Nos 70 anos da LBV, campanha pela educação mobiliza a sociedade brasileira
Ação beneficiará crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social
A Legião da Boa Vontade (LBV) deu início à sua tradicional iniciativa de mobilização social em prol da educação. A campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! entregará, até o mês de março, mais de 15 mil kits de material escolar a crianças, adolescentes e jovens atendidos pela Instituição e por organizações parceiras em 67 cidades do Brasil.
A campanha tem como objetivos principais auxiliar as famílias que não dispõem de recursos financeiros para a compra dos artigos escolares e motivar meninas e meninos, a frequentar as salas de aula e a dar prosseguimento aos estudos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a evasão escolar abrange, sobretudo, jovens que têm entre 15 e 17 anos de idade. Os dados indicam que, em 2018, 11,8% dos jovens nessa faixa etária estavam fora da escola, número equivalente a 1,1 milhão de pessoas.
Constantemente preocupada com a educação, a LBV mobiliza, há várias décadas, a sociedade para ajudar a garantir esse direito, tão importante e necessário a crianças, adolescentes e jovens. Para tanto, conta com a contribuição de seus colaboradores, voluntários, amigos e parceiros, bem como com o suporte imprescindível dos meios de comunicação na divulgação dessa ação solidária.
Os referidos kits são compostos de mochila, cadernos, lápis, régua, canetas, estojo, entre outros itens. Cabe destacar que as capas dos cadernos contêm as ilustrações ganhadoras da edição 2019 do Concurso Nacional de Desenhos da Legião da Boa Vontade, edição essa que teve como foco o tema “A LBV em minha vida”, em homenagem à Instituição por seus 70 anos de existência, ao longo dos quais vem promovendo, ininterruptamente, a Caridade Completa, ou seja, a do corpo e da Alma.
As doações para a campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! podem ser feitas pelo sitewww.lbv.org ou pelo telefone 0800 055 50 99. Para outras informações sobre essa meritória iniciativa, basta acessar as páginas oficiais da LBV no Facebook, no Instagram e no Youtube, por meio do endereço LBVBrasil.
Por:LBV Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Às vésperas do Carnaval, usuários reclamam de falta de maconha em Pernambuco
Pé de maconha (Foto:Pixabay/Creative Commons-Imagem ilustrativa) – Falta da droga já foi manchete de jornal – Histórico: repressão na folia é antiga manchete de jornal com fala Hemeroteca Nacional
O aumento de ações de repressão próximo ao período carnavalesco não é novidade. Em cinco de fevereiro de 1972, a capa do jornal pernambucano Diário da Manhã trazia como manchete: “Carnaval não terá maconha”. O conteúdo da matéria pouco aprofundava a questão, mas o recado estava dado: as autoridades policiais iriam intensificar a repressão “ao uso e tráfico de entorpecentes, principalmente da maconha”.
Histórico: repressão na folia é antiga manchete de jornal com fala(Foto:Hemeroteca )Nacional
É a mesma guerra às drogas que já conhecemos, com expressões que beiram o ridículo. A criminalização da maconha esteve – e ainda está – associada a discursos e narrativas que ora demonizam a erva, ora criminalizam as pessoas envolvidas no tráfico. Não por acaso, a maioria massiva das pessoas expostas nos noticiários eram negras e pobres. Era preciso criar um inimigo, e ele nunca foi branco ou rico.
Mesmo em meio à narrativa hegemônica, já em 1972 também se falava na legalização da erva. É o caso de matéria publicada pelo jornal Diario de Pernambuco . Essa e outras matérias compõem a pesquisa do jornalista José Telles sobre os costumes do Recife. No livro Furtaram o dinheiro que a mundana juntava.
(Foto:Ilustrativa)
Falta de maconha é assunto comentado entre usuários de Pernambuco, que chegam a pagar até 40% a mais para consumo; apreensões bateram recorde em 2019
Todo ano é parecido. Chega perto do Carnaval, a maconha escasseia e fica mais cara. Nesse último mês foi diferente. A “massa” simplesmente sumiu. Em Pernambuco, o soltinho – produto plantado no estado – está difícil de ser encontrado desde a segunda quinzena de dezembro.
Pela cidade, as histórias se repetem. Usuários de décadas de repente se viram sem nem um baseado. Pessoas que fazem bolos e brisadeiros, também. Há quem pagou R$ 400 em 50 gramas da bodinho, uma maconha mais gourmet que geralmente sai por R$ 300, mas até ela chegou a faltar. Em muitos círculos, o aumento do preço do soltinho chegou a 40%.
Às vésperas do Carnaval, usuários reclamam de falta de maconha em Pernambuco
Falta de maconha é assunto comentado entre usuários de Pernambuco, que chegam a pagar até 40% a mais para consumo; apreensões bateram recorde em 2019.
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Kátia Abreu quer CNH grátis e fim de autoescola obrigatória
Senadora diz que aprendeu a dirigir com o pai e passou de primeira, sem pistolão. Ela defende projeto de sua autoria que está na CCJ (Foto: Reprodução)
Senadora Kátia Abreu quer CNH grátis e fim de autoescola obrigatória
A senadora Kátia Abreu subiu na tribuna do plenário do Senado nesta terça-feira (11) para defender a CNH gratuita para todos os brasileiros e fim da obrigatoriedade de aulas em autoescola.
— Eu aprendi a dirigir com o meu pai, e de classe média baixa, passei de primeira, sem pistolão.
A senadora é autora de projeto de lei (PL 6.485/2019) que acaba com a obrigatoriedade de aulas teóricas e práticas para prestar os exames da carteira de motorista. O argumento central é que o custo para tirar a CNH hoje é de R$ 2,5 mil, o que praticamente inviabiliza o documento para a baixa renda. De acordo com a senadora, 70% desse custo se deve a obrigatoriedade da autoescola.
O PL deve ser analisado neste ano pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que elabora parecer sobre o texto.
Por:R7 Planalto
Mariana Londres, de Brasília
11/02/2020 –
(Foto:Geraldo Magela/Agência Senado)
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TIM busca parceiros para abertura de novas lojas no Pará
A TIM está em busca de parceiros comerciais no Pará e no Maranhão, que apesar de ser um estado pertencente ao Nordeste, no segmento de Telecom o estado faz parte da região Norte. O interesse e objetivo da companhia é ampliar o número de lojas da marca na região, credenciando novos pontos de venda em todas as cidades do Pará e do Maranhão, que já contam com a tecnologia de quarta geração disponível. No Norte, já são 52 parceiros contabilizando os seguintes estados: Amazonas (AM), Amapá (AP), Maranhão (MA), Pará (PA), Rondônia (RO), Roraima (RR) e Tocantins (TO).
Os empresários interessados terão suporte completo, visibilidade da marca TIM, treinamentos direcionados, consultoria da operadora e material de comunicação. De acordo com o diretor de vendas consumer da TIM Centro- Norte, Bruno Talento, os interessados devem ter capacidade de gestão de negócio e vendas, além de serem dinâmicos, empreendedores e estarem atentos ao potencial do mercado e da região em que pretendem atuar. “Nesse modelo de parceria temos a melhor remuneração do segmento”, disse Bruno.
Os novos pontos de venda poderão comercializar planos e serviços da operadora, além da linha de aparelhos que compõem o portfólio da TIM, chips e acessórios, e ainda prestar serviços de atendimento e pós-venda.Os interessados devem entrar em contato através do e-mail: sejarevendedortim@timbrasil.com.br.
Fonte:Três Comunicação com Foto
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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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PAULO BASTIANI, CPF 969.238.659-72, PROPRIETÁRIO DO SITIO OURO PRETO, localizada na Rodovia Br 163 – Km 1120 – M/D, Vicinal Goiana, PA Santa Julia, Lote 175, Zona Rural, Novo Progresso/PA, torna público que recebeu junto a SEMMA/NP a D.L.A para Agricultura Familiar n° 007/2020 em 18/02/2020.
Publicado dia 18 de Fevereiro de 2020 as 12:48:00 – por Jornal Folha do Progresso – Fone para contato: (93) 98117-7649 (Tim) WhatsApp: (93) 98404-6835 (Claro) – Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Publicação: 025/2019 – PAULO BASTIANI
Publicação: 025/2019
PAULO BASTIANI, CPF 969.238.659-72, PROPRIETÁRIO DO SITIO OURO PRETO, localizada na Rodovia Br 163 – Km 1120 – M/D, Vicinal Goiana, PA Santa Julia, Lote 175, Zona Rural, Novo Progresso/PA, torna público que requereu junto a SEMMA/NP a D.L.A para Agricultura Familiar com protocolo n° 229/2020 em 11/02/2020.
Publicado dia 18 de Fevereiro de 2020 as 12:45:00 – por Jornal Folha do Progresso – Fone para contato: (93) 98117-7649 (Tim) WhatsApp: (93) 98404-6835 (Claro) – Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Novo Progresso volta ser destaque na mídia internacional -“Sob a sombra da violência na Amazônia”
A líder Sindical Maria Marcia Presidente da Associção “Nova Vitoria” do Assentamento Terra Nossa põe em Alerta NOVO PROGRESSO em atenção mundial após matéria conflitos por terra, ser publicada nesta semana pela Deutsche Welle ,emissora internacional da Alemanha que produz jornalismo independente em 30 idiomas.
Por:Autor: Peter Yeung (rc) – Em meio ao desmatamento e conflitos por terra, uma pequena agricultora sofre as consequências de denunciar os crimes na região de Novo Progresso, no Pará. Seu filho teve de fugir para escapar das ameaças de morte.Maria Márcia Elpidia de Melo, líder de um assentamento de agricultores no estado do Pará, denunciou publicamente a apropriação ilegal de terras. Ela não vê seu filho único, Elmiro, há mais de seis meses: em 2019, o jovem de 20 anos foi espancado e recebeu ameaças de morte de agressores desconhecidos. Por isso, ela insistiu para que ele deixasse a região.
“Eu sei que vou morrer. Só não quero que matem meu filho”, diz liderança do Terra Nossa Maria Márcia Elpídia de Melo (Foto:José Cícero da Silva/Agência Pública)
A mãe solteira de 42 anos vive no assentamento Terra Nossa desde 2006, numa casa térrea de tijolos. Uma luz sarapintada entra pela janela, enquanto ela se debruça sobre a mesa da cozinha, ao reconhecer que seu trabalho colocou sua vida em perigo. A agricultora e presidente da Associação de Produtores Rurais Nova Vitória acabou se envolvendo cada vez mais em disputas por terras.
“O que não posso aceitar é que matem meu filho”, diz, com os olhos marejados. “Por enquanto ele está seguro, mas eu não vou visitá-lo porque tenho medo que alguém vá me seguir.” Antes de deixar a região, Elmiro ajudava a mãe.
Segundo a Comissão Pastoral da Terra, que monitora a violência no campo, três moradores do vilarejo foram assassinados em 2018. Desde então, 16 habitantes na região receberam ameaças de morte em razão de conflitos de terra.
Grilagem e ameaças
Em 2019, Maria Márcia relatou diversos incêndios criminosos e atividades ilegais de extração à polícia de Novo Progresso. Ela conta que, em três ocasiões, homens envolvidos com a exploração ilegal de madeira lhe disseram para parar de reclamar, ou enfrentar a morte. A polícia se negou a comentar as ameaças.
Nesta imagem: Antônio, conhecido como “Bigode”, está desaparecido desde o dia 15 de maio de 2018.
Terra Nossa, um assentamento de 350 famílias cercado pela floresta e acessível apenas por uma estrada de terra, está no centro do desmatamento na Amazônia. O município de Novo Progresso, nas proximidades, ganhou as manchetes internacionais em agosto de 2019, quando enormes incêndios florestais atingiram a região. A prática anual das queimadas vem sendo levada ao extremo pelos grileiros.
Em apenas um dia, 203 incêndios foram registrados em Novo Progresso pelas autoridades. Na maioria dos casos, as queimadas foram coordenadas por um grande grupo, composto majoritariamente de fazendeiros, que busca eliminar áreas de floresta para então requerê-las para si.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 1º de agosto e 30 de novembro de 2019 o desmatamento atingiu 4.217 quilômetros quadrados, mais do que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior.
Especialistas afirmam que as leis atuais encorajam um processo sem fim de incêndios, desmatamento e grilagem. “Há um claro incentivo na lei”, afirma Brenda Brio, pesquisadora do instituto Imazon. “Ela permite que pessoas ocupem terras públicas, finjam que as estão usando [para fins legítimos] para então requerer o título dessas terras.”
Em dezembro, o presidente Jair Bolsonaro afrouxou ainda mais as regulamentações, triplicando a quantidade de terras consideradas próprias para a requisição de posse e permitindo que aqueles que ocupassem terrenos desde 2014 recebessem os títulos. Anteriormente, 2008 era o limite mínimo.
Nas estradas empoeiradas que cortam Terra Nossa, usadas para o transporte ilegal de madeira, surge um cenário de pilhas de troncos de árvores de idades contadas em décadas. “Era bonito aqui, antes de todo esse negócio começar”, diz Maria Márcia.
A Amazônia é uma das regiões mais pobres do Brasil, com 45% de seus 23 milhões de habitantes vivendo abaixo da linha da pobreza. Alguns produtores locais se enervam com a sugestão de que a floresta deve ser priorizada em vez das condições de vida dos trabalhadores. Bolsonaro, eleito com a promessa de abrir a região aos negócios, vem angariando apoio.
Agamenon Menezes
“O que esperam de nós? Que alimentemos nossas famílias com poeira?”, questiona Agamenon da Silva Menezes, líder do sindicato dos fazendeiros de Novo Progresso. “Mesmo que as mudanças climáticas sejam reais – e não estou seguro se acredito nisso – por que vocês [os países industrializados] podem enriquecer enquanto esperam que o resto de nós seja feliz e fique pobre?”
Desconfiança nas autoridades
Apesar da ampla condenação internacional, Bolsonaro encoraja e defende essas práticas: “O desmatamento e as queimadas nunca vão acabar”, disse ele em 2019. “É cultural.” Na busca pelo lucro, porém, a grilagem em larga escala – tanto dos fazendeiros ricos como de outros fora do Brasil – entra cada vez mais em conflito com as comunidades locais.
“Onde há desmatamento, há muitas vezes expropriação e violência”, afirma o cientista social Mauricio Torres, especialista em apropriação de terras na Amazônia. “Para desmatar, é necessário remover as comunidades que ocupam a floresta.”
Terra Nossa é habitada por pequenos fazendeiros que utilizam a terra e a floresta para cultivar palmeiras de açaí e castanha-do-Pará de modo sustentável. Porém a onda de grilagem transformou o estilo de vida local.
Raione Lima Campos, advogada da Comissão Pastoral da Terra, afirma que Maria Márcia e outros líderes locais se tornam com frequência alvo de madeireiros e fazendeiros, ao denunciar essas práticas.
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) fez pouco para resolver as questões de disputas de terra e violência, diz. “O Incra não tem interesse nisso. Sempre foi ruim, mas agora a situação piorou.” O Incra rejeitou pedidos da DW para se pronunciar sobre o agronegócio na Amazônia.
Para Maria Márcia, o resultado é uma perturbadora mistura de desconfiança em relação às instituições públicas que deveriam protegê-la.
A apropriação de terras, no entanto, é apenas uma peça no plano de Bolsonaro, juntamente com a chamada Ferrogrão (a ferrovia que deverá transportar a produção de soja na Amazônia), usinas hidrelétricas ao longo do rio Tapajós e a rodovia BR-163, que deverá cortar o estado do Pará. Essas iniciativas visam abrir a região amazônica ao agronegócio.
Ao caminhar pelo jardim de Maria Márcia, onde seu filho Elmiro costumava brincar entre as árvores de caju, pupunha e açaí, fica a sensação de que ela está completamente isolada e vulnerável, ainda que esteja no coração pulsante de um dos mais significativos projetos de infraestrutura do mundo.
“Esses grileiros e gangues organizadas estão por toda parte. Eles até mesmo influenciam os políticos. Qualquer problema que eles tenham – por exemplo, eu – vai desaparecer um dia.”
Autor: Peter Yeung (rc) -A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
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Publicação: 024/2019 – ALDAIR OLIVEIRA DOS REIS 70736796207
Publicação: 024/2019
ALDAIR OLIVEIRA DOS REIS 70736796207, inscrito no CNPJ 24.858.369/0001-06, localizado na Av. Cristalina, 690, bairro Jardim América, Novo Progresso/PA, torna público que requereu junto a SEMMA/NP a Licença de Operação – LO, sob o Processo nº 223/2020, no dia 10/01/2020, para atividade de oficina mecânica de motos.
Publicado dia 18 de Fevereiro de 2020 as 11:59:00 – por Jornal Folha do Progresso – Fone para contato: (93) 98117-7649 (Tim) WhatsApp: (93) 98404-6835 (Claro) – Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Publicação: 023/2019 – LUIZ SEVERINO DA SILVA 39673901104 (RB MOTOS)
Publicação: 023/2019
LUIZ SEVERINO DA SILVA 39673901104 (RB MOTOS), inscrito no CNPJ 17.929.925/0001-14, localizado na R. Itaituba, 1612, bairro Bela Vista, Novo Progresso/PA, torna público que requereu junto a SEMMA/NP a Licença de Operação – LO, sob o Processo nº 236/2020, no dia 11/02/2020, para atividade de oficina mecânica de motos.
Publicado dia 18 de Fevereiro de 2020 as 11:57:00 – por Jornal Folha do Progresso – Fone para contato: (93) 98117-7649 (Tim) WhatsApp: (93) 98404-6835 (Claro) – Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br e/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com
Publicação: 022/2019 – Pioneiro Combustíveis Ltda
Publicação: 022/2019
Pioneiro Combustíveis Ltda, CNPJ 84.010.040/0047-97, localizado na Estrada Vicinal Celeste, zona rural de Novo Progresso/PA, torna público que requereu junto a SEMMA/NP a Licença Prévia, Licença de Instalação, e Licença de Operação, no dia 16/12/2019, sob processo n° 1318/2019 para atividade de Comércio Varejista de Combustível.
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