Mineradora Serabi doa um ventilador pulmonar para hospital municipal de Novo Progresso

A prefeitura de Novo Progresso divulgou nesta quarta-feira (2\06), o recebimento de um ventilador pulmonar doado pela Serabi Mineradora.

O ventilador pulmonar serve para auxiliar os pacientes com insuficiência respiratória (falta de capacidade de respirar sozinho). O aparelho funciona administrando a quantidade de ar que entra e sai do pulmão e controlando a mistura de gases utilizada e a quantidade de oxigênio.

O recebimento do ventilador foi comemorada e divulgado nas redes sociais. Vejam abaixo

Secretaria de saúde recebe doação de um Ventilador pulmonar para hospital municipal

O Hospital municipal de Novo Progresso, recebeu na tarde desta quarta-feira (02/06) da Serabi Mineração em parceria com a Fundação Victor Dequech e o senhor Douglas Arantes,a doação de um Ventilador Pulmonar através de uma Iniciativa humanitária para oferecer amparo aos município que estão enfrentando um momento difícil de crise e pandemia na saúde pública.O objetivo é amenizar esses problemas no município de Novo Progresso e conseguir atender à população local.

“só temos a agradecer por essa parceria, vem nos ajudar de uma forma extraordinária. Obrigado por estarem pensando no nosso povo juntamente conosco!”

Ressaltou o Prefeito Gelson Dill.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

 O ventilador pulmonar serve para auxiliar os pacientes com insuficiência respiratória (falta de capacidade de respirar sozinho). O aparelho funciona administrando a quantidade de ar que entra e sai do pulmão e controlando a mistura de gases utilizada e a quantidade de oxigênio.
O ventilador pulmonar serve para auxiliar os pacientes com insuficiência respiratória (falta de capacidade de respirar sozinho). O aparelho funciona administrando a quantidade de ar que entra e sai do pulmão e controlando a mistura de gases utilizada e a quantidade de oxigênio.

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Alvo da PF, secretário da Saúde do Amazonas é preso no aeroporto de Manaus

O secretário da Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo (Foto: Diego Peres/Secom/AM)

Marcellus Campelo voltava de Campinas onde cumpria agenda particular

O secretário da Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, foi preso pela Polícia Federal no aeroporto de Manaus nesta quarta-feira (2). Alvo de operação, ele voltava de Campinas onde cumpria agenda particular. Ele se apresentou e foi preso, segundo a Superintedência da PF no estado.

A PF deflagrou nesta quarta a Operação Sangria contra a alta cúpula do governo do Amazonas por desvios na Saúde. São cumpridos 25 mandados judiciais expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os policiais estiveram na casa do governador Wilson Lima (PSC), que enfrentaria, também nesta quarta, o julgamento de uma denúncia no Superior Tribunal de Justiça — a análise foi adiada.

Foram expedidos 19 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária cumpridos nas cidades de Manaus (AM) e Porto Alegre (RS), além de sequestro de bens e valores, que, somados, alcançam a quantia de R$ 22.837.552,24. Em Manaus, a PF foi recebida a tiros pelo filho de um dos investigados, um empresário.

Segundo as investigações, há indícios de que funcionários do alto escalão da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas realizaram contratação fraudulenta para favorecer grupo de empresários locais, sob orientação da cúpula do governo do estado.

As irregularidades envolvem um hospital de campanha. Segundo as investigações, o local não atende às necessidades básicas de assistência de combate à Covid e ainda coloca os funcionários em risco de contaminação.

Ainda segundo a PF, contratos das áreas de conservação e limpeza, lavanderia hospitalar e diagnóstico por imagem, firmados em janeiro de 2021 pelo governo amazonense para o hospital de campanha, têm indícios de montagem e direcionamento de procedimento licitatório, prática de sobrepreço e não prestação de serviços contratados.

Os investigados devem responder por crimes de fraude à licitação, peculato e pertencimento a organização criminosa. As penas podem chegar a 24 anos de reclusão.

Por:Vianey Bentes, da CNN, em Brasília
02 de junho de 2021 às 17:39
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PF prende 17 integrantes de quadrilha e apreende 20 veículos usados para enviar droga de RO para MG e MT

Operação Paralelo foi realizada em quatro estados — Foto: PF/Divulgação

Justiça também autorizou o bloqueio de R$ 3 milhões. Mandados são cumpridos em RO, MT, MG e SP.

A Polícia Federal (PF) deflagrou a operação Paralelo, nesta quarta-feira (2), para prender um grupo criminoso que utilizava caminhões para enviar cloridrato de cocaína de Rondônia para Minas Gerais e Mato Grosso.

Ao todo, 47 mandados judiciais são cumpridos, sendo 21 de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão nas seguintes cidades:

* São Miguel do Guaporé (RO)
* Santa Luzia d’Oeste (RO)
*Alta Floresta (RO)
* Rolim de Moura (RO)
* Ji-Paraná (RO)
* Vilhena (RO)
* Porto Velho
* Uberlândia (MG)
*  Ituiutaba (MG)
* Cuiabá
* Várzea Grande (MT)
*  Paulínea (SP)

A Justiça também mandou bloquear R$ 3 milhões dos investigados e restringir 67 veículos pertencentes aos membros da quadrilha, incluindo carros de luxo.

Todas as ordens judiciais da operação Paralelo foram autorizadas pela Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho.

Ao todo, os agentes da PF apreenderam 18 carros e duas carretas nesta quarta-feira. Dos 21 mandados de prisão preventiva, 17 foram cumpridos. Os nomes deles não foram divulgados.

Também houve o flagrante de posse de arma e apreensão R$ 65 mil em espécie.

Operação Paralelo cumpre 21 mandados de prisão preventiva e interdição de carros deluxo — Foto: PF/Divulgação
Operação Paralelo cumpre 21 mandados de prisão preventiva e interdição de carros deluxo — Foto: PF/Divulgação

Organização sediada em Porto Velho

Segundo a PF, o grupo criminoso tem sede em Porto Velho e as investigações foram iniciadas em novembro de 2020, com a finalidade de identificar a participação dos integrantes na capital e interior de Rondônia.

Policial cumpre mandado de busca durante Operação Paralelo — Foto: PF/Divulgação
Policial cumpre mandado de busca durante Operação Paralelo — Foto: PF/Divulgação

Segundo a polícia, a organização tem uma “cadeia de comando devidamente dividida e estruturada, voltada a prática do tráfico interestadual de drogas”.

O ‘patrimônio’ dos investigados pode chegar a R$ 120 milhões.

Como o grupo atuava?

Segundo a polícia, os suspeitos estocavam cloridrato de cocaína em Rondônia e, em datas específicas determinadas por eles, carretas e caminhões eram abastecidos de drogas e então o entorpecente levado ao sudeste do país.
Operação Paralelo: Investigação descobriu que grupo estocava droga e depois enviada aos estados em caminhões — Foto: PF/Divulgação

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“Foi possível frustrar três remessas consideráveis de cloridrato de cocaína da organização, totalizando cerca de uma tonelada de substâncias ilícitas apreendidas em flagrantes realizados nas cidades de Sapezal (MT), Primavera de Rondônia (RO) e Jataí (GO)”, diz a PF.

O destino desses caminhões seriam Minas Gerais e Mato Grosso.

Paralelo

O nome da operação, de acordo com a PF, é uma expressão usada pela própria organização criminosa quando diziam que agiam em um mundo paralelo e que não seriam pegos.

Os presos nesta quarta-feira serão encaminhados para o sistema prisional e responderão pelos seguintes crimes:

Tráfico interestadual de drogas;
    Associação para o tráfico;
    e lavagem de dinheiro, cujas penas podem chegar a mais de 40 anos de prisão.

Armas apreendidas durante operação em Rondônia — Foto: PF/Divulgação
Armas apreendidas durante operação em Rondônia — Foto: PF/Divulgação

Operação Paralelo: Investigação descobriu que grupo estocava droga e depois enviada aos estados em caminhões — Foto: PF/Divulgação
Operação Paralelo: Investigação descobriu que grupo estocava droga e depois enviada aos estados em caminhões — Foto: PF/Divulgação

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Corpus Christi: o que se comemora nesse dia e por que é feriado

Procissão de Corpus Christi realizada em Curitiba, em junho de 2014.| Foto: Marcelo Andrade/Arquivo Gazeta do Povo

Afinal de contas, o que é comemorado nesse feriado, que às vezes mal sabemos soletrar? Oficialmente, o dia de Corpus Christi – assim como o Carnaval e a Sexta-feira Santa – não é um feriado nacional. A legislação brasileira delega aos estados e municípios a instituição de outros feriados – não mais que quatro –, além daqueles decretados na lei nº 10.607/2002. Contudo, tradicionalmente, o dia de Corpus Christi é adotado como feriado, ou no mínimo ponto facultativo, por quase todos os municípios do país.

A expressão latina Corpus Christi significa “Corpo de Cristo”. É uma comemoração católica, cujo nome litúrgico completo é Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Mesmo sendo corriqueira a abreviação em latim, não é de uso universal. Na Itália, por exemplo, o mais comum é se falar em Corpus Domini, “o Corpo do Senhor”.

A solenidade tem a sua origem no século XIII, a partir das inspirações de uma monja agostiniana conhecida como Santa Juliana de Cornillon, que viveu em Liége, na Bélgica. Aos 16 anos, ela teve uma visão na qual se via a Lua, toda brilhante, atravessada por uma faixa escura. Na oração, compreendeu que a Lua representava a vida da Igreja na terra e a faixa sem luz significava a ausência de uma festa litúrgica dedicada à Eucaristia.

Juliana manteve em segredo a sua visão por cerca de vinte anos. Depois de ter assumido a liderança do convento em que vivia, confidenciou a visão a outras duas religiosas e a um padre, ao qual pediram que sondassem entre os clérigos e os teólogos o que pensavam da proposta.

A resposta foi positiva e o bispo de Liége – cidade já conhecida por seu fervor pela Eucaristia – instituiu a festa na sua diocese, sendo em seguida imitado por outros bispos. Foi o papa Urbano IV, que havia conhecido Juliana antes de se tornar pontífice, que estendeu a comemoração a toda a Igreja, com a bula Transiturus de hoc mundo, em 1264, seis anos depois da morte de Juliana. A data fixada – e estabelecida como dia de preceito, ou seja, de obrigatoriedade de ir à missa – foi a segunda quinta-feira após a solenidade de Pentecostes, que ocorre, por sua vez, no sétimo domingo a partir da Páscoa.

Festejar a Eucaristia

A data veio ao encontro da ausência de uma comemoração no calendário litúrgico da Igreja Católica dedicada especialmente à exaltação da Eucaristia, o pão e o vinho que, segundo a fé católica, ao serem consagrados na missa com a repetição do gesto e das palavras de Jesus na última ceia, o tornam presente de modo “verdadeiro, real e substancial: com o seu Corpo e o seu Sangue, com a sua Alma e a sua Divindade” (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 282).

O dia mais propício seria o da instituição do sacramento da Eucaristia, isto é, a Quinta-feira Santa, mas o clima da celebração desse dia, que se encerra com a perspectiva da prisão e da morte de Jesus, não é o mais adequado a uma comemoração festiva.
Inspire-se na Gazeta do Povo

Inserido no Tempo Comum do calendário litúrgico, o dia de Corpus Christi dá espaço a manifestações mais expressivas e alegres da devoção dos fiéis, como a rica decoração que, em muitos lugares, inclusive no Brasil, se caracterizou pela confecção de tapetes para a procissão com a Eucaristia, feitos principalmente com serragem colorida. Ao mesmo tempo, sendo uma data móvel dependente do dia da Páscoa, não perde a sua ligação com o mistério pascal, centro da fé cristã.

Quando Urbano IV oficializou a comemoração, pediu a santo Tomás de Aquino, um dos maiores teólogos do seu tempo e da história da Igreja, que compusesse os textos do ofício litúrgico da solenidade. Usados até hoje, são largamente difundidos e alimentam a fé dos fiéis. Segundo o papa Bento XVI, “são obras-primas em que se fundem teologia e poesia”.
Corpus Christi e o estado laico

A noção de feriado, isto é, de um dia comemorativo em que não se trabalha, vem do âmbito religioso. Já entre os romanos eram dias de festa que, cumprindo a função de demarcar a passagem do tempo, se referiam a divindades. No cristianismo, têm uma função clara: dispensar o fiel da obrigação do trabalho para que possa participar da missa em um dia importante do calendário da Igreja. Por isso, a existência de feriados religiosos não fere a laicidade do Estado, que apenas garante com isso o direito do fiel participar da vida da sua religião.

Foi só com a Revolução Francesa, no final do século XVIII, que o modelo foi adotado fora da esfera religiosa: o 14 de julho, dia da Queda da Bastilha, se tornou o primeiro feriado de natureza civil. Lentamente, foram se estabelecendo outras datas, como o dia 1º de maio como Dia do Trabalhador, adotado em diversos países na segunda metade do século XIX.

Nem todos os dias de preceito da Igreja Católica são feriados no Brasil. As solenidades da Epifania (6 de janeiro), da Ascensão do Senhor (6ª quinta-feira após a Páscoa), de São Pedro e São Paulo (29 de junho), da Assunção de Nossa Senhora (15 de agosto) e de Todos os Santos (1º de novembro) são comemoradas no país no domingo seguinte, por disposição da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Já a solenidade da Imaculada Conceição (8 de dezembro) é dia de feriado em várias cidades – como Campinas, João Pessoa, Salvador, Aracaju, Manaus e Belo Horizonte –, mas passa despercebida em muitas outras.

Na própria Itália, Corpus Christi não é feriado e a comemoração é transferida para o domingo seguinte. Além disso, lá o dia de Todos os Santos é feriado, mas Finados, não

Fonte:Equipe Sempre Família

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Saiba o que é a prematuridade, principais complicações e cuidados para recém-nascidos e gestantes

Fotos: HMIB- Pró-Saúde – Especialistas do Materno-Infantil de Barcarena esclarecem dúvidas e dão dicas de prevenção na gravidez e cuidados após o parto

De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), um em cada dez bebês nascidos vivos nasce prematuramente, ou seja antes de completar 37 semanas de gestação. A cada ano, são cerca de 15 milhões de prematuros no mundo.

O Brasil está entre os 10 países com o maior número de nascimentos prematuros. Anualmente, cerca 360 mil crianças nascem prematuramente no país, com base nos dados da Sociedade Brasileira de Pediatria.

De acordo com a Dra. Salma Saraty, pediatra e coordenadora da equipe médica da neonatologia no Hospital Materno-Infantil de Barcarena Dra. Anna Turan HMIB (HMIB), unidade gerenciada pela Pró-Saúde no interior paraense, os bebês prematuros podem ser classificados de acordo com a idade gestacional ao nascer. O hospital é referência para gestantes de alto risco de 11 municípios da região do Baixo Tocantins.

“Há o prematuro tardio, aquele nascido até 36 semanas e 6 dias; o prematuro moderado, nascido entre 29 e 34 semanas; e o prematuro extremo, com idade gestacional menor que 28 semanas”, destaca.

“Quanto ao peso de nascimento, denomina-se os bebês com menos de 2.500g como baixo peso; os com menos de 1,5kg, muito baixo peso; e aqueles com peso menor que 1kg, extremo baixo peso”, complementa Salma.Mãe Ana Júlia no cuidados integrados ao filho Calebeno HMIB- Pró-Saúde

Principais causas e riscos para mãe e bebê

Segundo dra. Salma, nem sempre um parto prematuro dá sinais de que vai acontecer, mas há algumas causas que levam a este desfecho, como por exemplo, as mulheres que já passaram por um parto prematuro anteriormente, que estão grávidas de gêmeos ou múltiplos e com histórico de problemas de colo do útero”, ressalta.

Ainda entre as principais causas estão, “infecção do trato urinário, infecções uterinas e congênitas, síndrome hipertensiva na gravidez e descolamento prematuro da placenta”, complementa a pediatra. Todas com possibilidade de detecção e cura no pré-natal.

De acordo com a profissional, a prematuridade também se associa a estilo de vida e que podem ser previamente controlados na mãe: hipertensão, diabetes, uso de álcool, drogas e cigarro. “O cuidado vem antes. Por exemplo, uma paciente com diabetes mal compensado possui dez vezes mais riscos de alterações na gestação que a diabética com quadro estável”, compara Salma.

Para os bebês, as complicações também são diversas, podendo ocorrer desconforto, problemas respiratórios e doenças pulmonares. Dependendo da idade gestacional, é possível acontecer sangramento pulmonar e/ou cerebral, infecções recorrentes por conta da baixa imunidade e atraso no desenvolvimento neuromotor”, explica a médica.

Cuidados intensivos para os bebês

Nataliel Miranda, coordenador de enfermagem do HMIB, ressalta que as possibilidades de sobrevida do prematuro estão condicionadas pela idade gestacional, o peso ao nascer e pelas complicações que o bebê prematuro apresenta. “De todos estes fatores, o mais importante é a idade gestacional, uma vez que esta determina a maturidade dos órgãos”, pontua.

No HMIB, os pacientes prematuros são atendidos em Unidade de Terapia Intensiva neonatal (UTIN) e de Cuidados Intermediários (UCIN), de acordo com as suas especificidades. “A partir do quadro clínico, iniciamos as condutas terapêuticas e o plano de cuidado, garantindo o início da dieta precoce, com foco na prevenção de complicações”, explica o coordenador.

“Dentro do processo assistencial, dispomos de protocolos, como o de manuseio mínimo, colostroterapia e oferta de oxigênio alvo, de acordo com o projeto Coala, bem como, o controle térmico dos neonatos extremos prematuros. Na UTI, esses tratamentos variam de acordo com a necessidade de cada bebê”, complementa.

A importância do pré-natal durante a gravidez

De acordo com a neonatologista Salma, grande parte dos partos prematuros podem ser evitados com um acompanhamento profissional durante a gestação, realizando todos os exames e consultas durante o pré-natal, com acesso a uma assistência de qualidade e um acolhimento humanizado.

“Por meio do acompanhamento, a mãe pode ter mais segurança, pois o profissional vai entender o histórico dela, identificar possíveis complicações, doenças, e atuar na prevenção da prematuridade. Quanto antes o pré-natal for iniciado, melhor para a mãe e para o desenvolvimento do bebê” afirma.

A dica da médica é simples: se preparar com antecedência e buscar informações assim que descobrir a gravidez. “O acompanhamento médico deve ser regular e com qualidade. Se a gestante não faz exames laboratoriais, não vacina, não tem peso e pressão mensurados, o processo fica comprometido”, exemplifica. Outras recomendações são evitar um estilo de vida estressante e ganho excessivo de peso na gestação.

Com um atendimento 100% gratuito pelo SUS (Sistema Único de Saúde), o Materno-Infantil de Barcarena já realizou mais de 3,5 mil partos e cerca de 165 mil atendimentos em mais de dois anos de funcionamento, entre consultas, internações, exames e cirurgias. Desde a sua inauguração pelo Governo do Pará, a unidade é gerenciada pela Pró-Saúde, uma das maiores instituições na gestão hospitalar do País.

Fonte:HMIB- Pró-Saúde/Por:Adrielle Lopes de SousaMãe e bebê recebem acolhimento e orientações sobre prematuridade na UTIneonatal do HMIB- Pró_Saúde

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Paraense cai em silo de grãos e morre em Santa Catarina

Valério dos Santos, 26 anos, trabalhava em uma multinacional com a limpeza e desentupimento do silo, que estava carregado de grãos de milho, quando sofreu a queda

Valério dos Santos, de 26 anos, morreu na manhã da última terça-feira, 1º, após cair dentro de um silo de grãos de uma multinacional, onde ele trabalhava, em Nova Veneza, sul de Santa Catarina.

A vítima era natural do município de Tailândia, sudeste do Pará, e trabalhava no local com a limpeza e desentupimento do silo, que estava carregado de grãos de milho, quando sofreu a queda. Dois colegas de trabalho ainda tentaram resgatá-lo, mas Valério acabou afundando nos grãos.

Os outros trabalhadores que prestaram os primeiros socorros disseram que viram a vítima com os braços erguidos, e com o rosto descoberto, até o último instante antes de afundar nos grãos de milho.

O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina confirmou que foi acionado e iniciou uma complexa operação de resgate, que envolveu até uma retroescavadeira, para fazer buracos na parte de baixo do silo, de onde era possível observar o corpo da vítima. O médico do Samu ainda tentou reanimar Valério, após ele ser retirado, mas o jovem já estava sem vida.

Em nota, a JBS Alimentos, empresa onde a vítima trabalhava, manifestou solidariedade à família do funcionário, disse prestar toda assistência necessária e aguardar as investigações do caso.

Nas redes sociais, amigos lamentaram a morte de Valério. “Não dá para acreditar. Um menino cheio de vida, a alegria morava nele, sempre muito atencioso com todos. Vou guardar sua amizade eternamente comigo”, disse uma amiga da vítima. “Um colega de trabalho diferenciado, lamentável demais, sem palavras. Vá em paz”, comentou outra amiga.
Fonte>:ORM Por:Ana Laura
02.06.21 17h52
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Junho Laranja: no mês dedicado à prevenção de queimaduras, pacientes em tratamento no Metropolitano compartilham suas histórias

As marcas do acidente no corpo do mestre de obras, Uilton Oliveira. Foto Comunicação Pró-Saúde.(Foto:Divulgação)

Junho Laranja: no mês dedicado à prevenção de queimaduras, pacientes em tratamento no Metropolitano compartilham suas histórias

Na semana em que é celebrado o Dia Nacional de Luta contra Queimaduras (6/6), unidade referência no norte do país, busca conscientizar a população sobre os riscos e dá orientações de como agir no caso de acidentes

No último dia 23 de maio, a estudante Tália Cardoso, de 22 anos, recebeu uma ligação que marcaria a sua vida. Na chamada, o pedido de ajuda: “Meu filho acabou de sofrer um acidente e está com a perna e a lateral do peito todo queimado”, disse sua irmã ao telefone.

Na ocasião, o sobrinho de Tália, de apenas sete anos, sofreu um acidente durante uma brincadeira com o amigo. “A bola que eles brincavam caiu perto de uma churrasqueira com álcool e quando ele foi pegar o brinquedo, houve a explosão”, explicou a jovem.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, anualmente, ao menos um milhão de acidentes com queimaduras acontecem no Brasil, sendo 300 mil deles envolvendo crianças. Esse tipo de ferimento é causado, na maioria das vezes, por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos.

O autônomo Daniel Alves é outra vítima de queimaduras. Ele sofreu uma descarga elétrica de 23 mil volts, durante serviços na rede elétrica em Macapá, estado onde mora. “Na hora eu apaguei!”, contou.

“Quando acordei e olhei para o meu braço e minhas pernas, confesso que fiquei com o psicológico abalado. Foi muito difícil. Mas percebi que precisava ser forte para continuar meu tratamento”, lembrou Daniel, emocionado.

Os dois pacientes estão internados no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), serviço de referência na região norte do país. Somente no ano passado, a unidade do Governo do Pará, sob gestão da Pró-Saúde, registrou 399 atendimentos de vítimas de queimaduras, uma queda de 15,65% se comparado a 2019, quando foram registradas 473 admissões na unidade.

Junho Laranja

Neste mês de junho, em que é celebrado o Dia Nacional de Luta contra Queimaduras (6/6), o Hospital Metropolitano intensifica as ações que visam conscientizar a população sobre o tema. A iniciativa integra a campanha “Junho Laranja”, que tem como objetivo, alertar sobre os riscos dos acidentes com queimaduras.

Para fortalecer esse movimento, os colaboradores da unidade apresentam histórias de quem viveu a dor da queimadura. “Nada melhor do que usar a história dos próprios pacientes, internados na unidade, para mostrar o que o manuseio da rede elétrica ou do fogo pode causar na vida”, ressaltou a coordenadora de enfermagem do CTQ do Metropolitano, Nellyane Ferro.

São histórias como a do mestre de obras, Uilton Oliveira, de 38 anos, que teve 35% do corpo queimado. Durante a construção de um imóvel de dois andares em Parauapebas, sudeste do Pará, o ferro que ele segurava acabou tocando em um fio de alta tensão.

Ele explica que na hora não conseguiu soltar o material e ficou por segundos recebendo a descarga elétrica. “Fiquei sentindo a energia passando por dentro de mim e meu corpo esquentando. Não consegui largar o ferro, até que uma hora minhas mãos se soltaram do objeto”, detalhou.

Até mesmo materiais que parecem inofensivos, podem causar risco à vida. É o caso do thinner, líquido solvente utilizado por pintores para limpar equipamentos e tirar restos de tinta da pele. Essa substância, que é altamente inflamável, acabou gerando queimaduras de terceiro grau no catador Jonatha dos Santos, de 27 anos.

O acidente aconteceu durante o trabalho. “Eu ia acender um fogareiro para queimar o material reciclável e um colega deixou um balde de thinner próximo. Uma brasa acabou caindo dentro do recipiente, e aconteceu a explosão. O fogo atingiu minhas duas pernas”, narrou o catador.

Recuperação da mente e do corpo

Todas as vítimas de queimaduras precisam de uma atenção especial da equipe de psicologia do Hospital Metropolitano. São pacientes que tiveram além do seu corpo, a vida social alterada por conta do acidente.

“A desfiguração física e estética da vítima traz impactos psicológicos, fazendo com que o paciente precise de acompanhamento com especialista. O processo de recuperação é longo e doloroso, com marcas para a vida toda, e esse suporte profissional é essencial para assimilar as mudanças”, ressalta a coordenadora do serviço psicossocial da Pró-Saúde, Jucielem Farias.

Além disso, o tratamento continua mesmo após a alta hospitalar, podendo durar meses, com a realização de sessões de terapia ocupacional e fisioterapia. Ele é essencial para evitar que a pele grude, enrugue, impeça os movimentos e cause problemas de crescimento, principalmente em crianças.

“A pele cicatrizada não tem a mesma flexibilidade de uma normal”, pontua o fisioterapeuta e coordenador de reabilitação, Henrique Gomes. Na avaliação do profissional, “o processo é demorado, exigindo paciência e persistência”.

O Hospital Metropolitano reuniu algumas dicas e orientações sobre o que fazer no caso de acidentes que resultam em queimaduras.

Em casos de queimaduras mais leves:

•  Colocar a parte queimada debaixo da água corrente fria por aproximadamente dez minutos;

•  Fazer compressas úmidas e frias também são indicadas;

•  Ir a uma unidade de saúde mais próxima.

Queimaduras em grandes extensões do corpo:

•   Não toque a queimadura com as mãos;

•   As bolhas não devem ser furadas;

•   Nunca tente descolar tecidos grudados na pele queimada;

•   Corpos estranhos ou graxa no local queimado não devem ser retirados;

•   Nunca coloque manteiga, pó de café, creme dental ou qualquer outra substância sobre a queimadura. Somente o médico sabe o que deve ser aplicado sobre o local afetado;

•  Busque atendimento médico imediatamente.

Fonte:Comunicacao – HMUE Por:Diego Monteiro

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Após alguns dias de queda, média diária de novos casos de Covid volta a subir em Novo Progresso

Especialistas apontam preocupação com nova variante no mês de junho, e pedem nova flexibilização da quarentena.

A cidade de Novo Progresso voltou a registrar nesta semana um aumento na média diária de novos casos de Covid-19, após uma pausa com uns 20 dias seguidos de queda.

O número de novas internações também aumentou, são 11 nesta quarta-feira 2 de junho de 2021. Neste período 2 novos óbitos agora somam 75 mortes em Novo Progresso.

Ainda segundo o Boletim diário da prefeitura, foram até agora 2.584 casos confirmados da doença no município, os recuperados são 2.416.

Novo Progresso somou em 17 dias 79 casos confirmados e 05 óbitos.

Do dia 24 de maio até 2 de junho foram 49 novos casos.

Esta semana já são 22 casos novos de covid em Novo Progresso.

Ainda é cedo para avaliar se a curva voltará a subir de forma constante ou entrará em estabilidade, mas especialistas alertam que a flexibilidade nas medidas restritivas é um ponto de preocupação.

Há também a pressão sobre os medicamentos utilizados para a intubação dos pacientes. A saúde de Novo Progresso, sofre com as constantes falta de medicamentos básicos, no início não tinha estoque de kit intubação e a prefeitura não divulga estoque de medicamentos.

Por>JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Vejam boletim desta quarta-feira 2 de junho de 2021

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https://www.folhadoprogresso.com.br/vereador-questiona-gestao-municipal-da-saude-falta-tudo-no-hospital/

 




Vereador questiona gestão municipal da Saúde – Falta tudo no Hospital

Vereador Juliano Simionato cobrou resposta do Governo Municípal (Foto:Reprodução)

Precário atendimento prestado pelo HMNP aos pacientes do SUS, falta de médicos e medicamentos no Hospital tiveram maior enfoque.

A secretária municipal de Saúde, Sra. ELIANE BORGES PEREIRA DA SILVA, participou da sessão ordinária da Câmara de Novo Progresso, dia 11,  no início do mês de maio de 2021, atendendo o requerimento feito pela mesa diretora da casa de leis.  Um dos motivos da convocação da secretária foram as constantes reclamações feitas pela comunidade sobre o atendimento do SUS prestado pelo Hospital e falta de medicamentos básicos.

Na oportunidade o vereador Juliano Simionato (DEM), cobrou a falta de gestão na área da saúde do município. “Quem está pagando a conta é o cidadão que sofre com a falta de atendimento médico eficiente e falta de medicamentos básicos”.

Leia mais:

*Saúde Pública de Novo Progresso está a deriva – Secretária de Saúde não comparece para dar explicações na Câmara de Vereadores

*Secretaria de Saúde comparece na Câmara para prestar esclarecimentos relacionadas a pasta da Saúde

A secretária foi bastante criticada por não ter comparecido em convite anterior , “foi uma falta de respeito como os vereadores o não comparecimento e ter protocolado a justificativa da sua ausência em cima da hora, sendo que poderia ter informado com antecedência ,reclamaram.

Todos os dias somos procurados pela população relatando o caos existente na saúde pública do município de Novo Progresso, disse Juliano Simionato.

Leia Também:Desumano- Gestante na hora do parto é abandonada em cadeira no Hospital Municipal de Novo progresso

Ainda na convocação o  vereador Samuel (PSDB), relatou o caos na saúde do município e informou que o dinheiro da saúde está vindo,  R$ 2.000,000,00 (dois milhões) no fundo a fundo da saúde e do SUS mais R$ 1.040.000,00 (Hum milhão e quarenta mil reais), nos primeiros três meses do ano e segundo o vereador esse recurso não pode ser investido em pagamento de salários do funcionários e sim investidos na melhoria da saúde pública como aquisição de medicamentos.

Junho de 2021

A situação de lá para cá nada mudou ao contrário agravou-se ainda mais. O recente caso onde uma jovem gestante de 17 anos ficou abandonada no banco do hospital, fez voltar à tona o descaso com os moradores de Novo Progresso e voltou ser questionada na Câmara Municipal nesta terça-feira (01).

Sobre os remédios da lista básica de competência da Farmácia Municipal, Eliane Borges disse que não mais iria faltar medicamentos “

Assista ao Vídeo;

https://youtu.be/_7C8nR2JYYM

Nesta terça-feira os vereadores usaram a Tribuna para comentar problemas na área da Saúde no município, como a falta de remédios na Farmácia Municipal, a demora para realização de exames e consultas com especialistas e o mau atendimento aos usuários que procuram atendimento pelo SUS no HMNP.

Os representantes da base do governo defenderam a política da administração municipal e ressaltaram os avanços implementados. O vereador Matheus Monteiro (MDB), líder do governo,  enfatizou que o município deveria ter um hospital regional.

O vereador Dirck (MDB), comentou sobre as deficiências da saúde e disse que agora é a hora do Prefeito Gelson Dill mostrar porque foi eleito.

O vereador Juliano Simionato (DEM), disse que as reclamações continuam que o debate não é para fazer oposição. “Queremos contribuir. A saúde é uma questão de direito, está na Constituição. Nós não queremos que o hospital feche, mas que o atendimento do SUS melhore. É só ir aos postos de saúde e ver a precariedade do atendimento. Em breve relatos o vereador disse que em visita ao hospital, conversou como medico Juraci e o mesmo repassou que falta gaze, soro, agulha para sutura e medicamentos básicos. Falta tudo no hospital!

Dra Rayane- Ainda tem um advogado da prefeitura que faz pouco caso com a situação caótica da saúde, o jurídico do prefeito disse que a saída da medica não fará falta para ele. A saída dela não afeta nada na minha vida, disse o advogado. Este advogado não precisa da saúde pública do hospital municipal , mas a grande maioria da população é carente e precisa da saúde pública, disse Juliano..

Responsabilidade

Embora o cargo da saúde esta no comando da Secretária Eliane Borges Pereira da Silva,  a responsabilidade da gestão é do Prefeito Gelson Dill (MDB) , que já foi vice-prefeito na gestão anterior , e não tem desculpas de não sabia. Gelson Dill tem se mantido em silencio, com os desmandos da gestão. A população cobra nas redes sociais a reação do Alcaide. Vejam comentários

gesss GESSSS

Por:Adecio Piran para o Jornal Folha do Progresso

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Pela reforma agrária, Incra é parte legítima para reivindicar propriedade da União

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) é parte legítima para a tomar todas as medidas necessárias à promoção da reforma agrária, dentre elas a reivindicação da posse de bem de domínio da União, desde que afetado àquela política pública.
A interpretação da legislação agrária conforme a Constituição faz concluir que o Incra pode reivindicar propriedade da União

Com esse entendimento, a 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça deu provimento a embargos de divergência e uniformizou a jurisprudência da corte sobre o tema. O colegiado é integrado pelos ministros das 1ª e 2ª Turmas, que julgam matéria de Direito Público, e tem a função de pacificação de entendimentos.

Até 2016, não havia desentendimento no STJ: a ação reivindicatória pressuporia a propriedade, razão pela qual o Incra não possuiria legitimidade para ajuizá-la contra terras da União. Naquele ano, a 2ª Turma fez o distinguishing para entender que a situação muda quando se trata de terras destinadas à reforma agrária.

A interpretação da legislação agrária conforme a Constituição faz concluir que o Incra pode reivindicar propriedade da União
A interpretação da legislação agrária conforme a Constituição faz concluir que o Incra pode reivindicar propriedade da União

Ao julgar os embargos de divergência, os ministros acompanharam por unanimidade o voto do relator, ministro Francisco Falcão, que integra a 2ª Turma. A conformação, portanto, partiu dos membros da 1ª Turma, em voto-vista da ministra Regina Helenca Costa, que analisou o tema a partir do acórdão apontado como paradigma nos embargos.

“Firme na diretriz de que na aplicação da lei o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirigir, convicta de que o direito de sequela é um instrumento para que a propriedade cumpra com a sua função social e ancorada no ordenamento jurídico pátrio, que deve ser interpretado como sistema que é, entendo que a afetação do bem à reforma agrária entrega ao Incra a sua administração e o “poder” de reivindicá-lo”, concluiu.

Voto da ministra Regina Helena Costa apontou divergência entre as turmas e a prevalência do posicionamento
Voto da ministra Regina Helena Costa apontou divergência entre as turmas e a prevalência do posicionamento

Política pública
O voto da ministra Regina Helena Costa destaca que o ordenamento jurídico pátrio buscou assegurar ao Incra todos os meios necessários à adequada distribuição da terra, partindo da premissa que a reforma agrária é uma política pública que atende aos princípios de justiça social e aumento da produtividade.

No caso concreto, a ação discutia a propriedade de uma gleba inserida no perímetro de um projeto de assentamento regularmente criado pelo Incra. O local foi objeto de discriminação de terras devolutas, processado administrativamente pelo Incra e matriculado em nome da União nos termos do artigo 13 da Lei 6.383/1976.

A partir daí, a autarquia seguiu com a identificação de quais ocupações seriam aptas a serem enquadradas no Programa Nacional de Reforma Agrária. Os beneficiados receberiam distribuição de imóveis rurais. Os que não preenchessem os requisitos serial alvo de ordem de desocupação.

“A interpretação da legislação agrária conforme a Constituição nos encaminha, então, a reconhecer a legitimidade do Incra para a consecução de todas as medidas necessárias à promoção da reforma agrária, dentre elas a reivindicação da posse de bem de domínio da União, desde que afetado àquela política pública”, apontou a ministra Regina Helena Costa.
Fonte:COONJUR 31 de maio de 2021, 7h26
Por Danilo Vital
Clique aqui para ler o acórdão
EREsp 1.405.489
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