Morador e flagrado jogando entulho as margens da vicinal jamanxim em Novo Progresso

(Foto:WhatsApp)- Um morador foi flagrado na tarde deste domingo  (19) derramando lixo a margens da estrada que vai para o rio jamanxim em  Novo Progresso.
Fotos e vídeos de um morador da região, que ficou indignado, mostram o veículo depositando entulho no local em plena luz do dia.

Conforme relatos dos internautas ao jornal Folha do Progresso, os flagras de pessoas jogando entulhos as margens de ruas são constantes em Novo Progresso.

A Prefeitura de Novo Progresso informou que o descarte irregular de lixo infringe tanto o Código de Posturas Municipal, como a legislação ambiental. O cidadão que for flagrado estará sujeito a multa de até R$ 2 mil, de acordo com a lei municipal, e mais uma multa mínima de R$ 5 mil por infração ambiental.
“A aplicação das penalidades depende do flagrante, por isso é necessário que os moradores fiquem atentos e colaborem denunciando, para que o poder público possa cumprir seu papel”, diz a nota.
Em relação ao recolhimento do material, a prefeitura afirmou que o local do descarte será incluído no cronograma da Secretaria de Infraestrutura  com previsão para ser feito assim que a chuva der trégua.IMG-20200420-WA0045

313fcd3c-a732-479c-a45a-c47d922ae9cb

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/coronavirus-enem-2020-pode-ser-adiado/

 




Caminhoneiro é colocado em quarentena com suspeita de coronavírus em Novo Progresso

Um caminhoneiro foi colocado em quarentena  por suspeita de coronavírus (Covid-19) em Novo Progresso.
A confirmação veio em primeira mão para redação do Jornal Folha do Progresso, segundo a fonte tudo indica que os sintomas seja da doença. Este é o primeiro caso suspeito entre os motoristas, a empresa presta toda assistência para o motorista que esta em domicilio sob cuidados médicos.
A fonte  afirmou que o paciente é morador da cidade embora tem histórico de viagem e já passou por Rondonópolis, cidade com o segundo maior número de casos de coronavírus em Mato Grosso. Material foi coletado para teste.

Covid-19 no Mato Grosso
Mato Grosso tem 174 casos confirmados da Covid-19, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), divulgados neste domingo (19). Nas últimas 24 horas, surgiram três novas confirmações nos municípios de Cuiabá (1), Várzea Grande (1) e Cáceres (1).
O novo coronavírus já atinge 22 municípios do estado. Seis óbitos em decorrência do vírus foram registrados.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/detento-de-73-anos-e-primeira-morte-por-coronavirus-em-presidios-do-pais/

 




Imprensa Alemã cita Creporizão como garimpo ilegal que ameaça a Amazônia

Imagem aérea mostra garimpo na região de Creporizão, no Pará (Foto:Peter Yeug)

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas, publicou nesta semana sobre desmatamento em  garimpos na Amazônia, na terra indigena dos munduruku deu destaque ao distrito de Creporizão no município de Itatituba como principal causador desta ameaça.

Leia a publicação;

A corrida do ouro que ameaça a Amazônia
Ouro extraído por garimpeiros acarreta desmatamento, poluição e violência antes de seguir para mercado global. Projeto de lei que permite mineração em terras indígenas gera temores de que garimpo ilegal se intensifique.
Ouro extraído ilegalmente é derretido e transformado em barras padronizadas.
Vistos do alto, os arredores de Creporizão, uma cidade isolada da Amazônia no Pará, parecem um cobertor verde-escuro. Ao longo das estradas e rios que atravessam a floresta tropical, a vista é outra, devido às manchas marrons lamacentas que marcam suas margens: garimpos de ouro ilegais.
Todos os dias, centenas de exploradores procuram o metal precioso, e esperam encontrar algo nessa região. Alguns chegam aos garimpos de barco, rio acima e rio abaixo; outros vêm em pequenos aviões. São imagens que se tornaram cotidianas na maior floresta tropical do mundo, um dos principais motivos da vasta destruição da mata.
José Maria – que prefere ocultar seu sobrenome – é um dos garimpeiros vindos do estado do Maranhão, cerca de mil quilômetros a leste. Esperando à margem do rio para ser levado de barco até uma das minas, ele se defende: “A gente faz trabalho honesto aqui, para ganhar a vida. Qual é o problema?”
“Já está havendo uma corrida do ouro”
Os garimpos em que José e seus colegas trabalham se situam nos mais de 2 milhões de hectares da reserva onde vive uma das maiores etnias indígenas da Amazônia, os munduruku. Suas terras, ricas em minerais, são protegidas pela Constituição brasileira de 1988.
Segundo uma pesquisa de opinião de 2019, uma maioria esmagadora da população do Brasil é contra a mineração nas áreas indígenas. No entanto é justamente isso o que o presidente Jair Bolsonaro exige num controverso projeto de lei apresentado ao Congresso. Rodrigo Maia, o presidente da Câmara dos Deputados, apesar de considerar o projeto constitucional, adiou a votação, por não ser “o momento certo”.
O Ministério de Minas e Energia afirmou à DW que planeja regular as atividades mineradoras em terras indígenas, acrescentando ser necessário consultar as comunidades indígenas, para que participem da extração de ouro. Embora alguns mundurukus tenham cedido à sedução do dinheiro rápido, a maioria da comunidade continua se opondo ao garimpo ilegal.

Ouro extraído ilegalmente é derretido e transformado em barras padronizadas(Foto:Peter Yeung)
Ouro extraído ilegalmente é derretido e transformado em barras padronizadas(Foto:Peter Yeung)

Tapajós
O mercúrio despejado no rio Tapajós durante o garimpo se espalha por afluentes que passam perto de Creporizão, no Pará.
Aproximadamente um décimo da área do Brasil é classificada como “indígena”, dividindo-se em mais de 400 reservas. No entanto, segundo a Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg), há mais de 450 zonas de mineração ilegais na Amazônia brasileira. Uma lei seguindo a vontade de Bolsonaro poderia acarretar um aumento dramático de tais atividades mineradoras.
“Se a lei passar, o teto vai cair na nossa cabeça”, comenta o antropólogo americano Glenn Shepard, que trabalha junto à população indígena afetada pelo garimpo ilegal. “A lei vai aquecer novamente as minas de ouro ilegais. Já está havendo uma verdadeira corrida do ouro, fora do controle dos grupos indígenas.”
A equipe de jornalistas Unearthed, do Greenpeace, noticiou que os garimpeiros planejavam continuar trabalhando mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, acirrando assim os temores de contágio dos indígenas com a covid-19. O Ministério das Minas e Energia afirmou à DW que, antes mesmo da votação do projeto de lei, já recebeu mais de 4 mil solicitações para atividades mineradoras nas terras dos nativos brasileiros.

Riqueza à custa de vidas indígenas

Garimpeiros e indígenas encontram-se em conflito constante. Em julho de 2019, a Fundação Nacional do Índio (Funai) registrou que um líder da comunidade waiãpi fora morto por garimpeiros no Amapá. Segundo dados da Global Witness, só em 2018 foram mortos 20 ambientalistas e defensores dos direitos à terra no Brasil. A ONG internacional aponta que, com 43 assassinatos registrados em todo o mundo naquele ano, a mineração foi o setor mais mortal para os ativistas.
A mineração também causa graves danos ao meio ambiente, contribuindo decisivamente para o desmatamento: de acordo com a revista especializada Nature Communications, entre 2005 e 2015 ela foi responsável por 9% de toda a mata destruída na Região Amazônica.
Uma análise de imagens de satélite publicada pela ONG Monitoring of the Andean Amazon Project (MAAP) mostrou que em 2019 um total de 2 mil hectares de árvores foi derrubado na reserva dos índios munduruku – mais do que o dobro do ano anterior.
Em novembro de 2019, dezenas de líderes indígenas amazônicos se reuniram em Brasília para denunciar e apresentar queixa à autoridades competentes pelas irregularidades em suas terras.

“Seria a morte do nosso povo”: assim Alessandra Korap Munduruku, uma líder do estado do Pará, que participou do encontro, resume os efeitos de uma eventual legalização da mineração. A busca pelo ouro traz doenças, prostituição, dependência de drogas entre as crianças e conflitos violentos entre os homens, além de envenenar os peixes com mercúrio, enumera.
O mercúrio despejado no rio Tapajós durante o garimpo se espalha por seus afluentes, também pelos que passam perto de Creporizão e são fonte de água para as comunidades locais.
O neurologista Erik Jennings, atuante na cidade de Santarém, Pará, tirou amostras de sangue e cabelo de 112 nativos para medir seus níveis do metal pesado, numa pesquisa pioneira. “É um genocídio lento”, revelou à DW. “Mercúrio no corpo pode causar graves impedimentos cognitivos e visuais, e deformar os fetos.”

Ouro anônimo
Até mesmo o comércio de ouro legal no Brasil é, em grande parte, não regulado, o que permite negócios ilegais, enquanto a Região Amazônica vai sendo cada vez mais destruída.
“É relativamente fácil cometer fraude nesse setor. É quase impossível ir atrás de todos esses casos”, explica Luís de Camões Lima Boaventura, advogado em Santarém. “Até ser instalado um sistema computadorizado, as autoridades não têm como verificar a legalidade das transações. Para realizar uma transação ilegal com ouro, no momento só é preciso lápis e papel.”
Estimativas da Agência Nacional de Mineração indicam que a cada ano são comercializadas ilegalmente no Pará cerca de 30 toneladas de ouro, no valor de cerca de 4,5 bilhões de reais – mais de seis vezes o volume declarado oficialmente.
Quando garimpeiros como José Maria retornam a Creporizão, após a jornada que por vezes dura um dia inteiro, eles se dirigem a uma das muitas lojas de ouro da cidade. Lá, o metal trazido pelos garimpeiros é derretido e transformado em barras padronizadas.
Assim, ouro extraído ilegalmente torna-se parte do mercado global, e sua origem não pode mais ser traçada. E no fim, ninguém mais sabe que essas barras douradas são também responsáveis pelo monstruoso desmatamento, poluição ambiental e violência na Amazônia.

O mercúrio despejado no rio Tapajós durante o garimpo se espalha por afluentes que passam perto de Creporizão, no Pará(Foto:Peter Yeung)
O mercúrio despejado no rio Tapajós durante o garimpo se espalha por afluentes que passam perto de Creporizão, no Pará(Foto:Peter Yeung)

 

Fonte e matéria completa AQUI

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/

 




Caminhoneiro morre com coronavírus e é o 6ª óbito registrado em Mato Grosso

Caminhoneiro morreu na madrugada desta segunda-feira (20) por coronavírus (Covid-19) enquanto estava internado no Hospital MedBarra em Barra do Garças — Foto: Assessoria

Segundo a Secretaria de Saúde, o caminhoneiro tinha 54 anos e era cardiopata. Além dele, a esposa, de 40 anos, e a filha, de 18 anos, apresentaram os mesmos sintomas e estão internadas em isolamento no hospital.

Um caminhoneiro morreu na madrugada desta segunda-feira (20) por coronavírus (Covid-19) enquanto estava internado no Hospital MedBarra em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá. É o sexto óbito por coronavírus no estado.

A confirmação da morte foi informada nesta segunda-feira pelo secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo a Secretaria de Saúde de Mato Grosso, o caminhoneiro tinha 54 anos e era cardiopata. Além dele, a esposa, de 40 anos, e a filha, de 18 anos, apresentaram os mesmos sintomas e estão internadas em isolamento no hospital.

No sábado (18) o exame atestou positivo para Covid-19, depois de amostras serem enviadas ao Laboratório Central do Estado (Lacen), em Cuiabá.

É o primeiro confirmado em Barra do Garças.

Ainda segundo a secretaria de saúde de Barra do Garças, o paciente foi admitido no hospital na quinta-feira (16) com sintomas de Covid-19.

A pasta afirmou que o paciente tem histórico de viagem a Rondonópolis, cidade com o segundo maior número de casos de coronavírus em Mato Grosso.

Casos em Mato Grosso

Mato Grosso tem 174 casos confirmados da Covid-19, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), divulgados neste domingo (19). Nas últimas 24 horas, surgiram três novas confirmações nos municípios de Cuiabá (1), Várzea Grande (1) e Cáceres (1).

O novo coronavírus já atinge 22 municípios do estado. Seis óbitos em decorrência do vírus foram registrados.
Por Denise Soares e Ivan Santos, G1 MT e Centro América FM
20/04/2020 09h58

 Tráfico de drogas na região de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá e Aragarças (GO) é alvo da Operação Harlem, da Polícia Federal nesta quinta-feira (12) — Foto: Prefeitura de Barra do Garças

Tráfico de drogas na região de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá e Aragarças (GO) é alvo da Operação Harlem, da Polícia Federal nesta quinta-feira (12) — Foto: Prefeitura de Barra do Garças

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/

 




Publicação Nº 048/2020- L A MADEIRAS EIRELI – EPP

editalL A MADEIRAS EIRELI – EPP, pessoa jurídica de direito privado, cadastrada no CNPJ n° 27.915.612/0001-60 e Inscrição Estadual n° 15.566.483-2, localizada na Rod. Br 163, Km 1.002, s/n°, Zona Rural, município de Novo Progresso/PA, torna público que recebeu da SEMMA/NP, a Licença de operação nº 030/2020, para sua atividade de 1402 – DESDOBRO DE MADEIRA EM TORA PARA PRODUÇÃO DE MADEIRA SERRADA E SEU BENEFICIAMENTO, conforme processo nº 387/2017.

Publicado dia 20 de Abril de 2020 às 14:54:00,por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com




Como uma mentira ajudou o Brasil a conseguir ver a Copa de 70 ao vivo na TV

Reprodução / Internet Imagem: Reprodução / Nesta semana, o SporTV está exibindo a campanha do Brasil na Copa de 70, que marcou o tricampeonato nacional. O Mundial daquele ano marcou principalmente a primeira transmissão ao vivo de um jogo de um Mundial no nosso país. Mas algo curioso é que, se não fosse a mentira de um diretor que foi negociar os direitos de transmissão para o nosso país, os jogos jamais teriam sido exibidos. O ano era 1969 e, até ali, não se tinha muita certeza se o Brasil teria os jogos ao vivo mo… –

Nesta semana, o SporTV está exibindo a campanha do Brasil na Copa de 70, que marcou o tricampeonato nacional. O Mundial daquele ano marcou principalmente a primeira transmissão ao vivo de um jogo de um Mundial no nosso país. Mas algo curioso é que, se não fosse a mentira de um diretor que foi negociar os direitos de transmissão para o nosso país, os jogos jamais teriam sido exibidos.

O ano era 1969 e, até ali, não se tinha muita certeza se o Brasil teria os jogos ao vivo mostrados na TV. A viabilidade técnica já existia: em fevereiro daquele ano, foi inaugurada a Embratel (Empresa Brasileira de Telecomunicações), que montou sua base de Tanguá, distrito de Itaboraí, no Rio de Janeiro. Lá, os sinais de satélite da rede Intelsat, que distribuía o sinal da Copa do México para todo o mundo, eram recebidos e enviados para as TVs brasileiras.

Mas até ali, nenhuma TV ainda podia transmitir a Copa do Mundo de 1970 ao vivo, porque os direitos também não haviam sido negociados. Poucos meses depois, esse assunto na teoria também foi resolvido pela TV Tupi, pioneira emissora do país que ficou no ar até junho de 1980.

José de Almeida Castro, histórico diretor da Tupi, fechou um acordo de exclusividade para a Copa de 70 com a empresa mexicana VT Latin Programs, criada pelo Comitê Organizador da Copa para cuidar desse assunto. Mas assim que o acordo de exclusividade foi anunciado pela Tupi, as outras TVs reagiram.

Globo, Bandeirantes e, principalmente, a Record, disseram que o acordo era ilegal porque um acordo assinado por todas as emissoras de televisão da época, no ano de 1966, proibia exclusividade de transmissões de jogos da seleção brasileira. As TVs afirmavam que não poderia existir monopólio.

A questão foi para o Ministério das Comunicações, que, após reuniões e discussões, decidiu anular o contrato entre a empresa mexicana e a TV Tupi. Além disso, o órgão do Governo Federal também determinou que as emissoras fizessem um “pool” – transmissão conjunta das TVs, onde compartilhavam profissionais e até estrutura técnica – para exibir a Copa de 70.

Determinado o fato, executivos rumaram ao México para fechar novamente o contrato com a VT Latin Programs. Nessa viagem, estavam executivos históricos da TV brasileira, como Walter Clack (considerado por muitos o executivo mais importante da história da Globo), Paulo César Ferreira, diretor da Rádio Nacional; e Flávio Alcaraz Gomes, vice-presidente da ABERT (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão). Além de José de Almeida Castro, da TV Tupi, citado mais acima.

Ao chegar ao México, essa história começa para valer. As negociações não estavam fáceis. A empresa mexicana pedia US$ 1.2 milhão, um valor absurdo para a época. As TVs ofereceram menos da metade – US$ 550 mil. A primeira contraproposta foi recusada pela VT Latin Programs. As reuniões continuaram mas nada saída.

Foi em uma dessa reuniões que a “mentira que salvou a Copa” acabou sendo contada. Paulo César Ferreira, irritado com o executivo Emilio Azcárraga, que comandava a empresa e os direitos de transmissão, bateu na mesa e começou a contar que a não venda dos direitos de transmissão para as TVs brasileiras seria considerado uma afronta pelo Governo Federal. Mais que isso: a seleção brasileira poderia não entrar em campo.

Quem relata o fato é Walter Clarck, no seu clássico livro “O Campeão de Audiência”. “Paulo César – que não por acaso, tinha o apelido de ‘Tarzan’ – deu uma enorme porrada na mesa e blefou, com uma cara de pau: ‘Pois bem, senhor. O senhor é o homem mais poderoso da América Latina. Faça o que bem entender. Não transmita a Copa para o Brasil. Mas também fique certo de que não vai ter a seleção brasileira no campo. Você acha que o governo brasileiro vai permitir que a nossa seleção jogue? Depois de uma ofensa dessas do México? Nunca! E eu quero ver como vai ficar essa m… da sua Copa sem o Brasil'”.

O blefe deu certo. Emílio Azcárraga, intimidado pela fala de Paulo César Ferreira, acreditou que, de fato, o Brasil não poderia entrar em campo. Alguns dias depois, a renegociação foi fechada. O contrato, cotizado pelas emissoras de TV, foi fechado pela bagatela, hoje simplória, de US$ 715 mil.

No fim, Globo, Tupi, Band e Record (essas duas últimas com a alcunha de Rede de Emissoras Independentes) exibiram os jogos do Brasil ao vivo. O restante das partidas era mostrado em VT, bem diferente do que acontece nos dias atuais.
Por:Gabriel Vaquer Colaboração para o UOL, em Aracaju 19/04/2020 04h00
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/

 




Confirmadas mais duas mortes por Covid-19 em Santarém; número sobe para quatro

O que fazer caso tenha sintomas do Covid-19? — Foto: Reprodução
Números foram confirmados em boletim da Secretaria Municipal de Saúde de Santarém.
Dois homens, um de 40 anos e outro de 87, morreram vítimas de Covid-19, em Santarém, oeste do Pará. Os óbitos foram confirmados pela Prefeitura local em boletim divulgado no início da tarde deste sábado (18).

Ainda de acordo com o boletim, existem 10 pessoas recuperadas, 46 resultados negativos, 38 análises, 04 óbitos (entre eles recentemente, dois homens de 40 e 87 anos) e 271 notificados/monitorados.

Nas redes sociais, amigos e familiares do homem de 40 anos, que atuava como mototaxista em Santarém, lamentaram a morte por Covid-19. Há relatos de que ele começou apresentar sintomas gripais, recebeu atendimento na UPA 24h, onde o caso foi tratado como suspeito de coronavírus. De lá ele foi transferido para o Hospital Regional do Baixo Amazonas, onde ocorreu o óbito na manhã deste sábado. Ele não tinha histórico de outras doenças.

O Hospital Regional é a unidade de referência no oeste do Pará para tratamento de pacientes com suspeita ou positivos de Covid-19. Na última quinta-feira (16), Rizonaldo Rego de Lima, de 44 anos, teve alta do HRBA, após ter se recuperado da doença. Ele passou 19 dias internado. Agora, segue acompanhado por equipe de saúde.
Por G1 Santarém — PA
18/04/2020 12h42
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/

 




Mourão forma Conselho da Amazônia com 19 militares e sem Ibama e Funai

Bolsonaro assina decreto que cria Conselho Nacional da Amazônia Legal na presença de Mourão e ministros – Reprodução/TV Brasil

O Conselho Nacional da Amazônia passará a funcionar na Vice-Presidência da República do governo Bolsonaro sem a participação de representantes do Ibama e da Funai (Fundação Nacional do Índio), dois órgãos com atuação direta na proteção do meio ambiente e das populações tradicionais da Amazônia.

Terão assento no conselho 15 coronéis, sendo 12 do Exército e três da Aeronáutica, um general, dois majores-brigadeiros e um brigadeiro, além do próprio presidente do órgão, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente da República.

O Conselho tem por objetivo, segundo o decreto de fevereiro assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, que o transferiu do MMA (Ministério do Meio Ambiente) para a Vice-Presidência, “coordenar e acompanhar a implementação das políticas públicas relacionadas à Amazônia Legal”. Suas competências são amplas e genéricas, como “coordenar e integrar as ações governamentais relacionadas à Amazônia Legal” e “coordenar ações de prevenção, fiscalização e repressão a ilícitos”, hoje uma atribuição do Ibama.

O decreto não estabeleceu nenhum representante de povos indígenas, quilombolas, pescadores ou outras comunidades tradicionais da região.

Os nomes que vão compor as quatro comissões temáticas do órgão foram listados em portaria assinada por Mourão e publicada no “Diário Oficial” desta sexta-feira (17). Além dos 19 militares, há quatro delegados da Polícia Federal, indicados pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública (Sergio Moro). A Funai (Fundação Nacional do Índio) também é órgão vinculado ao ministério de Moro, mas não há nomes de indigenistas especializados no conselho.

Em fevereiro, o decreto de Bolsonaro que retirou o Conselho Nacional da Amazônia do guarda-chuva do MMA, onde estava desde 1995, veio na esteira dos grandes incêndios que atingiram a Amazônia no ano passado e que atraíram a atenção e a reprovação internacionais.

No decreto, Bolsonaro já havia excluído todos os governadores da região amazônica, o que gerou críticas. Ele estabelecia a formação do Conselho, mas não os nomes que comporiam duas quatro comissões, o que só definido agora em portaria assinada por Mourão.

O Ibama é vinculado ao MMA, hoje chefiado pelo ministro Ricardo Salles. Os nomes oriundos do ministério para o Conselho, contudo, são todos de cargos de confiança do próprio MMA. Inclui dois assessores especiais de Salles, Joaquim Álvaro Pereira Leite e Lúcia Helena Amorim de Oliveira, dois secretários, André Pitaguari Germanos e André Luiz Felisberto França, e a diretora de comunicação da secretaria de ecoturismo do ministério, Maria Beatriz Palatinus Milliet, que está no ministério há apenas três meses – foi nomeada para o cargo no MMA em 9 de janeiro último.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) é vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Contudo, os nomes que representam o ministério no Conselho são todos da Polícia Federal, os delegados Luiz Carlos Ramos Porto, Joziel Brito de Barros, Thiago Marcantonio Ferreira e Paulo Teixeira de Souza Oliveira.

O ex-presidente da Funai Márcio Santilli, sócio-fundador da organização não governamental ISA (Instituto Socioambiental) disse que a grande participação de militares no Conselho representa “uma concepção tutelar militar de desenvolvimento regional, que já se mostrou insuficiente e ineficaz no passado”.

“Tanto o Conselho quanto as suas comissões são instâncias de articulação interministerial, que excluem órgãos executivos federais, estados, municípios, academia, setor privado, sociedade civil ou movimentos sociais. Parecem destinadas a fazer muitas reuniões e poucas ações efetivas”, disse Santilli.

Ex-presidente do Ibama, Suely Araújo disse que a ausência de representantes do Ibama no Conselho Nacional da Amazônia “é muito preocupante”. “O Ministério do Meio Ambiente optou por designar pessoas que desconhecem os problemas na prática e as dificuldades de operacionalizar políticas públicas na região. Ao que parece, a linha do MMA continua a ser pela inação em termos de política ambiental. É o esperado num governo cuja narrativa desde o início vem estimulando desmatamento e grilagem”, disse a ex-presidente do Ibama.

Rubens Valente
Colunista do UOL
18/04/2020 13h53

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/

 




Idoso abusa sexualmente de gêmeas de 10 anos e é preso

O homem foi sentenciado a nove anos e quatro meses em regime fechado (Foto:Divulgação)

O responsável por abusar sexualmente de irmãs gêmeas de 10 anos, Antônio Barroso da Silva, de 68 anos, foi preso em Manaus (AM). Ele deve responder pelo crime ocorrido em 2009.

O homem foi preso pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) em uma via pública da capital amazonense. No momento da abordagem, ele carregava documentos de identidade, sendo um deles falso.

Segundo a delegada Joyce Coelho, na ocasião do crime, as crianças, que eram vizinhas de Antônio, estavam na casa do idoso, pois a mãe delas era amiga da esposa dele. Quando ficou sozinho com as crianças, ele cometeu o crime.

Durante depoimento, Antônio admitiu a falsificação do documento e também vai responder por esse crime.

Antônio foi sentenciado a nove anos e quatro meses em regime fechado. Ele também foi indiciado por falsificação de documento público. O idoso foi encaminhado à Especializada para os procedimentos cabíveis e depois irá para o Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM).
Fonte:Redação Integrada com informações de Portal do Holanda
18.04.20 12h34
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/

 




Sespa confirma mais um óbito por Covid-19, número sobe para 33 no Pará

Vítima é uma mulher de 39 anos , de Parauapebas, sudeste do Pará. Sespa também confirmou mais 14 casos, estado soma 641 casos confirmados.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) confirmou mais uma morte de paciente infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Pará, neste sábado (18). A vítima é uma mulher de 39 anos , de Parauapebas, sudeste do Pará. Com os novo caso, o estado registra 33 óbitos de pessoas que morreram pela Covid-19.

Completados 30 dias após a confirmação do primeiro caso da doença no Pará, o estado tem 641 casos confirmados após confirmação de mais 14 pacientes positivados, de acordo com o último boletim da Sespa, divulgado no início da tarde deste sábado.
G1 – Pará
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran_12345@hotmail.com

http://www.folhadoprogresso.com.br/dia-nacional-do-livro-infantil-celebrado-amanha-data-homenageia-monteiro-lobato/