Na Câmara, comissão aprova projeto que fragiliza blindagem de terras indígenas

Indígenas de diversas etnias protestam nesta quarta em frente a uma das entradas da Câmara em protesto contra o PL 490. (Foto:Joédson Alves / EFE)

PL 490 é aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, segue para votação no plenário e depois vai ao Senado. Se aprovado, rompe com proteção de povos isolados e fragiliza limites das terras de povos indígenas, cobiçadas por garimpo e agronegócio
Indígenas de diversas etnias protestam nesta quarta em frente a uma das entradas da Câmara em protesto contra o PL 490.

No mesmo dia em que Ricardo Salles anunciou sua exoneração do cargo de ministro do Meio Ambiente, os povos indígenas tiveram uma derrota na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara (CCJ). Foi aprovado nesta quarta-feira o projeto de lei 490/2007, que representa um retrocesso nos direitos indígenas ao dificultar novas demarcações de terra — já paralisadas pelo Governo Jair Bolsonaro. “Desastrosamente foi aprovado na CCJC o PL 490 por 40 votos favoráveis a 21. Vocês não serão esquecidos pelos povos indígenas. A nossa luta e resistência continua!”, afirmou a deputada Joenia Wapichana (Rede-RR), uma das maiores forças de defesa dos povos originários no Congresso.

Um dos pontos mais críticos do texto é a exigência da comprovação da posse e ocupação do território reivindicado pelos povos tradicionais antes do dia 5 de outubro de 1988 (data da promulgação da Constituição Federal). Atualmente a legislação sobre o tema não impõe nenhum marco temporal, e a demarcação é feita por uma equipe multidisciplinar da Fundação Nacional do Índio (Funai). O projeto aprovado, que é defendido pela base bolsonarista e pelo agronegócio, está alinhado à atuação do Planalto no sentido de “passar a boiada” ao facilitar a grilagem de terras e o aumento da exploração de florestas e de áreas protegidas, uma vez que ele também permite a legalização de empreendimentos em áreas de reserva, como garimpos ilegais e hidrelétricas.

A análise do tema foi retomada na CCJ um dia após forte repressão aos protestos de povos tradicionais contra o projeto em frente à Câmara dos Deputados, que teve disparos de bomba de gás e terminou com ao menos três indígenas, um policial e dois servidores do Congresso feridos. O ato conseguiu paralisar a análise na CCJC nesta terça-feira. A mobilização contra o PL 490 reuniu cerca de 800 indígenas de 45 etnias, que estão acampados no local há semanas pedindo o arquivamento do texto e maior participação popular na discussão do texto. O projeto aprovado também flexibiliza a possibilidade de contato com povos isolados —pela doutrina indigenista em vigor estes grupos devem ser mantidos em suas condições atuais, a não ser em caso de risco à sua integridade.

Joenia Wapichana apontou, durante a sessão, a inconstitucionalidade do texto, e afirmou que mesmo aprovado, ele deverá ser contestado e derrubado na Justiça: “Esse projeto tem vícios constitucionais seríssimos. Há uma tentativa de retaliar os direitos constitucionais [dos povos indígenas], com base nessas teses de marco temporal, que não tem amparo legal”. Segundo ela, não há benefício algum para os povos indígenas, e o projeto é fruto de “cobiça” do agronegócio e de outros setores sobre suas terras. “Existe um mito de que os índios têm muita terra. Mas se os indígenas agissem como os grileiros fazem, teriam muito mais”, disse. No início da sessão, Wapichana, que é uma das poucas representantes indígenas no Congresso, chegou a ter a palavra tolhida pela presidente da comissão e integrante da tropa bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF).

Wapichana pediu, sem sucesso, que a CCJ aguardasse o Supremo Tribunal Federal analisar o tema antes de votar, tendo em vista que a Corte deve analisar ainda este mês um caso envolvendo o povo Xokleng, em Santa Catarina, que também envolve o problema do marco temporal e terá validade de repercussão geral (ou seja, se aplica a todos os processos semelhantes). O ministro Edson Fachin já adiantou seu voto de forma favorável aos Xokleng. Outros parlamentares da oposição também cobraram Kicis para que aguardasse o parecer do STF antes de debater o PL na comissão, mas foram derrotados em votação.

Defensor do projeto, Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou que os povos indígenas têm indicadores socioeconômicos “medievais”, provocados, segundo ele, pelas políticas “paternalistas” do Governo. O deputado afirmou que a iniciativa “dá liberdade” para que estes povos possam decidir o que fazer “sem a tutela do Estado”. O deputado disse ainda que as maiores taxas de desmatamento “ocorrem em terras indígenas, e não em propriedades privadas”. Ele foi desmentido pela colega Fernanda Melchiona (PSOL-RS), que apresentou dados de um relatório da ONU que aponta melhores índices de proteção ambiental nas áreas demarcadas.

Os deputados de oposição também criticaram o atraso no início da ordem do dia no plenário da Câmara, que estava prevista para começar por volta das 14h, e cujo início levaria à suspensão das discussões na CCJ. Segundo eles, foi uma manobra do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e de Kicis para conseguir votar a matéria ainda hoje. “É a boiada passando”, afirmou a deputada Melchiona. Após criticar o protesto ocorrido em frente à Câmara na terça-feira, Lira sinalizou ser favorável ao projeto. “[Precisamos] ter coragem de debater sobre o tema de exploração em terra indígena. Não é possível que nós vamos ficar de olhos fechados quanto a isso. Não tem só um lado da história não, têm dois, têm três, têm quatro”, afirmou. O projeto, inicialmente apresentado em 2007, já foi rejeitado pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara em 2009, mas voltou recentemente à pauta tendo como relator o deputado federal Arthur Oliveira Maia (DEM-BA).
Fonte:El Pais por : Gil Alessi
São Paulo – 23 jun 2021 – 18:18 BRT
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Moto taxistas recebem auxilio emergencial de R$ 500 em Novo Progresso

A liberação foi anunciada pelo senhor João Souza representante do Banpará de Novo Progresso (Foto:Reprodução Facebook) –

Governador Helder Barbalho (MDB) incluiu motoristas no programa Renda Pará para receber auxílio financeiro de R$ 500.

Entre os trabalhadores que deverão receber estão taxistas, mototaxistas, motoristas de vans, de transporte escolar e de aplicativo. O anúncio foi feito pelo governador do Estado, Helder Barbalho, no dia 28 de maio de 2021.

“O pacote econômico voltado para programas de transferência de renda, mantém essas atividades básicas, diante a pandemia  do coronavirus”.

O auxilio é pago pelo Banpará; Estes profissionais (moto taxista) já estão recebendo a parcela única no valor de R$ 500 (quinhentos reais) em Novo Progresso.

Os municípios ficaram responsáveis de enviar ao governo a lista dos trabalhadores que terão direito ao benefício.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Alexandre de Moraes manda prender Daniel Silveira por violação à tornozeleira

Silveira violou monitoramento eletrônico e deve voltar à prisão (Foto:Reprodução Internet) – Diante de repetidas violações ao monitoramento eletrônico imposto como substituição à prisão cautelar, o deputado Daniel Silveira deve retornar à prisão imediatamente. A ordem foi assinada nesta quinta-feira (24/6) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A decisão determina o retorno do parlamentar ao Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde esteve preso em fevereiro após divulgar um vídeo no qual atacava o STF e incitava a violência contra ministros da corte. Em março, a preventiva foi substituída por prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.

Daniel Silveira praticou cerca de 30 violações apontadas pelos relatórios de monitoramento entre os dos meses de março e maio, demonstrando a falta de comprometimento com as medidas cautelares, entre elas o rompimento do lacre da tornozeleira, diversas descargas do aparelho e desrespeito à área de inclusão

O pedido de prisão foi feito pela Procuradoria-Geral da República em 5 de junho, por entender que diante das condutas daquele que deveria cumprir as medidas cautelares diversas da prisão, os fins intentados com sua decretação não estavam sendo alcançados.

O ministro Alexandre de Moraes inicialmente determinou abertura de inquérito para verificar essas violações, com imposição de fiança de R$ 100 mil, a qual não foi paga pelo deputado. Por isso, não vislumbra outras medidas aptas a cessar o periculum libertatis do denunciado (risco de deixa-lo em liberdade), o que indica a necessidade de restabelecimento da prisão.

“Importante destacar que a possibilidade de restabelecimento da ordem de prisão foi expressamente consignada, tanto na decisão que inicialmente substituiu a prisão, como na decisão que estabeleceu a fiança”, destacou o ministro Alexandre de Moraes.

Em abril, a corte já havia aceitado denúncia contra o parlamentar por coação no curso do processo, incitação à animosidade entre as Forças Armadas e o Supremo e incitação à violência para impedir o livre exercício dos poderes da União.

Deputado chegou a ficar 1 dia e 19 horas com bateria da tornozeleira descarregada (Foto:Reprodução)
Deputado chegou a ficar 1 dia e 19 horas com bateria da tornozeleira descarregada (Foto:Reprodução)

Violações
Segundo  a PGR, Daniel Silveira rompeu o lacre da tornozeleira quatro vezes e em cinco oportunidades abandonou a área limite a que estava autorizado transitar. O deputado também faltou ao agendamento na central de manutenção por mais de uma vez.

Além disso, deixou a bateria acabar por 22 vezes – duas delas por mais de um dia, chegando ao máximo de 1 dia e 19 horas sem monitoramento. O ministro Alexandre ressaltou que as violações ocorreram mesmo após a decisão que estabeleceu a fiança, no que entendeu como “total desrespeito à Justiça”.

A defesa apontou que os rompimentos não foram intencionais, que a bateria foi recarregada dentro do período de tolerância, e que as violações de área decorrem da ida do parlamentar  o à central de manutenção.

Clique aqui para ler a decisão
Pet 9.456

Fonte:Conur/Por:Por Danilo Vital -24 de junho de 2021, 16h20

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Moro é suspeito para julgar Lula, decide Supremo Tribunal Federal por 7 votos a 4

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto:Reprodução )  –  O Plenário do Supremo Tribunal Federal confirmou em sessão nesta quarta-feira (23/6), por 7 votos a  4, a decisão da 2ª Turma que declarou o ex-juiz Sergio Moro suspeito para julgar o ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá (SP). Com o resultado, as acusações contra o ex-presidente serão anuladas. O decano Marco Aurélio, que havia pedido vista, votou contra a declaração de suspeição de Moro. “Reconheço ser a suspeição a pecha pior, relativamente a um Juízo, a um juiz, porque cola a pratica de ato merecedor de glosa, já que se pressupõe não a parcialidade, mas a imparcialidade”, justificou o ministro.

Prevaleceu o voto divergente do ministro Gilmar Mendes, para quem a decisão de suspeição tem efeitos mais amplos do que a de incompetência de um juízo. Entre eles, o de anular os atos processuais que, no caso de incompetência, podem ser ratificados e mantidos no processo pelo novo juiz. Portanto, a declaração de incompetência da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba — que tinha Moro como titular — para julgar Lula não fez com que o julgamento da suspeição perdesse objeto.

O julgamento de hoje encerrou uma longa discussão sobre o tema, que se arrastava desde abril, quando o Plenário da corte havia formado maioria para manter a decisão da 2ª Turma que declarou Moro suspeito para julgar o ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Como havia pedido vista, o decano Marco Aurélio retomou o julgamento com a apresentação de seu voto, contrário ao entendimento de que o ex-juiz Moro é suspeito. “Está-se, agora, a apreciar outro agravo, devolvida ao Plenário a problemática da suspeição do juiz Sergio Moro. Não se diga que a matéria alusiva à suspeição precede a da competência   territorial. Reconheço ser a suspeição a pecha pior, relativamente a um Juízo, a um juiz, porque cola a pratica de ato merecedor de glosa, já que se pressupõe não a parcialidade, mas a imparcialidade”, diz Marco Aurélio em seu voto.

E prosseguiu: “o juiz Sergio Moro surgiu como verdadeiro herói nacional. E, então, do dia para a noite, ou melhor, passado algum tempo, é tornado como suspeito, e, aí, caminha-se para dar o dito pelo não dito, em retroação incompatível com os interesses maiores da sociedade, os interesses maiores do Brasil. Dizer-se que a suspeição está revelada em gravações espúrias é admitir que ato ilícito produza efeitos, valendo notar que a autenticidade das gravações não foi elucidada. De qualquer forma, estaria a envolver diálogos normais, considerados os artífices do Judiciário — o Estado acusador e o Estado julgador —, o que é comum no dia a dia processual”.

O presidente do STF, ministro Luiz Fux, votou contra manter a decisão da Turma e criticou a utilização de gravações entre o ex-juiz Moro e os procuradores de Curitiba que atuaram na chamada operação “lava jato”. “A suspeição, na verdade, pelo ministro Edson Fachin, foi afastada. Municiou [o julgamento na Segunda Turma] uma prova absolutamente ilícita, roubada que foi depois lavada. É como lavagem de dinheiro. Não é um juízo precipitado. Essa prova foi obtida por meio ilícito. Sete anos de processo foram alijados do mundo jurídico”, disse.

Decisão em abril
O caso, na realidade, já havia sido decidido em abril último quando o ministro Gilmar Mendes proferiu o voto que prevaleceu. Ele considerou que a declaração de incompetência da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba para julgar Lula não prejudicaria o julgamento sobre a suspeição do seu antigo juiz titular, já que teria efeitos mais amplos. A suspeição anularia os atos processuais, por exemplo, enquanto a declaração de incompetência da vara possibilita a manutenção desses atos caso sejam ratificados pelo novo juiz.

O voto de Gilmar ganhou apoio dos ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.

Ficaram vencidos os ministros Luiz Edson Fachin, relator do caso, e Luís Roberto Barroso e, com o julgamento de hoje, Fux e Marco Aurélio.

Fachin considerou que o processo deveria ser extinto, já que a análise de suspeição deveria ocorrer antes da de incompetência. Já Barroso entendeu que o julgamento da 2ª Turma seria nulo após o relator ter extinguido o processo.

Votos vencidos
Fachin disse que a análise da suspeição deve ocorrer antes da de incompetência. Porém, como no caso aconteceu o contrário, o processo de suspeição deve ser extinto, alegou.

Já Barroso opinou que a competência deve ser analisada antes da suspeição. “Se o juiz é incompetente, não se avalia a suspeição. Caso reconhecida apenas a suspeição do magistrado, o processo continua a tramitar no mesmo juízo. Se Moro tivesse sido declarado suspeito, o caso continuaria na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, com o juiz substituto. Mas se reconhecida a incompetência, o processo deve ser remetido ao órgão competente.”

Conforme o ministro, cabe ao relator decidir sobre a perda do objeto de um processo. Em sua visão, houve um conflito de competência sobre a perda do objeto da suspeição de Moro entre o relator, Fachin, e a 2ª Turma. E tal disputa, disse Barroso, deveria ter sido resolvida pelo Plenário, não pela 2ª Turma, como aconteceu.

“O julgamento da suspeição pela 2ª Turma é completamente nulo após o relator ter extinguido o processo. Podia haver recurso das partes ou suscitação de conflito de competência. Mas a decisão não podia ter sido ignorada”, apontou.

Clique aqui para ler o voto do ministro Marco Aurélio
HC 193.726

Fonte:Consultor Juridico /Por Severino Goes
23 de junho de 2021, 16h08

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Imagem Forte – Homem é morto a pauladas e pedradas na cabeça em Novo Progresso

Um crime brutal aconteceu na madrugada desta quarta-feira (23) em Novo Progresso.(Fotos:Via WhatsApp)

A vítima não resistiu à gravidade das lesões e morreu no local.

Um homem identificado como Junior, foi assassinado a pauladas e pedradas na cabeça na madrugada desta quarta-feira (23), na Travessa Belém, próximo a NP MOTOS ,  no bairro Santa Luzia, por volta das 3h da manhã. A polícia Militar atendeu a ocorrência e isolou o local até chegada da polícia civil. Testemunhas apontaram três pessoas envolvidas no crime.

Em diligencia a Policia Militar localizou os suspeitos nas proximidades e prendeu em flagrante; “Claudio Enrique Itaifarias de 24 anos, Raimundo Wesley Alves da Silva de 21 anos e Monica Oliveira dos Alves da Silva de 24 anos”.

A vítima, que até a publicação desta matéria não havia sido identificada, somente com Junior, não resistiu à gravidade das lesões e morreu no local.

A motivação ainda é desconhecida.

Os três suspeitos foram entregues para polícia civil para procedimentos.

O crime deverá ser investigados pela Polícia Civil.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

ATENÇÃO AS IMAGENS SÃO FORTES

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Novo Progresso- Prefeitura anuncia que realizará melhorias na sinalização de ruas e avenidas

As melhorias na sinalização são muito importantes para garantir um trânsito mais seguro aos usuários.(Imagem ilustrativa internet)

A Prefeitura de Novo Progresso anunciou nesta quarta-feira(23),  que vai realizar melhorias na sinalização de ruas e avenidas da cidade.

Segundo o prefeito Gelson Dill, técnicos da empresa que executara os serviços está na cidade.

O anuncio foi postado em sua pagina pessoal no facebook.

Vejam

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O prefeito Gelson Dill, e o chefe da divisão de trânsito do município, Ismael Coelho, receberam na manhã desta quarta-feira, dia 23 de Junho, os representantes da empresa que executará as sinalizações vertical e horizontal das vias urbanas da cidade. Na ocasião foram tratados também de assuntos relacionados a melhorias de acessibilidade em diversos pontos da cidade.

Após a reunião, os técnicos em engenharia de tráfego, juntamente com o diretor de trânsito, fizeram o georeferenciamento das ruas e identificação dos pontos para sinalizações, lombadas, faixas de pedestres e estacionamentos. (postou)

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Nova unidade da Funai em Novo Progresso no Pará será construída em terreno cedido pelo Ibama

Nova unidade da Funai no Pará será construída em terreno cedido pelo Ibama (Foto:divulgação Funai)

A Fundação Nacional do Índio (Funai) firmou com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) um contrato de cessão de uso gratuito em condições especiais de um terreno de propriedade do instituto, localizado no município Novo Progresso (PA). O terreno será utilizado para a construção de uma Coordenação Técnica Local (CTL) da Funai na região, subordinada à Coordenação Regional da fundação em Cuiabá, que atenderá cerca de 2.500 indígenas do povo Kayapó das Terras Indígenas Baú e Menkragnoti.

A antiga CTL, inicialmente, estava situada em um imóvel alugado. A iniciativa promoverá uma economia de R$ 36 mil ao ano para a fundação e será o primeiro imóvel construído pelo órgão no estado do Pará com recursos próprios da Funai. Segundo o presidente da Funai, Marcelo Xavier, a construção da nova unidade, além de gerar uma economia aos cofres públicos, também servirá de apoio aos Kayapó, que produzem castanha na região.

“Os produtores indígenas da região passam a contar com mais um importante apoio da Funai em suas atividades sustentáveis, cuja geração de renda colabora para que eles se tornem autossuficientes e conquistem melhores condições de vida. Com total respeito à autonomia dessas comunidades, a Funai contribui para que elas conquistem novos mercados e alcancem independência econômica”, pontua Xavier.

A obra da nova unidade terá início nas próximas semanas, com a previsão de inauguração em quatro meses, e será totalmente adaptada para receber os indígenas, contemplando ainda uma grande maloca, ideal para acomodá-los.

Atuação regional

A Coordenação Regional de Cuiabá atua junto aos povos indígenas das etnias Guató, Bakairi, Kayapó, Paresi, Chiquitano, Bororo, Negarotê, Nambikwara, Umutina, Wasusu, Halotesu, Terena e Aikanã. A unidade é responsável por coordenar e monitorar a implementação de ações de proteção e promoção dos direitos de populações indígenas nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Pará.

A área de atuação desta unidade descentralizada da Funai abrange os municípios de Rondonópolis (MT), Comodoro (MT), Tangará da Serra (MT), Sapezal (MT), Campo Novo do Parecis (MT), General Carneiro (MT), Pontes e Lacerda (MT), Paranatinga (MT), Nobres (MT), Novo Progresso (PA) e Vilhena (RO), atendendo aproximadamente 12,3 mil indígenas. (As informações são da Assessoria de Comunicação/Funai  em 22 de junho de 2021 – 14:43 Brasil)

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Sepultado soldado da FAB da base “Serra do Cachimbo” que morreu afogado no Mato Grosso

Ele era soldado da Força Aérea Brasileira (FAB), na base localizada na Serra do Cachimbo, em Novo Progresso no Pará.

Jefferson Ferreira Santiago, de 21 anos, foi sepultado, hoje, no início da tarde, em Novo Mundo onde morava com a família.  Ele morreu, no último sábado afogado, no rio Braço Norte, no município. (As informações são do Só Noticias)

O corpo dele foi encontrado, ontem, no início da noite, boiando a cerca de 200 metros do local onde submergiu, no rio. Ele era soldado da Força Aérea Brasileira (FAB), na base localizada na Serra do Cachimbo, em Novo Progresso no Pará.

Os bombeiros começaram as buscas pelo corpo dele no sábado. A versão inicial apontada no boletim de ocorrência da Polícia Militar é que ele desapareceu enquanto banhava com alguns amigos. O comunicante da ocorrência afirmou aos policiais que estava com o jovem na praia confraternizando e ingeriram bebida alcoólica.

Em certo momento, a vítima resolveu entrar na água para atravessar nadando de uma “ponta” da praia para a outra, que fica aproximadamente uns 15 metros de distância. Com isso, acabou afundando e desaparecendo. O amigo ainda teria entrado na água para tentar salvá-lo, mas não conseguiu.

A versão ainda será investigada pela Polícia Civil.

Fonte:So Noticias com fotos

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Homem é preso acusado de furtar ouro e dinheiro de malote durante voo em Novo Progresso

Suspeito confessou ter violado malote durante viagem… (Foto:Divulgação Policia)

Francisco das Chagas, foi preso em flagrante nesta terça-feira (22) , por volta das 18h30mn, após roubar ouro e dinheiro de um malote durante voo em Novo Progresso.

A aeronave da agencia Beira Rio saiu do garimpo São Raimundo com destino a Novo Progresso.

A guarnição da polícia militar no comando do sargento Maduro, ao receber denúncia que o malote foi violado e furtado ouro e dinheiro, e apontar passageiro como suspeito,saíu na captura e encontrou em via pública o nacional Francisco das Chagas, na abordagem foi encontrado dinheiro e comprovante de venda de ouro.

Dinheiro e pertences apreendidos pela policia militar(Foto:Divulgação PM)
Dinheiro e pertences apreendidos pela policia militar(Foto:Divulgação PM)

Francisco das Chagas confessou o FURTO e apontou outra pessoa como comparsa.

Com acusado foi encontrado a importância de R$ 9.923,00 (nove mil novecentos e noventa e três reais) em espécie, comprovante deposito bancário e recibo de venda de ouro.  Francisco confessou que violou o malote durante a viagem que havia vendido o ouro em uma compra de ouro da cidade, que ficou com um pouco de dinheiro, depositou outra parte e um segundo acusado que o mesmo não sabe o nome levou parte do ouro para o garimpo da pistinha.  A polícia militar prendeu em flagrante Francisco das Chagas, foi conduzido à delegacia de polícia civil junto com materiais apreendidos para procedimentos.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Polícia prende grupo com drogas e munições e são suspeitos de praticar assaltos em Novo Progresso

Com o grupo foi preso um simulacro de pistola, dinheiro, drogas e munições. (Foto:Divulgação Policia)

A Polícia Militar no comando do Sargento Maduro apresentou, na tarde desta terça-feira (22), quatro homens acusados de comercializar drogas em Novo Progresso. Segundo a informação eles são suspeitos de cometem assaltos em Novo Progresso.

De acordo com a polícia militar, o grupo foi preso após denúncia anônima que haviam alguns elementos suspeitos de estarem comercializando entorpecentes e praticarem roubos na cidade.

Na operação foram presos os nacionais Daniel da Silva Barbosa, Natanael Alves Rodrigues , Wemerson Vagner da Silva Costa  e Jhon Leno oliveira Alves, foram conduzidos a delegacia para procedimentos cabíveis.

Outro Lado

Os acusados Daniel da Silva Barbosa, Natanael Alves Rodrigues e Wemerson Vagner da Silva Costa, foram ouvidos pelo delegado e liberado, eles negam envolvimento com o dono da droga que é vizinho deles.

Ainda segundo os acusados estão contratando advogado para esclarecer a abordagem e querem retratação da policia pela falsa acusação.

Objetos apreendidos foram entregues para policia (Foto:Divulgação PM)
Objetos apreendidos foram entregues para policia (Foto:Divulgação PM)

Vejam a ocorrência

GU DA AÇÃO

SGT MADURO

CB VALDENER

SD CHAGAS

Que por volta das 16:30h, após denúncia anônima de que em uma residência no loteamento Santarém, haviam alguns elementos suspeitos de estarem comercializando entorpecentes e praticarem roubos na cidade, deslocamos até o local onde encontramos 04 ( quatro) elementos suspeitos do lado de fora da residência, ao serem abordados foram encontrados 07 papelotes embalados para Comércio de maconha pesando aproximadamente 11.2 gramas, 03 munições intactas calibre 38, 01 simulacro de pistola, 1.100,00 reais em espécie, 03 relógios, 04 aparelhos celulares,03 óculos femininos, 01 bolsa feminina marrom e embalagens para venda de entorpecentes, que os nacionais Daniel da Silva Barbosa, Natanael Alves Rodrigues e Wemerson Vagner da Silva Costa, informaram que todo material apreendido é do nacional Jhon Leno oliveira Alves, que o mesmo assumiu ser dele, diante disso os mesmos foram conduzidos a delegacia para procedimentos cabíveis.

*Total  de BAPM’s*: 01

PMPA, SERVIR E PROTEGER

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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