Operação SEMAS chega a 10ª fase da Amazônia Viva e fecha 23 garimpos clandestinos

Operação Amazônia Viva chega a 10ª fase e fecha 23 garimpos clandestinos(Foto: Divulgação / SEMASA )
A ação da Força Estadual de Combate ao Desmatamento protege uma área equivalente a 2.300 campos de futebol

Operação Amazônia Viva fechou 23 garimpos ilegais na 10ª fase da ação, iniciada em 12 deste mês de março, e finalizada na quarta-feira (31). A iniciativa apreendeeu 1.684,73 m³ de madeira extraída de forma ilegal e embargou uma área equivalente a mais de 2.300 campos de futebol. Em 10 fases, a Amazônia Viva embargou e colocou sob proteção 143.860,59 hectares de terra, o que equivale a uma área com mais de 1.439 km².

A 10ª fase da Amazônia Viva foi realizada pela Força Estadual de Combate ao Desmatamento, formada por policiais civis e militares, bombeiros, peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), nos municípios de Altamira, Jacareacanga, Novo Progresso, Tucumã  e Curionópolis, Anapu, Senador José Porfírio, Pacajá, Uruará, Rurópolis, Trairão e Novo Repartimento.

Os 1.684,73 m³ de madeira extraída de forma ilegal apreendidos nesta décima fase da operação correspondem a 196,01 m³ de madeira serrada e 1.488,72 m³ de toras. Além disto, foram apreendidas 5.401 estacas de madeira.

A ação destruiu 35 acampamentos ilegais, apreendendo uma grande quantidade equipamentos e maquinários usados para atividades de desmatamento e de garimpo. Foram apreendidas 18 retroescavadeiras, seis tratores de esteira, três tratores de pá carregadeira, um caminhão, uma balsa tipo boiadeiro, dois empurradores, sete motosserras e outros equipamentos.

A décima fase de operação embargou e colocou sob proteção uma área de 2.364,14 hectares, além de validar 41 polígonos de alertas de desmatamento. Durante a operação, foram realizadas duas ações de combate a incêndios. A operação também efetuou uma prisão em flagrante e apreendeu nove armamentos e 80 munições. Também foram emitidos 21 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

A Operação Amazônia Viva é uma das realizações do eixo Comando e Controle, do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), coordenado pela Semas. O Plano é uma macroestratégia do Governo do Pará que promove a conservação da floresta de forma integrada ao desenvolvimento social e econômico no campo.

Entre as metas do Plano, está a redução na emissão de gases do efeito estufa, para alcançar, até 2036, o patamar de emissão líquida zero. O Plano tem quatro pilares: Regulariza Pará (regularização fundiária e ambiental), Territórios Sustentáveis (apoio e fomento aos produtores rurais, além da recuperação de áreas degradas), Fundo Amazônia Oriental (fundo de captação de recursos para os projetos do PEAA) e Comando e Controle (Combate aos crimes ambientais com a Força Estadual de Combate ao Desmatamento).

Por Anna Paula Mello (SEMAS) em 01/04/2021 09h18 –

Foto: Divulgação / SEMASA
Foto: Divulgação / SEMASA

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/plataforma-classcentral-disponibiliza-cursos-gratuitos-oferecidos-por-instituicoes-dos-eua/

 




Bendevina Piva Dagostin: morre, aos 75 anos, a pioneira De Novo Progresso

Bendevina faleceu por volta das 15h30mn desta quinta-feira (01/04) de morte natural, conforme informação da família foi parada respiratória.

Pioneira perdeu esposo Valmor Dagostin de 79 anos em setembro de 2020, dona Bendevina deixa 5 filhos e 17 netos.

O velório está acontecendo na Capela Santa Luzia, o sepultamentos será amanhã as 10 horas no cemitério municipal de Novo Progresso.

VEJAM POSTAGEM NO FACEBOOKSem título

Por>JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/plataforma-classcentral-disponibiliza-cursos-gratuitos-oferecidos-por-instituicoes-dos-eua/

 




Progresso entre as cidades paraenses que menos vacinou contra Covid-19, aponta o portal ‘Vacinômetro’

A cidade de Novo Progresso foi destaque no Jornal Liberal por baixo desempenho na vacinação do Coronavírus.(Foto:Reprodução)

Vale lembrar que Novo Progresso é um dos municípios de menor contingente populacional, ou seja, tem menos pessoas a vacinar, comparado as grandes cidades do Estado

Proporcionalmente as outras cidades que já vacinou mais de 50% da população.

Novo Progresso está entre as três cidades paraenses que menos vacinou a população contra a Covid-19, dados até esta quinta-feira 01 de abril.

Novo Progresso, Jacareacanga e São Felix do Xingu são as três cidades do estado do Pará, que menos vacinou pessoas contra a Covid-19, de forma proporcional, até esta quinta-feira (01), terça-feira, de acordo com informações da secretaria de Saúde do estado do Pará.

Ao que se refere aos dados divulgado no VACINÔMETRO  sobre o município de Novo Progresso, através de mensagem via whatsApp (93) 984046835,questionado pelo Jornal Folha do Progresso direto ao contato da secretaria de saúde ELIANE BORGES PEREIRA DA SILVA de Novo Progresso , não obtivemos resposta.

Covid-19 no Pará

Governador Helder Barbalho cobrou informações dos municípios.

O Pará é o estado brasileiro que menos vacinou pessoas contra a Covid-19, de forma proporcional, até esta terça-feira (2), de acordo com o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, com informações das secretarias estaduais de Saúde.
Proporcionalmente, o estado vacinou 0,50% da população. Governador Helder Barbalho cobrou informações dos municípios.

Na conta pessoal do Twitter, o governador Helder Barbalho (MDB) disse que está “extremamente incomodado” com a falta de respostas dos municípios sobre a vacinação e anunciou que, a partir desta quarta (3), deve tornar público o quantitativo de doses que cada cidade recebeu.

A vacinação começou em janeiro deste ano no Pará e todos os 144 municípios já iniciaram a campanha para os grupos prioritários da primeira fase. “As doses enviadas são norteadas pelo Plano Estadual que está alinhado ao Plano Nacional de Vacinação, o PNI. Devido à baixa oferta das vacinas que vem sendo enviada aos estados, de acordo com a capacidade de produção dos laboratórios nacionais ou envio de fora do país. Em cada envio, é determinado um percentual de população a ser trabalhada e, a partir desse percentual, é calculado a quantidade equivalente a população de cada município paraense”, explica Bruno Pinheiro, diretor de Epidemiologia da Sespa.

As informações sobre as doses aplicadas na campanha de vacinação contra a Covid-19 são digitadas e enviadas pelas secretarias municipais de saúde ao sistema oficial do Ministério da Saúde, o SIPNI. A recomendação é que cada município tem até 72 horas, após a aplicação da dose, para cadastrar as informações. No sistema do MS são informados dados como o lote da vacina, data da imunização, categoria e grupo de atendimento, além do nome, CPF e número do cartão sus.

Para ratificar a transparência do processo, a Sespa acompanha se as doses enviadas aos municípios estão sendo usadas de maneira correta no público-alvo e divulga as informações do Ministério da Saúde, através do Vacinômetro com atualizações diárias e sempre às 14h.

Outro levantamento disponível na página mostra que 25 municípios paraenses já atingiram a vacinação em mais de 60% da população do público-alvo. O ranking completo das cidades e os índices de vacinação estão disponíveis no Vacinômetro. O cálculo para esse percentual considera o total de doses aplicadas pelo total de doses enviadas.

“A boa cobertura destes municípios está associada a uma adequada organização para execução da campanha de vacinação e digitação oportuna da informação no sistema. É importante frisar que esses são municípios de menor contingentes populacionais, ou seja, tem menos pessoas a vacinar, comparado as grandes cidades do Estado”, afirma Bruno Pinheiro. Por isso, para que o governo do Estado continue avançando na divulgação dos dados é fundamental a participação dos municípios.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/plataforma-classcentral-disponibiliza-cursos-gratuitos-oferecidos-por-instituicoes-dos-eua/

 




Erro levou a inclusão de fazendeiro de Moraes Almeida em ação contra desmatamento na Amazônia

Fazendeiro foi incluído em ação contra desmatamento na Amazônia movida pelo Ibama (Foto:Divulgação)

Erro no cadastro de terra levou o fazendeiro Ubiratan Augusto Fagundes Filadelpho a ser incluído em uma ação movida pelo Ibama contra desmatamento de floresta nativa na Amazônia. Em novembro de 2020, oito meses após o bloqueio de R$ 9,1 milhões do fazendeiro, a Justiça Federal entendeu que não houve comprovação de que Ubiratan era proprietário da área devastada e encerrou ação contra ele.

Na quarta-feira, 17, em direito de resposta enviado ao ATUAL, o advogado Iggor Gomes Rocha, que representa Ubiratan, afirma que o fazendeiro “foi absolutamente inocentado em todas as instâncias – aliás, sequer acusado, e reconhecido que teve bens bloqueados por erro”. Rocha alega ainda que não houve imputação de crime a Ubiratan e, por isso, ele não pode ser chamado de “desmatador”.

O advogado alega que em decisão do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) que suspendeu o bloqueio de R$ 9,1 milhões do fazendeiro “fixou-se a proibição de novo bloqueio, tendo em vista a documentação que comprova sua total desconexão com a causa”. No entanto, a reportagem verificou que não há nenhuma determinação nesse sentido, apenas citação de “drásticas medidas de restrição”.

Gomes alega ainda que “todos esses meses de transtorno, claro, foram causados pela ação equivocada, pela decisão equivocada, mas com o devido respeito, as matérias também deixaram de apurar com detalhamento a situação”. Ele não cita que a cadeia de erros começou com a falha do próprio fazendeiro ao registrar no primeiro CAR (Cadastro Ambiental Rural) uma área que ultrapassava a sua propriedade.

Consultado pela reportagem, Gomes confirmou que Ubiratan registrou os dados no primeiro CAR. “(O cadastro) é feito de uma forma bastante manual. Ele deu entrada no primeiro pedido e o outro proprietário também deu entrada. Assim que foi apontado que havia um erro de cálculo entre as propriedades, foi feita a correção. A correção provou que não há ponto de contato e nem limites entre as propriedades”, afirmou.

Ubiratan Augusto Fagundes Filadelpho (Foto:Reprodução)
Ubiratan Augusto Fagundes Filadelpho (Foto:Reprodução)

Cronologia
De acordo com a decisão da juíza federal Sandra Maria Correia da Silva, proferida em novembro de 2020, o erro inicial ocorreu em maio de 2010, quando foi elaborado o primeiro CAR da Fazenda Ceitaporã. O documento, registrado em um sistema da Secretaria de Meio Ambiente do Pará, descrevia que a propriedade de Ubiratan correspondia a uma área de 1.117,4955 hectares.

Em dezembro de 2011, foi elaborado o segundo CAR do mesmo imóvel rural, mas com alterações na geometria da área da propriedade, com redução de 66,8959 hectares da área, que passou a ter 1.050,5996 hectares. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Pará, o sistema não permitia fazer retificações em imóvel já cadastrado, por isso, os donos de terras cadastravam um novo documento.

Em outubro de 2015, o Governo do Pará iniciou migração do banco de dados de CAR do sistema estadual para o sistema federal. Nessa transição, a Secretaria de Meio Ambiente do Pará afirma que enviou para o governo federal apenas o documento elaborado em 2010, que continha sobreposições com o imóvel vizinho aos fundos e que havia sido corrigido com o segundo cadastro, feito em 2011.

Com a migração apenas do primeiro CAR, os problemas de sobreposição que, segundo a Secretaria de Meio Ambiente do Pará, haviam sido sanados com o segundo documento, “retornaram com a migração para o novo sistema”. Com base nos dados desatualizados, o Ibama empreendeu a Ação Civil Pública contra Ubiratan e o fazendeiro Luiz Fernando Pagno com pedido de reparação de área degradada.

Em março de 2020, conforme noticiado pelo ATUAL, a juíza Sandra Maria Correia da Silva bloqueou R$ 9,1 milhões dos dois fazendeiros e os proibiu de “realizar novos desmatamentos, abertura de pastagens e/ou qualquer ato que agrida o meio ambiente nas áreas objeto do presente processo”. A magistrada também mandou suspender os financiamentos deles até a recuperação do dano ambiental.

Ubiratan recorreu da decisão no TRF1. Em junho de 2020, ao suspender a decisão que bloqueou dinheiro do fazendeiro, o desembargador João Batista Moreira afirmou que o laudo técnico apresentado por Ubiratan “tem um sistema de checagem mais amplo do que o utilizado pelo Ibama” e que “robusto acervo técnico” não foi rechaçado pela autarquia.
 
Em novembro passado, a juíza Sandra da Silva extinguiu a ação contra Ubiratan. A magistrada sustentou que o Ibama não comprovou que o fazendeiro “é corresponsável pelo ilícito ambiental ocorrido em agosto de 2015 na propriedade do réu Luiz Fernando Pagno, vez que utilizou como justificativa para responsabilizá-lo somente a sobreposição da sua propriedade a propriedade onde ocorreu o dano ambiental”.

Para a juíza, mesmo que “a obrigação de recuperar a degradação ambiental é do titular da propriedade do imóvel, mesmo que não tenha contribuído para a deflagração do dano”, o Ibama “não conseguiu comprovar que o requerido era ou é proprietário da área onde ocorreu o ilícito ambiental. “Entendo que não há elementos nos autos suficientes para justificar a presença do requerido Ubiratan no polo passivo”, afirmou.

Leia o direito de resposta enviado pela defesa de Ubiratan Filadelpho:

Em primeiro lugar, o esclarecimento sobre o processo. Trata-se de Ação Civil Pública, de nº 1000306-96.2020.4.01.3908, da Justiça Federal de Itaituba. Não há acusação de cunho penal (crime de desmatamento, por exemplo), e especificamente o Sr. Ubiratan não é imputado de nenhuma conduta, e foi incluído na ação, erroneamente, apenas e tão somente por entender o IBAMA, naquele momento, que sua Fazenda possuía área pequena sobreposta à Fazenda onde ocorreu o dano. Ou seja, nem AGU, nem IBAMA, nem o Judiciário, reconheceram o Sr. Ubiratan como “desmatador”, como diz a matéria.

Em segundo lugar, identificado o erro, o Sr. Ubiratan precisou, por conta própria, organizar toda a documentação que comprovava que as duas propriedades não se sobrepunham e que, portanto, não tinha absolutamente nada a ver com o processo. E assim conseguiu: em decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, ainda em 2020, todos os bens e contas do Sr. Ubiratan foram liberados e fixou-se a proibição de novo bloqueio, tendo em vista a documentação que comprovada sua total desconexão com a causa (processo nº AI 1017607-43.2020.4.01.0000).

No fim de 2020, após não haver margem para a dúvida, a mesma Magistrada que havia deferido o bloqueio de bens reconhece todo o erro da “operação”, e exclui em definitivo o Sr. Ubiratan do processo. Frise-se: nem IBAMA ou AGU recorreram, reconhecendo o erro (sentença e certidão de baixa em anexo). Todos esses meses de transtorno, claro, foram causados pela ação equivocada, pela decisão equivocada, mas com o devido respeito, as matérias também deixaram de apurar com detalhamento a situação. Enfim, situação resolvida, e resguardada a liberdade de imprensa, o que se pede é a retificação das matérias e/ou o exercício de direito de resposta. A retirada do seu nome no processo deveria implicar, consequentemente, na retirada de seu nome nas matérias que tratam do processo.

O Sr. Ubiratan é liderança política na região e até hoje é interpelado por pessoas a respeito dessas matérias, sendo que foi absolutamente inocentado em todas as instâncias – aliás, sequer acusado, e reconhecido que teve bens bloqueados por erro. Ainda que a Lei nº 13.188/2015 preveja prazo decadencial para o direito de resposta ou retificação, insistimos ainda extrajudicialmente porque acreditamos que não tenha havido má-fé, mas sim uma indução por erro pela forma com a equivocada decisão judicial foi proferida.

Fico à disposição para contato, como advogado da causa que se encerrou, e aguardo posição dos senhores.

Fonte: O Atual /Por Felipe Campinas, da Redação

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/plataforma-classcentral-disponibiliza-cursos-gratuitos-oferecidos-por-instituicoes-dos-eua/




Ministério Público pede afastamento de governador do Pará por compras da China na pandemia

Para investigadores, contrato firmado na gestão de Helder Barbalho causou prejuízo de R$ 3,5 milhões(Foto:Reprodução)
O Procurador-geral de Justiça do Pará, Gilberto Valente Martins, ajuízou uma ação de improbidade administrativa contra Helder Barbalho (MDB) em que pede o afastamento do governador do Pará.

A ação é um desdobramento da investigação sobre irregularidades na compra de 1,6 mil bombas de infusão adquiridas da China durante a pandemia.

Segundo o chefe do Ministério Público do Pará, houve direcionamento na compra e desvio de R$3,5 milhões.

Na ação, Martins também solicita a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Barbalho

Barbalho chegou a ser alvo da Operação Para Bellum, da Polícia Federal, por causa da compra dos insumos chineses por meio da empresa SKN do Brasil.

“O governador Helder Barbalho, portanto, precisa ser afastado de suas funções, justamente, por estar patente seu envolvimento, comissivo e omissivo, nas múltiplas ilegalidades presentes em seu governo”, diz trecho da ação.

Segundo o MP, caso continue no cargo, o governador terá “amplo acesso” a documentos e informações de interesse da Justiça podendo desvirtuá-los e ocultá-los.

O governador do Pará disse em nota que denunciou as irregularidades nos itens comprados e que o dinheiro pago foi ressarcido. Barbalho diz que a ação é um “factóide” criado pelo procurador-geral de Justiça, Gilberto Valente Martins.

“É de conhecimento público que esse procurador persegue o Estado, ao mesmo tempo em que protege pessoas de sua família na compra superfaturada de respiradores para a Prefeitura de Belém na gestão anterior”, diz a nota divulgada pelo governador.

Leia a nota completa de Helder Barbalho:

Como é de conhecimento público, antes de qualquer providência do Procurador Geral, o Estado denunciou o mau funcionamento do equipamento e conseguiu o ressarcimento de todo o dinheiro adiantado.

Essa é mais uma ação política, um factóide do atual Procurador Geral, Gilberto Valente, que deixará o cargo em uma semana e é investigado por peculato e improbidade administrativa. É de conhecimento público que esse procurador persegue o Estado, ao mesmo tempo em que protege pessoas de sua família na compra superfaturada de respiradores para a Prefeitura de Belém na gestão anterior.

Fonte:FOLHA UOL
31.mar.2021 às 18h52

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/plataforma-classcentral-disponibiliza-cursos-gratuitos-oferecidos-por-instituicoes-dos-eua/




BR-222 pode ser ampliada até Novo Progresso (PA)

O Senado pode aprovar a ampliação da BR-222 a partir de projeto (PL 2.449/2019) do senador Zequinha Marinho (PSC-PA). Atualmente a rodovia vai de Fortaleza (CE) até Marabá (PA). A proposta de Zequinha altera a Relação Descritiva das Rodovias do Sistema Rodoviário Federal incluindo municípios no traçado da BR e aumentado sua extensão em mais de mil quilômetros, para chegar à cidade de Novo Progresso (PA).

O projeto foi pauta do Plenário desta terça-feira (30).

BR-222
Rodovia no Brasil – A BR-222 é uma rodovia federal que, estende-se atualmente de Fortaleza, capital do Ceará, à cidade de Marabá, no Pará, interligando, além de Ceará e Pará, os estados de Piauí e Maranhão. Sua extensão atual é de 1811,6 km.

Fonte: Agência Senado /Por:Rodrigo Resende | 30/03/2021, 13h13

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-apenas-28-participantes-tiveram-pontuacao-maxima-nesse-ano-entenda-os-criterios-de-correcao/




Policia Militar apreende adolescente com motocicleta e maconha em Novo Progresso

NOVO PROGRESSO – ADOLESCENTE É APREENDE DURANTE ABORDAGEM COM MOTOCICLETA E MACONHA.

Na noite de ontem (30) por volta das 21h00min, a polícia Militar da 7°CIPM, realizou a abordagem em uma mulher, no Bairro Santa Luzia, a qual foi constato que se tratava de uma menor de idade, que estava conduzindo uma motocicleta e portava uma pequena quantia em entorpecente (maconha).

Uma guarnição da Polícia Militar, estava em rondas em via pública no Bairro Santa Luzia, tendo avistado uma mulher em uma motocicleta em atitude suspeita. Com isso foi realizado uma abordagem na mesma, sendo constatado que se tratava de uma menor de idade, das iniciais “M. E. D. S. D.” de 17 anos, a qual demonstrou nervosismo.

Um policial feminino realizou a revista na adolescente, encontrando na bolsa da mesma as seguintes: 01 (um) dixavador que é utilizando para triturar a maconha; e 01 (uma) porção de entorpecente semelhante à maconha. A adolescente foi conduzida à delegacia de Polícia Civil de Novo Progresso, o qual foi acionado os responsáveis pela menor. A menor foi liberada após prestar depoimento.

Reportagem: Jailson Rosa para o Jornal Folha do Progresso

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-apenas-28-participantes-tiveram-pontuacao-maxima-nesse-ano-entenda-os-criterios-de-correcao/

 




60% dos brasileiros estão obesos

Alimentos industrializados, sedentarismo, estresse e a própria pandemia contribuem para o aumento de peso. Para marcar o Dia da Saúde e Nutrição (31/03) a nutricionista da Estácio orienta a fazer escolhas inteligentes, até mesmo pelo delivery.

De acordo com a PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), pesquisa do IBGE feita em conjunto com o Ministério da Saúde, 96 milhões de pessoas, ou seja, 60,3% da população adulta do Brasil apresenta um índice de massa corpórea (IMC) maior que 25 kg/m², sendo classificadas com excesso de peso. 62,6% das mulheres estão com sobrepeso e 57,5% dos homens, e desde 2002 as prevalências de excesso de peso para adultos com mais de 20 anos têm aumentado em ambos os sexos. Com a pandemia o cenário tende a piorar.

A coordenadora de Nutrição da Estácio, Viviane Lacerda, observa que a alteração do perfil nutricional está diretamente ligada ao contexto histórico. “No Brasil, a urbanização, o aumento da tecnologia, a industrialização e a globalização contribuíram para alterações nos padrões de vida relacionados à saúde. Atualmente, com o excesso de afazeres, muitas vezes não há tempo para cozinhar, dando prioridade a alimentos industrializados, que são de alto teor calórico e pouco nutritivos”, pontua a nutricionista.

Segundo Viviane Lacerda, além de uma dieta pobre em vitaminas e fibras, o sedentarismo agrava o quadro e resulta não apenas da falta exercícios físicos, como da diminuição de atividades do dia a dia, como andar mais a pé e subir escadas, que o avanço da tecnologia as tornou mais fáceis ou deixaram de existir. “Há outros fatores secundários e relevantes que exacerbam esse processo, como  muitas horas na frente das telas (celular, computador, televisão), sono irregular e níveis altos de estresse”, esclarece.

Para manter uma alimentação equilibrada, mesmo que seja pelo delivery, a profissional recomenda buscar, previamente, restaurantes que priorizem um cardápio mais saudável. “Quando estamos com fome, tendemos a querer alimentos com alto teor de sabor, que geralmente são calóricos e pouco nutritivos. Por isso, vale a pena fazer uma seleção prévia de locais que forneçam alimentação nutritiva. Ao fazer pedidos em aplicativos de delivery, ou em sites de buscas, filtre esse tipo de restaurante para fazer uma refeição saborosa e saudável, sem ficar tentado a pedir aquele big lanche. Importante reforçar que tudo é uma questão de equilíbrio. Por isso, não há problemas em pedir pizza e hambúrguer, desde que não seja rotineiro”, pondera.

Já para quem deseja colocar a mão na massa e cozinhar sua própria refeição, aproveitando o período maior em casa devido à pandemia, a coordenadora indica alguns itens básicos que devem estar sempre na geladeira ou despensa e aqueles que devem ser evitados. “Priorize alimentos minimamente processados, ou seja, aqueles que não são fabricados na indústria, como arroz, feijão, carne, ovos, legumes, frutas, verduras e queijos. Às vezes, as pessoas acham que precisam comprar o pão ou biscoito mais caros da prateleira, ou aquela barra de cereais 7 grãos, o shake de caixinha, quando na verdade a maioria desses alimentos contêm ingredientes prejudiciais à saúde. Logo, quanto mais natural forem as escolhas, melhor. Para isso, é preciso ter apenas criatividade e mente aberta. Por exemplo, o café da manhã pode ser uma panqueca de banana com aveia ou uma espiga de milho acompanhada de um cafezinho”, cita Viviane Lacerda.

Aliás, a profissional frisa que o momento das compras no supermercado deve ser usado a favor da saúde. O consumidor deve se ater à relação de ingredientes presentes nos rótulos para entender o quão saudável, ou não, é aquele produto. “A relação é apresentada na ordem decrescente: do ingrediente de maior volume para o menor. Quanto mais aditivos, conservantes e corantes o alimento tiver, pior será para a saúde. Observe também quantas vezes o açúcar aparece – ele pode vir na forma de açúcar invertido, xaropes e glucose – e a presença de gordura vegetal. O ideal é consumir alimentos com baixa quantidade de açúcar e gorduras de melhor qualidade, como é o caso de óleos vegetais. Para ilustrar, em uma fruta podemos encontrar as mesmas caraterísticas nutricionais (calorias, carboidrato e lipídio) presentes em um biscoito recheado, então trata-se de fazer escolhas inteligentes”, declara.

Algo que pode atrapalhar nessas escolhas inteligentes são os mitos propagados, como o do glúten, conforme descreve Viviane Lacerda:

“Não há comprovação científica de que o glúten engorda. O que geralmente acontece é que ao retirar o glúten, a alimentação pode ficar mais à base de alimentos naturais e mais hipocalórica, por substituir o famoso pão por tubérculos, grãos e cereais (batatas, mandioca, inhame, milho, grão de bico), levando ao emagrecimento. Por outro lado, alguns estudos indicam que o glúten pode estimular reações inflamatórias intestinais, o que deve ser avaliado caso a caso. Outra crença é tornar certas dietas da moda como uma referência/solução para todos, porém a individualização é essencial no processo de emagrecimento. Dietas restritivas, sem lactose, low carb, jejum intermitente, dieta da primavera, dieta sem gordura, entre outras, podem até ser eficazes, desde que sejam empregadas individualmente e muito bem monitoradas por um especialista”.

O desafio da balança na pandemia

Um dos desafios da pandemia é manter uma relação saudável com a comida e, consequentemente, não perder o controle do peso. “Percebeu que está acima do peso, o primeiro passo é se conscientizar de que é preciso mudar, e que será um processo gradual que irá impactar positivamente na saúde. Tendo isso claro em mente, procure profissionais da saúde, como nutricionista, profissional de educação física e psicólogo – dependendo da situação – que são fundamentais para o sucesso da perda e estabilização de peso. Afinal, não se trata de algo passageiro, e sim de uma prática que deve ser consistente e duradoura”, adianta.

Mas se a grana está curta para investir em especialistas, a nutricionista Viviane Lacerda orienta sobre práticas simples em casa que podem ajudar. “Comece fazendo a sua comida. Substitua os alimentos industrializados por aqueles que podem ser feitos em casa, como um bolo que é mais saudável do que a versão de pacotinho. Busque fazer receitas com ingredientes do dia a dia (frutas, legumes, feijão, aveia, leite, ovos, carnes), o que já será um grande passo”, indica.

Por:Giullia Moreira, da Agência Eko,

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-apenas-28-participantes-tiveram-pontuacao-maxima-nesse-ano-entenda-os-criterios-de-correcao/

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-apenas-28-participantes-tiveram-pontuacao-maxima-nesse-ano-entenda-os-criterios-de-correcao/




Concurso PM PA: resultado final das provas objetiva está publicado

O Diário Oficial do Pará tornou público o resultado final definitivo, bem como a relação de candidatos habilitados para a avaliação da prova discursiva do concurso PM PA. A lista completa dos aprovados você pode verificar clicando neste link, a partir da página 59.
O concurso PM PA para o cargo de oficial teve provas realizadas no último final de semana de fevereiro (28/2/2021), com aproximadamente 3 mil candidatos presentes. A banca Instituto Iades foi a responsável pela aplicação das provas.
O certame para provimento dos cargos na Polícia Militar do Pará ainda prevê aplicação de provas para o cargo de praças da corporação (masculino). A aplicação dessas provas foi suspensa pelo STF, devido ao aumento do contágio pela Covid-19.

Por:Jornal Folha do Progresso com informações Maurício Miranda Sá

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-apenas-28-participantes-tiveram-pontuacao-maxima-nesse-ano-entenda-os-criterios-de-correcao/




Governo tenta destravar licenciamento ambiental da Ferrogrão no STF

Decisão individual do ministro Alexandre de Moraes, do STF, paralisou obras de ferrovia que escoaria a safra de grãos do Mato Grosso até portos do Pará.(| Foto: Divulgação)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, passou parte dos últimos dias conversando diretamente com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com o propósito liberar o licenciamento ambiental da Ferrogrão, ferrovia cotada para ser a principal rota de escoamento do agronegócio do país.

No dia 15 de março, o ministro do STF Alexandre de Moraes atendeu a um pedido de liminar do Psol e suspendeu o empreendimento. Moraes acatou o argumento de que o traçado previsto para a ferrovia cortaria área de uma floresta protegida o Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, e que também passaria por cima de terras indígenas. A decisão de Alexandre de Moraes tinha previsão de ser levada ao plenário virtual do STF na última sexta-feira, mas foi retirada da pauta pelo próprio ministro.

O valor estimado de investimento na Ferrogrão é de R$ 12 bilhões. O projeto é visto como um divisor de águas no escoamento da produção no país, ao levar parte da carga do agro para os portos da região Norte, em vez de destinar toda a carga para os portos das regiões Sudeste e Sul. O governo aposta na ferrovia para facilitar o escoamento da produção de milho, soja e farelo de soja de Mato Grosso, além do transporte de óleo de soja, fertilizantes, açúcar, etanol e derivados do petróleo.

Por:Estadão Conteúdo

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835- (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/enem-apenas-28-participantes-tiveram-pontuacao-maxima-nesse-ano-entenda-os-criterios-de-correcao/