Já está em vigor aumento de 10% no preço da gasolina

Reajuste é o segundo anunciado neste mês de maio pela Petrobrás (Foto: Igor Mota )

Começa a valer nesta quinta-feira (21), o novo aumento de 10% no preço da gasolina nas refinarias, anunciado na tarde de quarta (20) pela Petrobrás. Este foi o segundo reajuste consecutivo autorizado pela estatal somente nos primeiros 20 dias de maio, tendo o primeiro, na ordem de 12%, ocorrido no dia 7.

De acordo com os dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA), com base nos levantamentos da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio da gasolina comercializada em território paraense foi de R$ 4,044 na primeira dezena do mês. O custo do combustível variou entre R$ 3,590 e R$ 5,000.

O estudo do Dieese-PA analisou os preços do litro da gasolina comercializada em postos de combustíveis de Belém e mais cinco municípios paraenses. Na capital, durante a primeira dezena do mês, o preço médio do produto foi de R$ 3,994 com os valores variando entre R$ 3,750 a R$ 4,499.

Já nos demais municípios analisados pelo Dieese-PA, o preço médio da gasolina ficou bem acima do valor vendido em Belém. Na primeira semana de maio, Parauapebas foi o município que comercializou o combustível mais caro dentre todos os pesquisados, custando, em média, R$ 4,714, seguido de Conceição do Araguaia que em média comercializou ao custo de R$ 4,698; Abaetetuba com o preço médio de R$ 4,525; Xinguara com o valor médio de R$ 4,505 e Alenquer tabelado em R$ 4,498.
O LiberalRedação Integrada
21.05.20 7h15
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Coronavirus- Sobe para 22 casos em Novo Progresso entre eles 3 militares

Número de militares infectados pela Covid-19 chama atenção em Novo Progresso
Dos 22 casos confirmados da doença em Novo Progresso,12 são moradores da cidade entre eles quatro trabalhadores da Serabi, os outros casos são de moradores de outras cidades,Santarém,Itaituba ,Corumba (MS) , 3 são militares. Outra preocupação das autoridades de saúde é com os caos de outros municipios, que são tratados em Novo Progresso.
Os dois novos casos na ultimas 24hr são de duas mulheres uma de 42anos e 29 anos, uma por teste rápido e outra por exame RT/PCR.

Nesta semana o alerta foi criado após o municipio receber uma enxurrada de casos de outras cidades incluindo casos de militares que trabalham na rodovia Br 163 serem tratados em Novo Progresso.

Leia também:Mineradora Serabi relata casos de coronavírus entre operários

A Serabi declarou que todos os pacientes apresentam sintomas leves ou moderados,somente 1 foi considerado Grave.

A Secretaria de Saúde divulgou Boletim dia 20/05/2020

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Secretaria de Saúde  aposta em medidas unificadas para conter o coronavírus

Em outra iniciativa tomada , encaminhou ofício ao titular do Ministério Publico Gustavo Queiroz Zenaide de Novo Progresso, com as seguintes solicitações:1589977076625
A Secretaria de  Saúde defende  regras mais rigorosas em todo o municipio, para evitar o avanço da infecção, entre as quais o isolamento de pessoas que chegam de garimpos de comunidades de outros municipios , a exemplo os casos da mineração Serabi e do exercito.

Nesta quarta-feira (20),a Secretaria de Saúde  Rosangela Mello, oficiou ao Ministério publico para que interceda junto a Prefeitura de Itaituba, Serabi e ao 8º Batalhão de Engenharia do Exercito Brasileiro com base em Moraes Almeida (Itaituba) , para que adote medidas e assuma a responsabilidade de cuidar dos casos de pessoas suspeitas em seu municipio de origem. De acordo com a secretária, cada gestor deve adaptar as medidas para a realidade de seu município.1589977111717
Em meio ao crescimento do número de casos suspeitos e confirmados do novo coronavírus em Novo Progresso somente 12 casos são de pessoas da cidade em sua maioria já chegaram de seus lugares de trabalho (outra região) com a doença e foram diagnosticados com Covid-19 ,após teste em Novo Progresso.

Em Novo Progresso a Prefeitura agiu rápido ainda no mes de março com recomendações de cancelamento ou adiamento de grandes eventos: governamentais, esportivos, artísticos, culturais, políticos, científicos, comerciais ou religiosos. As aulas continuam suspensas, o uso de mascara é obrigatório, o comercio funciona com ordem de controle a transmissão da Covid-19, os  bares,lanchonete ,restaurantes,e casas de show continua sem atendimento presencial.

Leia mais:Multa de R$120 começa a valer hoje em Novo Progresso

Nesta quarta-feira (20/05), já começou a valer as medidas mais rigorosas que serão tomadas contra as pessoas que estiveram em via publica e comercio sem mascaras.

De acordo com o novo decreto, a pessoa que for pega sem mascara será multada em R$ 120,32 (cento e vinte reais e trinta e dois centavos) para quem descumprir a determinação de uso de máscara e outras determinações.

Já na manhã de hoje a fiscalização era intensa. Essa é mais uma medida para tentar diminuir a disseminação do novo coronavírus na cidade de Novo Progresso.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Caminhoneiro pode ser foco da Covid em cidade com pico de casos no MS

(Foto:© Shutterstock) – “Uma pessoa levou a Covid-19 a Guia Lopes e fez com que [a doença] se espalhasse e alcançasse esse número: ela contaminou 4, que contaminaram 19 e, agora, os 98”, resumiu o secretário de estado da Saúde Geraldo Resende
Caminhoneiro pode ser foco da Covid em cidade com pico de casos no MS

CAMPO GRANDE – Guia Lopes da Laguna, cidade a 233 km de Campo Grande (MS), de 10.366 habitantes, tornou-se preocupação no estado por conta da disseminação do novo coronavírus. Na semana passada, em apenas dois dias, a cidade passou da 17º posição ao 1º lugar no ranking de incidência, em crescimento vertiginoso que começou em um frigorífico e foi agravado pelo hábito cultural da roda de tereré.

“Uma pessoa levou a Covid-19 a Guia Lopes e fez com que [a doença] se espalhasse e alcançasse esse número: ela contaminou 4, que contaminaram 19 e, agora, os 98”, resumiu o secretário de estado da Saúde Geraldo Resende. Nesta terça-feira (19), novo boletim apontou 106 casos, a maior incidência no estado.Sem UTI para casos graves, a cidade está no segundo lugar do ranking em números absolutos, atrás apenas de Campo Grande, com 188 casos.

por Folhapress
20/05/20 11:42

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Clientes TIM podem usar auxílio emergencial para pagamento de faturas e recarga

As telecomunicações são ainda mais essenciais durante o combate à Covid-19. Com o isolamento social, muitas pessoas estão usando seus celulares para trabalhar, estudar, comprar ou se manter próximo da família e amigos mesmo a distância. Buscando facilitar ainda mais o acesso aos serviços, a TIM passa a aceitar o cartão virtual da Caixa para pagamento de faturas e recarga. Assim, os clientes poderão usar parte do auxílio emergencial oferecido pelo Governo para se manterem conectados.

A operadora é a primeira a oferecer a possibilidade de uso do cartão de débito virtual da Caixa para os segmentos pós-pago e controle. Os clientes poderão pagar suas faturas de forma simples e rápida, escolhendo a opção “pagar com cartão” na área logada do site https://www.tim.com.br. Já os usuários de planos pré-pagos podem fazer recargas com o auxílio emergencial por meio da plataforma de autoatendimento. Basta discar *244# no celular TIM e inserir os dados necessários. O cartão de débito virtual foi criado pela Caixa Econômica Federal para facilitar o uso do dinheiro por quem recebeu o benefício do auxílio emergencial do Governo e está disponível para mais de 100 milhões de correntistas.

Vale ressaltar que a TIM mantem ainda diversos benefícios para que os clientes possam usar a tecnologia nesse momento em que é importante evitar deslocamentos e aglomerações. Usuários de planos pós-pagos e controle contam com bônus de até 2GB de dados. Clientes do pré-pago têm até 100MB de bônus por dia ao assistir vídeo educativo sobre o coronavírus e as recargas de até R$ 20 tiveram a validade estendida para 60 dias. A operadora reforçou também a oferta de serviços de educação e entretenimento, com gratuidade por 30 dias de apps como Playkids, Looke e E-book by Skeelo, dentre outras iniciativas.

Fonte:Três Comunicação com foto
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Senador mato-grossense apresentará projeto para prorrogar mandatos de prefeitos e vereadores por 2 anos

O senador Wellington Fagundes (PL), informou, hoje, que vai apresentar proposta de emenda à Constituição que prorroga por dois anos os mandatos de prefeitos e vereadores eleitos em 2016 e transforma o pleito de 2022 em eleições gerais. Dessa forma, seriam eleitos ao mesmo tempo, além de prefeitos e vereadores, o presidente da República, governadores e deputados federais e estaduais.

Wellington afirmou que diante da crise sanitária, econômica e política “fica cada vez mais clara a inviabilidade de se manter a data de outubro deste ano para as eleições municipais”. Para ele, salvar vidas e proteger a saúde da população contra a pandemia da covid-19 se sobrepõe a qualquer outra prioridade.

Wellington Fagundes avalia que a mudança na Constituição produzirá efeitos benéficos a curto e a longo prazo. “A curto prazo, permitindo que os recursos públicos que estão destinados à Justiça Eleitoral, R$ 4 bilhões, e ao fundo eleitoral, mais R$ 2 bilhões este ano, sejam relacionados para enfrentar a doença pela união pelos estados e pelos municípios. E a longo prazo, as dificuldades financeiras e administrativas decorrentes das frequentes suspensões de transferência de recursos aos estados e municípios, que ocorrem a cada dois anos, por vários meses antes das eleições, passariam a ocorrer em intervalos mais espaçados de quatro em quatro anos”, explicou.

O parlamentar também manifestou apoio à proposta de adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Ele pediu que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, reconsidere sua posição e concorde em adiar a realização do para o primeiro semestre de 2021 em nome da justiça social.

Wellington Fagundes enfatizou que principalmente os alunos das escolas públicas de periferias foram afetados negativamente e com a suspensão das aulas não têm condições de continuar se preparando para o Enem em novembro. Falta de acesso à internet para estudos a distância e de dinheiro para pagar professores ou aulas particulares estão entre os problemas enfrentados por esses alunos, segundo o senador.

“Tudo isso agrava a sua desvantagem nesse certame tão decisivo para o futuro de cada um, uma vez que condiciona aos resultados obtidos na prova o ingresso em universidades públicas. Enfim a situação atual inviabiliza totalmente o princípio da igualdade de oportunidades o que já foi reconhecido pelo próprio Tribunal de Contas da União em recente manifestação ao MEC”, comentou o senador.

Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)
19/05/2020 19:36

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Senadores aprovam adiamento do Enem para pressionar governo

(Foto:© Shutterstock)- Aprovado no Senado, a proposta vai agora para análise da Câmara dos Deputados, onde o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) já se manifestou favorável à medida
Senadores aprovam adiamento do Enem para pressionar governo

BRASÍLIA – Em uma ação para pressionar o governo federal e o MEC (Ministério da Educação), os senadores aprovaram por 75 votos a favor e 1 contra (Flávio Bolsonaro) o texto-base de uma proposta que determina o adiamento das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

O projeto, de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), foi aprovado por 75 votos a favor e 1 contrários. Falta a análise de um destaque do senador Romário (Podemos-RJ).

A medida foi aprovada no Senado poucas horas depois de o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciar a realização de uma consulta pública para ouvir estudantes sobre o possível adiamento. As novas datas já estariam contempladas nesse processo, previsto para junho.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) avalia novas datas para a realização do Enem. O governo já considera adiar a prova para dezembro ou janeiro.A proposta aprovada pelo Senado foi protocolada no início de abril, e definida como prioritária pelos senadores nesta segunda-feira (18), após reunião de líderes partidários. Os senadores chegaram a pedir ao próprio ministro o adiamento do Enem, mas não obtiveram resposta positiva para a demanda.

O adiamento das provas tem sido defendido pelos senadores, com o apoio de secretários de Educação e especialistas por causa do risco de aumento de desigualdades com a interrupção de aulas provocada pela pandemia.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a afirmar que o exame poderia ser remarcado, mas não houve avanço na alteração. O edital em vigor prevê que as inscrições para as provas sejam realizadas entre os dias 11 e 22 de maio. As provas seriam aplicadas em domingos sucessivos dos dias 1º e 8 de novembro de 2020.

De acordo com a autora do projeto, o cancelamento das aulas devido à pandemia causada pelo novo coronavírus leva a uma disparidade entre os estudantes, especialmente quanto aos que estudam em escolas públicas, já que nem todos têm acesso ao ensino virtual, necessário para os estudos neste momento.

“O Enem 2020 digital confronta irremediavelmente a igualdade de oportunidades e concorrência entre os candidatos, principalmente se voltarmos nossas atenções às condições operacionais tão díspares entre alunos das instituições de ensino da rede pública em relação às oferecidas pela iniciativa privada”, disse a senadora, na proposta.

Em seu relatório, Izalci Lucas defendeu que o adiamento das provas “encontra-se em sintonia com o conjunto de medidas adotadas pelo Poder Público” para reduzir os impactos causados pela pandemia de Covid-19.

“A realidade educacional brasileira é muito desigual e soluções desse naipe apenas acentuam as diferenças existentes. Como se sabe, a esmagadora maioria dos estudantes brasileiros depende da escola pública, que, em geral, possui conhecidas deficiências”, afirmou o relator.Ainda na manhã desta terça-feira, Lucas conversou por telefone com o ministro da Educação, em uma tentativa de convencer Weintraub pelo adiamento.

Em resposta, recebeu o pedido para que o projeto fosse retirado de pauta. Sem recuar, o senador recebeu do ministro, então, o aviso que seria feita uma consulta pública com os estudantes para que eles decidissem sobre um possível adiamento. A consulta foi anunciada durante a tarde pelo ministro por meio de uma rede social.

“Ele [ministro] disse que o Congresso não pode atropelar o governo. Mas não é uma questão de atropelar, é de agir pelos estudantes que mais precisam”, afirmou Lucas.

De acordo com relator, o ministro voltou a dizer na conversa que mantiveram pelo telefone que o Enem não é para compensar questões sociais. Há uma semana, o ministro já havia feito a afirmação em reunião com os líderes partidários do Senado.”Isso é um absurdo, não vamos deixar que isso aconteça dessa forma.”O líder do PDT, Weverton Rocha (MA), criticou a posição do ministro.”Infelizmente, diante de toda essa pandemia, ainda temos de ouvir as asneiras que o senhor (ministro) afirma nesta sua cadeira”.

Um dos principais defensores do adiamento, o senador Dario Berger (MDB-SC), presidente da Comissão de Educação do Senado, chegou a encaminhar, há uma semana, pedido ao MEC para que houvesse maior diálogo com os secretários estaduais de Educação sobre a realidade do acesso à internet dos estudantes.

O MEC não respondeu ao pedido feito pelo presidente da comissão. Para o relator, seria inviável realizar as provas no prazo previsto, considerando que boa parte dos estudantes não está tendo condições de estudar para os exames.

“Lembremos, que nossos alunos das escolas públicos não tiveram sequer dois meses de aula completados neste ano letivo. Seria muito injusto submetê-los à já desigual concorrência que caracteriza os processos de acesso à educação superior. Quando não nos atemos a essas condições, podemos estar matando o sonho de que falamos, no mínimo pelo desestímulo a esses jovens, que podem se sentir não acolhidos, culpando-se pelo fracasso e desistindo. Dos sonhos”, escreveu Izalci em seu relatório.

A proposta do Senado prevê que as provas só sejam realizadas após o fim do decreto de calamidade pública editado pelo governo por causa da pandemia. As datas, contudo, não foram determinadas.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que durante todo o dia desta terça-feira tentou, juntamente com os senadores e o ministro da Educação, construir um entendimento sobre a possibilidade de adiamento do Enem.

Uma ala do governo tenta deixar a discussão para agosto. Não apenas Weintraub já defendeu isso a congressistas mas uma parte do Palácio do Planalto também esperava postergar o debate.A avaliação é a de que, no segundo semestre, haveria mais condições de avaliar a necessidade da medida. No Senado, contudo, Bezerra não conseguiu acordo antes que a proposta chegasse ao plenário virtual da Casa.

“A ideia é, tendo em vista que mais da metade dos que se inscrevem para as provas do Enem são de jovens que já concluíram o Ensino Médio, é que trabalhemos com uma data limite para o Enem para que possamos não prejudicar a o processo”, disse.

Bezerra afirmou que, devido à falta de tempo, não conseguiu protocolar uma emenda que pedisse que fosse determinado um prazo para a realização das provas. A autora da proposta, Daniella Ribeiro (PP-PB), disse que 40% dos brasileiros não têm acesso à internet, o que dificulta a preparação dos estudantes para as provas.”O que estamos fazendo não é prejudicando outros estudantes, estamos apenas reduzindo uma desigualdade que já existe”, disse a senadora.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que desde que o projeto foi protocolado havia a discussão pelo adiamento. Segundo ele, o Senado tentou várias conversas com o governo pelo adiamento, mas sem sucesso.

“A gente não tinha como não tomar essa decisão, que foi praticamente por unanimidade dos líderes na última reunião. Por mais de 40 dias ficamos ouvindo, conversando, tentamos buscar uma conciliação, mas como presidente do Senado, como presidente do Senado, não podia deixar de pautar essa matéria no Senado federal”, disse Davi

O presidente da Casa reconheceu o que ele chamou de “esforço do líder do governo” pela tentativa de tentar acertar as intenções do governo.”Infelizmente não tivemos, por parte do governo, no tempo hábil, essa conciliação”, finalizou Davi.

O líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP) retirou um destaque que pretendia incorporar ao texto a criação de uma comissão com entidades da sociedade para analisar a criação das novas datas das provas. Com o aval do líder do governo, ficou definido que o relator irá construir com o governo essa alternativa.

Aprovado no Senado, a proposta vai agora para análise da Câmara dos Deputados, onde o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) já se manifestou favorável à medida.”A demanda do adiamento do Enem vem de todo o Brasil, vem de muitas famílias. Acho que é a decisão correta”, disse Maia.

Além da perspectiva de derrota no Congresso, a posição do ministro sofre resistência dentro do próprio governo.

Maia disse que conversou com o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), que também estaria trabalhando para conseguir postergar a data do exame.

por Folhapress,20/05/20 05:49 ‧

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Bolsonaro: De direita toma cloroquina, quem é de esquerda,Tubaína

(Foto:© Getty) – A utilização da cloroquina para o tratamento do coronavírus ainda não tem evidências científicas que apontem eficácia e vai na contramão de estudos recentes

BRASÍLIA,  – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, assinará na manhã da quarta-feira (20) novo protocolo que permitirá a utilização da cloroquina em pacientes em estágio inicial de contágio do coronavírus.

Em live com o jornalista Magno Martins nesta terça (19), o presidente ressaltou que o documento não obrigará nenhum paciente a ser medicado com a substância, mas dará a liberdade para que ele faça uso do remédio caso julgue necessário.

“O que é a democracia? Você não quer? Você não faz. Você não é obrigado a tomar cloroquina”, disse. “Quem é de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína”, ironizou, referindo-se a uma marca de refrigerante.

https://twitter.com/1mauriliojunior/status/1262885846702796801

 

O presidente ressaltou que se fosse o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, tomaria a substância. O político do PSB, que tem criticado a postura de Bolsonaro diante da crise sanitária, anunciou na segunda-feira (18) que foi diagnosticado com a doença.

“Eu acho que quem falou que era veneno, não pode tomar [cloroquina]. Eu sou cristão. O governador pode tomar a cloroquina. Pode ser que não precise. Mas, no seu lugar, eu tomaria”, afirmou.

Bolsonaro reconheceu que, no futuro, podem concluir que a substância serviu apenas como uma espécie de placebo no combate à doença. Ele, no entanto, observou que a comunidade médica também pode chegar à descoberta de que ela foi útil na cura de pacientes.

A utilização da cloroquina para o tratamento do coronavírus ainda não tem evidências científicas que apontem eficácia e vai na contramão de estudos recentes.Atualmente, o protocolo adotado pela pasta prevê o uso do medicamento apenas por pacientes graves e críticos.

A divergência em torno do uso da cloroquina é apontada como o principal motivo da saída do oncologista Nelson Teich do comando da Saúde, na semana passada.

Na live desta terça, o presidente também voltou a criticar os governos estaduais que não seguiram decreto assinado por ele aumentando a lista de atividades essenciais durante a crise sanitária.Segundo ele, os gestores estaduais não podem agir como ditadores não cumprindo a iniciativa. E, caso não concordem com a reabertura de salões de beleza e academias de ginástica, devem recorrer ao Legislativo ou ao Judiciário para alterar a medida.

“Agora, quando fala que não vai cumprir, está agindo como ditador”, disse. “Eu nunca provoquei governador. Tem um do Sudeste que está o tempo todo provocando e falando abobrinha. É o tranca-rua. O estado dele está com problemas”, acrescentou, referindo-se ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

O presidente disse ainda que a Saúde tem preparado outro protocolo de saúde com orientações para uma retomada das partidas de futebol no país. Ele ressaltou que a cúpula de clubes, como a do Flamengo, tem solicitado um retorno sem a presença de público.

“Eles querem voltar a jogar futebol. Falei com a Saúde para ter um protocolo para abrir. Começa sem ninguém nas arquibancadas”, afirmou.

https://twitter.com/YviMcarneiro/status/1262900761102557184

 

 

por Folhapress;20/05/20 06:03

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Maia vê quase unanimidade para adiar eleição

(Foto:© Reuters)- Segundo ele, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), vai criar um grupo composto por senadores e deputados para debater a proposta
Maia vê quase unanimidade para adiar eleição

BRASÍLIA, DF  – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça (19) haver quase unanimidade entre os líderes partidários no sentido de adiar as eleições de outubro, sem, contudo, prorrogar os mandatos de prefeitos e vereadores.

Segundo ele, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), vai criar um grupo composto por senadores e deputados para debater a proposta, que ocorreria em caráter excepcional devido à pandemia de Covid-19.Ainda não há definição sobre quem irá compor esse grupo e o prazo para deliberação.

Há relativo consenso de que o pleito seja realizado em 2020, ou seja, sem a necessidade de prorrogar o mandato de quatro anos de prefeitos e vereadores eleitos em 2016, que termina em 31 de dezembro.Pelo calendário eleitoral, que segue as diretrizes estabelecidas pela Constituição, o primeiro turno das eleições ocorrerá em 4 de outubro, e o segundo turno, onde for o caso, no dia 25 do mesmo mês.

A ideia da maioria das siglas é a de que, se houver adiamento, que seja para novembro ou, no máximo, dezembro.”Isso eu vi ontem [segunda] na discussão com os líderes [das bancadas na Câmara], que é uma posição quase de unanimidade. A maioria dos parlamentares entende que podemos ter o adiamento, mas não podemos ter a prorrogação de nenhum mandato”, afirmou Maia.

O presidente da Câmara ressaltou que, em julho, quando os partidos começariam a realizar as convenções para a escolha dos candidatos, o país ainda estará com um número elevado de contaminados pelo coronavírus.

A orientação das autoridades sanitárias, seguida por boa parte dos governadores e prefeitos, é a do distanciamento social para achatar a curva de contaminados e evitar o colapso da rede hospitalar.Eventual mudança nas datas da eleição deve exigir a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição, que exige apoio de ao menos três quintos dos deputados e dos senadores, em dois turnos de votação em cada casa.

Alterações eleitorais devem ocorrer com o mínimo de um ano de antecedência, mas há uma defesa de que essa exigência deve ser flexibilizada em situações de calamidade pública, como a atual.

“Precisa de uma PEC, que pode ser editada a qualquer momento, salvo na vigência de intervenção, estado de defesa e estado de sítio. Sobraria, contudo, uma discussão sobre a alteração da regra dentro de um ano da eleição, a qual, acredito, será examinada, se provocada, com o tempero da excepcionalidade”, afirma do ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Henrique Neves.

A discussão será levada ao próximo presidente do TSE, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, que assume a função na próxima segunda-feira (25).À Folha de S.Paulo, em 12 de abril, Barroso reconheceu que a aglomeração em convenções partidárias e a fase de testes das urnas eletrônicas eram entraves à realização das eleições municipais de outubro em meio à pandemia.

Na ocasião, o ministro defendeu que o pleito fosse adiado por poucas semanas e também se disse contrário à prorrogação do mandato de prefeitos e vereadores para depois de 1º de janeiro de 2021.Em abril, presidentes de nove partidos de centro-direita (MDB, PSDB, DEM, PSD, Republicanos, PL, PP, Solidariedade e Avante) discutiram em reuniões virtuais uma possível proposta de adiar para 15 de novembro o primeiro turno das eleições municipais.

Segundo essa proposta, o primeiro turno seria adiado em 42 dias. Já o segundo turno aconteceria em 6 de dezembro ou, no máximo, no domingo seguinte, 13 de dezembro. Nesse caso, as convenções partidárias, programadas para começar em julho, só teriam início em agosto.

A intenção da maioria dos partidos também é a de manter a decisão de usar o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões de recursos públicos destinados aos candidatos. Há uma pressão de algumas legendas e parlamentares para que esse dinheiro seja destinado ao combate ao coronavírus.A maior parte dos líderes partidários, porém, afirma entender que há um custo para a as campanhas e que não pode haver diminuição do peso das eleições, um dos principais pilares da democracia.

O fundo eleitoral foi criado em 2017 após o STF proibir que empresas, até então as maiores financiadoras do mundo político, bancassem as campanhas. O dinheiro empresarial repassado aos candidatos está no centro de escândalos políticos como o petrolão.Além do fundo eleitoral, as legendas são financiadas pelo Fundo Partidário, que deve destinar cerca de R$ 1 bilhão às siglas neste ano. Aliado a esses dois fundos, há também a renúncia fiscal de TVs e rádios para a veiculação da propaganda.

por Folhapress/20/05/20 06:31

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Crise faz Nissan oferecer carro com 1º pagamento daqui a um ano

(Fonte:© Shutterstock)- Outras marcas já anunciaram planos para início de pagamento de parcelas em janeiro (Fiat) e fevereiro (Jeep)
Crise faz Nissan oferecer carro com 1º pagamento daqui a um ano
A Nissan ainda vai confirmar se retomará a produção de veículos na fábrica de Resende (RJ) prevista para segunda-feira, mas já antecipou uma campanha de vendas inédita. A partir desta quinta-feira, 21, os modelos da marca podem ser adquiridos em até 36 parcelas, mas o consumidor só começa a pagar daqui um ano.

Outras marcas já anunciaram planos para início de pagamento de parcelas em janeiro (Fiat) e fevereiro (Jeep), mas, no caso da Nissan, se a compra for feita neste mês a primeira prestação será paga só em maio de 2021.

“Diante das dificuldades e incertezas que todos têm no momento, pensamos numa forma de dar tranquilidade a quem quer comprar um carro neste momento”, afirma Tiago Castro, recém-empossado como diretor sênior de marketing e vendas da Nissan do Brasil.

Segundo ele, pesquisas feitas pela empresa mostram que, apesar das dificuldades em razão da crise provocada pela pandemia do coronavírus, “tem gente querendo comprar ou trocar de carro”. Em abril, diz ele, as vendas da marca caíram 90% em relação ao mesmo mês de 2019. Neste mês, a queda está em 70%, o que sinaliza uma melhora.

Para que a Nissan assuma as primeiras 12 parcelas, o consumidor precisa dar 60% de entrada do valor do carro. Muitas vezes é o preço obtido com a troca do modelo usado, ressalta Castro. No caso da Jeep, que banca as primeiras oito parcelas, a entrada é de 75% do valor do carro. Nos modelos da Fiat, a entrada é de 40% a 50%.

Em simulação feita pela Nissan Kicks, seu modelo mais vendido, pode ser adquirido com entrada de R$ 52 mil (valor de um Versa 2018, por exemplo), e saldo financiado em 12 parcelas de R$ 131 – que serão pagas pela empresa -, e 36 fixas de R$ 1.180. O juro é de 0,74% ao mês. O consumidor pagaria, ao todo, R$ 94,4 mil. À vista o SUV custa R$ 86,7 mil.

A Nissan também banca a primeira revisão. Para quem já tem modelo financiado pelo CrediNissan, o braço financeiro da marca, há possibilidade de adiar parcelas por 60 dias. A Ford suspende até três parcelas dos carros financiados da marca.

No vale-tudo para vender e fazer caixa num momento de paralisação de toda a economia, a Mercedes-Benz sorteia dois caminhões entre quem adquirir produtos e serviços da marca, enquanto a General Motors tem uma loja exclusiva de carros novos no portal Mercado Livre e a BMW uma de usados.

Plano de investimentos

Em plena pandemia da covid-19, a direção mundial da Nissan vai anunciar um plano global de negócios no dia 28, quando apresenta o balanço financeiro do ano fiscal do grupo, encerrado em março.

Com as diretrizes do plano global, a filial brasileira poderá definir o programa de investimento local para os próximos cinco anos, aguardado desde meados de 2019.

Entre os projetos previstos para este ano, apenas o lançamento do novo Versa, fabricado no México, previsto para o fim deste trimestre, será remarcado.

Parcerias que a marca tem com universidades no desenvolvimento de ações voltadas a programas de eletrificação, como o reúso de baterias de carros elétricos, estão mantidas.

Segundo Castro, a marca japonesa que globalmente tem aliança com a Renault e a Mistsubishi projeta para este ano queda de 25% a 30% das vendas totais do mercado brasileiro, para cerca de 1,8 milhão a 2 milhões de unidades. Para a Nissan, a expectativa é de manter sua participação no mercado, hoje de 4%.

O executivo brasileiro, que antes era diretor da divisão de veículos comerciais leves da Nissan nos Estados Unidos, deveria ter voltado ao País em março, mas, por causa da pandemia do coronavírus ainda não conseguiu sair dos EUA, mas está trabalhando em home office.

Por:Estadao ;20/05/20 07:22
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Irmãs são mortas após video em que beijavam um homem viralizar

(Foto:© DR)- A polícia do Pasquistão está a procura do suspeito pelas mortes
Irmãs são mortas após video em que beijavam um homem viralizar
Duas irmãs, que protagonizaram um vídeo em que beijavam um homem, foram encontradas mortas, no Paquistão. O vídeo, de pouco mais de 40 segundos, tornou-se viral depois de ter sido publicado nas redes sociais.

A polícia acredita ser um “homicídio de honra”. O crime aconteceu na região profundamente conservadora do Waziristão.

O vídeo, que a polícia crê estar no origem do crime, teria sido filmado no ano passado mas só recentemente foi compartilhado na internet.

O homem que foi filmado a beijá-las foi detido na segunda-feira (18), juntamente com um amigo que será o autor do vídeo. A polícia está convicta, contudo, que o autor do homicídio fugiu para Karachi, a maior cidade do Paquistão.

O pai e o tio das irmãs Jasima Bibi e Saeeda Bibi também foram detidos uma vez que se suspeita que tenham consentido o crime.

Segundo o The Mirror, este homicídio é o primeiro processo penal de grande visibilidade que está sendo realizado nesta antiga região tribal, onde os costumes ultra-conservadores representam um grande desafio para a polícia.

por Notícias Ao Minuto
20/05/20 06:58

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