓRDÃO Nº 34.928, DE 04/07/2019. Leia AQUI.

Fonte: JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Homem corre só de calcinha na rua após perder aposta contra o Flamengo

ESSE TEM PALAVRA
O Flamengo foi campeão da Libertadores e muita gente perdeu aposta. Mas houve uma que viralizou e conquistou as redes sociais.

Um vídeo que circula na internet mostra um homem chamado Jeremias fazendo uma aposta contra o Mengão. Caso o rubro-negro perdesse o jogo contra o River Plate, no sábado (23), o apostador ia levar R$ 500. Mas caso o time carioca fosse campeão, ele teria que correr só de calcinha pelas ruas da cidade.

Segundo internautas que comentaram a publicação, as cenas foram gravadas em Turiaçu, no Maranhão.

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O River Plate ganhava de 1×0 até o finalzinho do jogo, quando Gabigol marcou 2 e virou a partida. Jeremias, homem de palavra, cumpriu sua aposta e saiu de calcinha pela rua, como combinado.

Veja o vídeo Clique AQUI

Autor: Tomas Tavares/26/11/2019, 19:26 –
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Incêndio de grandes proporções atingiu casas em Itaituba

(Foto: Reprodução) – O Corpo de Bombeiros Militar do Pará, informa que na madrugada desta segunda-feira (25), foi acionado para atender a uma ocorrência de incêndio de grande proporção que atingiu duas residências localizadas na 6º rua, bairro Jardim das Araras, município de Itaituba.

Ainda não se sabe a origem e nem as possíveis causas do incêndio.

A ação rápida do CBMPA controlou o sinistro, evitando que as chamas se alastrassem para outros imóveis. Não houve vítimas, apenas danos materiais.
Com informações da Ag. Pará/ 25/11/2019, 18:15 – /
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ONGs repudiam plano de exportação ‘in natura’ de madeira da Amazônia

Toras de madeira (Foto:Ascom / Sefa) – As principais organizações socioambientais que atuam no País repudiaram a proposta do governo de liberar a exportação de toras de madeira nativa da Amazônia, como pretende fazer o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a pedido do setor madeireiro e do presidente Jair Bolsonaro.

Conforme revelou reportagem do jornal, no último sábado, o assunto já está em discussão dentro do Ibama, órgão ligado ao MMA que tem uma análise positiva do pleito do setor. A ideia, basicamente, é que o governo passe a autorizar a exportação da madeira nativa da Amazônia, sem qualquer tipo de beneficiamento no Brasil. É retirar o tronco da árvore, embarcar em navios e levar para fora. No alvo do setor estão madeiras nobres e caras, como ipê, itauba e maçaranduba.

“Na Amazônia, quase toda a produção de madeira é ilegal. Liberar a exportação em tora é um presente ao crime, às máfias do desmatamento, aos que invadem áreas protegidas e roubam o patrimônio dos brasileiros, um absurdo que vai resultar em mais destruição, violência e mortes”, diz o coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Marcio Astrini.

“Hoje, na Amazônia, há uma guerra declarada do crime ambiental contra a floresta”, comenta o especialista, ao lembrar ainda que o governo acaba de criar “um tipo de excludente de ilicitude” para madeireiras que venderem madeira ilegal, anulando multas para aquelas que mostrarem que desconheceriam a origem ilícita da madeira.

No momento em que há registro de recorde de desmatamento dentro das unidades de conservação federais, a advogada do Instituto Socioambiental (ISA), Elis Araújo, afirma que a prioridade, hoje, deveria ser a implantação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento (PPCDAM), programa do MMA que tem como objetivo reduzir a devastação da floresta.

“Ao invés de apresentar um plano para conter esse aumento, ou implementar o que já existe, o PPCDAM, o governo incentiva o crime ambiental. Primeiro, dificultando a autuação de madeireiras ilegais e, agora, com essa proposta de exportação de toras in natura, aprofundando o incentivo à ilegalidade e à destruição da Amazônia, patrimônio da sociedade brasileira”, comenta Elis. “Caso efetivada essa proposta, é certa a judicialização contra a medida.”

O pesquisador sênior do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Paulo Barreto, entende que a proibição atual de exportar toras não objetiva apenas a proteção ambiental, mas seu papel econômico nas atividades do País. “Faz parte de uma política de estímulo ao desenvolvimento local, ou seja, gerar empregos e receitas pelo processamento das toras. Portanto, liberar exportação de toras reduzirá a oportunidade de desenvolvimento local. A exportação de toras pode ser um problema ambiental se aumentar a exploração. Isso porque há muita extração ilegal”, avalia.

Para o diretor-executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, a proposta de exportação de madeira nativa em toras “é um retrocesso que nos leva de volta à década de 50, quando a visão do país para a região Amazônica era puramente de provedora de matéria-prima bruta”, sem qualquer tipo de proteção ou produção local. “Em um setor onde ainda predomina a extração ilegal, essa medida estimulará ainda mais a ilegalidade na região, com efeitos severos a degradação florestal, facilitando ainda mais o aumento do desmatamento”, comenta.

“A Amazônia precisa de políticas públicas diametralmente opostas a essa proposta. Precisamos estimular o uso da biodiversidade e sua agregação de valor na região, para que a atividade gere empregos locais e mantenha a riqueza gerada de forma distribuída na região. Estimular mais – e não menos – tecnologia”, diz Voivodic.

Reportagem do jornal da semana passada mostrou que o ritmo de desmatamento em áreas protegidas (unidades de conservação federais e estaduais) e em terras indígenas, onde, por lei, não poderia ocorrer retirada da floresta, foi ainda maior do que o observado para toda a Amazônia no último ano.

Se consideradas somente as UCs federais, cuja fiscalização é de competência do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, a derrubada das árvores cresceu 84% entre agosto de 2018 e julho de 2019, se comparada com o volume dos 12 meses anteriores. Para a Amazônia como um todo, a taxa de crescimento foi de 29,5%.
Por:André Borges – AE
26.11.19 19h53
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Boi se coloca em frente à agência bancária e deixa clientes presos

Animal só saiu do local após ser laçado, liberando o atendimento bancário
Ninguém entrou ou saiu da agência (Divulgação)

Quem precisou entrar em uma agência do Bradesco na cidade de Gravatá, no agreste de Pernambuco encontrou um pouco de ‘dificuldade’ na manhã desta terça-feira (26). Por cerca de 40 minutos, um boi ficou em frente a entrada do banco e impediu qualquer pessoa de entrar.

De acordo com a supervisora da agência, em entrevista ao G1, nenhum cliente conseguiu entrar  ou sair do local durante 40 minutos. “No início o pessoal ficou assustado, com medo que ele (o animal) ficasse bravo, mas depois todo mundo começou a tirar foto e fazer vídeo”, ressaltou. As imagens viralizaram na internet.

Depois de algum tempo, uma pessoa, que não foi identificada, laçou o animal e o levou.

Essa não é a primeira vez no ano que um animal de grande porte demonstra certa ‘intimidade’ com os caixas eletrônicos. Em outubro, um homem levou o cavalo para sacar dinheiro em uma agência do interior de São Paulo.

Por:Redação Integrada
26.11.19 20h48
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Médicos podem se inscrever até esta quarta em processo seletivo

A remuneração para os profissionais varia de R$ 1.804,28 a R$ 1.858,41, além da gratificação e benefícios(Foto:Reprodução / Agência Pará)

Contratar temporariamente 64 médicos em diferentes especialidades é o objetivo do novo processo seletivo da Fundação Pública Estadual Hospital de Clínica Gaspar Vianna (FHCGV), no Pará. A remuneração para os profissionais varia de R$ 1.804,28 a R$ 1.858,41, além da gratificação e benefícios, por jornada de trabalho de 30 horas semanais.

Terão chance os médicos nas especialidades de cardiologia, cardiologia (arritmologia), cardiologia (hemodinâmica e cardiologia intervencionista), cirurgia cardiovascular, clínica médica, clínica médica (medicina de urgência), ginecologia e obstetrícia, nefrologia, neurologia, pediatria, pediatria (cardiologia pediátrica), pediatria (terapia intensiva neonatal), pediatria (medicina intensiva pediátrica), psiquiatria e terapia intensiva adulto. Além da especialização na área, o candidato deverá possuir experiência mínima de dois anos na função.

Para realizar a inscrição, os interessados devem comparecer, até esta terça-feira (27), ao mini auditório da instituição, entre 8h e 16h, na travessa Alferes Costa, nº 2000, no bairro da Pedreira, em Belém. Será necessário apresentar ficha de inscrição preenchida, o currículo conforme modelo disponibilizado em edital e os seguintes documentos: diploma de nível superior (frente e verso); comprovante de titulação (frente e verso); certificados exigidos como requisito para o cargo; comprovantes de experiência profissional; qualificação profissional dos últimos três anos; CPF; documento de identidade; título de eleitor, com os comprovantes de quitação eleitoral; comprovante de quitação com as obrigações militares; carteira do Conselho Profissional; e laudo médico para os candidatos que forem concorrer às vagas reservadas às Pessoas com Deficiência (PcD).

A seleção será feita por meio de avaliação curricular e entrevista. Na primeira, serão considerados a escolaridade, com os cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado; experiência profissional na área ou função que concorre; e cursos de qualificação profissional. Já na entrevista, serão analisados a habilidade de comunicação, capacidade para trabalhar em equipe, habilidades técnicas e domínio do conteúdo da área de atuação e comprometimento. O processo seletivo será válido até dezembro de 2020.
Por:Elia Vaz / O Liberal
26.11.19 19h09
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