Novo Progresso “Volta às Aulas” na rede Municipal de ensino em regime especial de aulas não presenciais

A Secretaria Municipal de Educação através do movimento A EDUCAÇÃO NÃO PODE ESPERAR, retoma as aulas após a suspensão causada pela pandemia do COVID-19, com o início do 2º Bimestre em 06/07/2020, de acordo com Atos Normativos expedidos pelo Conselho Estadual de Educação do Pará – CEE/PA e Plano Municipal de Atividades Remotas com o Regime Especial de Aulas Não Presenciais, elaborado e aprovado pela Comissão instituída por meio da Portaria nº 364/2020 – GPM/NP.

A realização de atividades pedagógicas não presenciais visa, em primeiro lugar, que se evite retrocesso de aprendizagem por parte dos estudantes e a perda do vínculo com a escola, o que pode levar à evasão e abandono.
As metodologias deverão ser diversificadas para alcançar todos os alunos, admitindo-se: meios digitais (vídeo aulas, conteúdos organizados em plataforma virtual de ensino e aprendizagem, redes sociais (ex: Aplicativo WhatsApp), correio eletrônico, blogs, entre outros); pela adoção de material didático digital ou impresso, com orientações pedagógicas distribuído aos alunos e seus pais e/ou responsáveis; e pela orientação de leituras, projetos, pesquisas, atividades e exercícios indicados nos materiais didáticos, entre outros.
Fiquem atentos aos comunicados da escola que seu filho está matriculado para terem acesso às atividades.
Será divulgado cronograma para entrega e devolução das atividades na escola entre a comunidade para evitar aglomeração, cumprindo os protocolos sanitários.d5c85eb3-9e29-42de-ad49-7c8cffa4ed7e

FAÇA PARTE DESTE MOVIMENTO! Ajude a restabelecer vínculos ESCOLA x COMUNIDADE x PAIS x ALUNOS x PROFESSORES.

LEGISLAÇÃO: Em 1º de abril de 2020, o Governo Federal editou a Medida Provisória nº 934, flexibilizando excepcionalmente a exigência do cumprimento do calendário escolar ao dispensar os estabelecimentos de ensino da obrigatoriedade de observância ao mínimo de dias de efetivo trabalho escolar, desde que cumprida a carga horária mínima anual estabelecida nos referidos dispositivos, observadas as normas a serem editadas pelos respectivos Sistemas de Ensino.

Em 1º de junho de 2020 é homologado pelo MEC, o Parecer CNE/CP Nº 5/2020, que dispõe sobre a reorganização do Calendário Escolar e da possibilidade de cômputo de atividades não presenciais para fins de cumprimento de carga horária mínima anual, em razão da Pandemia da COVID-19.

E, de acordo com as Resoluções n° 102 e 250 do Conselho Estadual de Educação do Pará e Notas Técnicas Conjuntas CEE/PA-SEDUC nº 01, 02 e 03/2020, as atividades pedagógicas não presenciais, realizadas enquanto persistirem restrições sanitárias para presença de estudantes nos ambientes escolares poderão ser registradas para cômputo da carga horária anual prevista (mínimo 800h). Os referidos documentos estabelecem ainda a necessidade e a responsabilidade de cada sistema de ensino em conformidade com a legislação vigente, adequar o calendário letivo em situações especiais.

Fonte:Secretaria Municípal de Educação

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Progressense na lista dos 25 maiores desmatadores da Amazônia – Saiba quem são eles;

Os 25 maiores desmatadores somaram mais de R$ 50 milhões em multas entre 1995 e 2019 – Jefferson Rudy/AFP

Saiba quem são os 25 maiores desmatadores da Amazônia
Multas aplicadas por devastação entre 1995 e 2019 somam R$ 34 bi
“O pior inimigo do Meio Ambiente é a pobreza”, sentenciou o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante uma apresentação no Fórum Econômico Mundial em janeiro. “As pessoas destroem o ambiente porque precisam comer”, ele disse, em Davos, na Suíça. É mentira – e a gente pode provar com números. Durante meses, nos debruçamos sobre 284.235 multas por desmatamento nos últimos 25 anos. E descobrimos que os maiores destruidores do meio ambiente – principalmente da Amazônia – não são os pobres. São algumas das pessoas mais ricas e poderosas do Brasil.

Dados públicos do Ibama, o órgão do governo federal responsável pela preservação do meio ambiente, compilados e analisados pelo De Olho nos Ruralistas, mostram que os 25 maiores desmatadores da história recente do país são grandes empresas, estrangeiros, políticos, uma empresa ligada a um banqueiro, frequentadores de colunas sociais no Sudeste e três exploradores de trabalho escravo.

Os 25 maiores desmatadores somaram mais de R$ 50 milhões em multas entre 1995 e 2019. No total, suas centenas de autuações chegam a R$ 3,58 bilhões, praticamente o orçamento do Ministério do Meio Ambiente inteiro para 2020. Corrigido, o valor chegaria a R$ 6,3 bilhões. Sozinhos, os campeões da destruição são responsáveis por quase 10% do total de multas aplicadas por devastação de flora desde 1995 – R$ 34,8 bilhões.

A imensa maioria deles jamais pagou suas multas e acumula outras dívidas com o poder público. Os valores, que são proporcionais à área desmatada, mostram que quem destrói a floresta não são as pessoas pobres, como defende Paulo Guedes, e que o desmatamento não é ‘cultural’, como diz Bolsonaro. A destruição é movida a dinheiro – muito dinheiro – e uma boa dose de impunidade.

Devo, não pago, volto a desmatar

O levantamento, feito a partir das autuações por crimes contra a flora – há outros tipos de multas no Ibama –, abrange dois grandes grupos: as pessoas físicas e jurídicas que participaram de desmatamentos e aquelas que se beneficiaram diretamente de produto vindo de área desmatada, como na compra de madeira sem certificação de origem. A enorme base de dados foi analisada a partir dos infratores que tiveram multas acima de R$ 1 milhão. Somando os valores, chegamos aos maiores multados dos últimos 25 anos.

O valor base da multa na região da Amazônia Legal é de R$ 5 mil por hectare. As multas podem ser maiores quando há no lugar espécies raras ou ameaçadas de extinção ou no caso de áreas de reserva ou proteção permanente. Boa parte das multas recebidas pelos recordistas se encaixa nesses agravantes.

Na lista, chama a atenção a repetição de nomes. Dos 25 campeões de infrações por desmatamento do país, só um – Agropecuária Vitória Régia – recebeu uma única multa. Os outros 24 foram reincidentes. Uma das empresas que aparecem no ranking, a Cosipar, levou multas em nada menos do que 16 anos diferentes. O valor chega a R$ 156,9 milhões – destes, R$ 155 milhões ainda não foram pagos.

Grileiros, bilionários e condenados

No ranking, o campeão das multas é o Incra, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, órgão federal responsável pelo assentamento de camponeses. Mas isso não significa que os assentados tenham sido os responsáveis pelo desmatamento: muitos locais onde foram aplicadas as multas já não são, de fato, assentamentos. Eles são focos de grilagem de terras como São Félix do Xingu, no sul do Pará: das 15 multas milionárias recebidas pelo Incra em 2012, 12 foram aplicadas no município, capital da pecuária em terras do governo federal. Como a terra não tem um dono oficial, a culpa recai sobre o órgão federal que detém sua posse.

Em segundo lugar no ranking está a Agropecuária Santa Bárbara Xinguara, empresa dos fundos de investimentos geridos pelo banco Opportunity, de Daniel Dantas. A empresa, comandada pelo ex-cunhado de Dantas, Carlos Rodenburg, acumula multas de mais de R$ 325 milhões.

Em 2009, a AgroSB, como é conhecida, declarava ser dona de mais de 500 mil hectares de terra, onde eram criadas mais de 500 mil cabeças de gado. À justiça, a empresa disse que não cometia desmatamento, mas que adquiriu áreas já degradadas. O argumento foi rejeitado, e a empresa voltou a ser autuada, em valores milionários, em 2010, 2011 e 2017. Não foi o único problema: em 2012, pessoas em condições análogas à escravidão foram resgatadas na fazenda.

Atualmente, a agropecuária tem dez áreas embargadas pelo Ibama para recuperação da vegetação, em Santana do Araguaia, no Pará, e São Félix do Xingu. A maior delas tem mais de 2,3 mil hectares, um território do tamanho de metade da Floresta da Tijuca, na Amazônia. Em nota ao Intercept, a AgroSB atribui diversas multas à uma “perseguição direcionada à companhia” entre 2008 e 2010. Segundo a empresa, essas multas, em sua maioria, “vêm sendo cancelados pela Justiça e pelo órgão ambiental em razão da falta de fundamentos fáticos ou jurídicos”. Segundo AgroSB, o valor das multas canceladas chega a R$ 20 milhões.

Daniel Dantas também tem mais um nome ligado a ele na lista: o fazendeiro Tarley Helvecio Alves, que ocupa a 18ª posição. Alves foi administrador da fazenda Caracol, de propriedade de Verônica Dantas, irmã e sócia de Daniel no banco Opportunity. Com três áreas embargadas em Cumaru do Norte, também no Pará, as multas dele chegam a R$ 70 milhões.

Antonio José Junqueira Vilela Filho, o terceiro da lista, é conhecido no Intercept. Em 2017, contamos como o pecuarista e sua família, frequentadores de colunas sociais em São Paulo, foram denunciados pelo Ministério Público Federal por grilagem de terras e exploração de trabalho escravo na região de Altamira, no Pará.
Entre multas e votos

 Empresário de Novo Progresso na lista

O ranking mostra que as multas não são suficientes para frear os crimes ambientais. Preso em 2014 pela Operação Castanheira, realizada pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, o fazendeiro Giovany Marcelino Pascoal foi condenado por desmatamento em 2018. Não adiantou: ele voltou a ser multado pelo Ibama em 2019. Pascoal, o segundo maior reincidente da lista, atua na região de Novo Progresso, onde foi organizado em agosto passado o Dia do Fogo, ação de desmatadores em defesa do governo Bolsonaro. Desde 2010, ele aparece oito vezes nas listas daqueles com multas anuais acima de R$ 1 milhão. Ao Intercept, Pascoal disse por telefone que está recorrendo e que algumas multas não são responsabilidade dele, mas não especificou quais.

Outro nome da lista é velho conhecido no rol dos reincidentes em desmatamento na Amazônia. O fazendeiro Laudelino Delio Fernandes Neto, dono da Agropecuária Vitória Régia (a nona no ranking), chegou a ser acusado de ter facilitado a fuga de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, apontado como mandante do assassinato da missionária católica Dorothy Stang em Anapu, no Pará, em 2005. Ele ainda foi denunciado pelo Ministério Público Federal por desvios de mais de R$ 7 milhões da Sudam, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia.

Vice-prefeito de Anapu, eleito em 2008, e candidato a prefeito no município em 2012, Delio Fernandes declarou ao Tribunal Superior Eleitoral possuir R$ 10,2 milhões em bens, sendo R$ 9 milhões relativos a 9 mil hectares em Anapu e Senador José Porfírio. Seu irmão, Silvério Albano Fernandes, foi vice-prefeito de Altamira e teve seu nome especulado para assumir a chefia do Incra na região no governo Bolsonaro, para o qual fez campanha.

Delio Fernandes não é o único político da lista. Entre os 25 maiores desmatadores, há o ex-deputado federal Antonio Dourado Cavalcanti. Deputado entre as décadas de 1950 e 1970, ele era líder do grupo do qual fazia parte a Destilaria Gameleira, com sede em Mato Grosso. A usina condenada por manter mais de mil escravos – o maior resgate de trabalhadores em condições análogas à escravidão dos últimos anos – também está no ranking. Com R$ 69 milhões em multas, ela ocupa a 19ª posição.

Na lista de políticos, o ranking também tem José de Castro Aguiar Filho, atual prefeito de Flora Rica, no oeste paulista, pelo MDB. Suas multas milionárias em São José do Xingu, no Mato Grosso, não o impediram de ganhar as eleições na pequena cidade com quase 80% dos votos válidos.
Siderúrgicas destroem mais do que madeireiras
Entre os 25 maiores destruidores, 13 são empresas. Onze delas têm capital aberto, listadas na Bovespa. Se engana quem pensa que madeireiras e carvoarias são as vilãs: as empresas que mais desmatam são, em sua maioria, ligadas à siderurgia e à agropecuária.

Siderúrgicas são listadas porque se beneficiam diretamente da retirada de madeira para o uso do carvão. Para elas, apesar das multas – que geralmente não são pagas –, sai mais barato comprar madeira oriunda de áreas protegidas do que respeitar os devidos ritos legais de proteção ambiental. A Siderúrgica Norte Brasil S/A e a Sidepar ocupam, respectivamente, a terceira e a quarta posições no ranking, e, juntas, acumulam mais de R$ 500 milhões em multas.

O setor agropecuário é representado não apenas pela pecuária, mas também por causa da produção de soja em larga escala. Também é comum que o mesmo empresário tenha uma madeireira e uma empresa de grãos, ou crie gado e, ao mesmo tempo, tenha uma companhia de outro setor – de bancos a empreiteiras.

Duas das empresas listadas têm capital internacional. Uma é a Ibérica, uma sociedade entre empresários bascos. A outra é a Gethal Amazonas Madeiras Compensadas, controlada pelo milionário sueco Johan Eliasch e que tem uma empresa uruguaia entre seus sócios.

A Gethal é a única do setor de madeiras na lista dos 25 – contrariando o senso comum sobre o desmatamento na Amazônia. Assim como só há uma do setor de carvão, matéria-prima das siderúrgicas, a Líder. A constante alteração de nomes e CNPJs das empresas dos dois setores, com sócios em comum, diminui a reincidência em multas ao longo dos anos.

Maiores destruidores, maiores caloteiros

A atual legislação ambiental brasileira, que determina as multas, só foi consolidada no fim dos anos 1990. Na década anterior, só há dez autuações por crimes contra a flora nos registros do Ibama. E os valores eram irrisórios: em 1996, por exemplo, foram aplicadas 22 multas de R$ 0,01. O cenário começou a mudar em 1998, com a lei 9.605, de crimes ambientais, que estipulou regras e valores maiores em multas para destruidores da floresta.

Os números mostram que, ao longo das duas décadas de aplicação da lei, ela afetou principalmente grandes desmatadores. De um total de R$ 34 bilhões em multas por destruição de flora entre 1995 e 2000, R$ 25 bilhões (73,5%) foram aplicados a 4,6 mil pessoas físicas e jurídicas que, em pelo menos um ano do período analisado, tiveram infrações somadas acima de R$ 1 milhão.

As sanções, no entanto, não significam que a punição resolve o problema. O Intercept já mostrou que, do total de R$ 75 billhões em multas ambientais já aplicadas desde os anos 1980, só 3,3% foram efetivamente pagos (e o governo tem tomado medidas para receber ainda menos). O valor poderia sustentar o Ministério do Meio Ambiente inteiro por 21 anos.

Os pequenos infratores – que o governo insiste em culpar pela destruição do meio ambiente – são os que mais pagam multas. Já os maiores, responsáveis pela destruição das partes mais extensas da floresta, deixam os processos prescreverem e continuam desmatando.

O Intercept tentou entrar em contato com os 25 listados por meio do número de telefone listado na Receita Federal. Os dois números da Destilaria Gameleira não funcionam. A página cadastral da empresa de Jeovah Lago Silva, Minuano Sementes, não dispõe de meio de contato. Carlos Alberto Mafra Terra foi contatado por telefone e e-mail, sem sucesso. A Líder Ind e Com de Carvão Vegetal LTDA EPP foi contatada por meio de um e-mail no diretório da Receita Federal, mas a mensagem retornou. Paulo Diniz Cabral da Silva foi contatado por e-mail e WhatsApp, mas não houve resposta. Os telefones de José de Castro Aguiar Filho e Tarley Helvecio Alves, listados na Receita Federal, não funcionam.

Veja a lista completa dos 25 desmatadores mais multados entre 1995 e 2020:

1º – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – R$ 421 mi

2º – Agropecuária Santa Bárbara – R$ 323 mi

3º – Antonio Jose Junqueira Vilela Filho – R$ 280 mi

4º – Siderúrgica Norte Brasil S/A – R$ 272 mi

5º – Sidepar Siderúrgica do Pará S.A. – R$ 258 mi

6º – Gethal-Amazonas S.A. Indústria de Madeira Compensada – R$ 231 mi

7º – Gusa Nordeste S.A. – R$ 202 mi

8º – Agropecuária Vitória Régia S/A – R$ 170 mi

9º – Companhia Siderúrgica do Pará – COSIPAR – R$ 157 mi

10º – José Alves de Oliveira – R$ 105 mi

11º – José Carlos Ramos Rodrigues – R$ 101 mi

12º – Fernando Luiz Quagliato – R$ 100 mi

13º – Gilmar Texeira – R$ 99 mi

14º – Hamex Comércio de Produtos Alimentícios Ltda – R$ 94 mi

15º – USIMAR – Usina Siderúrgica de Marabá S/A – R$ 88 mi

16º – Siderurgica Iberica S/A – R$ 87 mi

17º – Giovany Marcelino Pascoal – R$ 86 mi (Novo Progresso)

18º – Tarley Helvecio Alves – R$ 70 mi

19º – Destilaria Gameleira Sociedade Anônima – R$ 69 mi

20º – Carlos Alberto Mafra Terra – R$ 66 mi

21º – Jose de Castro Aguiar Filho – R$ 61,8 mi

22º – Lider Ind. e Com. de Carvão Vegetal Ltda EPP – R$ 61,5 mi

23º – Paulo Diniz Cabral da Silva – R$ 61,1 mi

24º – Siderúrgica Alterosa S/A – R$ 60 mi

25º – Jeovah Lago da Silva – R$ 58 mi

Edição: De Olho nos Ruralistas e The Intercept Brasil

Fonte:Alceu Luís Castilho e Leonardo Fuhrmann
The Intercept Brasil |
03 de Fevereiro de 2020 às 09:08
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Fiscalização flagra desmate em garimpo ilegal em aplica multa de R$ 400 mil em MT

Garimpo ilegal entre Alta Floresta e Carlinda — Foto: Sema-MT – Foram identificados aproximadamente 22,5 hectares de desmate entre áreas de preservação permanente e de mata nativa.

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema-MT) fiscalizou um garimpo de ouro que não tinha autorização de operação na região de Carlinda e Alta Floresta. A ação foi divulgada nesta quinta-feira (2).

Os fiscais s aplicaram multa de R$400 mil por supressão vegetal e operação ilegal na atividade e embargo.

A operação ocorreu em parceria com a Polícia Civil e incluiu a zona de amortização do Parque Estadual Cristalino e foi resultado de denúncias e de análise de imagens de satélite monitoradas pela regional de Alta Floresta.

A fiscalização flagrou atividade implantada de extração mineral com sinais recentes de desmate e perfurações no solo trazendo significativo impacto nas florestas e corpos hídricos.

Foram feitos o levantamento em campo, por meio de uso de veículo aéreo não tripulado, da extensão do dano e também identificação de outros focos de desmatamento realizados pela atividade.

Foram identificados aproximadamente 22,5 hectares de desmate entre áreas de preservação permanente e de mata nativa.
Os responsáveis responderão administrativamente o embargo e também pelas infrações cometidas.

Por G1 MT
02/07/2020 09h31

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Mais de 500 animais silvestres são reabilitados por Zoológico

Nos últimos quatro anos, ZOOUNAMA se tornou referência na reintegração de animais da fauna amazônica (Foto:Divulgação)_

Um projeto sustentável, desenvolvido para garantir a integração entre a educação, o desenvolvimento econômico e os mecanismos de manutenção ecológicos. Esse é o Parque Zoológico da UNAMA – ZOOUNAMA, fundado em 2008, pelo Centro Universitário da Amazônia, diante da necessidade de receber, tratar e abrigar animais da fauna amazônica, oriundos de apreensões realizadas por órgãos ambientais. Nos últimos quatro anos, o zoológico reintroduziu mais de 500 animais silvestres à natureza.

Localizado no município de Santarém, no Pará, dentro de um fragmento florestal – que são pequenas áreas secundárias, com características conservadas de fauna amazônica – o ZOOUNAMA integra uma área de aproximadamente 149 hectares de corredor ecológico cortado pelo principal canal fluvial estreito da cidade (o igarapé do Irurá, responsável pelo abastecimento de água em várias comunidades, sendo também um afluente do Rio Tapajós).

No zoológico são promovidas ações ambientais, pesquisas científicas, visitação de escolas da rede municipal, intercâmbios internacionais e, principalmente, a recuperação e reinserção na natureza de animais vítimas do tráfico. “O trabalho que realizamos no zoológico é diário e conta com uma equipe especializada para exercer as funções de logística com os animais. É importante destacarmos que o espaço vai além da área de lazer e recreação para visitantes. No ZOOUNAMA, nós desenvolvemos projetos de soltura junto aos órgãos competentes, estudamos qual o local mais apropriado para essa reinserção dos animais na natureza e também incentivamos pesquisas com os acadêmicos da Universidade”, frisa a administradora do zoológico, Mary Carvalho.

Estudantes do curso de medicina veterinária participam das coletas de amostras de sangue em tartarugas que chegam feridas para procedimentos de exames de hemograma e pesquisa de hemogregarinas. O Projeto também conta com o apoio do Laboratório de Pesquisas Zoológicas (LPZ), que fica nas instalações da UNAMA. Nele, são realizadas extrações de veneno de cobras e outros animais peçonhentos comuns na região.

Atualmente, médicos veterinários e biólogos do zoológico realizam, na região amazônica, um trabalho voltado para a reabilitação de 191 animais entre aves, mamíferos e répteis. Os profissionais identificam, diariamente, patologias nos animais silvestres, observando seus quadros clínicos e usando métodos adequados para a prevenção de doenças, além de uma avaliação nutricional das espécies. Animais sequelados, seja pelo tráfico, caça predatória ou até mesmo de queimadas, ficam nos recintos adaptados, obedecendo as normas requeridas pelo Ibama. De acordo com a administração do zoológico, em 2019 foram construídos oito novos recintos para onças, jacaré e araras.

Segundo Jânyo Diniz, presidente do Ser Educacional, grupo mantenedor da UNAMA, um dos principais fundamentos que regem a existência humana na terra é a preservação da natureza. “Criar uma corrente de atitudes que desencadeiem a sustentabilidade, a preservação da fauna, o desenvolvimento de programas que estimulem a população a conservar florestas e recursos naturais, é essencial para uma sociedade melhor. Nesse sentido, a Universidade se tornou uma peça fundamental e reconhecida em todo o Estado do Pará quando se fala em preservação da fauna silvestre e disseminação da educação ambiental”, afirma.

Soltura

A ação de soltura é muito benéfica às espécies, porque se trata de animais com estado de saúde atestado por veterinários do zoológico, especialmente nos primeiros cuidados e avaliações clínicas. O procedimento não pode ser feito de qualquer forma, há todo um estudo prévio junto aos órgãos competentes como Secretaria Municipal e Estadual de Meio Ambiente (Semma/Semas), Instituto Chico Mendes Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama), para identificação das espécies que residem em determinado local, quais os principais predadores e presas. O objetivo é oferecer condições adequadas para que os animais reintroduzidos e sejam capazes de se manter no local sem interferência.

Geralmente, os locais de soltura são em comunidades de rios que trabalham com a preservação ambiental ou na Floresta Nacional do Tapajós – Flona, localizada município de Belterra, na Rodovia BR-163. A floresta é uma unidade de conservação criada em 1974 pelo Governo Federal, com uma área aproximadamente 527.000 hectares.

Por:Lana Caroline Marques Mota <lana.mota@fit.br>;

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Salles prepara pacote de medidas no Meio Ambiente

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Foto: Adriano Machado/Reuters –  No momento em que a política ambiental do governo volta a ser alvo de críticas, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, lança dois novos programas e já prepara outros para as próxima semana. Essa espécie de “pacote ambiental” inclui o programa Floresta Mais, que visa incentivar a preservação através de pagamentos pelos serviços ambientais feitos nas propriedades, e o Adote um Parque, que aceitará patrocínio de empresas brasileiras e estrangeiras para 132 parques do País. Nesta sexta, Salles assina a portaria que autoriza o início do Floresta Mais e, semana que vem, sairá o decreto para o Adote um Parque.

“O Floresta Mais vai favorecer aqueles que mantiveram a reserva legal averbada, sem desmatamento, que recuperou a APP, que fez as medidas de prevenção ao incêndio, que mantém todas as medidas necessárias para evitar erosão, açoreamento. Enfim, tudo o que são boas práticas ambientais e que geram um resultado em benefício do meio ambiente. Temos um rol de ações que são mensuráveis e nós vamos remunerar essa pessoa por isso. Vamos ter os critérios geográficos, lugares que vão receber primeiro. Mas vamos remunerar quem faz a coisa direito”, disse Salles ao BRP.

Segundo o ministro, o programa valerá para todo o País, mas, simbolicamente, vai começar pela Amazônia. “O projeto piloto que receberá os primeiros recursos, que já estão aqui com a gente, será na Amazônia. Estamos fazendo o mapeamento dos lugares mais sensíveis”, afirmou Salles que pretende iniciar o Floresta Mais com pequenos proprietários assentados pelo Incra.

No Adote um Parque, as empresas que aceitarem patrocinar os parques não terão direito a fazer qualquer tipo de exploração das áreas. Nesse caso, o “lucro” pela ação será apenas para a imagem de quem quiser participar do programa. A ideia é que o patrocínio seja no volume de 10 euros por hectare.

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes
01.07.2020 | 11h20

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PRF apreende meia tonelada de maconha em Land Rover, na BR-101

Foram encontrados rádio transmissores e celulares em ambos os veículos – Foto: Divulgação/PRF

A blitz identificou que um dos carros estava com placas adulteradas, além de celulares e radiocomunicadores
Dois carros que seguiam pela BR-101 foram parados pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), por volta das 11h30 desta quarta-feira (1º), na BR-101 em Barra Velha.

A blitz identificou que um dos carros estava com placas adulteradas, além de celulares e radiocomunicadores. No entanto, o grande produto da apreensão foi outro: 594 kg de maconha, encontrados na Land Rover Evoque.

O veículo tinha placa de Teresópolis (RJ), mas havia sinais de adulteração. Outro carro, um Chevrolet Astra, com placa de Curitiba (PR), também foi parado.

A vistoria apontou que a placa da Evoque era falsa com sinais de adulteração, e apontam que o veículo era fluminense e foi furtado. Durante a fiscalização, a versão dada por ambos os motoristas foi vista com desconfiança pelos policiais.

Durante a vistoria, além da droga, os policiais encontraram rádios de comunicação em ambos os veículos. Também foram apreendidos quatro celulares com os motoristas.
Segundo a PRF, os dois veículos vinham de Cascavel (PR) e iriam entregar a Evoque em Barra Velha. O motorista disse aos policiais que receberia R$ 5 mil e o do Astra, R$ 1,5 mil. Ambos foram presos e levados para delegacia de Barra Velha.
Por:Redação ND, Florianópolis 01/07/2020 às 18h26
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Militares do 53° BIS realizam higienização em diversos locais de Novo Progresso

Militares realizando a higienização. Fotos: Divulgação/53°Bis – Com o intuito de preservar a saúde dos militares e atendendo a solicitação das autoridades locais, o 53° Batalhão de Infantaria de Selva – BIS, realizou higienização na Base de Operações Tapajós no município de Novo Progresso.
Esta operação, que já se estende desde o início da disseminação do novo coronavírus na região do Tapajós, foi difundida com o objetivo de combater o vírus – Covid-19.
Além da Base de Operações, também foi realizada uma higienização em áreas públicas do município, abrangendo também a 7ª Companhia de Policia Militar, a Escola Municipal Deputado João Carlos Batista e a Delegacia de Polícia Civil da cidade.
Militares realizando a higienização. Fotos: Divulgação/53°BisPicsArt_07-02-10.08.15IMG-20200702-WA0246 IMG-20200702-WA0254

Plantão 24horas News

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Municípios paraenses receberam a Compensação Financeira pelo Uso dos Recursos Hídricos

(Foto:Reprodução) – Compensação: Eletronorte pagou R$ 87,9 milhões até maio
No Pará, os municípios de Breu Branco, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento, Mojuí dos Campos, Santarém e Tucuruí receberam a Compensação Financeira pelo Uso dos Recursos Hídricos (CFURH)

As usinas hidrelétricas Tucuruí (PA), Coaracy Nunes (AP), Samuel (RO) e Curuá-Una (PA), operadas pela Eletronorte, geraram um total de energia elétrica de15,7 milhões de MWh, até o último mês de maio de 2020, distribuídos para todo o Brasil por meio do Sistema Interligado Nacional. Além desse benefício direto, os reservatórios hidrelétricos geram recursos para os municípios que têm áreas alagadas para a sua formação, a Compensação Financeira pelo Uso dos Recursos Hídricos (CFURH), na forma de pagamento de royalties.

No caso das hidrelétricas da Eletronorte são 15 municípios beneficiados com a Compensação e, também até este mês de maio, eles receberam R$ 87,9 milhões. A Usina Hidrelétrica Tucuruí representa a maior fonte geradora e também pagadora, sendo que para os 14,8 milhões de MWh gerados nos primeiros cinco meses do ano, foram repassados quase R$ 83 milhões.

O montante pago a cada município depende da área alagada: quanto maior a área, maiores os valores recebidos. Os recursos são repassados à Aneel, que por sua vez os repassa à União, estados, municípios e órgãos de governo. Legalmente a distribuição é de 65% para os municípios, 25% para os estados e 10% para órgãos federais.

Municípios
Coaracy Nunes: Ferreira Gomes
Curuá-Una: Mojuí dos Campos e Santarém
Samuel: Alto Paraíso, Candeias do Jamari, Cujubim e Itapuã do Oeste
Tucuruí: Breu Branco, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento e Tucuruí
Cálculos
O valor da compensação financeira, para cada central hidrelétrica, é calculado mensalmente de acordo com fórmula determinada pela Aneel. Para se ter uma ideia, na geração hidráulica dos sistemas da Eletronorte, Tucuruí representa a maior fonte geradora e também pagadora, sendo que dos 31 milhões de MWh gerados em 2019, a Hidrelétrica colaborou com mais de 29 milhões. Em relação ao total da CFURH no ano passado, Tucuruí pagou pouco mais de R$ 158 milhões do total dos sistemas.

Também é possível observar a geração de cada hidrelétrica frente às curvas de hidraulicidade, ou seja, a quantidade de água armazenada por cada reservatório ao longo do ano. Por exemplo, o mês de abril de 2019 foi quando Tucuruí gerou mais energia, mais de 3,4 milhões de MWh; enquanto o mês de julho, com cerca de 1,4 milhão de MWh, representa o período mais seco. No total de 2019, Curuá-Una gerou 244,2 mil MWh, Samuel, 885,6 mil MWh e Coaracy Nunes, 592,5 mil MWh.

Por Denis Aragão, de Tucuruí _Ze Dudu

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Eleições 2020: datas do calendário eleitoral

PEC aprovada pelo Congresso prevê primeiro turno em 15 de novembro, e o segundo, em 29 de novembro.

Câmara aprova proposta que adia eleições municipais por causa da pandemia

O Congresso Nacional aprovou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera as datas do calendário eleitoral deste ano em razão da pandemia do novo coronavírus.

O calendário inicial, definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro do ano passado, previa o primeiro turno em 4 de outubro, e o segundo, em 25 de outubro. A PEC aprovada pelo Congresso adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro.

O adiamento foi debatido pelo Congresso em audiências com especialistas e integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Veja abaixo as datas do calendário eleitoral deste ano:

*a partir de 11 de agosto: emissoras ficam proibidas de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena de cancelamento do registro do beneficiário;
*31 de agosto a 16 de setembro: período destinado às convenções partidárias e à definição sobre coligações;
*26 de setembro: prazo para registro das candidaturas;
* a partir de 26 de setembro: prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e representação das emissoras de rádio e TV para elaborarem plano de mídia;
* após 26 de setembro: início da propaganda eleitoral, também na internet;
* 27 de outubro: prazo para partidos políticos, coligações e candidatos divulgarem relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral), os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados;
*15 de novembro: primeiro turno da eleição;
*29 de novembro: segundo turno da eleição;
*até 15 de dezembro: para o encaminhamento à Justiça Eleitoral do conjunto das prestações de contas de campanha dos candidatos e dos partidos políticos, relativamente ao primeiro turno e, onde houver, ao segundo turno das eleições;
*até 18 de dezembro: será realizada a diplomação dos candidatos eleitos em todo país, salvo nos casos em que as eleições ainda não tiverem sido realizadas.

Fonte:  Tribunal Superior Eleitoral

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Polícia prende padrasto suspeito de estuprar enteado de 5 anos em Uruará

(Crédito:Foto Reprodução/Zé Dudu ) – A Polícia Civil, em Uruará, sudoeste paraense, prendeu um homem acusado de estupro de vulnerável, identificado apenas pelo apelido de “Mazinho”, 45 anos, padrasto da vítima de 5 anos de idade. Exames periciais são conduzidos pelo IML de Altamira.

O delegado da cidade, Rafael Impilizieri da Silveira, explicou que a investigação policial teve início a partir de denúncia de familiares, que perceberam comportamento anormal da criança.

De acordo com os fatos apurados no inquérito policial, o crime ocorreu no início deste ano. A Polícia Civil não informou o nome do suspeito, que morava com a mãe da vítima, na zona rural do município, na região conhecida como Travessão Km 165 sul. Os detalhes do inquérito também não foram divulgados, para preservar a criança.

A prisão de Mazinho ocorreu na tarde de sexta, após autorização da Justiça, que decretou a prisão preventiva do suspeito. A PC levantou informações sobre o paradeiro de “Mazinho” e uma equipe de plantão diligenciou para cumprir o mandado. Segundo a equipe policial, o suspeito não esboçou reação ao ser preso na residência onde mora com a mulher.

Fonte: Zé Dudu

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