Prazo para regularização do título eleitoral termina amanhã e pode ser feita pela internet

No site da Justiça Eleitoral, quem vai votar pela primeira vez pode requerer o título. O cidadão que não votou e nem justificou na última eleição, consegue regularizar a situação.
Prazo para regularizar o título de eleitor termina daqui nesta quarta-feira(06).
O prazo para regularização do título de eleitor termina daqui a dois dias. Mas, na internet, você pode se habilitar pra votar.
No site da Justiça Eleitoral, quem vai votar pela primeira vez pode requerer o título. O cidadão que não votou e nem justificou na última eleição, consegue regularizar a situação. É possível consultar se há débito com a Justiça Eleitoral e emitir a guia para o pagamento da multa – de R$ 3,50 por turno ausente. Tudo simples e rápido.

Em alguns casos, é preciso anexar documentos e enviar uma selfie com um documento oficial ao lado do rosto. Não pode usar óculos, boné, gorro ou qualquer coisa que dificulte a identificação.

“O eleitor, para obter esses atendimentos por meios remotos, ele efetivamente tem que se apressar.

A Justiça Eleitoral suspendeu, temporariamente, o cancelamento de títulos de 2,5 milhões de eleitores de 17 estados que não fizeram o cadastramento biométrico obrigatório. Essas pessoas vão poder votar normalmente.

No site do Jornal Folha do Progresso, você encontra as informações sobre como regularizar o título de eleitor.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   E-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com e/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

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Quatro pessoas da mesma família morrem em acidente na rodovia BR 163 no Pará

(Foto:Reprodução Portal 24horasnews) – Quatro pessoas da mesma família morrem em acidente na serra do Caracol na rodovia BR 163 no Pará

Grave acidente tirou a via de quatro pessoa da mesma família na Serra do Caracol , por volta das 19h00mn na rodovia Br 163 no município de Trairão Sudoeste do estado do Pará.

Conforme publicou o Portal Plantão24 horas news, a Policia Militar atendeu a ocorrência, não tem posto da PRF ( Policia Rodoviária Federal ) naquela região.

Uma camionete S10 conduzida por um professor do distrito de Caracol com sua família colidiu de frente com uma carreta , quatro vitimas morreram no local, outras duas foram socorridas pelo SAMU encaminhadas ao Hospital Municipal da cidade de Trairão, o estado de saúde não foi divulgado.

O motorista do caminhão teve leve escoriações pelo corpo e passa bem.

As causas do acidente ainda é desconhecida.

Aguarde mais informações.

Carreta que se envolvu no acidente(Foto Reprodução Plantão 24horasnews)
Carreta que se envolvu no acidente(Foto Reprodução Plantão 24horasnews)

Destroços do veiculo S10 (Foto:Reprodução Plantão 24 hors news)
Destroços do veiculo S10 (Foto:Reprodução Plantão 24 hors news)

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Saque do auxílio emergencial está LIBERADO para nascidos em setembro e outubro

(Foto:Reprodução Internet)- Os trabalhadores nascidos em setembro e outubro já podem sacar o valor do auxílio emergencial de R$600 direto da poupança digital. Este escalonamento de pagamentos acontece como forma de evitar aglomerações nas agências da Caixa, e segue o mês de aniversario do trabalhador. Mesmo com estas medidas, grandes filas foram registradas.

Os nascidos entre janeiro e agosto já estão com os saques liberados. Nesta terça-feira (5) é o último dia do calendário de saques, e paga os trabalhadores nascidos em novembro e dezembro.
Calendário completo de saques em dinheiro do auxílio de R$600

27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro
28 de abril – nascidos em março e abril
29 de abril – nascidos em maio e junho
30 de abril – nascidos julho e agosto
4 de maio – nascidos em setembro e outubro
5 de maio – nascidos em novembro e dezembro

Como fazer o saque do auxílio emergencial

Faça o login no Caixa Tem e escolha a opção “Saque sem cartão”.
Aperte a tecla “Entrar” e escolha o opção “Saque Auxílio Emergencial“.
Insira o valor que pretende sacar. Clique na opção “Gerar código para saque”
Insira a senha cadastrada de acesso ao Caixa Tem.
Após a digitação da senha, será gerado o código para saque com validade de duas horas.
Chegando ao terminal de autoatendimento, digite o código no campo específico. Caso prefira fazer o saque em uma casa lotérica, forneça o código.

Os usuários que não estão conseguindo acesso ao código do Caixa Tem, podem ir até uma agência da Caixa para ser ajudado. Porém, o banco pede para que isto seja feito apenas em último caso, para que não acontecer aglomerações.

Os trabalhadores que optaram por receber o auxílio diretamente em uma conta pessoal já existente, em qualquer instituição bancária, não tem restrição para fazer o saque.

Já quem vai receber via poupança digital precisam seguir o calendário da Caixa para retirar o dinheiro direto da conta, ou então transferir para uma outra conta pessoal, usando o aplicativo Caixa Tem.

Aplicativos com falhas

Tudo parece simples, mas muitos usuários enfrentam problemas há no mínimo uma semana com o aplicativo Caixa Tem, criado pelo banco para movimentar o dinheiro recebido do governo. Nas redes sociais, se encontram inúmeros casos de problemas para gerar o código de saque, acessar o app ou movimentar o dinheiro.

Por:Paulo Amorim –
4 de Maio de 2020 –

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Forças Armadas estão ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade, diz ministro da Defesa

Em ato antidemocrático neste domingo, Bolsonaro afirmou que ‘chegou ao limite’ e que ‘não tem mais conversa’, sem explicar o que queria dizer. Ministério condenou violência contra jornalistas.

Aras deve se reunir com procuradores da equipe para avaliar a manifestação de domingo (3)

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, afirmou em nota nesta segunda-feira (4) que as Forças Armadas “cumprem sua missão constitucional” e que estarão “sempre ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade”.

“As Forças Armadas estarão sempre ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade. Este é o nosso compromisso”, diz o comunicado.

A nota (leia íntegra mais abaixo) foi divulgada no dia seguinte à participação do presidente Jair Bolsonaro em um ato com pautas antidemocráticas e inconstitucionais. Em transmissão durante o protesto, Bolsonaro afirmou que “chegou ao limite” e que “não tem mais conversa” – sem explicar o que queria dizer com isso.

A nota do Ministério da Defesa também classifica como “inaceitável” a agressão a profissionais de imprensa. No domingo (3), Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, jornalistas e fotógrafos foram agredidos enquanto registravam o ato em frente ao Palácio do Planalto.

“A liberdade de expressão é requisito fundamental de um País democrático. No entanto, qualquer agressão a profissionais de imprensa é inaceitável”, diz Azevedo e Silva.

No comunicado, o Ministério da Defesa afirma que Marinha, Exército e Força Aérea são “organismos de Estado, que consideram a independência e a harmonia entre os Poderes imprescindíveis para a governabilidade do País”.

Declarações de Bolsonaro

No discurso, Bolsonaro disse que as Forças Armadas estão com ele e que “chegou ao limite”, que “não tem mais conversa” – sem explicitar o que isso significa, e o que pretende fazer caso haja novas decisões judiciais sobre atos da presidência da República considerados ilegais.

“Vocês sabem que o povo está conosco, as Forças Armadas – ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade – também estão ao nosso lado, e Deus acima de tudo.”

“Vamos tocar o barco. Peço a Deus que não tenhamos problemas nessa semana. Porque chegamos no limite, não tem mais conversa. Tá ok? Daqui para frente, não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição. Ela será cumprida a qualquer preço. E ela tem dupla-mão. Não é de uma mão de um lado só não. Amanhã nomeamos novo diretor da PF”, disse.

Sem citar diretamente a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, que suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que “não vai mais admitir interferências”.

“Nós queremos o melhor para o nosso país. Queremos a independência verdadeira dos três poderes e não apenas uma letra da Constituição, não queremos isso. Chega de interferência. Não vamos admitir mais interferência. Acabou a paciência. Vamos levar esse Brasil para frente.”

Na última semana, Bolsonaro classificou a decisão de Moraes como “política” e pediu que a Advocacia-Geral da União (AGU) recorresse para liberar a posse de Ramagem. Nesta segunda (4), o presidente nomeou Rolando Alexandre de Souza para a direção-geral da PF.

Íntegra da nota da Defesa

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Ministério da Defesa.

As Forças Armadas cumprem a sua missão Constitucional.

Marinha, Exército e Força Aérea são organismos de Estado, que consideram a independência e a harmonia entre os Poderes imprescindíveis para a governabilidade do País.

A liberdade de expressão é requisito fundamental de um País democrático. No entanto, qualquer agressão a profissionais de imprensa é inaceitável.

O Brasil precisa avançar. Enfrentamos uma Pandemia de consequências sanitárias e sociais ainda imprevisíveis, que requer esforço e entendimento de todos.

As Forças Armadas estarão sempre ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade. Este é o nosso compromisso.

Fernando Azevedo e Silva
Ministro de Estado da Defesa

Do G1

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Direção da Escola Waldemar Lindermayer convoca alunos para receber vale-alimentação em Novo Progresso

(Foto:Reprodução) – A Direção da Escola estadual Waldemar Lindermayer localizada na Rua Maria Valeria Rempel (próximo ao Lago Municipal) no Bairro Cristo Rei em Novo Progresso , iniciou a entrega dos cartões de vale-alimentação escolar aos alunos da escola.

Neste primeiro lote de entregas, todos os alunos, serão contemplados com o vale, que garantirá a compra de alimentos pelos estudantes enquanto as aulas presenciais ficarem suspensas.

Os cartões começaram a ser distribuídos na semana passada, muitos alunos e pais aproveitaram o início do dia para receber logo o benefício, assegurado pelo governo do Estado. A direção convocou os pais e iniciou no dia 30 de Abril a entrega que tem que ser presencial, a direção organizou a fila para evitar aglomerações. Ao todo, 1200 (mil e duzentos) alunos , vão receber os vales. A diretora Ilda Araújo convoca todos os alunos para receber o ticket (Vale Alimentação) até esta terça-feira (05) , a diretora ressaltou a importância dos cartões para a comunidade escolar.

A direção publicou um informativo sobre entrega. Leia abaixo;

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Informação SEDUC

O benefício é destinado para estudantes que não estão recebendo merenda escolar, durante a suspensão das aulas por conta da pandemia de Covid-19. Segundo a Seduc, a entrega dos vales deverá ser realizada presencialmente.

De acordo com a Seduc, o vale-alimentação distribuído para os alunos será no valor de R$ 80. Os vales deverão ser retirados na escola onde o aluno está matriculado. O estudante deve ir ao local com um documento oficial com foto e retirar o benefício. Caso seja menor de idade, a retirada do vale poderá ser realizada por responsáveis.

De acordo com a Seduc, os vales serão pequenos cartões magnéticos, que poderão ser trocados por gêneros alimentícios. Apenas os estabelecimentos comerciais credenciados pelo Governo do Estado poderão aceitar o cartão.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Bolsonaro diz estar com Forças Armadas e ‘povo’ e mira STF ao citar ‘limite’

(Foto:Fernando Frazão/Agência Brasil ) – O presidente Jair Bolsonaro mais uma vez prestigiou pessoalmente uma manifestação em Brasília com ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao Congresso, disse estar junto com as Forças Armadas “ao lado do povo” e deu recados intimidatórios.

“Peço a Deus que não tenhamos problemas essa semana. Chegamos no limite, não tem mais conversa, daqui pra frente, não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição, ela será cumprida a qualquer preço, e ela tem dupla mão”, afirmou Bolsonaro, em declaração transmitida ao vivo neste domingo (3) em rede social.

Um dia após ter se encontrado com os chefes de Exército, Marinha e Aeronáutica, o presidente afirmou que “temos o povo ao nosso lado, nós temos as Forças Armadas ao lado do povo, pela lei, pela ordem, pela democracia e pela liberdade”.

Além de incluir pautas autoritárias, de desrespeitar recomendações sanitárias em meio ao coronavírus e de voltar a atacar as medidas de governadores na pandemia, a manifestação apoiada por Bolsonaro foi marcada desta vez também por ataques ao ex-ministro Sergio Moro, que pediu demissão do governo com acusações ao presidente, e por agressões e ameaças a jornalistas.

A conduta do presidente foi repudiada por integrantes dos Poderes Legislativo e por chefes de Executivo estaduais, como João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ). O presidente do STF, Dias Toffoli, não se pronunciou, e entre os ministros da corte as principais manifestações públicas foram para criticar agressões de bolsonaristas à imprensa.

O ministro Luís Roberto Barroso disse à Globonews que “não se deve lançar as Forças Armadas no varejo da política”.

O pano de fundo da nova investida de Bolsonaro é sua irritação com as derrotas que vem sofrendo no Supremo. Com isso, ele busca respaldo entre os militares para reagir ao Judiciário. E tem recebido sinais de apoio nos bastidores, sobretudo em relação às decisões do tribunal que interferem em medidas do governo.

O presidente atacou nos últimos dias a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes de barrar a nomeação de Alexandre Ramagem, amigo de sua família, para comandar a Polícia Federal, após a acusação de Moro de tentativa de interferência política na corporação. Neste domingo, disse que deve indicar um novo nome nesta segunda-feira (4).

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada neste domingo e foi até a rampa do Planalto para acenar aos manifestantes, aglomerados, que gritavam “Fora Maia”, entre outras coisas. Uma bandeira do Brasil foi estendida na rampa.

O presidente disse querer “um governo sem interferência, que possa atrapalhar para o futuro do Brasil”. “Acabou a paciência”, disse. “É uma manifestação espontânea, pela democracia”, afirmou.

Ele repetiu discurso de que estão destruindo os empregos no país. “É inadmissível.” Segundo ele, o efeito colateral das medidas de isolamento pode ser mais “danoso” que o próprio coronavírus.

Um grupo de manifestantes se reuniu em frente ao Museu Nacional, em Brasília. Em seguida, foi organizada uma carreata em direção ao Palácio do Planalto. O ato promoveu aglomerações num momento que Brasil tem mais de 7.000 mortes pela Covid-19.

Embalados por palavras de ordem e cartazes com críticas a Moro, chamado de “canalha” e “moleque de Curitiba”, apoiadores afirmavam que estão “fechados com Bolsonaro”.

Ao chegar em frente ao Congresso, o grupo deixou os carros e desceu em direção ao Palácio do Planalto diante da promessa feita por um dos organizadores de que Bolsonaro apareceria para vê-los.

Entre as mensagens dos cartazes havia “Armas para cidadãos de bem”, “Fora Maia”, “Fora Alcolumbre”. Em frente ao STF, alguns gritaram “vamos invadir”. “Olé, olé, STF é puxadinho do PT”, afirmavam.

Em meio às críticas a Moro, feitas em um microfone de um caminhão de som, uma apoiadora gritou que o ex-juiz é aliado ao centrão. O grupo de partidos, formado por legendas como MDB, PP, PL, Solidariedade, DEM e Republicanos, tem feito tratativas de apoio a Bolsonaro e deve ganhar novos cargos no governo.

No sábado (2), Bolsonaro recebeu os chefes das três Forças Armadas e os generais que integram sua equipe ministerial, em encontro que não estava previsto na agenda oficial.

A eles se queixou de estar com dificuldades para governar devido ao que ele chama de “constante interferência do Judiciário”. Ele ameaçou fazer uma ruptura institucional, no sentindo de eventualmente descumprir determinações futuras da corte.

Segundo militares ouvidos pela Folha de S.Paulo, as declarações de Bolsonaro em ato deste domingo (3) transmitem essa mensagem. A ala fardada, embora costume atuar como “apagadora de incêndios” de atitudes mais extremadas de Bolsonaro, deu sinais de incômodo com decisões do Supremo.

Não há uma unanimidade, e o comandante do Exército, Edson Pujol, tem se mostrado refratário às atitudes do presidente. Mas outros generais da alta cúpula ainda mantêm um maior alinhamento ao Planalto e têm maior proximidade com o antecessor de Pujol, general Eduardo Villas Bôas, conselheiro de Bolsonaro.

Além da decisão que barrou Ramagem, incomodou o presidente a redução de prazo dada pelo decano Celso de Mello, para 5 dias, para que Moro fosse ouvido sobre acusações contra Bolsonaro. O depoimento ocorreu no sábado.

Entre militares, há um temor de que a corte imponha que o presidente mostre o resultado de seu exame para coronavírus. Bolsonaro diz não ter contraído a doença, mas se recusa a mostrá-lo. Aliados defendem que, mesmo se houver determinação da corte, ele mantenha o sigilo.

Neste sábado, Bolsonaro ficou especialmente irritado com uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF. O magistrado barrou a ordem do governo brasileiro para expulsar diplomatas venezuelanos aliados a Nicolás Maduro do Brasil.

No despacho, o ministro alegou o cenário de pandemia do novo coronavírus para justificar sua decisão, a partir de orientação da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Nesta semana, o Itamaraty enviou documento à embaixada e aos consulados venezuelanos no país e listou 34 funcionários que deveriam sair do país –junto com seus dependentes– até este sábado.

Pouco mais de uma hora depois de a decisão do ministro ser divulgada, Bolsonaro chamou ao Alvorada os ministros Fernando Azevedo (Defesa), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Augusto Heleno, (Gabinete de Segurança Institucional) e Walter Braga Netto (Casa Civil).

Além deles, estiveram presentes os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica.

A Folha questionou a cúpula das três Forças Armadas sobre os motivos do encontro, a resposta foi unificada e transmitida pelo Ministério da Defesa. Em nota, disse que o encontro serviu para “fazer uma avaliação do emprego das Forças Armadas na Operação de Combate ao Coronavírus, além de avaliação de aspectos da conjuntura”.

Questionados, nem o Planalto nem os militares deram detalhes sobre quais seriam as ações sobre a pandemia.

Bolsonaro, enquanto isso, tem mantido discurso contrário ao isolamento social e segue promovendo aglomerações.

No sábado, ele visitou duas cidades de Goiás, Cristalina e Alexânia, onde cumprimentou apoiadores e gerou tumulto. Neste domingo, ele foi ao Palácio do Planalto cumprimentar manifestantes que se aglomeraram em frente à Praça dos Três Poderes para demonstrar apoio à sua gestão.”

Sobre o ato com ataques ao Congresso e ao Supremo, situações do tipo podem vir a ser enquadradas nas definições legais de crime de responsabilidade. No caso do presidente, tentar ou cometer um crime dessa classe pode levar à perda do cargo, que ocorre por meio de um processo de impeachment.

A previsão legal para isso consta da Constituição e de uma lei de 1950. Pela legislação, cabe ao Congresso autorizar a abertura do processo de impeachment, e o julgamento que decide se houve crime de responsabilidade acontece no Senado. Hoje há cerca de 30 pedidos de impeachment de Bolsonaro em análise pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Autor: FOLHAPRESS/domingo, 03/05/2020, 21:51

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Rolando Alexandre de Souza é o novo diretor da Polícia Federal

Souza era o braço direito de Alexandre Ramagem na Agência Brasileira de Inteligência (foto: Divulgação/Focco)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicou para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza. A nomeação foi publicada na edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (04). Souza era o braço direito de Alexandre Ramagem como secretário de Planejamento e Gestão na Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

“Com isso, pela primeira vez temos um alinhamento completo de uma agência de inteligência, que é ligada ao Executivo, com uma entidade de Estado. Havia o temor de que isso acontecesse”, diz uma fonte na Polícia Federal.

Nesta segunda, o Correio revelou que a Abin vem sendo usada cada vez mais a serviço do presidente da República. A estrutura da entidade é usada para espionar aliados e instituições que desagradam o Planalto.

Desde o último dia 24, o cargo tem gerado grande polêmica com a exoneração do então diretor-geral Maurício Valeixo, que causou o pedido de demissão do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, que saiu acusando o presidente de interferência política na PF e se tornou o novo inimigo de bolsonaristas.

Depois de retirar Valeixo, Bolsonaro nomeou Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No entanto, após o ex-juiz federal dizer que o presidente queria alguém do seu contato pessoal, para quem ele pudesse ligar e colher informações de relatórios de inteligência, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação na última quarta-feira (29/4) falando de princípios de impessoalidade em sua justificativa. Bolsonaro, no entanto, disse que “não engoliu” a decisão, chamando o ato de “político”.

A decisão de nomear Rolando Alexandre de Souza para chefiar a instituição é vista como uma solução para continuar os serviços da agência, enquanto Bolsonaro tenta reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
IS Ingrid Soares
postado em 04/05/2020 09:56

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Possibilidade de troca no comando do Exército gera apreensão militar

Presidente Jair Bolsonaro estaria descontente com posições do general Edson Pujol e pensa em colocar no lugar um militar mais fiel ao governo(foto: AFP / Sergio LIMA)

O presidente Jair Bolsonaro avalia remover o general Edson Leal Pujol do comando do Exército. A intenção, de acordo com fontes no governo, seria dar lugar a um militar mais fiel a ele, como o general Luiz Eduardo Ramos, atual ministro-chefe da Secretaria de Governo. A informação, que começou a circular neste domingo (3/5), em Brasília, gera apreensão nas Forças Armadas. O presidente estaria descontente com algumas ações do militar, como seus pedidos para que os brasileiros mantenham o distanciamento social em razão da pandemia de coronavírus e de seu escasso alinhamento com interesses do Planalto.

A eventual substituição de Pujol deixaria de lado diversas regras comuns do meio, como a alçada ao posto de comandante de militares mais antigos, como uma grande quantidade de títulos e que leva em consideração a hierarquia. Fontes ouvidas pelo Correio, tanto de militares que integram o Executivo, quanto de integrantes das três forças que estão alheios as relações políticas, avaliam que a possibilidade disso ocorrer “é muito difícil”, mas se colocada em prática encontraria grande reprovação.

Mesmo não sendo dos militares mais aceitos pelos generais do alto comando do Exército, a saída de Pujol para dar lugar a um nome mais próximo do Planalto seria visto como uma interferência sem precedentes. “As Forças Armadas são instituições de Estado, e que estão alheias a disputas políticas. O presidente tem o poder para trocar o comandante, mas sabe que não deve fazer isso sem um forte motivo durante seu mandato. Esse motivo poderia por doença, falecimento ou à pedido. Mas nunca por jogada política”, avalia um militar da cúpula do Exército.

Em vídeos institucionais publicados no site do Exército e canais das Forças Armadas, Pujol defendeu o respeito a quarentena, e disse que a pandemia de coronavírus “é um dos maiores desafios da nossa história”. Na semana passada, Bolsonaro visitou o Comando Militar do Sul, e ao estender a mão para cumprimentar Pujol, recebeu de volta uma saudação de cotovelo, como determina as regras sanitárias para evitar a propagação do novo coronavírus.

A mesma saudação se seguiu por parte de todos os demais militares que recepcionaram o presidente, tendo em vista que estão abaixo de Pujol na hierarquia e seguiam recomendações do comandante. O ato, embora correto, não agradou o presidente. Neste domingo, em frente ao Palácio do Planalto, o presidente disse aos manifestantes que tem o apoio das Forças Armadas.

RS Renato Souza
postado em 03/05/2020 23:56

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Morre Aldir Blanc, um dos maiores compositores brasileiros, por coronavírus

Autor de ‘O Bêbado e a Equilibrista’, artista de 73 anos escreveu algumas das canções mais famosas da música brasileira (Foto:Reprodução)
Aldir Blanc não saía de casa. Agora que ninguém deve mesmo sair, por causa do novo coronavírus, ele foi obrigado a sair, por culpa do vírus. Não voltou mais.

A Covid-19 levou na madrugada desta segunda-feira (4), no Rio de Janeiro, um dos mais importantes letristas da música brasileira. Aldir tinha 73 anos e estava internado desde 15 de abril na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Universitário Pedro Ernesto, onde um exame confirmou a infecção pelo coronavírus. Antes, dera entrada no dia 10 no Hospital Municipal Miguel Couto com infecção urinária e pneumonia. Foram 24 dias de luta. Sua resistência impressionou médicos do Pedro Ernesto. “Ele não quer ir embora” foi uma das frases que disseram durante o tratamento.

Em mais de cinco décadas de atividade, Aldir construiu uma obra marcada pela capacidade de fundir os contrários: humor e fossa, devaneio e realidade, lirismo e grossura, a aldeia e o mundo. Para ele, a vida não comporta reciclagem de lixo. Tudo se mistura. Dava o mesmo valor à palavra mais bonita e ao palavrão mais chulo. Assim criou mais de 600 letras.

Dor e alegria já estavam embaralhadas na infância de Aldir Blanc Mendes. Ele nasceu em 2 de setembro de 1946, no bairro do Estácio, berço do samba urbano carioca. Sua mãe nunca se recuperou totalmente de uma depressão pós-parto. Seu pai, que se tornaria um grande amigo, era pouco afetuoso. O filho único foi ser feliz com os avós em Vila Isabel, bairro de um seus ídolos, Noel Rosa —e, triste coincidência, do hospital onde morreu.

Recordou os tempos de criança no emotivo livro “Vila Isabel – Inventário da infância”, de 1996. Na região conheceu (e reinventou) os personagens de suas crônicas, reunidas em volumes como “Rua dos Artistas e Arredores” (1978) e “Porta de Tinturaria” (1981).

Mas foi a música que tornou seu nome conhecido nacionalmente. Em meados dos anos 1960, enquanto praticava letras e poemas, atuava como baterista em conjuntos semiprofissionais. Chegou a ser contratado para tocar em um programa infantil da TV Globo.

As primeiras letras a chamar a atenção apareceram em festivais do final da década. O sucesso veio com “Amigo É pra Essas Coisas”, parceria com Silvio da Silva Jr. que ficou em segundo lugar no Festival Universitário de 1970. Foi o período em que ele integrou o MAU (Movimento Artístico Universitário), ao lado de Ivan Lins, Gonzaguinha e outros.

No ano seguinte, um rapaz chamado Pedro Lourenço se impressionou em Ouro Preto, em Minas Gerais, com um estudante de engenharia tocando violão. Disse a ele, João Bosco, mineiro de Ponte Nova, que tinha um amigo no Rio de Janeiro capaz de pôr palavras naquelas melodias. Nascia um dos encontros mais importantes da música brasileira.

A leva inicial de composições se deu por carta. Um exemplo: “Agnus Sei”, lançada em 1972 num disco compacto do jornal “O Pasquim” —no lado A, estava a então inédita “Águas de Março”, interpretada por seu autor, Tom Jobim.

Naquele ano, com Bosco de passagem pelo Rio, mostraram algumas músicas para Elis Regina. Ela escolheu “Bala com Bala” para o disco que estava realizando e reservou outras para o trabalho seguinte. Passou a receber em primeira mão as novidades da dupla. Gravou 20 delas, além de duas de Blanc com outros parceiros —o irmão de fé Maurício Tapajós e a amiga Sueli Costa.

A assinatura Bosco e Blanc consta de canções marcantes como “O Mestre-sala dos Mares”, “Dois pra Lá, Dois pra Cá”, “De Frente pro Crime”, “Kid Cavaquinho”, “Incompatibilidade de Gênios”, “O Ronco da Cuíca”, “Transversal do Tempo”, “Corsário”, “Bijuterias”, “Nação” (esta também com outro grande amigo, Paulo Emílio) e, é claro, “O Bêbado e a Equilibrista”.

No Natal de 1977, inspirado na morte de Charlie Chaplin naquele dia, Bosco fez uma melodia citando “Smile”, composição do cineasta. Blanc achou que valeria associar a figura de Carlitos a outros deslocados na história, como os exilados pela ditadura militar. O movimento pela anistia ganhou um hino. Elis gravou em 1978, Bosco em 1979. O verso inicial, “Caía a tarde feito um viaduto”, evocava o desabamento do Elevado Paulo de Frontin, no Rio, em 20 de novembro de 1971.

Os dois amigos inseparáveis começaram a se separar em 1982. Foi gradual e, de acordo com eles, sem brigas. As melodias de um e as letras do outro passaram a não se encaixar. Talvez por influência de terceiros, mágoas surgiram. O reencontro (imprevisto) aconteceu apenas em 2002, numa gravação de “O Bêbado e a Equilibrista” por Blanc para o songbook de Bosco. Desde então voltaram a se falar por telefone diariamente, além de compor às vezes, sem a urgência dos anos de juventude.

O letrista engatou outras parcerias. Duas foram as mais produtivas: com Guinga, violonista e compositor originalíssimo, explorador de vários gêneros, melodista de “Catavento e Girassol”; e com Moacyr Luz, artista mais identificado com o samba, mas com quem Blanc criou a romântica “Coração do Agreste”, tema da novela da TV Globo “Tieta”, na voz de Fafá de Belém, e um dos maiores sucessos de sua carreira.

Com Cristovão Bastos, entre outras, fez “Resposta ao Tempo”, gravação de Nana Caymmi e abertura da minissérie “Hilda Furacão”. Ainda compôs com Edu Lobo, Carlos Lyra, Djavan, Ivan Lins, Raphael Rabello, Ed Motta, Jayme Vignoli e outros.

Intérpretes realizaram CDs apenas com letras suas. Foram os casos recentes da portuguesa Maria João e da carioca Mariana Baltar. Ele passou a receber encomendas de artistas mais jovens. Ficava entusiasmado, mas sabia que dificilmente se converteriam em frutos financeiros. No panorama atual, direitos autorais rendem muito pouco, e Blanc dependia deles.

Embora tivesse boa voz –como provou no CD “Vida Noturna” (2005) e, antes, no álbum que dividiu com Maurício Tapajós, em 1984, e em faixas do comemorativo “50 Anos” (1996) –, não fazia shows.

Desenvolveu uma fobia social que se converteu em reclusão quase permanente. Contribuiu para isso um grave acidente de carro acontecido em 1991 e que lhe dificultou para sempre o movimento da perna esquerda. Também tinha diabetes. Havia mais de dez anos que, salvo dias de exceção, não fumava nem bebia. Passava a maior parte do tempo em seu escritório cultivando a obsessão por livros. Lia sem parar, de tudo: mitologia grega, Segunda Guerra Mundial, psicanálise, muitos romances policiais etc. Nunca saiu do Brasil, mas viajava com os livros.

Adorava falar pelo telefone com os amigos. Comentava o noticiário –com humor e indignação– e compartilhava informações sobre a família. No primeiro casamento teve duas filhas, Mariana e Isabel. Tristeza maior de sua vida, perdeu gêmeas que se foram no dia do parto prematuro, em 1974. Dizia que ali perdeu o ânimo para exercer a medicina profissionalmente. Ele se formara em 1971, com especialização em psiquiatria.

Quando se casou com a professora Mari Lucia, ela já tinha duas filhas, Tatiana e Patrícia. Viraram suas também. Das quatro vieram cinco netos e um bisneto.

Nos dias anteriores à internação, falava sempre da Covid-19, com medo de que alguém amado fosse atingido. Não demonstrava preocupação consigo mesmo. Foi pego de surpresa. Numa quinta-feira estava bem, na sexta foi levado de ambulância para o hospital.

Deixa, além da família, uma legião de amigos e admiradores.

Por:ESTADÃO Luiz Fernando Vianna

Jornalista, é autor de ‘Aldir Blanc –

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ABRAMP reforça apoio aos garimpeiros diante da pandemia

(Foto:Reprodução Facebook)- Diante da pandemia do coronavírus, que tem avançado nos Estados do Norte e Nordeste, os garimpeiros estão preocupados com a saúde e a aflitos de não poder trabalhar para garantir o próprio sustento.

A ABRAMP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS METAIS PRECIOSOS – reforça seu apoio aos trabalhadores do segmento, que lutam pelo direito de trabalhar de forma legalizada, com garantia e segurança.

Leia Também:Vídeo: garimpeiro faz apelo a Bolsonaro para voltar a trabalhar: “Não quero vira ladrão”

*ABRAMP cria programa de auxílio para garimpeiros regularizarem atividade

A entidade entende que é legítimo o direito da categoria em reivindicar a legalização para que possam exercer suas atividades de forma organizada, respeitando o meio ambiente e a Constituição Federal.

Diante do agravamento da situação econômica do país, se torna ainda mais urgente essa necessidade, pois grande parte dos garimpeiros autônomos estão enfrentando dificuldades financeiras.

A situação já é tão crítica, que um trabalhador do garimpo do “Zezinho Garimpeiro”, chegou a gravar um vídeo com um apelo ao presidente Jair Bolsonaro.  A gravação, que viralizou nas Redes Sociais, traz uma canção com a seguinte letra:

“Bolsonaro sou um pobre garimpeiro não tenho estudo nem outra profissão ,eu só preciso de um pedaço de chão. Não quero virar ladrão, é no garimpo que ganho meu dinheiro, só preciso de um pedaço de chão”.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=75&v=N1vbY97tjpY&feature=emb_logo

 

Link do video: https://www.youtube.com/watch?time_continue=75&v=N1vbY97tjpY&feature=emb_logo

 

Sobre a ABRAMP

ABRAMP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS METAIS PRECIOSOS, é uma entidade sem fins lucrativos, que atua com o objetivo de congregar os interesses comuns de instituições, profissionais autônomos e investidores ligados ao mercado de metais preciosos em seus diferentes aspectos relativos a produção, fundição, industrialização, negociação, distribuição, e outros.

 

Por: Ascom ABRAMP/Jornalista: Cláudia Santana

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